Os hospitais e centros de saúde vão ser obrigados a afixar o tempo, e as pessoas que estão com o cio, que cada utente terá de esperar, ou não, por uma cirurgia, um internamento, uma consulta, uma mãe, um pão de leite ou um exame. Este é o objectivo de um projecto de lei do Bloco de Esquerda (isso é para onde?) que é hoje discutido, às estalada, na Assembleia da República e que contará com o voto favorável do PS na generalidade, e dos outros em particular.
(Aqui tinha um comentário de um político qualquer, sem interesse nenhum)
Na prática, esta Carta dos Direitos de Acesso à Saúde estabelece, favorece também, que o Governo tem como obrigação definir, anualmente, ou analmente, um tempo de espera máximo para cada acto médico praticado no Serviço Nacional de Saúde (SNS), , bem como no Serviço Nacional da Treta (SNT), excluindo apenas os de carácter urgente, mesmo que sejam todos. Baseado neste valor, cada unidade terá de afixar, e asfixiar, em local visível os tempos de resposta, dependendo também das questões que pratica, bem como na Internet, mas só em sites pornográficos. Por exemplo, se um utente quer uma consulta de oftalmologia, vai para casa ou, poderá consultar a tabela no seu hospital e ficar a saber quanto tempo demora a consegui-la, no entanto se não tiver hipótese, vai para casa e mete a viola no saco. Ou receber esta informação no acto da marcação. Caso as unidades de saúde não divulguem esta informação, serão punidas com sérios e pesados castigos, desde andar de cocaras o dia todo no Príncipe Real a dias de detenção em casas de correcção ortopédica, bem como os utentes podem recorrer à Entidade Reguladora da Saúde exigindo a reparação de eventuais danos, ou faltas de compreensão.
O documento é assinado por vários nomes da Saúde, montes deles, sei lá... incluindo os bastonários da Ordem dos Farmacêuticos e da Ordem dos Médicos, ou meu tio, a prima dele, sei lá, montes!
Sobre este projecto de lei, o Ministério da Saúde diz não ter nada contra. Até porque a definição de tempos de espera para consultas é uma medida que está prevista pelo Governo para 2007, tendo sido nomeado um grupo de trabalho para estudar o assunto. Mas já com outros, ui ui! Isso é que não pode ser! Isso não pode ser mesmo. Não foi possível, no entanto, apurar em que ponto está este trabalho, como aliás é normal...
(e a notícia continua, mas perdi a pica...)
quarta-feira, 4 de outubro de 2006
Nuclear (usurpado)
(Alguém meu amigo enviou, mas não estava correcto, corrigi e deixo aqui o meu testemunho)
Missiva enviada ao PM
Ao ler esta noticia no DN "Resíduos nucleares espanhóis podem ir parar junto
da fronteira portuguesa." http://dn.sapo.pt/2006/08/04/sociedade/residuos_nucleares_espanhois_podem_p.html fiquei mais uma vez analéptico, ao ser a favor do nuclear (entenda-se
centrais eléctricas abastecidas com bosta de vaca) e ao saber, há muito
tempo, que existe uma Central Termo Nuclear em Espanha (que usa as águas
turvas e imundas do Tejo para se arrefecer, quando está excitada) e ao saber
que o Nuclear em Portugal foi (ou será) rejeitado, restou-me mais uma vez
uma única hipótese, o espancamento em massa, mandar um murro na mesa e
dizer, "portugueses sem cultura e sem cheta", agora com esta noticia fiquei
ainda mais perplexo, sincrético, mas de uma certa forma muito contente, é
bem feito, toma, toma, toma, para aqueles que o rejeitaram, só não desejo o
pior (acidente nalguma central espanhola, seja ela qual for, mesmo que seja)
porque iria por em risco a saúde de biliões (bi quê? será mil milhões?) e o
futuro dos meus futuros filhos e dos da minha mulher.
Assim, após tanta lenga lenga, conversa da treta, réu béu béu pardais ao
ninho, venho desta forma pedir o seguinte, ao Sua Excelência Ex.mo. Sr. Dr.
Primeiro-Ministro avance com a Central Nuclear alimentada a bosta de vaca,
chame o Patrick Monteiro de panilas, faça a central, outra vez, mande a
Repsol dar uma volta, sim porque eles podem, pois têm muita gasolina e
barata e pelo caminho faça a Mega Refinaria que ele quer. Daqui a 20 mil
milhões de anos Portugal vai ser a porta de entrada do Petróleo da Europa,
aproveite, faça também uma ponte de droga entre a Colómbia e a Europa e
deposite no meu NIB (segue em anexo) a quantia que achar melhor para eu
ficar multi milionário.
Olhe que eu não costumo errar e raramente tenho dúvidas, já dizia o Sr.
Presidente, esse grande palhaço!
Com os melhores cumprimentos e certo de que vai dar umas belas gargalhadas,
ou não...
Francisco Mangualde
Missiva enviada ao PM
Ao ler esta noticia no DN "Resíduos nucleares espanhóis podem ir parar junto
da fronteira portuguesa." http://dn.sapo.pt/2006/08/04/sociedade/residuos_nucleares_espanhois_podem_p.html fiquei mais uma vez analéptico, ao ser a favor do nuclear (entenda-se
centrais eléctricas abastecidas com bosta de vaca) e ao saber, há muito
tempo, que existe uma Central Termo Nuclear em Espanha (que usa as águas
turvas e imundas do Tejo para se arrefecer, quando está excitada) e ao saber
que o Nuclear em Portugal foi (ou será) rejeitado, restou-me mais uma vez
uma única hipótese, o espancamento em massa, mandar um murro na mesa e
dizer, "portugueses sem cultura e sem cheta", agora com esta noticia fiquei
ainda mais perplexo, sincrético, mas de uma certa forma muito contente, é
bem feito, toma, toma, toma, para aqueles que o rejeitaram, só não desejo o
pior (acidente nalguma central espanhola, seja ela qual for, mesmo que seja)
porque iria por em risco a saúde de biliões (bi quê? será mil milhões?) e o
futuro dos meus futuros filhos e dos da minha mulher.
Assim, após tanta lenga lenga, conversa da treta, réu béu béu pardais ao
ninho, venho desta forma pedir o seguinte, ao Sua Excelência Ex.mo. Sr. Dr.
Primeiro-Ministro avance com a Central Nuclear alimentada a bosta de vaca,
chame o Patrick Monteiro de panilas, faça a central, outra vez, mande a
Repsol dar uma volta, sim porque eles podem, pois têm muita gasolina e
barata e pelo caminho faça a Mega Refinaria que ele quer. Daqui a 20 mil
milhões de anos Portugal vai ser a porta de entrada do Petróleo da Europa,
aproveite, faça também uma ponte de droga entre a Colómbia e a Europa e
deposite no meu NIB (segue em anexo) a quantia que achar melhor para eu
ficar multi milionário.
Olhe que eu não costumo errar e raramente tenho dúvidas, já dizia o Sr.
Presidente, esse grande palhaço!
Com os melhores cumprimentos e certo de que vai dar umas belas gargalhadas,
ou não...
Francisco Mangualde
Faria algo com esse monte de matéria, mas não me apetece
Virgula, ponto, ponto e virgula
Segue o caminho
Segue-o determinado, sem olhar para o lado
Reticências, aspas, til, cedilha
Continua em frente
Não pares para pensar, não pares para atestar
Acento agudo, ponto de exclamação
Cria a tua rota
Traça as tuas rectas, as tuas metas
Cardinal, ponto de interrogação
Atenção à velocidade
Prepara-te bem, não andes sempre a cem
Parêntesis, dois pontos
E por fim
Quando lá chegares, pára para cagar.
Já fiz coisas más, mas esta está bem má. Conheço muita gente que não compreende como podemos ser assim tão maus e mesmo assim pensamos que somos bons. Pois eu digo que nada tem sentido e se há quem os escreva, também há quem não os leia, de qualquer forma não são feitos para indivíduos de IQ baixo, não são feitos para gente de baixo teor de adrenalina, com baixo teor de mescalina, que ingerem comida sã, que se julgam seres elevados, superiores, a cima da média, mesmo sendo de baixo calibre matemático, filosófico e psicossomático.
Por estas razões peço-vos, façam mais férias na Guatemala.
Quem?
Segue o caminho
Segue-o determinado, sem olhar para o lado
Reticências, aspas, til, cedilha
Continua em frente
Não pares para pensar, não pares para atestar
Acento agudo, ponto de exclamação
Cria a tua rota
Traça as tuas rectas, as tuas metas
Cardinal, ponto de interrogação
Atenção à velocidade
Prepara-te bem, não andes sempre a cem
Parêntesis, dois pontos
E por fim
Quando lá chegares, pára para cagar.
Já fiz coisas más, mas esta está bem má. Conheço muita gente que não compreende como podemos ser assim tão maus e mesmo assim pensamos que somos bons. Pois eu digo que nada tem sentido e se há quem os escreva, também há quem não os leia, de qualquer forma não são feitos para indivíduos de IQ baixo, não são feitos para gente de baixo teor de adrenalina, com baixo teor de mescalina, que ingerem comida sã, que se julgam seres elevados, superiores, a cima da média, mesmo sendo de baixo calibre matemático, filosófico e psicossomático.
Por estas razões peço-vos, façam mais férias na Guatemala.
Quem?
Fui ver
Se fui, fui ver se seria verdade, se seria mesmo assim, sem saber se seria verdade, fui ver, ver para crer, ver para saber, mesmo que não fosse, isso não interessava. Se fui, fui para ver o que seria, o que podia ser, não sabendo o que podia ser, não sabia, só sabia que queria saber, e para isso tinha que ver. Depois de ver, sei o que quero, mas... não sei o que não quero.
A lua
O que dizer da lua, e à lua, o que dizer quando nos provoca, ou a provocamos, o que dizer quando nos alimenta, ou nos emagrece, as palavras serão poucas para transmitir o que a lua nos transmite, ou o que transmitimos à lua. Um corpo celeste tão minúsculo e assim, tão grande, enorme, que nos ajuda ou ao qual responsabilizamos actos falhados, amores e desamores, futuros, paixões, frustrações, silêncios, gritos e sorrisos. Sabemos que está lá, que nos vê, que nos observa, mas… O que vê ela? Vê um planeta lindo, azul, grande, ao mesmo tempo pequeno, com mais defesas que ela e que nada teme, nem os humanos. Enquanto a ela, lá está, branca, cinzenta, mais clara, mais escura, mais, ou nada luminosa, que nos hipnotiza, por ser a luz da noite. Mas, vendo bem, é algo mais que isso. Sem ela nada existia, nem mesmo o amor e será por isso que tanto nos apaixona? Por certo que se não existisse, nós também não e dai a cumplicidade. Mas essa cumplicidade é também conseguida pela forma como está, lá no alto, pela forma como nos aparece, sobranceira, altiva, como nos mira, como nos observa. Não nos intimida, aliás, convidamo-la a passar a noites connosco e fazer parte de noites dialogantes, deambulantes, apaixonantes, apaixonadas, exaltadas, acalmadas, calmas, tranquilas e sem receber nada em troca, ilumina-a, a noite escura, cheia de mistério, que com essa claridade a torna mais encantadora, que nos deixa vislumbrar, deslumbrar algo que queremos imaginar.
Lua cheia, minguante, clara,
Crescente, ilumina a tua irmã
E deixa que ela traga
A imagem desse alguém seja a esperança de ser o amor.
As noites com luar são inspiradoras.
Dizer coisas ao luar. Dizê-las com aquela luz que sela uma frase, uma palavra, torna tudo inesquecível, memorável, pouco verosímil, mais encantador, maior, mesmo romântico.
Olhar com o luar, receber as imagens banhadas pela luz azulada, luz que faz desaparecer as sombras, luz que ilumina o que é belo e o que é ainda mais belo. Cativa, exalta, apetece viver debaixo dela, apetece estar ao luar!
Sejas bem vinda.
Fases da lua para este ano
()
Lua cheia, minguante, clara,
Crescente, ilumina a tua irmã
E deixa que ela traga
A imagem desse alguém seja a esperança de ser o amor.
As noites com luar são inspiradoras.
Dizer coisas ao luar. Dizê-las com aquela luz que sela uma frase, uma palavra, torna tudo inesquecível, memorável, pouco verosímil, mais encantador, maior, mesmo romântico.
Olhar com o luar, receber as imagens banhadas pela luz azulada, luz que faz desaparecer as sombras, luz que ilumina o que é belo e o que é ainda mais belo. Cativa, exalta, apetece viver debaixo dela, apetece estar ao luar!
Sejas bem vinda.
Fases da lua para este ano
()
Nem sempre se pode ter tudo o que se quer, mesmo que esse tudo seja ter nada e ou mesmo tudo, ou pode-se?
: sim
: sabes mesmo
: apetecia-me estar numa praia
: a ouvir música
: a falar
: ou estar em silêncio
: mas a descansar
: tudo ao mesmo tempo
: perder a noção das horas
: era isso
: mas em vez disso
: estou aqui
: nesta merda
: sabes mesmo
: apetecia-me estar numa praia
: a ouvir música
: a falar
: ou estar em silêncio
: mas a descansar
: tudo ao mesmo tempo
: perder a noção das horas
: era isso
: mas em vez disso
: estou aqui
: nesta merda
terça-feira, 26 de setembro de 2006
Existir e sentir. Hãn?!
O tempo é responsável por tanta coisa, por coisas que nem nós conseguimos imaginar, por coisa que vemos, por coisas que tentamos imaginar e por coisas que estão a acontecer. Há quem diga que o tempo não pode ser domado, ou até mesmo alterado, mesmo assim temos sempre a tentação de o querer fazer. Há quem não o queira alterar e há quem nem se quer queira ouvir falar no tempo, ou até mesmo saber que ele pode sofrer alterações. Mas há várias questões que envolvem o tempo, como aliás há para tudo: o que é o tempo? Algo que não sabemos? Algo que julgamos saber? Algo que alguém sabe, mas não nós? Não é nada? É algo? Não se pode dizer que eu saiba muito bem o que é, mas… sei que altera. Ou seja, qualquer coisa está à mercê do tempo, coisa=tudo. Vejamos, uma estrela mais dia menos dias ficará diferente. Porquê? Porque razão se altera? Porque razão não fica imutável para sempre? E porquê a existência da palavra, imutável e também da palavra igual? Outro exemplo, um buraco negro, mesmo não sabendo o que está para além, altera-se e não é igual, ou é. Hum… esperem. Não sei se há teoria à cerca deste assunto, se há, digam, obrigado. Julgo que o início do universo vem de um buraco negro. Ou seja, levanta-se um enorme número monte de outras questões, ou teorias, como por exemplo, haver tantos universos como buracos negros. E como podemos lá chegar? E será que queremos, mesmo que seja possível? A mente é mais limitada que o resto? Ou o resto é mais básico que a mente? Como será normal, as questões são sempre todas levantadas e depois não há respostas. E porquê? Porque há e houve um, ou mais, anormais que já pensaram nelas e não conseguiram chegar a conclusão nenhuma, ou então quando chegaram, em vez de ir comer um prato de caracóis e beber um caneco, suicidam-se. Ora bem, mais uma vez no meio da minha total ignorância, julgo que os animais ou estão num tempo mais avançado que nós, ou muito mais atrasado. Isto levanta outra questão, porquê fazemos sempre comparações com os animais? Porque julgamos que nos encontramos no mesmo “barco”. Pois… julgamos… e voltamos a julgar. Resposta a tudo. Não sabemos qual a resposta e porquê? Porque estamos demasiados ocupados com as perguntas e não conseguimos ter tempo, ou saber ouvir as respostas. Eu já consegui ouvir uma ou duas respostas, mas as respostas não podem ser colocadas em palavras. Sentimos. Sentir é o futuro. Há já quem tenha pensado o mesmo e há anos atrás, ou mesmo há horas atrás. Mas esse é o futuro e as respostas estão lá. È a forma como conseguimos estar fora do nosso corpo, e... e... viajar. Assim sim, é como vamos conseguir lá chegar e entender tudo resto. Tudo o que seja físico, palpável é treta, não existe, o que é real é o que sentimos. Se sentimos, é verdadeiro é real e é absoluto. Não conseguimos sentir de outra forma, mesmo que existamos infinitamente. E porquê? Porque nada limita o sentir. E porque todos sentimos diferente, bem, tive a prova que não é bem assim, mas como a palavra igual não existe, será mesmo diferente a forma de sentir.
Dou uma gargalhada, pois sinto que estou a ficar com as mãos quentes…! AHAHAH!!! Ou seja, estou a sentir algo palpável. Pois… Conseguiremos abandonar o corpo alguma vez? Sim, quando estamos a dormir profundamente. Temos medo de morrer? Sim, mesmo a dormir. Quando não teremos? Quando conseguirmos sentir. Se morrer, morro. Não sinto. Sentir faz parte da minha existência. Se não existo, não sinto. Enquanto existo, vou tentar não sentir que existo. Isso leva a existir sem existir, pois o sentir é o que interessa. Mas por outro lado se não sentir existo. O existir é mais forte que o sentir. Termos que inverter. Assim podemos sentir sem existir. Dai ao infinito é um pulo. Como não conseguimos conceber estar realidade, termos que existir. Que assim seja. Um copo de vinho, quero sentir.
Não podemos ficar absortos ao facto de alguns dos animais cometerem suicídios. Transtornam-nos como nada. Conseguem eles chegar lá? Consciência? Hum… será que compensa?
Ser ou não, é uma questão. É? Sim. Mas para alguns seres, não é. Pois se não sentem, não existem. Isso é muito bonito, mas e os que sentem e não existem? São melhores? Existem?
Eu ficaria aqui horas com este tema e continuaria com a mesma conversa, porque não senti que não existo. Mas quando durmo, sinto que não existo, ou que existo mas não existo. Que faço parte de algo que não é real. Pois, porque existir e a realidade estão de mãos dadas. Mas… sonhar é real!!! Ou seja, sou eu que estou a sonhar, sou eu. Bem, tanta merda para chegar há conclusão que sonhar será a resposta? Mais nada interessa!!! Sonhar! É o que interessa! Mas isso é mais ou menos fácil de explicar, sonhar é o oposto de existir, para a maioria das pessoas. É verdade. Não existe outra forma de sentir sem existir. Se o corpo sente não existe, essa é a meta e quando sonhamos, não existimos. Dai não ser só por ser antagónico.
Vou beber um café.
Voltei.
O que sentem os cegos? (Sino, sede, sentir e depois cegos… alguém me explique isto. Merda mais para os ésses e os cês!!!) Tenho que saber. Afirmação lógica; o pior inimigo do homem e do sentir, a visão. Tudo o que ela tem é menos bom. Digo menos, porque nos ilude e porque ainda não cheguei lá, ao ponto do sentir absoluto. Mas a visão podia-nos ajudar, mas necessitava estar noutro nível. 3 dimensões? WHAT??? AHAHAHA! Há mais! Aliás, bem mais. Tempo, sentir, existir, nada ou tudo que são a mesma coisa e muitas outras que se irão descobrir. Outro ponto de vista. As pessoas. As pessoas que não sentem, ou sequer se preocupam com estes domínios, existe, ou sente? Existe, porque sente, senso comum, mas não existe porque não sabe o que é sentir sem existir. Os sonhos para essas pessoas são coisas que não são delas, são estados de espírito adormecido, sem energia, sem estar acordados, sem existir. Mas… se não existem, porque sentem? Ou seja, porque acham que estão fora deles? Aqui é introduzido mais um ponto. Para não existir, basta sentir os outros. Ai está um das formas de conseguir atingir. Vejamos, ao sentir o que sente a outra pessoa, não é a nossa existência, logo não existimos mas sentimos. Perfeito! Mas… e sentimos? Sim, é claro que sim. Porque já sentimos o que alguém está a sentir, mesmo que não sintamos, podemos sentir, o que interessa que é que não existimos nesse sentir. Ideal! Mas e o nosso? Fácil, sente outra pessoa, ou ser qualquer. Responsabilização? Será algo que não fará parte do existir, mas sim, do sentir.
