segunda-feira, 8 de junho de 2009

Ultimos remorsos antes do esquecimento

Photobucket


Quero agradecer a:

À Ana Isabel Augusto por ter deixado participar nesta experiência única. Os mais sinceros parabéns pelo trabalho excelente que fez. Agora sei o quão complicado é fazer o que faz...
Aos actores, num todo, que participaram na peça, pela forma carinhosa como me acolheram e que me deram força e me ajudaram. Parabéns também pela sua performance. Excelente!
Aos elementos que fizeram parte duma forma ou de outra na peça: musica, imagem e som.
Às pessoas amigas e familiares que foram ver a peça.
A uma pessoa muito especial que por origem do destino, não pode ver a peça, mas que esteve sempre presente.

A todas estas pessoas, o meu MUITO OBRIGADO!!!

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Quanto aos outros.... pois... não vou comentar. Para eles, duas frases da peça: “Não ousaria.” e “Não vou ser eu a dizer o contrário...”

Muitos beijos e abraços!

Que venha a próxima!

sábado, 6 de junho de 2009

Mais um... Sim, UM QUESTIONÁRIO!

Como eu adoro questionários! AHAHA AHAHA AHAHA AHAHA AHAHA!!!! (já chega)

Sente-se uma pessoa idiota? Aqui vão um conjunto de questões que irão avaliar a sua dose de idiotice.

Q 1:
Quanto andam de Táxi, qual a primeira frase, ou palavra que dizem?
1- Fazem referência à hora do dia ou da noite mas ao contrário?
2- Mentem?
3- Seguram-se com força ao puxador da porta e dizem: siga aquela barata?
4- Abrem a berguilha e perguntão ao vosso sexo para onde quer ir?
5- Não dizem nada?

Q 2:
Numa situação aflitiva (tipo: “paniquei”) o que fazem?
1- Adormecem?
2- Fogem e dizem aos gritos: “cuidado com as carteiras de plástico!”?
3- Deitam-se no chão e dizem a todos que passam: Wellcome ?
4- Vão a passo e ainda param para pedir um cigarro?
5- Não dizem nada de jeito?

Q 3:
Sempre que saem de casa o que fazem?
1- Entram de novo porque estão nus e esqueceram-se do fogão ligado?
2- Saltam 4 vezes e cantam o hino da alegria em Ré?
3- Colocam-se em posição de corrida de fundo e após alguns segundos saem em passo de marcha salpicando com cuspo o caminho que percorrem?
4- Saem normalmente mas sem qualquer tipo de orientação?
5- Não saem sem primeiro não dizer nada?

Q 4:
Se forem abordados por alguém na rua o que respondem, a qualquer que seja a abordagem?
1- Ignoram o facto, olham para ar, apontando e dizendo: “Olhe, uma gaivota morta.”?
2- Olham nos olhos da outra pessoa e rodam a cabeça como faz um cão?
3- Começam a falar da ultima situação de viveram no sub mundo da erva?
4- Respondem, mas em Húngaro?
5- Não dizem nada que seja credível?

Q 5:
Quando passeiam com o(a) vosso(a) amado(a), como o fazem?
1- Dão as mãos por trás das costas, mas de tal forma entrelaçado e complicado de andar nessa forma, que têm de ir ao hospital para resolver o problema de pulsos?
2- De cabeça junta, mas sem que o corpo de toque?
3- A agarrar nos cabelos um do outro e quando dirigem a palavra um outro na presença de estranhos, insultam-se como se não houvesse amanhã?
4- Com a total e absoluta normalidade, de mão dada, etc, etc... mas quando passam por alguém, dirigem-se um ou outro em Finlandês do bairro?
5- Não dizem nada, mesmo nada, simplesmente nada, pois estão com a boca cheia?


O resultado é fácil. Somam os pontos das respostas e depois enviam para aqui: www.dgs.pt


Terão resposta nos próximos 2 anos e meio, com sorte...

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Manual - Drogaria

Procedimentos interessantes e muito úteis quando visitar uma drogaria e quiçá sair ileso.

