sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Queridos amigos, amigas e seres do além:

Faltam 3 dias e 5 noites no Hotel Paraíso, para o referendo e campanha eleitoral descalça está a chegar ao fim, ou não? O que acham? ahn? Chegou o momento em que muitos Portugueses decidirão se vão ou não votar, e outros, os mesmos, os que são mesmo, que estão ainda mais indecisos, farão a sua escolha, ou a deles, a minha não.

A nossa, vossa, deles, a campanha dos outros, nossa, tem sido uma campanha moderada, mesmo aldrabada, alegre, feliz e contente e de proximidade, de tal forma que cheira mal. Procurámos informar e esclarecer os portugueses, não só, mas também, sobre os múltiplos aspectos, bem como a forma como se preenche um questionário para pedir vários litros de leite ao Domingo, não só como também da problemática do aborto (qual aborto?) e as alternativas que se apresentam na sociedade portuguesa todos os dias de manhã quando vamos para a casa de banho.

Procurámos falar claro, claro, não só porque se ouve melhor, não porque é de dia, mas porque queremos, todos nós, falar sobre as consequências negativas da liberalização do aborto, (Porra! Mas qual???)

Tem sido uma campanha sustentada na ciência, cansativa, abrasiva, fenomenalmente estereotipada, gritante e nos progressos recentes da medicina alternativa, ou da frente. Tem sido uma campanha positiva e em crescendo, assim como o sexo do meu marido.

É-nos, é-vos, é-los, et cetera, agora, pedido um último esforço, (Leite?!) de modo a consolidar, mesmo abetumar, o campo do “Não” come si como sa, que pode e deve constituir uma sólida, abetumada maioria onde se reconheçam, conhecem mesmo os Portugueses com bom senso, moderação, os frouxos e de espírito de equilíbrio, dentro da idade do armário e justiça, sendo de cortiça, na Apostiça, o raio da miúda!

Nos últimos meses, dentro dos melhores, os argumentos do “Não” come si como sa fizeram o seu caminho, o deles, dos mesmos, ou outros, aumentando na população pigmeia portuguesa o sentimento de culpa non troppo contrário ao aborto ao ar livre até às 10 semanas incluindo as que se fica de molho – sem limites, radical, tipo Bugee Jumping, nem condições, que se digam dignas de quem nasceu “bem” e sem ter em conta os direitos, ou esquerdos, de ser humano em desenvolvimento para os lados – que o “Sim” alright propõe às vezes.

Na sociedade portuguesa, tida como série, é hoje claro, quando de dia, que, que, que, no, feto, feto, feto, no, bebé, bé bé bé bé, bebé, no filho, filho, filho, há vida, uma vida, a vida, essa vida, aquela vida, a mesma, a outra, que desde o 20º dia, o dia em que começam a escola da vida, tem coração a bater e pode beber uns canecos. Que se mexe e remexe, joga à bola e enerva. Que sente, mente, rente, o pente e reage a todo o tipo de insultos, bem… todos não, os em Finlandês não.
É ciência que o diz, e rediz, malha, recalca, grita, chora, verte, engasga, é cada mãe que o sabe a morangos com chocolate.

É hoje claro, mais uma vez de dia, bem, neste caso por de ser de noite, na sociedade portuguesa, que o aborto é em si, em mim, ou neles, mesmo um mal, brutal, anormal, no Seixal, e que cheira mal, um mal que vem por bem, ou não, que causa traumas, lesões do miocárdio muitas vezes irreversíveis na mulher do Padre.

É hoje mais claro (bolas!) na sociedade portuguesa (chiça!) que à preocupação (caneco!) do “Não” come si como sa com a defesa, sendo mesmo guarda-redes, do ser humano em desenvolvimento quando espicaçado por uma prostituta, e com a mãe e o pai responde o “Sim” alright com propostas radicais, surfistas, freestyle e extremas: o que o “Sim” alright propõe é uma liberalização, tipo consumo mas não comercialização, do aborto até às 10 semanas, nem mais um minuto, sem condições, ali, na rua e limitações, à bruta, por trás. Muitos Portugueses, eu diria quase todos, com moderação, e frouxos e bom senso, não tento, têm cada vez mais dúvidas e dívidas, sobre o fundamento de uma liberalização, tipo consumo mas não comercialização, em que o aborto (QUAL?) se pode transformar em mero contraceptivo, tipo de borracha, ou até de látex, mas só para quem tem pénis pequenino.

A maioria dos Portugueses que vive com dificuldades não vê como um bem, nem vê com prioridade, fazer abortos a custarem rios de dinheiro, nem a utilização dos seus impostos, os de quem pagam, para financiar a prática de abortos (Ah! Já são mais que um) que responsáveis governamentais, querem fazer, ou mandar fazer, querem também encaminhar para clínicas privadas, as mesmas que são geridas pelos próprios que dizem não. Tudo isto, ou aquilo, note-se, ou moede-se, num pais em que o Serviço Nacional de Saúde e afins, face à doença de pitágoras, tem enormes listas de espera, com pessoas menos doentes por serem tocadas por outras, num acto de desespero sagaz, faz cortes à bruta, sucessivos nas comparticipações comparticipadas e apresenta a seguir filmes também disponíveis no seu vídeo clube, muitas deficiências de funcionamento, devido à má lubrificação, pois usam preservativos de baixa qualidade.

Por fim, (ufa!) é hoje, ontem e amanhã, na sociedade portuguesa que a liberalização, tipo podes consumir mas não pode comercializar, do aborto, esse grande maluco, leva a um aumento exponencial, elevado a quinze, do número zero, de abortos (engraçado, não sabia…). Foi esta a experiência, muito gratificante, de outros países europeus em evolução no consumo, que liberalizaram o aborto (Outra vez??). Em Espanha, aqui mesmo ao lado onde a lei é igual à actual mas fazem abortos a torto e a direito e ninguém quer saber, por cada 100 nascimentos realizam-se hoje 19 abortos (Se aparecer mais uma vez esta palavra, grito!); em França, terra de rotos, por cada 100 nascimentos coitados, realizam-se hoje 27 abortos (Ora ai está! Devem ser bem mais!); em Inglaterra, por cada 100 nascimentos, onde é altamente improvável realizam-se hoje 29 abortos (Eu avisei! AAHHHHHHHHH!!!). Não é esta a sociedade que os Portugueses querem construir para os nossos filhos, não? Então? É qual? Um onde os podre de ricos fazem o que lhes apetecem? É isso?

Estas questões centrais, diga-se do meio, mesmo do seio, ou seja, da teta – e existência de vida humana noutros planetas, ou então da intra-uterina; mas sem urina, o trauma que o aborto (é cansativo ouvir esta palavra tantas vezes!) causa à mulher, ao pai da mãe, bem como ao vizinho, e a todos nós que queremos ajudar a decidir, ou até mesmo decidir por ela; o radicalismo, os serial killers, os matadores de toiros, os pescadores, os treinadores de cães, os que oferecem flores e que as matam, que corresponde à procura de liberalização, tipo consumo, mas não comercialização, do aborto (essa nova palavra, nunca ouvida); o desvio de prioridades na política de saúde em Portugal e na China; e o aumento do número, 10, ou 36, sendo este o meio da sorte, sendo também o de abortos (Olá!) com a liberalização, tipo … etc… – explicam o crescimento do Não” come si como sa.

Deve também assinalar-se a diferença, o direito pela mesma, na natureza e na cidade, e na atitude da injustiça na cortiça, entre a campanha do “Não” come si como sa e a campanha do “Sim” alright.

A voz do “NÃO”, é a voz de grupos matreiros, que querem o que dizem que querem mas não consegues dizer o que querem mesmo, sendo essas as verdadeiras intenções, já os grupos cívicos, ou civícos, que nasceram directamente da sociedade civil, sendo esta a conclusão de uma mestrado do Sr. Dr. Prof. Esmago o Nabo, num exercício de cidadania em 3 actos, de milhares de mulheres, nascas e homens de Portugal e arredores. Interpretando o referendo, da forma mais directa, os nossos queridos amigos, falam numa língua morta, como o instituto por excelência da participação cívica, não civíca, dos cidadãos, não dos cidadães, os grupos cívicos do “Não” come si come sa manifestam, pudicamente, a sua intenção de se masturbar em público, bem como a independência face ao poder político másculo e aos partidos aos bocados.

Representam um “Não” come si come sa que é moderado, adormecido, neurótico, novo mas velho, humano, coisa, glicémico e construtivo. Queremos proteger a vida humana e a minha mana, mas não ignoramos o problema, mantemos a distância correcta de uma mulher grávida em dificuldades, pois pode ser contagioso. Não apontamos o dedo a ninguém porque é feio; o nosso objectivo, sim porque o temos, é dar uma oportunidade ao meu amigo Vasco que anda lá fora a lutar pela vida e viu-se a braços com uma gaja marada grávida que está lá em a casa e é da vida, e estar ao lado da mulher em dificuldades que usa cinta quando está calor.

Pelo contrário, muitos Portugueses e Portuguesas, sentem na proposta do “Sim” alright, uma atitude, nefasta e positiva, mas aldrabada, mesmo fria, que banaliza e baliza; uma atitude unilateral, tipo, eu decido e não tens nada a ver com isso, de quem não faz uma única proposta, ou mesmo uma factura, para dar protecção à vida, não se dignando, nem se quer a contratar um serviço de guarda-costas baratos, que todos sabemos existir no bebé.

É também por isto que o “Sim” alright se afasta, dia após dia. Já o mesmo não se pode dizer da noite, um pouco mais do coração, esse órgão de grandes potencialidades, que tanta falta faz quando se está morto. E da sensibilidade das mulheres, bem como dos homens. E da sociedade portuguesa, ou seja, da Matria.
Queremos garantir que manteremos, até ao fim, mesmo que custe o dedo mindinho do pé esquerdo, o registo moderado, mesmo morno, mesmo sonolento, equilibrado, abananado, vigorado e sensível ao cheiro do “Não” come si come sa – porque é este “Não” come si come sa em que acreditamos e nos peidamos.

