Mista a vista que avista
os meus olhos
profundos de serem
fundos e imundos,
por não serem puros
suficiente para puderem, te,
mirar, olhar, vislumbrar, amar, criar,
sem que possam tirar
bocado, amado, virado,
fico estupefacto, com o acto.
Choro…
**************************************************
Enervo-me de te cheirar
Transpiro de te ver
Grito de te amar
Estremeço de te ler
Entra, fica
Suspiro de te tocar
Evaporo-me de te temer
Fujo de te cantar
Morro de te querer
Entra, fica
segunda-feira, 12 de março de 2007
sexta-feira, 9 de março de 2007
Tempestade de mar
Tempestade de mar, vermelho, encarnado, quente, nada suave, que tranquiliza a alma forte cheia de mágoa, de alegria escondida pelo entardecer frio, que aquece o meu coração, cheio de esperança, vã, ou não.
Em celebração do Amor
Semente que se sente quente de repente como a mente que vem rente e não mente.
Atado o mato alto e matado como o prato chato e com o sapo mato o fato de facto.
Cepa de verga erga a negra greta com a sineta violeta
Um dia encontrei uma pessoa tão triste que quando lhe perguntei se era triste, sorriu.
Faz de conta que sei do que estou a falar, mas depois calo-me, para ver se o eco diz asneiras. Assim terei muito mais prazer em corrigir um imbecil.
Sinto que me estou a consumir, mas não sinto calor, será que paguei a conta do gás?
Vem encher este pote com a tua sabedoria e vaza toda a tua barriga, cheia de gases. Hum! Que bom é o teu cheiro nojento!
Xícara de chá má trás cá a pá e vem com o António Sá, mas vem sozinha, com a vizinha e a criancinha, maneirinha. Afinal não vem só… bolas!
Sebe de verdes folhas, duras que nem cornos e verdes que nem as folhas. Já é segunda vez que me aleijo!
Faço votos de castidade por 20 Euros.
Enfio o meu dedo no teu ouvido, encho-me de ti e retiro. Constato que não está limpo, o dedo, é certo. Já o outro, estava, mas não o meti lá, por isso.
Entra uma vez e logo vez. Não sabes de que cor é? É vermelho, é claro que é encarnado.
Atado o mato alto e matado como o prato chato e com o sapo mato o fato de facto.
Cepa de verga erga a negra greta com a sineta violeta
Um dia encontrei uma pessoa tão triste que quando lhe perguntei se era triste, sorriu.
Faz de conta que sei do que estou a falar, mas depois calo-me, para ver se o eco diz asneiras. Assim terei muito mais prazer em corrigir um imbecil.
Sinto que me estou a consumir, mas não sinto calor, será que paguei a conta do gás?
Vem encher este pote com a tua sabedoria e vaza toda a tua barriga, cheia de gases. Hum! Que bom é o teu cheiro nojento!
Xícara de chá má trás cá a pá e vem com o António Sá, mas vem sozinha, com a vizinha e a criancinha, maneirinha. Afinal não vem só… bolas!
Sebe de verdes folhas, duras que nem cornos e verdes que nem as folhas. Já é segunda vez que me aleijo!
Faço votos de castidade por 20 Euros.
Enfio o meu dedo no teu ouvido, encho-me de ti e retiro. Constato que não está limpo, o dedo, é certo. Já o outro, estava, mas não o meti lá, por isso.
Entra uma vez e logo vez. Não sabes de que cor é? É vermelho, é claro que é encarnado.
quinta-feira, 8 de março de 2007
quarta-feira, 7 de março de 2007
Outro dia dizia-me um Sr:
"Ainda ouves Punk??? Isso é para putos...!" - Ao que lhe respondi - "E tu o que ouves?" - e ele muito convencido - "Ben Arper!!!" - e eu - "pois... mas tu só és da minha idade... Tens algum problema?"
NOFX
Nofx
nofx-Leave It Alone
Nofx - Hobofobic
Franco Unamerican- NOFX
NOFX - BOB
NOFX
Nofx
nofx-Leave It Alone
Nofx - Hobofobic
Franco Unamerican- NOFX
NOFX - BOB
terça-feira, 6 de março de 2007
A viagem
Faço viagens todos os dias, mas nada se compara ao que sempre quis fazer e consegui fazer.
Não sabia com o que podia contar, não estava de qualquer forma realmente preocupado, pois o que conta é a forma como fui. Desta vez sem ter que pensar muito e seguindo um antigo desejo, pensei em ir de patins. Quis ser o mais tradicional possível e utilizar patins tradicionais e não os recentes patins em linha. Fazia mais sentido, não só porque acredito mais nas coisas tradicionais, como também o desafio foi muito maior, não só isso como é bem mais estranho e difícil.
Fiz a mala para dois dias, tinha que evitar o excesso de peso. Consoante vou chegando aos locais onde pernoito, lavo e seco a roupa do dia, utilizando assim a outra muda de roupa para não ser sempre a mesma. Escolhi roupa resistente e com reforços nos locais mais utilizados.
Tinha alguns sítios que queria passar, mas tinha sempre um segundo plano, pois não podia prever tudo, algo poderia correr muito mal, problemas físicos, técnicos ou até mesmo climatéricos. Assim, em todas as localidades mais importantes, identifiquei um hotel, estalagem, pousadas, pensão, ou aluguer de quartos, para qualquer emergência. O destino e estes planos eram de facto as únicas coisas que tinha planeado, tudo o resto seria aventura, sem nada planeado, pelo menos a viagem grande.
Já a pequena, tinha meses de preparação. Todos me diziam que teria de ter um plano. Mas que sabiam eles do plano? Não era eles que iam nesta aventura! Bem que alguns queriam, mas não tiveram a coragem. No entanto eu tinha um plano, um objectivo, algo que me movia, queria arranjar uma forma barata de viajar e fugir.
Já era tarde, fiz a mala, verifiquei tudo, voltei a verificar e deitei-me. A excitação da viagem tirava-me o sono. Para chamar o sono, comecei a rever o caminho, mal passei o primeiro quarteirão, adormeci.
Acordei, não me conseguia levantar, algo estava terrivelmente errado. Não sentia as pernas, tentava movimenta-las mas não obedeciam, não as conseguia mover. O terror invadia os meus pensamentos, tudo o que tinha pensado, arquitectado, sonhado, estava a ir por água abaixo. Fiquei em pânico, gritei, mas nem isso conseguia fazer. O terror deu lugar ao desespero, perdia as forças, depois deixei de conseguir mover os braços, o tronco e por fim a cabeça, parecia que tudo em mim estava paralisado, adormecido, preso, aprisionado, congelado, petrificado. O terror e o desespero, fizeram com que lágrimas grossas escorressem pela face. Por fim a estucada final, não sentia frio, nem calor, nada. Pensei que a morte me tinha vindo visitar, e que não era assim tão mau, pois não estava a sofrer, pelo menos dor física, já a mente, essa sim, estava muito afectada e em dor. Não me resignei! Fiz um último esforço, bem grande e forte. Tentei pestanejar. Concentrei toda a minha força e mais alguma que viesse de fora, mesmo num esforço sobre-humano e consegui abrir o olho direito, só um pouco, o suficiente para ver luz. Bolas! Estou atrasado, já é de dia! Estava a sonhar…
Levantei-me e dirigi-me rapidamente para o banho. No banho lembrei-me do pesadelo. O que a ansiedade me fizera, ou seria um mau agoiro? Tinha dormido cerca de 4 horas e isso não era muito bom, mas como tinha descansado bastante nas últimas 3 semanas, apesar da preparação física, não era assim tão mau e por outro lado mantinha-me mais atento, mais vivo. Vesti tudo com rigor de um cirurgião, voltei a verificar tudo, rezei um pouco e saí.
O elevador estava fora de serviço, desci pelas escadas, tarefa árdua, mas naquele dia parecia tudo bem mais fácil e desci como nunca, rápido, exacto, mas sempre com o sentido que algo de errado estava para acontecer. Pensando assim, consegui chegar ao patamar do prédio num tempo recorde. Mantinha comigo um pequeno livro de apontamentos e um lápis, pois não confio em canetas, só para assinar documentos. Marcava todos os passos importantes, e este era um deles. Arrumei o bloco, o lápis, inspirei fundo, abri a porta da rua e a luz de mil holofotes incidiram sobre mim. Corri o mais de pude, ninguém me iria apanhar. As balas voavam à minha frente as sirenes soavam num tom quase hipnótico, a minha primeira meta é a esquina do prédio. Ai, duas centenas de patinadores estarão à minha espera e confundirão todos, mesmo eu ficarei confuso e não saberei se estarei a fugir ou a perseguir alguém. Todos de igual. A última bala, mesmo a última, resvala na parede e faz ricochete, atinge, em cheio, mesmo no alvo, mesmo no meio, com uma pontaria certeira, de um atirador experiente, o pneu de um carro das autoridades e falhando a minha perna. Dobro a esquina, toda a minha face estava iluminada de alegria, estavam lá todos e em posição. Nem foi necessário dar ordem, todos seguiram o seu caminho. E eu o meu. Nada nem ninguém sabia o caminho um do outro, pois todos tinham escolhido à sorte caminhos diferentes. O meu tinha sido o primeiro. Dali até ao meu ponto de fuga teria ainda muito que percorrer. Sempre pensei que seria apanhado, mas por outro lado achei sempre que não há forma de o fazer, pois estarei sempre muitas vezes à frente do que poderá acontecer. Visto de cima por helicóptero era uma imagem linda de se ver, a forma como todos os patinadores seguiam o seu caminho e como alguns eram interceptados pelas autoridades, não sabendo muito bem o que lhes podiam fazer, senão libertá-los, pois não havia uma descrição muito fidedigna do criminoso, que por grande acaso, poderia ser eu, não sendo assim das melhores.
Segui os meus 4 líderes de fuga, que eram 5, mas um já tinha sido apanhado pelas autoridades, como previsto. Consegui chegar ao ponto de separação em menos tempo do que estava no plano, contando já com o possível atraso. Isso não era muito bom, pois ficaria à espera do autocarro que me levaria para fora da cidade. Os minutos seguintes serão cruciais para o resto da viajem e por isso mesmo vou contar uma pequena história:
Tinha um pequeno Hamester. Era o meu ratinho favorito, o meu mais que tudo, visto que nada nem ninguém me ligava nenhuma. Era uma família muito grande, quase enorme, mais um menos um, seria mesmo igual. Uma vez passei dois dias em casa de um amigo, ninguém deu por isso, só deram conta porque eu fui desleixado e deixei passar a vez de deitar o lixo na rua. Mas não importa. O pequeno rato era…
Chegou o autocarro. Agarrei-o com toda a força e zarpei. Já no horizonte da avenida vinha um carro das autoridades, por sorte não me vira. Não podia acontecer com tanta frequência. Tinha apenas 3 situações de desencontro, ou situações aflitivas até ao final da viagem e ainda ia no início, não era muito bom. Em campo aberto tudo seria diferente.