- Usando o próprio nome, entre no espaço e pergunte se vendem Black Bombain. Se notar que não sabem o que é, faça de conta que ia comprar um prego de ½ polegada. Se não tiver, vá-se embora a resmungar que o empregado(a) era simpático.
- Fazendo-se passar por outra pessoa qualquer, entre e saia, repetindo esta acção até lhe perguntarem se está tudo bem. Se for abordado dessa forma, diga que sim, mas não queria incomodar. Se não for abordado, repita a acção, mas desta vez profira cânticos Celtas.
- Fique à porta e pegando em qualquer objecto profira estas palavras: Oh Evaristo! Ön itt van ez?
- Faça-se passar pela sua mãe, entre, aproxime-se de qualquer cliente, faça o gesto com a mão fingindo uma arma de fogo, encoste nas costas dessa pessoa e diga com voz de trovão: Tem uma camisola muito bonita!
- Fazendo de conta que é vossa excelência, entre a correr. Chegue perto do balcão, toque no balcão e diga: O seu nome um, dois, três salva todos!
- Não entre.
- Vestido duma forma palhaça, entre, espere junto do balcão. Quando alguém chegar ao pé de si, fale antes da pessoa e diga que o conhece, só não se lembra é de onde. Depois peça meio litro e electricidade em pó e comece-se a rir como se lhe tivessem contado uma anedota. Vai ver uma reacção muito desagradável por parte da pessoa que o está a servir. Não ligue e depois diga que estava a brincar. De seguida peça um pouco de chocolate em pó e ai atire-se para o chão a rir. Se não for posto na rua, repita a acção até que o façam.
- Antes de entrar no estabelecimento, verifique se é uma drogaria, só depois é que pode entrar. Faça-o sempre sozinho, para evitar ser perseguido pela injúria.
- Procure uma drogaria num bairro pobre e depois não entre. Diga que vai chamar a polícia, em voz alta. Depois chame drogados às pessoas que estão dentro do local, de seu nome: drogaria.
- Com uns sapatos de número inferior ao que calça, entre e peça os seguintes itens:
* Um litro de tachas em plástico
* Uma dúzia de parafusos de ¼ de polegada tipo rebuçado
* 13 metros de corrente de papel do tipo 12 gramas
* Uns quantos puxadores de roupeiro sejam lá quais forem
* Uma sanita
* Um reposteiro barato
* 2 metros e meio de fio condutor de água castanha (importante ser castanha)
* Um martelo para pregos rombos
* Um chuveiro.
Caso não lhe forneçam estes itens, peça o livro de reclamações. Se fornecerem, ou pelo menos esboçarem tentativa em lhe satisfazerem os pedidos, vá á rua e certifique-se onde está.


Boas compras e faça um seguro de vida.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Submundo da erva

Estas e outras teorias avanças em largos anfiteatros situados em grandes escarpas voltadas para o mar do interior do pais profundo, onde a miséria supera a vida mundana da civilização agitada pelo constante emergir de ideias puras, sinceras, usadas em discursos cheios de garbosidade, semelhante a textos eruditos, ou fanáticos, que nada dizem e tudo querem dizer, mesmo que tapem os poros inchados pelo suor que escorre pela nuca.

São estas as palavras que ouvimos frequentemente. São estas as palavras que ouvimos frequentemente. Repito. São estas as palavras que ouvimos frequentemente. Mas não quero com isto dizer que sejam faladas, podem muito bem ser cantadas, ou ditas em silêncio, ou mesmo em estrangeiro.

Salta à vista. Não se pode esconder, há pessoas que justificam a sua maneira de estar, com elevados pensamentos profundos. Estas são as pessoas que eu falo. São estas as pessoas que fazem o que se pode ser dito como: pessoas.
Em tudo são pessoas, mas em nada seres intelectuais afirmados, tendo uma falta de sentido de oportunidade cinematográfico constante. Estão sempre onde não é preciso, discursando de tudo e para todos, não havendo limite para a sua globalidade. São dotados de um espírito miraculoso, fazendo de tudo para parecerem ser acérrimos defensores das suas ideias.

Se bem que tudo se poderia dizer do que se fala num plenário boçal. Não vou reforçar a ideia de estar incluído em vários exercícios de estilo em tudo ultrapassáveis pela incessante vontade de estar presente em todos os sítios, não sabendo que o está. Há uma necessidade ultra superlativa de nos excedermos em vários dias, noites e mesmo tardes, sem nunca estar cansados. Esta necessidade é bivalente. Tanto pode ser vulgar, como pode ser subjugada.
Por exemplo: “num rico dia de sol, numa Primavera marcada pelo desabrochar da vida, marcada pela criação, pelo vento e sementes lançadas ao vento, numa cantiga embalada pelo suave sol que resplende por entre as nuvens, farrapos de branco, que vestem e despem o céu.”
São estes os literários que nos aguçam as entranhas e dão vida à morte e morte à vida.





Leiam com atenção e descubram a palavra escondida. É um bom desafio. Não é uma ideia horrível, mas bem pensada.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

As história loucas do Sr... Hum... não me lembro

Acordei de manhã com a impressão que me tinha esquecido de algo ontem à noite.

