terça-feira, 16 de outubro de 2007

Consideração, considerada

Loucos são aqueles que pensam que os outros são sãos.

RadioHead

Radiohead- Karma Police

Radiohead - No Surprises

Radiohead - High & Dry

Radiohead - There There

Radiohead - Just

Radiohead - Creep

RADIOHEAD-RABBIT IN YOUR HEADLIGHTS

Espasmos

Sesmarias santas que vêm juntas de percevejos amarados aos pés e juntos por indicação do padre que foge a bem fugir do álcool e da santa que se espanta de ser insana e malvada, julgada e maltratada entra pela porta entreaberta de uma só vez, ou de vez em quando, por espanto de ser a mesma e única pessoa que nada sabe e tudo quer ser, não se pode saber se não será mas terá pela manhã um galo na testa e um ventrículo na cama, bem como uma moeda na garganta.
Festas da Boa Nossa e Nova semi-despida da verdade que sai pela sala e entra verde na minha forma de sorrir pela noite, ou dentro, da manhã, imergindo de fora para dentro, com o ventre, rente, o crente transforma água em qualquer coisa que se coma, pois a fome é mais que muita, já a sede é para os ricos que podem beber de onde querem e saborear o mel que brota das arvores, despidas, de novo, de folhas, de cobertura, para que possam ser apreciadas na sua essência, castanha, que a verde é mais rara e vigorante.
Ai pobre aquele que pensa.
Ai pobre aquele que sente.
De uma só vez vi dois galos à bulha, de nada serviu, pois a galinha estava torta.
Meter o que se compra no que se julga ser o que se adquiriu, mas no fundo não se sabe o que se comprou, sabe-se sim que é algo que foi adquirido, não sendo o que se pensava ser, mas sendo o que julgava ter-se comprado. Assim, compra-se só o que se precisa.
Viste?
Sopa de manga com duas colheres de chá de nabos em pó e uma pitada de coisas que fazem rir. Eis a receita mais frívola que já se conheceu.
Siga pela estrada fora, entra na próxima localidade e ensopa o bibe de manteiga de cabra velha, como as portas abertas e fechadas pelo tempo que nos percorre as veias, que pensamos ser todo igual, mas não, é do outro, o mesmo que foi a correr pela rua fora e dizia a plenos pulmões:
ESTOU EVENENADO!

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Não pode ser, não me pode ter acontecido

Emborco aos litros o veneno que cresce nas árvores do jardim, um a trás do outro, numa toada de suicídio, sem querer saber quem conta comigo, ou quem lucrar com isso, ou até que pode sofrer com isso, o meu egoísmo emerge-me por todos os poros. Ao olhar para as minhas mãos, penso porque as tenho, para quê? Sei bem que em tempos pensei neste tema e disse o que disse, pensei o que pensei, mas neste momento tudo está posto em causa, tudo deixou de fazer sentido, o que antes julgamos certo, neste momento é a maior incerteza do mundo. O Rubem bem me disse que não ia aguentar a pressão. Eu não quis ouvir mais uma vez, pura e simplesmente não o quis ouvir de novo. Sou o que sou pelas minhas mãos e mesmo sendo ele o que é para mim, em nada muda o que eu possa pensar, devia, mas não muda. Só pelo simples facto de me ter enganado uma vez, eu terei sempre esta atitude com ele. Já o perdoei, e sei bem porquê, mas mesmo assim, continuo a dizer que sim, tudo bem, mas faço o que me vai no coração. No entanto nada disso interessa, pois o veneno está a fazer efeito e enquanto escrevo estas linhas, o mais rápido que consigo, deixo de sentir partes do meu corpo e as dores de estômago acentuam-se, tornam-se lancinantes, horrorosas! Ai! Alguém me podia ter dito que esta merda custava assim tanto… Mas o que eu estou a fazer? Não pode ser! Eu tão culto, tão fora de tudo, como posso eu ter caído no pior dos assassinos de pessoas, a falta de imaginação, a falta de criatividade! Não pode ser, eu não posso ter caído nisto! Vou vomitar, pode ser que o veneno ainda não tenha feito efeito. Não consigo… os dedos estão bem fundo na garganta mas nada, não sai nada, porra! Sai veneno maldito! No meio disto tudo sinto toda a criatividade, espiritualidade a fluir pelas minhas entranhas, querem sair, vou aproveitar e vomita-las! Não, não são a ideias que têm que sair e sim veneno. Azeite e mel, ou azeite e leite? Porque nunca nos lembramos desta tretas quando precisamos. Vou beber tudo ao mesmo tempo, pode ser que resulte.
NADA!
Espera… ah! Agora sim! Aí vem o nosso amigo! Não para aqui não… chiça! Não para cima do papel…! Vomitei tudo, acho que ainda havia algo, mas não sei bem se quero que saia. Deixei de sentir os pés e parte das pernas, arrastei-me de novo, aqui para a mesa. E as ideias que me correm pelas veias e querem explodir! Vou deixar sair uma, mesmo que não seja das melhores:

Sabem qual é o maior ser humano do mundo? É um homem muito alto.

E com esta ideia, fenomenal deixei de sentir as pernas e os pés. Bem, acho que o raio do veneno continua a fazer das suas. Acho que bebi demais. Logo eu! Não acredito no suicídio, não acredito em bruxas, no Pai Natal, em Deus e nem sequer acredito que a minha vizinha consiga voltar a casar com 78 anos, como fui eu deixar-me levar por isto? Tenho que arranjar uma justificação, não posso morrer sem saber porquê.
Primeiro: será que vou morrer e porquê? Deixa-te disso! Não tens tempo… Então algo mais simples, Porque bebi eu o veneno? Hum. É fácil. É bastante fácil. Sempre que penso nela, coisas estranhas acontecem. Só que hoje pensei demais. Deixei entrar a única réstia de consciência que me restava, erro mais que grave, que me pode ter custado a vida.
Tenho que lhe ligar, mas tenho vergonha. Tenho vergonha de morrer? HUM! Interessante. Pois é, acho que de facto o que se passa é que todos nós temos vergonha de morrer, daí não querermos morrer, ou não gostarmos de morrer. Pois, mas eu tinha vergonha de ligar para o Rubem e pedir ajuda, logo, vergonha de morrer, ainda por cima, ele ia perguntar logo se eu tinha as janelas fechadas e se andava vestido pela casa. Nunca suportou ver-me nu. É normal, mas eu acho que fazia de propósito. A minha magreza irrita todos, em especial ele, que tinha horror a apaixonar-se por mim!
Perdi tudo, pois deixei de sentir o meu sexo e liguei-lhe. Para meu espanto, só perguntou pelos chinelos de quarto que tinha cá deixado quando cá esteve acamado por causa de uma unha encravada e em dois minutos estava perto de mim.
Deu-me uma valente tareia e disse-me que o que eu tinha bebido eram os potes que estavam pendurados nas árvores, que ele com tanto amor, calor e carinho, tinha enchido de chá de beladona. Estava só dormente e não ia morrer. Nesse momento queria mesmo morrer, a vergonha subia-me à cabeça, mas de um só golpe, caí redondo no chão. A droga estava profunda na minha cabeça. Ainda um último pensamento surgiu:

Quem pensa, pensado é, mas quem come, nem sempre pode ser comido.

Dormi 5 dias, até me dar uma fome terrível, inigualável.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Na minha cave

Convidei-te para beber um copo
Fixa na minha mente só uma forma como te toco
Meto tudo, a faca e a mão
Sentes tudo, o frio e o chão
O calor do teu sangue fumega ao vento
Dilacero o teu corpo com a força de um jumento
De cima para baixo, movo o machado
Limpo tudo com o teu lenço lavado
Bem devagar sinto a carne a ser cortada
Quando entra lenta cada facada
Hum! Como é bom este cheiro
Hum! Envolto neste nevoeiro
De olhos bem abertos e rechonchudos
Sentes entrar os golpes bem profundos
Corto-te uma mama
Uma aqui outra na cama
É tanto o sangue e o pranto
Ficando o teu corpo ainda mais branco
Dás um último suspiro
Ficando morta, como eu prefiro.

