Uma investigação efectuada pela universidade do Alabama, nos Estados Unidos, prova que 20% da população mundial, não tem relações heterogéneas por-dá-cá-aquela-palha.
Conclui-se este ano e ficou provado por uma conjunto de indivíduos da mesma raça, que 17,3% dos casos de envenenamento precoce, são provocados pelo próprio envenenamento.
Estudo elaborado na Universidade de Saint Elms
Numa cidade Italiana do Norte, foi aprovada uma lei que prevê o acesso a todos os turistas às casas de banho da câmara municipal.
Esta lei foi aprovada para evitar que pessoas de índole desconhecida urinassem nas traseiras da câmara, onde uma grande parede de vidro espelhado está colocado, fazendo com que se possa ver tudo, causando assim um enorme transtorno para os trabalhadores.
79,2% das pessoas que têm cataratas não vêem os sinais das casas de banho. Assim sendo já se deu início a um protesto conjunto pelas pessoas que detêm esta desagradável doença.
O órgão máximo da associação, prevê outras formas de luta mais radicais, como fechar as casas de banho públicas de duas em duas horas, por um espaço de tempo de 5 minutos.
A 10 de Julho 1989, um major das forças armadas dos Estados Unidos, deu entrada no hospital da cidade do Arkansas, tendo como patologia uma forte dor de barriga. O que não seria estranho não fosse o enorme inchaço que tinha no estômago, com a forma de uma criança de 11 anos. Com o recurso às mais avançadas tecnologias, conseguiu-se provar que era gases.
Estas e muitas outras curiosidades aqui.
sexta-feira, 30 de junho de 2006
quarta-feira, 28 de junho de 2006
Regresso

Não sei como recomeçar. Há qualquer coisa que me deixa preso ao chão, que não me deixa pensar, ter iniciativa de querer mais, de estar activo para estas merdas, eu sei disto tudo, mas no entanto fico estático, mole, com uma terrível inércia.
Os dias parecem semanas, as horas, dias e o segundos parecem segundos. É do sol, das saudades de estar a olhar o horizonte e não pensar em nada, da falta de paciência em fazer palavras cruzadas, de não puder mais e ter que ir para dentro de água, de ter fome e comer, de não ter horas, de deitar porque se está com sono, de acordar porque está calor, de fazer outras coisas porque apetece, de passear sem rumo, de falar pouco para não cansar muito e sobretudo de estar num sítio onde nada acontece.
Mesmo assim julgo se possível conseguir recuperar, ontem já consegui sair de casa depois do jantar.
sábado, 10 de junho de 2006
Que estranho...
Algo me espera durante duas semanas, mas não sei bem o que é...
Vou esperrar e ver o que será.
Quando ao resto digo duas vezes:
Brigagreta, Brigagreta!
Um grande, "as melhoras" para todos!
Vou esperrar e ver o que será.
Quando ao resto digo duas vezes:
Brigagreta, Brigagreta!
Um grande, "as melhoras" para todos!
sexta-feira, 2 de junho de 2006
Absurdo
Contaram-me ontem uma das histórias mais inverosímeis que já alguma vez ouvi.
Um homem de seu nome Bento, fazia todos os dias o mesmo ritual, acordava, calçava as pantufas e ia para o quarto do filho. A mulher que estranhava tal comportamento, uma das vezes acompanhou-o. Quando entrou no quarto e ao ver tal acontecimento, estremeceu. Os seus olhos esgazeados enganavam-na, não podia ser, o que via era mentira. Nada de igual de vira numa casa de família respeitada.
Nem tudo corria como sempre esperavam e o dinheiro não abundava, mas no entanto havia dinheiro para um computador e para ter Internet em casa. O filho, mimado como era, passava a maior parte das noites acordado, toda a noite, ali, em frente ao computador. Não se sabia muito bem onde andava, nem com quem, só se sabia que de manhã estava sempre bem disposto e saia à hora para a faculdade, bem como o pai, que nem tomava banho, só quando voltava do trabalho, ao final do dia.
