segunda-feira, 30 de janeiro de 2006

Bom dia Dona vizinha. Amanhã vai doer!

Para comemorar um facto histórico, resolvi ir à FNAC da Baixa fazer um coisa que me dá um grande prazer, comprar música.

Comprei:
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Andava há anos atrás deles!

Comprei também mais 3 CDs dos NoMeansNo.
One – CD de 2000
The people choice – ao livo
Generic shame – EP

e…
Shellac
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LP de 1994.

Ah! Outra coisa... Foi a segunda vez na minha vida que vi nevar, é bonito! Bati duas à conta!

sábado, 28 de janeiro de 2006

Deixa-me ir ao cú?

Seja ele verde ou branco, terás que chegar à mesma conclusão que eu, nada, mas nada faria prever os acontecimentos passados na semana de 14.
Sendo a mesma semana da avaliação das condições previstas para a criação da infra-estrutura principal, seria de expectar uma resposta positiva, no entanto, e para gáudio de alguns, bem juntos do centro de decisão, a resposta foi bem negativa, abalando toda a administração. Os mais ligados ao futuro, ficaram incrédulos, já os outros, os do centro de decisão, mais conservadores, vão dando sorrisos incomodativos.
Passo a fazer um breve resumo das actividades passadas e que levaram à resposta negativa: No dia primeiro, todos os interessados estavam em consonância, havendo quórum necessário para avançar, pelo menos 2/3. Ao quarto dia, as negociações ficaram desde logo comprometidas quando o Presidentes do Conselho de Administração, se opôs ao uso de certas contramedidas, alegando falta de tacto empresarial. Foi o descalabro, nem mesmo o bom relacionamento, de já longa data, fez com que a proposta fosse aceite. Tendo em conta tudo o que estava na mesa das negociações, o Administrador, deu-se por vencido e prosseguiu a boa administração que vinha desempenhando até á data. Outras formas de atingir os resultados finais são sempre bem desempenhadas. Assim sendo e para não criar um clima de instabilidade, a Administração administrou: Se não conseguimos com os colaboradores internos o que estava acordado ao primeiro dia de conversações, somos forçados a passar esta actividade para o outsourcing, sem olhar a gastos, podendo assim escolher um bem melhor.

Bom dia!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2006

Euronews (Desculpa o plágio Extravaganza)

Gasolina 95 sem chumbo - 0.993€
Gasóleo normal - 0.992€

Ontem, Espanha.

Sem comentários mesmo...

quarta-feira, 25 de janeiro de 2006

Sem nome

Migalha de pão que cai no chão
Arranha céus coberto de véus
Mesa de café coberta de fé
Mama cheia de fina areia
Olho vivo, olho comido
O maneta era perneta
Dedos do pé, não é?
Atalhos, trabalhos
Sangra e manca
Grito aflito
Rio riu!

Bestial! Ó anormal...!

terça-feira, 24 de janeiro de 2006

Lost Highway 2

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Sai, procurei-te,
não estavas,
continuei, procurei,
fui pela estrada,
aquela estrada, sim essa,
depressa,
com a sensação que lá estavas,
mas não,
foi um engano,
não era essa a estrada, estava fechada,
era de noite, ia muito depressa e não vi,
não te vi,
porque eu estava na estrada, sim nessa estrada,
mas não te vi.

Foi ontem!!!

Marquei o meu primeiro golo! Foi uma sensação estranha, foi tipo: era só preciso fazer isto?

Mas soube muito bem!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2006

O que está na moda

Retro isto, retro aquilo, pois aqui vão algumas músicas em single (tenhos todos) bem retro.