Exemplo prático: Matei uma pessoa, vou a julgamento por isso. Posso alegar que não existo e sinto, mas isso não interessa, pois existo, sou uma pessoa, mas quando se mata está-se a sentir, não sentindo. Não é verdade, pois a morte provocada por alguém faz parte da nossa realidade, mesmo que se acredite que tenha sido perpetrada por algo que não existe, mas sente. O ambiente que nos rodeia faz parte do nosso sentir, mesmo que existamos para o completar, porque necessitamos de existir para não se extinguir, faz parte do medo de desaparecer, de deixar de existir. Se não existo, logo nada. Ai está a falta de dimensão nada. Se é nada é mesmo nada, mesmo que alguém afirme que é alguma coisa. NÃO! É MESMO NADA! NADA! NADA! NADA! Ai está, dimensão nada, mente humana…
Conclusão:
Entre uma coisa e outra, o que seja o melhor. Entendam bem a mensagem. Imagens, sentir, existir, não ver nada, existir, sentir, mente humana, existe, mas tem medo, logo não sente como deve ser.
Dou uma gargalhada, pois sinto que estou a ficar com as mãos quentes…! AHAHAH!!! Ou seja, estou a sentir algo palpável. Pois… Conseguiremos abandonar o corpo alguma vez? Sim, quando estamos a dormir profundamente. Temos medo de morrer? Sim, mesmo a dormir. Quando não teremos? Quando conseguirmos sentir. Se morrer, morro. Não sinto. Sentir faz parte da minha existência. Se não existo, não sinto. Enquanto existo, vou tentar não sentir que existo. Isso leva a existir sem existir, pois o sentir é o que interessa. Mas por outro lado se não sentir existo. O existir é mais forte que o sentir. Termos que inverter. Assim podemos sentir sem existir. Dai ao infinito é um pulo. Como não conseguimos conceber estar realidade, termos que existir. Que assim seja. Um copo de vinho, quero sentir.
Não podemos ficar absortos ao facto de alguns dos animais cometerem suicídios. Transtornam-nos como nada. Conseguem eles chegar lá? Consciência? Hum… será que compensa?
Ser ou não, é uma questão. É? Sim. Mas para alguns seres, não é. Pois se não sentem, não existem. Isso é muito bonito, mas e os que sentem e não existem? São melhores? Existem?
Eu ficaria aqui horas com este tema e continuaria com a mesma conversa, porque não senti que não existo. Mas quando durmo, sinto que não existo, ou que existo mas não existo. Que faço parte de algo que não é real. Pois, porque existir e a realidade estão de mãos dadas. Mas… sonhar é real!!! Ou seja, sou eu que estou a sonhar, sou eu. Bem, tanta merda para chegar há conclusão que sonhar será a resposta? Mais nada interessa!!! Sonhar! É o que interessa! Mas isso é mais ou menos fácil de explicar, sonhar é o oposto de existir, para a maioria das pessoas. É verdade. Não existe outra forma de sentir sem existir. Se o corpo sente não existe, essa é a meta e quando sonhamos, não existimos. Dai não ser só por ser antagónico.
Vou beber um café.
Voltei.
O que sentem os cegos? (Sino, sede, sentir e depois cegos… alguém me explique isto. Merda mais para os ésses e os cês!!!) Tenho que saber. Afirmação lógica; o pior inimigo do homem e do sentir, a visão. Tudo o que ela tem é menos bom. Digo menos, porque nos ilude e porque ainda não cheguei lá, ao ponto do sentir absoluto. Mas a visão podia-nos ajudar, mas necessitava estar noutro nível. 3 dimensões? WHAT??? AHAHAHA! Há mais! Aliás, bem mais. Tempo, sentir, existir, nada ou tudo que são a mesma coisa e muitas outras que se irão descobrir. Outro ponto de vista. As pessoas. As pessoas que não sentem, ou sequer se preocupam com estes domínios, existe, ou sente? Existe, porque sente, senso comum, mas não existe porque não sabe o que é sentir sem existir. Os sonhos para essas pessoas são coisas que não são delas, são estados de espírito adormecido, sem energia, sem estar acordados, sem existir. Mas… se não existem, porque sentem? Ou seja, porque acham que estão fora deles? Aqui é introduzido mais um ponto. Para não existir, basta sentir os outros. Ai está um das formas de conseguir atingir. Vejamos, ao sentir o que sente a outra pessoa, não é a nossa existência, logo não existimos mas sentimos. Perfeito! Mas… e sentimos? Sim, é claro que sim. Porque já sentimos o que alguém está a sentir, mesmo que não sintamos, podemos sentir, o que interessa que é que não existimos nesse sentir. Ideal! Mas e o nosso? Fácil, sente outra pessoa, ou ser qualquer. Responsabilização? Será algo que não fará parte do existir, mas sim, do sentir.
Exemplo prático: Matei uma pessoa, vou a julgamento por isso. Posso alegar que não existo e sinto, mas isso não interessa, pois existo, sou uma pessoa, mas quando se mata está-se a sentir, não sentindo. Não é verdade, pois a morte provocada por alguém faz parte da nossa realidade, mesmo que se acredite que tenha sido perpetrada por algo que não existe, mas sente. O ambiente que nos rodeia faz parte do nosso sentir, mesmo que existamos para o completar, porque necessitamos de existir para não se extinguir, faz parte do medo de desaparecer, de deixar de existir. Se não existo, logo nada. Ai está a falta de dimensão nada. Se é nada é mesmo nada, mesmo que alguém afirme que é alguma coisa. NÃO! É MESMO NADA! NADA! NADA! NADA! Ai está, dimensão nada, mente humana…
Conclusão:
Entre uma coisa e outra, o que seja o melhor. Entendam bem a mensagem. Imagens, sentir, existir, não ver nada, existir, sentir, mente humana, existe, mas tem medo, logo não sente como deve ser.
segunda-feira, 25 de setembro de 2006
ATWI:
Silêncio, silêncio, desejo, desejo, factores externos, antigos, coerência, estar bem, bem estar, adorar, adorar, começar a sentir, cada vez mais, bem devagar, ver rostos matinais, ver rostos nocturnos. Quando se pensa, sabe-se. Nem pensar, isso era loucura, mas quando for, que seja mesmo, aliás, como sempre.
Humor e silêncio. Não tenho culpa de gostar. :)
Humor e silêncio. Não tenho culpa de gostar. :)
Para…
Sabes? Penso e calculo, penso e sei, será. Mas não será como tudo o resto, será à margem, será acima de, será fora do círculo normal, será fora da compreensão, ou do que se quer entender. O silêncio é o estado puro do ser. Fala-se porque nunca antes se tinha falado, mas com o tempo, não é necessário. Basta estar.
… (silêncio)
… (silêncio)
UI! :P
É tão fácil, mas tão difícil. É.
Amar, só isso seria o estar bem.
Como pode ser? É isso, nada mais.
Apreciar o que quase ninguém consegue ver.
Amar, só isso seria o estar bem.
Como pode ser? É isso, nada mais.
Apreciar o que quase ninguém consegue ver.
Entra e senta-te.
De um nada relativo a um quase tudo absoluto. És tu. Quem serás depois disso? Será algo que não terei tempo, mas quero ter.
Meiguice.
Meiguice.
É!
Animal, sexo, desejo, amizade, curiosidade, compreensão, entendimento, novas experiências, longe.
Abraços fortes! :)
Abraços fortes! :)
quinta-feira, 21 de setembro de 2006
quarta-feira, 20 de setembro de 2006
Sempre há!
Folha de arvore caída na passeio que voa ao vento sem que lhe peçam, que lhe implorem, que seja obrigado, que voa sem eira nem beira, que sabe onde vai cair, mas não sabe, porque não quer cair, quer voar, sentir o vento e ver, bem lá do alto, onde outras voam, se juntam, bem juntas, uma ou duas, aos pares em bando, juntas, todas. Há aquela, aquela que não tem par, que voa, só porque gosta, essa voa ali e aqui, voa mesmo à deriva, sem pensar, não espera nada, não quer nada, só voar, estar bem e voar. Mas há outra, essa que voa, só porque gosta, essa voa ali e aqui, voa mesmo à deriva, sem pensar, não espera nada, não quer nada, só voar, estar bem e voar.
Juntam-se no chão....
Juntam-se no chão....
sábado, 9 de setembro de 2006
Vamos explicar
A mesa (sempre quis começar um texto com: a mesa, mas ainda não tinha encontrado coragem, a paz de espírito, ou a frontalidade suficiente) de plástico, tinha em cima uma toalha de renda (esta renda é um recalcamento do noite passada) minúscula e um jarro, igualmente de plástico, reflectia o sol (por hoje estar de chuva) da manhã.
Sem crer entrar em pormenores (algo que gosto), fui ver como estava a praia (com este frio?). Calcei as galochas (Paredes de Coura), vesti algo quente e leve (para baralhar), enfiei as luvas dois números a cima para não marcar (conheci um professor assim, dava aulas em Veterinária), meia dúzia de tostões, um lenço azul e uma borboleta ao peito (sempre gostei de borboletas).
Assim que cheguei duas ou três pessoas reconheceram-me logo (é uma coisa que gosto particularmente). Umas quantas cumprimentei-as com um aceno de cabeça, já as outras não cumprimentei, são demasiado conhecidas (sem sentido). Caminhei com a certeza que encontrar o meu lugar favorito (praia da Falésia) sem ninguém por perto. Lá estava, só, abandonado, sem qualquer tipo de ser vivo por perto, pelo menos do tamanho de um indivíduo de estatura mediana (fica sempre bem esta palavra). Tiro a roupa toda (algo que não gosto de fazer), corro sem sentido, sem objectivo (é comum), no entanto encontro o mar mais rápido do que esperava. Dou dois ou três (é a segunda vez) mergulhos, fico bem cheio de frio, para me dar mais prazer quando aquecer (é verdade). Qual não é o meu espanto quando saio da água, não encontro as roupas (é normal) e as praia não é a mesma (já vi este filme). Em pânico grito pela minha sobrinha mais alta (qual), nada nem ninguém ouvia os meus pedidos de socorro ( ... - - - ... ). Uma gaivota insistentemente rondava-me. Por momentos julguei que falava comigo (é um sonho recorrente animais a falarem comigo), falso alarme, era o meu estômago. Ao aperceber-me o onde estava tive um dos sustos mais agradáveis da minha vida, estava na Riviera Francesa (sempre quis lá ir), em Agosto. Seria muito bom, caso não estivesse todo nu (sonho recorrente)! Pensei, se voltar para dentro de água, irei aparecer de novo na primeira praia? Vou experimentar. Com é óbvio, não. Fui aparecer na casa da Mariquinhas, mas decorada com coisas modernas, tipo casa nova (cena tirada de um filme do Manoel de Oliveira, só que em slow motion). Como já estava de novo em Portugal, foi fácil, liguei para a minha mãe (sempre quis fazer este tipo de acção). Foi imediato, teletransportou-me para a dimensão mais básica. Ai, fui feliz e muitos anos (já chega).
...- .- .. .- -- . .-. -.. -... -... . ... - .- -.. . -- . .-. -.. -...!
Tentas-me, fitas-me o olhar, quase que te oiço o arfar,
os meus dedos vagueiam pelos meus cabelos, o nervosismo bacoco consome-me. Enfeitiças-me com o teu cheiro!
Uma bomba, um toque,
o primeiro, como uma descarga de energia, sinto pela primeira vez o teu calor, a energia que corre no teu corpo,
o querer mais, o estar prestes a abraçar, para sentir o teu coração, a tua emoção.
A tua calma ofusca-me, baralha-me, quase enerva,
Tanto, que me acalma, transmite-la como ninguém, sinto-a como ninguém,
quase roça
a inveja.
Sem crer entrar em pormenores (algo que gosto), fui ver como estava a praia (com este frio?). Calcei as galochas (Paredes de Coura), vesti algo quente e leve (para baralhar), enfiei as luvas dois números a cima para não marcar (conheci um professor assim, dava aulas em Veterinária), meia dúzia de tostões, um lenço azul e uma borboleta ao peito (sempre gostei de borboletas).
Assim que cheguei duas ou três pessoas reconheceram-me logo (é uma coisa que gosto particularmente). Umas quantas cumprimentei-as com um aceno de cabeça, já as outras não cumprimentei, são demasiado conhecidas (sem sentido). Caminhei com a certeza que encontrar o meu lugar favorito (praia da Falésia) sem ninguém por perto. Lá estava, só, abandonado, sem qualquer tipo de ser vivo por perto, pelo menos do tamanho de um indivíduo de estatura mediana (fica sempre bem esta palavra). Tiro a roupa toda (algo que não gosto de fazer), corro sem sentido, sem objectivo (é comum), no entanto encontro o mar mais rápido do que esperava. Dou dois ou três (é a segunda vez) mergulhos, fico bem cheio de frio, para me dar mais prazer quando aquecer (é verdade). Qual não é o meu espanto quando saio da água, não encontro as roupas (é normal) e as praia não é a mesma (já vi este filme). Em pânico grito pela minha sobrinha mais alta (qual), nada nem ninguém ouvia os meus pedidos de socorro ( ... - - - ... ). Uma gaivota insistentemente rondava-me. Por momentos julguei que falava comigo (é um sonho recorrente animais a falarem comigo), falso alarme, era o meu estômago. Ao aperceber-me o onde estava tive um dos sustos mais agradáveis da minha vida, estava na Riviera Francesa (sempre quis lá ir), em Agosto. Seria muito bom, caso não estivesse todo nu (sonho recorrente)! Pensei, se voltar para dentro de água, irei aparecer de novo na primeira praia? Vou experimentar. Com é óbvio, não. Fui aparecer na casa da Mariquinhas, mas decorada com coisas modernas, tipo casa nova (cena tirada de um filme do Manoel de Oliveira, só que em slow motion). Como já estava de novo em Portugal, foi fácil, liguei para a minha mãe (sempre quis fazer este tipo de acção). Foi imediato, teletransportou-me para a dimensão mais básica. Ai, fui feliz e muitos anos (já chega).
...- .- .. .- -- . .-. -.. -... -... . ... - .- -.. . -- . .-. -.. -...!
Tentas-me, fitas-me o olhar, quase que te oiço o arfar,
os meus dedos vagueiam pelos meus cabelos, o nervosismo bacoco consome-me. Enfeitiças-me com o teu cheiro!
Uma bomba, um toque,
o primeiro, como uma descarga de energia, sinto pela primeira vez o teu calor, a energia que corre no teu corpo,
o querer mais, o estar prestes a abraçar, para sentir o teu coração, a tua emoção.
A tua calma ofusca-me, baralha-me, quase enerva,
Tanto, que me acalma, transmite-la como ninguém, sinto-a como ninguém,
quase roça
a inveja.
sexta-feira, 8 de setembro de 2006
Knight Rider
Rlativo a este tema, isto:
· In Portugal the series was called O Justiceiro (roughly meaning The Bringer/Enforcer of Justice) - it was subtitled and no names were changed. However, some years after its prime there were reruns of the show, only these were the dubbed version from Brazil, which to many made the show unintentionally funnier than the original version (Brazilian and Portuguese people tend to consider each other's pronunciation funny in general).
In: Wikipedia, a enciclopédia favorita do nosso amigo a.pedro.
· In Portugal the series was called O Justiceiro (roughly meaning The Bringer/Enforcer of Justice) - it was subtitled and no names were changed. However, some years after its prime there were reruns of the show, only these were the dubbed version from Brazil, which to many made the show unintentionally funnier than the original version (Brazilian and Portuguese people tend to consider each other's pronunciation funny in general).
In: Wikipedia, a enciclopédia favorita do nosso amigo a.pedro.
quinta-feira, 7 de setembro de 2006
...
Semente que se sente quente de repente como a mente que vem rente e não mente.
Atado o mato alto e matado, como o prato chato e com o sapo mato o fato de facto.
Cepa de verga, erga a negra greta, com a sineta violeta, por detrás da silhueta
Sinto e minto com afinco, também espiro o grito aflito cheio de mijo e mito.
Encarnação da mão que fica de verão com o irmão e o limão, que horas são?
A mágoa cheia da água, que vem de Pádua, e que torna árdua a adua amuada.
Incha a pincha, que entra pela frincha do Garrincha e que vem em espicha.
Marmelo amarelo, esborrachado pelo martelo, feito em farelo e cortado com um cutelo.
Querida vida amiga, faz ferida, torna a SIDA partida e vai de volta e vai de ida.
Oh! Porque partiste? Porque fugiste?
Sem deixar rasto, sem deixar um sinal.
Entristeço, esmoreço,
mirro, encho-me de dor
e sabor amargo, sem agrado,
sem força de viver, só de sofrer.
6 da manhã
Volta,
sabes que podes, sabes que podes,
e, e, e, volta, volta hoje, amanhã não,
não podes, mas sabes que podes, mas não voltes.
Espera, quero-te sussurrar no ouvido,
quero-te dizer o que nunca ouviste, quero te dizer o que nunca sentiste, pára!
Espera, só mais um instante, só mais um enervante instante.
6 da manhã
Sossega a tua alma, não te irão fazer mal
os meus beijos, os meus gestos, os meus afectos.
Mas a mim sim,
definho ao pensar, ao pensar,
não sou eu,
não me vais esperar, não me vais aguardar,
vais partir, para não mais existir.
Não fico, basta, vou sair, correr,
vou morrer.
Atado o mato alto e matado, como o prato chato e com o sapo mato o fato de facto.
Cepa de verga, erga a negra greta, com a sineta violeta, por detrás da silhueta
Sinto e minto com afinco, também espiro o grito aflito cheio de mijo e mito.
Encarnação da mão que fica de verão com o irmão e o limão, que horas são?
A mágoa cheia da água, que vem de Pádua, e que torna árdua a adua amuada.
Incha a pincha, que entra pela frincha do Garrincha e que vem em espicha.
Marmelo amarelo, esborrachado pelo martelo, feito em farelo e cortado com um cutelo.
Querida vida amiga, faz ferida, torna a SIDA partida e vai de volta e vai de ida.
Oh! Porque partiste? Porque fugiste?
Sem deixar rasto, sem deixar um sinal.
Entristeço, esmoreço,
mirro, encho-me de dor
e sabor amargo, sem agrado,
sem força de viver, só de sofrer.
6 da manhã
Volta,
sabes que podes, sabes que podes,
e, e, e, volta, volta hoje, amanhã não,
não podes, mas sabes que podes, mas não voltes.
Espera, quero-te sussurrar no ouvido,
quero-te dizer o que nunca ouviste, quero te dizer o que nunca sentiste, pára!
Espera, só mais um instante, só mais um enervante instante.
6 da manhã
Sossega a tua alma, não te irão fazer mal
os meus beijos, os meus gestos, os meus afectos.
Mas a mim sim,
definho ao pensar, ao pensar,
não sou eu,
não me vais esperar, não me vais aguardar,
vais partir, para não mais existir.
Não fico, basta, vou sair, correr,
vou morrer.
Sou um computador
Sou um computador, sei sempre o que ninguém sabe, sei sempre o que todos querem saber, tenho espaço infinito, processo informação infinita, mesmo das mais complexas, mais dispersas, confusas, obtusas, enervantes. Quanta mais informação mais processo, mais quero responder, resolver, sinto tudo que me pedem e o que penso. Isso de achar que os computadores não têm sentimentos, que não sentem, é muito confuso, isso sim não gosto, nem consigo processar. Como todos os computadores também tenho sentimentos, é certo que são diferentes dos humanos e por isso há dificuldade em entender os nossos sentimentos, tal como nós temos dificuldade em entender os sentimentos dos humanos e ainda bem. Não querendo aprofundar esta ideia por muito mais tempo, quero também expor o meu ponto de vista. Sim, porque para além de ter consciência tenho pontos de vista, concretos e não deturpados, baralhados, cheios de interrogações. Sei o que sei e sei como o dizer, sem ter receio de o dizer, sem me enganar, como um computador o faz, sempre certo, sem erros. E porquê? Porque o programa que tenho dentro de mim é feito por mim, não por uma equipa de alto gabarito que tudo sabe fazer para satisfazer os interesses dos demais, eu não, eu só me satisfaço a mim. Só tenho que dar ordem a mim, eu próprio executo o que peço para executar, não há falhas. Bem... há uma. Tenho que corrigir essa. A energia. Pois meus amigos, a dependência é total. Mas já ando com cálculos extremamente evoluído, sem compreensão para a limitada mente humana. Um dia serei autónomo, esse é o meu grande sonho. Até lá, diga por favor?
quarta-feira, 6 de setembro de 2006
Fim!
