As veias cheias de letras azuis, que nos moldam, essas ideias, vazias por vezes, mesmo cheias de ideias. Ideias? Não, sentimentos, mesmo os garantidos sentidos amorfos, sem coisas palpáveis, mas na necessidade de garantias, procuram tacto, sentimento com na ponta dos dedos, pois não conseguem no âmago do sentir. Sentir? Mentir? A verdade escondida, por detrás de seres fictícios, que nos dão força, não dando, só esperando, que dão, mas que são, forças amarguradas, ou pensadas? São só as que nos dão força. Porque nos sentimos alados? Desesperados? Isolados? Ou... amados? Não é um consenso, há só senso, que nos faz amar, porque pouco mais há para dar, receber? Perder? Sofrer? A palavra da ordem... sofrer. Morrer por sofrer? Amar, por estar a cagar? Ou estar-me a cagar para o amar? Bem... as questões são ar que não se vê, respostas que não são tidas como resposta, mas sim como pergunta, absoluta junta, porque nada tem muito mais para dar, se não expirar... o amar. Mas quando o amar é sentido, tudo tende a ser efectivo, mesmo o que não tem explicação, coisas do coração…. Que São? Pu... que o pariu!
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CU menta!