Ontem, depois de ter chegado a casa e ter despejado meio litro de água gelada nos pés, por incharem a olhos vistos, dei por mim a pensar: “Não sei bem porque será... mas julgo que o cão tem algo a ver com esse facto.”
Talvez eu tivesse sido deliberadamente inconsciente ao ponto de julgar que um cão de 60kgs poderia ser bom como pisa papeis, ou até mesmo como tapete de entrada, mas de facto o que se passa, é que não pode, não deve, não será nunca e nunca poderá ser, um desses itens.
Será por demais óbvio referir que tem sido complicado entrar em casa, sem que o porreiro e fiel Albertino (o meu cão, amigo do meu vizinho e não meu), me dê umas estonteantes dentadas cada vez que penetro vagarosamente na minha propriedade, comprada com muito amor, carinho, suor e vários hectares de papel de parede, com bandeiras de todo o mundo.
O Sr. Alber, como lhe chamo com o maior dos carinhos, trata-se dum caniche disforme, que por engano, no dia das primeiras vacinas, as mesmas, não obstante o facto de terem sido trocadas, fosse injectado com cortisona enriquecida.
Foi um descalabro. Desde esse dia que o pobre Sr. Aber se queixa da falta de sexo, quer por ser tão obeso, como também e por outro facto qualquer que não consigo descortinar. Foram tentadas todo o tipo de mesinhas e outras coisas tais, como medicamentos, operações ao ventre e enchimento das fossas nasais. Tudo, foi tentado absolutamente tudo, mas nada o pôde salvar duma vida afável, tenebrosa, inchada, pouco vibrante, flamejante e errática. Passa os dias deitado no tapete da entrada e rosna a qualquer mosca maior que um percevejo. Tendo em conta a sua condição, estando portanto nesta situação, eu, o honroso proprietário da estática casa, todos os dias, quando nela penetro, sem excepção, piso-lhe o focinho. Não será por demais referir que este facto é um dado adquirido, o pobre Sr. Aber, no meio de tanta energia acumulada, despeja dum só golpe, toda a fúria e morde-me ambos os pés, antes que eu possa dizer: “São Viriato era Santo e chato.”
Daí os meus pés incharem desmesuradamente, até ao ponto de ficarem mesmo inchados. Digamos que numa escala de 0 a 10, ficavam inchados. Em virtude de tais acontecimentos e porque a frequência dos acontecimentos serem tão obstipantes, torna o acto de defecar ultra mega hiper complicado, mesmo atingindo valores inatingíveis, sendo esta acção há muito tempo notada, mesmo há muito tempo, não exageremos, há mesmo muitos anos, talvez, antes da criação.
Um passo é equivalente um passo de jibóia, imaginando esta, com longas pernas vibrantes, grossas e telhudas. Não se moviam, sendo os pés dois blocos de cimento armado, não armado, de arma, mas sim de armado, concreto. - É sempre espinhoso descingir estes pequenos nós de gramática corrente, ou vulgo: corriqueiro. – Se bem que após dois ou três segundos tudo voltava ao normal, podendo assim fazer a minha vida normal sem constrangimentos ou restrições.
Por volta das 23 horas, chega a minha mulher, alegre prostituta, que ganha a vida da melhor forma que pode, sendo detentora de uns viçosos 134 centímetros. Vinha sempre escavacada e também com problemas nos pés, mas neste caso não por causa do Sr. Abertino, vulgo, como já anteriormente tinha referido, Sr. Aber. Lembra-se sempre do diabólico canídeo e penetra em casa pelas portas dos fundos, algo a que nunca me habituara, por ser demasiado mandrião. A esposa, mal entra em casa, tal como eu, tenta dar passos equivalentes... etc, etc... mas sempre os blocos de cimento... etc, etc... só com uma ligeira alteração, não vai defecar mas sim urinar, dando gritos que se ouvem em profundidade e não em altura. As dores são lancinantes, mesmo dolorosas, provocando uma cadeia de acontecimentos não registados, por serem tão sonoros. Pobre esposa, tem sempre o mesmo ritual: litros e litros de pomada anti-fungo, mais outros tantos anti-o-quer-que-fosse e por fim, mais um líquido com bastante álcool para botar pela goela a baixo, com a finalidade de esquecer que existe.
Dorme. A meio da noite, salta em cima de mim para ver se esta tudo em condições. Eu não me importo, sempre fui muito amigo dela e compreendo-a muito bem, mesmo quando me pegou uma doença mortal. Não morri por um triz, aliás, hoje em dia nem sei bem se já não morri, mas sei que o meu pénis nunca mais foi o mesmo, sendo agora bem mais grosso e ultrajante.

Nessa noite, como que por obra de Deus, algo aconteceu. A esposa não me saltou em cima. Estranhei e dormi. No outro dia quando me levantei para fazer rigorosamente nada, vi que A esposa estava desfalecida, quase moribunda, retesada, ou seja, morta. Não consegui conter um desabafo, logo seguido dum bafo da boca, que mal se podia inalar, no entanto tudo fiz para não sorrir, pois A esposa estava de boca aberta com o pénis do Sr. Aber na boca.

Os médicos dizem que morreu de morte natural. Eu não achei e pus o Sr. Aber em tribunal. Perdi por falta de provas. O facto é que o pobre Sr. Aber a partir desse dia emagreceu a olhos vistos. A esposa faleceu-me no leito do amor e eu... bem, eu, sou agora um vendedor de sanitários muito reconhecido. “O meu maravilhoso pénis!” É o slogan. Tenho vendido muitas sanitas da mais alta qualidade e gabarito. As gentes não sabem o quão alguma vez poderiam pensar em usufruir, mas sempre com uma ideia em mente: Se há cão, é sanita!