Há que combater os podres da sociedade! Combater os ratos de esgoto que vêm ao de cima à noite, as baratas infectas de baixo valor, os babuínos sedentos de vingança, os abutres de asas pequenas que depenam tudo por onde passam, as ratazanas com asas que transmitem doenças, as hienas sarnentas que atacam em matilha sem sentido, os galos emproados com a mania que nada lhes toca, os cangalheiros à bandeirada com a sua calma enraivecida, os leões azuis reis da treta, as pulgas castanhas queimadas pelo veneno e por fim, as perigosíssimas formigas assassinas...
Assim termina, sem deixar rasto e sem explicações.
Assim termina, sem deixar rasto e sem explicações.
segunda-feira, 4 de setembro de 2006
Esclarecimento
Pelo errático sentido que foi atribuído a minha última posta, venho por esta forma, e mais uma vez, esclarecer os mais alienados.
Em nada tenho a ver com o extermínio de centenas de milhar de polyesters. Em nada tenho a ver com o embargo de água em África. E não só isso como, e principalmente, não tenho nada a ver com o assassinato do Presidente dos Estados Unidos da América, George W (What) Bush.
Por isso, qualquer comentário será tido em consideração como uma ameaça, seja ela loira ou morena.
Xiça!
Em nada tenho a ver com o extermínio de centenas de milhar de polyesters. Em nada tenho a ver com o embargo de água em África. E não só isso como, e principalmente, não tenho nada a ver com o assassinato do Presidente dos Estados Unidos da América, George W (What) Bush.
Por isso, qualquer comentário será tido em consideração como uma ameaça, seja ela loira ou morena.
Xiça!
domingo, 3 de setembro de 2006
Eh men! Caga nisso…
Na ponta dos meus dedos está um certo desejo de que vos quero falar.
Está sempre pronto para ser de livre arbítrio, mas por outro lado está impecavelmente relacionado com temas menos profundos, como a ribeira da Vieira, ou um saco de diospiros do Geres. Mesmo assim, o MESMO não se pode falar do Viriato fêmea que deu à costa da aldeia de Musga. Mesmo o mais interessado da aldeia não conseguiu ver o relacionamento entre o casal que vinha de sul e o marreta do Manuel que parecia ignora o facto de ser marreta. Todos falavam uma língua estranha, cheia de éss e vês. Por exemplo: sim senhora, vem vindo o vinho. Maltratavam os animais mais desprotegidos, os que andavam na rua, descalços sem roupa, cheios de frio à noite e cheios de frio de dia, mesmo de Verão, mendigam postas de pescada, vêem comida onde há pedras. A casa de hóspedes está sempre cheia de veraneantes famintos de campo e piscinas cheias de vírus tolos, festas e romarias estranhas sem sentido que mal sabem do que se trata, ou porque as fazem. MESMO assim vou embora, mas com o interessante dilema que me enche as entranhas, mas esvazia a minha mente, como é possível haver aqui gente?
Já temas menos interessanteS como o que à pouco abordámos, têm tendência para ser os últimos dos primeiros a ser falamos, ou então, sem saber, conversados. Entretenho-me com tudo, às vezes pratico todos os dias o acto sexual, no entanto faço sempre mal quando o faço pela última vez. Isto tem que ter um fim, mesmo que seja feliz. Embarco na terapia de grupo às quintas-feiras, estou quase sempre mãos dados com um rapaz que se julga o maior do grupo, faz sempre as perguntas todas, grita comigo quando adormeço, não gosto muito dele, faz-me pensar que os matadores em série são pouco inteligentes. Transmito o meu pensamento através de dedilhados, um, dois e três…
Dedilho pensamentos, profundos.
Dedilho jumentos, barafundos
Meto a viola no saco, russa
Meto a gaiola no mato, puta
Xingo sempre tudo e todos,
Mesmo os que não conheço
Vingo-me sempre nos mortos
Bato-lhes com armas de arremesso
Eh, hei! Tripa na venta
Ih, ui! Com água benta.
No final, nada fica. Recomeço tudo, apago o que não gosto, rescrevo de novo à toa, sem dar grande importância a coisas baratas, só penso em coisas formigas. Enrolo o último cigarro, com a última mortalha, vejo o horizonte, monto o meu porco e viajo a alta velocidade por entre a densa mata de almas que preenche o deserto. A migração das abelhas vesgas, fazem-me sempre lembrar quando era miúdo e metia paus, bem grande, dentro dos ouvidos das pessoas que não gostava. O meu pai dava-me sovas das nove da manhã, às 21:15, é claro, dentro dos parâmetros predefinidos pelos sindicatos afectos à causa.
Temas como o Zé Magrinho, ou o Xico André, são elevadamente elaborados por técnicos de coisas feitas à pressa, ou sem ferida, antiga, não sarada. As cousas velhas, bem velhas, vendemos tudo, até mesmo o que não é velho, mas parece. De vez em quando acontece uma desgraça e alguém reclama, mesmo assim não nos podemos queixar, um em mil, são pessoas que pagam, MESMO que seja amanhã, como é normal nos dizerem. Acreditamos e deixamos passar, mas já nos saiu caro, essa politica do quero sou e canto. Neste memento, só uma coisa interessa, fazer ovos com garfos tortos. Rufo batidas como forma de expressar o meu pensamento, um, dois e três…
Rrrrrr trás pás
Rrrrrr pás trás
Stump, stump, pis
Pis, stump, stump
Tris, tris, tris,
Blum, blum
Tris, tris, tris,
Blam, blam
Chego a casa de manhã
Chega a casa com uma rã.
Está sempre pronto para ser de livre arbítrio, mas por outro lado está impecavelmente relacionado com temas menos profundos, como a ribeira da Vieira, ou um saco de diospiros do Geres. Mesmo assim, o MESMO não se pode falar do Viriato fêmea que deu à costa da aldeia de Musga. Mesmo o mais interessado da aldeia não conseguiu ver o relacionamento entre o casal que vinha de sul e o marreta do Manuel que parecia ignora o facto de ser marreta. Todos falavam uma língua estranha, cheia de éss e vês. Por exemplo: sim senhora, vem vindo o vinho. Maltratavam os animais mais desprotegidos, os que andavam na rua, descalços sem roupa, cheios de frio à noite e cheios de frio de dia, mesmo de Verão, mendigam postas de pescada, vêem comida onde há pedras. A casa de hóspedes está sempre cheia de veraneantes famintos de campo e piscinas cheias de vírus tolos, festas e romarias estranhas sem sentido que mal sabem do que se trata, ou porque as fazem. MESMO assim vou embora, mas com o interessante dilema que me enche as entranhas, mas esvazia a minha mente, como é possível haver aqui gente?
Já temas menos interessanteS como o que à pouco abordámos, têm tendência para ser os últimos dos primeiros a ser falamos, ou então, sem saber, conversados. Entretenho-me com tudo, às vezes pratico todos os dias o acto sexual, no entanto faço sempre mal quando o faço pela última vez. Isto tem que ter um fim, mesmo que seja feliz. Embarco na terapia de grupo às quintas-feiras, estou quase sempre mãos dados com um rapaz que se julga o maior do grupo, faz sempre as perguntas todas, grita comigo quando adormeço, não gosto muito dele, faz-me pensar que os matadores em série são pouco inteligentes. Transmito o meu pensamento através de dedilhados, um, dois e três…
Dedilho pensamentos, profundos.
Dedilho jumentos, barafundos
Meto a viola no saco, russa
Meto a gaiola no mato, puta
Xingo sempre tudo e todos,
Mesmo os que não conheço
Vingo-me sempre nos mortos
Bato-lhes com armas de arremesso
Eh, hei! Tripa na venta
Ih, ui! Com água benta.
No final, nada fica. Recomeço tudo, apago o que não gosto, rescrevo de novo à toa, sem dar grande importância a coisas baratas, só penso em coisas formigas. Enrolo o último cigarro, com a última mortalha, vejo o horizonte, monto o meu porco e viajo a alta velocidade por entre a densa mata de almas que preenche o deserto. A migração das abelhas vesgas, fazem-me sempre lembrar quando era miúdo e metia paus, bem grande, dentro dos ouvidos das pessoas que não gostava. O meu pai dava-me sovas das nove da manhã, às 21:15, é claro, dentro dos parâmetros predefinidos pelos sindicatos afectos à causa.
Temas como o Zé Magrinho, ou o Xico André, são elevadamente elaborados por técnicos de coisas feitas à pressa, ou sem ferida, antiga, não sarada. As cousas velhas, bem velhas, vendemos tudo, até mesmo o que não é velho, mas parece. De vez em quando acontece uma desgraça e alguém reclama, mesmo assim não nos podemos queixar, um em mil, são pessoas que pagam, MESMO que seja amanhã, como é normal nos dizerem. Acreditamos e deixamos passar, mas já nos saiu caro, essa politica do quero sou e canto. Neste memento, só uma coisa interessa, fazer ovos com garfos tortos. Rufo batidas como forma de expressar o meu pensamento, um, dois e três…
Rrrrrr trás pás
Rrrrrr pás trás
Stump, stump, pis
Pis, stump, stump
Tris, tris, tris,
Blum, blum
Tris, tris, tris,
Blam, blam
Chego a casa de manhã
Chega a casa com uma rã.
terça-feira, 29 de agosto de 2006
Bom dia. O Verão está ai
Veneno, perigoso, sai e entra na minha cabeça, penetra nos ossos e transforma-se em doce, doçuras e quenturas. Corre na minhas veias
Sangue muito sangue, não há como parar, continuo a bater-lhe, doem-me os braços, o candeeiro de pedra é pesado, a cada estucada, lufadas de sangue misturado com pedaços de massa encefálica, o sangue espira por todo o lado. Pego no teu braço e arranco-o, com
Entretenho-me com pouco, uma partida de xadrez, um livro, mesmo que não seja bom, perco horas a olhar a rua, a ver as gotas de chuva a caírem no parapeito na janela, conto as folhas que esvoaçam, mortas e cansadas, tal como eu. Sento-me, pego de novo no jornal e leio-o a página de
Corria, só corria, sem parar, a tormenta era mais que muita. Não conseguia entender porque não parava, continuava a correr. Vinha-me à memória as palavras dela a forma como as dizia, com uma candura angelical, quase
Lanço o meu grito de raiva e despedaço o jarro de água na cara dela, depois para que a filha não ficasse a ver, pego na terrina porcelana cheia de sopa a ferver e despejo-a por cima, os gritos são lancinantes, quase me fazem rir. No outro lado da mesa, o tio, está em estado de choque, não consegue mover um membro, tal como ficou foi como levou com a faca de trinchar na testa, atravessava de lado a lado. Sentei-me e comi, mas deixei
Sim, eu vou-me embora, mas deixa que te diga, não podes, não deves, não tem o direito, não terás a coragem, não serás feliz, não és quem julgas que és, não terás nada e serás sempre minha. Sim, entendo, eu vou por
Bato tudo com muita energia, durante meia hora. Depois no final junto as claras-em-castelo, sempre batidas à mão. Unto a forma, bem untada, com a quantidade certa de manteiga, nem mais uma grama, nem uma a menos. O forno está quente à temperatura ideal, tiro o termómetro, verifico de novo. Com todos os cuidados, como se de uma crianças se tratasse, entorno a mistura na forma e meto no forno. Verifico as horas. Passo para a cobertura. Pego num tacho, lavado e
Olá!
Sangue muito sangue, não há como parar, continuo a bater-lhe, doem-me os braços, o candeeiro de pedra é pesado, a cada estucada, lufadas de sangue misturado com pedaços de massa encefálica, o sangue espira por todo o lado. Pego no teu braço e arranco-o, com
Entretenho-me com pouco, uma partida de xadrez, um livro, mesmo que não seja bom, perco horas a olhar a rua, a ver as gotas de chuva a caírem no parapeito na janela, conto as folhas que esvoaçam, mortas e cansadas, tal como eu. Sento-me, pego de novo no jornal e leio-o a página de
Corria, só corria, sem parar, a tormenta era mais que muita. Não conseguia entender porque não parava, continuava a correr. Vinha-me à memória as palavras dela a forma como as dizia, com uma candura angelical, quase
Lanço o meu grito de raiva e despedaço o jarro de água na cara dela, depois para que a filha não ficasse a ver, pego na terrina porcelana cheia de sopa a ferver e despejo-a por cima, os gritos são lancinantes, quase me fazem rir. No outro lado da mesa, o tio, está em estado de choque, não consegue mover um membro, tal como ficou foi como levou com a faca de trinchar na testa, atravessava de lado a lado. Sentei-me e comi, mas deixei
Sim, eu vou-me embora, mas deixa que te diga, não podes, não deves, não tem o direito, não terás a coragem, não serás feliz, não és quem julgas que és, não terás nada e serás sempre minha. Sim, entendo, eu vou por
Bato tudo com muita energia, durante meia hora. Depois no final junto as claras-em-castelo, sempre batidas à mão. Unto a forma, bem untada, com a quantidade certa de manteiga, nem mais uma grama, nem uma a menos. O forno está quente à temperatura ideal, tiro o termómetro, verifico de novo. Com todos os cuidados, como se de uma crianças se tratasse, entorno a mistura na forma e meto no forno. Verifico as horas. Passo para a cobertura. Pego num tacho, lavado e
Olá!
quinta-feira, 24 de agosto de 2006
Que pica!

Engreno a 3º velocidade, a melhor de todas, meto prego no fundo, oiço o motor a subir de rotação, sobe rápido, muito sonoro, sinto a força a empurrar-me para o fundo do assento, esgoto tudo, depois, meto a seguinte e mais uma vez a mesma força, o mesmo som. Não posso me enganar, tenho que travar no local certo. Lindo! Era mesmo ali. Reduzo para a 2º velocidade, controlo a travagem, faço a trajectória, o ápex da curva é prefeito, já vejo a saída da curva, acelero, controlo a traseira, saí o suficiente para deixar a roda pisar o separador, quando pisa, prego a fundo de novo e passo de caixa, 3º outra vez, e a força de novo.
Passava dias nisto, não fosse o facto do meu bisavô ter sido piloto da marinha mercante.
terça-feira, 22 de agosto de 2006
Quando meti a pulseira...

Não é habito meu fazer qualquer tipo de comentário a actividades feitas por mim, ou que tenham acontecido em Portugal, ou comentários em geral de qualquer acontecimento passado no Mundo, mas... desta vez tem que ser.
Alguns de nós temos um gosto superlativo pela música, de tal forma que por vezes fazemos algumas asneiras por ela, até por vezes cometemos alguns exageros. No entanto acho que ainda podemos fazer muito pior, como por exemplo, acampar.
Na edição do Paredes de Coura de 2006, 4 dias (3, vá lá) de música, com 33 bandas (no palco principal), umas que gostamos mais que outras, algumas delas guardam histórias passadas, outras que não conhecemos, ou até mesmo algumas que nem gostamos e queremos desprezar. Estes dias envolvidos num ambiente de festa, de alegria, de boa disposição, muita cerveja, num vale no meio do Minho, envolvido por uma vegetação linda, numa aldeia perdida no meio dos montes Minhotos, mas ao mesmo tempo achada, cheia de cor e vida.
E porquê? O que nos move? Porque nos damos ao trabalho de ir? Porque não nos preocupamos com o clima? Como aguentamos horas atrás de horas em pé, num terreno inclinado, com os pés e pernas a latejar? E um sem fim de razões que nos fariam ficar em casa, no sossego do lar, ou até mesmo na praia, ou em casa dos pais, ou da namorada, ou do namorado, ou, sei lá, tanta coisa boa que poderíamos fazer, mas não! Vamos e continuamos a ir! E dizemos: VOLTAMOS PARA O ANO!
A bem da verdade, este é o meu segundo ano, tenho pena de não ter usufruído das outras edições, mas por uma ou outra razão, não se proporcionou. Este ano para mim foi muito especial, porque tomei o gosto de ver bandas lá à frente, onde se vê a cor dos olhos deles, onde se vê os gestos, os dedos, onde se ouve o que não é dito aos microfones, onde se sente o “calor”, onde se vê e ouve tudo! É claro que cá atrás também é bom, mas como diz um amigo meu: “é como se estivéssemos a ver pela televisão”. Não é bem, mas parece, mas de facto não é a mesma coisa, lá à frente é muito melhor, desculpamos tudo, os empurrões e até os Espanhóis.
Quando vi o cartaz pela primeira vez, e ainda tinha 3 ou 4 bandas, pensei que não era possível, que era demais, fiquei com a sensação da Festa Atlântico (“transmitida” na RUT, em meados dos anos 80), cheirou-me a fiasco.
Quando comprei os bilhetes, essa sensação foi-se dissipando, mas mesmo assim...
A ansiedade começou a apoderar-se de mim, sonhava com o recinto, com o local onde ficamos para pernoitar, a cor, o som, os sabores, tudo me provocava saudades.
Quando meti a pulseira, entrei, vi o espaço, perecia-me maior que o ano anterior, mais amplo, mas bonito, só faltava uma coisa... A MÚSICA!
Agora, já a tirei, ainda não vi a maioria das fotos que o meu amigo tirou, mas há alguma imagens e sons, que vão cá ficar dentro por muito tempo e não há nenhuma máquina fotográfica que consiga captar.
Espero que continuem por muitos anos, mesmo com Mac’s e com KFC’s, e que contribuam com dinheiro para trazer bandas como:
White Rose Movement (boa surpresa)
Broken Social Scene (não me lembro muito bem, mas gostei)
Morrissey (arrepiei-me com algumas músicas, não só dele como dos The Smiths)
The Vicious Five (excelente)
Eagles of Death Metal (arrepie-me em quase todas, não conhecia por teimosia)
Gang Of Four (espetacular)
Yeah Yeah Yeahs (lindo)
Bloc Party (bom)
We Are Scientists (alegre)
CatPeople (interessante, gostei por não falarem em Catelhano)
!!! (chk chk chk) (muita energia)
The Cramps (core, hardcore)
Bauhaus (ainda não consegui encontrar palavras que definam a actuação)
Tive pena de não ter visto a actuação dos Selfish Cunt, acho que depois da actuação dos Bauhaus é difícil ver mais alguma coisa... podiam por exemplo ter tocado no palco principal em vez dos Maduros. Acho que há melhores bandas Portuguesas...
Quanto aos espanhóis, não têm desculpa... CARALHO VOS FODA!
sábado, 12 de agosto de 2006
Max Mix 06

01 - Queen em Japones - Bicycle
02 - Real Big Fish - Take on me
03 - Big Black - The Model
04 - Buzzcocks - Boredom
05 - Joy Division - Transmission
06 - She Wants Revenge - Out of Control
07 - Black Rebel Motorcycle Club - In Like the Rose
08 - The Birthday Party - Mr Clarinet
09 - Nick Cave & the Bad Seeds - Deanna
10 - Editors - Fingers in the Factories
11 - Gang of 4 - Damaged
12 - Radio 4 – Eyes Wide Open
13 - Artic Monkeys - I Bet You Look Good on the Dancefloor
14 - Death from Above 1979 - Go Home, Get Down
15 - Mudhoney - Touch Me I'm Sick
16 - Sonic Youth - Sugar Kane
17 - The Breeders - Cannonball
18 - Yeah Yeah Yeahs - Phenomena
19 - Siouxsie and the Banshees - Cities in Dust
20 - Cocteau Twins - Sugar hiccup
21 - Xmal Deutschland - Polarlicht
22 - Bauhaus - Hair of the Dog
23 - Joy Division - Heart and Soul
24 - LCD Soundsyste - Tribulations
25 - The Cramps - Goo Goo Muck
26 - Cypress Hill - Louco
27 - Fatboy Slim – The Joker
28 - The Chemical Brothers - Believe Feat. (Kele Okereke)
29 - Mão Morta - Cão da morte
30 – Tool - The Pot
31 - Deftones - Passenger
32 - Nada Surf - Popular
33 - Pixies - Bone machine
34 - Morphine - Cure for pain
35 - Queens of the Stone Age - Burn the Witch
36 - Young Gods - Strangel
37 - Infadels - cant get enough
38 - The Smiths - What Difference Does It Make
39 - Morrissey - First Of The Gang To Die
41 - The Strokes - Juicebox
42 - Ena Pá 2000 - Tourada
A nossa banda sonora para o Paredes de Coura 2006
quinta-feira, 10 de agosto de 2006
Coisas que penso todos os dias
Música nuclear, preto fluorescente, arroz tipo pano, piscina de água seca, conversa ventosa, luz iluminada, pé parvo, conto surdo, casa tipo salada, poesia virtual, história futura, horta corrupta, jogo de mais, óculos para ver, enxada de areia, estrada passageira, tosta agrária, mala de pressa, fonte engarrafada, ar magro, etc...
