domingo, 1 de maio de 2011
As pedras
Ontem conheci um rapaz que viajava com duas pedras no bolso. Só percebi o que trazia no bolso, quando no meio da pergunta: para onde vais? Ele responde tirando as pedras do bolso e atira-as para cima da mesa do café, com um gesto assertivo e ao mesmo tempo mágico. As pedras formam um padrão que nem a mim, nem a qualquer outra pessoa poderiam identificar. Responde de imediato que iria viajar para Noroeste, apontando em seguida para uma montanha que se vislumbrava pela janela. Pensei tratar-se duma alma doente, que viajava para tudo esquecer. Perguntei desta feita se sabia porque o fazia. Abanou a cabeça com toda a firmeza que não. Mas a sua assertividade continuava-me a apaixonar. Como podia um rapaz de vinte e poucos anos, não saber o que procurava. Explicou-se de seguida sem eu nada perguntar, puxando dum bloco de notas e mostrou-me o padrão da sua viagem. Continuava a não fazer muito sentido. Demonstrava que o que o trazia a esta vida, era o simples facto de puder encontrar a mãe de todas as palavras. Denotei alguma loucura naquelas palavras, mas que ao mesmo tempo faziam sentido. Comentei com ele que a grande demanda dele, era igual a tantas outras e que de facto seria uma pessoa fútil, que nada quer alcançar e o que faz não tem sentido, senão na sua cabeça. Perguntou-me se eu trazia algum tipo de referência do sentido da minha vida comigo. Claro que lhe demonstrei que isso do sentido da vida é sempre um bom tema para um livro, um poema, ou até mesmo um filme, mas que de facto a razão leva-me a pensar que é um tema que não faz sentido, visto que o “Tal” sentido da vida, é a própria vida e os objectivos são a vida, não havendo o verdadeiro sentido da vida. Sorriu e olhou-me com loucura, dando depois um risinho nervoso, de quem vai explodir. Ainda de bloco na mão, olhando para mim, desenhou-me, duma forma quase real, como que me tirasse uma fotografia, sem nunca olhar para o bloco e com uma velocidade que me fez pensar se se trataria dum humano. A questão seria, teria eu coragem para lhe perguntar? Não perguntei e dei-lhe os meus parabéns por tamanha façanha. Ele agradeceu e começou-me a explicar que o sentido da vida são os movimentos erráticos do cosmos, que num caos organizado mantêm todos ocupados com a sua própria vida e o facto de trazer as pedras e o objectivo da sua viagem, são diferentes de todas as pessoas que vivem neste mundo. Nesse momento achei-o ainda mais fútil e que a conversa dele vem em qualquer manual. Continua a dizer que o facto de nos termos encontrado, não fez parte desse caos, sendo um movimento propositado e que nada influência a vida de ninguém, nem se quer a nossa, minha e dele. Tentei interromper, mas calou-me de imediato, utilizando um gesto que nunca tinha visto. Um movimento místico, altivo, profanador, enervante, humilde e assertivo. De novo o assertivo. Olhou-me nos olhos e perguntou: se não tens a certeza, porque me perguntas? Lógico seria dizer que se pergunto, é porque não tenho a certeza, mas o que ele quis dizer foi: sendo eu a pessoa que tu não acreditas, porque perguntas? Peguei nas pedras e sem pensar, atirei-as para a mesa e dizendo de seguida: Sudoeste.
Natura
Simples, simples o bater de asas dum pardal, que na complexidade do seu voar, ensina quem curtos passos dá. A sua simplicidade magoa o complexo sentido de quem vê e não entende. Tão simples, batem-se as asas, o movimento é contínuo, ergue-se no ar, como que de magia se falasse, como que uma entidade profundo, que não se vê, o percorresse, fazendo-o graciosamente passar, voar, deslocar. Quero, voo, preciso vou, tenho fome, ergo-me. Tão pequeno e tão grande no seu gesto, simples. O movimento mete raiva, por ser tão belo. E é tão belo porque não tem raiva. Simples, simples… diz-me bela criatura: porque razão deixaste um cagada na minha camisola?
quarta-feira, 2 de março de 2011
A Igreja e o Messenger 2009.
Jiacomo diz: Bronswick Hellioddor Cummings Appleton?
Famoso capelão da casa Real da Pomerânea?
Bronswick diz: Jiacomo Pupilino Fancesco di Marinaldio Salazar?
Eu sou, sou com muito gosto e presenteio
Jiacomo diz: Também sou eu!
Belos tempos os nossos
Bronswick diz: Famoso Diácono?
Jiacomo diz: Na escola de Capelões
Amém
Bronswick diz: sim
Jiacomo diz: Diácona?
Isso sim
Bronswick diz: Recordo com memória fresca.
Está boa sim e recomenda-se.
Jiacomo diz: Bem visto caro amigo
Bem visto!
Bronswick diz: Tem tido alguns problemas com estas mudanças de tempo, mas está bem melhor que amanhã
Jiacomo diz: Parece-me bem!
É uma questão de humidades
Bronswick diz: Sim
Os dedos tortos não a deixam tocar-se como dantes e então tem sido um Valha-me Deus!
Coitadinha…
Mas mais de resto, mantém a figura costumeira que sempre a acompanhou
Jiacomo diz: Temos que ter paciência
Bronswick diz: Falo portanto do magnífico pilão que herdou de seu pai, o Padre de Malpaços
Que como todos sabemos era casto
Uma divindade nunca vem só, não é verdade?
Jiacomo diz: Sim... é de facto uma realidade insofismável...
A castidade de um padre nunca se pode medir pela quantidade de filhos que tem!
É falacioso e até maldoso!
Bronswick diz: É vero, é vero
Digo mais…
Quantos mais filhos, menos os devotos terão a capacidade da dita falácia
Jiacomo diz: Concordo
Mas também lhe digo meu bom amigo...
Quanto mas a batina arrebita
Mais se lhe arreganha a tripa
É o povo que o diz
e se o diz…
Bronswick diz: A maldade esconde-se por entre os folhos das cortinas das capelas belas, que ao vento oscilam como que embaladas por entes passados que no veneram e protegem - Amém
Jiacomo diz: É porque é verdade
Bronswick diz: O povo tem muita razão no que diz, em especial depois duma boa matança
Jiacomo diz: Mas disso sei pouco
Já que a minha batina sacerdotal está em arrebite constante
Bronswick diz: Belas as oferendas, que me dão. Por exemplo, as belas couves que a Dona Albertina tem e como a sempre conhecemos, é casta também e partilha o que de melhor tem, dando-se-mas de bom agrado e depois da magnifica matança que benzi há atrasado, que tem mas dado também as linguiças e que belas são!
Jiacomo diz: Já acolhi tanta devota nessa tenda divina...
Bronswick diz: Por norma não me faço rogado e deixo que essas preces divinas me entrem pela igreja adentro e dentro de confessionários castos, os seus deveres cumpram, concorda?
Jiacomo diz: Sim
Concordo…
Bronswick diz: No entanto, um bom, e devoto castro padre, nunca deve usar por debaixo da batina qualquer tipo de apetrechos que prendam o que Deus nos deu
E assim faço…
Tal como o meu prezado diácono, a tenda minha também se iça, qual badalo do sino da capela Sistina! - Amém
Atenção! Disse Sistina, não Cristina... essa... já não está entre nós, mas que cumpria, cumpria.
Oremos…
Jiacomo diz: Assim seja, meu bom frade Capristano, Assim seja!
Bronswick diz: Sempre pronta para abençoar o velho e túmido badalo
Jiacomo diz: Amém!
túmido?
Bronswick diz: E com esta me despeço, para mais tarde voltar, e quiçá penetrar na igreja
Jiacomo diz: Tipo túrgido e húmido numa só palavra?
Bronswick diz: Túmido sim
Sempre, tal qual se veio ao mundo
Jiacomo diz: Assim seja, meu bom frade!
Mas conte-me...
Tem ido ao convento das Bernardinas Saloias?
Bronswick diz: Ainda à atrasado lá fui
Quem perguntou muito por si, foi a Madre Cisalpina
Está boa
Pelo menos como sempre a conheci, casta como tudo!
Até aflige os Santos da capela de São Teotónio!
Jiacomo diz: Constou-me que há noviças roliças de úberes fartos e rijos
Confirma, meu bom frade?
Bronswick diz: Não confirmo, nem desminto, terá o meu bom e velho Diácono que se fazendo acompanhar de da minha pessoa, para que juntos possamos confirmar as roliças noviças
Que me tem a dizer? Amanhã pelas primeiras horas do dia, partiremos e por lá pernoitaremos.
Será um belo repasto e pasto, concorda? Traga os objectos castos, para que juntos possamos melhor apreciar o quão noviças são.
Jiacomo diz: Que ideia peregrina, meu bom e velho e casto amigo!
Bronswick diz: Saberia que iria concordar.
Bem, meu caro, tenho de preparar a missa do meio-dia
Tenho de me por nas putas! Ficai bem meu velho.
Jiacomo diz: Assim seja...
Eu tenho aqui duas pré-nubentes que se me querem confessar
Modernices…
Bronswick diz: Confessai em conjunto, é algo que em comunhão saberá melhor.
Bronswick diz: Mandarei o meu burro busca-lo por volta da alvorada de manhã.
Jiacomo diz: Esperarei
…seu burro
Pelas primeiras horas da alvorada
Bronswick diz: Sempre a considera-lo
Jiacomo diz: Desejo-lhe apenas
Uma boa continuação
Bronswick diz: Um bom e santo dia para si, Diácono amigo.
Jiacomo diz: Ide em paz, meu bom e velho e casto e douto e Santo amigo!
Bronswick diz: Em paz de com Deus nas costas daquela que ali vai... que belo par de almas tem!
Tenho de ir, tenho de ir! Chama por mim!
Jiacomo diz: Acredito na sua palavra!
Assim seja!
E que volumosas continuem
Bronswick diz: Fui-me com Deus
Jiacomo diz: Ide ide!
(Com a participação especial de anómimo amigo)
Famoso capelão da casa Real da Pomerânea?
Bronswick diz: Jiacomo Pupilino Fancesco di Marinaldio Salazar?
Eu sou, sou com muito gosto e presenteio
Jiacomo diz: Também sou eu!
Belos tempos os nossos
Bronswick diz: Famoso Diácono?
Jiacomo diz: Na escola de Capelões
Amém
Bronswick diz: sim
Jiacomo diz: Diácona?
Isso sim
Bronswick diz: Recordo com memória fresca.
Está boa sim e recomenda-se.
Jiacomo diz: Bem visto caro amigo
Bem visto!
Bronswick diz: Tem tido alguns problemas com estas mudanças de tempo, mas está bem melhor que amanhã
Jiacomo diz: Parece-me bem!
É uma questão de humidades
Bronswick diz: Sim
Os dedos tortos não a deixam tocar-se como dantes e então tem sido um Valha-me Deus!
Coitadinha…
Mas mais de resto, mantém a figura costumeira que sempre a acompanhou
Jiacomo diz: Temos que ter paciência
Bronswick diz: Falo portanto do magnífico pilão que herdou de seu pai, o Padre de Malpaços
Que como todos sabemos era casto
Uma divindade nunca vem só, não é verdade?
Jiacomo diz: Sim... é de facto uma realidade insofismável...
A castidade de um padre nunca se pode medir pela quantidade de filhos que tem!
É falacioso e até maldoso!
Bronswick diz: É vero, é vero
Digo mais…
Quantos mais filhos, menos os devotos terão a capacidade da dita falácia
Jiacomo diz: Concordo
Mas também lhe digo meu bom amigo...
Quanto mas a batina arrebita
Mais se lhe arreganha a tripa
É o povo que o diz
e se o diz…
Bronswick diz: A maldade esconde-se por entre os folhos das cortinas das capelas belas, que ao vento oscilam como que embaladas por entes passados que no veneram e protegem - Amém
Jiacomo diz: É porque é verdade
Bronswick diz: O povo tem muita razão no que diz, em especial depois duma boa matança
Jiacomo diz: Mas disso sei pouco
Já que a minha batina sacerdotal está em arrebite constante
Bronswick diz: Belas as oferendas, que me dão. Por exemplo, as belas couves que a Dona Albertina tem e como a sempre conhecemos, é casta também e partilha o que de melhor tem, dando-se-mas de bom agrado e depois da magnifica matança que benzi há atrasado, que tem mas dado também as linguiças e que belas são!
Jiacomo diz: Já acolhi tanta devota nessa tenda divina...
Bronswick diz: Por norma não me faço rogado e deixo que essas preces divinas me entrem pela igreja adentro e dentro de confessionários castos, os seus deveres cumpram, concorda?
Jiacomo diz: Sim
Concordo…
Bronswick diz: No entanto, um bom, e devoto castro padre, nunca deve usar por debaixo da batina qualquer tipo de apetrechos que prendam o que Deus nos deu
E assim faço…
Tal como o meu prezado diácono, a tenda minha também se iça, qual badalo do sino da capela Sistina! - Amém
Atenção! Disse Sistina, não Cristina... essa... já não está entre nós, mas que cumpria, cumpria.
Oremos…
Jiacomo diz: Assim seja, meu bom frade Capristano, Assim seja!
Bronswick diz: Sempre pronta para abençoar o velho e túmido badalo
Jiacomo diz: Amém!
túmido?
Bronswick diz: E com esta me despeço, para mais tarde voltar, e quiçá penetrar na igreja
Jiacomo diz: Tipo túrgido e húmido numa só palavra?
Bronswick diz: Túmido sim
Sempre, tal qual se veio ao mundo
Jiacomo diz: Assim seja, meu bom frade!
Mas conte-me...
Tem ido ao convento das Bernardinas Saloias?
Bronswick diz: Ainda à atrasado lá fui
Quem perguntou muito por si, foi a Madre Cisalpina
Está boa
Pelo menos como sempre a conheci, casta como tudo!
Até aflige os Santos da capela de São Teotónio!
Jiacomo diz: Constou-me que há noviças roliças de úberes fartos e rijos
Confirma, meu bom frade?
Bronswick diz: Não confirmo, nem desminto, terá o meu bom e velho Diácono que se fazendo acompanhar de da minha pessoa, para que juntos possamos confirmar as roliças noviças
Que me tem a dizer? Amanhã pelas primeiras horas do dia, partiremos e por lá pernoitaremos.
Será um belo repasto e pasto, concorda? Traga os objectos castos, para que juntos possamos melhor apreciar o quão noviças são.
Jiacomo diz: Que ideia peregrina, meu bom e velho e casto amigo!
Bronswick diz: Saberia que iria concordar.
Bem, meu caro, tenho de preparar a missa do meio-dia
Tenho de me por nas putas! Ficai bem meu velho.
Jiacomo diz: Assim seja...
Eu tenho aqui duas pré-nubentes que se me querem confessar
Modernices…
Bronswick diz: Confessai em conjunto, é algo que em comunhão saberá melhor.
Bronswick diz: Mandarei o meu burro busca-lo por volta da alvorada de manhã.
Jiacomo diz: Esperarei
…seu burro
Pelas primeiras horas da alvorada
Bronswick diz: Sempre a considera-lo
Jiacomo diz: Desejo-lhe apenas
Uma boa continuação
Bronswick diz: Um bom e santo dia para si, Diácono amigo.
Jiacomo diz: Ide em paz, meu bom e velho e casto e douto e Santo amigo!
Bronswick diz: Em paz de com Deus nas costas daquela que ali vai... que belo par de almas tem!