Sendo uma família normal e cheia de normas, como qualquer outra, nada era deixado ao acaso, sempre que houvesse algum tipo de desavença familiar, teria que ser resolvida com castigos, castigos esses que passavam por limpeza de casas de banho durante um mês e coisas do género. Para este caso não havia castigo possível, não haveria nada que pudesse prever, ou precaver, ou até mesmo castigar, o que se passava naquele quarto durante quatro meses, nada seria esquecido, tudo seria posto preto-no-branco, em pratos limpos. A mulher respeitada, uma prendada mulher de família e boa dona de casa, não sabia por onde começar, nem sabia muito bem para onde começar, ou por onde acabar, diga-se que tudo lhe parecia difícil de acreditar, não podia ser possível, não seria nada que fosse concebível, pelo menos para uma família como aquela. Mesmo para outro tipo de família em que as regras podem ser diferentes, mas iguais, seria muito estranho um comportamento daqueles.
Sem dar por isso, um dia, aliás, numa noite, o rapaz, numa pesquisa por assuntos de índole mais rebuscada, tendo como tema, assuntos menos próprios para uma consulta caseira, ou que se pudesse dizer que estaria dentro dos parâmetros aceitáveis pelas regras aceites pelo contrato de ter Internet em casa à borla e às custas dos papás. Essa pesquisa, a qual não podemos revelar por estar ela também fora dos térmites acordados com este blog, não podendo ser, por si só, revelada desta forma. Em breves mas afincadas palavras, será revisto nos próximos textos a serem publicados, tanto neste como nos blogs adjacentes. Posso no entanto revelar, ou até quiçá, levantar um pouco do véu e dizer em uníssono, o teor da pesquisa não interessa a pessoa com fraca disponibilidade para assuntos menos interessantes.
O pai estava rendido à prática matinal, os olhos esbugalhados, raiados de sangue, pelo sono mal dormido, não evitavam o monitor, brilhante, quase translúcido, que penetrava no seu glóbulo ocular, fazendo entrar a luz e iluminando toda a fronte. O filho, que digitava letras à velocidade da luz, ia dizendo palavras com sentido dúbio, mas que tinham sons agradáveis. O ritmo era alucinante. A cada minuto que passava adensava-se mais e repetiam-se alguns. Fija era em larga escala o mais dito.
Há coisas que não se explicam, nem se tentam entender, dão-se a explicar e mostram-se como funcionam. Fija o Deus ou como na gíria é chamada a Deusa, é um ser, ou um ente que faz ver o que nada pode ser ouvido, dito, ou até mesmo saboreado. Sendo um Deus alado, ou amarrado, teremos que explicar como se fosse ontem, o que significa Fija. Fija: Deus. Assim como assim, e sem grandes explicações, vamos tendo o contacto com Ele e vamo-nos apercebendo que é uma Ela, e porquê? Pelo cheiro. E foi precisamente isso que fez a nossa pobre mulher dona de casa, incompreendida pela sociedade actual, que lhe provocou todo o seu espanto, aliás, o seu e de outra pessoa, visto ser assim tanto o espanto.
Antes de penetrar, já se sentia o calor, era intenso e ao mesmo tempo tolerável, visto que vinha revestido por uma leve película de ar, ar esse que era forçado e fresco. Pela forma como o fazia, dava indícios de não ser a primeira vez, bem como não ser a última, visto que no rosto detinha um misto de dor, mas ao mesmo tempo, e isto é interessante, não sabendo qual o tipo de dor, ou prazer que poderia advir. Ora se a prática era largamente repetida diariamente, durante tanto tempo, porque razão é que um homem adulto, pai de filhos, aliás, filho, teria receio do quer que fosse? Assim, não sabendo como recusar, o pai extremoso, metia o seu órgão fecal na entrada do monitor e o filho, entusiasta, ouvia os relatos de outros cibernautas, que numa só voz diziam: Serradura!