Cruzei-me com mais 6 patinadores agarrados a autocarros e mais uns tantos na rua, e com as autoridades sem saber muito bem o que fazer. Estava decretado o caos. Tal como se previra, tudo quanto fosse patinador teria que ser detido. Mas… não contavam o que estaria para acontecer. A ganância dos agentes de informação, tinha surtido o efeito desejado. Depressa se soube da grande fuga, fazendo também com que todos os quanto gostam, adoram e são aficionados da patinagem, quer seja, tradicional, ou em linha, os trouxessem para as ruas. Se antes o caos era grande, neste momento eram milhares os que patinavam pelas ruas da cidade, fazendo com que tudo parasse. Não havia forma de os travar. Tudo se dizia, tudo de especulava, mas nada nem ninguém imaginava o que realmente estava em jogo. Apenas 3 pessoas sabiam.
Estava já fora da cidade. E outros tantos como eu, também se deslocavam noutros sentidos. Era um dos pontos fulcrais. O dia já ia longo e continuava com um sorriso louco na cara, depois de ter apanhado tanta boleia de outros tantos camiões e veículos de grande porte, tinha que parar por um pouco.
A quantidade de pessoas que acompanhava a louca viagem era imensa e já nem mesmo as autoridades sabiam como lidar com a situação. Planos de emergência, planos de captura, todo o tipo de planos e nada surtia efeito. Não é que fosse difícil encontrar patinadores, mas o difícil era apanha-los, ou mesmo interroga-los, pois nada diziam e por mais que parassem pessoas de patins, seria um em mil a hipótese de encontrar o fugitivo.
Quando me apeava tirava tudo o que fosse equipamento de viagem, pois queria estar descansado. Assim, antes de entrar em qualquer lugar para comer ou para pernoitar, encontrando sempre um local escondido, retirava a roupa de viagem e ficava só com o que se pode considerar necessário para parecer um comum transeunte. Jantei e depois subi de imediato para o meu quarto, estava cansado e ainda tinha que fazer o jornal da viagem.
Acordei bastante cedo, ainda o sol não raiava, mas pouco faltava. Preparei-me no mesmo local onde no dia anterior me tinha despido e retornei à viagem. Sabia exactamente para onde queria ir, antes de deitar tinha já traçado a minha rota. O sorriso teimava em não abandonar o meu rosto, pois até agora tinha tudo corrido como planeado, até mesmo o estar a ser seguido. Pensando sempre que todos os patinadores fazem o seu caminho sempre de patins, quem quer que fosse que me seguia não contava que eu me poderia deslocar de outra forma. Para jogar pelo seguro, deixei-me ser seguido mais um dia e depois faria a fuga.
Não resisti e em vez de um, foram dois dias, o meu perseguidor mal podia com as pernas. É o que faz não ter preparação. Quando menos esperava, retirei os patins, abri a porta do carro que estava mais próximo e pus-me em fuga.
Nem eu estava à espera de tal desilusão. Era demasiado imprevisto para ser óbvio. Tudo o que tinha batalhado até então, estava a ser posto de parte, o facto de fazer a viagem de patins era o objectivo primordial, mas no entanto havia outras coisas que me perturbavam a mente. O facto de meio mundo andar de patins, tirava o verdadeiro sentido à viagem. O verdadeiro sentido da fuga não era os patins, mas sim a forma como o fizera e isso tudo tinha sido subvertido. Tal como noutras ocasiões, em que nada nem ninguém esperava, eu fi-lo. Como será óbvio referir, andar de carro é bem mais fácil de ser interceptado, logo teria que me livrar de tal estúpido meio de transporte.
Após cerca de 25 quilómetros, abandonei o carro numa ravina e segui a pé, até encontrar um burro abandonado. Depois, para despistar, encontrei no meio do campo um triciclo. Este foi por ventura o maior erro da minha viagem. Ninguém com a minha idade anda de triciclo… e assim fui identificado como sendo um fugitivo “dos patins”. Cedo me consegui libertar e voltar à estrada. Tinha comprado um bigode falso e uns óculos sem lentes. O disfarce não era dos melhores, todos me confundiam com o Dr. Maravilha. Esta fase da viagem foi das mais irrelevantes. Tudo o que fazia ou escolhia, dava sempre problema.
Parei e pensei no assunto.
Nada de grave, apenas dois dias. Entendi o recado, os patins eram a solução. Com grande nostalgia, calcei-os, as lágrimas frias, escorriam-me pela face. Quando me pus de pé, sorri por dentro e chorei por fora. Segui…
Passados dois anos e meio, e vários pares de patins, o lugar onde queria chegar, estava fechado e nunca mais abriria. Envolto num triste sentimento de remorso, e dádiva de várias coisas a pessoas que não as apreciam, jurei: não vou deixar nunca mais uma prova da minha existência, em qualquer lado que passe, relativo à minha passagem por onde quer de seja.
Assim fiz. Deixei o local e retirei as impressões digitais, bem como tomei a pílula que torna o ADN estéril. Rumei a casa dos meus tios, algures no sítio mais longe do planeta terra.
É daí que escrevo estas palavras. Muito mais haveria para dizer, como por exemplo o detective que vasculhou o meu apartamento de origem e descobriu todas as minhas cartas para a mulher do Mário Soares. Uma vergonha.
Acabei a viagem e estou feliz.
PS: Não sei da minha carteira.
Não sabia com o que podia contar, não estava de qualquer forma realmente preocupado, pois o que conta é a forma como fui. Desta vez sem ter que pensar muito e seguindo um antigo desejo, pensei em ir de patins. Quis ser o mais tradicional possível e utilizar patins tradicionais e não os recentes patins em linha. Fazia mais sentido, não só porque acredito mais nas coisas tradicionais, como também o desafio foi muito maior, não só isso como é bem mais estranho e difícil.
Fiz a mala para dois dias, tinha que evitar o excesso de peso. Consoante vou chegando aos locais onde pernoito, lavo e seco a roupa do dia, utilizando assim a outra muda de roupa para não ser sempre a mesma. Escolhi roupa resistente e com reforços nos locais mais utilizados.
Tinha alguns sítios que queria passar, mas tinha sempre um segundo plano, pois não podia prever tudo, algo poderia correr muito mal, problemas físicos, técnicos ou até mesmo climatéricos. Assim, em todas as localidades mais importantes, identifiquei um hotel, estalagem, pousadas, pensão, ou aluguer de quartos, para qualquer emergência. O destino e estes planos eram de facto as únicas coisas que tinha planeado, tudo o resto seria aventura, sem nada planeado, pelo menos a viagem grande.
Já a pequena, tinha meses de preparação. Todos me diziam que teria de ter um plano. Mas que sabiam eles do plano? Não era eles que iam nesta aventura! Bem que alguns queriam, mas não tiveram a coragem. No entanto eu tinha um plano, um objectivo, algo que me movia, queria arranjar uma forma barata de viajar e fugir.
Já era tarde, fiz a mala, verifiquei tudo, voltei a verificar e deitei-me. A excitação da viagem tirava-me o sono. Para chamar o sono, comecei a rever o caminho, mal passei o primeiro quarteirão, adormeci.
Acordei, não me conseguia levantar, algo estava terrivelmente errado. Não sentia as pernas, tentava movimenta-las mas não obedeciam, não as conseguia mover. O terror invadia os meus pensamentos, tudo o que tinha pensado, arquitectado, sonhado, estava a ir por água abaixo. Fiquei em pânico, gritei, mas nem isso conseguia fazer. O terror deu lugar ao desespero, perdia as forças, depois deixei de conseguir mover os braços, o tronco e por fim a cabeça, parecia que tudo em mim estava paralisado, adormecido, preso, aprisionado, congelado, petrificado. O terror e o desespero, fizeram com que lágrimas grossas escorressem pela face. Por fim a estucada final, não sentia frio, nem calor, nada. Pensei que a morte me tinha vindo visitar, e que não era assim tão mau, pois não estava a sofrer, pelo menos dor física, já a mente, essa sim, estava muito afectada e em dor. Não me resignei! Fiz um último esforço, bem grande e forte. Tentei pestanejar. Concentrei toda a minha força e mais alguma que viesse de fora, mesmo num esforço sobre-humano e consegui abrir o olho direito, só um pouco, o suficiente para ver luz. Bolas! Estou atrasado, já é de dia! Estava a sonhar…
Levantei-me e dirigi-me rapidamente para o banho. No banho lembrei-me do pesadelo. O que a ansiedade me fizera, ou seria um mau agoiro? Tinha dormido cerca de 4 horas e isso não era muito bom, mas como tinha descansado bastante nas últimas 3 semanas, apesar da preparação física, não era assim tão mau e por outro lado mantinha-me mais atento, mais vivo. Vesti tudo com rigor de um cirurgião, voltei a verificar tudo, rezei um pouco e saí.
O elevador estava fora de serviço, desci pelas escadas, tarefa árdua, mas naquele dia parecia tudo bem mais fácil e desci como nunca, rápido, exacto, mas sempre com o sentido que algo de errado estava para acontecer. Pensando assim, consegui chegar ao patamar do prédio num tempo recorde. Mantinha comigo um pequeno livro de apontamentos e um lápis, pois não confio em canetas, só para assinar documentos. Marcava todos os passos importantes, e este era um deles. Arrumei o bloco, o lápis, inspirei fundo, abri a porta da rua e a luz de mil holofotes incidiram sobre mim. Corri o mais de pude, ninguém me iria apanhar. As balas voavam à minha frente as sirenes soavam num tom quase hipnótico, a minha primeira meta é a esquina do prédio. Ai, duas centenas de patinadores estarão à minha espera e confundirão todos, mesmo eu ficarei confuso e não saberei se estarei a fugir ou a perseguir alguém. Todos de igual. A última bala, mesmo a última, resvala na parede e faz ricochete, atinge, em cheio, mesmo no alvo, mesmo no meio, com uma pontaria certeira, de um atirador experiente, o pneu de um carro das autoridades e falhando a minha perna. Dobro a esquina, toda a minha face estava iluminada de alegria, estavam lá todos e em posição. Nem foi necessário dar ordem, todos seguiram o seu caminho. E eu o meu. Nada nem ninguém sabia o caminho um do outro, pois todos tinham escolhido à sorte caminhos diferentes. O meu tinha sido o primeiro. Dali até ao meu ponto de fuga teria ainda muito que percorrer. Sempre pensei que seria apanhado, mas por outro lado achei sempre que não há forma de o fazer, pois estarei sempre muitas vezes à frente do que poderá acontecer. Visto de cima por helicóptero era uma imagem linda de se ver, a forma como todos os patinadores seguiam o seu caminho e como alguns eram interceptados pelas autoridades, não sabendo muito bem o que lhes podiam fazer, senão libertá-los, pois não havia uma descrição muito fidedigna do criminoso, que por grande acaso, poderia ser eu, não sendo assim das melhores.