Tenho de ir, tenho de ir! Chama por mim!
Jiacomo diz: Acredito na sua palavra!
Assim seja!
E que volumosas continuem
Bronswick diz: Fui-me com Deus
Jiacomo diz: Ide ide!
(Com a participação especial de anómimo amigo)
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Harry Luciano James Alves (z) Potter Fonseca (ea).doc
Quem é o de facto o Harry Potter?
A escritora podia até ter sido acusada de plágio, ou de se ter baseado em factos reais, pois o que vão conhecer nestes dois minutos é a pura da realidade. Preparem-se para o pior, ou o melhor, visto que a história do pequeno Luciano Alves Fonseca, é de facto a realidade e dava vários livros.
Harry James Potter, de facto na vida real chama-se, Luciano Alves Fonseca, descende directamente da família Alvez, mas por ser tido um apelido perigoso para as classes mais abastadas no reino, em 1865 o nome Alvez, foi substituído por Alves e toda a família teve de mudar de nome e forma de andar. Esta família que se mudou para uma pequena aldeia no centro do pais (falamos de Portugal), de seu nome Aigra Nova, no seio da serra da Lousã. O jovem Luciano é tido desde muito cedo como um profeta, visto que adivinhava o futuro por meio de charadas complexas, que envolviam pedras cruas de xisto e construções de Lego. Não se sabe onde o pequeno encontrava as pedras de Lego, mas tendo em conta os amigos que tinha, por ventura teriam sido emprestadas, para no futuro serem devolvidas. O xisto era muito comum na casa onde vivia, junto ao rio Trancão. Lembrava sempre o avô, típico camponês que vivia naquela altura encurralado entre 4 paredes suburbanas, que tinha sempre a braguilha aberta, mas não duma forma simples, usando formas dissimuladas para o fazer, como por exemplo usando linguagem de árbitro de futebol de segunda. Com 5 anos formava castelos e inventava palavras, que mais pareciam jogos de faz-de-conta. Dizem vós: “…é normal, o meu filho faz o mesmo!” Não, não faz, pelo menos não na dimensão das que ele fazia, visto que conseguia demover pelo menos sempre cinco a seis indivíduos especializados da construção civil para construir o que ele carinhosamente chamava de: “O nosso castelo Humbertino”. Ainda está em construção. Será uma obra Gótica, mas vista de Norte para Sul, é um cubo com os cantos arredondados.
De facto a história é tão semelhante que aos 11 anos também recebeu uma carta dum director de circo, porque precisava de um rapaz pequeno para mexer nos aparatos do mágico. Hesitou no início, pois não sabia como o individuo tinha conseguido a morada dele, mas depois seguiu o seu instinto e sem dizer nada aos pais adoptivos, foi ao supermercado e comprou seis rolos de papel higiénico. Durante duas semanas preparou tudo e no dia combinado, fugiu. A vida no circo era dura, mas sabia que ia ter a resposta à marca de nascença que tinha no glúteo esquerdo. Sentia-se propriamente bem quando estava dentro das caixas e ouvia os Huuu e Ahhh de surpresa, depois dum bom truque. Quando cresceu e já não cabia nas caixas, o mágico prescindiu dele e passou a tratar dos elefantes. Foi aí que tudo fez sentido. Numa noite de lua, teve uma epifania e viu que o elefante com quem travava grandes diálogos a fazer o maior monte de esterco, de que há memória. No meio do esterco, uma luz chamava-o e foi ai que viu A luz. O elefante mirou-o e disse: “Sabes a marca que tens no glúteo? É a marca dum grande mágico!”. Fez um ar de espanto, pois o elefante falava. De facto assim era, o verdadeiro pai, oriundo por empréstimo do Zimbabué, não sendo de origem africana, tinha um semblante muito parecido com um gorila das mesmas partes de África. O pai era também ele um grande mágico, todos os que viviam com ele eram mágicos, era tudo mágico. Mas um dia foi assassinado por um crocodilo, ele e a mãe, que o ajudava em tudo, até na lida da casa. Família habituada a fazer tudo com as mãos, usando a mente, criaram o pequeno rebento, o herói da nossa história, até à idade de um ano, sendo depois raptado por dois elefantes de grande porte. Nunca mais foi visto, até que naquele dia, o elefante lhe contou tudo. Ficou a principio muito zangado, mas depois limpou o esterco. Tudo mudou para ele naquela dia. Mudou-se para uma dimensão diferente, ali junto à Trofa. Parecia tudo diferente e sabendo agora as suas origens, trabalhou desde esse dia em formas de conseguir alterar os alimentos em seres humanos voadores. A semelhança é atroz. Nada do que está nos livros da escritora é fantástico, é tudo real, só que traduzindo para um nível mais místico, visto que vende mais. Mas na realidade, o Harry, é o Luciano, que neste momento é conhecido como o Luciano da Trofa. Ninguém o vê, depois de entrar na casa do amigo Carlitos e durante dias ali ficam, juntos com outros tantos, fazendo as delicias de milhares de pessoas que também não são vistas, pois para entrar ali, é necessário passar pelo preenchimento duma série de impressos, que mais parecem ser dum filme que todos conhecemos.
Assim fica aqui desmistificada a verdadeira história do “Harry James Potter”, moço humilde descendente de famílias místicas e verdadeiras. E ainda não vos falei da família Fonseca… por isso podem imaginar o quão fantástico é o Luciano Alves(z) Fonseca(ea).
A escritora podia até ter sido acusada de plágio, ou de se ter baseado em factos reais, pois o que vão conhecer nestes dois minutos é a pura da realidade. Preparem-se para o pior, ou o melhor, visto que a história do pequeno Luciano Alves Fonseca, é de facto a realidade e dava vários livros.
Harry James Potter, de facto na vida real chama-se, Luciano Alves Fonseca, descende directamente da família Alvez, mas por ser tido um apelido perigoso para as classes mais abastadas no reino, em 1865 o nome Alvez, foi substituído por Alves e toda a família teve de mudar de nome e forma de andar. Esta família que se mudou para uma pequena aldeia no centro do pais (falamos de Portugal), de seu nome Aigra Nova, no seio da serra da Lousã. O jovem Luciano é tido desde muito cedo como um profeta, visto que adivinhava o futuro por meio de charadas complexas, que envolviam pedras cruas de xisto e construções de Lego. Não se sabe onde o pequeno encontrava as pedras de Lego, mas tendo em conta os amigos que tinha, por ventura teriam sido emprestadas, para no futuro serem devolvidas. O xisto era muito comum na casa onde vivia, junto ao rio Trancão. Lembrava sempre o avô, típico camponês que vivia naquela altura encurralado entre 4 paredes suburbanas, que tinha sempre a braguilha aberta, mas não duma forma simples, usando formas dissimuladas para o fazer, como por exemplo usando linguagem de árbitro de futebol de segunda. Com 5 anos formava castelos e inventava palavras, que mais pareciam jogos de faz-de-conta. Dizem vós: “…é normal, o meu filho faz o mesmo!” Não, não faz, pelo menos não na dimensão das que ele fazia, visto que conseguia demover pelo menos sempre cinco a seis indivíduos especializados da construção civil para construir o que ele carinhosamente chamava de: “O nosso castelo Humbertino”. Ainda está em construção. Será uma obra Gótica, mas vista de Norte para Sul, é um cubo com os cantos arredondados.
De facto a história é tão semelhante que aos 11 anos também recebeu uma carta dum director de circo, porque precisava de um rapaz pequeno para mexer nos aparatos do mágico. Hesitou no início, pois não sabia como o individuo tinha conseguido a morada dele, mas depois seguiu o seu instinto e sem dizer nada aos pais adoptivos, foi ao supermercado e comprou seis rolos de papel higiénico. Durante duas semanas preparou tudo e no dia combinado, fugiu. A vida no circo era dura, mas sabia que ia ter a resposta à marca de nascença que tinha no glúteo esquerdo. Sentia-se propriamente bem quando estava dentro das caixas e ouvia os Huuu e Ahhh de surpresa, depois dum bom truque. Quando cresceu e já não cabia nas caixas, o mágico prescindiu dele e passou a tratar dos elefantes. Foi aí que tudo fez sentido. Numa noite de lua, teve uma epifania e viu que o elefante com quem travava grandes diálogos a fazer o maior monte de esterco, de que há memória. No meio do esterco, uma luz chamava-o e foi ai que viu A luz. O elefante mirou-o e disse: “Sabes a marca que tens no glúteo? É a marca dum grande mágico!”. Fez um ar de espanto, pois o elefante falava. De facto assim era, o verdadeiro pai, oriundo por empréstimo do Zimbabué, não sendo de origem africana, tinha um semblante muito parecido com um gorila das mesmas partes de África. O pai era também ele um grande mágico, todos os que viviam com ele eram mágicos, era tudo mágico. Mas um dia foi assassinado por um crocodilo, ele e a mãe, que o ajudava em tudo, até na lida da casa. Família habituada a fazer tudo com as mãos, usando a mente, criaram o pequeno rebento, o herói da nossa história, até à idade de um ano, sendo depois raptado por dois elefantes de grande porte. Nunca mais foi visto, até que naquele dia, o elefante lhe contou tudo. Ficou a principio muito zangado, mas depois limpou o esterco. Tudo mudou para ele naquela dia. Mudou-se para uma dimensão diferente, ali junto à Trofa. Parecia tudo diferente e sabendo agora as suas origens, trabalhou desde esse dia em formas de conseguir alterar os alimentos em seres humanos voadores. A semelhança é atroz. Nada do que está nos livros da escritora é fantástico, é tudo real, só que traduzindo para um nível mais místico, visto que vende mais. Mas na realidade, o Harry, é o Luciano, que neste momento é conhecido como o Luciano da Trofa. Ninguém o vê, depois de entrar na casa do amigo Carlitos e durante dias ali ficam, juntos com outros tantos, fazendo as delicias de milhares de pessoas que também não são vistas, pois para entrar ali, é necessário passar pelo preenchimento duma série de impressos, que mais parecem ser dum filme que todos conhecemos.
Assim fica aqui desmistificada a verdadeira história do “Harry James Potter”, moço humilde descendente de famílias místicas e verdadeiras. E ainda não vos falei da família Fonseca… por isso podem imaginar o quão fantástico é o Luciano Alves(z) Fonseca(ea).
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Há dias assim
Descia agora no elevador, forrado a veludo vermelho e amarelo. Dum lado, um espelho enorme preenchia a parede toda e do outro botões muito grandes assinalavam os andares. A toda a volta, excepto na porta, no meio das paredes, por altura da cintura, um varão dourado, flutuava a toda à volta, visto que não estava assente em lugar algum. O chão negro como a noite, mais parecia que não tinha fundo. Senti que descia com uma enorme velocidade. Tentei pará-lo. Olhei para os enormes botões. O sinal de paragem era uma enorme alavanca, que se escondia dentro da parede lateral, como se que estivesse embutida. O número 5 piscava, como se tratasse duma emergência, enquanto os outros, tinha pequenas bocas e que cantavam desafinados o hino da alegria. De certa forma não sabia para onde ia, visto que não me lembro como entrei. Ao tentar lembrar-me, olhei para cima e vi que o dito elevador não tinha cobertura e que se viam perfeitamente as estrelas, como se estivesse no espaço. Parou no 5º andar e as portas abriram-se. Uma luz ofuscante e um barulho semelhante a uma bola de ténis a saltitar, eram a única coisa que se ouviam. Ouvia-se também ao fundo uma voz, mas não se entendia o que dizia. Hesitei, tive medo e não sai. Por entre a luz forte, senti um puxão, parecia vislumbrar-se um braço, com uma mão, que me agarrava, me puxava para fora, mas não sabia de onde vinha a força, visto que sentia o puxão, mas a mão não me tocava. A voz agora era nítida e dizia primeiro bem baixo: “Tens de sair… tens de sair….” Era cada vez mais intensa, até que aos gritos me dizia, para sair:
- “SAI!!! SAI!!!”.
Acordei com a minha mulher a chamar-me para sair da cama. Estes sonhos dão-me vertigens e sede. A minha mulher, de olhos vermelhos, já vestida, pronta para sair, dizia para eu sair da cama e enquanto saía, resmungava que mais uma vez tinha sido ela que tinha levado o cão à rua, etc, etc…
- Tem um dia simpático amor. – Disse eu.
Nem respondeu, fechou a porta com toda a força e saiu. Voltei-me para o outro lado e voltei a dormir.
Depois de muitas voltas na cama, sem conseguir voltar a pregar olho, levantei-me. Uma sensação estranha envolvia-me. Uma sensação de que me tinha esquecido de fazer alguma coisa no dia anterior. Não sabia o que era, mas sabia que essa sensação me perseguia, como um leão persegue a sua presa. Levantei-me de testa franzida, com a ideia na minha cabeça. Como todos os dias, fui até à cozinha e abri o frigorifico. Olhei lá para dentro e nada do que lá estava fazia sentido, era como que se aquele frigorífico não fosse o meu, como que as coisas que lá estavam dentro não fossem minhas. Tive um estremecimento e fechei a porta assustado. Olhei em volta e tudo apontava para que estivesse na minha casa. Enchi-me de coragem e voltei a abrir o frigorífico. Tudo tinha ocupado o seu devido lugar. Desta feita tinha sido ainda mais estranho e repeti a operação mais umas quantas vezes, mas nunca me aparecera como da primeira vez. Por fim, abri, tirei o sumo de ananás e bebi o pacote quase todo. De seguida o café da manhã e uma ida prolongada à casa de banho, para ler as últimas notícias e ficar mais quinze minutos com as pernas dormentes depois de me levantar. No fundo da minha mente a sensação persistia. Do que é que eu me teria esquecido de fazer?
Tomei banho, vesti-me, arranjei-me todo e saí.
No meu automóvel, a caminho do trabalho, no trânsito infernal da cidade, ouvia o meu grupo favorito. Estava tão alto que até eu próprio tinha de por tampões nos ouvidos para não ferir os tímpanos. Gosto da sensação de ouvir música ao vivo, num estádio, ou num local onde toquem a música bem alta. Tão alta que tinha de estar de boca aberta para aliviar a pressão criada no peito. Parecia que a caixa torácica ia explodir. Que sensação agradável! Sorri! Algo que adoro, isso e sentir os pés molhados. O meu psicólogo não consegue entender porquê, mas mesmo com regressões e tudo e mais alguma coisa, ele entende, nem consegue entender, ou se quer dar-me uma pista para o porquê. Acho que tenho de mudar de psicólogo.
Estava já muito próximo do meu trabalho, a avenida que ladeia o estacionamento onde por norma eu estaciono o carro, estava fechada. Uma manifestação anti-qualquer coisa. Abri o vidro para falar com o agente da autoridade que estava a direccionar o trânsito, mas não baixei a música, visto que como estava com os tampões, não me apercebi que estava assim tão alta. O agente não achou muita piada e mandou-me encostar. Ainda pensei que seria por causa de alguma irregularidade que teria cometido ao chegar junto dele, mas não, era mesmo a música. Discurso de agente da autoridade:
- Bom dia Sr. condutor. Os seus documentos e os documentos da viatura. – fazendo continência.
Nota de rodapé: Será um truque para quebrar o gelo da primeira conversa? Imaginem um agente no engate na discoteca: “Então, Sra. condutora, mostre-me lá os documentos da viatura e já agora, fofa, os seus.” E na frase a seguir: “Vou ter de a autuar!” - com ar malandreco.