Este é o culminar de dois anos de investigação. Todos os envolvidos, nos processos de fecalidade da serradura, com descarga de iões, foram detidos e observados. Alguns ainda sentem o que se pode chamar de Fijaneira, ou seja o acto divino de sentir o que só pode ser sentido pelo Deus.
Um homem de seu nome Bento, fazia todos os dias o mesmo ritual, acordava, calçava as pantufas e ia para o quarto do filho. A mulher que estranhava tal comportamento, uma das vezes acompanhou-o. Quando entrou no quarto e ao ver tal acontecimento, estremeceu. Os seus olhos esgazeados enganavam-na, não podia ser, o que via era mentira. Nada de igual de vira numa casa de família respeitada.
Nem tudo corria como sempre esperavam e o dinheiro não abundava, mas no entanto havia dinheiro para um computador e para ter Internet em casa. O filho, mimado como era, passava a maior parte das noites acordado, toda a noite, ali, em frente ao computador. Não se sabia muito bem onde andava, nem com quem, só se sabia que de manhã estava sempre bem disposto e saia à hora para a faculdade, bem como o pai, que nem tomava banho, só quando voltava do trabalho, ao final do dia.
Sendo uma família normal e cheia de normas, como qualquer outra, nada era deixado ao acaso, sempre que houvesse algum tipo de desavença familiar, teria que ser resolvida com castigos, castigos esses que passavam por limpeza de casas de banho durante um mês e coisas do género. Para este caso não havia castigo possível, não haveria nada que pudesse prever, ou precaver, ou até mesmo castigar, o que se passava naquele quarto durante quatro meses, nada seria esquecido, tudo seria posto preto-no-branco, em pratos limpos. A mulher respeitada, uma prendada mulher de família e boa dona de casa, não sabia por onde começar, nem sabia muito bem para onde começar, ou por onde acabar, diga-se que tudo lhe parecia difícil de acreditar, não podia ser possível, não seria nada que fosse concebível, pelo menos para uma família como aquela. Mesmo para outro tipo de família em que as regras podem ser diferentes, mas iguais, seria muito estranho um comportamento daqueles.
Sem dar por isso, um dia, aliás, numa noite, o rapaz, numa pesquisa por assuntos de índole mais rebuscada, tendo como tema, assuntos menos próprios para uma consulta caseira, ou que se pudesse dizer que estaria dentro dos parâmetros aceitáveis pelas regras aceites pelo contrato de ter Internet em casa à borla e às custas dos papás. Essa pesquisa, a qual não podemos revelar por estar ela também fora dos térmites acordados com este blog, não podendo ser, por si só, revelada desta forma. Em breves mas afincadas palavras, será revisto nos próximos textos a serem publicados, tanto neste como nos blogs adjacentes. Posso no entanto revelar, ou até quiçá, levantar um pouco do véu e dizer em uníssono, o teor da pesquisa não interessa a pessoa com fraca disponibilidade para assuntos menos interessantes.
O pai estava rendido à prática matinal, os olhos esbugalhados, raiados de sangue, pelo sono mal dormido, não evitavam o monitor, brilhante, quase translúcido, que penetrava no seu glóbulo ocular, fazendo entrar a luz e iluminando toda a fronte. O filho, que digitava letras à velocidade da luz, ia dizendo palavras com sentido dúbio, mas que tinham sons agradáveis. O ritmo era alucinante. A cada minuto que passava adensava-se mais e repetiam-se alguns. Fija era em larga escala o mais dito.