As campanhas do “Não”, não são, não, são “Não”, pelo são não, não, portanto uma mera repetição de argumentos. São dinâmicas, mesmo energéticas, de fazer dormir pessoal nas discotecas da moda e o “Não” come si como sa tem tido esse dom de fazer esquecer o quanto mijamos e o dinamismo também. Sabemos que os portugueses, povo esse que sabe sempre o que quer, se vai votar, dê lá por onde der, decidem com bom senso, com pimenta na língua, com equilíbrio, com vaticínio, com heroicíssimo, com valentia, com bravura, com javardice e com sentido de justiça, não só pela cortiça, como também… Sabemos que é o bom senso e não o incenso, que leva a maioria dos portugueses – mesmo a generalidade dos drogados e dos apoiantes do “Sim” alright – a ser contra o sexo anal, bem como aquela palavra que nunca ouvimos neste discurso: aborto. Sabemos, vemos, cheiramos, ouvimos, mordemos que o equilíbrio leva a maioria dos portugueses e portuguesas a desejar o sexo pelo sexo, mesmo que seja à bruta e uma lei humana e humanizante, já não concordando com os humanóides, ou mesmo com a inseminação vegetal, que proteja a vida humana e não ofereça, mas sim que seja paga às mulheres a falsa terapia do esforço sem dor, como solução do aborto (essa palavra bela!) livre que nem um passarinho.

Sabemos, concordamos e vemo-nos todos os dias impelidos em concorda que é o sentido de justiça, sendo a da aristocracia que leva a maioria dos portugueses a desejar o fim da pena pela pena e iniciar no próximo dia 11 de Fevereiro, do ano vindouro, uma decisão justa, mas junta: querem – queremos – quereis - proteger a vida, o mendigo, o feto, o beto, o embrião, o feijão, o bebé e o chulé.

Ao longo da toda a história, a campanha, que torna possível, procurámos explicar que, com, a, presente e actual lei, “Não” come si come sa, não há nenhuma mulher, nenhuma rameira, nenhuma prostituta e de novo, mulher em geral, presa por abortar, até mesmo por arrotar, que é proibido na casa da Guida.

O “Não” come si come sa coloca-se, põe-se mesmo, indiscutivelmente, indubitavelmente, inconstitucionalissimamente, in, do lado daquela maioria de Portugueses baratos, sem posses, que é contra a liberalização, do tipo, consumo ‘tá-se, mas vender é chibaria, do aborto (já tinha saudades) proposta pelo “Sim” alright; o “Não” come si come sa coloca-se abertamente, chegando ao nojo, do lado daquela maioria, essa mesmo, de Portugueses que não, “Não” come si come sa quer uma liberalização e já não falo do tipo – sem razões, sem tesões, sem verrugas, sem micas, mas com argolas, sem condições, sem sapatos e sem limites gordos, isto é, ou seja, digamos, a bem dizer, quer dizer, por outrem, é assim, sem ter em consideração, ou até mesmo um pingo de leite, sobre os direitos esquerdos do ser humano em desenvolvimento, como os putos na escola que fumam charros e não sabem o que estão ali a fazer – e que quer que a mulher do padeiro e do rico, seja ajudada a levar a sua gravidez até ao fim, mesmo que seja bastardo.

Hoje, que era naquele dia, a 3 dias do referendo, suculento, queremos renovar o APELO AO PELO lançado no início da campanha: o PELO PUBICO que lança o APELO à consciencialização vistosa, mas cheia de ramelas, dos portugueses e portuguesas, para o que está verdadeiramente, sem papas na língua, mas sim pastilhas, em causa neste referendo dinâmico.

A actual lei prevê, os nascimentos, bem como outras coisas, como a despenalização do aborto (onde foi que eu já ou vi esta palavra??) nas situações de perigo de ultrapassar pela direita, e da vida da mãe, risco no disco, que leva à repetição da palavra: aborto e bem como para a saúde física, taralhoca e psíquica da mãe da filha que não via de um olho e vivia no 11, que detinha uma malformação do feto, antes de ser formado e da violação, sem cordas, por parte de um cantor rock muito conhecido.
Estas situações previstas na lei actual, d’hoje, não “Não” come si como sa estão, são, estão em causa neste referendo, uma vez, duas vezes, três vezes e quatro, que se manterão inalteradas, estáticas, qualquer que seja, ou esteja, o resultado da consulta do Google popular, ou avançado.

O que está verdadeiramente em causa, é o preço do papel higiénico e quanto tempo duram as couves na arca. Já neste referendo, é a possibilidade de abortar (AHAHAHAH!!!) livremente, como se de uma flatulência se trata-se, até às 10/8 semanas, ou mais, sei lá… sem qualquer justificação dos pais relativa ao mau uso da palavra “massiva”, sem qualquer condição, pudor, vergonha e sem limite, tendo mesmo utilizado a palavra “biliões”. É a este valor que lutamos pelo direito de voltar a cá vir ao aborto, sem limites nem condições de usar a retrete, que os portugueses são chamados, de uma só vez a dizer “SIM” alright ou “NÃO” come si come sa neste referendo e em casa depois do banho.

No referendo de 1998 o “NÃO” come si come sa à liberalização do aborto e das drogas leves venceu, obtendo mais de um milhão trezentos e cinquenta mil drogados, como estranhamente, votos. Este resultado deveu-se ao empenho, empenhado, em empenhar, as coisas empenhadas em ser empenhadas, de muitos milhares de portugueses virgens, sem saber o que fariam sem sexo, sem prazer carnal, ou vegetariano, ficando comprometidos com a defesa da vida humana vegetariana e com a construção de uma pensão de 10 andares, na sociedade solidária pela solda de estranho. Nos últimos oito anos, fui duas ou três vezes ao Plateu, cerca de meia centena de associações de estudantes também, constituídas todas antes e depois de 1998, têm estado no terreno e na rua, a ajudar mulheres a serem mais fortes quando se alivia em público e as crianças em situações de risco, quando acompanhadas por pessoas de índole aceitável, mas afinal nem por isso. Foi criada, mamada, amada uma verdadeira rede de narcotráfico de apoio à maternidade marada, que assistiu mais de 100.000 partos só com um olho, em mulheres só com um braço e apoiou o nascimento de pessoas crescidas dentro de pessoas pequenas em mais de 10.000 bebés, e que é hoje uma realidade abstracta concreta de resposta surda ao flagelo em novelo do aborto (tinha que ser…).

É este o nosso caminho.
É este o nosso carrinho
É esta a nossa confiança.
É esta a nossa herança
Será esta, no dia 11, a nossa VICTÓRIA!
Será esta, no dia 11, a vossa chicória!

No Domingo vamos dizer sim à vida!
No Domingo vamos dizer sim à Guida!
Vamos, todos, votar, “NÃO” come si come sa para dizer sim à vida do gajo que está com pena de morte!
Vamos, todos, votar, “SIM” alrigh para dizer sim ao sim de ser sim pelo tema em epigrafe é preciso que se note, que gosto de comer o teu pacote!

Um abraço na bochecha.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007

Como é possível gostar desta merda???

Pois é... EU ADORO!!!

Mudhoney

Mudhoney- Suck you dry

Mudhoney - It Is Us

Mudhoney with Kurt Cobain

Mudhoney - Blinding Sun
http://www.youtube.com/watch?v=wJzp-ugIk8E
Mudhoney - Into The Drink

Mudhoney - Take it like a man

Mudhoney - Generation Spokesmodel

Mudhoney - Let It Slide

Mudhoney - Judgement, Rage, Retribution And Thyme

Mudhoney - Here Comes Sickness

terça-feira, 23 de janeiro de 2007

O que é ser estranho? É igual a ser forte?

Irmãos Catita

Irmãos Catita: Drogado



Mr Bungle

Mr. Bungle - Quote Unquote

Mr Bungle Air Conditioned Nightmare

Don't be Mr. Bungle


Mucky Pup

Mucky Pup - Own Up For What You Say

sexta-feira, 19 de janeiro de 2007

quinta-feira, 18 de janeiro de 2007

É gordo de magro...

FatBoy Slim

Fatboy Slim - Right Here, Right Now

Fatboy Slim - Weapon Of Choice

Fatboy Slim - Ya mama

Fatboy Slim Funk Soul Brother

Fatboy Slim - Wonderful Night

Fatboy Slim - Praise You

The Joker - Fatboy Slim

Fatboy Slim - 'Champion Sound' Video

Fatboy Slim "Mickael Jackson"

Fatboy Slim - Sunset (Bird of Prey)

Fatboy Slim - Slash Dot Dash

Fatboy Slim - That Old Pair of Jeans

Fatboy Slim - She nuft

terça-feira, 16 de janeiro de 2007

Quem?

Sepultura

Sepultura - Arise

Sepultura - Roots, Bloody Roots

Sepultura - Inner Self

sexta-feira, 5 de janeiro de 2007

Café e Maionese vs Pastilha e diospiros.

Como isto”Café e Maionese

Se pode tornar nisto:

Pastilha e diospiros.

Um stôre de Matemática diante da sua turma, sem cagar à dois dias, dá o peido mais mal cheiroso do dia e pergunta se ouviram, os alunos estarrecidos, respondem em uníssono: Sim!

O stôre pegou numa caixa de diospiros e come-os todos, a uma velocidade estonteante e pergunta, mais uma vez, se ouviram. Os alunos, não compreendo a pergunta, respondem em medo: Sim…!

Logo, o stôre apanhou uma pastinha elástica do caixote meteu-a na boca e fez um enorme balão, rebentando de seguida, perguntando de imediato aos alunos se tinham ouvido, ainda não tinha acabado de perguntar, já respondiam: Sim!!!