Baixei a música, tirei os tampões dos ouvidos, retirei os documentos da carteira e passeio-os suavemente para as mãos tronchudas do agente. De documentos na mão, deu uma volta ao carro, verificou tudo e assomou-se à minha janela, dizendo a típica segunda frase:
- Sr. condutor, vou ter de o autuar.
Quando estão chateados de ali estar, porque lhes mandaram fazer aquele serviço e obrigados, é escusado dizer seja o que for para os demover. Olhei em volta em busca duma salvação e no crachá vi a salvação. O nome, mas em especial o apelido. Era o igual ao meu. Julgo que ele também já tinha dado conta dessa ocorrência, quando verificou os meus documentos, mas não quis dar parte fraca. Balbuciou as palavras da praxe, para que não desse azo a conversas fora do círculo condutor-agente agente-condutor. Há muitas pessoas com o mesmo apelido e que não têm parentesco, todos sabemos disso, mas Salpicos por certo que haverão poucos. Olhei-o nos olhos e reconheci-o. Era o meu primo das férias de Verão! Já não o via há pelo menos dez anos, mas os olhos e a expressão de zangado, nunca as deixaria de ter. Sim, era o Fulgêncio! Meu grande companheiro de pesca! Não consegui abafar:
- Fulgêncio! Estás bom!?
- Desculpe… - Com ar de admirado.
Fê-lo tão bem que quase acreditei que não era, mas no final do ar de espanto, senti um pequeno sorriso. Estava safo! Era ele mesmo, o meu querido primo. Disse logo para entrar no carro e irmos tomar um copo, ou um café, visto que estava de serviço. Primeiro disse que não podia, mas depois chamou um colega qualquer, duma patente inferior e dizendo que precisava de me levar à esquadra. E lá fomos nós. Estava tão contente! Ele ainda meio encavacado, esboçava um pequeno sorriso, mas nada de muito largo. Achei aquela reacção meio estranha, mas como estava fardado e porque estava no meu carro, achei que estava contido por causa da situação. Rápido percebi que não seria por essa razão. Mandou-me encostar e olhou-me nos olhos. Apercebi-me que algo não estava bem e como uma epifania, lembrei-me do que me esquecera. Como pode ser? Tudo tem de ter uma razão de ser. Mas o facto de o ter encontrado daquela forma, não fora um acaso, não fora por obra do destino, fora sim porque ele me perseguia. Como me pude esquecer? Talvez por parecer tão absurdo, tinha feito a máxima força para me esquecer. Quando me vi na situação e vi os olhos dele, não deixei de pensar na minha mulher, em todos os dias bons que tive na minha vida, num resumo de condenado à morte, tive um arrepio. Ele continuava ali, a olhar para mim, parado e com a mão na pistola. Lágrimas surdas começaram a escorrer-me pela face. Ao final de algum tempo naquele impasse, soltou uma palavra da sua boca:
- Pelos vistos esqueceste-te do que tínhamos combinado.
Eu não consegui responder, só as lágrimas falavam, o desespero espalhado na minha cara dizia tudo. Voltou de novo ao tema:
- Esqueceste-te, não foi? Pois… mas eu não. Que Deus te dê paz à tal alma.
Dizendo isto, puxou da arma, engatilho-a e quando se preparava para disparar, consegui dizer:
- Primo…
Tarde demais, pois disparou sem pestanejar e saiu do carro.
Caso se lembrem do que eu me tinha esquecido, digam-me, que eu depois de levar com o balázio, esqueci-me.
- “SAI!!! SAI!!!”.
Acordei com a minha mulher a chamar-me para sair da cama. Estes sonhos dão-me vertigens e sede. A minha mulher, de olhos vermelhos, já vestida, pronta para sair, dizia para eu sair da cama e enquanto saía, resmungava que mais uma vez tinha sido ela que tinha levado o cão à rua, etc, etc…
- Tem um dia simpático amor. – Disse eu.
Nem respondeu, fechou a porta com toda a força e saiu. Voltei-me para o outro lado e voltei a dormir.
Depois de muitas voltas na cama, sem conseguir voltar a pregar olho, levantei-me. Uma sensação estranha envolvia-me. Uma sensação de que me tinha esquecido de fazer alguma coisa no dia anterior. Não sabia o que era, mas sabia que essa sensação me perseguia, como um leão persegue a sua presa. Levantei-me de testa franzida, com a ideia na minha cabeça. Como todos os dias, fui até à cozinha e abri o frigorifico. Olhei lá para dentro e nada do que lá estava fazia sentido, era como que se aquele frigorífico não fosse o meu, como que as coisas que lá estavam dentro não fossem minhas. Tive um estremecimento e fechei a porta assustado. Olhei em volta e tudo apontava para que estivesse na minha casa. Enchi-me de coragem e voltei a abrir o frigorífico. Tudo tinha ocupado o seu devido lugar. Desta feita tinha sido ainda mais estranho e repeti a operação mais umas quantas vezes, mas nunca me aparecera como da primeira vez. Por fim, abri, tirei o sumo de ananás e bebi o pacote quase todo. De seguida o café da manhã e uma ida prolongada à casa de banho, para ler as últimas notícias e ficar mais quinze minutos com as pernas dormentes depois de me levantar. No fundo da minha mente a sensação persistia. Do que é que eu me teria esquecido de fazer?
Tomei banho, vesti-me, arranjei-me todo e saí.
No meu automóvel, a caminho do trabalho, no trânsito infernal da cidade, ouvia o meu grupo favorito. Estava tão alto que até eu próprio tinha de por tampões nos ouvidos para não ferir os tímpanos. Gosto da sensação de ouvir música ao vivo, num estádio, ou num local onde toquem a música bem alta. Tão alta que tinha de estar de boca aberta para aliviar a pressão criada no peito. Parecia que a caixa torácica ia explodir. Que sensação agradável! Sorri! Algo que adoro, isso e sentir os pés molhados. O meu psicólogo não consegue entender porquê, mas mesmo com regressões e tudo e mais alguma coisa, ele entende, nem consegue entender, ou se quer dar-me uma pista para o porquê. Acho que tenho de mudar de psicólogo.
Estava já muito próximo do meu trabalho, a avenida que ladeia o estacionamento onde por norma eu estaciono o carro, estava fechada. Uma manifestação anti-qualquer coisa. Abri o vidro para falar com o agente da autoridade que estava a direccionar o trânsito, mas não baixei a música, visto que como estava com os tampões, não me apercebi que estava assim tão alta. O agente não achou muita piada e mandou-me encostar. Ainda pensei que seria por causa de alguma irregularidade que teria cometido ao chegar junto dele, mas não, era mesmo a música. Discurso de agente da autoridade:
- Bom dia Sr. condutor. Os seus documentos e os documentos da viatura. – fazendo continência.
Nota de rodapé: Será um truque para quebrar o gelo da primeira conversa? Imaginem um agente no engate na discoteca: “Então, Sra. condutora, mostre-me lá os documentos da viatura e já agora, fofa, os seus.” E na frase a seguir: “Vou ter de a autuar!” - com ar malandreco.
Baixei a música, tirei os tampões dos ouvidos, retirei os documentos da carteira e passeio-os suavemente para as mãos tronchudas do agente. De documentos na mão, deu uma volta ao carro, verificou tudo e assomou-se à minha janela, dizendo a típica segunda frase:
- Sr. condutor, vou ter de o autuar.
Quando estão chateados de ali estar, porque lhes mandaram fazer aquele serviço e obrigados, é escusado dizer seja o que for para os demover. Olhei em volta em busca duma salvação e no crachá vi a salvação. O nome, mas em especial o apelido. Era o igual ao meu. Julgo que ele também já tinha dado conta dessa ocorrência, quando verificou os meus documentos, mas não quis dar parte fraca. Balbuciou as palavras da praxe, para que não desse azo a conversas fora do círculo condutor-agente agente-condutor. Há muitas pessoas com o mesmo apelido e que não têm parentesco, todos sabemos disso, mas Salpicos por certo que haverão poucos. Olhei-o nos olhos e reconheci-o. Era o meu primo das férias de Verão! Já não o via há pelo menos dez anos, mas os olhos e a expressão de zangado, nunca as deixaria de ter. Sim, era o Fulgêncio! Meu grande companheiro de pesca! Não consegui abafar:
- Fulgêncio! Estás bom!?
- Desculpe… - Com ar de admirado.
Fê-lo tão bem que quase acreditei que não era, mas no final do ar de espanto, senti um pequeno sorriso. Estava safo! Era ele mesmo, o meu querido primo. Disse logo para entrar no carro e irmos tomar um copo, ou um café, visto que estava de serviço. Primeiro disse que não podia, mas depois chamou um colega qualquer, duma patente inferior e dizendo que precisava de me levar à esquadra. E lá fomos nós. Estava tão contente! Ele ainda meio encavacado, esboçava um pequeno sorriso, mas nada de muito largo. Achei aquela reacção meio estranha, mas como estava fardado e porque estava no meu carro, achei que estava contido por causa da situação. Rápido percebi que não seria por essa razão. Mandou-me encostar e olhou-me nos olhos. Apercebi-me que algo não estava bem e como uma epifania, lembrei-me do que me esquecera. Como pode ser? Tudo tem de ter uma razão de ser. Mas o facto de o ter encontrado daquela forma, não fora um acaso, não fora por obra do destino, fora sim porque ele me perseguia. Como me pude esquecer? Talvez por parecer tão absurdo, tinha feito a máxima força para me esquecer. Quando me vi na situação e vi os olhos dele, não deixei de pensar na minha mulher, em todos os dias bons que tive na minha vida, num resumo de condenado à morte, tive um arrepio. Ele continuava ali, a olhar para mim, parado e com a mão na pistola. Lágrimas surdas começaram a escorrer-me pela face. Ao final de algum tempo naquele impasse, soltou uma palavra da sua boca:
- Pelos vistos esqueceste-te do que tínhamos combinado.
Eu não consegui responder, só as lágrimas falavam, o desespero espalhado na minha cara dizia tudo. Voltou de novo ao tema:
- Esqueceste-te, não foi? Pois… mas eu não. Que Deus te dê paz à tal alma.
Dizendo isto, puxou da arma, engatilho-a e quando se preparava para disparar, consegui dizer:
- Primo…
Tarde demais, pois disparou sem pestanejar e saiu do carro.
Caso se lembrem do que eu me tinha esquecido, digam-me, que eu depois de levar com o balázio, esqueci-me.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Quem quer fresquinhas?
Saltei de uma pedra para outra e estava lá um sapo. O sapo olhou para mim e perguntou se eu estava calçado e eu respondi com ar de melro que sim, pois bastava olhar para os meus pés e verificar. Ele ficou ofendido. Retorquiu duas ou três palavras, saltando de novo para outra pedra, onde eu ia por o próximo pé.
Moral: Quando não se tem a certeza, evita-se.
Andava eu perdido na floresta tropical, num qualquer país da América Latina, ou era Central? Sul? Do Norte não era de certeza, pois se assim fosse não podia dar dois passos sem ser detectado. Bem, estava perdido e os meus pés, calçados, metiam água por todo o lado. Pensei no que a minha tia-avó me tinha dito, relativo a esta tema dos pés que metem água, mas como não tinha disponibilidade na altura para a escutar, não a ouvi com atenção. Agora pago caro o facto de os ter molhados, ensopados, húmidos por demais. Tenho quase a certeza que teria alguma coisa a ver com mudar o calçado para estas coisas do andar perdido na floresta.
Moral: Em terra de pessoas, quem tem olho é rei.
Um dia de tarde, depois do almoço, estava eu a pensar o que podia fazer para compensar um amigo meu que me tinha ajudado numa tarefa complicada, quando me deparei com uma situação ridícula. Se o tiver de ajudar terei de ser melhor que ele. A vida é de facto matreira, pois quantas vezes é que podemos pensar em algo que nos leva a compensar, se não podemos? Mais vale não receber a ajuda, que ter estes pesos na consciência, se bem que eu não pedi, foi algo que surgiu. E agora, como vou fazer? Já sei, vou tentar.
Moral: Mais vale um arrumador, que um amigo.
O canto do pito
Misto e cor
No meu assador
Cor e amor
Passa uma por favor
O cheiro bonito
O assador pequenito
Carvão vermelhito
Assa o pito
Oh que fome malvada
Que a minha barriga mandava
Era o que eu achava
Mas não era nada
Ouvia gritos
Vinham dos pitos
Estavam aflitos
Precisam de salpicos
Quando feitos estavam
Os convivas olhavam
Nem pelo pastor esperavam
De barriga cheia ficaram
A refeição chegou ao seu final
Estávamos todos juntos no Seixal
Dia de Verão excepcional
Até cheirava mal.
Poema de Primavera (a salada)
Chora Maria, por não puderes sentir o vento na face, por não puderes comer mais alface. Mas uma cenoura comerás, triste e chorona salada, que nela a cebola trás.
Oh tenra couve roxa, que dos planaltos do Oeste vieste, todos choramos por ser pouca.
Doce e suave tempero, este azeite virgem, nunca antes usado, que mal se sabe a sua origem.
Fel vinagre de vinho, pois que não é do Minho, é sim ácido e mais forte que um limão, não não.
Todos juntos numa tigela, em cores muito bonitas, fazendo dela a mais bela.
Comei, comei, que amanhã não há, comei, comei, que eu vou à casa de banho.
Moral: Quando não se tem a certeza, evita-se.
Andava eu perdido na floresta tropical, num qualquer país da América Latina, ou era Central? Sul? Do Norte não era de certeza, pois se assim fosse não podia dar dois passos sem ser detectado. Bem, estava perdido e os meus pés, calçados, metiam água por todo o lado. Pensei no que a minha tia-avó me tinha dito, relativo a esta tema dos pés que metem água, mas como não tinha disponibilidade na altura para a escutar, não a ouvi com atenção. Agora pago caro o facto de os ter molhados, ensopados, húmidos por demais. Tenho quase a certeza que teria alguma coisa a ver com mudar o calçado para estas coisas do andar perdido na floresta.
Moral: Em terra de pessoas, quem tem olho é rei.
Um dia de tarde, depois do almoço, estava eu a pensar o que podia fazer para compensar um amigo meu que me tinha ajudado numa tarefa complicada, quando me deparei com uma situação ridícula. Se o tiver de ajudar terei de ser melhor que ele. A vida é de facto matreira, pois quantas vezes é que podemos pensar em algo que nos leva a compensar, se não podemos? Mais vale não receber a ajuda, que ter estes pesos na consciência, se bem que eu não pedi, foi algo que surgiu. E agora, como vou fazer? Já sei, vou tentar.
Moral: Mais vale um arrumador, que um amigo.
O canto do pito
Misto e cor
No meu assador
Cor e amor
Passa uma por favor
O cheiro bonito
O assador pequenito
Carvão vermelhito
Assa o pito
Oh que fome malvada
Que a minha barriga mandava
Era o que eu achava
Mas não era nada
Ouvia gritos
Vinham dos pitos
Estavam aflitos
Precisam de salpicos
Quando feitos estavam
Os convivas olhavam
Nem pelo pastor esperavam
De barriga cheia ficaram
A refeição chegou ao seu final
Estávamos todos juntos no Seixal
Dia de Verão excepcional
Até cheirava mal.
Poema de Primavera (a salada)
Chora Maria, por não puderes sentir o vento na face, por não puderes comer mais alface. Mas uma cenoura comerás, triste e chorona salada, que nela a cebola trás.
Oh tenra couve roxa, que dos planaltos do Oeste vieste, todos choramos por ser pouca.