(A Play list, lados A e por esta ordem)

Rock Steady Crew:
Lado A – Hey you!
Lado B- Hey you! (Instrumental)

Malcom MacLaren
Lado A – Madame Butterfly
Lado B – First couple out

Malcom MacLaren:
Lado A – World’s famous supreme team
Lado B – Bu... buffalo gals

Maimi Sound Machine:
Lado A – Dr. Beat
Lado B – When someone comes into your life

Communards:
Lado A – Don’t leave me this way
Lado B – Sanctified

Culture Club:
Lado A – Do you really want to hurt me
Lado B – Do you really want to hurt me (Dub version)

Star Ship:
Lado A – It’s note over (‘til it’s over)
Lado B – Babylon

Men at work:
Lado A – Down under
Lado B – Helpess automation

Peter Tosh:
Lado A – Jonhy B. Goode
Lado B – Peace treaty

Racey:
Lado A – Runaround Sue
Lado B – Hold me close

David Bowie, Mick Jagger::
Lado A – Dancing in the Street
Lado B – Dancing in the Street (Instrumental)

Ferry aid:
Lado A – Let it be
Lado B – Let it be (gospel jam mix)

Ashford & Sipson:
Lado A – Solid
Lado B – Solid (instrumental)

Status Quo:
Lado A – In the army now
Lado B – Heartburn

Dexy’s midnight runners & The esmerald express:
Lado A – Come on Eilen
Lado B – Dubios

Huey Lewis and The News:
Lado A – The power of love
Lado B – Bad is bad

Toto:
Lado A – África
Lado B – We made it

Duran Duran:
Lado A – Hungry like the wolf
Lado B – Carless memories (live)

The cars:
Lado A – Tonight she comes
Lado B – Just what I needed

José Cid:
Lado A - Bem-me-quer, mal-me-quer, muito pouco e nada.
Lado B – O Fado Nossa Senhora de Nossa Senhora (Fado cigano)

Robin Gibbs:
Lado A – Boys do fall in love
Lado B – Diamonds

Heart:
Lado A – What about love?
Lado B – Heart of darkess

Reo:
Lado A – Can’t fight this feeling
Lado B – Break his spell

The flying pickets:
Lado A – Only you
Lado B – Disco down

Century:
Lado A – Lover why
Lado B – Nigel understand

Paul McCartney:
Lado A – No more lonely nights
Lado B – No more lonely nights (instrumental)

Madonna
Lado A – Crazy for you
Lado B – Sammy Hager - I’ll fall in love again

Jonh Farnham:
Lado A – You’re the voice
Lado B – Going, going, gone

Kim Wilde:
Lado A – Dancing in the dark
Lado B – Back street driver

Anne Murray:
Lado A – Hey babby!
Lado B – Song for the Mira

Kim Carnes:
Lado A – Bette Davis eyes
Lado B – Miss you tonight

Olivia Newton Jon:
Lado A – Twisted of fate
Lado B – Dolly Parton – Joline

Juice Newton:
Lado A – Heardin from a heartache
Lado B – Angel of the morning

Donna Summer:
Lado A – She works for the money
Lado B – I do believe


Outras:
Bobbu – Banda sonora original do filme (Indiano):
Lado A – Main shair to Nakin
Lado A – Beshank mandir masjid todd
Lado B – Chabi kho jue
Lado B – Ankiyon ko rahu de

Carlos Zel:
Lado A – A minha primeira cantiga (alari-lari-lolé)
Lado A – Meu amor morre no mar
Lado B – Criança não creia, não
Lado B – Sonho louco

José Afonso:
Lado A – Grandola Vila morena
Lado A – Moda do entrudo
Lado B – Traz outro amigo também
Lado B – Carta a Miguel D jéje

Isto sim é Retro-music, não é o que passam no Incógnito nas noites de retro...

Como um amigo meu diz e com razão: Retro-kitsh é má música dos anos 80 e que agora todos gostam.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2006

Grogue

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Estou... estou muito grogue. Já andei por metade da cidade, não há ninguém, entrei em quase todos os cafés, bares, discotecas, restaurantes, eu sei lá, um infindável número de locais onde as bebidas alcoólicas abundam. Bebi de tudo, tudo o que já tinha experimentado e mais o que nunca tinha, tudo! Não paguei, nada, não consegui, não há ninguém, não há pessoas, animais, nada, nem os cabrões dos pombos! Já andei de táxi, estavam todos, meias dúzia deles na praça, todos ligados, sem ninguém por perto. Não sei por onde andei. Que estranho. Porque razão é que estou todo molhado nas partes baixas? Grande merda! Estou a sonhar e já me mijei!!! Estou mesmo grogue...

sábado, 14 de janeiro de 2006

Para certas e determinadas pessoas...