Ainda faltam duas…

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Onde ficar perto do Porto

Casa das Cerejas

A uma hora do Porto, em Parede de Coura, LINDO!!!

Gente muito, mas muito simpática.

Apareçam, vai valer a pena.

E este ano foi...

Queria dizer bem mais à cerca deste Paredes de Coura, mas não há muito mais a dizer: foi muito bom.

No entanto, e porque este ano há um “no entanto”, não foi tão bom como em outras edições, pelo menos para o meu gosto de bandas. Quando penso no line up do ano passado, há nitidamente uma grande diferença nas tendências musicais. A ver vamos como será o 2008. Um coisa é certa, estou cá.

Agora, MUDEM DE CREVEJA!!! A Heineken é uma MERDA!!!

terça-feira, 7 de agosto de 2007

11 da manhã, o sol estala na minha cara.

Uma noite mais calma que o normal. Dois bêbados, uma prostituta com ar pedante, um doente do miolo que me vem atazanando a vida quase toda, e vários cromos, dos difíceis, mas nada de especial.
A Zénia disse que aparecia mas não quis dar nas vistas. Depois da tarde no jardim deitados na relva, era normal. Não perdi a esperança, mas por outro lado achei que não seria possível. Já aconteceu com outras, mas com a Zénia… não.
Uma pessoa muito inteligente, demasiado, julgo eu. Mal de muita gente, pensa muito e quando tem que agir fica indecisa, por achar que pensa muito. Conversas que só em sonhos podia ter com alguém tão belo e fechado. De uma beleza fora do comum. (Como aliás são todas as mulheres nas minhas histórias. Tenho que parar com isso, senão torna-se cliché) Ruiva, como poucas, olhos cinzentos com alguns salpicos verdes nas extremidades, de uma profundidade assustadora, cinco minutos de olhos nos olhos e ficas sem alma. Muito rosada, com algumas sardas. Não usa e acho que nunca usou, qualquer tipo de maquilhagem, mas parece. A pele é de uma seda luminosa, os ombros de uma sensualidade violenta, os cabelos de um laranja forte, vivo e brilhante, a contra luz parece ser o sol. De um tom de pele puro, como que nunca tivesse sido tocada. As feições de uma Deusa do Olimpo, que tranquilamente nos fita e nos desfaz. Nem alta nem baixa, veste roupa fresca, o calor já vai fazendo as suas desgraças, o que deixa ver algumas partes do seu corpo, as suficientes para me dar apertos no coração. Uma dela é a transposição da cintura para as ancas, altamente inebriante. Só apetece meter a mão e sentir. O toque deve-se evitar ao máximo, sempre ouvi dizer.
Nos dias que correm qualquer tipo de toque é considerado uma evasão da privacidade e o primeiro sente-se como se sente o seu peito nu encostado no meu. Por um breve milionésimo de segundo tocámo-nos, nas mãos. Foi como um choque eléctrico. Senti-me ligado a ela para o resto da vida, foi de tal forma que a conversa parou, ficámos a olhar o azul do céu e com medo dos pombos. O que nos uniu foram os pombos.
Sofremos de “pombofubia”. Não gostamos que se aproximem, mas adorávamos ter mil daquelas aves em casa. É mais umas das incongruências da vida moderna.
A saliva estava já há muito seca, mas não conseguimos parar de evocar temas antigos. Um em particular excitante, a Grécia antiga. Devorámos teorias, livros, temas, discussões acesas, maravilhosas concordâncias, de arrepiar. Este é o mais apaixonante, dos mil e um temas que falámos. Desde o primeiro dia que achei ser uma relação tão especial. Achei que podia contar com ela para tudo, mas sei que quando precisar vai-me custar tudo. Ela diz que não, mas sei que não vai ser assim. Se for como ela diz, será ainda mais especial, mas sei que será como eu penso.
Trabalhei o resto da noite, a vã esperança não abandonou o meu coração, mas podia tirar todas as esperanças do meu corpo. Ela não viria. Saíram os últimos anormais, mais cumprimentos, o doente do miolo que me olha de lado. - Hoje não. - Disse eu. Deixei-o ir. Despedi-me de todos, pedi ao patrão se podia fechar a porta por mim. Ele assustou-se um pouco comigo e comentou que andava ali pombinha. Já nos conhecemos há tantos anos… Mas notou que estava diferente, no meio da melancolia, notava um sorriso. Perguntou-me logo se podia continuar a contar comigo. Eu disse num tom um pouco seco: Espero que sim.
Vagueei pelas ruas da cidade, mais ou menos deserta, só os turistas que são mais que os pombos, e por isso há que evitar, se faziam passear pelas ruas. 11 da manhã o sol estala na minha cara, meto a chave à porta e ela toca-me no ombro.