Segui os meus 4 líderes de fuga, que eram 5, mas um já tinha sido apanhado pelas autoridades, como previsto. Consegui chegar ao ponto de separação em menos tempo do que estava no plano, contando já com o possível atraso. Isso não era muito bom, pois ficaria à espera do autocarro que me levaria para fora da cidade. Os minutos seguintes serão cruciais para o resto da viajem e por isso mesmo vou contar uma pequena história:
Tinha um pequeno Hamester. Era o meu ratinho favorito, o meu mais que tudo, visto que nada nem ninguém me ligava nenhuma. Era uma família muito grande, quase enorme, mais um menos um, seria mesmo igual. Uma vez passei dois dias em casa de um amigo, ninguém deu por isso, só deram conta porque eu fui desleixado e deixei passar a vez de deitar o lixo na rua. Mas não importa. O pequeno rato era…
Chegou o autocarro. Agarrei-o com toda a força e zarpei. Já no horizonte da avenida vinha um carro das autoridades, por sorte não me vira. Não podia acontecer com tanta frequência. Tinha apenas 3 situações de desencontro, ou situações aflitivas até ao final da viagem e ainda ia no início, não era muito bom. Em campo aberto tudo seria diferente.
Cruzei-me com mais 6 patinadores agarrados a autocarros e mais uns tantos na rua, e com as autoridades sem saber muito bem o que fazer. Estava decretado o caos. Tal como se previra, tudo quanto fosse patinador teria que ser detido. Mas… não contavam o que estaria para acontecer. A ganância dos agentes de informação, tinha surtido o efeito desejado. Depressa se soube da grande fuga, fazendo também com que todos os quanto gostam, adoram e são aficionados da patinagem, quer seja, tradicional, ou em linha, os trouxessem para as ruas. Se antes o caos era grande, neste momento eram milhares os que patinavam pelas ruas da cidade, fazendo com que tudo parasse. Não havia forma de os travar. Tudo se dizia, tudo de especulava, mas nada nem ninguém imaginava o que realmente estava em jogo. Apenas 3 pessoas sabiam.
Estava já fora da cidade. E outros tantos como eu, também se deslocavam noutros sentidos. Era um dos pontos fulcrais. O dia já ia longo e continuava com um sorriso louco na cara, depois de ter apanhado tanta boleia de outros tantos camiões e veículos de grande porte, tinha que parar por um pouco.
A quantidade de pessoas que acompanhava a louca viagem era imensa e já nem mesmo as autoridades sabiam como lidar com a situação. Planos de emergência, planos de captura, todo o tipo de planos e nada surtia efeito. Não é que fosse difícil encontrar patinadores, mas o difícil era apanha-los, ou mesmo interroga-los, pois nada diziam e por mais que parassem pessoas de patins, seria um em mil a hipótese de encontrar o fugitivo.
Quando me apeava tirava tudo o que fosse equipamento de viagem, pois queria estar descansado. Assim, antes de entrar em qualquer lugar para comer ou para pernoitar, encontrando sempre um local escondido, retirava a roupa de viagem e ficava só com o que se pode considerar necessário para parecer um comum transeunte. Jantei e depois subi de imediato para o meu quarto, estava cansado e ainda tinha que fazer o jornal da viagem.
Acordei bastante cedo, ainda o sol não raiava, mas pouco faltava. Preparei-me no mesmo local onde no dia anterior me tinha despido e retornei à viagem. Sabia exactamente para onde queria ir, antes de deitar tinha já traçado a minha rota. O sorriso teimava em não abandonar o meu rosto, pois até agora tinha tudo corrido como planeado, até mesmo o estar a ser seguido. Pensando sempre que todos os patinadores fazem o seu caminho sempre de patins, quem quer que fosse que me seguia não contava que eu me poderia deslocar de outra forma. Para jogar pelo seguro, deixei-me ser seguido mais um dia e depois faria a fuga.
Não resisti e em vez de um, foram dois dias, o meu perseguidor mal podia com as pernas. É o que faz não ter preparação. Quando menos esperava, retirei os patins, abri a porta do carro que estava mais próximo e pus-me em fuga.
Nem eu estava à espera de tal desilusão. Era demasiado imprevisto para ser óbvio. Tudo o que tinha batalhado até então, estava a ser posto de parte, o facto de fazer a viagem de patins era o objectivo primordial, mas no entanto havia outras coisas que me perturbavam a mente. O facto de meio mundo andar de patins, tirava o verdadeiro sentido à viagem. O verdadeiro sentido da fuga não era os patins, mas sim a forma como o fizera e isso tudo tinha sido subvertido. Tal como noutras ocasiões, em que nada nem ninguém esperava, eu fi-lo. Como será óbvio referir, andar de carro é bem mais fácil de ser interceptado, logo teria que me livrar de tal estúpido meio de transporte.
Após cerca de 25 quilómetros, abandonei o carro numa ravina e segui a pé, até encontrar um burro abandonado. Depois, para despistar, encontrei no meio do campo um triciclo. Este foi por ventura o maior erro da minha viagem. Ninguém com a minha idade anda de triciclo… e assim fui identificado como sendo um fugitivo “dos patins”. Cedo me consegui libertar e voltar à estrada. Tinha comprado um bigode falso e uns óculos sem lentes. O disfarce não era dos melhores, todos me confundiam com o Dr. Maravilha. Esta fase da viagem foi das mais irrelevantes. Tudo o que fazia ou escolhia, dava sempre problema.
Parei e pensei no assunto.
Nada de grave, apenas dois dias. Entendi o recado, os patins eram a solução. Com grande nostalgia, calcei-os, as lágrimas frias, escorriam-me pela face. Quando me pus de pé, sorri por dentro e chorei por fora. Segui…
Passados dois anos e meio, e vários pares de patins, o lugar onde queria chegar, estava fechado e nunca mais abriria. Envolto num triste sentimento de remorso, e dádiva de várias coisas a pessoas que não as apreciam, jurei: não vou deixar nunca mais uma prova da minha existência, em qualquer lado que passe, relativo à minha passagem por onde quer de seja.
Assim fiz. Deixei o local e retirei as impressões digitais, bem como tomei a pílula que torna o ADN estéril. Rumei a casa dos meus tios, algures no sítio mais longe do planeta terra.
É daí que escrevo estas palavras. Muito mais haveria para dizer, como por exemplo o detective que vasculhou o meu apartamento de origem e descobriu todas as minhas cartas para a mulher do Mário Soares. Uma vergonha.
Acabei a viagem e estou feliz.
PS: Não sei da minha carteira.
segunda-feira, 5 de março de 2007
Tretas
Penso que penso no que penso.
É algo que devo pensar mesmo que não pense no que devia pensar. Pensar é algo que faço sem pensar, penso sempre que estou a pensar sem me lembrar de estar a pensar de propósito. Se pensar com efectividade, será um pensar forçado, logo mais pensado, mas no entanto não se deve pensar que é superior ao anterior pensar. O pensar sem pensar que se está a pensar, é tido como não sendo um pensar pensado, mas sim irreflectido, logo menos valorizado, mas de facto é tão ou mais do que o pensar que se está a pensar, pois funciona sempre. Já o que é feito de propósito, é só feito quando se quer, não tendo em conta que já há um pensar, pensar esse nobre, pois trata-se do senso comum, que nos faz estar vivos.
É algo que devo pensar mesmo que não pense no que devia pensar. Pensar é algo que faço sem pensar, penso sempre que estou a pensar sem me lembrar de estar a pensar de propósito. Se pensar com efectividade, será um pensar forçado, logo mais pensado, mas no entanto não se deve pensar que é superior ao anterior pensar. O pensar sem pensar que se está a pensar, é tido como não sendo um pensar pensado, mas sim irreflectido, logo menos valorizado, mas de facto é tão ou mais do que o pensar que se está a pensar, pois funciona sempre. Já o que é feito de propósito, é só feito quando se quer, não tendo em conta que já há um pensar, pensar esse nobre, pois trata-se do senso comum, que nos faz estar vivos.
sexta-feira, 2 de março de 2007
Alegra-te alma clara
Fugi, abandonei todo e qualquer pretexto para ser feliz. A felicidade passou a ser um termo gasto, fora de tom, cheio de saudade, com muita mágoa, proferido sem sentido, nos dias tristes e longos que enfrento. Sendo o fim da alegria, transporto uma longa arca cheia de lembranças, que pretendo deixar no mar, numa falésia bem alta e gritar: Viva a tristeza!
Entoo cânticos de fazer chorar tudo o que se diz feliz e alegre, mas sei que mais dia, menos dia, irão todos me dar o devido valor e cantar comigo, em alto e bom som, que chorar as tristezas é algo que faremos com prazer, mas sem alegria, será algo que faremos naturalmente com todas as tristezas do mundo e nos transtornará de tal forma, de tal maneira, que serão necessários vários milhares de anos para que se consiga identificar o que quer dizer a palavra alegria. Podemos mesmo ter que a esquecer e nunca mais a proferir, sendo uma blasfémia, não em termos religiosos, mas sim terrenos, concretos.
Sei que será uma tarefa fácil, pois será a antítese do que tenho hoje, mas nada é fácil, mesmo o ser negativo é difícil de manter-se assim durante muito anos, até séculos. Terei técnicas, como o silêncio, ou até mesmo abdicar de conversar, sendo essa a essência do que se pretende. O diálogo, na sua forma mais pura, leva à alegria, logo deverá ser mantido única e exclusivamente para pedir algo que não consigamos por outros meios. A língua, sendo única entre povos, será outro pilar para a tristeza. Neste ponto terei que pedir ajuda a alguém, mas esse alguém terá que ser mais triste que eu. Será fácil executar, pois não necessitamos de muitas palavras para sobreviver. Este tema é no entanto antagónico, logo utópico, pois, e mais uma vez, contraditório, por ser fácil e difícil, só por isso, não pela antítese do tema em si, mas sim pela dificuldade em executa-lo.
Em tudo há excepções, mesmo aqui, mas neste caso, não há, mas deveria, assim, irá haver. Ora, qual a melhor forma que conhecemos de nos tornarmos alegres? Exacto, o diálogo. Ora, em casos extremos e só nesses, sendo estes os que são utilizados para subverter as regras, sendo só neste sentido, para atingir a tristeza plena, que é tornar-me triste para o resto da minha existência, mesmo depois de padecer, só nesse caso extremo, poder-se-á utilizar o diálogo.
Em caso algum se pode utilizar o riso, ou rir, nem mesmo sorrir, mesmo que sendo em situações nefastas, ou que provoquem riso, como o cair sem razão aparente. Assim, e repito, em caso algum!
Mantendo uma coerência insana, terei as forças todas da alegria do meu lado, mas saberei afasta-las, mantendo os meus pensamentos de falta de dialogo, profundamente enraizados no meu eu, na minha alma, na minha mente, sendo acessível por outros, que a queiram contrapor, sendo esses os primeiros a serem infectados pela verdadeira tristeza, pela forma essencial de tristeza, aquela que nos faz querer ficar assim para o resto da vida, tristes. Não confundir com a vontade de querer morrer, pois essa é subvertida, sendo muitas vezes utilizada como forma de escape e até, em situações extremistas: a fuga! Assim, morte não consta na minha forma de pensar, pelo menos na minha, no entanto nutro a tristeza de a não poder executar, ou de a ter, bem como a de não poder controlar.