Há coisas que não se explicam, nem se tentam entender, dão-se a explicar e mostram-se como funcionam. Fija o Deus ou como na gíria é chamada a Deusa, é um ser, ou um ente que faz ver o que nada pode ser ouvido, dito, ou até mesmo saboreado. Sendo um Deus alado, ou amarrado, teremos que explicar como se fosse ontem, o que significa Fija. Fija: Deus. Assim como assim, e sem grandes explicações, vamos tendo o contacto com Ele e vamo-nos apercebendo que é uma Ela, e porquê? Pelo cheiro. E foi precisamente isso que fez a nossa pobre mulher dona de casa, incompreendida pela sociedade actual, que lhe provocou todo o seu espanto, aliás, o seu e de outra pessoa, visto ser assim tanto o espanto.
Antes de penetrar, já se sentia o calor, era intenso e ao mesmo tempo tolerável, visto que vinha revestido por uma leve película de ar, ar esse que era forçado e fresco. Pela forma como o fazia, dava indícios de não ser a primeira vez, bem como não ser a última, visto que no rosto detinha um misto de dor, mas ao mesmo tempo, e isto é interessante, não sabendo qual o tipo de dor, ou prazer que poderia advir. Ora se a prática era largamente repetida diariamente, durante tanto tempo, porque razão é que um homem adulto, pai de filhos, aliás, filho, teria receio do quer que fosse? Assim, não sabendo como recusar, o pai extremoso, metia o seu órgão fecal na entrada do monitor e o filho, entusiasta, ouvia os relatos de outros cibernautas, que numa só voz diziam: Serradura!
Este é o culminar de dois anos de investigação. Todos os envolvidos, nos processos de fecalidade da serradura, com descarga de iões, foram detidos e observados. Alguns ainda sentem o que se pode chamar de Fijaneira, ou seja o acto divino de sentir o que só pode ser sentido pelo Deus.
A solidão
Nestes dias de solidão há sempre duas coisas que me assolam o espírito; o que serei daqui para a frente e como vou ter que entrar em casa com chaves.
Uma coisa de cada vez…
Primeiro as chaves.
Ora bem, se não as tiver não terei que ter fechadura e assim deixarei as portas abertas para outros penetrarem nos meus aposentos e fazerem o que bem entenderem, mas no entanto há coisas que não posso deixar assim, para que todos possam roubar e assim deixarem de ser minhas. Não adiantando muito este raciocínio bacoco, vamos ao que interessa. Vou mudar de casa e estou indeciso com as fechadura que meta, se de 5 voltas e com uma porta mais ranhosa, ou de 2 voltas mas com uma porta muita forte. O que me aconselham? Eu estou mais a pender para uma com as duas coisas, mas não queria meter isso agora ao barulho, muito menos queria que se soubesse.
Segundo, como serei daqui para a frente.
Ora, se não sei muito bem como fui até agora, o ser daqui para a frente é mais ou menos a mesma coisa. No entanto há rasgos de luz na minha alma, que indicam o meu ser, a minha personalidade, mas como não gosto do que vejo, tento disfarçar e dizer que é uma realidade paralela que não compreendemos. Mesmo assim as questões ficam resolvidas sempre que atravesso estes períodos, não sabendo muito bem nem como, nem porquê, mas também o que é que isso interessa…? Sendo urgente, será assim.
A concludência da razão leva-nos a dizer:
“Entra como entrares, terás sempre um futuro lindo, como oh caraças!”
Mija na Escada II
Uma coisa de cada vez…
Primeiro as chaves.
Ora bem, se não as tiver não terei que ter fechadura e assim deixarei as portas abertas para outros penetrarem nos meus aposentos e fazerem o que bem entenderem, mas no entanto há coisas que não posso deixar assim, para que todos possam roubar e assim deixarem de ser minhas. Não adiantando muito este raciocínio bacoco, vamos ao que interessa. Vou mudar de casa e estou indeciso com as fechadura que meta, se de 5 voltas e com uma porta mais ranhosa, ou de 2 voltas mas com uma porta muita forte. O que me aconselham? Eu estou mais a pender para uma com as duas coisas, mas não queria meter isso agora ao barulho, muito menos queria que se soubesse.