terça-feira, 24 de julho de 2007

Ante (visões) II

Parede de Coura

Dia 12
Concertos de boas vindas.

Palco Depois das Horas

DJ FRA/Nitsa Club/Primavera Sound

Simian Mobile Disco


Devotchka


Sizo



Dia 13

BabyShambles


Mando Diao


Sparta


Blasted Mechanism


New Young Pony Club


M.I.A.


Jazz na erva:

ZAPPA_Low Budget research Kitchen

Palco (presunto) Ibero Sounds:
Slimmy


The Blows

Palco Fora de Horas
Guns n'Bombs


Crystal Castels


Dia 14

Dinosaur Jr.


New York Dolls


Mão Morta


Architecture In Helsinki


Gogol Bordello


Spoon
~

Jazz na erva:
Paulo Barros 4tet

Palco (presunto) Ibero Sounds:
Mundo Cão


6 P M

Palco Fora das Horas:
DJ Jean Nipon (dj ai)


Foreign Islands



Dia 15

Sonic Youth


Cansei de Ser Sexy


The Sunshine Underground



Electrelane


Peter, Bjorn & John


Linda Martini


Jazz na erva:

Fanfarra Recreativa e Improvisada Colher de Sopa



Palco (presunto) Ibero Sounds:
Born a Lion


The Right Ons


Palco Fora das Horas:

Boys Noise

U-Clic



Este ano vou ficar mesmo em Parede de Coura, e vós?

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Artic (Fucking) Monkeys!!!

Para não habituar, faço o relato com dois dias de atraso.

Artic Monkeys no Coliseu dos Recreios:

Primeira parte, X-Fife. Pá, não há muito a dizer. Só uma coisa, preferia que tivesse sido The Vicious Five, mas por razões obscuras não foram.

Artic Monkeys: Tarola tipo kalashnikov, guitarras tipo cavaquinho e voz cana charrada, ou rachada. LINDO!!! Os putos são mesmo muito bons. Quase toda a gente foi unânime em afirmar que as músicas são todas muito parecidas, se calhar menos eu e outro. Mal comparando, e os Ramones?
Achei-os muito profissionais, ou tímidos, das duas três.
Acho sempre que estão no início, tendo sempre muito mais para dar e neste momento já são muito bons.
ADOREI!

“Who deep to is to deep”

Força putos!

Um foto (que a merda da máquina resolveu avariar, mais uma vez. Pobre é assim. Mas já está boa. ;) ):
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Obrigado pela vossa companhia.


Sou um pouco suspeito, mas o Coliseu é excelente! Que maravilha!

PS: O som estava nice. Para variar…

PS1: Quanto à Radar... sem comentários. Nada, um música, um comentário, NADA! Cuidado, podem ser despedidos! CUIDADO! :S

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Mudhoney II

“É muito difícil explicar algo que seja muito bom, já o contrário é bem mais fácil.”

Dito por algum idiota.

Para já quero dizer um coisa: LINDO!!!