Não quero com isto fazer com que haja milhares de indivíduos convertidos, pois isso seria alegre verificar que consegui fazer passar toda a minha tristeza para os demais, será sim mais triste achar que há pessoas que conseguem entender o que estou a falar e até mesmo identificar-se com o que penso, fazendo da vida delas a mesma que a minha. Isso neste ponto de vista, torna as coisas bem tristes e assim serei um triste, verdadeiramente triste e poderei ser triste com mais pessoas, não havendo forma de ser alegre, qualquer que seja a razão para o ser.
Mesmo que…
Bom grito!
Entoo cânticos de fazer chorar tudo o que se diz feliz e alegre, mas sei que mais dia, menos dia, irão todos me dar o devido valor e cantar comigo, em alto e bom som, que chorar as tristezas é algo que faremos com prazer, mas sem alegria, será algo que faremos naturalmente com todas as tristezas do mundo e nos transtornará de tal forma, de tal maneira, que serão necessários vários milhares de anos para que se consiga identificar o que quer dizer a palavra alegria. Podemos mesmo ter que a esquecer e nunca mais a proferir, sendo uma blasfémia, não em termos religiosos, mas sim terrenos, concretos.
Sei que será uma tarefa fácil, pois será a antítese do que tenho hoje, mas nada é fácil, mesmo o ser negativo é difícil de manter-se assim durante muito anos, até séculos. Terei técnicas, como o silêncio, ou até mesmo abdicar de conversar, sendo essa a essência do que se pretende. O diálogo, na sua forma mais pura, leva à alegria, logo deverá ser mantido única e exclusivamente para pedir algo que não consigamos por outros meios. A língua, sendo única entre povos, será outro pilar para a tristeza. Neste ponto terei que pedir ajuda a alguém, mas esse alguém terá que ser mais triste que eu. Será fácil executar, pois não necessitamos de muitas palavras para sobreviver. Este tema é no entanto antagónico, logo utópico, pois, e mais uma vez, contraditório, por ser fácil e difícil, só por isso, não pela antítese do tema em si, mas sim pela dificuldade em executa-lo.
Em tudo há excepções, mesmo aqui, mas neste caso, não há, mas deveria, assim, irá haver. Ora, qual a melhor forma que conhecemos de nos tornarmos alegres? Exacto, o diálogo. Ora, em casos extremos e só nesses, sendo estes os que são utilizados para subverter as regras, sendo só neste sentido, para atingir a tristeza plena, que é tornar-me triste para o resto da minha existência, mesmo depois de padecer, só nesse caso extremo, poder-se-á utilizar o diálogo.
Em caso algum se pode utilizar o riso, ou rir, nem mesmo sorrir, mesmo que sendo em situações nefastas, ou que provoquem riso, como o cair sem razão aparente. Assim, e repito, em caso algum!
Mantendo uma coerência insana, terei as forças todas da alegria do meu lado, mas saberei afasta-las, mantendo os meus pensamentos de falta de dialogo, profundamente enraizados no meu eu, na minha alma, na minha mente, sendo acessível por outros, que a queiram contrapor, sendo esses os primeiros a serem infectados pela verdadeira tristeza, pela forma essencial de tristeza, aquela que nos faz querer ficar assim para o resto da vida, tristes. Não confundir com a vontade de querer morrer, pois essa é subvertida, sendo muitas vezes utilizada como forma de escape e até, em situações extremistas: a fuga! Assim, morte não consta na minha forma de pensar, pelo menos na minha, no entanto nutro a tristeza de a não poder executar, ou de a ter, bem como a de não poder controlar.
Não quero com isto fazer com que haja milhares de indivíduos convertidos, pois isso seria alegre verificar que consegui fazer passar toda a minha tristeza para os demais, será sim mais triste achar que há pessoas que conseguem entender o que estou a falar e até mesmo identificar-se com o que penso, fazendo da vida delas a mesma que a minha. Isso neste ponto de vista, torna as coisas bem tristes e assim serei um triste, verdadeiramente triste e poderei ser triste com mais pessoas, não havendo forma de ser alegre, qualquer que seja a razão para o ser.
Mesmo que…
Bom grito!
sábado, 24 de fevereiro de 2007
O Portugal Genial
O blog, o sítio, o melhor sítio, o que todos estavam à espera mas não tinham, é isto, é este, mesmo, o melhor:
O Portugal Genial
Vamos a eles pessoal! Vamos ser ainda mais Geniais.
Força Portugueses!
O Portugal Genial
Vamos a eles pessoal! Vamos ser ainda mais Geniais.
Força Portugueses!
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007
Queridos amigos, amigas e seres do além:
Faltam 3 dias e 5 noites no Hotel Paraíso, para o referendo e campanha eleitoral descalça está a chegar ao fim, ou não? O que acham? ahn? Chegou o momento em que muitos Portugueses decidirão se vão ou não votar, e outros, os mesmos, os que são mesmo, que estão ainda mais indecisos, farão a sua escolha, ou a deles, a minha não.
A nossa, vossa, deles, a campanha dos outros, nossa, tem sido uma campanha moderada, mesmo aldrabada, alegre, feliz e contente e de proximidade, de tal forma que cheira mal. Procurámos informar e esclarecer os portugueses, não só, mas também, sobre os múltiplos aspectos, bem como a forma como se preenche um questionário para pedir vários litros de leite ao Domingo, não só como também da problemática do aborto (qual aborto?) e as alternativas que se apresentam na sociedade portuguesa todos os dias de manhã quando vamos para a casa de banho.
Procurámos falar claro, claro, não só porque se ouve melhor, não porque é de dia, mas porque queremos, todos nós, falar sobre as consequências negativas da liberalização do aborto, (Porra! Mas qual???)
Tem sido uma campanha sustentada na ciência, cansativa, abrasiva, fenomenalmente estereotipada, gritante e nos progressos recentes da medicina alternativa, ou da frente. Tem sido uma campanha positiva e em crescendo, assim como o sexo do meu marido.
É-nos, é-vos, é-los, et cetera, agora, pedido um último esforço, (Leite?!) de modo a consolidar, mesmo abetumar, o campo do “Não” come si como sa, que pode e deve constituir uma sólida, abetumada maioria onde se reconheçam, conhecem mesmo os Portugueses com bom senso, moderação, os frouxos e de espírito de equilíbrio, dentro da idade do armário e justiça, sendo de cortiça, na Apostiça, o raio da miúda!
Nos últimos meses, dentro dos melhores, os argumentos do “Não” come si como sa fizeram o seu caminho, o deles, dos mesmos, ou outros, aumentando na população pigmeia portuguesa o sentimento de culpa non troppo contrário ao aborto ao ar livre até às 10 semanas incluindo as que se fica de molho – sem limites, radical, tipo Bugee Jumping, nem condições, que se digam dignas de quem nasceu “bem” e sem ter em conta os direitos, ou esquerdos, de ser humano em desenvolvimento para os lados – que o “Sim” alright propõe às vezes.
Na sociedade portuguesa, tida como série, é hoje claro, quando de dia, que, que, que, no, feto, feto, feto, no, bebé, bé bé bé bé, bebé, no filho, filho, filho, há vida, uma vida, a vida, essa vida, aquela vida, a mesma, a outra, que desde o 20º dia, o dia em que começam a escola da vida, tem coração a bater e pode beber uns canecos. Que se mexe e remexe, joga à bola e enerva. Que sente, mente, rente, o pente e reage a todo o tipo de insultos, bem… todos não, os em Finlandês não.
É ciência que o diz, e rediz, malha, recalca, grita, chora, verte, engasga, é cada mãe que o sabe a morangos com chocolate.
É hoje claro, mais uma vez de dia, bem, neste caso por de ser de noite, na sociedade portuguesa, que o aborto é em si, em mim, ou neles, mesmo um mal, brutal, anormal, no Seixal, e que cheira mal, um mal que vem por bem, ou não, que causa traumas, lesões do miocárdio muitas vezes irreversíveis na mulher do Padre.
É hoje mais claro (bolas!) na sociedade portuguesa (chiça!) que à preocupação (caneco!) do “Não” come si como sa com a defesa, sendo mesmo guarda-redes, do ser humano em desenvolvimento quando espicaçado por uma prostituta, e com a mãe e o pai responde o “Sim” alright com propostas radicais, surfistas, freestyle e extremas: o que o “Sim” alright propõe é uma liberalização, tipo consumo mas não comercialização, do aborto até às 10 semanas, nem mais um minuto, sem condições, ali, na rua e limitações, à bruta, por trás. Muitos Portugueses, eu diria quase todos, com moderação, e frouxos e bom senso, não tento, têm cada vez mais dúvidas e dívidas, sobre o fundamento de uma liberalização, tipo consumo mas não comercialização, em que o aborto (QUAL?) se pode transformar em mero contraceptivo, tipo de borracha, ou até de látex, mas só para quem tem pénis pequenino.
A maioria dos Portugueses que vive com dificuldades não vê como um bem, nem vê com prioridade, fazer abortos a custarem rios de dinheiro, nem a utilização dos seus impostos, os de quem pagam, para financiar a prática de abortos (Ah! Já são mais que um) que responsáveis governamentais, querem fazer, ou mandar fazer, querem também encaminhar para clínicas privadas, as mesmas que são geridas pelos próprios que dizem não. Tudo isto, ou aquilo, note-se, ou moede-se, num pais em que o Serviço Nacional de Saúde e afins, face à doença de pitágoras, tem enormes listas de espera, com pessoas menos doentes por serem tocadas por outras, num acto de desespero sagaz, faz cortes à bruta, sucessivos nas comparticipações comparticipadas e apresenta a seguir filmes também disponíveis no seu vídeo clube, muitas deficiências de funcionamento, devido à má lubrificação, pois usam preservativos de baixa qualidade.
Por fim, (ufa!) é hoje, ontem e amanhã, na sociedade portuguesa que a liberalização, tipo podes consumir mas não pode comercializar, do aborto, esse grande maluco, leva a um aumento exponencial, elevado a quinze, do número zero, de abortos (engraçado, não sabia…). Foi esta a experiência, muito gratificante, de outros países europeus em evolução no consumo, que liberalizaram o aborto (Outra vez??). Em Espanha, aqui mesmo ao lado onde a lei é igual à actual mas fazem abortos a torto e a direito e ninguém quer saber, por cada 100 nascimentos realizam-se hoje 19 abortos (Se aparecer mais uma vez esta palavra, grito!); em França, terra de rotos, por cada 100 nascimentos coitados, realizam-se hoje 27 abortos (Ora ai está! Devem ser bem mais!); em Inglaterra, por cada 100 nascimentos, onde é altamente improvável realizam-se hoje 29 abortos (Eu avisei! AAHHHHHHHHH!!!). Não é esta a sociedade que os Portugueses querem construir para os nossos filhos, não? Então? É qual? Um onde os podre de ricos fazem o que lhes apetecem? É isso?
