sábado, 24 de janeiro de 2026

Hojé é nada! Amanhã?

 Nada


nada é a espada que amada, trespassa

a carapaça, dura de lama, quente

que não sente, mas está presente, estará?

Sim, está, morta, viva?

ou só adormecida, sem vida, ou privada

de vida viva, morta por dentro, mas viva

por

fora da casa que está pintada de branco, com 

um

dois

mantos de cor branca, pura de pureza, cínica, quase

cinéfila, com uma grande tela branca de amor, branco

mas ao mesmo tempo vermelho, negro, para não dar a notar que é negro,

porque calha mal no verso, maroto, arroto

aberto, sem pudor, porque não é assim que se quer,

mas é assim que se pode ser, ter, amar, estar

por favor, sem valor, com amor, estar, SIM!

NÃO!? Mas assim a mão não pode ter, mas pode ouvir

sentir, não ir, mas parir, amor... sentido, porque foi assim que

foi concebido.

Parabéns! O ar está para ti!

Estamos todos aqui!

Nada pode existir, se nada existe, por isso, nada persiste,

Mentiste? Não! Só não sentiste... pena, poderia ser algo

soberbo... agora? É só medo.