Depois, não se faz. Quem foi o anormal que comprou o Paradise Garage??? Por certo que alguém verdadeiramente anormal, estúpido, desprezível e anormal outra vez. Quem o fez cancelou todos os espectáculos que estavam para lá marcados, inclusive o de ontem e outros tantos como Nitzareb, que era para se realizar dia 28 deste mês e assim não sei onde irá ser.
De qualquer forma o concerto de ontem foi no Culto Bar (Culto Club, ou Cenas…), para mal de alguns e para a surpresa de outros, como eu que pensei que fosse correr bem pior.
Achei piada um conjunto de coisas que por aquelas bandas aconteceram. Em especial um filho da puta dum empregado do bar que por mais que uma vez foi arrogante, indelicado, cabrão e filho da puta outra vez. Quando lhe pedi para guardar um capacete respondeu:
- Pá, abrimos isto hoje porque o Paradise foi vendido! Não temos que guardar nada!
Depois:
- Não há cerveja.
Ao que eu fiz um ar de espanto e ele:
- Pá, o que é que queres?! Não há!
E voltou costas sem que eu tivesse tempo para pedir água. Quando o fez ainda comentou algo com o amigo e começaram a rir-se. Ora este tipo de atitudes é de louvar. E uma coisa é certa, não ponho lá mais os pés e claro que vou comentar com o resto das pessoas que conheço estes factos. Devem ter aquela merda sempre cheia e não precisam de nós, pessoal do rock. Já o resto do pessoal que lá vai… nem comento.
A sala é ideal para concertos das bandas da laia daqueles tipos, mas para bandas como os Mudhoney, fica um pouco à justa. Claro que dá um concerto muito mais intimista, ou até com muito mais contacto, que foi o caso.
Pronto, agora que já disse todas as alarvidades, vamos ao que interessa.

d3o
Foi muito bom!!! Uma enxurrada de rock&roll cru, puro e nu! Uma grande performance de palco. Vê-se que gostam de Mudhoney.
No final do concerto perguntei o vocalista se não havia forma de se voltarem a juntar (o original), riu-se e disse que seria muito complicado.
Algumas fotos.
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Mudhoney
Mudhoney
Mal entraram em palco, pensei: “Este gajos são os Mudhoney! E eu vou vê-lo ao vivo! Foda-se!”
Não é meu hábito estar lá na frente, mas desta vez porquê não sei, estava bem lá na frente. Foram necessários 3 minutos para começar a dar uso às minhas Dr Martens, que sensação incrível, que loucura, que confusão organizada, o som, os encontrões estavam todos em consonância. Eu sempre achei que aquilo era estúpido e só o tinha feito um vez em The Young Gods no SBSR e adorei também, mas ontem, a cada música queria mais e mais, e mais, até que fiquei sem petróleo e com a boca tão seca que não conseguia engolir.
Gritei, puxei, ouvi, curti, olhei, arrepie-me, pedi mais e eles sempre a tocarem, com canções que eu bem conheço, que também já as cantei no carro, em casa, na rua e agora ali, junto a eles. Foi um concerto lindo! Adorei!
O humor do Mark, a boa disposição do Guy, o ar cool do Steve e o ar robusto do Dan, fazem esta banda ser o que é. Eu sempre gostei deles, mas neste momento fiquei a gostar ainda mais.

Algumas fotos:
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Os despojos de guerra.
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Tocaram até às duas da manhã, ainda consegui apanhar o barco.
Tenho a sensação que esta foi a primeira e a última vez que cá vieram. Para mim será a única, tal como já aconteceu com outras bandas que cá vieram várias vezes.
Não me lembro o alinhamento das músicas, conhecia todas. Mas no segundo encore tocaram muitas músicas novas, o que é muito bom saber, pois têm coisas novas.

LINDO! Estou rouco, dói-me uma articulação da perna direita, o joelho esquerdo, o gémeo da perna esquerda e outras coisas mais, mas estou bem satisfeito.

Ainda bem que a Radar não disse nada, isto é música pouco intelectual…

quarta-feira, 11 de julho de 2007

MUDHONEY!!!

Hoje é um dia muito especial para mim! É mais uma noite, mas tudo bem.

Vou ver uma das minhas bandas que mais gosto. É daquelas coisas, nunca pensei em vê-los.