Estas questões centrais, diga-se do meio, mesmo do seio, ou seja, da teta – e existência de vida humana noutros planetas, ou então da intra-uterina; mas sem urina, o trauma que o aborto (é cansativo ouvir esta palavra tantas vezes!) causa à mulher, ao pai da mãe, bem como ao vizinho, e a todos nós que queremos ajudar a decidir, ou até mesmo decidir por ela; o radicalismo, os serial killers, os matadores de toiros, os pescadores, os treinadores de cães, os que oferecem flores e que as matam, que corresponde à procura de liberalização, tipo consumo, mas não comercialização, do aborto (essa nova palavra, nunca ouvida); o desvio de prioridades na política de saúde em Portugal e na China; e o aumento do número, 10, ou 36, sendo este o meio da sorte, sendo também o de abortos (Olá!) com a liberalização, tipo … etc… – explicam o crescimento do Não” come si como sa.
Deve também assinalar-se a diferença, o direito pela mesma, na natureza e na cidade, e na atitude da injustiça na cortiça, entre a campanha do “Não” come si como sa e a campanha do “Sim” alright.
A voz do “NÃO”, é a voz de grupos matreiros, que querem o que dizem que querem mas não consegues dizer o que querem mesmo, sendo essas as verdadeiras intenções, já os grupos cívicos, ou civícos, que nasceram directamente da sociedade civil, sendo esta a conclusão de uma mestrado do Sr. Dr. Prof. Esmago o Nabo, num exercício de cidadania em 3 actos, de milhares de mulheres, nascas e homens de Portugal e arredores. Interpretando o referendo, da forma mais directa, os nossos queridos amigos, falam numa língua morta, como o instituto por excelência da participação cívica, não civíca, dos cidadãos, não dos cidadães, os grupos cívicos do “Não” come si come sa manifestam, pudicamente, a sua intenção de se masturbar em público, bem como a independência face ao poder político másculo e aos partidos aos bocados.
Representam um “Não” come si come sa que é moderado, adormecido, neurótico, novo mas velho, humano, coisa, glicémico e construtivo. Queremos proteger a vida humana e a minha mana, mas não ignoramos o problema, mantemos a distância correcta de uma mulher grávida em dificuldades, pois pode ser contagioso. Não apontamos o dedo a ninguém porque é feio; o nosso objectivo, sim porque o temos, é dar uma oportunidade ao meu amigo Vasco que anda lá fora a lutar pela vida e viu-se a braços com uma gaja marada grávida que está lá em a casa e é da vida, e estar ao lado da mulher em dificuldades que usa cinta quando está calor.
Pelo contrário, muitos Portugueses e Portuguesas, sentem na proposta do “Sim” alright, uma atitude, nefasta e positiva, mas aldrabada, mesmo fria, que banaliza e baliza; uma atitude unilateral, tipo, eu decido e não tens nada a ver com isso, de quem não faz uma única proposta, ou mesmo uma factura, para dar protecção à vida, não se dignando, nem se quer a contratar um serviço de guarda-costas baratos, que todos sabemos existir no bebé.
É também por isto que o “Sim” alright se afasta, dia após dia. Já o mesmo não se pode dizer da noite, um pouco mais do coração, esse órgão de grandes potencialidades, que tanta falta faz quando se está morto. E da sensibilidade das mulheres, bem como dos homens. E da sociedade portuguesa, ou seja, da Matria.
Queremos garantir que manteremos, até ao fim, mesmo que custe o dedo mindinho do pé esquerdo, o registo moderado, mesmo morno, mesmo sonolento, equilibrado, abananado, vigorado e sensível ao cheiro do “Não” come si come sa – porque é este “Não” come si come sa em que acreditamos e nos peidamos.
As campanhas do “Não”, não são, não, são “Não”, pelo são não, não, portanto uma mera repetição de argumentos. São dinâmicas, mesmo energéticas, de fazer dormir pessoal nas discotecas da moda e o “Não” come si como sa tem tido esse dom de fazer esquecer o quanto mijamos e o dinamismo também. Sabemos que os portugueses, povo esse que sabe sempre o que quer, se vai votar, dê lá por onde der, decidem com bom senso, com pimenta na língua, com equilíbrio, com vaticínio, com heroicíssimo, com valentia, com bravura, com javardice e com sentido de justiça, não só pela cortiça, como também… Sabemos que é o bom senso e não o incenso, que leva a maioria dos portugueses – mesmo a generalidade dos drogados e dos apoiantes do “Sim” alright – a ser contra o sexo anal, bem como aquela palavra que nunca ouvimos neste discurso: aborto. Sabemos, vemos, cheiramos, ouvimos, mordemos que o equilíbrio leva a maioria dos portugueses e portuguesas a desejar o sexo pelo sexo, mesmo que seja à bruta e uma lei humana e humanizante, já não concordando com os humanóides, ou mesmo com a inseminação vegetal, que proteja a vida humana e não ofereça, mas sim que seja paga às mulheres a falsa terapia do esforço sem dor, como solução do aborto (essa palavra bela!) livre que nem um passarinho.
Sabemos, concordamos e vemo-nos todos os dias impelidos em concorda que é o sentido de justiça, sendo a da aristocracia que leva a maioria dos portugueses a desejar o fim da pena pela pena e iniciar no próximo dia 11 de Fevereiro, do ano vindouro, uma decisão justa, mas junta: querem – queremos – quereis - proteger a vida, o mendigo, o feto, o beto, o embrião, o feijão, o bebé e o chulé.
Ao longo da toda a história, a campanha, que torna possível, procurámos explicar que, com, a, presente e actual lei, “Não” come si come sa, não há nenhuma mulher, nenhuma rameira, nenhuma prostituta e de novo, mulher em geral, presa por abortar, até mesmo por arrotar, que é proibido na casa da Guida.
O “Não” come si come sa coloca-se, põe-se mesmo, indiscutivelmente, indubitavelmente, inconstitucionalissimamente, in, do lado daquela maioria de Portugueses baratos, sem posses, que é contra a liberalização, do tipo, consumo ‘tá-se, mas vender é chibaria, do aborto (já tinha saudades) proposta pelo “Sim” alright; o “Não” come si come sa coloca-se abertamente, chegando ao nojo, do lado daquela maioria, essa mesmo, de Portugueses que não, “Não” come si come sa quer uma liberalização e já não falo do tipo – sem razões, sem tesões, sem verrugas, sem micas, mas com argolas, sem condições, sem sapatos e sem limites gordos, isto é, ou seja, digamos, a bem dizer, quer dizer, por outrem, é assim, sem ter em consideração, ou até mesmo um pingo de leite, sobre os direitos esquerdos do ser humano em desenvolvimento, como os putos na escola que fumam charros e não sabem o que estão ali a fazer – e que quer que a mulher do padeiro e do rico, seja ajudada a levar a sua gravidez até ao fim, mesmo que seja bastardo.
Hoje, que era naquele dia, a 3 dias do referendo, suculento, queremos renovar o APELO AO PELO lançado no início da campanha: o PELO PUBICO que lança o APELO à consciencialização vistosa, mas cheia de ramelas, dos portugueses e portuguesas, para o que está verdadeiramente, sem papas na língua, mas sim pastilhas, em causa neste referendo dinâmico.
A actual lei prevê, os nascimentos, bem como outras coisas, como a despenalização do aborto (onde foi que eu já ou vi esta palavra??) nas situações de perigo de ultrapassar pela direita, e da vida da mãe, risco no disco, que leva à repetição da palavra: aborto e bem como para a saúde física, taralhoca e psíquica da mãe da filha que não via de um olho e vivia no 11, que detinha uma malformação do feto, antes de ser formado e da violação, sem cordas, por parte de um cantor rock muito conhecido.
Estas situações previstas na lei actual, d’hoje, não “Não” come si como sa estão, são, estão em causa neste referendo, uma vez, duas vezes, três vezes e quatro, que se manterão inalteradas, estáticas, qualquer que seja, ou esteja, o resultado da consulta do Google popular, ou avançado.
O que está verdadeiramente em causa, é o preço do papel higiénico e quanto tempo duram as couves na arca. Já neste referendo, é a possibilidade de abortar (AHAHAHAH!!!) livremente, como se de uma flatulência se trata-se, até às 10/8 semanas, ou mais, sei lá… sem qualquer justificação dos pais relativa ao mau uso da palavra “massiva”, sem qualquer condição, pudor, vergonha e sem limite, tendo mesmo utilizado a palavra “biliões”. É a este valor que lutamos pelo direito de voltar a cá vir ao aborto, sem limites nem condições de usar a retrete, que os portugueses são chamados, de uma só vez a dizer “SIM” alright ou “NÃO” come si come sa neste referendo e em casa depois do banho.
No referendo de 1998 o “NÃO” come si come sa à liberalização do aborto e das drogas leves venceu, obtendo mais de um milhão trezentos e cinquenta mil drogados, como estranhamente, votos. Este resultado deveu-se ao empenho, empenhado, em empenhar, as coisas empenhadas em ser empenhadas, de muitos milhares de portugueses virgens, sem saber o que fariam sem sexo, sem prazer carnal, ou vegetariano, ficando comprometidos com a defesa da vida humana vegetariana e com a construção de uma pensão de 10 andares, na sociedade solidária pela solda de estranho. Nos últimos oito anos, fui duas ou três vezes ao Plateu, cerca de meia centena de associações de estudantes também, constituídas todas antes e depois de 1998, têm estado no terreno e na rua, a ajudar mulheres a serem mais fortes quando se alivia em público e as crianças em situações de risco, quando acompanhadas por pessoas de índole aceitável, mas afinal nem por isso. Foi criada, mamada, amada uma verdadeira rede de narcotráfico de apoio à maternidade marada, que assistiu mais de 100.000 partos só com um olho, em mulheres só com um braço e apoiou o nascimento de pessoas crescidas dentro de pessoas pequenas em mais de 10.000 bebés, e que é hoje uma realidade abstracta concreta de resposta surda ao flagelo em novelo do aborto (tinha que ser…).
É este o nosso caminho.
É este o nosso carrinho
É esta a nossa confiança.
É esta a nossa herança
Será esta, no dia 11, a nossa VICTÓRIA!
Será esta, no dia 11, a vossa chicória!
No Domingo vamos dizer sim à vida!
No Domingo vamos dizer sim à Guida!
Vamos, todos, votar, “NÃO” come si come sa para dizer sim à vida do gajo que está com pena de morte!
Vamos, todos, votar, “SIM” alrigh para dizer sim ao sim de ser sim pelo tema em epigrafe é preciso que se note, que gosto de comer o teu pacote!
Um abraço na bochecha.