O stôre em seguida, sem que ninguém desconfiasse mijou no vaso ao lado do quadro e perguntou a todos se ouviram, sem pestanejar e misturado com gargalhadas, retorquiram que: SIM!!!

Quando as gargalhadas terminaram, o stôre comentou: “Quero que percebam que estes actos são todos irreflectidos e que o peido simboliza o que eu tenho que aturar de vós, os diospiros simbolizam como eu fico com a boca quando tenho que passar alguns de vós imbecis, a pastilha elástica tirada do caixote simboliza os vossos pais e por fim o mijar aqui no vaso não simboliza nada, apenas estava com vontade e não vos posso deixar aqui sozinhos porque senão roubam tudo.”
“Se invertesse-mos a ordem de aparição dos factos que acabei de referir, teríamos um problema grave de incompreensão temporal anormal, por isso, quero-vos todos dentro deste frasco em dois segundos!”
Um dos alunos pergunta antes de entrar: “Mas porquê um frasco?”
O professor sorriu e disse: “Achas que eu não sei?”

Assim, quando mandais vossos filhos para a escola, lembrai-vos dos professores e não lhes dêem muita comida, aos professores é claro.

O grande Ganesha e o velho

Na tina, maltratava a pulga com uma pinça aguçada, lá bem no canto, tapado pela sombra do projector, também estava o meu elefante pigmeu, o grande elefante vermelho. Como sempre, fiz com que tudo parecesse uma grande encenação, com fogo e tudo, os aplausos vinham do céu, pareciam querer dizer algo, como por exemplo: És o maior! O Senhor! És o mais poderoso de todos!
Continuei ignorando tudo e todos, quanto mais o faziam, quanto mais pediam que me curvasse, quanto mais pediam que maltratasse a pulga, que pedia insistentemente que a fizesse sangrar pelas orelhas, mais os desprezava. Chamei o elefante, já em desespero e o publico rugiu, num só tom: Mata! Chamei-o, mas… as lágrimas grossas caíam-lhe pela face trombuda e vermelha, o grande elefante vermelho, teve piedade da pulga.
A grande questão:
Porque o elefante teve piedade “desta” pulga? Era a milionésima vez que o fazia, uma pulga era uma pulga, algo repugnante, que o amaldiçoava há séculos e pela mesmíssima razão, as torturava e as esmagava, com um olhar de ódio. Mas… esta… não. Olha-a nos olhos, pediu que se levantasse e o desafiasse, numa grande luta de titãs. A pulga e o elefante, na minha tina, ao som de tambores tribais, e de gritos de incitação, de pedidos de misericórdia para a pulga e outros tantas de morte para a mesma. Avançam, a passos de guerreiro, com corpos nus, sem armas, sem nada que os proteja, sem nada que os faça sangrar, a não ser as próprias mãos, avançam. É intenso!
O combate sangrento começa!
O elefante sofre um golpe severo no olho, uma dentada bem aplicada por parte da pulga, mas o grande vermelho, forte como um toiro bravo, investe com tudo e com a astúcia de uma raposa, num golpe de equilibrista, consegue prender a pata de trás da pobre pulga, um grito de espanto solta-se na sala. OH!!! O gesto é de todos o mais belo de sempre do grande vermelho, como todos lhe gostam de chamar, Ganesha, os mais pequenos chamam-lhe, Ganinho. A pulga, de olhos esbugalhados, súplica por misericórdia, mas o velho elefante, já farto de tanto aturar aquela imbecil, levanta a outra pata e fazendo pontaria, baixa-a ao mesmo tempo que a luz se apaga, ouve-se um grito abafado, há um silêncio sepulcral na sala. Acende-se a luz e uma pequena mancha de sangue emerge na tina. Choros e uivos, misturados como aplausos e gritos de bravo, ecoam por toda a sala e corredores, excepto uma pessoa, que olha com desprezo. Um homem velho, agastado pela vida, de olhar pesaroso, lá bem no fundo, que conhece este número muito bem, que já o viu mil e uma vezes, o qual profere as seguintes e singelas palavras:
- Ainda se viu o elefante a bater com a pata no chão e ao lado da pulga. É incrível! Por mais que façam isto, nunca o farão como eu fazia.
E o velho elefante, ouvindo-o, olha-o com um olhar murcho, de quem quer que volte, quase suplicando. Apercebendo-me disso, com raiva, bato-lhe com o minúsculo chicote e grito:
- Anda! Salta e agradece os aplausos!

quinta-feira, 4 de janeiro de 2007

Sing a song

Comme Restus

Comme Restus - Morte aos ciclistas

Comme Restus - antonio

Comme Restus - Amandame com a Paxaxa Pus Dentes



Butthole Surfers

butthole surfers - pepper

Butthole Surfers -Hurdy Gurdy Man

Butthole Surfers - Hey

Butthole Surfers - Nigerian Elvis

Butthole Surfers - "Jimi"

Butthole Surfers Dust Devil

Butthole Surfers - Locust Abortion Technician Promo

terça-feira, 2 de janeiro de 2007

Estranho caso

Segue um carro pela estrada, errante, sem eira nem beira, mas segue certo, dentro do carro, duas uvas, uma verde, ou escura, vermelha, muito escura, das escuras mesmo, cada uma no seu banco. O Sr. A, que levava a sua peculiar luva branca na mão direita, pensou em usar a uva branca como forma persuasora, para que a Sra. V se desse ao trabalho de abrir a janela, podendo assim, pedir indiciações onde levar a uva, escura, preta mesmo, a caminho do hospital, pois padecia de uma grave enxaqueca, acompanhada de dois furos no abdómen. Ao fim ao cabo, seriam, o Sr. A e a Sra. V, actuais tutores de tão belas peças da natureza, tendo tamanha responsabilidade, só uma coisa poderia ser feita, acompanhar de uma forma séria e honesta, ambas.
Não compreendo o desprezo, comeram as uvas, com lágrimas no olho, já o vidro do carro, que nunca funcionara, continuou impávido e sereno, como se não tivesse tido qualquer tipo de responsabilidade, o desprezo, a indiferença, tudo fruto de vários anos de trabalho, árduo, mas sempre muito mal remunerado.
Não há moral, pois a história repete-se dias depois, mas desta vez ao contrário e as uvas vingaram-se, pois tratavam-se dos pais biológicos.
A vingança, nada aprazível nos meios de comunicação estrangeiros, sendo estranhamente condescendentes neste caso horrível de sangue pelo sangue. Não foi notícia em lado nenhum, bem… não foi bem assim, o Correio da Manhã tinha uma pequena notícia na página 7.
“Uvas matam”!

Ordem das coisas

Em cima de uma sebe estava um marmelo, marmelo amarelo, era verde, mas depois ficou amarelo, o mesmo se passa com a sebe, mas por razões contrárias.

Quem quer?

Foo Fighters

Foo Fighters - walking after you

Foo Fighters Resolve

Foo Fighters - All my life

Foo Fighters - Best Of You

Foo Fighters - Learn to fly

Foo Fighters - Low

Foo Fighters - everlong

Foo Fighters - Breakout

Foo Fighters: DOA

Foo Fighters-my hero

Foo Fighters - Monkey Wrench

Foo Fighters - Times like these

Foo Fighters - Big Me

Foo fighters- times like thse featuring Jim Carrey

sexta-feira, 29 de dezembro de 2006

Uma coisa que me marcou muito este ano

Bauhaus - Transmission (Cover) (esta arrepia muita gente, em especial eu e uma outra pessoa- É pena que no Youtube esteja que esta música foi gravada no Coliseu do Porto... MENTIRA! Como alguns devem saber, foi no Paredes de Coura 2006, basta ver que está a chover)



Desculpa, esta é para ti...

And now for something...

Audioslave

Audioslave - Cochise

Audioslave - Show Me How To Live

Audioslave - be yourself

Audioslave - Like a stone

Audioslave - Original Fire


Cypress Hill

Cypress Hill - Lowrider

Cypress Hill - Trouble

Cypress Hill-Insane In The Brain

Cypress Hill - Dr. Greenthumb

Desatinos de uma noite de Inverno.

E o que dá na RTP numa noite de 28 para 29 de Dezembro de 2006? Academia da Polícia 2. VIVA!

O egoísmo é de tal forma grande, que até as paixões são desencontradas. Mas depois, quando as há, pensamos se serão mesmo reais. Mas podemos sempre estar alienados disso tudo e viver só com amor uns pelos outros, gostando mais de uns que de outros, mesmo chegando a adorar

Por falar em cervejas, que é feito da Green da Super Bock? Assim se vê as marcas…

E porque nunca encontrei “A” na “noite”?

E como será o mundo sem tabaco?

Venho ouvir música e beber copos, e tu?

Se está frio o problema é dele.

Amiga, cheguei a apaixonar-me por obrigação, por isso, puta que pariu!

Mar y sol, estão tão longe, mas a areia está já aqui, para quê tanta dor no olho? Eu não te fiz mal. Se há asneira que se possa dizer é merda, já as outras…

Porque tenho sempre a ideia da “paixão do liceu”? Será porque correu mal?

Pensamentos a 250 € o minuto!

quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

Mais e mais e mais e mais!

A Perfect Circle

A Perfect Circle - Judith

A Perfect Circle - Three Libras

A Perfect Circle - Weak and Powerless

A Perfect Circle - Imagine

A Perfect Circle-The Outsider

A Perfect Circle - Passive

Tool - Third Eye - Parte da letra

"See, I think drugs have done some good things for us, I really
do, and if you don't believe drugs have done good things for us,
do me a favor. Go home tonight and take all your albums, all
your tapes, and all your CDs and burn 'em. Cause you know what?
The musicians who made all that great music that's enhanced
your lives throughout the years? Rrrrreal fuckin' high on
drugs."

terça-feira, 26 de dezembro de 2006

Prendas? Que prendas?...!