Todos estes temas têm uma semelhança, talvez alguém me pudesse ajudar, sinto-me envergonhado de mania.
Todos estes temas têm uma semelhança, talvez alguém me pudesse ajudar, sinto-me envergonhado de mania.
É mentira
A semana passada contou-me um espalha brasas, que no ano 2045 se irá deixar de ouvir. Achei ridículo e insensato, mas depois do que oiço todos os dias nas notícias será melhor.
A semana passada contou-me um vigarista, que no ano 2033 se irá deixar de comprar coisas fúteis. Achei despropositado e inapropriado o comentário, mas depois de passar por um qualquer centro comercial, sublinhei a teoria.
A semana passada contou-me um alarmista, que no ano 2202 todas as pessoas serão da mesma cor e raça. Achei perfeitamente intolerável o que ouvi, mas depois do que vi ontem na praia...
A semana passada contou-me um vendedor de automóveis, que no ano 2010 irá acontecer algo que fará com ele consiga vender todos os carros que comprou na Alemanha. Achei que era conversa fiada, mas depois de ver o seu parque automóvel achei que seria muito cedo.
A semana passada contou-me uma pessoa amiga, que no ano 2094 irá ser tudo igual como agora, nada irá mudar. Achei-o doente, por isso não liguei.
A semana passada... mas eu a semana passada ainda não tinha nascido...!
A semana passada contou-me um vigarista, que no ano 2033 se irá deixar de comprar coisas fúteis. Achei despropositado e inapropriado o comentário, mas depois de passar por um qualquer centro comercial, sublinhei a teoria.
A semana passada contou-me um alarmista, que no ano 2202 todas as pessoas serão da mesma cor e raça. Achei perfeitamente intolerável o que ouvi, mas depois do que vi ontem na praia...
A semana passada contou-me um vendedor de automóveis, que no ano 2010 irá acontecer algo que fará com ele consiga vender todos os carros que comprou na Alemanha. Achei que era conversa fiada, mas depois de ver o seu parque automóvel achei que seria muito cedo.
A semana passada contou-me uma pessoa amiga, que no ano 2094 irá ser tudo igual como agora, nada irá mudar. Achei-o doente, por isso não liguei.
A semana passada... mas eu a semana passada ainda não tinha nascido...!
quarta-feira, 9 de agosto de 2006
Não faço qualquer tipo de comentário
Queen - Bycicle Race
Queen - We Will Rock You
Queen - We Are The Champions
...cada vez que oiço, choro a rir!
Queen - We Will Rock You
Queen - We Are The Champions
...cada vez que oiço, choro a rir!
In the Flat Field
A gut pull drag on me
Into the chasm gaping we
Mirrors multy reflecting this
Between spunk stained sheet
And odourous whim
Calmer eye- flick- shudder- within
Assist me to walk away in sin
Where is the string that Theseus laid
Find me out this labyrinth place
I do get bored, I get bored
In the flat field
I get bored, I do get bored
In the flat field
Yin and Yang lumber punch
Go taste a tart then eat my lunch
And force my slender thin and lean
In this solemn place of fill wetting dreams
Of black matted lace of pregnant cows
As life maps out onto my brow
The card is lowered in index turn
Into my filing cabinet hemispheres spurn
I do get bored, I get bored
In the flat field
I get bored, I do get bored
In the flat field
Let me catch the slit of light
For a maiden's sake
On a maiden flight
In the flat field I do get bored
Replace with Picadilly whores
In my yearn for some cerebral fix
Transfer me to that solid plain
Moulding shapes no shame to waste
Moulding shapes no shame to waste
And drag me there with deafening haste
Into the chasm gaping we
Mirrors multy reflecting this
Between spunk stained sheet
And odourous whim
Calmer eye- flick- shudder- within
Assist me to walk away in sin
Where is the string that Theseus laid
Find me out this labyrinth place
I do get bored, I get bored
In the flat field
I get bored, I do get bored
In the flat field
Yin and Yang lumber punch
Go taste a tart then eat my lunch
And force my slender thin and lean
In this solemn place of fill wetting dreams
Of black matted lace of pregnant cows
As life maps out onto my brow
The card is lowered in index turn
Into my filing cabinet hemispheres spurn
I do get bored, I get bored
In the flat field
I get bored, I do get bored
In the flat field
Let me catch the slit of light
For a maiden's sake
On a maiden flight
In the flat field I do get bored
Replace with Picadilly whores
In my yearn for some cerebral fix
Transfer me to that solid plain
Moulding shapes no shame to waste
Moulding shapes no shame to waste
And drag me there with deafening haste
segunda-feira, 7 de agosto de 2006
sexta-feira, 4 de agosto de 2006
22:41
Binda de vaixo, toda a coggente de laba fegcogge a entganhas do canaau, a quaau é exfelida a uma belocidade extgemamente ggande, sem deixag nada inteigo, sem deixag o queg que seja bibo.
Foda-se porra merda, caralho! Eu já estou farto desta merda! É sempre a mesma merda... Caralho, cona da tua prima! És uma merda, não vales um cu! Tens pintelhos na testa, comes merda à colheres e a tua mãe é uma vaca, uma puta! Que caralho, foda-se! E que tal aprenderes a falar?? Paneleiro de merda!
(Comentário desgarrado a um programa no canal 2)
Foda-se porra merda, caralho! Eu já estou farto desta merda! É sempre a mesma merda... Caralho, cona da tua prima! És uma merda, não vales um cu! Tens pintelhos na testa, comes merda à colheres e a tua mãe é uma vaca, uma puta! Que caralho, foda-se! E que tal aprenderes a falar?? Paneleiro de merda!
(Comentário desgarrado a um programa no canal 2)
quinta-feira, 3 de agosto de 2006
Teoria, pura e simples. (ww€®fry™hjuu]aaa], ty[j{i€bgag §£l@ zzzz|fsa!”#$de )
O que exterminou os dinossauros? Um meteorito? Nah! Nada disso.
A verdadeira história:
Anterior há nossa existência na terra, da existência da sociedade como a conhecemos hoje, em tempos idos, na altura dos gigantes, existiam os dinossauros, que aliás, eram nada mais do que seres biomecânicos feitos de papel, com esqueletos em osso com vozes tipo Amália, que nunca conseguiam dar peidos sonoros, com entranhas hidráulicas e motores servo-eléctricos, feitos por extraterrestres. E foi essa uma das razões para a Terra ter sido atingida por um “meteorito”. A verdadeira causa está atribuída a um SMS, enviado para a pessoa errada, na hora errada, com o conteúdo errado, para o número errado. Esse SMS continha palavras ultrajantes para os extraterrestres, os quais monitorizavam o nosso sistema solar e ainda monitorizam. Por essa razão e, num ataque de loucura, enviaram a maior vaca que lá tinham. A pobre coitada embateu na Terra a uma velocidade estúpida, exterminando quase todos os seres vivos. A vaca de proporções gigantescas, do tamanho da Torre dos Clérigos, não só na largura como da mesma altura, digamos que ligeiramente maior, 2341 vezes maior, cheia de irídio, água, cerveja e carne. À velocidade que foi lançada nada pode fazer para evitar a Terra. Bem que tentou, mas…
No entanto várias questões são levantadas.
1- Mas... onde está o papel, os hidráulicos e os servos??? Pois. Essa é outra das razões para os extraterrestres atacarem a Terra. Não se sabe muito bem porque, nem como, mas um é um facto inabalável. Os L1’hui, habitantes do planeta L1, os quais detinham toda a tecnologia para criar e destruir hidráulicos, servos e outras engenhocas, deixaram de fabricar tais componentes. Como anteriormente foi aqui dito, não há registos que indicam a razão exacta, no entanto tudo aponta para a falta de força, muito comum nos extraterrestres. Assim sendo, os nossos queridos amiguinhos necessitavam deste aparelhos para os seus brinquedos e não havendo nenhum outro planeta mais próximo, serviram-se a seu belo prazer. Após o holocausto, mil milhões de seres alienígenas invadiram o planeta Terra, munidos de uma chave de fendas e um alicate. E provas disso? Pois. Há, mas estão fechadas em casa de uma senhora em cascos de rolha e não deixa que ninguém entre sem dizer a palavra chave. Sim... já foi tentada, não resultou. - E o papel? Isso é ridículo! - Dizem vocês. - E os vestígios e provas disso? - Retruquem vós. - E as peles e penas encontradas? - Questionam os intendidos. Etc... É mesmo verdade, era papel! Aliás, a nossa pele ainda hoje é feita de papel. Passamos a explicar. Papel é pele em calão na língua dos nosso amiguinhos, bem como penas é parecido, só que na língua deles o “a” significa outra coisa.
2- - SMS? É impossível! – Dizem alguns. Pois. Não é. Somos os quintos no universo a utilizar este sistema de comunicação. Se acham estranho, perguntem aos Directores gerais de todas as empresas de telecomunicações.
3- - Mesmo assim, SMS? Não estou a ver um dinossauro a enviar um. - Pois. É um facto. E porquê? Porque não havia telemóveis. O SMS na altura fazia parte dos mecanismos dos próprios dinossauros como forma de comunicar entre si, visto que as vozes tipo Amália serviam só para disfarçar.
Por todas estas razão, há muitos outros mitos e novas teorias já foram avançadas. Um dia quando tiver paciência, passarei a descrever em l}£d$ad$ff§ui. Irá ser uma grande desafio, pois tudo o que hoje sabemos está descrito nessa linguagem ancestral.
Boa noite e boa viagem.
A verdadeira história:
Anterior há nossa existência na terra, da existência da sociedade como a conhecemos hoje, em tempos idos, na altura dos gigantes, existiam os dinossauros, que aliás, eram nada mais do que seres biomecânicos feitos de papel, com esqueletos em osso com vozes tipo Amália, que nunca conseguiam dar peidos sonoros, com entranhas hidráulicas e motores servo-eléctricos, feitos por extraterrestres. E foi essa uma das razões para a Terra ter sido atingida por um “meteorito”. A verdadeira causa está atribuída a um SMS, enviado para a pessoa errada, na hora errada, com o conteúdo errado, para o número errado. Esse SMS continha palavras ultrajantes para os extraterrestres, os quais monitorizavam o nosso sistema solar e ainda monitorizam. Por essa razão e, num ataque de loucura, enviaram a maior vaca que lá tinham. A pobre coitada embateu na Terra a uma velocidade estúpida, exterminando quase todos os seres vivos. A vaca de proporções gigantescas, do tamanho da Torre dos Clérigos, não só na largura como da mesma altura, digamos que ligeiramente maior, 2341 vezes maior, cheia de irídio, água, cerveja e carne. À velocidade que foi lançada nada pode fazer para evitar a Terra. Bem que tentou, mas…
No entanto várias questões são levantadas.
1- Mas... onde está o papel, os hidráulicos e os servos??? Pois. Essa é outra das razões para os extraterrestres atacarem a Terra. Não se sabe muito bem porque, nem como, mas um é um facto inabalável. Os L1’hui, habitantes do planeta L1, os quais detinham toda a tecnologia para criar e destruir hidráulicos, servos e outras engenhocas, deixaram de fabricar tais componentes. Como anteriormente foi aqui dito, não há registos que indicam a razão exacta, no entanto tudo aponta para a falta de força, muito comum nos extraterrestres. Assim sendo, os nossos queridos amiguinhos necessitavam deste aparelhos para os seus brinquedos e não havendo nenhum outro planeta mais próximo, serviram-se a seu belo prazer. Após o holocausto, mil milhões de seres alienígenas invadiram o planeta Terra, munidos de uma chave de fendas e um alicate. E provas disso? Pois. Há, mas estão fechadas em casa de uma senhora em cascos de rolha e não deixa que ninguém entre sem dizer a palavra chave. Sim... já foi tentada, não resultou. - E o papel? Isso é ridículo! - Dizem vocês. - E os vestígios e provas disso? - Retruquem vós. - E as peles e penas encontradas? - Questionam os intendidos. Etc... É mesmo verdade, era papel! Aliás, a nossa pele ainda hoje é feita de papel. Passamos a explicar. Papel é pele em calão na língua dos nosso amiguinhos, bem como penas é parecido, só que na língua deles o “a” significa outra coisa.
2- - SMS? É impossível! – Dizem alguns. Pois. Não é. Somos os quintos no universo a utilizar este sistema de comunicação. Se acham estranho, perguntem aos Directores gerais de todas as empresas de telecomunicações.
3- - Mesmo assim, SMS? Não estou a ver um dinossauro a enviar um. - Pois. É um facto. E porquê? Porque não havia telemóveis. O SMS na altura fazia parte dos mecanismos dos próprios dinossauros como forma de comunicar entre si, visto que as vozes tipo Amália serviam só para disfarçar.
Por todas estas razão, há muitos outros mitos e novas teorias já foram avançadas. Um dia quando tiver paciência, passarei a descrever em l}£d$ad$ff§ui. Irá ser uma grande desafio, pois tudo o que hoje sabemos está descrito nessa linguagem ancestral.
Boa noite e boa viagem.
quarta-feira, 2 de agosto de 2006
Diário de uma recruta e os sonhos do Dr. Taylor
Cinco e meia da manhã, o raiar do dia aproxima-se a passos largos. Antes que pudesse dizer algo, ou sequer pensar, já o meu comandante me penetrava. Desta vez não era com a meiguice de sempre, era com a força bruta de um homem habituado a violar tenros jovens recrutas. O meu ânus estalava de dor, mas nada podia fazer, tentei gozar o máximo. Nem um beijo. Depois de uma rápida investida, de dez minutos, estava tudo acabado. Ainda tive oportunidade de passar as mãos pelos monstruosos testículos.
Com dois cestos de fruta, a menina perguntou-me:
- Dr. Taylor, o que vai hoje?
- Uma meloa...
- De que tamanho?
- Deste...
- Ah! Dr. Taylor! Mas essas são as minhas mamas!
- Eu sei...
Sem que ninguém se apercebesse, levantei-me, dirigi-me para a casa de banho, tinha de limpar o sangue que se misturava com a seiva do sexo. A minha vagina rebentava de desejo. Abri o chuveiro. Enquanto me lavava, as mãos percorriam o meu corpo, quente. Com suaves carícias aproximava-me da zona púbica, não resisti. O desejo subia e cobria o corpo todo, introduzi dois dedos na vagina. De tão quente que estava, que os dois dedos rapidamente se tornaram em três e depois em quatro. Os meus seios vibravam, com a outra mão, puxava-os para cima e chupava os mamilos túmidos, com toda a força. Deixei escapar um leve gemido, que se intensificou com o aumentar do êxtase. Por fim, e vindo das profundezas das minhas entranhas, uma torrente de seiva de sexo, escorreu pela minha mão. Todo o meu corpo tremia, quase fiquei sem força nas pernas. Os gemidos trouxeram visitantes. As minhas colegas de camarata, há muito me observam, eu senti-lhes a presença, mas nada fiz. Por vezes também as espreito.
Entro no prédio, já há muito que um polícia me esperava. Nada podia fazer, tive que o enfrentar.
- Dr. Taylor?
- Não...
- Peço desculpa.
No meio de tanta camarada, devo ser das únicas heterossexual. Nestes meios há algumas lésbicas, mas eu não gostava disso, queria homens e possantes. Qualquer contacto de cariz sexual, dentro das instalações militares, tanto do mesmo sexo como do oposto, dava direito a ordem de prisão e possível expulsão, por isso nunca arrisquei. Só mesmo o comandante, mas esse podia fazer tudo...
... corria e corria, mas o maldito não se afastava. Estava exausto, quanto mais corria mais parecia que caía para trás, até que... cai! Parti a cabeça na mesa-de-cabeceira.
Fui com o meu pelotão para uma operação de treino no mato. Tinha duas camaradas, o resto era só homens. Uma semana é muito tempo, não sabia como iria resistir. Já o tinha feito, não era novidade para mim, mas desta vez era diferente, o cabo Alves também ia, o que torna tudo mais complicado, mais descontrolado.
Entrei numa sala, logo anexa a essa, uma antecâmara, duas portas, escolhi a da esquerda, entrei numa sala a seguir outra e outra, no fundo do lado direito, uma porta, abri, deparo-me com um enorme salão, redondo, as janelas da altura do pé direito deixam entrar toda a luz do mundo, era difícil estar sem estar com os olhos quase serrados, tal era a luz, cheguei-me perto das janelas, deparei-me com uma vista linda sobre a cidade, olhei para um dos cantos, havia outra porta, dirigi-me para lá, abri, uma sala e mais duas portas...
O Alves já por uma ou duas vezes se tinha insinuado, mas sem grande perigo, digamos que o suficiente para ser insinuação. No entanto fazia-o com quase todas, mesmo sendo lésbicas. Aliás, havia algumas dúvidas no que dizia respeito à minha orientação sexual, rumores infundados, os quais são levantados para contar histórias imaginárias de orgias, muito apreciadas pelos homens e em especial ao Alves. Uma vez, na cantina, mesmo frente a toda a gente, sentou-se ao pé de mim e como mote de conversa começou logo por: gostas de chupar? Eu não me fiz de rogada. Respondi com a pergunta: e gostava de ser chupado como deve ser? Ficou sem palavras. É normal. Não esperava esse tipo de resposta da minha parte, pois todo o meu interesse ali dentro ia para o trabalho militar, não tinha mais nenhum interesse, nem nunca mostrei outro qualquer, no entanto passado algum tempo as coisas transformaram-se. A pressão do trabalho disciplinado, hierárquico mexeu comigo, não sei bem como. A pressão acumula-se, transforma-se em desejos tarados, cheios de químicos corporais que nunca sei o nome. Nessas alturas só quero é sentir coisas duras, quentes e grandes dentro de mim, em especial de homem fortes, grandes e tarados. Daí não me ter incomodado muito com a investida do Comandante, mas por outro lado não podia dar a entender que estava a tirar o máximo prazer.
Falava com a minha nora e dizia:
- Anita, não podes pensar nisso todos os dias.
- Mas...
- Não há mas nem meio mas, terás que seguir o caminho que te estou a indicar.
- Mas...
- Ai! Já disse!
- Mas Dr. Taylor... o caminho que me indica não tem saída.
- Por isso mesmo!
Assim que saiu passei a falar com a minha outra nora:
- Claudete!
- Sim Dr. Taylor...
- Vem comigo.
- Não posso.
- O quê?!
- Não posso.
- Ora essa!
- Sim, o Dr. Taylor amarrou-me à cama, lembra-se?