Como dizia eu no início: Acordei de manhã com a impressão que me tinha esquecido de algo ontem à noite.
E esqueci, esqueci-me do que ia a dizer...

Boa sorte e boa vida! Já dizia a Maria!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

E agora...

E agora… Perguntas e respostas à moda da Maria.

Pergunta: Olá Maria! O meu nome é Aldino (nome fictício, que por acaso é um nome bem bonito). Dia de fazer contas à vida. Tenho 67 anos e sou um dos mais velhos da minha Paróquia. A minha mulher, que tem menos 10 anos que eu, deixou-me ontem. O que devo fazer?

Resposta: Meu caro Sr. Aldino (bem bonito por sinal), está na hora de seguir o chamamento da sua vida espiritual. Dar o passo em frente, Deus precisa de pessoas como o Sr. Aldino. Deixe a vida terrena, o sexo à bruta, os prazeres da carne e dedique o resto da vida à Causa. A sua mulher está ainda em idade de ser muito feliz e o Sr. nada pode fazer senão olhar para ela e abençoa-la no seu caminho de vida terrena, de vida lasciva. Enquanto o Sr. Aldino será muito mais feliz sem a sua companheira, pois estará junto ao Todo Poderoso e assim poderá dedicar a sua vida a quem precisa mesmo de si, do seu amor, do seu carinho e compreensão. Não pense duas vezes, vá já hoje falar com o seu Padre e conte-lhe os seus intentos. Boa sorte e boa vida.

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Pergunta: Olá Maria! O meu nome é Justino (ao contrário de muitos, este é o meu nome verdadeiro, não tenho medo de assumir nada), tenho 35 anos e dou muitos flatos quando estou a fazer amor com a minha companheira. O que devo fazer?

Resposta: Caro Sr. Joaquim (há que assumir os nossos erros), deve não contar esse facto a muita gente e operar a sua mulher. Há operações que resolvem esse problema, mas depois terá uma dificuldade, que é, a sua esposa deixa de puder cheirar o quer que seja. No entanto, pode também e porque este espaço é para todos nós os que precisamos de ajuda, deverá contactar o seu Médico, ou Farmacêutico e perguntar como deve proceder para que os flatos não sejam mal cheirosos. Claro está que também pode deixar de comer. Como vê, há muitas hipóteses. Boa sorte e boa vida.

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Pergunta: Olá Maria! Não vou dizer o meu nome, pois é muito ridículo, mas pode-me chamar por Y. Sou um homem de 44 anos, alto, demasiado alto, que por ser tão alto, não tenho companheira. O que devo fazer?

Respota: Caro Sr. Y, não tem problema dar o seu nome, mas suspeito que seja Ygor. Acertei? Fico feliz por isso. De qualquer forma, ser alto não é um problema, pois há homens muito mais altos que o Sr. Y, que não precisam de companheira. Há quanto tempo não usa as suas mãos para se satisfazer? Há hoje em dia luvas especiais que simulam o calor do interior duma vagina e com variados níveis de calor, como de lubrificação. Estas luvas têm servido bastante homens que, ou por serem muito feios, ou por ter algum tipo de deformação genética: pénis gigantes, pénis minúsculos, pénis demasiado largos, etc, etc... A ciência está muito evoluída e serve os seus intentos. Pode também cortar partes do seu fémur, mas é mais doloroso e moroso. Imagino também que não será a beleza em pessoa, assim sendo, seria uma desperdício de tempo. Boa sorte e boa vida.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Frases feitas

Ora bem. Frases feitas, essas enigmáticas palavras, que tudo dizem e nada de compreende. Vamos tentar saber o verdadeiro sentido disto tudo:

Alguns exemplos:

- Água sem água não limpa nem lava.
Água, liquido incolor, que mata a sede e lava tudo. Vejamos; se não há água, não há limpeza, logo isto é para os porcos deste mundo.

- Neve na lama, chuva na cama.
Neve na lama? Mas de neva, não há água em estado liquido, logo, não há lama, mas se houver, é portanto um contraceno, de qualquer forma, há água na cama, logo o colchão de água rompeu-se! É normal, o tipo escorregou na neve com lama e cai em cima da cama onde tinha o colchão de água e dai; água na cama. Podemos concluir que se trata do seguinte: Infidelidade.

- Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades.
As comadres? E os compadres? É uma frase feita sexista. Nem vou tentar explicar o sentido desta frase...

- Do trabalho e da experiência aprendeu o Homem a ciência.
Ou seja, com o trabalho e com a experiência, podes fazer compostos químicos. Está certo!

- Filho és pais serás, conforme fizeres assim acharás.
Será que vou ser pai? Senão for, não vou achar nada? Mais uma frase feita sexista. Não vou comentar... É mau demais!