Segundo, como serei daqui para a frente.
Ora, se não sei muito bem como fui até agora, o ser daqui para a frente é mais ou menos a mesma coisa. No entanto há rasgos de luz na minha alma, que indicam o meu ser, a minha personalidade, mas como não gosto do que vejo, tento disfarçar e dizer que é uma realidade paralela que não compreendemos. Mesmo assim as questões ficam resolvidas sempre que atravesso estes períodos, não sabendo muito bem nem como, nem porquê, mas também o que é que isso interessa…? Sendo urgente, será assim.
A concludência da razão leva-nos a dizer:
“Entra como entrares, terás sempre um futuro lindo, como oh caraças!”
Mija na Escada II
Para ti!
Mesmo
Olá!
Digo-te hoje que estás ai deitada, que não me vês, dormes o sono profundo, sem saberes que te Adoro, que de miro, que te vejo, e revejo, não consigo abafar um sorriso.
Depois, como que sentido, como que sabendo que o meu olhar te penetra na carne e te fere, abres um e, depois o outro, toda a sua cor erradia a tua cara, perguntas: O que foi? E respondo: nada… é só que te Adoro!
O gesto
Fecho os olhos
e sinto o leve
toque
dos teus lábios,
doces, meigos,
sedentos de mais, e mais,
sem parar, não para,
e mais,
recuo,
lindos, olho,
nos teus olhos, sorris,
encho a mão e toco-te da face,
encho-a, preencho-a,
fechas os lindos num movimento
muito suave
e sorris,
sinto a tranquilidade, a felicidade,
a minha face transforma-se,
sinto-me a flutuar, no ar,
a voar,
sinto a tua paz, que sorris faz,
a tua calma, na minha alma,
nada mais interessa, não há mais conversa,
só o gesto,
este…
Olá!
Digo-te hoje que estás ai deitada, que não me vês, dormes o sono profundo, sem saberes que te Adoro, que de miro, que te vejo, e revejo, não consigo abafar um sorriso.
Depois, como que sentido, como que sabendo que o meu olhar te penetra na carne e te fere, abres um e, depois o outro, toda a sua cor erradia a tua cara, perguntas: O que foi? E respondo: nada… é só que te Adoro!
O gesto
Fecho os olhos
e sinto o leve
toque
dos teus lábios,
doces, meigos,
sedentos de mais, e mais,
sem parar, não para,
e mais,
recuo,
lindos, olho,
nos teus olhos, sorris,
encho a mão e toco-te da face,
encho-a, preencho-a,
fechas os lindos num movimento
muito suave
e sorris,
sinto a tranquilidade, a felicidade,
a minha face transforma-se,
sinto-me a flutuar, no ar,
a voar,
sinto a tua paz, que sorris faz,
a tua calma, na minha alma,
nada mais interessa, não há mais conversa,
só o gesto,
este…
Para alguém que conheci recentemente
A tenebrosa sensação de te ter conhecido,
de saber
que te podia ajudar a chegar
a sentir,
de saber
que estás a ser usada, mal amada
por alguém
que não te merece, que te esquece
que não te ouve,
que te usou e vai usar, que vai-te fazer chorar
pois tu estás,
mas há alguém que não está,
vais ver, vai se assim,
senti.
de saber
que te podia ajudar a chegar
a sentir,
de saber
que estás a ser usada, mal amada
por alguém
que não te merece, que te esquece
que não te ouve,
que te usou e vai usar, que vai-te fazer chorar
pois tu estás,
mas há alguém que não está,
vais ver, vai se assim,
senti.
quarta-feira, 3 de maio de 2006
Desafio do mês!