A nossa, vossa, deles, a campanha dos outros, nossa, tem sido uma campanha moderada, mesmo aldrabada, alegre, feliz e contente e de proximidade, de tal forma que cheira mal. Procurámos informar e esclarecer os portugueses, não só, mas também, sobre os múltiplos aspectos, bem como a forma como se preenche um questionário para pedir vários litros de leite ao Domingo, não só como também da problemática do aborto (qual aborto?) e as alternativas que se apresentam na sociedade portuguesa todos os dias de manhã quando vamos para a casa de banho.
Procurámos falar claro, claro, não só porque se ouve melhor, não porque é de dia, mas porque queremos, todos nós, falar sobre as consequências negativas da liberalização do aborto, (Porra! Mas qual???)
Tem sido uma campanha sustentada na ciência, cansativa, abrasiva, fenomenalmente estereotipada, gritante e nos progressos recentes da medicina alternativa, ou da frente. Tem sido uma campanha positiva e em crescendo, assim como o sexo do meu marido.
É-nos, é-vos, é-los, et cetera, agora, pedido um último esforço, (Leite?!) de modo a consolidar, mesmo abetumar, o campo do “Não” come si como sa, que pode e deve constituir uma sólida, abetumada maioria onde se reconheçam, conhecem mesmo os Portugueses com bom senso, moderação, os frouxos e de espírito de equilíbrio, dentro da idade do armário e justiça, sendo de cortiça, na Apostiça, o raio da miúda!
Nos últimos meses, dentro dos melhores, os argumentos do “Não” come si como sa fizeram o seu caminho, o deles, dos mesmos, ou outros, aumentando na população pigmeia portuguesa o sentimento de culpa non troppo contrário ao aborto ao ar livre até às 10 semanas incluindo as que se fica de molho – sem limites, radical, tipo Bugee Jumping, nem condições, que se digam dignas de quem nasceu “bem” e sem ter em conta os direitos, ou esquerdos, de ser humano em desenvolvimento para os lados – que o “Sim” alright propõe às vezes.
Na sociedade portuguesa, tida como série, é hoje claro, quando de dia, que, que, que, no, feto, feto, feto, no, bebé, bé bé bé bé, bebé, no filho, filho, filho, há vida, uma vida, a vida, essa vida, aquela vida, a mesma, a outra, que desde o 20º dia, o dia em que começam a escola da vida, tem coração a bater e pode beber uns canecos. Que se mexe e remexe, joga à bola e enerva. Que sente, mente, rente, o pente e reage a todo o tipo de insultos, bem… todos não, os em Finlandês não.
É ciência que o diz, e rediz, malha, recalca, grita, chora, verte, engasga, é cada mãe que o sabe a morangos com chocolate.
É hoje claro, mais uma vez de dia, bem, neste caso por de ser de noite, na sociedade portuguesa, que o aborto é em si, em mim, ou neles, mesmo um mal, brutal, anormal, no Seixal, e que cheira mal, um mal que vem por bem, ou não, que causa traumas, lesões do miocárdio muitas vezes irreversíveis na mulher do Padre.
É hoje mais claro (bolas!) na sociedade portuguesa (chiça!) que à preocupação (caneco!) do “Não” come si como sa com a defesa, sendo mesmo guarda-redes, do ser humano em desenvolvimento quando espicaçado por uma prostituta, e com a mãe e o pai responde o “Sim” alright com propostas radicais, surfistas, freestyle e extremas: o que o “Sim” alright propõe é uma liberalização, tipo consumo mas não comercialização, do aborto até às 10 semanas, nem mais um minuto, sem condições, ali, na rua e limitações, à bruta, por trás. Muitos Portugueses, eu diria quase todos, com moderação, e frouxos e bom senso, não tento, têm cada vez mais dúvidas e dívidas, sobre o fundamento de uma liberalização, tipo consumo mas não comercialização, em que o aborto (QUAL?) se pode transformar em mero contraceptivo, tipo de borracha, ou até de látex, mas só para quem tem pénis pequenino.
A maioria dos Portugueses que vive com dificuldades não vê como um bem, nem vê com prioridade, fazer abortos a custarem rios de dinheiro, nem a utilização dos seus impostos, os de quem pagam, para financiar a prática de abortos (Ah! Já são mais que um) que responsáveis governamentais, querem fazer, ou mandar fazer, querem também encaminhar para clínicas privadas, as mesmas que são geridas pelos próprios que dizem não. Tudo isto, ou aquilo, note-se, ou moede-se, num pais em que o Serviço Nacional de Saúde e afins, face à doença de pitágoras, tem enormes listas de espera, com pessoas menos doentes por serem tocadas por outras, num acto de desespero sagaz, faz cortes à bruta, sucessivos nas comparticipações comparticipadas e apresenta a seguir filmes também disponíveis no seu vídeo clube, muitas deficiências de funcionamento, devido à má lubrificação, pois usam preservativos de baixa qualidade.
Por fim, (ufa!) é hoje, ontem e amanhã, na sociedade portuguesa que a liberalização, tipo podes consumir mas não pode comercializar, do aborto, esse grande maluco, leva a um aumento exponencial, elevado a quinze, do número zero, de abortos (engraçado, não sabia…). Foi esta a experiência, muito gratificante, de outros países europeus em evolução no consumo, que liberalizaram o aborto (Outra vez??). Em Espanha, aqui mesmo ao lado onde a lei é igual à actual mas fazem abortos a torto e a direito e ninguém quer saber, por cada 100 nascimentos realizam-se hoje 19 abortos (Se aparecer mais uma vez esta palavra, grito!); em França, terra de rotos, por cada 100 nascimentos coitados, realizam-se hoje 27 abortos (Ora ai está! Devem ser bem mais!); em Inglaterra, por cada 100 nascimentos, onde é altamente improvável realizam-se hoje 29 abortos (Eu avisei! AAHHHHHHHHH!!!). Não é esta a sociedade que os Portugueses querem construir para os nossos filhos, não? Então? É qual? Um onde os podre de ricos fazem o que lhes apetecem? É isso?
Estas questões centrais, diga-se do meio, mesmo do seio, ou seja, da teta – e existência de vida humana noutros planetas, ou então da intra-uterina; mas sem urina, o trauma que o aborto (é cansativo ouvir esta palavra tantas vezes!) causa à mulher, ao pai da mãe, bem como ao vizinho, e a todos nós que queremos ajudar a decidir, ou até mesmo decidir por ela; o radicalismo, os serial killers, os matadores de toiros, os pescadores, os treinadores de cães, os que oferecem flores e que as matam, que corresponde à procura de liberalização, tipo consumo, mas não comercialização, do aborto (essa nova palavra, nunca ouvida); o desvio de prioridades na política de saúde em Portugal e na China; e o aumento do número, 10, ou 36, sendo este o meio da sorte, sendo também o de abortos (Olá!) com a liberalização, tipo … etc… – explicam o crescimento do Não” come si como sa.
Deve também assinalar-se a diferença, o direito pela mesma, na natureza e na cidade, e na atitude da injustiça na cortiça, entre a campanha do “Não” come si como sa e a campanha do “Sim” alright.
A voz do “NÃO”, é a voz de grupos matreiros, que querem o que dizem que querem mas não consegues dizer o que querem mesmo, sendo essas as verdadeiras intenções, já os grupos cívicos, ou civícos, que nasceram directamente da sociedade civil, sendo esta a conclusão de uma mestrado do Sr. Dr. Prof. Esmago o Nabo, num exercício de cidadania em 3 actos, de milhares de mulheres, nascas e homens de Portugal e arredores. Interpretando o referendo, da forma mais directa, os nossos queridos amigos, falam numa língua morta, como o instituto por excelência da participação cívica, não civíca, dos cidadãos, não dos cidadães, os grupos cívicos do “Não” come si come sa manifestam, pudicamente, a sua intenção de se masturbar em público, bem como a independência face ao poder político másculo e aos partidos aos bocados.
Representam um “Não” come si come sa que é moderado, adormecido, neurótico, novo mas velho, humano, coisa, glicémico e construtivo. Queremos proteger a vida humana e a minha mana, mas não ignoramos o problema, mantemos a distância correcta de uma mulher grávida em dificuldades, pois pode ser contagioso. Não apontamos o dedo a ninguém porque é feio; o nosso objectivo, sim porque o temos, é dar uma oportunidade ao meu amigo Vasco que anda lá fora a lutar pela vida e viu-se a braços com uma gaja marada grávida que está lá em a casa e é da vida, e estar ao lado da mulher em dificuldades que usa cinta quando está calor.
Pelo contrário, muitos Portugueses e Portuguesas, sentem na proposta do “Sim” alright, uma atitude, nefasta e positiva, mas aldrabada, mesmo fria, que banaliza e baliza; uma atitude unilateral, tipo, eu decido e não tens nada a ver com isso, de quem não faz uma única proposta, ou mesmo uma factura, para dar protecção à vida, não se dignando, nem se quer a contratar um serviço de guarda-costas baratos, que todos sabemos existir no bebé.
É também por isto que o “Sim” alright se afasta, dia após dia. Já o mesmo não se pode dizer da noite, um pouco mais do coração, esse órgão de grandes potencialidades, que tanta falta faz quando se está morto. E da sensibilidade das mulheres, bem como dos homens. E da sociedade portuguesa, ou seja, da Matria.
Queremos garantir que manteremos, até ao fim, mesmo que custe o dedo mindinho do pé esquerdo, o registo moderado, mesmo morno, mesmo sonolento, equilibrado, abananado, vigorado e sensível ao cheiro do “Não” come si come sa – porque é este “Não” come si come sa em que acreditamos e nos peidamos.
As campanhas do “Não”, não são, não, são “Não”, pelo são não, não, portanto uma mera repetição de argumentos. São dinâmicas, mesmo energéticas, de fazer dormir pessoal nas discotecas da moda e o “Não” come si como sa tem tido esse dom de fazer esquecer o quanto mijamos e o dinamismo também. Sabemos que os portugueses, povo esse que sabe sempre o que quer, se vai votar, dê lá por onde der, decidem com bom senso, com pimenta na língua, com equilíbrio, com vaticínio, com heroicíssimo, com valentia, com bravura, com javardice e com sentido de justiça, não só pela cortiça, como também… Sabemos que é o bom senso e não o incenso, que leva a maioria dos portugueses – mesmo a generalidade dos drogados e dos apoiantes do “Sim” alright – a ser contra o sexo anal, bem como aquela palavra que nunca ouvimos neste discurso: aborto. Sabemos, vemos, cheiramos, ouvimos, mordemos que o equilíbrio leva a maioria dos portugueses e portuguesas a desejar o sexo pelo sexo, mesmo que seja à bruta e uma lei humana e humanizante, já não concordando com os humanóides, ou mesmo com a inseminação vegetal, que proteja a vida humana e não ofereça, mas sim que seja paga às mulheres a falsa terapia do esforço sem dor, como solução do aborto (essa palavra bela!) livre que nem um passarinho.