Doce e suave tempero, este azeite virgem, nunca antes usado, que mal se sabe a sua origem.
Fel vinagre de vinho, pois que não é do Minho, é sim ácido e mais forte que um limão, não não.
Todos juntos numa tigela, em cores muito bonitas, fazendo dela a mais bela.
Comei, comei, que amanhã não há, comei, comei, que eu vou à casa de banho.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Tom Sawyer...
Como se pode provar por A + B, o Tom Sawyer é homossexual. Não é preciso muito para provar seja o que for. Vejam com muita atenção os pormenores subtis que estão implícitos. O genérico diz tudo, a letra, a forma como brinca com o amigo, tudo.
“G
Vês passar o barco (o nabo)
E-
rumando p’ró o sul (o rabo)
G
Brincando na proa (a boca)
E-
gostavas de estar (levar)
Voa lá no alto
por cima de ti (acho que não é preciso grandes explicações…)
um grande falcão (é preciso mais?)
és o rei és feliz (a forma como ele diz amo-te ao namorado)
C
E quando tu (cu?)
D
vês o Mississípi (a pila do outro)
C D
tu saltas pela ponte (saltas-lhe para cima)
F D
e voas com a mente (orgasmo)
Nuvens de tormentas (festas com amigos)
Estão sobre ti (todos juntos)
Corre agora corre (leva, leva)
e te esconderás (no rabo)
entre aquelas plantas (as pilas)
ou te molharás (é preciso mais justificação?)
E sonharás (levarás)
que és um pirata (paneleiro)
tu... sobre uma fragata (uma pila)
tu... sempre à frente de um bom grupo (mais uma bela referência a este sex-simbol homossexual)
de raparigas e rapazes (os homossexuais não são só homens, certo?)
Tu andas sempre descalço, Tom Sawyer (é verdade)
junto ao rio a passear, Tom Sawyer (a levar, sim)
mil amigos deixarás, aqui e além (uiui! É preciso mais?)
descobrir o mundo, viver aventuras (bis)” (SIGA POR AÍ FOR! GANDA BADALHOCO!)”
Nem vale a pena eu analisar o genérico convosco… é e mais nada!
Bem e agora que já descarreguei os meus traumas de homofobia, posso continuar?
Muito obrigado.
“G
Vês passar o barco (o nabo)
E-
rumando p’ró o sul (o rabo)
G
Brincando na proa (a boca)
E-
gostavas de estar (levar)
Voa lá no alto
por cima de ti (acho que não é preciso grandes explicações…)
um grande falcão (é preciso mais?)
és o rei és feliz (a forma como ele diz amo-te ao namorado)
C
E quando tu (cu?)
D
vês o Mississípi (a pila do outro)
C D
tu saltas pela ponte (saltas-lhe para cima)
F D
e voas com a mente (orgasmo)
Nuvens de tormentas (festas com amigos)
Estão sobre ti (todos juntos)
Corre agora corre (leva, leva)
e te esconderás (no rabo)
entre aquelas plantas (as pilas)
ou te molharás (é preciso mais justificação?)
E sonharás (levarás)
que és um pirata (paneleiro)
tu... sobre uma fragata (uma pila)
tu... sempre à frente de um bom grupo (mais uma bela referência a este sex-simbol homossexual)
de raparigas e rapazes (os homossexuais não são só homens, certo?)
Tu andas sempre descalço, Tom Sawyer (é verdade)
junto ao rio a passear, Tom Sawyer (a levar, sim)
mil amigos deixarás, aqui e além (uiui! É preciso mais?)
descobrir o mundo, viver aventuras (bis)” (SIGA POR AÍ FOR! GANDA BADALHOCO!)”
Nem vale a pena eu analisar o genérico convosco… é e mais nada!
Bem e agora que já descarreguei os meus traumas de homofobia, posso continuar?
Muito obrigado.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Catarina e o Marco
Catarina acordou de manhã e não sentia onde tocava. Pensou que podia estar morta, ou que a cama tivesse desaparecido. Gritou pela mãe que, ao entrar no quarto, tombou para o lado, ao ver o estado em que estava a sua filha. Catarina ainda indagou a enorme mãe, na tentativa frustrada de saber o que se passaria, visto que da perspectiva de onde estava, não conseguia. Olhava para baixo, em busca do seu corpo, mas não conseguia ver, pois a luz que irradiava era de tal forma forte, que lhe cegava as vistas, só mesmo a silhueta dos pés, que lhe pareciam maiores, mas ao mesmo tempo mais magros e ao contrário. Chamou desta feita a sua pequena e graciosa irmã, que quando entrou no quarto e viu tamanha façanha, tombou para o lado, em cima da mãe. Ainda tentou perguntar-lhe o que se passava, mas não obteve qualquer tipo de resposta, se não um profundo silêncio vindo da boca da sua querida irmã, de cabelo bem loiro e com uma combinação muito interessante, em especial quando vista em contra luz, estando a pequena da lado, mas isso fica para outro capitulo. Catarina estava em pânico, até confessou para si, que a palavra em Francês se adequava mais, que a de origem Portuguesa, ou seja e sem adiantar mais anda, estava a “panicar”. Chamou agora pela avó, que quando entrou no quarto perguntou o que se passava. Catarina respondeu que estava em pânico, ou tal como foi sugerido à atrasado, utilizando a palavra correcta, de origem estrangeira, uma espécie de galicismo, estava a “panicar” e que também não sabia o que se passava. Só sabia que não se conseguia mover muito bem e que a luz que vinha do seu corpo era tão intensa que não conseguia visionar quase nada daquilo que outrora fora o seu belo corpo de moça prendada. A avó, senhora para os seus 85 anos, com uma combinação muito interessante quando vista num quarto escuro, sem luz nenhuma, disse que já vinha, pois estava muito aflita e tinha de ir buscar os óculos, ou seja, tinha de ir fazer o que ninguém podia fazer por ela. Catarina ficou estarrecida, sem pinga de sangue, pois continuava a não saber o que se passava e a luz era cada vez mais intensa e agora deixara de ver os pés e em vez disso, um língua bífida saia por entre os lençóis, que no meio da luz branca cegante fazia um contraste mais apurado e nítido. Era de facto uma língua bífida, longa e única, sem boca, só a língua, que serpenteava por entre o ar, imergindo do branco puro, da luz clara como que se tratasse do início do mundo. A avó voltará, mas com a correria e o stress de saber o que se passava, tropeçou e tombou para junto das outras duas, que jaziam no chão, frio e duro, sujo, castanho, da cor que sempre tivera, castanho taco, mesmo que a pobre Catarina já tivesse pedido vezes sem conta ao pai para colocar outra cor, pois aquela fazia-lhe lembra o taco que tinha na casa de verão e que lhe dava as maiores, piores, recordações. Mas isso é para outro capítulo. Desesperada, em pânico, “panicada” portanto, assustada, vibrante, de olhos arregalados, sem saber o que fazer, com medo, cheia de terror, gelada, de olhos arregalados de novo, petrificada e bonita. Não sabia o que podia fazer mais e levantou-se. Tombou sem demora para cima do monte de corpo tombados junto ao seu leito e ali ficou até que o pai chegou e ao ver a sua filha com aquela combinação, tombou para cima do monte cada vez maior de corpos desmaiados. A mãe que estava no fim da tumba, zurziu duras palavras em Finlandês e depois com todas as forças do mundo, libertou um severo bufo, que inundou por completo o quarto da pobre pequena. Como por um acto de magia, todos acordaram com intenção de fazer ovos mexidos sem manteiga. Catarina, que desde o dia em que se nascera, tinha sempre a sensação de que já tinha vivido, olhou com desdém para a cama e puxou do seu muco visceral com toda a sua força. Vinha das partes mais recônditas do seu corpo e criou dentro da sua pequena grande boca, uma das maiores e mais invejáveis bolas de escarro que de seguida despejou na cama que outrora a tinha aprisionado, sem dar conta que de facto o que tinha acontecido era que o estúpido do namorado estava debaixo dos cobertores e com uma lanterna. Tentava fazer-lhe o maior cunilíngus da história moderna. Claro está que são sobejamente reconhecidos os atributos do pequenino Marco e por isso os desmaios colectivos, visto que não é normal ver-se uma luz forte na ponta duma gaita de 30cms, estando a mesma quase muito perto de se enterrar profundamente tanto no colchão tenro, como no corpo luminoso da cândida Catarina. Marco, que desta feita jazia num sono profundo de barriga para cima, levou com o enorme escarro sem pestanejar e como se não bastasse, visto que estava calor, dormia desnudado e destapado. Catarina que ainda mal estava refeita do lhe tinha acontecido, tombou no chão junto com o resto das pessoas que se encontravam no quarto e agora já eram mais, não querendo enumerá-las, visto que não são pessoas que conheçam, caindo todos ao mesmo tempo que a enorme bola de ranho húmido. Desde já posso referir que a tumba se elevava ao nível do tecto, sendo já bastante complexo para as últimas pessoas que desmaiaram chegar ao topo. Marco, mantinha-se firme e hirto, e continuava sem pestanejar, tento já os orbitas secas, deu um grito de leão e dum só golpe de rins, saltou da cama e pôs-se em cima da cómoda, mirando o estado da coisa. A tumba… a pilha, o conjunto de pessoas que se amontoavam. A outra coisa é caso de reflexão num outro capítulo. Pensou o que poderia fazer. Pensou, pensou e chegou a uma conclusão efémera, de tal forma que durou meio segundo. Pensou de novo e sem ter a ideia, deu um bufo terrível, um peido vigoroso, um traque altivo, um gás intestinal mirabolante, sentido em vários países da América Latina e África Austral. O próprio não se conteve e caiu do alto da cómoda em cima da cama, de barriga para baixo, espetando o fenomenal sexo no colchão de molas e espuma de silicone anti-qualquer coisa, desmaiando de seguida, aliás, não sei se já não estaria a desmaiado antes de bater no mole colchão. O que é certo é que toda a gente acordou do desmaio. Como tudo já estava a ficar bastante parvo, decidiram atirar o mole pai pela janela e brincar com o vigoroso Marco. A avó, foi para a casa de banho e não voltou.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Teste de acesso ao ensino atrapalhado.
Nome:
Idade:
Sexo:
Nome do pai:
Nome da tia:
Nome da mãe:
Nome de todos os Presidentes da Republica da Francesa (de todas as repúblicas):
Facebook:
Versão de BIOS:
Data de amanhã:
Teste número 145/78/323/1
Preencher os espaços em branco, com letra justa e de fácil compreensão. Não utilizar marcadores de tinta clara e trinchas. Rolos de parede, só os dos cantos.
Q - Quando um homem está parado, fora do carro, no meio das faixas de rodagem duma auto-estrada, estará nervoso, ou doente?
R: Está a ______ dum valente _________ nos tomates.
Q – Se há cabras no monte, é porque?
R: Porque há _______.
Q – Quem conduz o carro de bois quando o Sr. Albertino está doente?
R: _________ da _______ Mendes.
Q – Há sempre uma virgula a menos em qualquer texto de quem?
R: ________ Saramago
Q – Qual destes animais voa? Urso, orangotango, elefante, preguiça, tatu, homem? E porquê?
R: _______. Porque: Quando andam de _________ voam.
Q – Se um melro tem o bico amarelo, quais os outros que o têm preto?
R: ______ - ______
Q – Se os habitantes duma cidade são citadinos, como se chamam os habitantes dum casal?
R: __________
Q – “A penumbra invade…” Qual o autor destas palavras? Justifique.
R: www.___________.com. ____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________, _______________________________________: __________________ (_____).
Q – Marque com um X a resposta certa para a seguinte pergunta:
Quem somos, de onde vimos, para onde vamos?
1 – Nada __
2 – Não sei __
3 – Sei __
4 – Vou pensar no teu caso __
5 – Sim __
6 – 64 __
Sábado.
Idade:
Sexo:
Nome do pai:
Nome da tia:
Nome da mãe:
Nome de todos os Presidentes da Republica da Francesa (de todas as repúblicas):
Facebook:
Versão de BIOS:
Data de amanhã:
Teste número 145/78/323/1
Preencher os espaços em branco, com letra justa e de fácil compreensão. Não utilizar marcadores de tinta clara e trinchas. Rolos de parede, só os dos cantos.
Q - Quando um homem está parado, fora do carro, no meio das faixas de rodagem duma auto-estrada, estará nervoso, ou doente?
R: Está a ______ dum valente _________ nos tomates.
Q – Se há cabras no monte, é porque?
R: Porque há _______.
Q – Quem conduz o carro de bois quando o Sr. Albertino está doente?
R: _________ da _______ Mendes.
Q – Há sempre uma virgula a menos em qualquer texto de quem?
R: ________ Saramago
Q – Qual destes animais voa? Urso, orangotango, elefante, preguiça, tatu, homem? E porquê?
R: _______. Porque: Quando andam de _________ voam.
Q – Se um melro tem o bico amarelo, quais os outros que o têm preto?
R: ______ - ______
Q – Se os habitantes duma cidade são citadinos, como se chamam os habitantes dum casal?
R: __________
Q – “A penumbra invade…” Qual o autor destas palavras? Justifique.
R: www.___________.com. ____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________, _______________________________________: __________________ (_____).
Q – Marque com um X a resposta certa para a seguinte pergunta:
Quem somos, de onde vimos, para onde vamos?
1 – Nada __
2 – Não sei __
3 – Sei __
4 – Vou pensar no teu caso __
5 – Sim __
6 – 64 __
Sábado.
Carta comercial
Ghüster – Comercio e indústria, S.A.
DRH – 14/07
Algunfeira fundeira, 23 de Outubro, de 2008
Ref.: Normas de utilização de zonas/áreas de lazer
Caros funcionários:
É nosso dever informar que foram recentemente inauguradas 3 (três) novas zonas/áreas de lazer, na fábrica sede. As direcções para as respectivas zonas/áreas estão devidamente assinaladas, bem como a sua localização. Serve a presente como indicação das devidas regras de utilização. (Ver anexos)
Atenciosamente,
Canhostro Mirmetão Alves Trugêncio.
Director dos Recursos Humanos
*******************************************************************
Anexo 1.a
Regras de funcionamento das zonas/áreas de lazer da fábrica sede, da empresa: Ghüster – Comercio e indústria
1 – As zonas/áreas de lazer, não podem ser utilizadas como meios alternativos a libertação de gases, vulgo: “flatulências”.
2 – Em cada zona estão devidamente assinaladas as subzonas, que passamos a identificar:
- Descanso Ionizado Útil (DIU)
- Conversa Sem Importância (CSI)
- Terapia da Fala Túmida (TFT)
- Gritos Altos (Ga)
- CrochÉ (CÉ)
- Libertação de Stress Diário (LSD)
- Jogos Recentes Elaborados (JRE)
- Refeição ®
- Exercício Latente Ficcional. (ELF)
Qualquer outra actividade não relacionada com lazer, será captada via câmaras de vigilância interna e serão devidamente informada à administração para posterior analise, sendo sujeitas a punições graves, como por exemplo o espancamento com um jornal. (Ver carta DRH – 01/01)
3 – Todo o equipamento presente nestas áreas, estão devidamente identificados, assinalados, marcados, alguns pregados, outros tantos aparafusados, soldados, etc… de qualquer forma, não são para ser furtados.
4 – Qualquer dano no equipamento deverá ser reportado ao seu superior hierárquico e se for o mesmo, deve ser reportado a si próprio, para posterior apresentação no relatório mensal. Os danos serão da responsabilidade dos autores e não devem nunca ser incriminados os parceiros.