Interpol

Interpol Obsticle 1

Interpol-Cmere

Interpol - evil

Interpol - pda

Interpol - nyc


Editors

Editors - Munich

Editors - Blood


Eagles Of Death Metal

Eagles Of Death Metal - I Only Want You


Tool


Tool Aenima

Tool - Eulogy

Tool-Hush

Tool-Prison Sex

Tool-Sober

Tool-Schism

Tool-Stinkfist

Tool-Parabola

Tool - The Pot

Tool-Vicarious



Para já vão só estes. Bons vídeos.

segunda-feira, 25 de dezembro de 2006

sábado, 23 de dezembro de 2006

Eu sei que não é muito original postar isto...

...pois todos já conhecem, mas é de mijar a rir!



Parabéns Nilton!

Conto de Natal

Era uma vez um, ou mesmo O Pai Natal, este era diferente de todos os outros, sentia-se dono de toda a plenitude omnipotente Do Pai Natal, sentia que era de facto O Pai Natal – a bem da verdade só pode existir um – sabendo, ou pressentindo este estado de espírito, ou esta força interior, resolve ir à casa de banho. Sabia que tinha de fazer algo para aniquilar todos os outros impostores, mas sem ferir susceptibilidades. Assim, e depois de limpar bem o rabo, tomou banho 10 vezes, secou-se, penteou-se, secou-se de novo, ajeitou as vestes, que lhe faziam parte da pele. Este era o grande trunfo Do Pai Natal, pois todos os outros se despiam, O verdadeiro Pai Natal, trás as veste como se fossem a sua pele, aliás, fazem parte da sua pele, não se conseguindo diferenciar, ou não se sabendo muito bem como saem. A única coisa que era amovível era o gorro e as luvas, bem como os sapatos, mais de resto tudo era inamovível. Montou-se no seu veículo e rumou à maior cidade do universo. Era lá que iria perpetrar o seu grande plano, tornar todos os impostores em seres verdes, sem cabelo e com altos índices de cabelo nos pés, sim, cabelo e não pelo. Voou à velocidade perto do som, pois a sua audição nunca foi das melhores. Quando lá chegou pensou nos pobres coitados que o fazem e arrependeu-se. Fez só uma aparição em público todo nu, mas não lhe deram o devido valor, pois não sabem do real poder do que significa estar nu para O Pai Natal. De facto a única coisa que conseguiu foi uma valente constipação, ao andar descalço em plena rua e sem o gorro, da sua sempre impecável pele/roupa.
Triste e desconsolado, volveu a casa, cheio de ranho, à velocidade que lhe deu mais jeito e mais uma vez, foi o único, tirando os taxistas, que trabalhou na noite de consoada.
Um grande bem haja para Ti, Pai Natal!

PS: Não te esqueças de usar desodorizante este ano, ok?

sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

VIVA URRA!!!

VIVA!!! URRA!

VIVA URRA! YES! ESTAVA A VER QUE NÃO!!! VIVA! ABRAM ALÁS! ELES JÁ SÃO MAIORES!!!

YES YES YES YES YES!!!

SIM! MAIS! MAIS! SIM!

Maiores!

PS: Sim, com quase um dia de atraso, mas as comemorações continuam, aliás, ainda agora começaram!

quinta-feira, 21 de dezembro de 2006

Constatação matinal

VIMECA!

E porque não ficaste lá???

quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

Mestre

ALUNO: Mestre, como posso eu ser o mais esperto da escola, se outro dia cai num buraco…
MESTRE: Meu filho, não acredites em tudo o que te contam. Pensa antes como podes ser esperto e ter boas notas e mesmo assim não seres a pessoa mais exógena do mundo, já pensaste nisso?
ALUNO: Claro que sim Mestre. A minha exogenia é pensada todos os dias, não só por mim, como pelos meus botões, os quais faço sempre o mais aprumados possível. Explique para eu entender, que não sei o que fazer, como posso eu relacionar o entrar no buraco, com a esperteza, correlacionado com a minha capacidade e ser exógeno?
MESTRE: É fácil meu filho!...
ALUNO: É?
MESTRE: Sim, é….
ALUNO: Como assim?
MESTRE: É…
ALUNO: Ah! Pois já sei.
MESTRE: Vês como é fácil!

Dois anos de prática, são o estrito necessário, para saber o que se diz.

terça-feira, 19 de dezembro de 2006

E depois de uma noite pacata...

Q: Qual a palavra que mais se utiliza antes de morrer?

R: Foda-se...

terça-feira, 28 de novembro de 2006

Planeta dos homens

Hoje acordei de manhã com uma ideia fixa, vou comprar um humano doméstico.
Assim fiz. Primeiro fui comprar comida e uma trela, o pobre coitado tem que se alimentar e não pode andar por aí solto. Fui à loja de humanos mais próxima. Sempre tive uma fixação por raça grande, vamos ver se têm. Mal cheguei lá apaixonei-me pelo maior humano que lá estava. Ainda era pequeno, mas pelo tamanho da tíbia, seria por certo um bom espécime e bem grande, era mesmo isso que eu queria. Só tinha receio que fosse um pouco agressivo, mas o dono da loja tranquilizou-me de imediato. Disse que esta raça é muito afável, óptima para ter num apartamento e são pouco movimentados. Eu já tinha lido umas quantas coisas acerca de raças grandes e o pior é o alojamento e a comida. De qualquer forma estava decidido. Trouxe-o. Tão giro! Tão querido, tão fofo. Escolhi macho, pois as fêmeas são um problema. O período e a operação para laquear trompas, mesmo assim preferia fêmea, mas macho é melhor. Pensei em comprar uma casinha para o transportar mas como crescem tão rápido, é deitar dinheiro fora. Meti-o na bagageira, muito sossegado, lá foi. Com um olhar muito meigo. Tinha 3 anos, mas num instante ficaria com 15 e ainda bem, é a idade que eu gosto mais. Comentei outro dia com um estranho, que precisava de comprar um humano doméstico, ao que ele prontamente disse para eu não me preocupar quando for velho, pois posso o mandar abater e assim não teria que me preocupar com todos os problemas que assolam os humanos domésticos na velhice. Achei aquilo muito mau e quando o humano doméstico chegar há idade de 45 anos vou doa-lo a uma instituição de caridade para trabalhos menores, pois necessitam sempre de alguém para ajudar nalgumas tarefas.
Cheguei a casa e mostrei-lhe logo a varanda onde ia ficar, sentou-se logo no banco e pediu comida. Que giro. Que fofo. Pedi a ele que tivesse paciência mas primeiro ia guardar tudo e tomar banho, só depois podia dar-lhe comida. Choramingou um pouco, mas depois de uma festa na cabeça e uma palmadas no rabo lá sossegou. Fechei a varanda e fui. Arrumei as coisas todas, despi-me e fui para o banho. Tinha que arranjar um nome para o bicho e o banho iria servir como inspiração. Pensei em Banzé, Chinês, Frasco, Óleo, pensei em tantos, mas nenhum me soava bem. Até que um rasgo de inspiração me varreu a cabeça. Atum! Isso mesmo! Atum! Ideal! Ó Atum isto, ó Atum aquilo, Atum anda cá, toma Atum, vai buscar Atum, soava mesmo bem e assim ficou... Atum! Acabei o banho, sequei-me, vesti-me, fui para a cozinha preparar a primeira comidinha dele. Estava tão feliz, tinha satisfeito o meu grande desejo, ter um humano doméstico. Estava tão sossegado, ainda bem, assim é que eu gosto, sabe onde tem que estar e é sossegado. Abri a porta da varanda e qual não é o meu espanto quando vejo o chão todo cheio de fezes. Fiquei pior que estragado, mesmo fulo. Eu todo contente que lhe ia dar comida e vejo aquilo, deu-me cá uns vómitos! Atirei a comida para o chão, dei-lhe duas valentes palmadas onde calhou, disse-lhe para nunca mais fazer aquilo e fechei a porta com toda a força! Estava mesmo muito chateado. Compro um animal destes para ficar bem e fico assim...?! Isto não está a começar bem! Fui para a sala e deixei-o estar, choramingou um pouco, mas depois calou-se. Liguei a televisão, mas não consegui ficar muito tempo, algo me perturbava. Fui outra vez à varanda, o pobre coitado estava a comer a comida do chão e o resto que estava na tigela, olhou para mim com um olhar de terror e saltou para trás, bem para o fundo da varanda. Coitado, estava cheio de medo de mim, não compreendi porquê e aproximei-me. Encolheu-se cada vez mais, cada vez mais pequeno e quando lhe toquei todo ele tremia. Que estranho, o que lhe fizeram para estar assim? Devem tê-lo tratado muito mal, tive tanta pena dele. Mas não podia ceder, ele não podia ficar dentro de casa. Uma ou outra vez sim, mas não logo na primeira. Apanhei tudo do chão, lavei o chão, fui buscar mais comida e pus a tigela no chão. Chamei-o, mas não vinha, passei-lhe a mão pela cabeça e falei com ele com calma, olhou-me nos olhos e disse: Se um dia me quiseres como animal de estimação, terás que me respeitar! - e saltou pela varanda do meu 5º andar, estatelando-se no chão do passeio e morrendo de imediato.

Uma coisa é certa, eu como humano superior não compreendi o que aquele humano doméstico me quis transmitir, mas serviu como emenda. Humanos domésticos em casa? Só com uma rede na varanda!

sexta-feira, 24 de novembro de 2006

Se

Seo sepau seda sebandeira, seque sehasteia sevezes sesem seconta sea sebandeira, seque sefica sefirme secom seo sevento sede senorte, sefaz secom seque setodos senos sesintamos semais sealegres, semais sepreparados separa seenfrentar seo sefuturo seque sese seadivinha secom sesorte, semas senegro, sevisto seque seresolvi seusar seesta sevenda separa secomer seespargos, severdes, senão sede secor.