Baby's On Fire (Eno)
Appears on:
Warts 'N' All
Baby's On Fire
Miserable Sinners
Sleeper
Marc Riley - Guitar, Vocals
Pete Keogh - Bass
Paul Fletcher - Guitar, Organ
Eddie Fenn - Drums
Baby's on fire
Better throw her in the water
Look at her laughing
Like a heifer to the slaughter
Baby's on fire
And all the laughing boys are bitching
Waiting for photos
Oh the plot is so bewitching
Rescuers row, row
Do your best to change the subject
Blow the wind blow Joe
Lend some assistance to the object
If you'd be my flotsam
I could be half the man I used to
They said you were hot stuff
And that's what baby's been reduced to
The need to have fun
Very clever with maracas
Making their fortune
Selling second-hand tobaccos
We danced at Chico's
And when the fires started bitching
He empties their ashtrays
And pockets all that he's collected
My baby's on fire
And all the instruments agree that
Her temperature's rising
And any idiot would know that
Quem conhece?
Quem tem?
Fica aqui mais uma letra:
Appears on:
Rock 'N' Roll Liquorice Flavour
Sleeper
Marc Riley - Vocals, Guitar
Eddie Fenn - Drums, Guitar, Piano
Phil Roberts - Bass, Vocals
Mark Tilton - Guitar
Simon Taylor - Guitar
With three hundred nippers, nothing but truckers
The Creepers are failed stadium rockers
Lowest speed with the Spanish flag
Orange trees and spotted flasks
Oh Mickey you're so fine
You're so fine you blow my mind
Hey Mickey
Hey Mickey
Man was turned out 4 AM
I was screwed and so were the men
Rocking hard, rocking scene and the cattle man's cattle as your cattle scream
Americans are all the same
Johnny Lennon and mind games
We did this, he said that
Wear Americano baseball caps
Pardon me, 2 AM Spanish girls meet UK men
Asked his name, then he told her treat her to a qualified dog on my shoulder
Oh mercy mercy my sea of keys like sucking lemons from a lemon tree
Lets go and stone that Doctor Death chasing donkeys to his dying breath
None of this we could see, the Daily Mirror has been lying to me
Oh Mickey you're so fine
You're so fine you blow my mind
Hey Mickey
Hey Mickey
I've always been a rocker, rarely a raver, all my records are liquorice flavour
On my guitar and half way smashed and I wouldn't play a gig in a plastercast
Get my guitar, some make like it
It's only rock 'n' roll that's the way I like it
Two damn nippers aiming shockers
Deep river stadium rockers
Well two thousand nippers aiming shockers
The Creepers are stadium rockers
E porque hoje não é um dia especial...
Atenção à locução Inglesa.
Um grande, grande amor - Festival da canção - José Cid
Ice Tea 1 - Vindo do nada! - José Cid
Ice Tea 2 - Sem comentários - José Cid
Um grande, grande amor - Festival da canção - José Cid
Ice Tea 1 - Vindo do nada! - José Cid
Ice Tea 2 - Sem comentários - José Cid
Ontem, hoje e depois de amanhã.
Considerando a consideração considerada, terei que considerar a consideração considerada, tendo em conta que a consideração pode muito bem ser considerada, ou não.
Tendo este objectivo como razão, terei que encontrar algo que torna este factor um meio de chegar a uma conclusão, elaborada tendo como base factos e artefactos, ensinados em largos colóquios organizados por nós, ou pelos outros.
Em caso algum poderemos tirar dúvidas.
Sabe-se se antemão, que à partida tudo é conhecido, tudo é sabedoria pura, sem acrescento de qualquer entidade exterior, que altere, que ultraje a ideia primária, a ideia prima, a que nunca foi pensada, a que será identificada sempre como a que foi.
És um tolo! Sabes que tudo será sempre como foi até aqui, tudo será como sempre pensaste que seria diferente, será tudo igual, mas diferente. És um tolo! Não consegues entender o que te digo? És tu que achas que deveria ser diferente, mas tudo será igual, mas diferente, pois que querias de fosse igual, no entanto, será diferente e será sempre assim. És um tolo!