5 - É perfeitamente proibido qualquer tipo de actividade que envolva contacto físico, ou não. São estas as actividades proibidas:
- Bullying
- Arremesso da “escarreta”
- Quarto escuro
- Jogar ao mata
- Cabra cega
- Corredor da morte
- 1,2,3 macaquinho do chinês
e qualquer outra que envolva brincadeiras com bonecas, ou brincar aos médicos.
6 - As práticas sexuais estão temporariamente excluídas das zonas/áreas de lazer. Quando for libertada a proibição, ser-lhes-á informada.
7 – Não é permitido estar mais de (2ax+b)²= de tempo, sendo o a média do tempo calculado. Esse é referente ao tempo indicado na carta: DRH – 45/02.
8 – Não é permitida a presença de menores de 16 anos.
9 – As zonas/áreas de lazer não são zonas/áreas de estacionamento de qualquer tipo de veículo, mesmo que sejam cadeiras de rodas.
10 – As zonas/áreas de lazer são para ser mantidas limpas, mas não serão permitidas danças de salão no chão, ou outras actividades que envolvam mais de 50% de contacto com o chão das zonas/áreas e os utilizadores das referidas zonas/áreas. Há recipientes para o lixo. Repito, há recipientes para o lixo e diferenciado.
11 – (Apagada)
12 – Não será aplicada.
13 – Injustificada.
14 – Toda a qualquer regra será aplicada tendo em conta o peso, altura e diâmetro de cada funcionário, passando a vigorar a partir do momento em que esta carta foi difundida.
15 - A empresa não se responsabiliza por actos devassos cometidos dentro das zonas/áreas de lazer.
16 – Há mais uma dúzia de regras a serem aplicadas.
Anexo 1.b
(Sem assunto)
*********************************************************************
Qualquer dúvida, e ou esclarecimento, deverá ser comunicada por carta, mensagem de correio electrónico, Serviço de Mensagem Curta dos vossos telemóveis, papelinho, ou outro meio de comunicação oral, verbal, ou escrita.
Obrigado.
DRH – 14/07
Algunfeira fundeira, 23 de Outubro, de 2008
Ref.: Normas de utilização de zonas/áreas de lazer
Caros funcionários:
É nosso dever informar que foram recentemente inauguradas 3 (três) novas zonas/áreas de lazer, na fábrica sede. As direcções para as respectivas zonas/áreas estão devidamente assinaladas, bem como a sua localização. Serve a presente como indicação das devidas regras de utilização. (Ver anexos)
Atenciosamente,
Canhostro Mirmetão Alves Trugêncio.
Director dos Recursos Humanos
*******************************************************************
Anexo 1.a
Regras de funcionamento das zonas/áreas de lazer da fábrica sede, da empresa: Ghüster – Comercio e indústria
1 – As zonas/áreas de lazer, não podem ser utilizadas como meios alternativos a libertação de gases, vulgo: “flatulências”.
2 – Em cada zona estão devidamente assinaladas as subzonas, que passamos a identificar:
- Descanso Ionizado Útil (DIU)
- Conversa Sem Importância (CSI)
- Terapia da Fala Túmida (TFT)
- Gritos Altos (Ga)
- CrochÉ (CÉ)
- Libertação de Stress Diário (LSD)
- Jogos Recentes Elaborados (JRE)
- Refeição ®
- Exercício Latente Ficcional. (ELF)
Qualquer outra actividade não relacionada com lazer, será captada via câmaras de vigilância interna e serão devidamente informada à administração para posterior analise, sendo sujeitas a punições graves, como por exemplo o espancamento com um jornal. (Ver carta DRH – 01/01)
3 – Todo o equipamento presente nestas áreas, estão devidamente identificados, assinalados, marcados, alguns pregados, outros tantos aparafusados, soldados, etc… de qualquer forma, não são para ser furtados.
4 – Qualquer dano no equipamento deverá ser reportado ao seu superior hierárquico e se for o mesmo, deve ser reportado a si próprio, para posterior apresentação no relatório mensal. Os danos serão da responsabilidade dos autores e não devem nunca ser incriminados os parceiros.
5 - É perfeitamente proibido qualquer tipo de actividade que envolva contacto físico, ou não. São estas as actividades proibidas:
- Bullying
- Arremesso da “escarreta”
- Quarto escuro
- Jogar ao mata
- Cabra cega
- Corredor da morte
- 1,2,3 macaquinho do chinês
e qualquer outra que envolva brincadeiras com bonecas, ou brincar aos médicos.
6 - As práticas sexuais estão temporariamente excluídas das zonas/áreas de lazer. Quando for libertada a proibição, ser-lhes-á informada.
7 – Não é permitido estar mais de (2ax+b)²= de tempo, sendo o a média do tempo calculado. Esse é referente ao tempo indicado na carta: DRH – 45/02.
8 – Não é permitida a presença de menores de 16 anos.
9 – As zonas/áreas de lazer não são zonas/áreas de estacionamento de qualquer tipo de veículo, mesmo que sejam cadeiras de rodas.
10 – As zonas/áreas de lazer são para ser mantidas limpas, mas não serão permitidas danças de salão no chão, ou outras actividades que envolvam mais de 50% de contacto com o chão das zonas/áreas e os utilizadores das referidas zonas/áreas. Há recipientes para o lixo. Repito, há recipientes para o lixo e diferenciado.
11 – (Apagada)
12 – Não será aplicada.
13 – Injustificada.
14 – Toda a qualquer regra será aplicada tendo em conta o peso, altura e diâmetro de cada funcionário, passando a vigorar a partir do momento em que esta carta foi difundida.
15 - A empresa não se responsabiliza por actos devassos cometidos dentro das zonas/áreas de lazer.
16 – Há mais uma dúzia de regras a serem aplicadas.
Anexo 1.b
(Sem assunto)
*********************************************************************
Qualquer dúvida, e ou esclarecimento, deverá ser comunicada por carta, mensagem de correio electrónico, Serviço de Mensagem Curta dos vossos telemóveis, papelinho, ou outro meio de comunicação oral, verbal, ou escrita.
Obrigado.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
És um crápula!
E agora? O que somos? Como vai ser? Odeio todos os que acham que o saber absoluto é tido como saber absoluto. Só pode ser absoluto, nem se quer questionado, mas no entanto odeio quem assim pensa! Já não sei em que acreditar, o meu mundo desmoronou-se, toda a minha existência deixou de existir, não há sentido na minha vida, tudo o que sempre acreditei, deixou de existir. Como pode vir alguém questionar o saber profundo dos astros? Como pode isso ser? Estrelas e planetas novos? Ou será absinto a mais? Não pode ser questionado esse grande saber absoluto? Não vejo razão explicável para tremenda confusão na minha vida. Esse herege tem de morrer, não podemos dar ouvidos a todas as pessoas que do nada, mudar assim as regras do jogo sem mais, nem menos, não pode ser! Mesmo que tenham algum fundamento… Lá porque o Sr. tem problemas existenciais, não pode de todo influenciar o resto do mundo crente em coisas poderosas como os signos. E agora? Tudo o que sempre foi dito, pensado, estudado, o que vai acontecer? Afinal são todos mentirosos? Não sabem o que dizem? Vêem, vêem? Já há dúvidas e ainda não está nada confirmado pela comunidade Astróloga. É um bazófias que só quer dar nas vistas com teorias bacocas, sem sentido. Há formas melhores para dar nas vistas, ó tu! Pensa bem no que estás a fazer com essas mentiras, meu cientista de trazer por casa! Eu não me vou converter às tuas teorias assassinas! Inventa mas é um nome para essa treta e deixa aqui os velhos do Restelo em paz!
Sou deste signo e não mudo! PONTO!
Sou deste signo e não mudo! PONTO!
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Mensagem de Natal em Sindõres Cimeira
O Dr. Avelino Galhadão Fonseca Humberto Milheiro Pias e Silva, tem a prazer de anunciar a sua mensagem de Natal para este ano.
A todos, sem excepção.
Quero desde já felicitar o Sr. Alberto Justino Junco, pelo fantástico peru que cultiva no seu quintal, é de facto um espécime invejável. O mesmo se pode dizer das soberbas couves-galegas. Ponham os olhos neste homem!
Não vou esquecer os famosos queijos da Dona Juju. São divinais, em especial os meia-cura. Esta mulher merece reconhecimento internacional.
Não quero deixar em branco e aqui reconheço que o Arq. Fonges conseguiu este ano o incrível resultado de 3 milhões, sim, 3 milhões de caracóis cultivados no seu garboso, e ridiculamente pequeno espaço de cultivo. É obra!
E a todos os quantos foram produtivos e deram reconhecimento a esta terra, desde já o meu grande obrigado.
O Natal! O que é o Natal? O Natal é uma festa? Ou uma celebração? Pois meus amigos, nem uma coisa, nem outra e ambas ao mesmo tempo. Reúnam as vossas almas e sigam o meu pensamento. O Natal, como o próprio nome indica, significa o nascer, o nata, a comemoração do nascimento, tal como vós, quando celebrais os vossos anos, o Natal celebra o nascimento dum indivíduo. Indivíduo esse que mudou para sempre as nossas vidas, quer queiramos, ou não e tanto para o bom, como para o mau, mas muitas vezes bom. É mais ou menos como o Sr. Inácio da drogaria, mas mais magro. Bem, o tal indivíduo, serviu tantas e inúmeras vezes como apaziguador, como catalisador de paixões, amores, como outras vezes para aproximar, juntar, dar serenidade e paz. Era um homem Santo e não dos Santos, como o Sr. Lopes dos Santos dizia outro dia na tasca do Augusto. Pois então e como em todas as celebrações, nesta há também motivos para festa, para reuniões com entes queridos e outras pessoas que não conhecemos, com as quais gostamos de partilhar a nossa esperança e alegria. Não façamos disto como na casa do Eng. Mendes Quirones, que pegou fogo a três montes de lenha e depois sentou-se junto ao fogo com uma linguiça. Paz à sua alma. Por falar nisso: onde param as ovelhas do homem? Prossigamos. Por isso meus queridos compatriotas, amigos, companheiros, cidadãos, aldeões, membros da nossa sociedade moral e civil, vos peço que neste dia, se dispam de preconceitos e saiam todos à rua como vieram ao mundo, num gesto de irmandade, num gesto de purificação, sem estarem preocupados com posses, ou mesmo com o que vestir, venham e juntos, partilhem, partilhem os vossos gostos e tudo o que achem que possa ser partilhado. Mas por favor, não façam como o famoso poeta da nossa terra, que junto ao ádrio da igreja, se juntou a dois conhecidos bêbados da nossa praça, subindo juntos ao topo da igreja e que como vieram ao mundo, botaram tudo o que tinham dentro das bexigas, cá para baixo. Não fosse o relógio da igreja estar atrasado, teria sido uma verdadeira desgraça. Afinal o raio do poeta apareceu para pagar a dívida ao Sr. Armindo, ou não? Enfim… E como eu estava a dizer, juntem-se, amem-se, festejem e junto de todos os quantos sempre vos viram tapados, digam, a bom dizer: Que belo parte de tomates que o Sr. Faustino! E que belo par de melancias tem Dona Luísa!
Um Santinho Natal e que Jesus nos veja e proteja.
Obrigadinho.
PS: Dona Almerinda, deixou as suas meias lá em casa. Quer que as mande?
A todos, sem excepção.
Quero desde já felicitar o Sr. Alberto Justino Junco, pelo fantástico peru que cultiva no seu quintal, é de facto um espécime invejável. O mesmo se pode dizer das soberbas couves-galegas. Ponham os olhos neste homem!
Não vou esquecer os famosos queijos da Dona Juju. São divinais, em especial os meia-cura. Esta mulher merece reconhecimento internacional.
Não quero deixar em branco e aqui reconheço que o Arq. Fonges conseguiu este ano o incrível resultado de 3 milhões, sim, 3 milhões de caracóis cultivados no seu garboso, e ridiculamente pequeno espaço de cultivo. É obra!
E a todos os quantos foram produtivos e deram reconhecimento a esta terra, desde já o meu grande obrigado.
O Natal! O que é o Natal? O Natal é uma festa? Ou uma celebração? Pois meus amigos, nem uma coisa, nem outra e ambas ao mesmo tempo. Reúnam as vossas almas e sigam o meu pensamento. O Natal, como o próprio nome indica, significa o nascer, o nata, a comemoração do nascimento, tal como vós, quando celebrais os vossos anos, o Natal celebra o nascimento dum indivíduo. Indivíduo esse que mudou para sempre as nossas vidas, quer queiramos, ou não e tanto para o bom, como para o mau, mas muitas vezes bom. É mais ou menos como o Sr. Inácio da drogaria, mas mais magro. Bem, o tal indivíduo, serviu tantas e inúmeras vezes como apaziguador, como catalisador de paixões, amores, como outras vezes para aproximar, juntar, dar serenidade e paz. Era um homem Santo e não dos Santos, como o Sr. Lopes dos Santos dizia outro dia na tasca do Augusto. Pois então e como em todas as celebrações, nesta há também motivos para festa, para reuniões com entes queridos e outras pessoas que não conhecemos, com as quais gostamos de partilhar a nossa esperança e alegria. Não façamos disto como na casa do Eng. Mendes Quirones, que pegou fogo a três montes de lenha e depois sentou-se junto ao fogo com uma linguiça. Paz à sua alma. Por falar nisso: onde param as ovelhas do homem? Prossigamos. Por isso meus queridos compatriotas, amigos, companheiros, cidadãos, aldeões, membros da nossa sociedade moral e civil, vos peço que neste dia, se dispam de preconceitos e saiam todos à rua como vieram ao mundo, num gesto de irmandade, num gesto de purificação, sem estarem preocupados com posses, ou mesmo com o que vestir, venham e juntos, partilhem, partilhem os vossos gostos e tudo o que achem que possa ser partilhado. Mas por favor, não façam como o famoso poeta da nossa terra, que junto ao ádrio da igreja, se juntou a dois conhecidos bêbados da nossa praça, subindo juntos ao topo da igreja e que como vieram ao mundo, botaram tudo o que tinham dentro das bexigas, cá para baixo. Não fosse o relógio da igreja estar atrasado, teria sido uma verdadeira desgraça. Afinal o raio do poeta apareceu para pagar a dívida ao Sr. Armindo, ou não? Enfim… E como eu estava a dizer, juntem-se, amem-se, festejem e junto de todos os quantos sempre vos viram tapados, digam, a bom dizer: Que belo parte de tomates que o Sr. Faustino! E que belo par de melancias tem Dona Luísa!
Um Santinho Natal e que Jesus nos veja e proteja.
Obrigadinho.
PS: Dona Almerinda, deixou as suas meias lá em casa. Quer que as mande?