- Luar de Janeiro não tem parceiro.
É verdade! É por essas e por outras que ficam sempre solteiros para sempre. É sem dúvida uma frase feita a pensar nos solteiros, padres e freiras. É bem feito!

- Chuva de Agosto apressa o mosto.
A chuva de Agosto estraga é sempre o Festival de Paredes de Coura! Isso sim!!! Quais apressa o mosto!!

- Devemos viver o Presente, estudando o Passado e preparando o Futuro.
É uma verdade muito verdadeira, pois se assim não fosse era uma grande confusão: Viver o Futuro, estudando o Presente, preparando o Passado...
Era estúpido!

- Não há Sábado sem sol, nem Domingo sem missa, nem Segunda sem preguiça.
Este é o pior delas todas! E os desgraçados que trabalham os dias todos??? Já para não falar nos tolos que não vão à missa!
Há lá pior frase que esta? Não há! É a pior!


Algumas ideias para frases feitas:

- Mingua de verde, ou entra ou sai da parede.

- Se vais correr, para pelo menos para ver.

- Onde há um burro, há sempre uma casa.

- Cinto de cabedal, botas de plástico.

E por ai fora...

O grito

Vento fresco de norte,
que trás sorte e amor,
enche de calor o nosso amor,
faz os nossos corações,
cantar canções
de querer e amar,
sem parar,
de sorrir, de sentir,
o que nos vai na alma,
com a calma
de mil beijos, graceijos,
juntos de novo, vamos ficar
e amar,
junto ao mar,
ou ao rio,
sem frio,
nos montes, onde há fontes
de esperança,
onde podemos fazer a nossa dança,
sempre
e para todo o sempre,
presente, amor ardente,
crente na nossa força gigante,
amante,
de olhos nos olhos,
de mãos nas mãos,
conquistamos
mares e vales,
aldeias e cidades,
com a força de mil touros,
e a garra de mais mil leões,
e a pleno pulmões,
com as nossas determinações,
dizemos em coro, sem choro,
com um sorriso, preciso,
gritamos: NÓS AMAMO-NOS!!!

Para que todos oiçam!

segunda-feira, 30 de março de 2009

Amor no Douro

Brisa que nos toca na face
Suave e amena nortada
Que nos envolve e alasse
Eu e a minha amada

Toques de amor são dados
Beijos de paixão são trocados
Segredos de sonho são falados
Toques suaves são amados

Doces olhares e meigos
Envolvem-nos num manto
Torna-nos leigos
Com tanto encanto

Suspiro quando te abraço
Sustenho a respiração
Aperto-te em enlaço
E sinto o teu coração!

Sentidos em exaltação
À nossa roda rodopiam
O embalo duma canção
As nossas bocas cantam.

Luz brilhante e forte
Mais forte é o amor
Vem de sul, vem de norte
A nossa troca de candor

Numa escalada de emoção
Prepara-se a palavra amada
Nos dois um só coração
À palavra: Amo-te! A desejada.

A espera

O que sinto? Pressinto?
Bate por bater? Ou por de amor sofrer?
È forte, é possante
Sem norte e amante.
Desejo o toque,
só por um segundo
Sou eu o forte
E tenho todo o tempo do mundo.
Olho-te,
Procuro-te,
O suave desejo dum beijo,
Enche o meu peito,
Que fica satisfeito
Por amar, por um abraçar.
Amor? O que se sente?
Os olhos duas estrelas,
Fervilha o sangue e não mente,
Corre forte na veias para enche-las.
De amor e com calor.
Vou ficar, até o mundo acabar.
Depois?
Nos teus braços vou ficar.

Amor eterno

Do nada surgiu a força,
como um rio,
largo,
de ir longe,
muito longe,
até ao infinito, num minuto,
num segundo,
ao fim do mundo,
por um olhar, um amar
sublime,
avassalador,
cheio de
amor,
sem dor, ou com dor,
sofrido pela saudade
e tido pela ansiedade,
felicidade,
arrebatador,
cheio de calor,
mas suave,
como o toque da tua mão,
na minha face,
num enlace de séculos
de ternura,
que ainda dura,
para todo o sempre,
em frente,
assim irá ser,
dias, anos,
amor eterno,
sem tempo marcado, bem amado
e as palavras que ficam,
e repicam:
Sim, vamos sim!

quarta-feira, 25 de março de 2009

A aranha

Viajava pela cozinha e enchi-me de coragem para apanhar a aranha, que voava pela parede. Vesti o casaco de ir aos morangos e fiz-me à vida. Sai, deixei a pobre coitada seguir a sua vida. "A minha vida?", não a dela! Vai ser um dia muito agitado. Tinha de ir vender a minha caçarola favorita e não sabia quanto ia pedir por ela. Tinha uma noção, mas não quis entender. Podia ser um pouco cara. Falei com o meu amigo de longa data e perguntei-lhe se queria ir à casa de penhoras. Disse prontamente que não podia e só queria estar agarrado ao comando a ver tv tola. De qualquer forma, consegui-lhe dar a volta. Falei-lhe duma certa pessoa, duma certa forma, consegui-o convencer. Era tarde, na manhã. O transito era tão pouco que se conseguia ouvir o som dos canos de esgoto nas casas anexas, à estrada que vinha de sul. Perguntei-lhe se queria café, mas disse logo que queria era despachar-se, para voltar a casa. Fui directo ao assunto. A casa de penhora estava fechada para férias e matei a aranha.