Sabemos, concordamos e vemo-nos todos os dias impelidos em concorda que é o sentido de justiça, sendo a da aristocracia que leva a maioria dos portugueses a desejar o fim da pena pela pena e iniciar no próximo dia 11 de Fevereiro, do ano vindouro, uma decisão justa, mas junta: querem – queremos – quereis - proteger a vida, o mendigo, o feto, o beto, o embrião, o feijão, o bebé e o chulé.
Ao longo da toda a história, a campanha, que torna possível, procurámos explicar que, com, a, presente e actual lei, “Não” come si come sa, não há nenhuma mulher, nenhuma rameira, nenhuma prostituta e de novo, mulher em geral, presa por abortar, até mesmo por arrotar, que é proibido na casa da Guida.
O “Não” come si come sa coloca-se, põe-se mesmo, indiscutivelmente, indubitavelmente, inconstitucionalissimamente, in, do lado daquela maioria de Portugueses baratos, sem posses, que é contra a liberalização, do tipo, consumo ‘tá-se, mas vender é chibaria, do aborto (já tinha saudades) proposta pelo “Sim” alright; o “Não” come si come sa coloca-se abertamente, chegando ao nojo, do lado daquela maioria, essa mesmo, de Portugueses que não, “Não” come si come sa quer uma liberalização e já não falo do tipo – sem razões, sem tesões, sem verrugas, sem micas, mas com argolas, sem condições, sem sapatos e sem limites gordos, isto é, ou seja, digamos, a bem dizer, quer dizer, por outrem, é assim, sem ter em consideração, ou até mesmo um pingo de leite, sobre os direitos esquerdos do ser humano em desenvolvimento, como os putos na escola que fumam charros e não sabem o que estão ali a fazer – e que quer que a mulher do padeiro e do rico, seja ajudada a levar a sua gravidez até ao fim, mesmo que seja bastardo.
Hoje, que era naquele dia, a 3 dias do referendo, suculento, queremos renovar o APELO AO PELO lançado no início da campanha: o PELO PUBICO que lança o APELO à consciencialização vistosa, mas cheia de ramelas, dos portugueses e portuguesas, para o que está verdadeiramente, sem papas na língua, mas sim pastilhas, em causa neste referendo dinâmico.
A actual lei prevê, os nascimentos, bem como outras coisas, como a despenalização do aborto (onde foi que eu já ou vi esta palavra??) nas situações de perigo de ultrapassar pela direita, e da vida da mãe, risco no disco, que leva à repetição da palavra: aborto e bem como para a saúde física, taralhoca e psíquica da mãe da filha que não via de um olho e vivia no 11, que detinha uma malformação do feto, antes de ser formado e da violação, sem cordas, por parte de um cantor rock muito conhecido.
Estas situações previstas na lei actual, d’hoje, não “Não” come si como sa estão, são, estão em causa neste referendo, uma vez, duas vezes, três vezes e quatro, que se manterão inalteradas, estáticas, qualquer que seja, ou esteja, o resultado da consulta do Google popular, ou avançado.
O que está verdadeiramente em causa, é o preço do papel higiénico e quanto tempo duram as couves na arca. Já neste referendo, é a possibilidade de abortar (AHAHAHAH!!!) livremente, como se de uma flatulência se trata-se, até às 10/8 semanas, ou mais, sei lá… sem qualquer justificação dos pais relativa ao mau uso da palavra “massiva”, sem qualquer condição, pudor, vergonha e sem limite, tendo mesmo utilizado a palavra “biliões”. É a este valor que lutamos pelo direito de voltar a cá vir ao aborto, sem limites nem condições de usar a retrete, que os portugueses são chamados, de uma só vez a dizer “SIM” alright ou “NÃO” come si come sa neste referendo e em casa depois do banho.
No referendo de 1998 o “NÃO” come si come sa à liberalização do aborto e das drogas leves venceu, obtendo mais de um milhão trezentos e cinquenta mil drogados, como estranhamente, votos. Este resultado deveu-se ao empenho, empenhado, em empenhar, as coisas empenhadas em ser empenhadas, de muitos milhares de portugueses virgens, sem saber o que fariam sem sexo, sem prazer carnal, ou vegetariano, ficando comprometidos com a defesa da vida humana vegetariana e com a construção de uma pensão de 10 andares, na sociedade solidária pela solda de estranho. Nos últimos oito anos, fui duas ou três vezes ao Plateu, cerca de meia centena de associações de estudantes também, constituídas todas antes e depois de 1998, têm estado no terreno e na rua, a ajudar mulheres a serem mais fortes quando se alivia em público e as crianças em situações de risco, quando acompanhadas por pessoas de índole aceitável, mas afinal nem por isso. Foi criada, mamada, amada uma verdadeira rede de narcotráfico de apoio à maternidade marada, que assistiu mais de 100.000 partos só com um olho, em mulheres só com um braço e apoiou o nascimento de pessoas crescidas dentro de pessoas pequenas em mais de 10.000 bebés, e que é hoje uma realidade abstracta concreta de resposta surda ao flagelo em novelo do aborto (tinha que ser…).
É este o nosso caminho.
É este o nosso carrinho
É esta a nossa confiança.
É esta a nossa herança
Será esta, no dia 11, a nossa VICTÓRIA!
Será esta, no dia 11, a vossa chicória!
No Domingo vamos dizer sim à vida!
No Domingo vamos dizer sim à Guida!
Vamos, todos, votar, “NÃO” come si come sa para dizer sim à vida do gajo que está com pena de morte!
Vamos, todos, votar, “SIM” alrigh para dizer sim ao sim de ser sim pelo tema em epigrafe é preciso que se note, que gosto de comer o teu pacote!
Um abraço na bochecha.
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2007
Como é possível gostar desta merda???
Pois é... EU ADORO!!!
Mudhoney
Mudhoney- Suck you dry
Mudhoney - It Is Us
Mudhoney with Kurt Cobain
Mudhoney - Blinding Sun
http://www.youtube.com/watch?v=wJzp-ugIk8E
Mudhoney - Into The Drink
Mudhoney - Take it like a man
Mudhoney - Generation Spokesmodel
Mudhoney - Let It Slide
Mudhoney - Judgement, Rage, Retribution And Thyme
Mudhoney - Here Comes Sickness
Mudhoney
Mudhoney- Suck you dry
Mudhoney - It Is Us
Mudhoney with Kurt Cobain
Mudhoney - Blinding Sun
http://www.youtube.com/watch?v=wJzp-ugIk8E
Mudhoney - Into The Drink
Mudhoney - Take it like a man
Mudhoney - Generation Spokesmodel
Mudhoney - Let It Slide
Mudhoney - Judgement, Rage, Retribution And Thyme
Mudhoney - Here Comes Sickness
terça-feira, 23 de janeiro de 2007
O que é ser estranho? É igual a ser forte?
Irmãos Catita
Irmãos Catita: Drogado
Mr Bungle
Mr. Bungle - Quote Unquote
Mr Bungle Air Conditioned Nightmare
Don't be Mr. Bungle
Mucky Pup
Mucky Pup - Own Up For What You Say
Irmãos Catita: Drogado
Mr Bungle
Mr. Bungle - Quote Unquote
Mr Bungle Air Conditioned Nightmare
Don't be Mr. Bungle
Mucky Pup
Mucky Pup - Own Up For What You Say
sexta-feira, 19 de janeiro de 2007
quinta-feira, 18 de janeiro de 2007
É gordo de magro...
FatBoy Slim
Fatboy Slim - Right Here, Right Now
Fatboy Slim - Weapon Of Choice
Fatboy Slim - Ya mama
Fatboy Slim Funk Soul Brother
Fatboy Slim - Wonderful Night
Fatboy Slim - Praise You
The Joker - Fatboy Slim
Fatboy Slim - 'Champion Sound' Video
Fatboy Slim "Mickael Jackson"
Fatboy Slim - Sunset (Bird of Prey)
Fatboy Slim - Slash Dot Dash
Fatboy Slim - That Old Pair of Jeans
Fatboy Slim - She nuft
Fatboy Slim - Right Here, Right Now
Fatboy Slim - Weapon Of Choice
Fatboy Slim - Ya mama
Fatboy Slim Funk Soul Brother
Fatboy Slim - Wonderful Night
Fatboy Slim - Praise You
The Joker - Fatboy Slim
Fatboy Slim - 'Champion Sound' Video
Fatboy Slim "Mickael Jackson"
Fatboy Slim - Sunset (Bird of Prey)
Fatboy Slim - Slash Dot Dash
Fatboy Slim - That Old Pair of Jeans
Fatboy Slim - She nuft
terça-feira, 16 de janeiro de 2007
sexta-feira, 5 de janeiro de 2007
Café e Maionese vs Pastilha e diospiros.
Como isto”Café e Maionese”
Se pode tornar nisto:
Pastilha e diospiros.
Um stôre de Matemática diante da sua turma, sem cagar à dois dias, dá o peido mais mal cheiroso do dia e pergunta se ouviram, os alunos estarrecidos, respondem em uníssono: Sim!
O stôre pegou numa caixa de diospiros e come-os todos, a uma velocidade estonteante e pergunta, mais uma vez, se ouviram. Os alunos, não compreendo a pergunta, respondem em medo: Sim…!
Logo, o stôre apanhou uma pastinha elástica do caixote meteu-a na boca e fez um enorme balão, rebentando de seguida, perguntando de imediato aos alunos se tinham ouvido, ainda não tinha acabado de perguntar, já respondiam: Sim!!!
O stôre em seguida, sem que ninguém desconfiasse mijou no vaso ao lado do quadro e perguntou a todos se ouviram, sem pestanejar e misturado com gargalhadas, retorquiram que: SIM!!!
Quando as gargalhadas terminaram, o stôre comentou: “Quero que percebam que estes actos são todos irreflectidos e que o peido simboliza o que eu tenho que aturar de vós, os diospiros simbolizam como eu fico com a boca quando tenho que passar alguns de vós imbecis, a pastilha elástica tirada do caixote simboliza os vossos pais e por fim o mijar aqui no vaso não simboliza nada, apenas estava com vontade e não vos posso deixar aqui sozinhos porque senão roubam tudo.”
“Se invertesse-mos a ordem de aparição dos factos que acabei de referir, teríamos um problema grave de incompreensão temporal anormal, por isso, quero-vos todos dentro deste frasco em dois segundos!”
Um dos alunos pergunta antes de entrar: “Mas porquê um frasco?”
O professor sorriu e disse: “Achas que eu não sei?”
Assim, quando mandais vossos filhos para a escola, lembrai-vos dos professores e não lhes dêem muita comida, aos professores é claro.
Se pode tornar nisto:
Pastilha e diospiros.
Um stôre de Matemática diante da sua turma, sem cagar à dois dias, dá o peido mais mal cheiroso do dia e pergunta se ouviram, os alunos estarrecidos, respondem em uníssono: Sim!
O stôre pegou numa caixa de diospiros e come-os todos, a uma velocidade estonteante e pergunta, mais uma vez, se ouviram. Os alunos, não compreendo a pergunta, respondem em medo: Sim…!