Searrebento setudo seo seque sese semete sena seminha sefrente seestico seo sededo separa sepedir seboleia, semas sesenão seconsigo sefazer seuma secara seséria, sesó seme sesai seesta seque setenho, senojenta see semal sefeita, sesem sejeito see sedisforme seque seo serabo, seou secu, sede seuma sevaca sevelha.

Tipo, se bem!

quarta-feira, 22 de novembro de 2006

No Means No - Big Dick



Like a monkey in the zoo
You’re half gorilla too
When you pound it with your fist
And make it real stiff
Big dick
Gotta cover your mistake
Your bloody outtakes
So you dip it in the wine
And make a holy sign
Big dick

Big dick! Come quick
Big dick! Come quick

Well you’re running up a tree
You’re trying not too sream
But you are pounding on your chest
Like you wipped the best
Big dick
The rivers of blood
You’ve spilled have turned to mud
Now the flies are buzzin‘ round
Don’t it make a loud sound
Big dick

Big dick! Come quick
Big dick! Come quick

It won’t be long
Till those bad bits are gone
It won’t be long
Till those bad bits are gone

Now we are sitting by the fire
But daddy’s getting tired
`cause hes drunk the whole crock
now he’s got a limp cock
Big dick

Big dick! Come quick
Big dick! Come quick

No Means No - The Tower



The sword of thruth is just another weapon
Let me live for one more second
I see a woman she’s holding flowers
A bouquet of roses that are blood red
From a burning building, a man leaps to his death
I stand above these mansions of the death
Red tombs and above us looms
The Tower

I see red
I see a tower against the sky
Beneath a red unblinking eye

Radiowaves curve and cross
I stand below them – Lost !
Above me is a black obelisk
And the dangers that i risk
Here gather the ghosts of the mind
That tear my heard and here i find
All that traps that have been set
Everything i would forget, beneath
The Tower

I see red
I see a tower against the sky
Beneath a red unblinking eye

Violence is close at hand
You are damned if you do
And if you don’t – Dammed !
A red eye, A tyrant full of hate
Glares from the sky, It’s captive state
If it should blink ordeviate
A thousand words would obliterate
I do not move, nor do i speak
Beneath that hard and pitiless peak
Of concrete , steel and antennae wheels
The Tower

I see red
I see a tower against the sky
Beneath a red unblinking eye

No Means No - Real Love

(Sorry, no video... mas fica a letra, que é linda!)

Real love is scary
You try to hide when it looks for you
You never know what it will do
Not real love
Not real love
Real love is a long stone bed, he said his face a mask of indifference
And it don't care about me or you
Not real love
Not real love

Real love on a sunny day is a crow on a telephone pole with something to say
And you feel like someone has just walked on your grave
That's real love That's real love
The glory of love The glory of love
That precious rain that falls from above
First a gentle murmur that calls from the heart
And then a great wind that will blow you apart
That's real love
That's real love

Like a ghost it will pass right through you
A spirit that lives on when you are through
And there is nothing that you can do
The wind in the trees
The smell of wet leaves
The rumble of a passing truck
A streak of blood
Please forgive me for what I ve done to you
And lord forgive me for what I m going to do
In the name of...

Real love is scary
You try to hide when it looks for you
You never know what it will do
And it don't care about me or you
And there is nothing you can do about real love anyway,
That's what I heard a crow say but who cares what a crow say anyway?
Especially about something, something something so strictly personal (real love)
Can you feel it? Can you feel it?
That wind on your face
You can get down on your knees and pray
But nothing that you do or say will make it go away (real love)
It's like thunder,
Like lightning the way
You love me the way you love me
The way you love me it's frightening

No Means No - Small Parts Isolated And Destroyed



It's been said before but I ll repeat it
Don't you feel like you've been cheated?
It's been shoved down your throats, you eat it
They say it's true, you believe it

chorus:
Small parts isolated and destroyed
See the big boys play with their toys
There is one thing I will never do
Trust you
There's one thing that I have learned
All god's children will get burned
And if it comes down to me or you
Who do you think I will choose?
What's the deal? 50% of the door?
Well, then, come on in, come on in for more
What's that you say, we get a guarantee?
Then fuck right off, you mean nothing to me
Isn't this a sweet romance so why don't you get off your ass and dance?
"What about me? What about me? Can I get in for free? Can I get in for free?
You know me, you remember me
Can I get in for free? can I get in for free?"
Come on in! Come on in for free!
Don't mind the heat, don't mind the smoke
All that screaming? It's just a joke all that screaming?
Nah, it's just a joke come on in! Come on in for free! Come on in!
It's on me! The joke's on me
I'm tired of being close and feeling abused
And all those deep discussions make me wanna puke
And you're all going to see a lot less of me
I'm not the comrade that you hoped I d be

chorus:

Everybody's in the groove filling the dance floor,
Two by two (hey boy, I might want to fuck you) (hey girl, I might want to fuck you too)
There's liquor on your breath and magic in the air
Now we're really going to get somewhere
This is for all you girls and boys
Small parts isolated and destroyed
It's too late baby It's too late man oh baby, oh baby
You've been beaten up inside
You've been beaten up inside
That's the high point of your life
That's the high point of your life
I was beaten but I died (or is that just another lie?)
It's been said before but I ll repeat it
Don't you feel like you've been cheated?
It's been shoved down your throats, you eat it
They say it's true, you believe it
Small parts isolated and destroyed
I'd rather die than be a toy
There is one thing I will never do
Trust you

No Means No - State Of Grace



First I told to myself there was no more than the sound
Of the wind through an open door, and if no one
entered it was no crime? at least it was none of
mine, and all I saw I kept at bay, an empty heard
in an emtpy space, there was no reason for me to
live, I had nothing to give, nothing to give.

I closed my eyes and to my surprise my heard
was beating I was still alive
Was there really nothing I could do?
No, it can’t be true!
I’ve been lying to myself, lying to myself for so long
I’ve been lying to myself, lying to myself
And it can’t go on
Cause I’ve lying in state, I’ve been lying in a state of grace
I’m lying in state
I’ve been lying to myself and it can’t go on

At first I tried to blame the world for all evils
That were unfurled, flags of sin blowing in the
Wind over church and state, the rich and the
Great, but when I listened all I really heard was
My own voice and my own words, sometimes
Begging for love, sometime screaming with
hate, screaming with hate

I don’t trust that voice in my head, it’s not mine it’s the voice of the dead
And why do you ask me what I think is true?
I learned it all from you!
I’ve been lying to myself, lying to myself for so long
I’ve been lying to myself, lying to myself and it can’t go on
Cause I’m lying in state, I’ve been lying in a state of grace
I’m lying in state
I’ve lying to myself and can’t go on

In the end, you are my only friend and all I see is you,
and all I have to give, my friend, I will give it to you.
Who do I mean? Who am I talking to?
How could it be more plain to you? Wake up.
Look in your heart. Who are you? What is your name?

If I take a shit in your perfect world it’s only so
You’re know me by my smell
And though you turn away like you don’t understand
You know all too well
You don’t want to look, you don’t want to touch
You don’t want to pay cause it costs so much
You just smile and wish me well
Well, you can go to hell!
Cause I’m lying in state, I’ve been lying in a state of grace
I’m lying in state
I’m lying to myself and can’t go on

segunda-feira, 20 de novembro de 2006

Tenho um plano

Julgo estar certo com o que penso ser um dia de merda, mas mesmo assim não sei o que possa fazer para contrariar o quer que seja, havendo forma de eu dar a volta, ou de outros o fazerem, mas em ambas, será sempre de uma forma bem enervante.
Junta-te a nós, forma um grupo grande, vamos batalhar para dar a volta a isto tudo, tentar com que possamos estar melhor, mesmo que seja só por breves instantes, ou até mesmo uma vida. Tentemos, mas não vamos ficar de braços cruzados e aguardar que tudo seja decidido por outros, que não tentemos também ter uma voz mais activa, pois se estamos descontentes com o trabalho dos nossos representantes, teremos que lhes dizer, têm que ser chamados à atenção, tal como fazem connosco.
Há uma forma bem rápida deles nos ouvirem e bem eficiente, matar um deles! Assassinar mesmo, sem pudor, um qualquer, ao calhas. Porque se estamos sempre a dizer que são todos iguais, qualquer um serve.
Desafio qualquer um! Qualquer pessoa! Um qualquer individuo a perpetrar este acto. Vão ver como isto vai ficar diferente.
Tenho um plano. Liguem-me.

O louco da casa de banho

domingo, 5 de novembro de 2006

Alberto João diz que tem orgulho em ser português e não só.

Contra Lisboa, de boxers.

Fernando Madaíl

Alberto João Jardim das Flores diz que tem "muito orgulho em ser português e não só", mas não aceita a "mentira", a “afronta”, o “desaforo”, a “treta” de que a Madeira vive à custa do Continente e quem disse isso é um “porco”. Na entrevista que concedeu, ontem, à RTP1, a horas que ninguém gosta de estar em casa para o ouvir, disse que as verbas transferidas para a Região Autónoma representam apenas 0,24% do Orçamento do Estado (OE), 0,14% do PIB, 55,9% do TRF, 3,1% do INIF e 0,01 do quer que seja. "Não chegam para pagar um terço das despesas com a saúde e a educação" diz também “já as noites bem passadas no Casino são à conta do nosso amigo”, acrescentava com súbita vontade de cagar.

O político do Funchal e que cheira mal, mas não muito afoito, não aceita é que o Governo "do secretário-geral do Partido Socialista" altere, apregoe, mova as "regras do jogo" a meio do seu mandato como presidente, e indigente, do Governo Regional da Madeira. Questionado pela jornalista Judite de Sousa, a qual se apresentava sem soutien, se admitia, dentro de dois anos, prescindir totalmente das transferências, bem como das prostitutas do OE - que, pelos seus números, representam apenas 13,15% do orçamento do arquipélago e 12,2% do vento do mundo - Alberto João Jardim admitiu que "isso é um desafio" e admite também, “pois, quando me apanharam na praia com o meu amigo e todos nus, só estávamos a apanhar sol”.