Ingredientes:
Um ovo
Um colher de sopa de margarina
Um punhado de mel
Um quilo de maionese (barata)
Dois tubos de gelo
Preparação:
Junta-se tudo.
No mês, no dia e na hora, que te vi, não te achei, encontrei um pessoa fria, cheia de olheiras, de maus cheiros. Agora... não sei.
Tendo este objectivo como razão, terei que encontrar algo que torna este factor um meio de chegar a uma conclusão, elaborada tendo como base factos e artefactos, ensinados em largos colóquios organizados por nós, ou pelos outros.
Em caso algum poderemos tirar dúvidas.
Sabe-se se antemão, que à partida tudo é conhecido, tudo é sabedoria pura, sem acrescento de qualquer entidade exterior, que altere, que ultraje a ideia primária, a ideia prima, a que nunca foi pensada, a que será identificada sempre como a que foi.
És um tolo! Sabes que tudo será sempre como foi até aqui, tudo será como sempre pensaste que seria diferente, será tudo igual, mas diferente. És um tolo! Não consegues entender o que te digo? És tu que achas que deveria ser diferente, mas tudo será igual, mas diferente, pois que querias de fosse igual, no entanto, será diferente e será sempre assim. És um tolo!
Ingredientes:
Um ovo
Um colher de sopa de margarina
Um punhado de mel
Um quilo de maionese (barata)
Dois tubos de gelo
Preparação:
Junta-se tudo.
No mês, no dia e na hora, que te vi, não te achei, encontrei um pessoa fria, cheia de olheiras, de maus cheiros. Agora... não sei.
Vi-te e não comi-te
Chegas de fininho, não dizes nada, ficas especada a olhar o meu mastro, sem saber o que dizer, sem saber o que fazer, pois minha querida amiga, corta-o, faz dele o teu objecto de tortura, faz dele o teu desejo mais profundo de o crer ter entalado, e não conseguir, de crer ter um e ter medo de pedir, de ter medo de não conseguir, de ter medo de se vir, em espasmos gigantes.
Encara a tua natureza, o teu corpo está pronto, o meu não, está morto.
Encara a tua natureza, o teu corpo está pronto, o meu não, está morto.
segunda-feira, 24 de abril de 2006
Um dia não são dias.
Menbrus de váriaz côres, saltão pêla boqa do qazal que extá na primaeira fíla, hagarrados a um perú xeio de pêlu vêrde, ou laramja, depenendendo da ora do dia ou da nôite eixcura que nen bréu, eixcura, ou clara, numca se sabe baim cômu vírá, ou puderá vir a aparesser, se de cálsas se de calsões, sabece só que vaim, e vai, vai e vaim de dentru para fóra, como o sangue vermalho, da côr de uma róza murxa pêlo calôr intenço que fas aqui fora, lá demtro extaría melhór, mas não podemus, extá muinta jente, faeia, chaeia de ropa de Invernu, acotuvelão-se por um pequenu expasso de ar chaeio de fumu de xarutu, Cúbano ou Americâno, tamto fas, dexde que ce fume e daeite mau chaeiro, ou bom, côm a prima, ou côm a irmam, ésta manham, fomus todus para a igraeija, vextidus de ingual, ou saeija, cem ropa, o pádre adoro-ou o prezemte que daeixamos na saníta, éra grande!
Senta-te aqui e pensa bem, mas pensa bem.
Senta-te aqui e pensa bem, mas pensa bem.
terça-feira, 18 de abril de 2006
A god in an alcove - Bauhaus
Tem a famosa (famosa para quem conhece, é claro) cena com o strobe de luz.
segunda-feira, 17 de abril de 2006
Love will tear us apart - Joy Division
Acho que hoje vai-me dar uma coisinha má... :)))
Será que há mais?...
Mais uma vez, thank you very much! ;)
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A formiga mais perigosa do mundo, Myrmecia pyriformis!