Logo pela manhã saímos para um reconhecimento, achei que havia algo de estranho, pois fui com as duas camaradas, a Silva, a Amarante e o Alves. Não queria acreditar que ele teria tido a coragem de pedir ao sargento para formar esta patrulha. Há sempre muita coisa por detrás nestas organizações, compadrios, interesses e o Alves era uma peça muito importante nisto tudo, trazia muita coisa de fora para dentro e o inverso. Após cerca de 25 kms e porque o exercício assim o obrigava, a equipa tinha que se separar. Peremptoriamente escolhi a Silva. O Alves não ficou muito contente, nem elas. Achei que deveriamo-nos concentrar no nosso trabalho, bem como não queria passar nem mais um fim-de-semana naquele lugar, apesar de gostar muito, mesmo assim, tanto tempo, farta. A Silva sabendo que eu não era da laia dela resolveu desde muito cedo boicotar a operação, passando o tempo todo a falar alto. Os meus pedidos incessantes de silêncio eram todos ignorados. Até que parei, olhei-a nos olhos, perguntei-lhe se seria capaz de me beijar na boca. Ela riu-se às gargalhadas. Achei aquela atitude fora de tom, sem sentido. Fiz o que devia ser feito, dei-lhe um soco. Remédio santo. Caiu redonda e calou-se. A nossa posição estava comprometida desde o início e teria que tomar outro rumo, tinha que ganhar, tinha que fazer os pontos suficientes para ganhar, tinha que sair, tinha que ir a casa nesse fim-de-semana. Peguei na Silva, arrastei-a até uns arbustos, tapei-a e segui o meu caminho. Parei mais à frente para verificar a posição. Ouvi ruídos. Tentei ver de onde vinham. Era um som pouco habitual, não eram vozes de conversa, eram, eram... gemidos! Aproximei-me com todos cuidados, pois este tipo de situações podem ser armadilhas e não podia arriscar ser capturada. Quando cheguei perto, quase não consegui abafar um grito de espanto. O Alves montava a Amarante com toda a violência própria de um homem bruto.
O local não sendo bonito, não era também feio, não sendo arejado, também não era fechado, não sendo iluminado, também não era escuro, não sendo pequeno, também não era grande, mas era extremamente mal cheiroso. Em agonia sai.
A mulher estava em êxtase, gritava, gemia e o Alves tapava-lhe a boca. No início não quis acreditar, tive a tentação de acabar com aquela palhaçada. Filho da mãe! Mas depois, não resisti e fiquei a ver. A cada penetração a mulher gemia, sofria de gozo, tinha na cara um ar de satisfação tremendo, as maças do rosto de um vermelho vivo, as veias do pescoço latejavam, como que querendo explodir, com as mãos agarrava as nádegas possantes do Alves, pedindo mais e mais. Toda aquela movimentação transtornava-me, começava a mexer comigo, o calor apoderava-se de mim, enchia o meu peito, já me mordia, a cada descarga de virilidade parecia que o sentia dentro de mim. Mais uma vez, não me contive. Coloquei-me de cócoras, pousei a arma, abri a camisa, meti a mão dentro, senti os mamilos túmidos pela excitação, apertava com toda a força os seios, rijos, sentia uma força imensa a percorrer as costas, arrepiei-me toda! Com a outra mão deslizei até onde estava bem mais húmido, onde gostava mais de mexer, onde queria sentir a força daquele homem, e, abri as pernas, a braguilha, meti a mão e logo de imediato soltei um gemido surdo. Que prazer!
Peguei numa bosta de cavalo e atirei. Disse uma ou duas coisas, não me ouviam. Gritei. A bosta vai no ar! Continuam a não me ouvir, ora bolas! Claro, caiu mesmo em cima do Duque...
Ri às gargalhadas e voltei a rir.
Do outro lado da barreira, um homem de verde dizia:
- Bela pontaria Dr. Taylor!
Os dois continuavam, espojados no chão, mudavam frequentemente de posição, via o mastro duro a penetrar na vagina vermelha, alternava com penetrações anais, para lubrificar, utilizava a saliva e o suor que escorria por ambos os corpos. Eu, em pleno êxtase não me apercebi de ruídos estranhos, não me dei conta de nada, só quando me apercebi que alguém estava a mexer no outro seio e não era eu. A Silva tinha acordado, estava com ânsias de me tocar, beijar e fazer-me gozar. Não a recusei, uma mão extra sabe sempre muito bem, mas quem diz uma mão, pode muito bem falar numa língua de alguém experiente no corpo feminino, nos pontos que nos dão mais gozo, que nos dão arrepios, orgasmos múltiplos, do verdadeiro prazer, de sentir as mãos onde necessitam estar, se sentir o corpo mexido como deve ser mexido, mas… tudo aquilo soava-me a falso, os beijos não me sabiam bem, faltava o cheiro, o toque da barba de um homem, não da barba que pica, mas da pele suave, mas ao mesmo tempo áspera de um homem, dos pelos em sítios que devem ter pelos, sentia a falta do peso que um homem faz quando está em cima de mim, o suor que cai no meu peito, as mãos que agarram com força, tudo. Esta coisa das lésbicas não é para mim. Mas há falta de melhor... É claro que com tanta agitação, não dei conta que o Alves e a Amarante já estavam mais interessados nas nossas actividades lésbicas, que nas actividades de sexo selvagem deles e juntaram-se a nós. Há muito que não tinha tanto gozo, que brutalidade, nunca pensei que o Alves fosse assim tão bom. Passado algum tempo lembrei-me dos pontos e do fim-de-semana, mas logo pensei que ainda bem que vou ficar cá o fim-de-semana, pois o meu namorado é bem pior que estes três e com alguma sorte o comandante ainda me vai acordar de manhã. Acho que vou passar a dar mais vistas e tornar-me na recruta sexual.
Nunca mais sonho! E porque carga de água é que sou o Dr. Taylor? Será por causa do chapéu de coco, do chapéu de chuva longo e fino, do fato preto, do Times debaixo do braço e do usar cuecas ao contrário, será?
Com dois cestos de fruta, a menina perguntou-me:
- Dr. Taylor, o que vai hoje?
- Uma meloa...
- De que tamanho?
- Deste...
- Ah! Dr. Taylor! Mas essas são as minhas mamas!
- Eu sei...
Sem que ninguém se apercebesse, levantei-me, dirigi-me para a casa de banho, tinha de limpar o sangue que se misturava com a seiva do sexo. A minha vagina rebentava de desejo. Abri o chuveiro. Enquanto me lavava, as mãos percorriam o meu corpo, quente. Com suaves carícias aproximava-me da zona púbica, não resisti. O desejo subia e cobria o corpo todo, introduzi dois dedos na vagina. De tão quente que estava, que os dois dedos rapidamente se tornaram em três e depois em quatro. Os meus seios vibravam, com a outra mão, puxava-os para cima e chupava os mamilos túmidos, com toda a força. Deixei escapar um leve gemido, que se intensificou com o aumentar do êxtase. Por fim, e vindo das profundezas das minhas entranhas, uma torrente de seiva de sexo, escorreu pela minha mão. Todo o meu corpo tremia, quase fiquei sem força nas pernas. Os gemidos trouxeram visitantes. As minhas colegas de camarata, há muito me observam, eu senti-lhes a presença, mas nada fiz. Por vezes também as espreito.
Entro no prédio, já há muito que um polícia me esperava. Nada podia fazer, tive que o enfrentar.
- Dr. Taylor?
- Não...
- Peço desculpa.
No meio de tanta camarada, devo ser das únicas heterossexual. Nestes meios há algumas lésbicas, mas eu não gostava disso, queria homens e possantes. Qualquer contacto de cariz sexual, dentro das instalações militares, tanto do mesmo sexo como do oposto, dava direito a ordem de prisão e possível expulsão, por isso nunca arrisquei. Só mesmo o comandante, mas esse podia fazer tudo...
... corria e corria, mas o maldito não se afastava. Estava exausto, quanto mais corria mais parecia que caía para trás, até que... cai! Parti a cabeça na mesa-de-cabeceira.
Fui com o meu pelotão para uma operação de treino no mato. Tinha duas camaradas, o resto era só homens. Uma semana é muito tempo, não sabia como iria resistir. Já o tinha feito, não era novidade para mim, mas desta vez era diferente, o cabo Alves também ia, o que torna tudo mais complicado, mais descontrolado.
Entrei numa sala, logo anexa a essa, uma antecâmara, duas portas, escolhi a da esquerda, entrei numa sala a seguir outra e outra, no fundo do lado direito, uma porta, abri, deparo-me com um enorme salão, redondo, as janelas da altura do pé direito deixam entrar toda a luz do mundo, era difícil estar sem estar com os olhos quase serrados, tal era a luz, cheguei-me perto das janelas, deparei-me com uma vista linda sobre a cidade, olhei para um dos cantos, havia outra porta, dirigi-me para lá, abri, uma sala e mais duas portas...
O Alves já por uma ou duas vezes se tinha insinuado, mas sem grande perigo, digamos que o suficiente para ser insinuação. No entanto fazia-o com quase todas, mesmo sendo lésbicas. Aliás, havia algumas dúvidas no que dizia respeito à minha orientação sexual, rumores infundados, os quais são levantados para contar histórias imaginárias de orgias, muito apreciadas pelos homens e em especial ao Alves. Uma vez, na cantina, mesmo frente a toda a gente, sentou-se ao pé de mim e como mote de conversa começou logo por: gostas de chupar? Eu não me fiz de rogada. Respondi com a pergunta: e gostava de ser chupado como deve ser? Ficou sem palavras. É normal. Não esperava esse tipo de resposta da minha parte, pois todo o meu interesse ali dentro ia para o trabalho militar, não tinha mais nenhum interesse, nem nunca mostrei outro qualquer, no entanto passado algum tempo as coisas transformaram-se. A pressão do trabalho disciplinado, hierárquico mexeu comigo, não sei bem como. A pressão acumula-se, transforma-se em desejos tarados, cheios de químicos corporais que nunca sei o nome. Nessas alturas só quero é sentir coisas duras, quentes e grandes dentro de mim, em especial de homem fortes, grandes e tarados. Daí não me ter incomodado muito com a investida do Comandante, mas por outro lado não podia dar a entender que estava a tirar o máximo prazer.
Falava com a minha nora e dizia:
- Anita, não podes pensar nisso todos os dias.
- Mas...
- Não há mas nem meio mas, terás que seguir o caminho que te estou a indicar.
- Mas...
- Ai! Já disse!
- Mas Dr. Taylor... o caminho que me indica não tem saída.
- Por isso mesmo!
Assim que saiu passei a falar com a minha outra nora:
- Claudete!
- Sim Dr. Taylor...
- Vem comigo.
- Não posso.
- O quê?!
- Não posso.
- Ora essa!
- Sim, o Dr. Taylor amarrou-me à cama, lembra-se?
Logo pela manhã saímos para um reconhecimento, achei que havia algo de estranho, pois fui com as duas camaradas, a Silva, a Amarante e o Alves. Não queria acreditar que ele teria tido a coragem de pedir ao sargento para formar esta patrulha. Há sempre muita coisa por detrás nestas organizações, compadrios, interesses e o Alves era uma peça muito importante nisto tudo, trazia muita coisa de fora para dentro e o inverso. Após cerca de 25 kms e porque o exercício assim o obrigava, a equipa tinha que se separar. Peremptoriamente escolhi a Silva. O Alves não ficou muito contente, nem elas. Achei que deveriamo-nos concentrar no nosso trabalho, bem como não queria passar nem mais um fim-de-semana naquele lugar, apesar de gostar muito, mesmo assim, tanto tempo, farta. A Silva sabendo que eu não era da laia dela resolveu desde muito cedo boicotar a operação, passando o tempo todo a falar alto. Os meus pedidos incessantes de silêncio eram todos ignorados. Até que parei, olhei-a nos olhos, perguntei-lhe se seria capaz de me beijar na boca. Ela riu-se às gargalhadas. Achei aquela atitude fora de tom, sem sentido. Fiz o que devia ser feito, dei-lhe um soco. Remédio santo. Caiu redonda e calou-se. A nossa posição estava comprometida desde o início e teria que tomar outro rumo, tinha que ganhar, tinha que fazer os pontos suficientes para ganhar, tinha que sair, tinha que ir a casa nesse fim-de-semana. Peguei na Silva, arrastei-a até uns arbustos, tapei-a e segui o meu caminho. Parei mais à frente para verificar a posição. Ouvi ruídos. Tentei ver de onde vinham. Era um som pouco habitual, não eram vozes de conversa, eram, eram... gemidos! Aproximei-me com todos cuidados, pois este tipo de situações podem ser armadilhas e não podia arriscar ser capturada. Quando cheguei perto, quase não consegui abafar um grito de espanto. O Alves montava a Amarante com toda a violência própria de um homem bruto.
O local não sendo bonito, não era também feio, não sendo arejado, também não era fechado, não sendo iluminado, também não era escuro, não sendo pequeno, também não era grande, mas era extremamente mal cheiroso. Em agonia sai.
A mulher estava em êxtase, gritava, gemia e o Alves tapava-lhe a boca. No início não quis acreditar, tive a tentação de acabar com aquela palhaçada. Filho da mãe! Mas depois, não resisti e fiquei a ver. A cada penetração a mulher gemia, sofria de gozo, tinha na cara um ar de satisfação tremendo, as maças do rosto de um vermelho vivo, as veias do pescoço latejavam, como que querendo explodir, com as mãos agarrava as nádegas possantes do Alves, pedindo mais e mais. Toda aquela movimentação transtornava-me, começava a mexer comigo, o calor apoderava-se de mim, enchia o meu peito, já me mordia, a cada descarga de virilidade parecia que o sentia dentro de mim. Mais uma vez, não me contive. Coloquei-me de cócoras, pousei a arma, abri a camisa, meti a mão dentro, senti os mamilos túmidos pela excitação, apertava com toda a força os seios, rijos, sentia uma força imensa a percorrer as costas, arrepiei-me toda! Com a outra mão deslizei até onde estava bem mais húmido, onde gostava mais de mexer, onde queria sentir a força daquele homem, e, abri as pernas, a braguilha, meti a mão e logo de imediato soltei um gemido surdo. Que prazer!
Peguei numa bosta de cavalo e atirei. Disse uma ou duas coisas, não me ouviam. Gritei. A bosta vai no ar! Continuam a não me ouvir, ora bolas! Claro, caiu mesmo em cima do Duque...
Ri às gargalhadas e voltei a rir.
Do outro lado da barreira, um homem de verde dizia:
- Bela pontaria Dr. Taylor!
Os dois continuavam, espojados no chão, mudavam frequentemente de posição, via o mastro duro a penetrar na vagina vermelha, alternava com penetrações anais, para lubrificar, utilizava a saliva e o suor que escorria por ambos os corpos. Eu, em pleno êxtase não me apercebi de ruídos estranhos, não me dei conta de nada, só quando me apercebi que alguém estava a mexer no outro seio e não era eu. A Silva tinha acordado, estava com ânsias de me tocar, beijar e fazer-me gozar. Não a recusei, uma mão extra sabe sempre muito bem, mas quem diz uma mão, pode muito bem falar numa língua de alguém experiente no corpo feminino, nos pontos que nos dão mais gozo, que nos dão arrepios, orgasmos múltiplos, do verdadeiro prazer, de sentir as mãos onde necessitam estar, se sentir o corpo mexido como deve ser mexido, mas… tudo aquilo soava-me a falso, os beijos não me sabiam bem, faltava o cheiro, o toque da barba de um homem, não da barba que pica, mas da pele suave, mas ao mesmo tempo áspera de um homem, dos pelos em sítios que devem ter pelos, sentia a falta do peso que um homem faz quando está em cima de mim, o suor que cai no meu peito, as mãos que agarram com força, tudo. Esta coisa das lésbicas não é para mim. Mas há falta de melhor... É claro que com tanta agitação, não dei conta que o Alves e a Amarante já estavam mais interessados nas nossas actividades lésbicas, que nas actividades de sexo selvagem deles e juntaram-se a nós. Há muito que não tinha tanto gozo, que brutalidade, nunca pensei que o Alves fosse assim tão bom. Passado algum tempo lembrei-me dos pontos e do fim-de-semana, mas logo pensei que ainda bem que vou ficar cá o fim-de-semana, pois o meu namorado é bem pior que estes três e com alguma sorte o comandante ainda me vai acordar de manhã. Acho que vou passar a dar mais vistas e tornar-me na recruta sexual.
Nunca mais sonho! E porque carga de água é que sou o Dr. Taylor? Será por causa do chapéu de coco, do chapéu de chuva longo e fino, do fato preto, do Times debaixo do braço e do usar cuecas ao contrário, será?
sexta-feira, 28 de julho de 2006
Artic Fucking Monkeys!!!
FODA-SE!!! É LINDO!!! (eu sei... já vou tarde, mas mais vale tarde que nunca!)
On repeat, on repeat, on repeat, on repeat, on repeat, on repeat, on repeat....
Artic Monkeys
I Bet You Look Good on the Dancefloor
The View From The Afternoon High
When The Sun Goes Down
On repeat, on repeat, on repeat, on repeat, on repeat, on repeat, on repeat....
Artic Monkeys
I Bet You Look Good on the Dancefloor
The View From The Afternoon High
When The Sun Goes Down
quarta-feira, 26 de julho de 2006
Saddam Hussein wil worden doodgeschoten
Uitgegeven: 26 juli 2006 14:07
Laatst gewijzigd: 26 juli 2006 15:18
BAGDAD - De voormalige president van Irak en liefhebber van het uniform, Saddam Hussein, wil worden doodgeschoten als hij ter dood wordt veroordeeld. Dat eiste hij woensdag in de rechtbank.
"Onthoudt dat Saddam een soldaat was en daarom, als hij ter dood wordt veroordeeld, moet worden doodgeschoten en niet opgehangen", verklaarde hij plechtig tijdens de zitting in Bagdad.
Rechter Raouf Abdel Rahman zei er echter niets over te kunnen zeggen omdat nog geen uitspraak is gedaan. De 69-jarige oud-dictator heeft nooit in het leger gediend, maar promoveerde zichzelf in 1979 tot veldmaarschalk.
Hongerstaking
Saddam heeft zijn achttien dagen durende hongerstaking inmiddels beëindigd. Dat zei een Amerikaanse functionaris woensdag. "Saddam at na de zitting", aldus de functionaris. Zijn maaltijd bestond uit rijst, vlees, fruit en een blikje cola, voegde hij eraan toe.
(santinho...)
Laatst gewijzigd: 26 juli 2006 15:18
BAGDAD - De voormalige president van Irak en liefhebber van het uniform, Saddam Hussein, wil worden doodgeschoten als hij ter dood wordt veroordeeld. Dat eiste hij woensdag in de rechtbank.
"Onthoudt dat Saddam een soldaat was en daarom, als hij ter dood wordt veroordeeld, moet worden doodgeschoten en niet opgehangen", verklaarde hij plechtig tijdens de zitting in Bagdad.
Rechter Raouf Abdel Rahman zei er echter niets over te kunnen zeggen omdat nog geen uitspraak is gedaan. De 69-jarige oud-dictator heeft nooit in het leger gediend, maar promoveerde zichzelf in 1979 tot veldmaarschalk.
Hongerstaking
Saddam heeft zijn achttien dagen durende hongerstaking inmiddels beëindigd. Dat zei een Amerikaanse functionaris woensdag. "Saddam at na de zitting", aldus de functionaris. Zijn maaltijd bestond uit rijst, vlees, fruit en een blikje cola, voegde hij eraan toe.
(santinho...)
segunda-feira, 24 de julho de 2006
Sei lá...!
Simpaticamente fornecida por um vizinho vesgo, a trela do meu cão, a qual é verde e sendo a dele amarela, faz com que ambos os cães sejam amigos, mesmo muito. Esta amizade faz com que nos encontremos quase todos dias, umas vezes por acaso, outras mesmo de propósito. Das últimas vezes chateámo-nos e desde então que não sou capaz de usar a trela verde. Por essa razão vou neste momento à loja de animais escolher uma mantinha, daquelas que tapam o corpo todo. O frio que faz por estas partes é insuportável, não há como fugir, a única forma de aquecer os pés é na lareira, andamos sempre com frio. O canito, o Zonga, que já por si só é lingrinhas, nem quando está a urinar consegue estar quieto, deve-se sentir tão mal. A bem da verdade é preferível estar sem a ridícula trela verde, oferecida por um badameco qualquer, que nem falar sabe, a andar à solta, mas com um belo vestidinho de Woolmark, aos quadradinhos. Ele vai gostar e a mim, tirar-me da ideia de comprar aquele casaco de pele de porco que há anos ando a cobiçar.
Cheguei a casa já com ele vestido, o casaco é mesmo bonito, o coitado do Zonga lá teve que vir com a estúpida o caminho todo com a trela verde e a tremer de frio. Já estou farto do cão, está sempre com frio, sempre a tremer e a ganir! Tenho que o despachar. Logo à noite vou preparar um belo cozido para o Zonga, com especiarias vindas do inferno. Ele vai gostar.