De acordo com a sua enumeração, "a Madeira paga todas as despesas correntes, à excepção das Forças Armadas e forças de segurança, Universidade, tribunais, ministro da República, alfândegas, o leite, a manteiga, os alhos, o jornal, dois ou três bifes, um punhado de coentros e uma vaca" - e as transferências do OE nunca terão ultrapassado os 17% do orçamento insular, mas já o TE ultrapassou e muito.

Afinal, além de discordar do tratamento privilegiado dado aos Açores, que nada abona a favor dos senhores que lá andam de inchada na mão a fazer que trabalham - chegaria a dizer que "o Sr. Carlos do Vale César, sim esse grande narigudo", antes de ser presidente do Governo Regional, "era um profissional do PS", acrescentando “e fazia muitas coisas profissionais” -, o líder madeirense acrescentaria que, enquanto a sua região está a ser lesada com cortes, feitos por facas de talhante amador, de verbas que considera inconstitucionais e veneras, "paralelamente, [o Governo de Lisboa] perdoa alguns regimes cleptocratas africanos, ou Adónis gordo".
"A Madeira foi sempre utilizada para desviar as atenções" e “valentes más disposições após comer dois Macs”, sublinhava, adiantando que, neste momento, bem como noutros menos visíveis, todas as declarações do Governo de José Sócrates não passam de um "bluff", mas mesmo assim afirma que não sabe jogar Poker, porque se está a "tentar dizer ao povo português que todo o mal deste país vem das regiões autónomas e dos municípios, quando representam só 9,29% da despesa pública nacional, bem como nada nem ninguém tem o direito de saber o que quer que se queira saber mesmo sabendo que não pode ser sabido pois encontra-se escondido nos recônditos corredores dos ministérios, ou nos gabinistros dos srs minites".

Engordado e confrontado com o facto de a Madeira ser, ou não ser, que não se chegue a uma conclusão, neste momento, a segunda região mais desenvolvida, sendo a primeira a mesma, logo a seguir a Lisboa e Vale do Tejo, Alberto João acentuava "o mérito" de se ter atingido esse objectivo, "porque era a mais atrasada do País quando começou a autonomia, bem como são todos uns porcos de merda e escusam por cá os pés que não fazem falta nenhuma".

"A minha guerra", repetia duas vezes, e repete mais três, mas não se ouve, "não é contra o povo português, que tem aturado o centralismo de Lisboa", o qual faz ponto de honra e gosta de achar não ser, pois é Brasileiro, nem sequer contra o "muito simpático" povo de Lisboa, ou de Almada, já do Feijó e de Abrantes não acha isso, também ele, o de Lisboa e só esse, "vítima dos interesses económicos e políticos" da classe dirigente. Os governantes "não gostam de ouvir o que eu digo, porque este país não está habituado a ter uma oposição fora de Lisboa", referia e cagava-se.

"Uma região autónoma não é uma província, um distrito ou uma autarquia", afirmava, explicando que aquele estatuto confere "um poder legislativo próprio" e também "autonomia financeira", ficando desde logo afastada a hipótese que se conseguir formar uma força nacional para ocupar a Madeira e torna-la numa aldeia e junta de freguesia. Neste quadro, como em muitos outros de Monet, em qualquer país com descentralização política, ou incompetência global, há sempre uma "dialéctica", ou literatura amadora, entre a capital, as regiões e cantões. E dava o exemplo alemão, onde nenhum jornal traria para a primeira página as divergências entre o Estado central e os Estados federais, que aliás é o pais mais próximo do nosso em termos de coisas que gostamos mais de fazer ao fim de semana quando está a nevar. Entre nós, concluía, mas pouco, isso deve-se "à mentalidade colonialista de Lisboa", dizendo em tom de remate, “sou paneleiro, mas não sou Português, mesmo não sendo de Lisboa, o que é incrível”.
Confrontado com as declarações do deputado da Assembleia Legislativa Regional Coito Pita, que as come todas, sobre um eventual ressuscitar da Flama (Frente de Libertação do Arquipélago da Madeira), Alberto João Jardim esclarecia que o parlamentar do seu partido "não exortou", mas mandou vir dois penaltis de tinto, ao separatismo bacoco, apenas "constatou" que esse sentimento e o de muitas pessoas que não sabe quem são mas paga na mesma, está a ser despertado devido aos "disparates", ai os disparates, do Governo de Sócrates contra a Região Autónoma.

E lembrava que, "em 1976, havia um forte sentimento nacionalista", mas depois veio uma rabanada de vento e apagou a chama no arquipélago e, quando chegou ao poder, deu-lhe "um trabalhão acabar com isso", seja lá de que forma for, nem que seja à bruta, com um ferro pelo cu a cima, contando mesmo que terá chamado ao seu gabinete as pessoas que "desconfiava", oferecendo-lhes copos de vinho dos Açores a essa ditas pessoas por serem os líderes da Flama e disse-lhes: "Vamos acabar com estas confusões e vamos ser todos muita amigos."

sexta-feira, 3 de novembro de 2006

Sonho e realidade

O enviado do além, que me azucrina a cabeça todos os dias, que entra nas minhas histórias sem pedir licença, que me mata os sonhos de uma forma rude, sem pudor, mesmo sendo devagar, ou até depressa, é grande e tem uma boca muito pequena.

Saí para fazer umas compras, não levava nada de especial, a carteira numa não, um saco para trazer as compras, as chaves na outra e mais nada. Fui como tinha chegado do trabalho, com a mesma roupa, só tirei a gravata, estava com alguma pressa, pois ainda tinha que fazer o jantar para os meus tios que vinham da terra e como sempre teria que me aplicar na cozinha. Já tinha pouco tempo, por isso resolvi fazer algo bem rápido. Como o supermercado era mais longe, fui à mercearia, para dar também uma oportunidade ao Sr. Almeida de se redimir do arroz com bicho. Boa tarde - disse eu, ao que o Sr. Almeida, o qual do seu metro e cinquenta respondeu – Ora viva! Bons olhos o vejam! – com um sotaque alentejano inconfundível. Logo de seguida não resisti e relembrei-o do arroz, coitado do homem, desfez-se em desculpas e justificações, até disse que tinha terminado o contracto que tinha com um fornecedor por causa desse incidente. Eu, como é óbvio, disse-lhe, se ali estava, é porque não estava zangado, ou chateado com a situação. Uma jóia de homem, tinha 4 filhos, dois deles faleceram num acidente na terra, dizia com alguma raiva – Se lá voltar é para cortar o maldito do sobreiro! – pobre homem. Mas continuava com a mesma energia de sempre, sempre bem disposto, com piadas sempre novas, algumas verdadeiras pérolas e tinha sempre uma quadra alentejana, de chorar a rir! Como estava com pressa, fui directo ao que queria e continuava a ouvir o Sr. Almeida, que matracava palavras e perguntas, ao que eu respondia quase sempre com palavras monossilábicas, pois estava mais preocupando com o que ia fazer para jantar. Isto, aquilo, mais aquilo, paguei, despedi-me condignamente do Sr. Almeida e sai. Ao chegar à porta, tropeço numa pedra, que resvala no passeio de calçada e bate num carro que ia a passar. O acontecimento de fracções de segundos, parecia ter várias horas, vi tudo em movimento lento e vi também quem ia no carro. Isso sim fez-me estremecer. Não era uma pessoa normal, não era um animal, não era um ser conhecido meu, mas tinha parecenças com alguém que conheci.

Seguia pela estrada, como sempre faço, (é assim como começam os meus sonhos) e quando estava mesmo a sair para o atalho daquele noite, mais uma vez tinha a estrada fechada, bloqueada, mas sei e tinha a certeza que segundos antes estava aberta, pois tinha-me certificado disso mesmo. Mas não. Estava fecha e bem fechada. Parei e espreitei pelo vidro da porta. Estava um sinal pendurado numa árvore. Parecia que dizia qual a razão para a estrada estar fechada, mas a letra é infinitamente pequena, nem mesmo a minha visão de sonho a conseguia ler. Sabia duas coisas, se saísse vinha o enviado do além, raptava-me, lá ia eu para mais uma alucinação do desgraçado, ou então saia e ia ficar ali o resto da noite a ler o papel sem nunca conseguir saber o que lá estava escrito. Pensei, vou mas é voltar ao início do sonho e pronto!

Eu que sou sempre bom em descrever pessoas, coisas, situações, não conseguia de uma forma concreta descrever a forma da criatura que ia no carro. Ao sentir que a pedra lhe tinha embatido no carro, parou de imediato, mas de uma forma bem estranha, um misto de rápido e fugaz, com macio e elevado, quase angelical. De imediato pensei que ia ali fica mais tempo que o esperado, resolvi fugir. Mal pensei, já tinha a criatura a tocar-me no ombro. – Onde pensa que vai? – Gelei, todo o meu sangue parou, toda a minha visão enegreceu, toda a minha vida fez um flash back, o medo era comparado ao de uma criança quando rouba um doce. Tentei mesmo assim fugir, mas o toque transformou-se em puxão, não me conseguia mover, a forma como estava a ser agarrado era incrivelmente forte, mas ao mesmo tempo suave, como que se estivesse preso, mas não, um misto de estar, mas parecer que não. Voltar a cara para ver quem me agarrava estava fora de questão, logo a única forma era mesmo ficar quieto, não me mexer e esperar que a criatura me largasse. Assim fiz. Não durou muito, pois a criatura logo desapareceu. Mal olhei para trás, já não estava lá, quando voltei a cara, fiquei sem folgo e os meus olhos saíram das orbitas. A criatura estava à minha frente.