Conclusão: Se na vida acreditas, compra um cão.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Pequena estrela

Sai. Caminhava pela vila, estava deserta, não se via vivalma. Ao fundo o latir dum cão e a água a passar no riacho. A passos brandos, mas seguros, segui rumo ao campo. Estava uma noite estrelada, com a lua como companheira, iluminava a estrada de terra. Era nítida toda a planície, salpicada de sobreiros e montes. A luz azulada pintava as copas das árvores, embebendo tudo numa atmosfera melancólica e romântica. Pensava nela, nas palavras que tínhamos trocado, o que tínhamos dito. Sorri. De repente, ouvi uma voz. Não tinha direcção, parecia vir de todo o lado, muito baixo dizia:
- Onde vais?
Eu não sabia de onde vinha. Olhei em todas as direcções e nada vi. Só sombras perdidas nos campos, sombras negras, mas nada assustadoras, negras de desejo de as encontrar. De repente:
- Diz-me, onde vais?
Resisti e, perguntei:
- Onde estás? – Muito baixo também, quase sussurrava.
- Aqui...
- Não te vejo... – Olhei para dentro da mata.
- Aqui... não me vês?
- Não... – Olhava a toda a volta.
- Mas tu não me estás a olhar...
- Não...?
- Não. Estou aqui, olha, aqui!
- Mas a tua voz vem de todos os lados, não consigo perceber de onde vem... – Dizia eu com uma voz de alguma tristeza, misturada de alguma ansiedade.
- Não estás a olhar para onde eu estou. Eu vejo-te. Vejo-te muito bem. Estás ai, parado, com o teu olhar, belo, com as tuas feições, que eu tanto adoro. Olha para mim! Estou aqui....
- Mas... eu não sei onde estás. Diz-me, onde estás? – Dizia eu, um pouco em desespero.
- Já disse. Mas tu não me vês. Sente-me. Sente-me. Sente-me.
- Espera. Vou sentir-te.
Cerrei os olhos e procurei pela voz. O silêncio da noite envolveu-me, apoderou-se de mim e senti-me flutuar. Alguns segundos bastaram para sentir de onde a voz vinha e de quem era. Inclinei a cabeça para cima, ainda de olhos fechados. Abri os olhos, a princípio a medo e depois, completamente abertos. E vi. Vi quem tinha a voz. Estava no céu. A luz era diferente de todas as outras, era uma estrela diferente. Cintilava de forma mais errante e bela. Duma luz que cativa e maravilha. Sorri. De repente:
- Olá! Vês, afinal sabes onde estava. Eu sabia que me ias encontrar. – As palavras dela sopravam na minha face. A doçura era eterna.
- Como és bela.
- Não, eu sou feia, esta luz esconde quem sou e como sou.
- Não, és bela, eu consigo ver-te.
- Consegues? Não pode ser....
- Sim, vejo os teus olhos, o contorno do rosto, os teus lábios, os teus longos e belos cabelos de seda.
- Não pode ser! Eu não posso ser vista. Como são os meus olhos? Tu não me estás a ver, imaginas...
- Os teus olhos sorriem para mim, brilham, mais que a luz que te envolve. As tuas covas na face quando ris...
- Mas... como pode ser? Estás mesmo a ver-me... Sou horrível! Não olhes! Peço-te, não olhes!
- Tanto que não vou parar, como já estou perto de ti.
- Como conseguiste aqui chegar?
- Foste tu que desces-te.
O ar de espanto da pequena estrela, fez-me sorrir.
- Eu desci... eu... – Não sabia mais que dizer. Estava espantada.
- É verdade. Estás aqui, ao pé de mim. Tenho a sensação de... – Parei e olhei. Dizia olhando os seus olhos.
- Sim, eu sei. Tu sabes quem eu sou.
- Sei.
- Mesmo que nunca me tenhas visto.
- Mas eu já te vi. – Sorri.
- Eu sei. – Sorriu.
Ali ficámos, de mãos dadas, os dois, sem noção de tempo, sem noção do que nos envolvia, mas ao mesmo tempo sabia que algo estava à nossa volta, tudo, sentimos tudo, os nossos corpos, interligados, envolvidos com o campo, com o ar, a mata, as árvores, a terra, a lua, tudo, o universo e contudo, ali estávamos, sós e num só. De repente...:
- Adoro-te tanto! - Em coro dissemos e num voou celestial, imiscuirmo-nos nas estrelas, lado a lado, numa só. Ao fundo, um pequeno clarão e para sempre desaparecemos. Para sempre e para todo o sempre, juntos, lado a lado.