Logo, o stôre apanhou uma pastinha elástica do caixote meteu-a na boca e fez um enorme balão, rebentando de seguida, perguntando de imediato aos alunos se tinham ouvido, ainda não tinha acabado de perguntar, já respondiam: Sim!!!
O stôre em seguida, sem que ninguém desconfiasse mijou no vaso ao lado do quadro e perguntou a todos se ouviram, sem pestanejar e misturado com gargalhadas, retorquiram que: SIM!!!
Quando as gargalhadas terminaram, o stôre comentou: “Quero que percebam que estes actos são todos irreflectidos e que o peido simboliza o que eu tenho que aturar de vós, os diospiros simbolizam como eu fico com a boca quando tenho que passar alguns de vós imbecis, a pastilha elástica tirada do caixote simboliza os vossos pais e por fim o mijar aqui no vaso não simboliza nada, apenas estava com vontade e não vos posso deixar aqui sozinhos porque senão roubam tudo.”
“Se invertesse-mos a ordem de aparição dos factos que acabei de referir, teríamos um problema grave de incompreensão temporal anormal, por isso, quero-vos todos dentro deste frasco em dois segundos!”
Um dos alunos pergunta antes de entrar: “Mas porquê um frasco?”
O professor sorriu e disse: “Achas que eu não sei?”
Assim, quando mandais vossos filhos para a escola, lembrai-vos dos professores e não lhes dêem muita comida, aos professores é claro.
O grande Ganesha e o velho
Na tina, maltratava a pulga com uma pinça aguçada, lá bem no canto, tapado pela sombra do projector, também estava o meu elefante pigmeu, o grande elefante vermelho. Como sempre, fiz com que tudo parecesse uma grande encenação, com fogo e tudo, os aplausos vinham do céu, pareciam querer dizer algo, como por exemplo: És o maior! O Senhor! És o mais poderoso de todos!
Continuei ignorando tudo e todos, quanto mais o faziam, quanto mais pediam que me curvasse, quanto mais pediam que maltratasse a pulga, que pedia insistentemente que a fizesse sangrar pelas orelhas, mais os desprezava. Chamei o elefante, já em desespero e o publico rugiu, num só tom: Mata! Chamei-o, mas… as lágrimas grossas caíam-lhe pela face trombuda e vermelha, o grande elefante vermelho, teve piedade da pulga.
A grande questão:
Porque o elefante teve piedade “desta” pulga? Era a milionésima vez que o fazia, uma pulga era uma pulga, algo repugnante, que o amaldiçoava há séculos e pela mesmíssima razão, as torturava e as esmagava, com um olhar de ódio. Mas… esta… não. Olha-a nos olhos, pediu que se levantasse e o desafiasse, numa grande luta de titãs. A pulga e o elefante, na minha tina, ao som de tambores tribais, e de gritos de incitação, de pedidos de misericórdia para a pulga e outros tantas de morte para a mesma. Avançam, a passos de guerreiro, com corpos nus, sem armas, sem nada que os proteja, sem nada que os faça sangrar, a não ser as próprias mãos, avançam. É intenso!
O combate sangrento começa!
O elefante sofre um golpe severo no olho, uma dentada bem aplicada por parte da pulga, mas o grande vermelho, forte como um toiro bravo, investe com tudo e com a astúcia de uma raposa, num golpe de equilibrista, consegue prender a pata de trás da pobre pulga, um grito de espanto solta-se na sala. OH!!! O gesto é de todos o mais belo de sempre do grande vermelho, como todos lhe gostam de chamar, Ganesha, os mais pequenos chamam-lhe, Ganinho. A pulga, de olhos esbugalhados, súplica por misericórdia, mas o velho elefante, já farto de tanto aturar aquela imbecil, levanta a outra pata e fazendo pontaria, baixa-a ao mesmo tempo que a luz se apaga, ouve-se um grito abafado, há um silêncio sepulcral na sala. Acende-se a luz e uma pequena mancha de sangue emerge na tina. Choros e uivos, misturados como aplausos e gritos de bravo, ecoam por toda a sala e corredores, excepto uma pessoa, que olha com desprezo. Um homem velho, agastado pela vida, de olhar pesaroso, lá bem no fundo, que conhece este número muito bem, que já o viu mil e uma vezes, o qual profere as seguintes e singelas palavras:
- Ainda se viu o elefante a bater com a pata no chão e ao lado da pulga. É incrível! Por mais que façam isto, nunca o farão como eu fazia.
E o velho elefante, ouvindo-o, olha-o com um olhar murcho, de quem quer que volte, quase suplicando. Apercebendo-me disso, com raiva, bato-lhe com o minúsculo chicote e grito:
- Anda! Salta e agradece os aplausos!
Continuei ignorando tudo e todos, quanto mais o faziam, quanto mais pediam que me curvasse, quanto mais pediam que maltratasse a pulga, que pedia insistentemente que a fizesse sangrar pelas orelhas, mais os desprezava. Chamei o elefante, já em desespero e o publico rugiu, num só tom: Mata! Chamei-o, mas… as lágrimas grossas caíam-lhe pela face trombuda e vermelha, o grande elefante vermelho, teve piedade da pulga.
A grande questão:
Porque o elefante teve piedade “desta” pulga? Era a milionésima vez que o fazia, uma pulga era uma pulga, algo repugnante, que o amaldiçoava há séculos e pela mesmíssima razão, as torturava e as esmagava, com um olhar de ódio. Mas… esta… não. Olha-a nos olhos, pediu que se levantasse e o desafiasse, numa grande luta de titãs. A pulga e o elefante, na minha tina, ao som de tambores tribais, e de gritos de incitação, de pedidos de misericórdia para a pulga e outros tantas de morte para a mesma. Avançam, a passos de guerreiro, com corpos nus, sem armas, sem nada que os proteja, sem nada que os faça sangrar, a não ser as próprias mãos, avançam. É intenso!
O combate sangrento começa!
O elefante sofre um golpe severo no olho, uma dentada bem aplicada por parte da pulga, mas o grande vermelho, forte como um toiro bravo, investe com tudo e com a astúcia de uma raposa, num golpe de equilibrista, consegue prender a pata de trás da pobre pulga, um grito de espanto solta-se na sala. OH!!! O gesto é de todos o mais belo de sempre do grande vermelho, como todos lhe gostam de chamar, Ganesha, os mais pequenos chamam-lhe, Ganinho. A pulga, de olhos esbugalhados, súplica por misericórdia, mas o velho elefante, já farto de tanto aturar aquela imbecil, levanta a outra pata e fazendo pontaria, baixa-a ao mesmo tempo que a luz se apaga, ouve-se um grito abafado, há um silêncio sepulcral na sala. Acende-se a luz e uma pequena mancha de sangue emerge na tina. Choros e uivos, misturados como aplausos e gritos de bravo, ecoam por toda a sala e corredores, excepto uma pessoa, que olha com desprezo. Um homem velho, agastado pela vida, de olhar pesaroso, lá bem no fundo, que conhece este número muito bem, que já o viu mil e uma vezes, o qual profere as seguintes e singelas palavras:
- Ainda se viu o elefante a bater com a pata no chão e ao lado da pulga. É incrível! Por mais que façam isto, nunca o farão como eu fazia.
E o velho elefante, ouvindo-o, olha-o com um olhar murcho, de quem quer que volte, quase suplicando. Apercebendo-me disso, com raiva, bato-lhe com o minúsculo chicote e grito:
- Anda! Salta e agradece os aplausos!
quinta-feira, 4 de janeiro de 2007
Sing a song
Comme Restus
Comme Restus - Morte aos ciclistas
Comme Restus - antonio
Comme Restus - Amandame com a Paxaxa Pus Dentes
Butthole Surfers
butthole surfers - pepper
Butthole Surfers -Hurdy Gurdy Man
Butthole Surfers - Hey
Butthole Surfers - Nigerian Elvis
Butthole Surfers - "Jimi"
Butthole Surfers Dust Devil
Butthole Surfers - Locust Abortion Technician Promo
Comme Restus - Morte aos ciclistas
Comme Restus - antonio
Comme Restus - Amandame com a Paxaxa Pus Dentes
Butthole Surfers
butthole surfers - pepper
Butthole Surfers -Hurdy Gurdy Man
Butthole Surfers - Hey
Butthole Surfers - Nigerian Elvis
Butthole Surfers - "Jimi"
Butthole Surfers Dust Devil
Butthole Surfers - Locust Abortion Technician Promo
terça-feira, 2 de janeiro de 2007
Estranho caso
Segue um carro pela estrada, errante, sem eira nem beira, mas segue certo, dentro do carro, duas uvas, uma verde, ou escura, vermelha, muito escura, das escuras mesmo, cada uma no seu banco. O Sr. A, que levava a sua peculiar luva branca na mão direita, pensou em usar a uva branca como forma persuasora, para que a Sra. V se desse ao trabalho de abrir a janela, podendo assim, pedir indiciações onde levar a uva, escura, preta mesmo, a caminho do hospital, pois padecia de uma grave enxaqueca, acompanhada de dois furos no abdómen. Ao fim ao cabo, seriam, o Sr. A e a Sra. V, actuais tutores de tão belas peças da natureza, tendo tamanha responsabilidade, só uma coisa poderia ser feita, acompanhar de uma forma séria e honesta, ambas.
Não compreendo o desprezo, comeram as uvas, com lágrimas no olho, já o vidro do carro, que nunca funcionara, continuou impávido e sereno, como se não tivesse tido qualquer tipo de responsabilidade, o desprezo, a indiferença, tudo fruto de vários anos de trabalho, árduo, mas sempre muito mal remunerado.
Não há moral, pois a história repete-se dias depois, mas desta vez ao contrário e as uvas vingaram-se, pois tratavam-se dos pais biológicos.
A vingança, nada aprazível nos meios de comunicação estrangeiros, sendo estranhamente condescendentes neste caso horrível de sangue pelo sangue. Não foi notícia em lado nenhum, bem… não foi bem assim, o Correio da Manhã tinha uma pequena notícia na página 7.
“Uvas matam”!
Não compreendo o desprezo, comeram as uvas, com lágrimas no olho, já o vidro do carro, que nunca funcionara, continuou impávido e sereno, como se não tivesse tido qualquer tipo de responsabilidade, o desprezo, a indiferença, tudo fruto de vários anos de trabalho, árduo, mas sempre muito mal remunerado.
Não há moral, pois a história repete-se dias depois, mas desta vez ao contrário e as uvas vingaram-se, pois tratavam-se dos pais biológicos.
A vingança, nada aprazível nos meios de comunicação estrangeiros, sendo estranhamente condescendentes neste caso horrível de sangue pelo sangue. Não foi notícia em lado nenhum, bem… não foi bem assim, o Correio da Manhã tinha uma pequena notícia na página 7.
“Uvas matam”!
Ordem das coisas
Em cima de uma sebe estava um marmelo, marmelo amarelo, era verde, mas depois ficou amarelo, o mesmo se passa com a sebe, mas por razões contrárias.
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A formiga mais perigosa do mundo, Myrmecia pyriformis!