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Não queria acreditar (uma história banal)
Saí de casa eram 3 da manhã, como era 3ª Feira, o meu vizinho de baixo, ainda estava acordado. Mesmo tentado fazer o mínimo barulho possível ao descer as escadas, ouviu-me e abriu a porta. De imediato, para além de perguntar onde eu ia, pediu-me que lhe trouxesse um maço de cigarros. Mesmo explicando-lhe que não sabia a que hora voltaria, ele insistiu e não tive qualquer hipótese senão aceitar o papel com um maço de cigarros colado, para eu saber a marca. Não sei o que ele faz, mas às 3ª Feiras está sempre acordado até muito tarde. Já na rua, procurei o meu carro, que como de costume, não estava no sítio onde o tinha deixado. Um dia ponho uma bomba na porcaria do carro e vão os miúdos todos pelo ar! Estava no fim da rua, bem junto ao carro da minha vizinha do lado. Estava tão encostado, que quase não consegui sair. Depois de muitas manobras, lá consegui. Quando estava mesmo a sair, aparece a minha vizinha de robe, furiosa, porque eu tinha tocado no carro dela e ia chamar a polícia. Não queria acreditar. Onde estava a mulher para ter visto, que eu lhe tinha tocado no carro? Depois percebi. Estava na rua, a guardar o carro. Quem no seu perfeito juízo faria uma coisa dessas? E ainda por cima um carro a cair aos pedaços. Olhei-a nos olhos, raiados de sangue, e disse-lhe que, mal viesse, passava lá por casa e tratava do assunto. Ela sorriu e deixou-me ir. Segui pela rua de cima e um tipo que parecia estar perdido, pôs-se na minha frente. Travei a fundo mas não o consegui evitar. Não queria acreditar. Estava estendido no chão e balbuciava algo em Hebreu. Pensei que tinha matado Jesus Cristo… não quis sair do carro, porque tantas vezes se ouve falar deste tipo de assaltos. No outro dia deu uma reportagem na TV, que falava dum tipo que tinha atropelado o James Dean. É um trauma para o resto da vida. Quando saiu do carro, era só um boneco, parecido com o James Dean, mas mais velho e foi assaltado por 5 homens sem capuz, mas de vestido branco até aos pés, que cantavam músicas do Willie Nelson, mas em versões más. Resultado, foi assaltado por um embuste. Não se faz. Pensado nisso, não abri o carro, não sai do carro, nem sequer abri a janela do carro. Fiz marcha a trás, avançando de novo e passei ao lado dele. Quando passava, o desgraçado disse em hebreu: “Judas…” apagando-se de seguida. Quando ia pela estrada fora, ainda o via lá estendido e um grande clarão que o envolvia. Aquela imagem ficou-me na cabeça. Será que era mesmo o tipo que aparecia nas igrejas e que tantos falam? Mas depressa percebi que não, pois a luz vinha no meu encalço. Era um helicóptero da polícia… Não quis acreditar. Desliguei as luzes, por certo que assim não me apanham. Eu sou um bocado parvo, por isso caro leitor, há coisas que não se explicam, combinado? De facto o desligar as luzes só deu numa coisa, despistar-me e embater com toda a velocidade que vinha, na casa dum amigo, dum amigo meu, que por acaso estava a passar por lá. Convém sempre ter amigos. Sorte, ou azar, não estava em casa. Sai do carro e o helicóptero continuava no meu encalço. Entrei em casa, liguei a televisão e esperei pelo amigo do meu amigo. Não esperei muito pois um conjunto de polícias muito agressivos entrou pela casa a dentro, precisamente pelo buraco que tinha deixado na fachada da casa, aquando me despistei. Fingi que estava a dormir, mas o sangue que me escorria pela face, denunciou-me. Que azar o meu! Fui levado para uma esquadra da polícia e desde logo fui acusado de homicídio de Jesus Cristo. Ainda tentei explicar que o Sr. tinha falecido há mais de 2000 anos atrás, mas não me deram ouvidos. Pedi pelos meus direitos, mas deram-me os esquerdos. Estava encurralado. Pedi então que me deixassem fazer um telefonema. Consentiram. Como não tinha mais ninguém a quem ligar, liguei ao meu vizinho, o do tabaco. Atendeu, reconheceu a minha voz, disse a marca do tabaco que ele queria e desligou. O polícia olhou para mim e sorriu. Eu pedi que me deixasse fazer outro telefonema, pois aquele foi para um número errado. Deu uma gargalhada, desequilibrou-se e quando tombou, bateu com a cabeça na esquina da mesa e perdeu os sentidos. Não queria acreditar. O sangue começava a sair por debaixo da cabeça e não tinha reacção nenhuma. Quando tentei ver se tinha vida, apoie-me na sua arma, que por coincidência estava destravada, disparando um tiro seco, que ecoou pela esquadra. Num abrir e fechar de olhos, vim-me rodeado de vários outros polícias, de armas em punho, que me ordenavam que não mexesse nem mais um músculo, ao que respondi com uma pergunta, se os olhos eram músculos. Mal disse estas palavras, um grande clarão apareceu e pensei se já não bastava isto tudo, ainda tinha de vir Jesus Cristo dar-me uma coça e apaguei-me. Quando acordei, percebi o que tinha sido. Tinha levado com a coronha da arma dum dos polícias. Doía-me um bocado a mona, mas o pior eram as mãos, que estavam com algemas e tão apertadas, que acho que tinha já perdido as mãos. Gritei pela minha inocência, mas ninguém apareceu. Só mesmo o meu colega de cela, que me fitava as partes intimas. Não queria acreditar. Desloquei um polegar, depois o outro e tirei as algemas. Espanquei o meu colega de cela, fiz amor anal com ele, utilizei o seu corpo para arrombar a porta da cela, e depois para agredir um guarda da prisão. Saquei-lhe a arma e matei tudo quanto podia. Abri todas as celas da prisão, dei início a um motim e consegui fugir no carro da roupa suja. Segui até casa sem parar e quando ia a subir as escadas, o meu vizinho pergunta: pá, e o tabaco?
Frases que podem ser usadas quando se está no fundo dum poço, mas descalço:
Eu sou o pai destes filhos. Mas há aqui umas crianças que eu não conheço.
Onde vais tu herege? Comer rebuçados para trás do altar? COM quem?
Vejo que estás sozinha. Posso me ir embora agora?
Ouve o que te digo: Los lobos eran sordos.
Foge, foge, anjo do mal, foge para onde te fizeram as orelhas! Seu medricas! Cuidado com as escadas…
Quem sois? Não sabeis? Eu sei, sois todos irmãos. Não? São pois! Oh cruel desespero! Pulgas fornicantes!
Recebe este par de ovos, pois são de bom agrado grandes e garbosos! São filhos daquela pata e do outro pato, são deles, mas agora não, agora são teus, seus, de vós, agora, são estes os ovos! Sem pimenta, hoje, pode?
A casa do Imperador a correr fui. Não tarde pensar chegar. Se por uma velha fábrica de porcelana Japonesa passar. Aflito xixi muito estou. Policia não eu não ver, já aqui eu fazer ir.
Tirem-me daqui! Tirem-me daqui! Agora! Não posso mais! Porque não me ouvem? Se calhar terei de tentar falar, certo?
Quando jogo ao berlinde, penso sempre se seria melhor deixar os berlindes espalhados no chão da cozinha, ou da sala? Se calhar é melhor jogar ao tiro ao prato na casa de banho…
Sobe, sobe bolha de metano, bolha de gás maroto, bolha de inerte gargalhada, sabe pelas fraldas da camisa da minha prima!
Doce menstruação, que nos meus lábios escorre sem parar, como quem sorve um gelado de morango, com sabor a dióspiro. Hum… que eufemismo urético!
Tia? Vai à compras? Se sim, traga-me um par de chinelos descartáveis e um machado. Obrigado.
Upa, upa!
Chega-te para aqui, para eu puder ver melhor o fim do poço.
O que comeste ao almoço? Que cheiro!
Cu Cu! Sou eu! Aqui!
Olha, ainda bem que vieste, estava mesmo a precisar de ajuda para sair daqui. Trouxeste o palito?
Socorro! Venham depressa! Está aqui um Sr. arrumar carros!
Calma, muita calma. Primeiro há que ter calma, muita calma. Isso. Agora que já se está calmo, abra o saco, que previamente preparou em casa para o evento. Retire um garfo, o queijo, um pires, um balão e um napron com o Galo de Barcelos. Quando tudo estiver bem e igualmente estendido, grite, mas alto, senão não ouvem.
Onde vais tu herege? Comer rebuçados para trás do altar? COM quem?
Vejo que estás sozinha. Posso me ir embora agora?
Ouve o que te digo: Los lobos eran sordos.
Foge, foge, anjo do mal, foge para onde te fizeram as orelhas! Seu medricas! Cuidado com as escadas…
Quem sois? Não sabeis? Eu sei, sois todos irmãos. Não? São pois! Oh cruel desespero! Pulgas fornicantes!
Recebe este par de ovos, pois são de bom agrado grandes e garbosos! São filhos daquela pata e do outro pato, são deles, mas agora não, agora são teus, seus, de vós, agora, são estes os ovos! Sem pimenta, hoje, pode?
A casa do Imperador a correr fui. Não tarde pensar chegar. Se por uma velha fábrica de porcelana Japonesa passar. Aflito xixi muito estou. Policia não eu não ver, já aqui eu fazer ir.
Tirem-me daqui! Tirem-me daqui! Agora! Não posso mais! Porque não me ouvem? Se calhar terei de tentar falar, certo?
Quando jogo ao berlinde, penso sempre se seria melhor deixar os berlindes espalhados no chão da cozinha, ou da sala? Se calhar é melhor jogar ao tiro ao prato na casa de banho…
Sobe, sobe bolha de metano, bolha de gás maroto, bolha de inerte gargalhada, sabe pelas fraldas da camisa da minha prima!
Doce menstruação, que nos meus lábios escorre sem parar, como quem sorve um gelado de morango, com sabor a dióspiro. Hum… que eufemismo urético!
Tia? Vai à compras? Se sim, traga-me um par de chinelos descartáveis e um machado. Obrigado.
Upa, upa!
Chega-te para aqui, para eu puder ver melhor o fim do poço.
O que comeste ao almoço? Que cheiro!
Cu Cu! Sou eu! Aqui!
Olha, ainda bem que vieste, estava mesmo a precisar de ajuda para sair daqui. Trouxeste o palito?
Socorro! Venham depressa! Está aqui um Sr. arrumar carros!
Calma, muita calma. Primeiro há que ter calma, muita calma. Isso. Agora que já se está calmo, abra o saco, que previamente preparou em casa para o evento. Retire um garfo, o queijo, um pires, um balão e um napron com o Galo de Barcelos. Quando tudo estiver bem e igualmente estendido, grite, mas alto, senão não ouvem.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Estou farto disto, muito farto!
Em tempo de crise, quem tem mais coragem, é quem se safa melhor! Quero que estes governantes tenham a coragem de dizer, basta à UE! Não queremos mais! Basta! Desde que entrámos que perdemos tudo o do pouco que tínhamos! Será de propósito? Quais são as quotas que nos dão? Qualquer dia também nos darão senhas para comermos… Claro está que depois de sairmos, teríamos de pagar as dívidas acumuladas por governos incompetentes. Mas para tudo há remédio. Se não prestam e se foram culpados, que peguem! Pagaremos todos, mas tirem-nos disto! É mau demais!
Onde está a coragem deste povo? Eu vou! Eu faço! Estou lá! Estou lá na conquista do mercado do turismo Europeu, ou até mesmo mundial! Estou lá na conquista das pescas a nível Europeu, ou até mesmo mundial! Temos o melhor clima de toda a Europa! Temos as melhores praias de toda a Europa! Temos das melhores condições para o crescimento de vinhas de toda a Europa! Microclimas por todo o país, serras, vales, montes, planícies, desertos, rápidos, quedas de água, lagos artificiais, naturais, ondas, mar chão, TUDO! E onde? Em Portugal. E porque estamos parados? Porque há um conjunto de pessoas sentados em gabinetes climatizados, que gostam de passar férias em casa a jogar PlayStation, ou algo parecido e que acham que Portugal não vale nada! E por culpa de quem? Dos sistemáticos governos que exturquem como podem, quem trabalha e enchem os bolsos deles à custa dessa gente! Mas não tenhamos dúvidas, somos o pais do rendimento mínimo, o pais que vive às custas dos que trabalham. Quantos milhares nunca trabalharam na vida e vivem às custas do Estado? Muitos! E porquê? Porque se os próprios governantes o fazem com a UE. O que farão com o seu povo? Alimentam-nos com o rendimento mínimo, para que não trabalhem e assim mantemos a miséria. Claro está que há pessoas que precisam, como é óbvio, mas serão pessoas, que quer pela idade ou situação física ou psíquica, não podem produzir e esses sim, têm todo o direito. Porque não colocam essas pessoas, às quais pagam o rendimento mínimo, a trabalhar para o Estado na limpeza de matas?
Hum… Deixem-me pensar, se calhar porque é trabalhar e isso não pode ser… pois… Ou então, quando é que os Bombeiros são profissionais? Para quê manter esta “mama” todos os anos?
Do que vivemos se sairmos da UE? Do que sempre vivemos. Temos das melhores terras para plantar fruta e legumes. Temos da melhor carne de vaca da Europa! Temos da melhor carne de porco da Europa! Temos das melhores águas, onde se pesca do melhor peixe e marisco da Europa! Qual é a dúvida? Indústria? Não vamos a tempo? Estamos sempre a tempo de fazer o quer que seja, pois o tempo não pára e quanto mais tempo estivermos neste marasmo imposto por pessoas que só estão bem com elas próprias e que fecham o circulo, para que dentro dele se sintam protegidas, não iremos a lado nenhum! Temos TUDO PARA SER DOS MAIORES E MELHORES PAISES DA EUROPA E / OU DO MUNDO! A Suíça é o quê? Vive do quê? A maior parte do tempo está coberta de neve e na outra parte, não tem condições para ter o quer que seja, a não ser o quê? Estar fora da UE, turismo, chocolate e tecnologia de ponta. E onde estão as pessoas para que isso aconteça? Estão lá, os Portugueses! Isto é normal? É! Porque quem manda não são portugueses! Logo, o que está mal? O costume… mas o costume não é para manter! Nem que se tenha de matar um qualquer para que isto mude! Isto tem de mudar! ACORDEM!!! AGITEM-SE AS GENTES! Façam propostas construtivas, pensadas. Eu sou um português, trabalho e poderei trabalhar ainda mais, porque gostava que Portugal saísse do controlo desta gente INCOMPETENTE!!!
Bom dia!
Onde está a coragem deste povo? Eu vou! Eu faço! Estou lá! Estou lá na conquista do mercado do turismo Europeu, ou até mesmo mundial! Estou lá na conquista das pescas a nível Europeu, ou até mesmo mundial! Temos o melhor clima de toda a Europa! Temos as melhores praias de toda a Europa! Temos das melhores condições para o crescimento de vinhas de toda a Europa! Microclimas por todo o país, serras, vales, montes, planícies, desertos, rápidos, quedas de água, lagos artificiais, naturais, ondas, mar chão, TUDO! E onde? Em Portugal. E porque estamos parados? Porque há um conjunto de pessoas sentados em gabinetes climatizados, que gostam de passar férias em casa a jogar PlayStation, ou algo parecido e que acham que Portugal não vale nada! E por culpa de quem? Dos sistemáticos governos que exturquem como podem, quem trabalha e enchem os bolsos deles à custa dessa gente! Mas não tenhamos dúvidas, somos o pais do rendimento mínimo, o pais que vive às custas dos que trabalham. Quantos milhares nunca trabalharam na vida e vivem às custas do Estado? Muitos! E porquê? Porque se os próprios governantes o fazem com a UE. O que farão com o seu povo? Alimentam-nos com o rendimento mínimo, para que não trabalhem e assim mantemos a miséria. Claro está que há pessoas que precisam, como é óbvio, mas serão pessoas, que quer pela idade ou situação física ou psíquica, não podem produzir e esses sim, têm todo o direito. Porque não colocam essas pessoas, às quais pagam o rendimento mínimo, a trabalhar para o Estado na limpeza de matas?