O recomeço é quase sempre uma grande confusão, pois todas as ideias me aparecem, mas todas me parecem pouco verosímeis. Tento dar sempre um toque de realidade a um sonho, tarefa verdadeiramente infrutífera. O mote era a estrada, mas burros a voar e folhas de árvores do tamanho de casas, conseguiam fazer parecer tudo bastante lógico, mas pouco real, no entanto isso não era interessante. O verdadeiro interesse seria o facto de estar quase todo vestido de oiro e estar sempre um kosovar atrás de mim, que se ria a esfregava as mãos. De qualquer forma fiz-me à estrada. Montei-me no corcel de borracha e a toda a mecha rumei a casa de um conhecido que não via há dois séculos. De caminho vi o António Cerveira, grande amigo de mim, e de ti. Em todas as oportunidades que me cruzei com tal individuo, fiz retrocesso de vida, ai uns dois ou três segundos. Dei-lhe boleia, dizia-me do alto do seu metro e dez que queria ir também para os lados da vidraceira. Estava tudo a correr às mil maravilhas, não fosse o facto do enviado do além se ter feita passar por o António Cerveira. Diabo mais para o homem! Sempre a querer estragar o sonho. Como sempre despachei-me rapidamente dele. Bastou uma palavra: Seiva! Certinho, não falha, começou a babar bolas de musgo, com uma diarreia intragável e um certo mau estar. Saltou do corcel em andamento, fiquei todo contente e segui.

Não tinha expressão, nem alegre nem triste, tinha feições de mulher, no entanto detinha um bigode invejável, mal se via a boca e lábios. – Onde pensa que vai? – a voz era um misto de tom de avestruz e palhaço do circo, mantinha sempre um olho mais fechado que o outro e quando finalizava um frase esticava a orelha direita na direcção de Meca. Tinha quase a certeza que já tinha visto todo o tipo de ser, criatura, pessoa, animal, mesmo insecto, mesmo do mais estranho, mas aquilo, sim porque não conseguia definir a criatura, era bem estranho, mas ao mesmo tempo sabia que o conhecia, como que se fizesse parte do meu imaginário. Os olhos ocupavam a maior parte da face, bem como a boca, abençoada com lábios vistosos, mesmo dotado do invejável bigode, vislumbrava-se um vermelho vivo, que perfurava os pelos grossos, cerdos mesmo, como se fossem gelatina, mas ao mesmo tempo carnudos. Tinha um queixo perfeito, mesmo muito perfeito, o mais bonito que já vira até aos dias de hoje, como que se traçado por dez deuses rebarbados. Continuei a adorar o rosto, a cada milímetro uma surpresa. O nariz de um gigantismo enervante, fazia lembrar a barbatana dorsal de um golfinho, mas mais abatatada. Mesmo sendo gigante, conseguia-se ver que era demasiado perfeito, parecendo feito, não tinha ares de ter nascido com a criatura. As maçãs do rosto apeteciam aperta-las de uma só vez, as duas e ficar ali horas a apertar, como que se de uma bola de anti-stress se tratasse. As sobrancelhas… quais sobrancelhas? Aquilo não eram sobrancelhas, eram monumentos, eram obras de arte, mas com uma peculiaridade, os pelos eram incolores, o que torna tudo muito estranho. Já as pestanas, mais pareciam longos cabelos de fazer inveja a um careca, que se colocavam no topo dumas pálpebras tipo panqueca, que davam vontade de comer. Com todo este aparato, só havia uma coisa a dizer, se a conhecia era de um sonho muito bom, mas era de facto estranha a familiaridade.

Aproximava-se a cidade e toda a balbúrdia que dela impera, já se sentia o frio do ar condicionado do grandes edifícios, que fazia geral as grandes trombas de ar, dos elefantes bebes, que ventilavam a cidade e evitavam que o cheiro nauseabundo dos carros de bois que transportavam as pessoas. Há muito que os combustíveis deram lugar a outras formas de locomoção e mesmo energéticas. Um simples burro, custava mais que muito dinheiro, não estava calculado o valor, é um valor só especulativo, como tudo neste novo mundo quadrado. No entanto já se conseguia ver as pontas a ficarem bem redondas. Penetrei na cidade pela grande porta de gelo. O custo de manter sempre o gelo gelado era suportado pela grande máquina de fazer coisas frias, mesmo as pessoas frias saíam de lá, já as que queriam ser à força, tinham que vir do *Centro de Reabilitação de Pessoas Pouco Parvas. Passei muito rápido pelo bebedouro máximo e dei água o meu rato, o corcel também bebeu, mas gostava mais de beber de dentro do rato, dizia que ficava com sabor a fronha. Eu que estava cheio de fome, aguentei, para comer as belas das empadas de galinha mansa que a mulher do meu conhecido fazia, duas vezes por ano, uma e outra.

Não perdendo muito mais tempo, puxou-me para dentro do carro, como que se eu fosse um saco de plástico de supermercado, mas vazio. A sua força era extraordinária, tinha jeitos de conseguir partir um ovo pelos topos, num abrir e fechar de olhos, sem pestanejar, mas ao mesmo tempo deixar a casca perfeita para fazer pinturas de ovos. Seja ela, ou ele, tinha as duas vertentes: brutalidade, força e doçura, carinho. Não tentei fazer o mínimo de esforço para sair do carro, deixei-me estar. Arrancou a uma velocidade estúpida, estúpida para quem anda na cidade, as curvas estavam estranhas, pareciam não existir. Dei por mim dentro do banco com medo. Ela mantinha a mesma expressão, não se conseguiam ver os movimentos, de tão rápidos que eram. Chegámos perto de um miradouro e parámos. Pensei que ela me iria fazer mal, que me ia jogar pela janela fora e pelo desfiladeiro a baixo, mas não. Pôs-se à minha frente num movimento muito subtil, como que se o corpo fosse feito de uma matéria maleável. Num movimento de tal forma sensual, que não pude deixar de reparar no corpo todo, como se ela (sim, era definitivo, era uma ela) me o quisesse mostrar, o banco deslizou e fiquei com um espaço incrível à minha frente, de tal forma que poderia montar ali a minha tenda de escuteiro, mas a maior, a de dois lugares. Olhou-me nos olhos, abriu a boca e saiu a maior, mais húmida, mais sensual, mais sexy, mais apetitosa língua que eu alguma vez vi. Só que… em vez de a introduzir na minha maravilhosa boca, deu-me uma monumental lambidela, tal e qual a de uma vaca. Foi bom, não fosse o facto de saber a framboesa, fruto que sou alérgico. Não quis dar parte fraco e deixei-me estar, pois os efeitos secundários são relativamente surpreendentes. Com dois minutos passados após a aplicação do fruto, duas coisas acontecem: os meus braços ficam descontrolados e a minha barriga incha até ao tamanho de uma grávida de 9 meses. Parecia-me justo não lhe dizer nada. Então, os braços, de uma forma terrivelmente descontrolada, mexeram em cada milímetro do corpo dela, não sobrando nada e a uma velocidade estonteante, mesmo miserável. Já a barriga, inchava e fazia o seu som característico. A tudo aquilo ela não fez qualquer expressão de espanto, continuou com a sua figura e sem expressão. Achei incrível, cheguei a achar que podia tratar-se de uma mascara, agarrei-lhe na cabeça e procurei fendas, algo, enquanto a beijava no pescoço, de uma forma exacerbada. Nada, rigorosamente nada, o que estava ali à minha frente era de facto uma expressão, sem expressão, nem umas cócegas a fizeram mudar. A intensidade das carícias aumentava, a minha barriga continuava enorme, mais pequena mas enorme, já conseguia controlar melhor os meus braços e o meu sexo estava redimensionado. Ela, que a cada movimento se entrelaçava mais no meu corpo, olhou a minha boca com um apetite voraz e num movimento angelical, quase sobrenatural, tocou os meus lábios. Finalmente senti os seus pelos e o calor dos seu lábios, que despontavam, vermelhos, por debaixo de todo aquele emaranhado de grossos cerdos. Mas que suavidade, que seda, que macios são os cerdos do seu bigode, apetece esborracha-los milhentas vezes de contra a minha pobre boca, que está sedenta de sentir a dita língua. O toque dos lábios, por fim, senti o calor, é fora do comum, como que se estivessem aquecidos a uma temperatura que se sente quente, muito quente, mas que não queima. Pus a minha língua nos lábios dela, senti os pelos grossos e macios e tentei perfurar a grande barreira que era aquela boca. Abriu os gigantes olhos, de um castanho muito claro e disse - Queres? Não me responsabilizo… - Ao que eu acenei com a cabeça que sim. Abriu a boca, tirou a sua língua e entrou, toda, mas toda a sua língua dentro da minha boca, traqueia, faringe, laringe, esófago, duodeno, estômago e parou por ai. Incrível, continuei a respirar, mas sem grande esforço, como se fosse normal.

Cheguei com pressa relativa, a casa estava mudada, tinham-na invertido. Bati nos canos, com sempre faço quando vou a casa deste meu amigo, e prontamente, como que se estivessem atrás da porta, abriu-se a majestosa porta de papel. O papel era muito utilizado, pois a produção de árvores tinha quintuplicado após umas chuvas extraterrestres terem assolado toda a terra. Temia-se que por serem radioactivas, poderiam exterminar todos os seres vivos na terra e finalmente fossemos invadidos por os nossos queridos **Klpt~tos. Mas ao contrário disso, descobriu-se que trazia um forte adubo, tão poderoso que qualquer árvore por mais pequena que fosse, transformava-se em gigante, num abrir e fechar de olhos. Em dois anos a face do planeta sofreu um revés incrível, em vez de estar cheio de cinzento, cheia de betão, passou a estar cheia de verdes florestas, árvores grandes, algumas gigantes, de tal forma que a única forma de sobreviver, seria arranjar formas de as destruir. Daí em diante e durante uma década, esgotou-se todos os recursos petrolíferos, foram todos consumidos. Ironia do destino, foi o melhor que podia ter acontecido, pois conseguiu-se dar a volta à questão, como aliás é típico do ser humano e agora vivemos num meio ambiente bem mais saudável, mas só até chegarmos a este tipo de cidades, pois há outras que estão isoladas pela via das circunstâncias. Assim sendo e não querendo estar com mais delongas, entrei, comi todas as empadas em dois tempos. Alguém ficou muito irritado comigo, mesmo irado, mas nada pude fazer, o tempo era pouco e estava com fome, bem como com fome.