É a bidinha...

Grito duas vezes por um eco que voa na minha consciência de galinha torta pelo vento forte que vem de sul e norte, depende do cheiro que trás na ponta da espada carregada de sangue e amor de ver o que ninguém vê, ou sente, mesmo que seja rente à minha pele morta pelo sol forte do Verão escaldante e arrepiante, de fazer transpirar e suar as paredes da minha alma deserta de amor, mas cheia de pedras gastas pelo andar descalço na areia do tua calma de viver e sofrer pelo amar de braços abertos ao ar, seja agora ou depois, sempre que seja visto por outros ou pelos mesmo, segue sozinho o pássaro alado, mal cheiroso por tanto voar, lá no alto vê e respira, duma só lufada, todo o silêncio que há naquela colina, sombria, triste e fria. Assim é a vida.

terça-feira, 10 de março de 2009

Famous last words. (Parvas...)

Acho que já tinha falado disto, mas aqui ficam mais umas:

O gato é o melhor amigo do dono. Por isso mesmo é que eu o embebedo. O pior é que ele não se lembra de nada no outro dia, mas eu lembro...

Quem tem medo de um escaravelho? Brinca com o quê? Com merda? Pois, devia ter sabido disso mais cedo...

Eu sou o maior e o mais rápido corredor dos 100 metros crocodilo!

A namorada dele é mansa! Lá por ter 2 metros...

A ponte não me assusta! O que me assusta é o facto de o pára-quedas não estar a funcionar...

Mergulho até aos 25 metros e o tubarão também...

Tenho sempre a mania de que consigo virar o volante do meu carro quando vou a 300...

Não tenho medo! Tenho é vontade de cagar.

Vejo a águia. E sei que é vesga!

Eu sou gajo para passar aquela passadeira! Acho que não estou em Roma...

Levanto este peso de 1500kgs só com uma mão! Pelo menos a mão ficou lá...

Sou o menos possível, no que se trata ao mais impossível! Por isso subo esta ravina sem ter atenção com a toca do urso...

Faço tudo o mais rápido possível e mais rápido que todos! Ainda bem que tropecei no primeiro degrau a descer o Cristo Rei...

The sun (e não é o jornal)

O sol que invade a minha consciência e trespassa a tristeza que se apodera de mim. Sol forte que trás alegria à minha vida, despida de carinho e amor, que inunda e abunda em rios de raios fortes, que magoam, tanto como acariciam, que penetram na minha carapaça, de pele mole, que faz vibrar o meu peito em bruscas mudanças de temperatura, ora frio ou gélido, o meu peito se enche de ti, alegria de viver, de vida nova, de tentação de mais ter, saber que nada virá e tudo acabará, bem... Quando?

segunda-feira, 9 de março de 2009

Musicas minhas

The Smiths
There's A Light That Never Goes Out

Take me out tonight
Where there's music and there's people
And they're young and alive
Driving in your car
I never never want to go home
Because I haven't got one
Anymore
Take me out tonight
Because I want to see people and I Want to see life
Driving in your car
Oh, please don't drop me home
Because it's not my home, it's their Home,
and I'm welcome no more
And if a double-decker bus
Crashes into us
To die by your side
Is such a heavenly way to die
And if a ten-ton truck
Kills the both of us
To die by your side
Well, the pleasure - the privilege is mine
Take me out tonight
Take me anywhere, I don't care I don't care, I don't care
And in the darkened underpass I thought Oh God, my chance has come at last
(But then a strange fear gripped me and I Just couldn't ask)
Take me out tonight
Oh, take me anywhere,
I don't care I don't care, I don't care
Driving in your car
I never never want to go home
Because I haven't got one, da ...Oh,
I haven't got one

And if a double-decker bus
Crashes into us
To die by your side
Is such a heavenly way to die
And if a ten-ton truck
Kills the both of us
To die by your side
Well, the pleasure - the privilege is mine

Oh, There Is A Light And It Never Goes Out
There Is A Light And It Never Goes Out
There Is A Light And It Never Goes Out
There Is A Light And It Never Goes Out
There Is A Light And It Never Goes Out
There Is A Light And It Never Goes Out
There Is A Light And It Never Goes Out
There Is A Light And It Never Goes Out
There Is A Light And It Never Goes Out

sábado, 7 de março de 2009

Saudade

do ant. soedade, soidade, suidade < Lat. solitate, com influência de saudar


s. f.,
lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver ou a possuir;
pesar pela ausência de alguém que nos é querido;

nostalgia;

quinta-feira, 5 de março de 2009

Silence 4 - Borrow

You're never with me
you're never near me
What time is it?
What time?
Whose time is this?
Give yourself a chance to breathe
I'll give you the room you need

You're never here
You're never near here
What day is this?
What day?
Whose day is this?
Put me in your supermarket list
I'm here, I'm real, it's true, I do exist