Hum… Deixem-me pensar, se calhar porque é trabalhar e isso não pode ser… pois… Ou então, quando é que os Bombeiros são profissionais? Para quê manter esta “mama” todos os anos?
Do que vivemos se sairmos da UE? Do que sempre vivemos. Temos das melhores terras para plantar fruta e legumes. Temos da melhor carne de vaca da Europa! Temos da melhor carne de porco da Europa! Temos das melhores águas, onde se pesca do melhor peixe e marisco da Europa! Qual é a dúvida? Indústria? Não vamos a tempo? Estamos sempre a tempo de fazer o quer que seja, pois o tempo não pára e quanto mais tempo estivermos neste marasmo imposto por pessoas que só estão bem com elas próprias e que fecham o circulo, para que dentro dele se sintam protegidas, não iremos a lado nenhum! Temos TUDO PARA SER DOS MAIORES E MELHORES PAISES DA EUROPA E / OU DO MUNDO! A Suíça é o quê? Vive do quê? A maior parte do tempo está coberta de neve e na outra parte, não tem condições para ter o quer que seja, a não ser o quê? Estar fora da UE, turismo, chocolate e tecnologia de ponta. E onde estão as pessoas para que isso aconteça? Estão lá, os Portugueses! Isto é normal? É! Porque quem manda não são portugueses! Logo, o que está mal? O costume… mas o costume não é para manter! Nem que se tenha de matar um qualquer para que isto mude! Isto tem de mudar! ACORDEM!!! AGITEM-SE AS GENTES! Façam propostas construtivas, pensadas. Eu sou um português, trabalho e poderei trabalhar ainda mais, porque gostava que Portugal saísse do controlo desta gente INCOMPETENTE!!!
Bom dia!
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Porque sim
Mergulhei no profundo mar de chamas vivas como algas no mar alto como não há outro igual ao meu que está sempre a tentar ver o que se passa de vez em quando for preciso abrir a lata de sardinhas pequenas no tamanho grito por socorro ao me sentir confinado a um espaço aberto cheio de ar ventilado por buracos abertos no céu estrelado de luzes profundas que mais parecem ser holofotes de néon azul escuro como breu, esse que trazes por cima da cabeça.
O que trás mais miséria, um carro cheio de pessoas com os copos, ou um copo cheio de pessoas?
Fica mais longe ir e vir, ou ir e ficar?
Penso que penso, o que não devia pensar, mesmo que esse pensar seja o que não devia.
Salgo bacalhau todas as semanas, pelo menos duas vezes por semana, mas ontem não consegui. O sal estava doce.
Volto a insistir: e se matássemos um deles? Um qualquer, não interessa, um qualquer. Que me dizem? E depois quando fossem a apurar quem o tinha matado, tinham sido 10000 portugueses. Queria ver se havia prisões para todos! Ah pois é!
Por hoje chega; …
O que trás mais miséria, um carro cheio de pessoas com os copos, ou um copo cheio de pessoas?
Fica mais longe ir e vir, ou ir e ficar?
Penso que penso, o que não devia pensar, mesmo que esse pensar seja o que não devia.
Salgo bacalhau todas as semanas, pelo menos duas vezes por semana, mas ontem não consegui. O sal estava doce.
Volto a insistir: e se matássemos um deles? Um qualquer, não interessa, um qualquer. Que me dizem? E depois quando fossem a apurar quem o tinha matado, tinham sido 10000 portugueses. Queria ver se havia prisões para todos! Ah pois é!
Por hoje chega; …
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Poder, o Big Brother
A pedido dum conhecido:
"13, de Agosto de 2010.
Sua Excelência Sr. Primeiro-ministro
Elementos do Governo
Srs. Deputados da Assembleia da República
Sua Excelência Sr. Presidente da União Europeia
Srs. Ministros da União Europeia
Srs. deputados da União Europeia
Povo no seu todo.
O meu nome é João Rui Gomes, sou Português e vivo em Portugal.
Inicio esta carta com uma referência a um autor: George Orwell, o qual me apraz bastante e que por todos, ou quase todos, é conhecido como um escritor visionário, utilizando a sua escrita desprovida de sentido de autoridade. No fundo, acho que não se trata de um visionário, mas sim de um viajante no tempo. Ele no seu livro 1984 (Nineteen Eighty-Four, publicado em 8 de Junho de 1949) fala dum Big Brother que nos olha e controla. É um tema já há muito debatido e por vezes tido como uma obra de ficção. Será mesmo ficção?
O controlo que se antevê é gritante! O que devemos consumir, o que devemos comer, o que devemos comprar, o que devemos escrever, o que devemos pensar, o que devemos dizer, o que devemos ver, para onde devemos ir, por onde devemos ir, ou o que ouvir, ou até mesmo, falar. É cada vez mais real este problema. O poder é no limite subversivo e subvertido. Não quero com isto dizer que as regulamentações e leis, não são benéficas para todos nós, no entanto deverão ser aplicadas todas por igual, não dando mais atenção a uns tantos produtos de consumo, que a outros, ou pelo menos não se foquem tanto num ponto e menosprezem os outros, tendo só única e exclusivamente em conta os interesses económicos, deixando os interesses culturais totalmente de fora.
Por todo o lado o controlo cerca-nos, limita-nos, não nos deixa respirar, não nos deixa optar, não nos deixa ter esse direito. O direito à liberdade de escolha, pois o que se vê, são regras feitas por pessoas que não conhecem, que não vêem, que não cheiram, que não têm paladar, que não andam, que não sentem, que não transpiram, que não têm frio, cujas mãos são tão macias que parecem ser de geleia… São essas pessoas de aspecto doente, de cores pálidas. Todos eles esqueceram as origens, o que comiam, como eram, o que faziam. Será que todos nós teremos de ficar como eles, os que estão o dia todo enfiados em gabinetes doentios? Dizem que devemos fazer, e assim ficaremos à sua imagem… Será isso? Se assim for, estão muito errados. Pois há mais pessoas no mundo que não querem ser como vós e que pensam, têm vontade própria, têm direito de optar, de escolher, de decidir o que fazer, mesmo que isso seja benéfico para elas, ou até maléfico, mas pelo menos podem optar, acção que cada vez menos se pode fazer, pois as leis são feitas por vós e não por nós.
Ficamos sim, ficamos perplexos, nós, os que andamos cá ao sabor das leis feitas por vós e que são discutidas pelos Srs. Ministros e Srs. deputados que nós elegemos, que nos representam, vós que pensais em nós, que estais sempre muito preocupados connosco, com a nossa saúde. Nós, as pessoas; será que no fundo ainda se lembram que nós existimos? Qual foi a última vez que passaram por uma aldeia perdida nessa Europa? Qual foi a última vez que param para pensar que há pessoas onde nunca pensaram que podia haver e que vivem há gerações e gerações, juntos, em povoados tradicionais e que fazem tudo, ou pelo menos tentam fazer tudo como faziam há séculos atrás? Porque acham que o que se faz hoje em dia, ou porque o que há hoje em dia para comer não presta. Quando? Nunca, para muitos de vós, infelizmente. Como ia a dizer, ficamos perplexos quando proíbem e controlam duma forma ditatorial a utilização de sal no pão e deixam que sejam livremente feitos outros tipos de pão onde não é utilizado quase qualquer tipo de produto natural. Que direito têm vós de fazer esta distinção? Claro está que o pão é um alimento de primeira necessidade e todos os outros alimentos não são. Não? Estão ao dispor de todos os consumidores, esses mesmos consumidores que têm o direito de optar, de escolher, entre um pão com sal, sem sal, com açúcar, totalmente sintético, totalmente natural, entre outras tantas modalidades que podem e estão ao nosso alcance, sendo supostamente controladas por vós. Tal como podem comer em restaurantes de “fast food”, ou num restaurante típico. Tal como podem escolher entre comer um queijo totalmente sintético, ou um totalmente natural. Tal como podem optar por comprar tudo o que é tradicional e tudo o que é industrial. Mas cada vez mais essa opção não existe, pois tendencialmente tudo é feito de forma industrial e feito segundo as leis que vós aplicais e que são supostamente pensadas para o nosso bem-estar. Será? As mesmas leis que proíbem o sal no pão autorizam o sal nas batatas num pacote duma marca qualquer industrial? Ou até mesmo o sal que os funcionários colocam nas batatas no restaurante de “fast food”? Falo do sal, mas o açúcar é bem mais grave. Quem controla o açúcar que consumimos? Vós? De facto sim, pois as leis são feitas por vós, que pensam na nossa saúde. Pensem antes que NÓS, os vossos eleitores, temos o direito constitucional de podermos optar. Sabem o que aconteceu ao famoso Queijo da Serra? Desapareceu? Quase. O que sobra deixou de ser feito para fins comerciais, agora é feito para os amigos. Qual dos Srs. Ministros, ou Srs. Deputados Europeus é que já comeu Queijo da Serra? Qual dos Srs. Ministros ou Srs. Deputados Europeus já comeu pão alentejano? Se calhar até mesmo alguns dos nossos Srs. Ministros ou Srs. Deputados nunca o fizeram… Mas no entanto já todos, ou pelo menos uma grande parte já comeu “fast food”. São estas as pessoas que depois fazem as leis para NÓS? Digam-me muito sinceramente, mas mesmo muito sinceramente: o que é melhor? Uma boa refeição “fast food”? Ou uma refeição com ingredientes tradicionais e naturais, feito como era feita antigamente?
Outro dia estive com um Letão, que por acaso é trabalhador da União Europeia, o qual me confessou que mal sai do gabinete e come sempre muito pouco. Mal chegou ao Alentejo, comprovei que de facto ele come pouco, pelo menos da comida que ele consome todos os dias, lá onde ele trabalha, porque no Alentejo, constatei precisamente o contrário e acho que nunca tinha visto uma pessoa comer com tanta vontade e tão feliz. O que pode ser mais saudável?
Já falei algumas vezes no “fast food”, mas julgo que será mais grave o que se passa nos supermercados em geral, pois estão ao nosso dispor todo o tipo de produtos que foram previamente regulamentados e pensados para que a nossa saúde não seja posta em risco. Vejamos: batatas fritas em pacote, em que a única coisa natural seria a batata, mesmo essas nalguns casos nem sequer são batatas, e vêm carregadas de SAL. Pão embalado que dura meses e que é feito com tantos produtos químicos que não vou aqui enumerá-los, pois seria por demais longa a lista. Um bolo embalado, em que o único ingrediente natural é o açúcar, e mesmo esse pode levar um processo químico para saber melhor ao nosso paladar. Bebidas refrigerantes em que a única coisa que têm é água e açúcar. MESMO MUITO açúcar, para além disso, as “teínas”, que são tremendamente prejudiciais à saúde, em especial das crianças. Chocolates feitos com produtos que está provado que fazem mal à saúde. Iogurtes feitos com tudo menos leite. Entre outros milhares de produtos. E por fim, o pão. E é a única coisa que tem de levar menos sal, ou nenhum, é o PÃO??? PORQUÊ? O pão é feito com sal desde sempre, e mesmo esse sal tem de ser utilizado duma forma controlada, pois pode alterar a confecção do pão. PORQUÊ? Digam-me!
Vós que fazeis as leis, que sabem tanto do nosso bem-estar. PORQUÊ? RESPONDAM-ME!!!! PORQUÊ??? Eu tenho a resposta: Controlo puro!
E já agora…
Para quando as câmaras de CCTV nas nossas casas? Para quando microfones em todos os lados para ouvirem o que dizemos? Para quando o controlo efectivo da natalidade? Para quando o controlo do pensamento? Para quando o “chip” no nosso cérebro para saberem onde andamos? Para quando deixarem que nós possamos deter efectivamente, realmente e no seu sentido mais prático o direito de optar?
O George Orwell não era um visionário, era sim um viajante no tempo. “The big brother is watching you!”
Com os melhores cumprimentos;
João Rui Gomes.
PS: Podem agora ver quem eu sou e verificar. Seria mais fácil se já tivesse o “chip”, não é verdade? Têm de tratar disso. É melhor… Já agora, levantem-se um pouco, senão qualquer dia não conseguem andar… e depois nós também não, pois vós ides proibir que possamos andar!"
Obrigado.
"13, de Agosto de 2010.
Sua Excelência Sr. Primeiro-ministro
Elementos do Governo
Srs. Deputados da Assembleia da República
Sua Excelência Sr. Presidente da União Europeia
Srs. Ministros da União Europeia
Srs. deputados da União Europeia
Povo no seu todo.
O meu nome é João Rui Gomes, sou Português e vivo em Portugal.
Inicio esta carta com uma referência a um autor: George Orwell, o qual me apraz bastante e que por todos, ou quase todos, é conhecido como um escritor visionário, utilizando a sua escrita desprovida de sentido de autoridade. No fundo, acho que não se trata de um visionário, mas sim de um viajante no tempo. Ele no seu livro 1984 (Nineteen Eighty-Four, publicado em 8 de Junho de 1949) fala dum Big Brother que nos olha e controla. É um tema já há muito debatido e por vezes tido como uma obra de ficção. Será mesmo ficção?
O controlo que se antevê é gritante! O que devemos consumir, o que devemos comer, o que devemos comprar, o que devemos escrever, o que devemos pensar, o que devemos dizer, o que devemos ver, para onde devemos ir, por onde devemos ir, ou o que ouvir, ou até mesmo, falar. É cada vez mais real este problema. O poder é no limite subversivo e subvertido. Não quero com isto dizer que as regulamentações e leis, não são benéficas para todos nós, no entanto deverão ser aplicadas todas por igual, não dando mais atenção a uns tantos produtos de consumo, que a outros, ou pelo menos não se foquem tanto num ponto e menosprezem os outros, tendo só única e exclusivamente em conta os interesses económicos, deixando os interesses culturais totalmente de fora.
Por todo o lado o controlo cerca-nos, limita-nos, não nos deixa respirar, não nos deixa optar, não nos deixa ter esse direito. O direito à liberdade de escolha, pois o que se vê, são regras feitas por pessoas que não conhecem, que não vêem, que não cheiram, que não têm paladar, que não andam, que não sentem, que não transpiram, que não têm frio, cujas mãos são tão macias que parecem ser de geleia… São essas pessoas de aspecto doente, de cores pálidas. Todos eles esqueceram as origens, o que comiam, como eram, o que faziam. Será que todos nós teremos de ficar como eles, os que estão o dia todo enfiados em gabinetes doentios? Dizem que devemos fazer, e assim ficaremos à sua imagem… Será isso? Se assim for, estão muito errados. Pois há mais pessoas no mundo que não querem ser como vós e que pensam, têm vontade própria, têm direito de optar, de escolher, de decidir o que fazer, mesmo que isso seja benéfico para elas, ou até maléfico, mas pelo menos podem optar, acção que cada vez menos se pode fazer, pois as leis são feitas por vós e não por nós.