Era para ser no Paradise Garage, mas por alguma razão que me escapa, irá ser no Culto Bar, ou Culto Club, ou Culto Cenas!

Fica aqui uma "pequena" homenagem.

Nem ponho o nome das músicas...

















A essencia do som!



Agora só faltam ver ao vivo:
NoMeansNo - Que já era para ter cá vindo, se não houvesse algum anormal que tenha recusado cá trazê-los!!!
Butthole Surfers - Que ninguém conhece ou não sabem o que é... normal por estas lados do planeta...

Merda mais aos HYPE! Ou lá o que lhes chamam...


Até logo caro amigo!

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Resumo

Mais curto e com menos bandas, mas igualmente bom.

Para o ano estou lá!

Vamos ver se muda para:
Sagres Rock! ;)

Ontem (que para mim é ainda hoje)

Anselmo Ralph - Não vi. MESMO!
Micro Audio Waves - O que dizer? Foi bom. Estás muito magra rapariga... :P Claro que os bicos dos seios é algo que te fica bem, mas desvia as atenções.
X-Wife - Ao nível de outras actuações deles. Bom!
The Gossip - APAIXONEI-ME! MESMO! Até deitei uma lágrima... MUITO BOM!!!
TV On The Radio - MUITO BOM!!!
Scissor Sisters - Actuaram?
Interpol - FODA-SE!!! SÃO MUITO BONS!!! Que concerto! LINDO! FANTASTICO! MARAVILHOSO! Estou lá em Novembro. ;)
Underworld - Não vi. Acho que ia achar mau. Depois do que tinha ouvido e visto.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

E hoje temos para banquete:

17h00 - 17h20 Anselmo Ralph

17h35 - 17h55 Micro Audio Waves

18h10 - 18h50 X-Wife

19h05 - 19h50 The Gossip

20h10 - 21h00 TV On The Radio

21h20 - 22h35 Scissor Sisters

23h05 - 00h25 Interpol

00h45 - 02h00 Underworld


Já sei quando vou jantar... :)))

Quem se lembra de ontem?

Mundo Cão - Gostei muito. Acho só que o vocalista devia mexer-se mais. Fazer um pouco de performance de palco.
Linda Martini - Os Sonic Youth portugueses. Muito bom!
18h45 - 19h45 Clap Your Hands Say Yeah - É daquelas merdas... a voz... mais de resto foi engraçadito.
The Rapture - Tiveram um furo...
Maximo Park - Que pica!!!
The Jesus & Mary Chain - Foi bom. Achei que podiam ter puxado mais pela distorção. Devem estar cansados do barulho...
LCD Soundsystem - Sem espinhas! LINDO!!! FABULOSO!!!

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Hoje

17h00 - 17h30 Mundo Cão

17h45 - 18h25 Linda Martini

18h45 - 19h45 Clap Your Hands Say Yeah

20h05 - 21h05 The Rapture

21h25 - 22h25 Maximo Park

22h45 - 00h00 The Jesus & Mary Chain

00h20 - 01h35 LCD Soundsystem


Já carreguei as pilhas!

Ontem

Ontem:

Y? - Não vi…
Bunnyranch - MUITO BOM!!! Uma grande surpresa para mim.
The Gift - Não comento… :P Mas digo que as bifanas estavam boas.
Klaxons - Nem sim nem não…
Magic Numbers - Em que século estamos?
Bloc Party - O do Coliseu foi bem mais forte. Devem estar cansados dos Festivais…
Arcade Fire – Giro, apesar de todos saberem os meus gostos.

No que diz respeito ao Festival, pelo primeiro dia, achei que têm a lição muito bem estudada.

terça-feira, 3 de julho de 2007

Hoje

Para hoje, para além de previsão de chuva, que é normal no Inverno... temos:

17:00 - 17:15 - Y? (???????????????????????????????????)
17:30 - 18:15 - Bunnyranch

18:35 - 19:25 - The Gift

19:45 - 20:45 - Klaxons

21:05 - 22:05 - Magic Numbers

22:25 - 23:40 - Bloc Party

00:00 - 01:30 - Arcade Fire


Sem descriminações