A sua língua, com poderes mágicos, deixou o sabor e framboesa, que tão mal me faz, para saber e restos de comida de ricos, algo entre o bom e o óptimo, mas frio. Apercebendo-se que estava a gostar, tirou-a de imediato e recolheu única e exclusivamente à minha boca, o que passou a ser menos bom, mas fantástico. Reparei que começava a gemer, como que querendo ter mais algo para além do que estava estipulado para um primeiro encontro, não me fiz de rogado e toquei. Qual o meu espanto quando ao tocar nos seus seios, lançou um olhar furtivo sobre a minha zona reprodutiva e arrancou-me a roupa, o movimento, que teve tanto de subtil, como de rápido, fez-me ficar com os pelos do peito eriçados, como que querendo penetrar nos seu peito. Toquei de novo nos seios, lindos ao toque, mas não conseguia imagina-los na realidade, ao vivo. Ao toque, desceu e engoliu o meu pénis, literalmente, engoliu! Senti-me entrar dentro dela pelo meu pénis, como que se estivesse a ser sugado, entrou e entrou, estava a ser engolido, entrei em pânico, não podia acabar assim os meus dias, não podia ser engolido por uma criatura daquelas, não podia ser. Lutei durante dois segundos, pois a sua forma de sugar era irresistível, meiga e sorvia como ninguém, era uma imagem linda. O seu corpo tomava a minha forma, a sua boca aumentava de tamanho, sentia já as pernas e a barriga a penetrarem no seu corpo. O mais interessante é que sentia a sua língua em círculos, em volta da minha glande, o que me dava um enorme prazer, de tal forma que a ejaculação seria mais que óbvia acontecer a todo o momento. Gemi e ela não, mantinha a sua postura rígida, que nesse momento já a tinha desfigurada, pois mais de metade do meu corpo fazia parte do dela, ou estava dentro do dela, algo que me fazia sentir como um gigante gelado de limão. Não aguentava mais, a ejaculação era eminente. Num último esforço, quase sobre-humano, contraí as minha nádegas e ejaculei como nunca, senti todos os meus testículos a esvaziarem, saiu tudo, em duas golfadas! Os seus olhos, que já eram enormes, maiores ficaram, com um ar de espanto fenomenal. Era a primeira expressão que fazia desde que a vi e dei um sorriso. A isso ela fez ainda um ar de mais espanto, com os olhos a ficarem muito grandes, demasiado, inchavam demais, tomavam proporções gigantescas, de dinossauro, cada vez maiores. Pensei, que podia rebentar, e… rebentou! Hum estoiro comparado a um balão de tamanho fora do comum, mas grande, rebentou e todos os seu líquidos com ela. No entanto pareciam que não me molharem, era como se tivesse uma camada protectora, que me protegia dos ácidos, mas não era isso. Os seus líquidos internos eram fictícios, eram feitos por outras pessoas. Depois de a ver toda rebentada, percebi tudo, tudo se compôs, tudo passou a fazer sentido.

Depois de saciado, fiquei sem fome. Era estranho, pois como estava com muita fome só podia ter ficado com um pouco, mas não, fiquei sem fome nenhuma, mas de qualquer forma também não fiquei cheio, como é meu hábito, fiquei só, assim, fiquei. O meu amigo ria-se muito, era costume ficar assim durante largos segundos, mas desta vez começou-me a preocupar, pois os largos segundos, passaram a vastos segundos. Toquei-lhe no ombro e perguntei se estava bem, não conseguia responder. Engasgando por vezes, tentava bolçar palavras sem sentido e sem espaços, como que se não houvesse barra de espaços, muito estranho, mesmo muito. Chamei a sua esposa, mulher e víbora, expliquei-lhe que estava preocupado, mas ela nada fez, só me deu na cabeça por ter comido as 32 empadas. Não sabia o que fazer. Puxei do meu canivete de lona e ameacei que ia cortar-lhe o mamilo. Aí sim, foi muito estranho, pois calou-se e começou a dizer palavras em Português. Fiquei mais descansado. Mas mesmo assim, imaginei como seria vê-lo sem o mamilo. E ri. Pois… erro crasso! Eu quando riu nos sonhos, é porque me estou a mijar. Acordei, ainda fui a correr para a casa de banho, mas foi pior, pois agora não só estava a cama molhada, como o corredor, a cozinha, a sala, aliás, toda a casa. Pois quando acordo assim, nunca sei onde é a casa de banho. Mas correu tudo bem. Desde esse dia que vou sempre para os copos com o enviado do além, é bem mais seguro, pelo menos não me riu, dou gargalhadas, o que é bem mais seguro. Pois quando acontece, já estou acordado e sentado na sanita a evacuar.

Aquela criatura fazia parte de um grande estratagema para me aniquilar, acabar com a minha raça, com a minha vida, com o meu ser. Era um robot biomecânico, de esqueleto maleável, que eu há anos tinha inventado para combater os porcos gémeos e as pessoas-que-não-podem-fazer-nada-quando-são-caçadas-por-lobos-vesgos. Anos e anos de estudos, forma de ver as coisas pelo prisma dos lobos e dos porcos, todos naquele segundo, foram por água abaixo, tudo aquilo fez com que eu pensasse de uma outra forma e deixei de ver esses animais como praga, ou perigo. Sai do carro e já uma grande multidão rodeava o carro, uns chamavam-me assassino, outros tinham pena do carro, eu sai dali e dirigi-me para casa do perpetrador de tal acto. Estava nu, mas mesmo assim, segui. Apanhei um táxi, cheguei à porta do meu grande companheiro de labuta e bati com toda a força na porta. Não bati duas vezes e logo a porta se abriu. Outra criatura igual à que tinha acabado de exterminar, não perdi tempo, em dois segundos masturbei-me e aniquilei-a. Logo outra, e mais uma vez o meu esperma aniquilou-a. Sabia que teria só mais um disparo. Corri e encontrei-o, atado e com cerca de 10 ou 30 criaturas de volta dele. Teria de o salvar. Mexi nos meus testículos, juntei todas as minhas forças, e mais algumas, peguei no meu pénis, masturbei-me como nunca, com toda a força, as criaturas, olhavam com a sua expressão sem expressão e emitiam ruídos perturbadores, mas eu estava preparado, pois tinha sido eu o criador destes seres e trazia tampões nos ouvidos. Estes ruídos são utilizados para destruir todos os tecidos moles dos outros seres vivos. Mais que nunca tinha que ejacular, bato com mais força e numa bola gigante o esperma saiu dos meus testículos, inchara o meu pénis e saiu que nem uma bala, apanhando todas. A princípio não perceberam e abriram a boca, mas depois quando o líquido lhes tocou, as expressões de aflição tomara-lhes o rosto. Rebentaram todas, nem uma sobrou, pobre casa. O meu amigo, estava praticamente inanimado, um soco, duas estaladas e uma valente bufa, lá acordou. Levantei-o, trouxe-o para a sala e conversámos durante dias. Esclarecemos tudo e depois fui para casa cheio de fome e frio.
Desde esse dia, nada nem ninguém me podia tocar, sentia-me invencível, um verdadeiro super herói.

*Rua do Fim, 2º Esq. – 9090 – Arebateira, Mundo.
**Seres extraterrestres que habitam Xpoï, um planeta numa galáxia vizinha, mas distante.

quinta-feira, 26 de outubro de 2006

Porquê? Não sei...

5 vezes 10 são 40 e mais um dia de vida, menos um de voar com os pássaros de arribação. Deixo sempre a porta entreaberta, para arejar, não fecho, não gosto do cheiro a bafio, por mais moca que possa dar, não posso, faz-me ter desejo de estar em casa com um livro sobre hipopótamos green, ou mesmo na rua com um livro sobre o abstracto, vendido por duas patacas e meia, sem troco.

Sem ser o mesmo, pode ser o outro, ou o outro que pode ser o mesmo, entrando em vias de facto, com um selo no olho e outro na carta de condução.

Entristece a tua grande mona, por ser grande, mete o saco na viola, enche o balão com ar do peito e faz com que ele suba, que se erga, mesmo que não seja de vidro, ou de plástico, que seja de uma coisa qualquer, mas que viaje, ande por ai, mas por favor, pega em tudo e vai ver.

Vendo bem, nada pode ser o que seria sem ser branco, ou encarnado. Seria um verdadeiro desperdício, deixar-te ir, por isso fiz uma pequena barragem e assim já tenho água para regar as minhas plantinhas, tanto as boas como as más, se não fosse esta água, estava perdido. Às vezes até a provo, para ver a que sabe, é doce, mas também sabe a outras coisas, como por exemplo.

Súbito complexo de raiva.

Rápido mas concreto, como se costuma dizer, swift.

Perturba-me pensar que posso vir a ser terrivelmente chato, rico e peganhento.

Faz de ti uma coisa que podes vir a ser só de vez em quando, mesmo quando podes ser a mesma pessoa, que será outra, ou a mesma, dependendo da hora da jornada de trabalho, ou lazer.

Penso porque penso, sei o que sei, mas não oiço porque tu queres.

AHAHAHAHHA! Ri de quê? AHAHAHAH! Está a rir-se de quê? AHAHHAHA! Pare de rir e assine!

segunda-feira, 9 de outubro de 2006

Dá-se!

Tenho uma cadela de raça Rafeiro Alentejano, para dar.

É urgente!

BI:
Nome - Roxy
Idade - 4 meses
Cor - Creme

Fotos:
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Contactos:
Mail - formigaassassina@hotmail.com
Tlm - 919838706

Muito obrigado!