Ficamos sim, ficamos perplexos, nós, os que andamos cá ao sabor das leis feitas por vós e que são discutidas pelos Srs. Ministros e Srs. deputados que nós elegemos, que nos representam, vós que pensais em nós, que estais sempre muito preocupados connosco, com a nossa saúde. Nós, as pessoas; será que no fundo ainda se lembram que nós existimos? Qual foi a última vez que passaram por uma aldeia perdida nessa Europa? Qual foi a última vez que param para pensar que há pessoas onde nunca pensaram que podia haver e que vivem há gerações e gerações, juntos, em povoados tradicionais e que fazem tudo, ou pelo menos tentam fazer tudo como faziam há séculos atrás? Porque acham que o que se faz hoje em dia, ou porque o que há hoje em dia para comer não presta. Quando? Nunca, para muitos de vós, infelizmente. Como ia a dizer, ficamos perplexos quando proíbem e controlam duma forma ditatorial a utilização de sal no pão e deixam que sejam livremente feitos outros tipos de pão onde não é utilizado quase qualquer tipo de produto natural. Que direito têm vós de fazer esta distinção? Claro está que o pão é um alimento de primeira necessidade e todos os outros alimentos não são. Não? Estão ao dispor de todos os consumidores, esses mesmos consumidores que têm o direito de optar, de escolher, entre um pão com sal, sem sal, com açúcar, totalmente sintético, totalmente natural, entre outras tantas modalidades que podem e estão ao nosso alcance, sendo supostamente controladas por vós. Tal como podem comer em restaurantes de “fast food”, ou num restaurante típico. Tal como podem escolher entre comer um queijo totalmente sintético, ou um totalmente natural. Tal como podem optar por comprar tudo o que é tradicional e tudo o que é industrial. Mas cada vez mais essa opção não existe, pois tendencialmente tudo é feito de forma industrial e feito segundo as leis que vós aplicais e que são supostamente pensadas para o nosso bem-estar. Será? As mesmas leis que proíbem o sal no pão autorizam o sal nas batatas num pacote duma marca qualquer industrial? Ou até mesmo o sal que os funcionários colocam nas batatas no restaurante de “fast food”? Falo do sal, mas o açúcar é bem mais grave. Quem controla o açúcar que consumimos? Vós? De facto sim, pois as leis são feitas por vós, que pensam na nossa saúde. Pensem antes que NÓS, os vossos eleitores, temos o direito constitucional de podermos optar. Sabem o que aconteceu ao famoso Queijo da Serra? Desapareceu? Quase. O que sobra deixou de ser feito para fins comerciais, agora é feito para os amigos. Qual dos Srs. Ministros, ou Srs. Deputados Europeus é que já comeu Queijo da Serra? Qual dos Srs. Ministros ou Srs. Deputados Europeus já comeu pão alentejano? Se calhar até mesmo alguns dos nossos Srs. Ministros ou Srs. Deputados nunca o fizeram… Mas no entanto já todos, ou pelo menos uma grande parte já comeu “fast food”. São estas as pessoas que depois fazem as leis para NÓS? Digam-me muito sinceramente, mas mesmo muito sinceramente: o que é melhor? Uma boa refeição “fast food”? Ou uma refeição com ingredientes tradicionais e naturais, feito como era feita antigamente?
Outro dia estive com um Letão, que por acaso é trabalhador da União Europeia, o qual me confessou que mal sai do gabinete e come sempre muito pouco. Mal chegou ao Alentejo, comprovei que de facto ele come pouco, pelo menos da comida que ele consome todos os dias, lá onde ele trabalha, porque no Alentejo, constatei precisamente o contrário e acho que nunca tinha visto uma pessoa comer com tanta vontade e tão feliz. O que pode ser mais saudável?
Já falei algumas vezes no “fast food”, mas julgo que será mais grave o que se passa nos supermercados em geral, pois estão ao nosso dispor todo o tipo de produtos que foram previamente regulamentados e pensados para que a nossa saúde não seja posta em risco. Vejamos: batatas fritas em pacote, em que a única coisa natural seria a batata, mesmo essas nalguns casos nem sequer são batatas, e vêm carregadas de SAL. Pão embalado que dura meses e que é feito com tantos produtos químicos que não vou aqui enumerá-los, pois seria por demais longa a lista. Um bolo embalado, em que o único ingrediente natural é o açúcar, e mesmo esse pode levar um processo químico para saber melhor ao nosso paladar. Bebidas refrigerantes em que a única coisa que têm é água e açúcar. MESMO MUITO açúcar, para além disso, as “teínas”, que são tremendamente prejudiciais à saúde, em especial das crianças. Chocolates feitos com produtos que está provado que fazem mal à saúde. Iogurtes feitos com tudo menos leite. Entre outros milhares de produtos. E por fim, o pão. E é a única coisa que tem de levar menos sal, ou nenhum, é o PÃO??? PORQUÊ? O pão é feito com sal desde sempre, e mesmo esse sal tem de ser utilizado duma forma controlada, pois pode alterar a confecção do pão. PORQUÊ? Digam-me!
Vós que fazeis as leis, que sabem tanto do nosso bem-estar. PORQUÊ? RESPONDAM-ME!!!! PORQUÊ??? Eu tenho a resposta: Controlo puro!
E já agora…
Para quando as câmaras de CCTV nas nossas casas? Para quando microfones em todos os lados para ouvirem o que dizemos? Para quando o controlo efectivo da natalidade? Para quando o controlo do pensamento? Para quando o “chip” no nosso cérebro para saberem onde andamos? Para quando deixarem que nós possamos deter efectivamente, realmente e no seu sentido mais prático o direito de optar?
O George Orwell não era um visionário, era sim um viajante no tempo. “The big brother is watching you!”
Com os melhores cumprimentos;
João Rui Gomes.
PS: Podem agora ver quem eu sou e verificar. Seria mais fácil se já tivesse o “chip”, não é verdade? Têm de tratar disso. É melhor… Já agora, levantem-se um pouco, senão qualquer dia não conseguem andar… e depois nós também não, pois vós ides proibir que possamos andar!"
Obrigado.
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Letras de músicas que fizeram a minha vida
Oh vast lake of souls
Lost in time
Outlying calm
Remarkable ghost
Lost ghost in the mist
A tuna
A class
Students and
Small lovers
Navigate the austere beauty of your curls, using verses in the wind, screaming in the water, fearing nothing, unless, having lost.
Darling
Darling Moon
Moon Darling
Navigate in the spirit
Void depth
Sigh for the end
The abrupt
The tenacious
Strong crude yes
In a goodbye tim tim
My hand waving
Gull drops off
Perfect happiness
Provocative perspectives
Nothing is as it was before
Climb the waves of your eyes, in an escalation of pure pleasure, a steep ravine, share secrets to the moon, who hears me, who watches me, supercilious, a threshing floor.
Darling
Darling Moon
Moon Darling
Navigate in the spirit
Void depth
Lost in time
Outlying calm
Remarkable ghost
Lost ghost in the mist
A tuna
A class
Students and
Small lovers
Navigate the austere beauty of your curls, using verses in the wind, screaming in the water, fearing nothing, unless, having lost.
Darling
Darling Moon
Moon Darling
Navigate in the spirit
Void depth
Sigh for the end
The abrupt
The tenacious
Strong crude yes
In a goodbye tim tim
My hand waving
Gull drops off
Perfect happiness
Provocative perspectives
Nothing is as it was before
Climb the waves of your eyes, in an escalation of pure pleasure, a steep ravine, share secrets to the moon, who hears me, who watches me, supercilious, a threshing floor.
Darling
Darling Moon
Moon Darling
Navigate in the spirit
Void depth
Avanços da tecnologia:
Kit Festivais de Verão!
A par dessa grande invenção, desenvolvida em parceria com o estimado Dr. João Pedro Marçalo, o Kit Party Star, está já na calha o Kit Festivais de Verão. Uma das grandes inovações para este novo kit, é a algália. Julgo até que seja A grande inovação/vantagem deste kit. Entre outras, o mesmo cinto do Kit Festas Volante, mas com outras aplicações. Uma delas, uma mesa insuflável à prova de fogo para fazer o cigarro de enrolar, ou o charro. Outra o braço extensível para colocar o aparelho que se queira usar para gravar o concerto. Estas e outras grandes vantagem podem ser encontradas no:
Kit Festivais de Verão.
ALTAMENTE PORTÁTIL E PRÁTICO!
À venda nas casa da especialidade.
Não trás pilhas incluídas, também não são necessárias.
A par dessa grande invenção, desenvolvida em parceria com o estimado Dr. João Pedro Marçalo, o Kit Party Star, está já na calha o Kit Festivais de Verão. Uma das grandes inovações para este novo kit, é a algália. Julgo até que seja A grande inovação/vantagem deste kit. Entre outras, o mesmo cinto do Kit Festas Volante, mas com outras aplicações. Uma delas, uma mesa insuflável à prova de fogo para fazer o cigarro de enrolar, ou o charro. Outra o braço extensível para colocar o aparelho que se queira usar para gravar o concerto. Estas e outras grandes vantagem podem ser encontradas no:
Kit Festivais de Verão.
ALTAMENTE PORTÁTIL E PRÁTICO!
À venda nas casa da especialidade.
Não trás pilhas incluídas, também não são necessárias.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Era um bom dia
Saí bem cedo da minha cama. Espreitei pela janela humedecida e opaca pelo bafo da casa, o dia estava fechado, sem um único vestígio de céu azul e a temperatura agora indicava no termómetro pendurado na parede exterior, -15 graus centígrados. Não se podia dizer que seria ainda dia, pois tanto a bruma, como ainda a luz muito azulada, indicavam indícios de madrugada. O silêncio era só quebrado pelo ressonar do Alberto, que pelo som que produzia, teria bebido bastante na noite anterior, bem como o cheiro inundava a sala, mesmo ampla e cheia de fugas de ar. Fiz café, fumei um cigarro, tentei aquecer-me nos resquícios da lareira, peguei no meu equipamento e zarpei. Quando pus os pés no chão da floresta, mal se viam. A luz da madrugada, envolvia tudo. Respirei fundo e fiz-me ao caminho. Passados alguns minutos, tudo mudara de cor, agora a luz branca da manhã e cheia de névoa, salpicava tudo. O pisar da neve e a minha respiração, eram as únicas coisas que se ouviam, mesmo estando alguém a um metro de mim, não ouviria. A névoa era de tal forma espessa que não deixava que o som se propagasse. O caminho era difícil, mas conhecia-o como ninguém. Cada árvore, cada arbusto, cada passo, tudo me era tão familiar, como a pele que tenho sobre o corpo. Na melancolia de todo aquele ambiente, pensava o que podia acontecer se um dia nada daquilo existisse de facto. Pensava também em pessoas que conhecera e outras tantas coisas que me invadiam a mente, sem muito nexo, mas que me provocavam uma saudade atroz. Sei que todos os dias tinha esta sensação de que algo me iria acontecer, talvez porque quase sempre todos os dias caminhava por esta matas sozinho. No entanto neste dia, senti que o tal acontecimento não seria bom, nem mau, seria só um acontecimento que me iria marcar dalguma forma. Talvez até nem acontecesse comigo, mas sim com alguma coisa que me envolvesse. Caminhava agora bem mais devagar, invadido por um cansaço estranho, um cansaço que me derrotava, um cansaço de velho às portas da morte. Não liguei e continuei em esforço. A cada passo que dava ouvia gritos vindos dentro de mim, que suplicavam que parasse, que pelo menos abrandasse, no entanto a minha alma mandava-me seguir numa luta pela sobrevivência. Não tinha sentido, dava um passo atrás do outro, com uma terrível vontade de parar. Nunca nada igual me acontecera, eu mais que todos era o que mais caminhava e sempre mantendo um passo firme. Eram poucos os que conseguiam acompanhar-me. Vindo sabe-se lá donde, ouvi um sussurro. Ao ouvi-lo, franzi as sobrancelhas e pensativo, parei. Desde que me conheço que nunca tinha feito algo do género, mesmo quando o mestre Sebastião me ensinara o caminho, nunca o tinha feito. Nunca me foi explicada a razão para não o fazer, mas foi por demais referida que não o deveria fazer. Mas de facto, parei. Parei e não sentia vontade nenhuma de voltar a andar, se bem que não me sentia cansado, só uma vontade de parar, de não mais andar. De facto tantas vezes que fizera aquele trajecto e nunca me tinha apercebido da beleza de tudo aquilo, mas também não era pago para isso. Já ali estava há uns minutos e, nada, a vontade de continuar era um misto de querer e não saber como. De repente senti um formigueiro nos pés, que lentamente subia pelas minha pernas, fiquei imóvel, um arrepio frio percorreu-me a coluna, um arrepio de medo, medo de morte invadiu os meus olhos, mas não conseguia dar nem mais um passo, estava petrificado, parado, congelado, agarrado. Agora sim, senti que devia continuar e ordenei a todos as minha fibras que se mexessem e utilizando todas as forças unidas em mim tentei mexer um dedo do pé, alguma coisa que fosse, mas nada. O pânico começou a tomar contornos de suor frio, que descia pela minha face. Tentei de novo e senti que a carne se desligava do corpo, provocando uma dor lancinante. A dor era de tal forma intensa que não conseguia gritar, ou se quer articular qualquer tipo de palavra. Tentei de novo e nada, pois a dor era superior à vontade. Pensei se estaria a acobardar-me, mas de facto os movimentos estavam parados, o meu corpo não respondia à minha mente. A cada milímetro que o formigueiro me percorria, o pânico aumentava duma forma exponencial, mas ao mesmo tempo sentia a paz dum último momento, duma última palavra, dum último suspiro. Estava aterrorizado e em paz. Não sentia calor nem frio, sentia sim que todas as fibras do meu corpo ficavam sem qualquer tipo de elasticidade, ou se alguma teria, seria mil vezes inferior à que tinha. Agora todo o meu corpo estava petrificado, a única coisa que conseguia mexer eram os olhos e partes do meu nariz. Tentei olhar para baixo e procurar os meus pés. Via com terror que se tinham unificado à terra, num só, estando agora cravado no solo firme. Por mais que a minha mente quisesse, nada se mexia, só mesmo os olhos e a ponta do nariz. Pensei o que me estaria a acontecer, porquê agora? Porquê eu? Para quê? Com que intuito? Não tinha resposta para nada, o que sentia era omnipresente e potente. Nada, nem ninguém poderiam fazer o que quer que fosse, nem mesmo estando ali comigo. Talvez o sofrimento seria a dois, ou mais, pois todos estaríamos assim. A paz mais uma vez tomava conta destes pensamentos. Olhei em frente e vi que o caminho que outrora seguia o seu rumo, se tinha desviado e agora passava-me ao lado. O sol que já iria alto, rasgava agora as nuvens e os raios de sol, como relâmpagos, penetravam em tudo o que atingia, numa força extraordinária. Senti uma energia sobre-humana, senti vida nova dentro de mim, que vinha dos pés, subia rápido pelas pernas, atingia o meu tronco e fixava-se agora no coração. O que senti naquele momento só pode ser compreendido como o rasgar de todas as fibras do meu corpo e ao mesmo tempo que o sangue era bombeado para as extremidades do corpo, lá ficava, bloqueado, parado, sem movimento. Não podia controlar absolutamente nada. O sangue que pela última vez seguia o seu rumo, e no final, não retornava, lá ficou para sempre, no fim. Senti então um fluxo, muito suave, muito calmo, que na vez do sangue, agora me percorria. Todo eu estava agora parado, nem mesmo a ponta do nariz, só um movimento muito ténue dos olhos, que olhava o horizonte, na busca de socorro, mas não conseguia falar, só mesmo chorar, sendo as lágrimas gotas de água que me escorriam pela face, sem eu sentir absolutamente nada. O sol tocou-me com toda a sua força e do meu peito senti que algo despontava. Eis a primeira folha.
Ainda consegui um último: Alberto, espero que sejas rápidos no corte.
Ainda consegui um último: Alberto, espero que sejas rápidos no corte.
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A formiga mais perigosa do mundo, Myrmecia pyriformis!