Zonga!! Onde estás? Zonga!! Anda cá! Onde diabo se enfiou o bicho? Queres ver que o diabo do cão fugiu? Já corri a casa toda e nada… Zonga!!?? Sai e fui procura-lo à rua. Depois de duas horas de buscas, vejo o ignorante de meu vizinho com o meu cão pela trela amarela e o dele na trela verde. Como será mais ou menos óbvio, dei-lhe a coça do ano. Não se conseguia reconhecer o pobre Zonga, a trela era o pior, já nem a cor se conseguia reconhecer. As patas traseiras arrastavam-se de uma forma singular, nunca antes vista, o sangue escorria lombo, líquidos corporais saíam pelas orelhas e um dos olhos estava de tal forma mal tratado que não se percebia, se era um olho, ou um vulcão de sangue e líquidos corporais.
O vizinho ficou horrorizado e foi-se embora.
Após tal algazarra, veio a calmaria e o sol voltou. Onde a neve e o gelo tinham estado, havia agora os campos verdejantes, cheios de vida. As pessoas brincavam na rua, as crianças estavam em casa a jogar PlayStation, todos animais estavam alegremente alegres e passeavam alegres, pela aldeia alegre. O Zonga, esse ficava todos os dias dentro de uma arca frigorífica a recuperar dos ferimentos. Eu, andava tão feliz que até tinha arranjado um novo companheiro, um hipopótamo bebé. Tencionava trata dele até à adolescência, já tinha convertido o meu quintal numa pocilga para hipopótamos, tinha um pequeno lago, uma manjedoura, uma máquina de lavar automóveis convertida para lavar hipopótamos, tinha tudo para o bem-estar do meu Elias.
No dia seguinte foi o dia mais triste da minha vida. O Elias tinha sido raptado. Eu sabia que havia dois ou três tipos na aldeia que tinha inveja do meu Elias, mas nunca pensei que fosse ódio de morte e inveja amarela. O pior é que não podia participar à polícia, pois um dos odiosos era o chefe da polícia. Pensei que ia morrer, que os dias iam ser de novo frios e pequenos, que teria que voltar a falar ao meu vizinho, que teria de andar pela ruas depois do jantar sem nada na mão. Lembrei-me com saudades do meu Zonga. Resolvi fazer-lhe uma pequena visita. Qual o meu espanto quando ao abrir a porta da câmara frigorífica vejo o triste espectáculo do meu Zonguita a cortar às postas o meu Elias e dizia com voz de diabo: O que foi?! Nunca viste?!
Os dias no manicómio têm me feito bem, já não roo as unhas e não faço cocó ao lado da sanita. Já nem me lembro do nome do meu vizinho e nem sei o que me trouxe ao manicómio, a não ser quando vem a visita do meu amigo maluco, mas menos que eu, e trás um animal pequeno, peludo de dentes afiados, que quando me olha, diz com voz de diabo: Eu bem te avisei!
Uma coisa é certa, a neve voltou.
Cheguei a casa já com ele vestido, o casaco é mesmo bonito, o coitado do Zonga lá teve que vir com a estúpida o caminho todo com a trela verde e a tremer de frio. Já estou farto do cão, está sempre com frio, sempre a tremer e a ganir! Tenho que o despachar. Logo à noite vou preparar um belo cozido para o Zonga, com especiarias vindas do inferno. Ele vai gostar.
Zonga!! Onde estás? Zonga!! Anda cá! Onde diabo se enfiou o bicho? Queres ver que o diabo do cão fugiu? Já corri a casa toda e nada… Zonga!!?? Sai e fui procura-lo à rua. Depois de duas horas de buscas, vejo o ignorante de meu vizinho com o meu cão pela trela amarela e o dele na trela verde. Como será mais ou menos óbvio, dei-lhe a coça do ano. Não se conseguia reconhecer o pobre Zonga, a trela era o pior, já nem a cor se conseguia reconhecer. As patas traseiras arrastavam-se de uma forma singular, nunca antes vista, o sangue escorria lombo, líquidos corporais saíam pelas orelhas e um dos olhos estava de tal forma mal tratado que não se percebia, se era um olho, ou um vulcão de sangue e líquidos corporais.
O vizinho ficou horrorizado e foi-se embora.
Após tal algazarra, veio a calmaria e o sol voltou. Onde a neve e o gelo tinham estado, havia agora os campos verdejantes, cheios de vida. As pessoas brincavam na rua, as crianças estavam em casa a jogar PlayStation, todos animais estavam alegremente alegres e passeavam alegres, pela aldeia alegre. O Zonga, esse ficava todos os dias dentro de uma arca frigorífica a recuperar dos ferimentos. Eu, andava tão feliz que até tinha arranjado um novo companheiro, um hipopótamo bebé. Tencionava trata dele até à adolescência, já tinha convertido o meu quintal numa pocilga para hipopótamos, tinha um pequeno lago, uma manjedoura, uma máquina de lavar automóveis convertida para lavar hipopótamos, tinha tudo para o bem-estar do meu Elias.
No dia seguinte foi o dia mais triste da minha vida. O Elias tinha sido raptado. Eu sabia que havia dois ou três tipos na aldeia que tinha inveja do meu Elias, mas nunca pensei que fosse ódio de morte e inveja amarela. O pior é que não podia participar à polícia, pois um dos odiosos era o chefe da polícia. Pensei que ia morrer, que os dias iam ser de novo frios e pequenos, que teria que voltar a falar ao meu vizinho, que teria de andar pela ruas depois do jantar sem nada na mão. Lembrei-me com saudades do meu Zonga. Resolvi fazer-lhe uma pequena visita. Qual o meu espanto quando ao abrir a porta da câmara frigorífica vejo o triste espectáculo do meu Zonguita a cortar às postas o meu Elias e dizia com voz de diabo: O que foi?! Nunca viste?!
Os dias no manicómio têm me feito bem, já não roo as unhas e não faço cocó ao lado da sanita. Já nem me lembro do nome do meu vizinho e nem sei o que me trouxe ao manicómio, a não ser quando vem a visita do meu amigo maluco, mas menos que eu, e trás um animal pequeno, peludo de dentes afiados, que quando me olha, diz com voz de diabo: Eu bem te avisei!
Uma coisa é certa, a neve voltou.
quinta-feira, 13 de julho de 2006
A cona
Quem és tu? O que fazes aqui? Eu não te deixei entrar assim sem mais nem menos! Devias ter batido primeiro, isso não se faz! Se entras eu tenho que saber, tenho que te autorizar, isto não é assim, tem tudo um preceito, um pró-forma, um contrato. Se não sabes eu explico:
Bates, eu respondo: quem é? Depois, dizes quem és. Em seguida eu pergunto o que queres e o que te trás por cá, respondes. Consoante a tua resposta eu deixo-te entrar ou não. Entendes? É assim tão difícil de entender? Acho que é bastante fácil. É básico!
Agora, como fizeste, é que não pode ser, eu não tolero insubordinações desse género, é um abuso, é má educação, chega mesmo a ser falta de senso comum. As coisas não são só como tu pensas, como tu queres. Vê se controlas os mimos! És por demais bonita, mas isso não te dá direito nenhum de fazeres como fizeste... é que nem um: olá! Bolas! E agora? Agora que já estás cá dentro, como é? Já sei... não vais ficar por muito tempo, o costume. É pá! Isto não pode mesmo ser assim, tu não podes fazer isto assim! Já lhe perdi a conta e já te o disse milhares de vezes. Mas desta é de vez, vais entrar, porque já entraste, mas não vais sair! Vou-te aprisionar aqui dentro! Vais morrer comigo! Chega! Basta! Não respondes? Estás assustada? AHAHA! Pois, agora pensas, não é? Tarde de mais! Um dia tinha que ser, “tantas vezes vai o cântaro à fonte, que deixa lá a asa”. Hãn? Não te importas? Não acredito... isso é truque, para que eu baixe as defesas e tu saias de novo... eu já te conheço muito bem, não me enganas. Desta vez é de verdade? AHAHAH! Deixa-me rir e bem alto! Lembras-te da última vez? Lembras-te? Pois eu lembro-me... e foi a mesmo conversa, até te cortas-te para eu me impressionar, pois é, mas desta vez não me levas, não em enganas. Vais cá ficar quer gostes ou não, quer queiras ou não, quer choras, te arranhes, te cortes, esperneeis, grites, saltes, pules, corras e mintas. Vais-te matar? AHAHAH! Força! Isso! Eu vou buscar uma faca, aliás uma pistola, algo, queres? Não entendes? Não entendes que é isso que quero que faças. É isso mesmo! MORRE! Pá? Estava a brincar... não morras! Não! NÃO!!! OH NÃO!!! Isso não! Não morras... CABRA! Eu sabia! CABRA! Eu sabia que estavas a gozar comigo! E lá vais tu outra vez! PUTA! Acredita, é que acredita mesmo, nunca mais me vais ver, nunca mais vais cá entrar, JURO!
Outra vez??? Eu não acredito...
Bates, eu respondo: quem é? Depois, dizes quem és. Em seguida eu pergunto o que queres e o que te trás por cá, respondes. Consoante a tua resposta eu deixo-te entrar ou não. Entendes? É assim tão difícil de entender? Acho que é bastante fácil. É básico!
Agora, como fizeste, é que não pode ser, eu não tolero insubordinações desse género, é um abuso, é má educação, chega mesmo a ser falta de senso comum. As coisas não são só como tu pensas, como tu queres. Vê se controlas os mimos! És por demais bonita, mas isso não te dá direito nenhum de fazeres como fizeste... é que nem um: olá! Bolas! E agora? Agora que já estás cá dentro, como é? Já sei... não vais ficar por muito tempo, o costume. É pá! Isto não pode mesmo ser assim, tu não podes fazer isto assim! Já lhe perdi a conta e já te o disse milhares de vezes. Mas desta é de vez, vais entrar, porque já entraste, mas não vais sair! Vou-te aprisionar aqui dentro! Vais morrer comigo! Chega! Basta! Não respondes? Estás assustada? AHAHA! Pois, agora pensas, não é? Tarde de mais! Um dia tinha que ser, “tantas vezes vai o cântaro à fonte, que deixa lá a asa”. Hãn? Não te importas? Não acredito... isso é truque, para que eu baixe as defesas e tu saias de novo... eu já te conheço muito bem, não me enganas. Desta vez é de verdade? AHAHAH! Deixa-me rir e bem alto! Lembras-te da última vez? Lembras-te? Pois eu lembro-me... e foi a mesmo conversa, até te cortas-te para eu me impressionar, pois é, mas desta vez não me levas, não em enganas. Vais cá ficar quer gostes ou não, quer queiras ou não, quer choras, te arranhes, te cortes, esperneeis, grites, saltes, pules, corras e mintas. Vais-te matar? AHAHAH! Força! Isso! Eu vou buscar uma faca, aliás uma pistola, algo, queres? Não entendes? Não entendes que é isso que quero que faças. É isso mesmo! MORRE! Pá? Estava a brincar... não morras! Não! NÃO!!! OH NÃO!!! Isso não! Não morras... CABRA! Eu sabia! CABRA! Eu sabia que estavas a gozar comigo! E lá vais tu outra vez! PUTA! Acredita, é que acredita mesmo, nunca mais me vais ver, nunca mais vais cá entrar, JURO!
Outra vez??? Eu não acredito...
quarta-feira, 12 de julho de 2006
ADORO CALOR!
A transpiração,
o calor excessivo, bem aquecido,
os poros dilatados,
suados, molhados,
os corpos suados,
a água fria,
que arrepia,
a garganta seca, molhada pela água,
fria,
que arrepia,
e mata essa sede,
que trás desejo, gracejo,
que pede um beijo gelado, não suado,
mas molhado,
que refresca a testa.
A roupa refrescante,
transparente, que afasta o quente,
que deixa passar,
o ar
e a cor,
ficamos com menos calor,
e com desejo de querer ver,
de espreitar, de cuscar,
por saber
que o corpo está suado,
e queremos ver
e tocar,
ai o calor!
Continuação de uma boa tarde quente!
o calor excessivo, bem aquecido,
os poros dilatados,
suados, molhados,
os corpos suados,
a água fria,
que arrepia,
a garganta seca, molhada pela água,
fria,
que arrepia,
e mata essa sede,
que trás desejo, gracejo,
que pede um beijo gelado, não suado,
mas molhado,
que refresca a testa.
A roupa refrescante,
transparente, que afasta o quente,
que deixa passar,
o ar
e a cor,
ficamos com menos calor,
e com desejo de querer ver,
de espreitar, de cuscar,
por saber
que o corpo está suado,
e queremos ver
e tocar,
ai o calor!
Continuação de uma boa tarde quente!
segunda-feira, 10 de julho de 2006
Música dos anos 80
Tem muita coisa e por isso também tem muita merda! Mas tem coisas lindas.
I love 80's music
Have fun!
I love 80's music
Have fun!
terça-feira, 4 de julho de 2006
Culinária
Migas à moda.
Ingredientes:
Mijo de galinha – 2 dl
Baba cristalizada de lesma – 4 gr
Farinha para bolos – 20gr
Vinho mais ou menos – 4 lt.
Pão - Vários kg
Uma lata de Sumol maracujá
Duas folhas de coca.
Dois punhados de caspa de javali.
½ casca de ovo de estorninho.
Sal e pimenta – 2 frascos
Preparação:
Numa tigela de qualidade duvidosa, junte com as mãos, o conteúdo da lata de Sumol com a farinha e bata tudo até ter uma massa consistente o suficiente para achar que é má. Regue o preparo com o mijo da galinha, previamente ligeiramente aquecida.
Ponha uma panela ao lume, coloque lá dentro o vinho e o pão raspado. Quando o pão estiver todo diluído no vinho, junte aos poucos, muito devagar, quase a desfalecer, a caspa de javali e a ½ de casca de ovo de estorninho, sem deixar que coalhe. Bata bem até estar tudo misturado. Deixe descansar o tempo que quiser, pois deve estar muito cansado (a).
Junte o conteúdo das duas preparações num jerrican de 30 lt, pegue no jerrican, meta-o na traseira do jeep UMM do seu amigo e vá fazer todo o terreno para a Serra de Sintra. Esta actividade exige 5 horas de disponibilidade.
Quando não aguentar mais com a dor de costas, volte para casa, ponha tudo numa travessa e aqueça tudo no forno a lenha, ou a gás, desde que fique quente.
Sirva frio.
Num almofariz, junte a baba de lesma, o sal e a pimenta. Junte tudo durante 15 minutos, sem parar e com a energia de 100 samurais.
Polvilhe cada prato antes de servir com o conteúdo do almofariz.
As duas folhas de coca... Para comer no final, se conseguir comer uma única colher de: Migas à moda.
Esta receita foi pensada e elaborada pelo mestre de culinária mais conhecido do país. Está qualificada como sendo o pior prato para os dias de Outono. Por isso, proponho desde já um desafio:
O indivíduo que fizer esta mesma receita, da mesma forma que o mestre, receberá duas senhas de hidromassagem num conhecido Health Club da capital.
ATENÇÃO: Excessivamente afrodisíaco!
Ingredientes:
Mijo de galinha – 2 dl
Baba cristalizada de lesma – 4 gr
Farinha para bolos – 20gr
Vinho mais ou menos – 4 lt.
Pão - Vários kg
Uma lata de Sumol maracujá
Duas folhas de coca.
Dois punhados de caspa de javali.
½ casca de ovo de estorninho.
Sal e pimenta – 2 frascos
Preparação:
Numa tigela de qualidade duvidosa, junte com as mãos, o conteúdo da lata de Sumol com a farinha e bata tudo até ter uma massa consistente o suficiente para achar que é má. Regue o preparo com o mijo da galinha, previamente ligeiramente aquecida.
Ponha uma panela ao lume, coloque lá dentro o vinho e o pão raspado. Quando o pão estiver todo diluído no vinho, junte aos poucos, muito devagar, quase a desfalecer, a caspa de javali e a ½ de casca de ovo de estorninho, sem deixar que coalhe. Bata bem até estar tudo misturado. Deixe descansar o tempo que quiser, pois deve estar muito cansado (a).
Junte o conteúdo das duas preparações num jerrican de 30 lt, pegue no jerrican, meta-o na traseira do jeep UMM do seu amigo e vá fazer todo o terreno para a Serra de Sintra. Esta actividade exige 5 horas de disponibilidade.
Quando não aguentar mais com a dor de costas, volte para casa, ponha tudo numa travessa e aqueça tudo no forno a lenha, ou a gás, desde que fique quente.
Sirva frio.
Num almofariz, junte a baba de lesma, o sal e a pimenta. Junte tudo durante 15 minutos, sem parar e com a energia de 100 samurais.
Polvilhe cada prato antes de servir com o conteúdo do almofariz.
As duas folhas de coca... Para comer no final, se conseguir comer uma única colher de: Migas à moda.
Esta receita foi pensada e elaborada pelo mestre de culinária mais conhecido do país. Está qualificada como sendo o pior prato para os dias de Outono. Por isso, proponho desde já um desafio:
O indivíduo que fizer esta mesma receita, da mesma forma que o mestre, receberá duas senhas de hidromassagem num conhecido Health Club da capital.
ATENÇÃO: Excessivamente afrodisíaco!
sexta-feira, 30 de junho de 2006
Curiosidades
Uma investigação efectuada pela universidade do Alabama, nos Estados Unidos, prova que 20% da população mundial, não tem relações heterogéneas por-dá-cá-aquela-palha.
Conclui-se este ano e ficou provado por uma conjunto de indivíduos da mesma raça, que 17,3% dos casos de envenenamento precoce, são provocados pelo próprio envenenamento.
Estudo elaborado na Universidade de Saint Elms
Numa cidade Italiana do Norte, foi aprovada uma lei que prevê o acesso a todos os turistas às casas de banho da câmara municipal.
Esta lei foi aprovada para evitar que pessoas de índole desconhecida urinassem nas traseiras da câmara, onde uma grande parede de vidro espelhado está colocado, fazendo com que se possa ver tudo, causando assim um enorme transtorno para os trabalhadores.
79,2% das pessoas que têm cataratas não vêem os sinais das casas de banho. Assim sendo já se deu início a um protesto conjunto pelas pessoas que detêm esta desagradável doença.
O órgão máximo da associação, prevê outras formas de luta mais radicais, como fechar as casas de banho públicas de duas em duas horas, por um espaço de tempo de 5 minutos.
A 10 de Julho 1989, um major das forças armadas dos Estados Unidos, deu entrada no hospital da cidade do Arkansas, tendo como patologia uma forte dor de barriga. O que não seria estranho não fosse o enorme inchaço que tinha no estômago, com a forma de uma criança de 11 anos. Com o recurso às mais avançadas tecnologias, conseguiu-se provar que era gases.
Estas e muitas outras curiosidades aqui.
Conclui-se este ano e ficou provado por uma conjunto de indivíduos da mesma raça, que 17,3% dos casos de envenenamento precoce, são provocados pelo próprio envenenamento.
Estudo elaborado na Universidade de Saint Elms
Numa cidade Italiana do Norte, foi aprovada uma lei que prevê o acesso a todos os turistas às casas de banho da câmara municipal.
Esta lei foi aprovada para evitar que pessoas de índole desconhecida urinassem nas traseiras da câmara, onde uma grande parede de vidro espelhado está colocado, fazendo com que se possa ver tudo, causando assim um enorme transtorno para os trabalhadores.
79,2% das pessoas que têm cataratas não vêem os sinais das casas de banho. Assim sendo já se deu início a um protesto conjunto pelas pessoas que detêm esta desagradável doença.
O órgão máximo da associação, prevê outras formas de luta mais radicais, como fechar as casas de banho públicas de duas em duas horas, por um espaço de tempo de 5 minutos.
A 10 de Julho 1989, um major das forças armadas dos Estados Unidos, deu entrada no hospital da cidade do Arkansas, tendo como patologia uma forte dor de barriga. O que não seria estranho não fosse o enorme inchaço que tinha no estômago, com a forma de uma criança de 11 anos. Com o recurso às mais avançadas tecnologias, conseguiu-se provar que era gases.