Today you may feel a little sleepy
Maybe the morning is too soon
I guess I'll have to borrow
One of your sunny afternoons
But afternoons they never come
There's nothing left for me to borrow

I guess I'll try again tomorrow
I guess I'll try again tomorrow
I guess I'll try again tomorrow
I guess I'll try again tomorrow

You're wasting me
You're breaking, you're wasting me
Can this be love?
Is this?
Whose love is this?What is wrong with you?
I don't know
No place in you for me
And me, I need you so

And if you want to be by yourself
No one disturbing, that's alright
I guess I'll have to borrow
A little of yourself tonight
But tonight it never comes
There's nothing left for me to borrow

I guess I'll try again tomorrow
I guess I'll try again tomorrow
I guess I'll try again tomorrow
I guess I'll try again tomorrow

It may seem a little hollow
But I'll try again tomorrow

There's nothing left for me to borrow
I guess I'll try again tomorrow

quarta-feira, 4 de março de 2009

Manual:

Como fazer compras num hipermercado e o que fazer e não fazer.

- Se for descalço, peça ajuda a um dos seguranças que guarde os seus pés. Não se vai querer magoar.
- Leve sempre um saco de plástico atado à coxa. Assim se por um acaso não conseguir ir à casa de banho quando está a escolher a fruta, pode sempre fazer ali.
- Sempre que for a um hiper, pergunte a um funcionário(a), se sabe onde é a entrada, mas só depois de estar lá dentro. Em seguida siga-o(a) para onde quer ele(a) vá durante dois minutos. Caso se sinta incomodado, dê duas voltas e diga: A vida é para os ricos.
- Entre no corredor das bebidas e diga em voz alta: Eu sou um pássaro. Nada deverá acontecer, caso aconteça, grite ainda mais alto: Não sei quem sou, sei que ele sabe. – E aponte para alguém que vá a passar. Resulta sempre!
- Na secção de detergentes, finja que está a roubar, mas se alguém vir, finja que está a beber. No fim diga: Se não gosta, não coma! – Mesmo que seja a fingir.
- Corra pelo corredor central.
- Salpique a pessoa que está ao seu lado, quando comprar peixe. Se não gostar, diga-lhe: Desculpe, pensei que era o meu marido/mulher.
- Nos frescos, deite-se no chão e coloque a tabuleta de “Piso escorregadio”. Se alguém tentar levanta-lo(a), diga: Estou em paz com o mundo.... – Deve ser complicado dizer, mas tente.
- Na secção das bebidas alcoólicas, diga: Eu odeio o vinho! – E compre 10 garrafas de vinho. Não seja forreta e compre, vai ver que é bom.
- Se é mulher e trás mala, deixe-a no carrinho, afaste-se e ponha-se à coca. Sempre que alguém passar perto do carrinho, grite: Tenho um prego no pé! - aguarde que alguém vá ter consigo. Se não resultar, insista, mesmo que isso seja parvo.
- Quando for para a caixa, diga à pessoa que está à sua frente, que a pessoa que está à frente dela, não tem dinheiro. Se for alguém da família, ou conhecido dessa pessoas, olhe para o ar e assobie. Nunca mais diga um palavra, mesmo que essa pessoa lhe pergunte o quer que seja.
- Ao cumprimentar a pessoa da caixa, diga-lhe que tem um amigo(a) muito parecido e depois comece a trata-lo(a) por Joaquina. Se a pessoa se sentir incomodada, deixe estar, isso passa-lhe.
- Quando tirar o método de pagamento, pergunte se pode ir a casa buscar o cão, mas leve as compras consigo. Se a pessoa da caixa chamar a segurança, diga que estava a brincar. Procure durante vários minutos pelo método de pagamento e por fim, com o método na mão, diga: O dinheiro não traz felicidade, mas faz-me ser uma pessoa muito mais integra. Se um dia houver alguém que lhe peça dinheiro por uma razão qualquer que não conseguir justificar, é porque não tem, é porque é pobre e está a pedir-lhe ajuda. O dinheiro é mau, é sujo, não presta, não tem alma, serve só para comprar as pessoas. A alma é pura, o ser é genuíno, as pessoas são integras e o dinheiro é malvado. Diga não ao dinheiro. – Se a pessoa na caixa tiver de novo intenção em chamar o segurança, diga de novo que estava a brincar, sorrindo com ar de ovelha. Depois de pagar grite: Estou livre!
- Leve o carrinho para dentro da sua viatura, se não couber, culpe a empresa que fez a sua viatura. Caso consiga, é porque tem uma viatura muito grande, mas culpe à mesma a empresa que fez a sua viatura.
- Saia. À saída, se estiver alguém à sua frente, diga de novo: Estou livre! - mas mais baixinho. A pessoa que estará à sua frente, não vai compreender a sua euforia e vai pensar que está a mal trata-lo. Não é bom.



Boas compras e feliz mingua.