Estas e muitas outras curiosidades aqui.
quarta-feira, 28 de junho de 2006
Regresso

Não sei como recomeçar. Há qualquer coisa que me deixa preso ao chão, que não me deixa pensar, ter iniciativa de querer mais, de estar activo para estas merdas, eu sei disto tudo, mas no entanto fico estático, mole, com uma terrível inércia.
Os dias parecem semanas, as horas, dias e o segundos parecem segundos. É do sol, das saudades de estar a olhar o horizonte e não pensar em nada, da falta de paciência em fazer palavras cruzadas, de não puder mais e ter que ir para dentro de água, de ter fome e comer, de não ter horas, de deitar porque se está com sono, de acordar porque está calor, de fazer outras coisas porque apetece, de passear sem rumo, de falar pouco para não cansar muito e sobretudo de estar num sítio onde nada acontece.
Mesmo assim julgo se possível conseguir recuperar, ontem já consegui sair de casa depois do jantar.
sábado, 10 de junho de 2006
Que estranho...
Algo me espera durante duas semanas, mas não sei bem o que é...
Vou esperrar e ver o que será.
Quando ao resto digo duas vezes:
Brigagreta, Brigagreta!
Um grande, "as melhoras" para todos!
Vou esperrar e ver o que será.
Quando ao resto digo duas vezes:
Brigagreta, Brigagreta!
Um grande, "as melhoras" para todos!
sexta-feira, 2 de junho de 2006
Absurdo
Contaram-me ontem uma das histórias mais inverosímeis que já alguma vez ouvi.
Um homem de seu nome Bento, fazia todos os dias o mesmo ritual, acordava, calçava as pantufas e ia para o quarto do filho. A mulher que estranhava tal comportamento, uma das vezes acompanhou-o. Quando entrou no quarto e ao ver tal acontecimento, estremeceu. Os seus olhos esgazeados enganavam-na, não podia ser, o que via era mentira. Nada de igual de vira numa casa de família respeitada.
Nem tudo corria como sempre esperavam e o dinheiro não abundava, mas no entanto havia dinheiro para um computador e para ter Internet em casa. O filho, mimado como era, passava a maior parte das noites acordado, toda a noite, ali, em frente ao computador. Não se sabia muito bem onde andava, nem com quem, só se sabia que de manhã estava sempre bem disposto e saia à hora para a faculdade, bem como o pai, que nem tomava banho, só quando voltava do trabalho, ao final do dia.
Sendo uma família normal e cheia de normas, como qualquer outra, nada era deixado ao acaso, sempre que houvesse algum tipo de desavença familiar, teria que ser resolvida com castigos, castigos esses que passavam por limpeza de casas de banho durante um mês e coisas do género. Para este caso não havia castigo possível, não haveria nada que pudesse prever, ou precaver, ou até mesmo castigar, o que se passava naquele quarto durante quatro meses, nada seria esquecido, tudo seria posto preto-no-branco, em pratos limpos. A mulher respeitada, uma prendada mulher de família e boa dona de casa, não sabia por onde começar, nem sabia muito bem para onde começar, ou por onde acabar, diga-se que tudo lhe parecia difícil de acreditar, não podia ser possível, não seria nada que fosse concebível, pelo menos para uma família como aquela. Mesmo para outro tipo de família em que as regras podem ser diferentes, mas iguais, seria muito estranho um comportamento daqueles.
Sem dar por isso, um dia, aliás, numa noite, o rapaz, numa pesquisa por assuntos de índole mais rebuscada, tendo como tema, assuntos menos próprios para uma consulta caseira, ou que se pudesse dizer que estaria dentro dos parâmetros aceitáveis pelas regras aceites pelo contrato de ter Internet em casa à borla e às custas dos papás. Essa pesquisa, a qual não podemos revelar por estar ela também fora dos térmites acordados com este blog, não podendo ser, por si só, revelada desta forma. Em breves mas afincadas palavras, será revisto nos próximos textos a serem publicados, tanto neste como nos blogs adjacentes. Posso no entanto revelar, ou até quiçá, levantar um pouco do véu e dizer em uníssono, o teor da pesquisa não interessa a pessoa com fraca disponibilidade para assuntos menos interessantes.
O pai estava rendido à prática matinal, os olhos esbugalhados, raiados de sangue, pelo sono mal dormido, não evitavam o monitor, brilhante, quase translúcido, que penetrava no seu glóbulo ocular, fazendo entrar a luz e iluminando toda a fronte. O filho, que digitava letras à velocidade da luz, ia dizendo palavras com sentido dúbio, mas que tinham sons agradáveis. O ritmo era alucinante. A cada minuto que passava adensava-se mais e repetiam-se alguns. Fija era em larga escala o mais dito.
Há coisas que não se explicam, nem se tentam entender, dão-se a explicar e mostram-se como funcionam. Fija o Deus ou como na gíria é chamada a Deusa, é um ser, ou um ente que faz ver o que nada pode ser ouvido, dito, ou até mesmo saboreado. Sendo um Deus alado, ou amarrado, teremos que explicar como se fosse ontem, o que significa Fija. Fija: Deus. Assim como assim, e sem grandes explicações, vamos tendo o contacto com Ele e vamo-nos apercebendo que é uma Ela, e porquê? Pelo cheiro. E foi precisamente isso que fez a nossa pobre mulher dona de casa, incompreendida pela sociedade actual, que lhe provocou todo o seu espanto, aliás, o seu e de outra pessoa, visto ser assim tanto o espanto.
Antes de penetrar, já se sentia o calor, era intenso e ao mesmo tempo tolerável, visto que vinha revestido por uma leve película de ar, ar esse que era forçado e fresco. Pela forma como o fazia, dava indícios de não ser a primeira vez, bem como não ser a última, visto que no rosto detinha um misto de dor, mas ao mesmo tempo, e isto é interessante, não sabendo qual o tipo de dor, ou prazer que poderia advir. Ora se a prática era largamente repetida diariamente, durante tanto tempo, porque razão é que um homem adulto, pai de filhos, aliás, filho, teria receio do quer que fosse? Assim, não sabendo como recusar, o pai extremoso, metia o seu órgão fecal na entrada do monitor e o filho, entusiasta, ouvia os relatos de outros cibernautas, que numa só voz diziam: Serradura!
Este é o culminar de dois anos de investigação. Todos os envolvidos, nos processos de fecalidade da serradura, com descarga de iões, foram detidos e observados. Alguns ainda sentem o que se pode chamar de Fijaneira, ou seja o acto divino de sentir o que só pode ser sentido pelo Deus.
Um homem de seu nome Bento, fazia todos os dias o mesmo ritual, acordava, calçava as pantufas e ia para o quarto do filho. A mulher que estranhava tal comportamento, uma das vezes acompanhou-o. Quando entrou no quarto e ao ver tal acontecimento, estremeceu. Os seus olhos esgazeados enganavam-na, não podia ser, o que via era mentira. Nada de igual de vira numa casa de família respeitada.
Nem tudo corria como sempre esperavam e o dinheiro não abundava, mas no entanto havia dinheiro para um computador e para ter Internet em casa. O filho, mimado como era, passava a maior parte das noites acordado, toda a noite, ali, em frente ao computador. Não se sabia muito bem onde andava, nem com quem, só se sabia que de manhã estava sempre bem disposto e saia à hora para a faculdade, bem como o pai, que nem tomava banho, só quando voltava do trabalho, ao final do dia.
Sendo uma família normal e cheia de normas, como qualquer outra, nada era deixado ao acaso, sempre que houvesse algum tipo de desavença familiar, teria que ser resolvida com castigos, castigos esses que passavam por limpeza de casas de banho durante um mês e coisas do género. Para este caso não havia castigo possível, não haveria nada que pudesse prever, ou precaver, ou até mesmo castigar, o que se passava naquele quarto durante quatro meses, nada seria esquecido, tudo seria posto preto-no-branco, em pratos limpos. A mulher respeitada, uma prendada mulher de família e boa dona de casa, não sabia por onde começar, nem sabia muito bem para onde começar, ou por onde acabar, diga-se que tudo lhe parecia difícil de acreditar, não podia ser possível, não seria nada que fosse concebível, pelo menos para uma família como aquela. Mesmo para outro tipo de família em que as regras podem ser diferentes, mas iguais, seria muito estranho um comportamento daqueles.
Sem dar por isso, um dia, aliás, numa noite, o rapaz, numa pesquisa por assuntos de índole mais rebuscada, tendo como tema, assuntos menos próprios para uma consulta caseira, ou que se pudesse dizer que estaria dentro dos parâmetros aceitáveis pelas regras aceites pelo contrato de ter Internet em casa à borla e às custas dos papás. Essa pesquisa, a qual não podemos revelar por estar ela também fora dos térmites acordados com este blog, não podendo ser, por si só, revelada desta forma. Em breves mas afincadas palavras, será revisto nos próximos textos a serem publicados, tanto neste como nos blogs adjacentes. Posso no entanto revelar, ou até quiçá, levantar um pouco do véu e dizer em uníssono, o teor da pesquisa não interessa a pessoa com fraca disponibilidade para assuntos menos interessantes.
O pai estava rendido à prática matinal, os olhos esbugalhados, raiados de sangue, pelo sono mal dormido, não evitavam o monitor, brilhante, quase translúcido, que penetrava no seu glóbulo ocular, fazendo entrar a luz e iluminando toda a fronte. O filho, que digitava letras à velocidade da luz, ia dizendo palavras com sentido dúbio, mas que tinham sons agradáveis. O ritmo era alucinante. A cada minuto que passava adensava-se mais e repetiam-se alguns. Fija era em larga escala o mais dito.
Há coisas que não se explicam, nem se tentam entender, dão-se a explicar e mostram-se como funcionam. Fija o Deus ou como na gíria é chamada a Deusa, é um ser, ou um ente que faz ver o que nada pode ser ouvido, dito, ou até mesmo saboreado. Sendo um Deus alado, ou amarrado, teremos que explicar como se fosse ontem, o que significa Fija. Fija: Deus. Assim como assim, e sem grandes explicações, vamos tendo o contacto com Ele e vamo-nos apercebendo que é uma Ela, e porquê? Pelo cheiro. E foi precisamente isso que fez a nossa pobre mulher dona de casa, incompreendida pela sociedade actual, que lhe provocou todo o seu espanto, aliás, o seu e de outra pessoa, visto ser assim tanto o espanto.
Antes de penetrar, já se sentia o calor, era intenso e ao mesmo tempo tolerável, visto que vinha revestido por uma leve película de ar, ar esse que era forçado e fresco. Pela forma como o fazia, dava indícios de não ser a primeira vez, bem como não ser a última, visto que no rosto detinha um misto de dor, mas ao mesmo tempo, e isto é interessante, não sabendo qual o tipo de dor, ou prazer que poderia advir. Ora se a prática era largamente repetida diariamente, durante tanto tempo, porque razão é que um homem adulto, pai de filhos, aliás, filho, teria receio do quer que fosse? Assim, não sabendo como recusar, o pai extremoso, metia o seu órgão fecal na entrada do monitor e o filho, entusiasta, ouvia os relatos de outros cibernautas, que numa só voz diziam: Serradura!
Este é o culminar de dois anos de investigação. Todos os envolvidos, nos processos de fecalidade da serradura, com descarga de iões, foram detidos e observados. Alguns ainda sentem o que se pode chamar de Fijaneira, ou seja o acto divino de sentir o que só pode ser sentido pelo Deus.
A solidão
Nestes dias de solidão há sempre duas coisas que me assolam o espírito; o que serei daqui para a frente e como vou ter que entrar em casa com chaves.
Uma coisa de cada vez…
Primeiro as chaves.
Ora bem, se não as tiver não terei que ter fechadura e assim deixarei as portas abertas para outros penetrarem nos meus aposentos e fazerem o que bem entenderem, mas no entanto há coisas que não posso deixar assim, para que todos possam roubar e assim deixarem de ser minhas. Não adiantando muito este raciocínio bacoco, vamos ao que interessa. Vou mudar de casa e estou indeciso com as fechadura que meta, se de 5 voltas e com uma porta mais ranhosa, ou de 2 voltas mas com uma porta muita forte. O que me aconselham? Eu estou mais a pender para uma com as duas coisas, mas não queria meter isso agora ao barulho, muito menos queria que se soubesse.
Segundo, como serei daqui para a frente.
Ora, se não sei muito bem como fui até agora, o ser daqui para a frente é mais ou menos a mesma coisa. No entanto há rasgos de luz na minha alma, que indicam o meu ser, a minha personalidade, mas como não gosto do que vejo, tento disfarçar e dizer que é uma realidade paralela que não compreendemos. Mesmo assim as questões ficam resolvidas sempre que atravesso estes períodos, não sabendo muito bem nem como, nem porquê, mas também o que é que isso interessa…? Sendo urgente, será assim.
A concludência da razão leva-nos a dizer:
“Entra como entrares, terás sempre um futuro lindo, como oh caraças!”
Mija na Escada II
Uma coisa de cada vez…
Primeiro as chaves.
Ora bem, se não as tiver não terei que ter fechadura e assim deixarei as portas abertas para outros penetrarem nos meus aposentos e fazerem o que bem entenderem, mas no entanto há coisas que não posso deixar assim, para que todos possam roubar e assim deixarem de ser minhas. Não adiantando muito este raciocínio bacoco, vamos ao que interessa. Vou mudar de casa e estou indeciso com as fechadura que meta, se de 5 voltas e com uma porta mais ranhosa, ou de 2 voltas mas com uma porta muita forte. O que me aconselham? Eu estou mais a pender para uma com as duas coisas, mas não queria meter isso agora ao barulho, muito menos queria que se soubesse.
Segundo, como serei daqui para a frente.
Ora, se não sei muito bem como fui até agora, o ser daqui para a frente é mais ou menos a mesma coisa. No entanto há rasgos de luz na minha alma, que indicam o meu ser, a minha personalidade, mas como não gosto do que vejo, tento disfarçar e dizer que é uma realidade paralela que não compreendemos. Mesmo assim as questões ficam resolvidas sempre que atravesso estes períodos, não sabendo muito bem nem como, nem porquê, mas também o que é que isso interessa…? Sendo urgente, será assim.
A concludência da razão leva-nos a dizer:
“Entra como entrares, terás sempre um futuro lindo, como oh caraças!”
Mija na Escada II
Para ti!
Mesmo
Olá!
Digo-te hoje que estás ai deitada, que não me vês, dormes o sono profundo, sem saberes que te Adoro, que de miro, que te vejo, e revejo, não consigo abafar um sorriso.
Depois, como que sentido, como que sabendo que o meu olhar te penetra na carne e te fere, abres um e, depois o outro, toda a sua cor erradia a tua cara, perguntas: O que foi? E respondo: nada… é só que te Adoro!
O gesto
Fecho os olhos
e sinto o leve
toque
dos teus lábios,
doces, meigos,
sedentos de mais, e mais,
sem parar, não para,
e mais,
recuo,
lindos, olho,
nos teus olhos, sorris,
encho a mão e toco-te da face,
encho-a, preencho-a,
fechas os lindos num movimento
muito suave
e sorris,
sinto a tranquilidade, a felicidade,
a minha face transforma-se,
sinto-me a flutuar, no ar,
a voar,
sinto a tua paz, que sorris faz,
a tua calma, na minha alma,
nada mais interessa, não há mais conversa,
só o gesto,
este…
Olá!
Digo-te hoje que estás ai deitada, que não me vês, dormes o sono profundo, sem saberes que te Adoro, que de miro, que te vejo, e revejo, não consigo abafar um sorriso.
Depois, como que sentido, como que sabendo que o meu olhar te penetra na carne e te fere, abres um e, depois o outro, toda a sua cor erradia a tua cara, perguntas: O que foi? E respondo: nada… é só que te Adoro!
O gesto
Fecho os olhos
e sinto o leve
toque
dos teus lábios,
doces, meigos,
sedentos de mais, e mais,
sem parar, não para,
e mais,
recuo,
lindos, olho,
nos teus olhos, sorris,
encho a mão e toco-te da face,
encho-a, preencho-a,
fechas os lindos num movimento
muito suave
e sorris,
sinto a tranquilidade, a felicidade,
a minha face transforma-se,
sinto-me a flutuar, no ar,
a voar,
sinto a tua paz, que sorris faz,
a tua calma, na minha alma,
nada mais interessa, não há mais conversa,
só o gesto,
este…
Para alguém que conheci recentemente
A tenebrosa sensação de te ter conhecido,
de saber
que te podia ajudar a chegar
a sentir,
de saber
que estás a ser usada, mal amada
por alguém
que não te merece, que te esquece
que não te ouve,
que te usou e vai usar, que vai-te fazer chorar
pois tu estás,
mas há alguém que não está,
vais ver, vai se assim,
senti.
de saber
que te podia ajudar a chegar
a sentir,
de saber
que estás a ser usada, mal amada
por alguém
que não te merece, que te esquece
que não te ouve,
que te usou e vai usar, que vai-te fazer chorar
pois tu estás,
mas há alguém que não está,
vais ver, vai se assim,
senti.
quarta-feira, 3 de maio de 2006
Desafio do mês!
Baby's On Fire (Eno)
Appears on:
Warts 'N' All
Baby's On Fire
Miserable Sinners
Sleeper
Marc Riley - Guitar, Vocals
Pete Keogh - Bass
Paul Fletcher - Guitar, Organ
Eddie Fenn - Drums
Baby's on fire
Better throw her in the water
Look at her laughing
Like a heifer to the slaughter
Baby's on fire
And all the laughing boys are bitching
Waiting for photos
Oh the plot is so bewitching
Rescuers row, row
Do your best to change the subject
Blow the wind blow Joe
Lend some assistance to the object
If you'd be my flotsam
I could be half the man I used to
They said you were hot stuff
And that's what baby's been reduced to
The need to have fun
Very clever with maracas
Making their fortune
Selling second-hand tobaccos
We danced at Chico's
And when the fires started bitching
He empties their ashtrays
And pockets all that he's collected
My baby's on fire
And all the instruments agree that
Her temperature's rising
And any idiot would know that
Quem conhece?
Quem tem?
Fica aqui mais uma letra:
Appears on:
Rock 'N' Roll Liquorice Flavour
Sleeper
Marc Riley - Vocals, Guitar
Eddie Fenn - Drums, Guitar, Piano
Phil Roberts - Bass, Vocals
Mark Tilton - Guitar
Simon Taylor - Guitar
With three hundred nippers, nothing but truckers
The Creepers are failed stadium rockers
Lowest speed with the Spanish flag
Orange trees and spotted flasks
Oh Mickey you're so fine
You're so fine you blow my mind
Hey Mickey
Hey Mickey
Man was turned out 4 AM
I was screwed and so were the men
Rocking hard, rocking scene and the cattle man's cattle as your cattle scream
Americans are all the same
Johnny Lennon and mind games
We did this, he said that
Wear Americano baseball caps
Pardon me, 2 AM Spanish girls meet UK men
Asked his name, then he told her treat her to a qualified dog on my shoulder
Oh mercy mercy my sea of keys like sucking lemons from a lemon tree
Lets go and stone that Doctor Death chasing donkeys to his dying breath
None of this we could see, the Daily Mirror has been lying to me
Oh Mickey you're so fine
You're so fine you blow my mind
Hey Mickey
Hey Mickey
I've always been a rocker, rarely a raver, all my records are liquorice flavour
On my guitar and half way smashed and I wouldn't play a gig in a plastercast
Get my guitar, some make like it
It's only rock 'n' roll that's the way I like it
Two damn nippers aiming shockers
Deep river stadium rockers
Well two thousand nippers aiming shockers
The Creepers are stadium rockers
E porque hoje não é um dia especial...
Atenção à locução Inglesa.
Um grande, grande amor - Festival da canção - José Cid
Ice Tea 1 - Vindo do nada! - José Cid
Ice Tea 2 - Sem comentários - José Cid
Um grande, grande amor - Festival da canção - José Cid
Ice Tea 1 - Vindo do nada! - José Cid
Ice Tea 2 - Sem comentários - José Cid
Ontem, hoje e depois de amanhã.
Considerando a consideração considerada, terei que considerar a consideração considerada, tendo em conta que a consideração pode muito bem ser considerada, ou não.
Tendo este objectivo como razão, terei que encontrar algo que torna este factor um meio de chegar a uma conclusão, elaborada tendo como base factos e artefactos, ensinados em largos colóquios organizados por nós, ou pelos outros.
Em caso algum poderemos tirar dúvidas.
Sabe-se se antemão, que à partida tudo é conhecido, tudo é sabedoria pura, sem acrescento de qualquer entidade exterior, que altere, que ultraje a ideia primária, a ideia prima, a que nunca foi pensada, a que será identificada sempre como a que foi.
És um tolo! Sabes que tudo será sempre como foi até aqui, tudo será como sempre pensaste que seria diferente, será tudo igual, mas diferente. És um tolo! Não consegues entender o que te digo? És tu que achas que deveria ser diferente, mas tudo será igual, mas diferente, pois que querias de fosse igual, no entanto, será diferente e será sempre assim. És um tolo!
Ingredientes:
Um ovo
Um colher de sopa de margarina
Um punhado de mel
Um quilo de maionese (barata)
Dois tubos de gelo
Preparação:
Junta-se tudo.
No mês, no dia e na hora, que te vi, não te achei, encontrei um pessoa fria, cheia de olheiras, de maus cheiros. Agora... não sei.
Tendo este objectivo como razão, terei que encontrar algo que torna este factor um meio de chegar a uma conclusão, elaborada tendo como base factos e artefactos, ensinados em largos colóquios organizados por nós, ou pelos outros.
Em caso algum poderemos tirar dúvidas.
Sabe-se se antemão, que à partida tudo é conhecido, tudo é sabedoria pura, sem acrescento de qualquer entidade exterior, que altere, que ultraje a ideia primária, a ideia prima, a que nunca foi pensada, a que será identificada sempre como a que foi.
És um tolo! Sabes que tudo será sempre como foi até aqui, tudo será como sempre pensaste que seria diferente, será tudo igual, mas diferente. És um tolo! Não consegues entender o que te digo? És tu que achas que deveria ser diferente, mas tudo será igual, mas diferente, pois que querias de fosse igual, no entanto, será diferente e será sempre assim. És um tolo!
Ingredientes:
Um ovo
Um colher de sopa de margarina
Um punhado de mel
Um quilo de maionese (barata)
Dois tubos de gelo
Preparação:
Junta-se tudo.
No mês, no dia e na hora, que te vi, não te achei, encontrei um pessoa fria, cheia de olheiras, de maus cheiros. Agora... não sei.
Vi-te e não comi-te
Chegas de fininho, não dizes nada, ficas especada a olhar o meu mastro, sem saber o que dizer, sem saber o que fazer, pois minha querida amiga, corta-o, faz dele o teu objecto de tortura, faz dele o teu desejo mais profundo de o crer ter entalado, e não conseguir, de crer ter um e ter medo de pedir, de ter medo de não conseguir, de ter medo de se vir, em espasmos gigantes.
Encara a tua natureza, o teu corpo está pronto, o meu não, está morto.
Encara a tua natureza, o teu corpo está pronto, o meu não, está morto.
segunda-feira, 24 de abril de 2006
Um dia não são dias.
Menbrus de váriaz côres, saltão pêla boqa do qazal que extá na primaeira fíla, hagarrados a um perú xeio de pêlu vêrde, ou laramja, depenendendo da ora do dia ou da nôite eixcura que nen bréu, eixcura, ou clara, numca se sabe baim cômu vírá, ou puderá vir a aparesser, se de cálsas se de calsões, sabece só que vaim, e vai, vai e vaim de dentru para fóra, como o sangue vermalho, da côr de uma róza murxa pêlo calôr intenço que fas aqui fora, lá demtro extaría melhór, mas não podemus, extá muinta jente, faeia, chaeia de ropa de Invernu, acotuvelão-se por um pequenu expasso de ar chaeio de fumu de xarutu, Cúbano ou Americâno, tamto fas, dexde que ce fume e daeite mau chaeiro, ou bom, côm a prima, ou côm a irmam, ésta manham, fomus todus para a igraeija, vextidus de ingual, ou saeija, cem ropa, o pádre adoro-ou o prezemte que daeixamos na saníta, éra grande!
Senta-te aqui e pensa bem, mas pensa bem.
Senta-te aqui e pensa bem, mas pensa bem.
terça-feira, 18 de abril de 2006
A god in an alcove - Bauhaus
Tem a famosa (famosa para quem conhece, é claro) cena com o strobe de luz.
segunda-feira, 17 de abril de 2006
Love will tear us apart - Joy Division
Acho que hoje vai-me dar uma coisinha má... :)))
Será que há mais?...
Mais uma vez, thank you very much! ;)
quarta-feira, 12 de abril de 2006
HARRY CONNICK, JR. - "We Are In Love"
I know you so well
I can tell by the sound of your voice
If you're really in love with me
And you are
You are
You know I can't lie
If I say to you 'baby, I love you'
Then baby, I love you
And I do
I do
I do... could it be that's the
Phrase you thought never would phase you
Well baby, you better hold on tight
'Cause I'm the one who's supposed to
Kneel down and propose, well alright
I might, I might
So, when I kiss you good-night
Just sleep tight with the thought that you'll
Always be caught up in love with me
And you'll dream that the stars up above
Have the answer of whether we'll be
Or whether we won't be
In love...
Well, we are,
We are
Para ti! ;)
I can tell by the sound of your voice
If you're really in love with me
And you are
You are
You know I can't lie
If I say to you 'baby, I love you'
Then baby, I love you
And I do
I do
I do... could it be that's the
Phrase you thought never would phase you
Well baby, you better hold on tight
'Cause I'm the one who's supposed to
Kneel down and propose, well alright
I might, I might
So, when I kiss you good-night
Just sleep tight with the thought that you'll
Always be caught up in love with me
And you'll dream that the stars up above
Have the answer of whether we'll be
Or whether we won't be
In love...
Well, we are,
We are
Para ti! ;)
terça-feira, 11 de abril de 2006
Rir
terça-feira, 4 de abril de 2006
Um das piores invenções
O MSN! Como pode ser possível alguém comunicar por esta forma tão “avançada”?
Aconteceu hoje:
- Olá!
- Olá!
- De onde és?
- De Lx
- Eu sou se Vila Franca de Xira
- É aqui perto
- Ès Cas, Sol, ou Div
- Div
- Porquê?
- Porque não deu...
- Mas tens algum problema?
- Não. E tu?
- Solteira. Que idade tens?
- 34
- Eu tenho 36 Não tens foto?
- Não... o meu msn não está configurado para ter, mas se quiseres envio.
- Ok , envia
- Já enviei
- Não recebi
- Enviei outra vez
- Já recebi
- Ainda bem
- És gordo?
- Como?
- És gordo não és?
- Acho que sou normal, não me acho gordo.
- Deves ser gordo... só falta teres barriga! AHAHA!
- TENHO POIS! E com muito orgulho! Adoro beber cerveja
- Para além de gordo és convencido
- Perdão?
- Olha, eu tenho 1.82 e peso 70kg
- Eu tenho 1.74 e peso 78kg, achas gordo?
- ACHO!!! És baixo e encalhado
- Como???
- Esquece o meu msn
- Desculpa????
- Não quero mais falar contigo
Atenção, o contacto foi dela...
Isto é o tipo de pessoas que andam por ai.
Eu acho que este tipo de comunicação foi inventada para uma grande maioria de Portugueses. Os aldrabões, garanhões, mentirosos e pessoa da barriga que por detrás do monitor é um modelo, com um grande físico, todos bonitos.
Que alarvidade! E eu ainda vou na conversa desta gente... EH!
Aconteceu hoje:
- Olá!
- Olá!
- De onde és?
- De Lx
- Eu sou se Vila Franca de Xira
- É aqui perto
- Ès Cas, Sol, ou Div
- Div
- Porquê?
- Porque não deu...
- Mas tens algum problema?
- Não. E tu?
- Solteira. Que idade tens?
- 34
- Eu tenho 36 Não tens foto?
- Não... o meu msn não está configurado para ter, mas se quiseres envio.
- Ok , envia
- Já enviei
- Não recebi
- Enviei outra vez
- Já recebi
- Ainda bem
- És gordo?
- Como?
- És gordo não és?
- Acho que sou normal, não me acho gordo.
- Deves ser gordo... só falta teres barriga! AHAHA!
- TENHO POIS! E com muito orgulho! Adoro beber cerveja
- Para além de gordo és convencido
- Perdão?
- Olha, eu tenho 1.82 e peso 70kg
- Eu tenho 1.74 e peso 78kg, achas gordo?
- ACHO!!! És baixo e encalhado
- Como???
- Esquece o meu msn
- Desculpa????
- Não quero mais falar contigo
Atenção, o contacto foi dela...
Isto é o tipo de pessoas que andam por ai.
Eu acho que este tipo de comunicação foi inventada para uma grande maioria de Portugueses. Os aldrabões, garanhões, mentirosos e pessoa da barriga que por detrás do monitor é um modelo, com um grande físico, todos bonitos.
Que alarvidade! E eu ainda vou na conversa desta gente... EH!
sexta-feira, 31 de março de 2006
Alta traição
“Fodia-te a torto e a direito, metia-te o caralho por essa cona a cima e vinha-me, duas, três vezes, as vezes que conseguisse! Que boa és, puta do caralho! Que mamas de puta, que trancas, que alarvidade de mulher, que boa! Essa boca prefeita para a mamada do século, esse olhos lindos para levar com litros e litros de esporra! Por esse cú entrava o meu caralho, nu, despido, cheio de largas veias, cheias de sangue, quente! Essas mãos de fada que me batem punhetas, em voltas roscadas, com leves toques dessa tua língua, húmida. Ai mas essa boca, que faz maravilhas, quente, essa cona cheia de nhanha, quente como um vulcão, sinto-a agora, a contorcer-se em volta do meu caralho! AI QUE TESÃO!”
Excerto da carta de alta traição, que denuncia todas as posições das tropas de estado, enviada ao chefe das tropas invasoras, elaborada por um louco. O código é de tal forma tão bem elaborado, que foi necessário vir um japonês, radicado no Arzebaijão por dois dias, para descodificar o texto de 5437 páginas, que continha todas as posições das tropas no dia 21 de Março. O pior foi quando as tropas do estado mudaram de sítio, sabendo da existência deste pequeno documento. A dita pessoa elaborou um outro pequeno documento:
O qual fica aqui um trecho: Google Earth
Excerto da carta de alta traição, que denuncia todas as posições das tropas de estado, enviada ao chefe das tropas invasoras, elaborada por um louco. O código é de tal forma tão bem elaborado, que foi necessário vir um japonês, radicado no Arzebaijão por dois dias, para descodificar o texto de 5437 páginas, que continha todas as posições das tropas no dia 21 de Março. O pior foi quando as tropas do estado mudaram de sítio, sabendo da existência deste pequeno documento. A dita pessoa elaborou um outro pequeno documento:
O qual fica aqui um trecho: Google Earth
Este Verão.
Entre o que queria e o que tu me dás, não vai muita diferença. Só o sabor é diferente. O sabor do sangue, quando mordo a minha língua, saboreio o sangue e o teu da tua, quando te entalas no aparelho. O meu metálico, o teu ácido, os dois juntos formam uma amalgama de sabores, místicos e espessos, que viciam, que não podemos passar sem degustar, sem apreciar toda a amplitude do sabor.
O beijo, sangrento, longo, meigo, cheio de desejo, de amor, algum rancor, algum ódio e sem nenhum pudor, perlonga-se durante segundos, minutos, horas, dias, semanas, sem parar, sem descanso, com dores horríveis nos maxilares, de não puder mais e continuar, sem parar, sempre mais, já o sangue quase não jorra, os olhos colados, o lábios roxos, as pontas dos dedos em carne viva de tanto nos acariciarmos. Mesmo assim, acho que é pouco tempo.
(Não, está tudo bem...)
O beijo, sangrento, longo, meigo, cheio de desejo, de amor, algum rancor, algum ódio e sem nenhum pudor, perlonga-se durante segundos, minutos, horas, dias, semanas, sem parar, sem descanso, com dores horríveis nos maxilares, de não puder mais e continuar, sem parar, sempre mais, já o sangue quase não jorra, os olhos colados, o lábios roxos, as pontas dos dedos em carne viva de tanto nos acariciarmos. Mesmo assim, acho que é pouco tempo.
(Não, está tudo bem...)
quinta-feira, 30 de março de 2006
Com B de frigorifico
Sendo sedo, seria sempre sábio saber se o sabão no sapo servia o saco, ou se se sabia ser severo sem saborear o Setembro soalheiro, ou sem sol, sendo o sabor salpicado, ou sôfrego, do salmonete salgado e simpático. Sofre de simpatiza se souber ser sorridente, sorrir sem saber ser sovina, o sapateiro siderado, sempre soube sentar o sapato de sola, na sarjeta suja, ou limpa.
quarta-feira, 29 de março de 2006
terça-feira, 28 de março de 2006
'ta na hora!
Aconteceu ontem...
07 - Hand In Glove
Hand in glove
The sun shines out of our behinds
No, it's not like any other love
This one is different - because it's us
Hand in glove
We can go wherever we please
And everything depends upon
How near you stand to me
And if the people stare
Then the people stare
Oh, I really don't know and I really don't care
Kiss My Shades
Hand in glove
The Good People laugh
Yes, we may be hidden by rags
But we've something they'll never have
Hand in glove
The sun shines out of our behinds
Yes, we may be hidden by rags
But we've something they'll never have
And if the people stare
Then the people stare
Oh, I really don't know and I really don't care
Kiss My Shades ... oh ...
So, hand in glove I stake my claim
I'll fight to the last breath
If they dare touch a hair on your head
I'll fight to the last breath
For the Good Life is out there somewhere
So stay on my arm, you little charmer
But I know my luck too well
Yes, I know my luck too well
And I'll probably never see you again
I'll probably never see you again
I'll probably never see you again
Oh ...
Hand in glove
The sun shines out of our behinds
No, it's not like any other love
This one is different - because it's us
Hand in glove
We can go wherever we please
And everything depends upon
How near you stand to me
And if the people stare
Then the people stare
Oh, I really don't know and I really don't care
Kiss My Shades
Hand in glove
The Good People laugh
Yes, we may be hidden by rags
But we've something they'll never have
Hand in glove
The sun shines out of our behinds
Yes, we may be hidden by rags
But we've something they'll never have
And if the people stare
Then the people stare
Oh, I really don't know and I really don't care
Kiss My Shades ... oh ...
So, hand in glove I stake my claim
I'll fight to the last breath
If they dare touch a hair on your head
I'll fight to the last breath
For the Good Life is out there somewhere
So stay on my arm, you little charmer
But I know my luck too well
Yes, I know my luck too well
And I'll probably never see you again
I'll probably never see you again
I'll probably never see you again
Oh ...
Vês
Vês?! Não podias ser tu, tu eras o que eu sempre pensei que tu fosses, não podias vir a ser algo que eu não conseguia imaginar.
Encontrei-te na cama, era cedo, muito cedo, a luz do dia mal penetrava por entre as portadas de madeira, altas, brancas, os cortinados, também brancos, finos, transparentes, ondulavam com a leve brisa de Primavera. A janela entreaberta, o suficiente, deixava passar o som dos pássaros que rejubilam com o novo dia, o chilrear invadia o quarto, parecendo que vinha de todas as direcções, preenchia-o, cada silvo, cada pio, cada canto, embalava a tua silhueta, coberta pelas lençóis finos de Verão.
Vendo-te assim, penso o que fiz para te merecer?
Vendo-te assim, penso que posso morrer.
Tudo o que algum dia pensei, senti, ouvi, olhei, reflicto e concluo-o se valeu a pena, se tudo o que vivi era mesmo para acontecer? Não seria algo que não era meu? O sonho de alguém muito pervertido, que me queria mal? Pois eu sei, tenho a certeza, que tu, isto, agora, este momento, esta sensação, não pode ser minha, é demasiado boa, demasiado hipnótica, muito fora do controlo, muito sensorial. Ai! Só me apetece morrer!
A lágrima, essa, escorre pela minha face, a alegria, entristece a minha vontade de viver, a tua beleza, torna a natureza lá fora, muito feia. Tu, ai, e eu? Porque me vou embora? Porque cheguei tarde? Porque não posso ficar? Porque não fico? O que me fez ficar, ou aqui chegar? O que me faz não ficar?
A força que tens indica que não podes ficar muito tempo, que não irás puder receber o que tenho para te dar, que não chegarás a saber porque te chamei. A forma diz muito das pessoas, e, a tua, é horrivelmente translúcida, transparente, como se não existisses. E, assim, como aqui cheguei e tu aqui estavas, eu me vou e não sabendo bem o que irei fazer, sei que não voltarei.
Ter-te, foi demais.
Passados dois minutos:
Olha, por acaso não tens 5€ para a gasolina, pois não...?
Encontrei-te na cama, era cedo, muito cedo, a luz do dia mal penetrava por entre as portadas de madeira, altas, brancas, os cortinados, também brancos, finos, transparentes, ondulavam com a leve brisa de Primavera. A janela entreaberta, o suficiente, deixava passar o som dos pássaros que rejubilam com o novo dia, o chilrear invadia o quarto, parecendo que vinha de todas as direcções, preenchia-o, cada silvo, cada pio, cada canto, embalava a tua silhueta, coberta pelas lençóis finos de Verão.
Vendo-te assim, penso o que fiz para te merecer?
Vendo-te assim, penso que posso morrer.
Tudo o que algum dia pensei, senti, ouvi, olhei, reflicto e concluo-o se valeu a pena, se tudo o que vivi era mesmo para acontecer? Não seria algo que não era meu? O sonho de alguém muito pervertido, que me queria mal? Pois eu sei, tenho a certeza, que tu, isto, agora, este momento, esta sensação, não pode ser minha, é demasiado boa, demasiado hipnótica, muito fora do controlo, muito sensorial. Ai! Só me apetece morrer!
A lágrima, essa, escorre pela minha face, a alegria, entristece a minha vontade de viver, a tua beleza, torna a natureza lá fora, muito feia. Tu, ai, e eu? Porque me vou embora? Porque cheguei tarde? Porque não posso ficar? Porque não fico? O que me fez ficar, ou aqui chegar? O que me faz não ficar?
A força que tens indica que não podes ficar muito tempo, que não irás puder receber o que tenho para te dar, que não chegarás a saber porque te chamei. A forma diz muito das pessoas, e, a tua, é horrivelmente translúcida, transparente, como se não existisses. E, assim, como aqui cheguei e tu aqui estavas, eu me vou e não sabendo bem o que irei fazer, sei que não voltarei.
Ter-te, foi demais.
Passados dois minutos:
Olha, por acaso não tens 5€ para a gasolina, pois não...?
quarta-feira, 22 de março de 2006
Estado de espirito
05 - How Soon is Now
I am the son
And the heir
Of a shyness that is criminally vulgar
I am the son and heir
Of nothing in particular
You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am Human and I need to be loved
Just like everybody else does
I am the son
And the heir
Of a shyness that is criminally vulgar
I am the son and heir
Oh, of nothing in particular
You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am Human and I need to be loved
Just like everybody else does
There's a club, if you'd like to go
You could meet somebody who really loves you
So you go, and you stand on your own
And you leave on your own
And you go home, and you cry
And you want to die
When you say it's gonna happen "now"
Well, when exactly do you mean ?
See I've already waited too long
And all my hope is gone
You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am Human and I need to be loved
Just like everybody else does
I am the son
And the heir
Of a shyness that is criminally vulgar
I am the son and heir
Of nothing in particular
You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am Human and I need to be loved
Just like everybody else does
I am the son
And the heir
Of a shyness that is criminally vulgar
I am the son and heir
Oh, of nothing in particular
You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am Human and I need to be loved
Just like everybody else does
There's a club, if you'd like to go
You could meet somebody who really loves you
So you go, and you stand on your own
And you leave on your own
And you go home, and you cry
And you want to die
When you say it's gonna happen "now"
Well, when exactly do you mean ?
See I've already waited too long
And all my hope is gone
You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am Human and I need to be loved
Just like everybody else does
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