Palhaço é a cona da tua tia pá!!! Vai-te foder! Puta de merda!!!

(Pronto, agora posso ir dormir descansado) :)

quinta-feira, 12 de janeiro de 2006

Filme a não perder!

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REVOLVER

Sobre o filme

Guy Ritchie, no seu melhor.

Foi neste banco

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Foi neste banco,
Que te enchi de beijos
Foi neste banco,
Que te enchi de gracejos
Foi neste banco,
Que te amei pela primeira vez
Foi neste banco,
Que te vi pela primeira vez
Foi neste banco,
Que te pedi
Foi neste banco,
Que te menti
Foi neste banco,
Que te perdi
Foi neste banco,
Que te amei
Foi neste banco,
Que te matei!

Agora? Guardo-te no congelador...

terça-feira, 10 de janeiro de 2006

Luz e a água

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Vem.
Vem apanhar a luz.
Beber a água.
Sentir o frio.
Ficar no Rossio.
(Sempre que escrevo estas palavras saem pequenas gotículas de ranho pelo nariz. Tento me assuar, mas não consigo. Os braços estão presos às mãos, que por sua vez têm os dedos nas pontas. Não compreendo, não sei para que servem. Já me explicaram mas não ouvi, não quis saber.)

Excerto (metade) do livro: Regras de saber ouvir um gajo chato.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2006

Oh bacano!

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Deves ter a mania da alturas não? Estás sempre ai do alto a arrotar postas de pescada, e vir cá abaixo?! ‘tá escasso!! Sabes muito! Mas também te digo, dai não cheiras nem metade das gajas boas que andam aqui por baixo, paneleiro! Ai essa perninha, essa perninha, não enganas ninguém pá!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2006

Sem comentários...

Tok Stok

A casa dos meus avós.

Lembro-me quando era pequeno, depois da escola vinha para casa dos meus avós na cidade e brincava, corria, pulava, éramos tantos, tantos!
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Depois de Verão, lá ia eu para a aldeia. O rio a praia, o campo.
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Que bela vida! Ainda hoje faço o mesmo...

quinta-feira, 5 de janeiro de 2006

A barca.

Rio Douro – Agosto de 2005
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A barca.

Esta barca que transporta as almas, vivas
e outras
que apesar de se acharem bem vivas,
se encontram mortas,
mortas por dentro, sem rumo,
sem vida,
sem alento,
sem pingo de
energia.

terça-feira, 3 de janeiro de 2006

Esta é do ano passado.

A última vez que falei contigo estavas todo irritado e sem razão para dizer que vinhas depressa com o carro de linhas agarrado às mãos, sim porque nada pode ser como seria se todos nós andasse-mos agarrados uns ao outros pelo joelho. Entra e sai pela janela da casa de banho mesmo que não tenha, vem comigo e canta aos 7 ventos, deixa de ser hipócrita e entra logo a matar! Nada e tudo, a que horas? Nada e tudo contigo ou sem mim. Entro de repente na cabina telefónica, daquelas novas, com porta de papel, e quem estava lá? Eu sei quem estava, mas não posso dizer, nem quero saber se alguém também sabe, eu sei e isso basta para parar de comer morango no inverno. Sabem mal...

Para ouvir até fazer mal!

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Death From Above 1979

Vi-os no Paredes de Coura 2005, já me tinham sido apresentados, mas agora, e fruto do acto "pirata", estou a devorá-los!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2005

Corpse Bride

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Corpse Brid

Fui ver a estreia. Muito bom! Cada vez gosto mais deste realizador.

Últimos cartuchos

1-
Se queres mesmo saber
Nada irá acontecer
Eu sei
Eu sinto
Eu nunca errei
Eu nunca minto
Mas se queres mesmo saber
Tudo irei fazer para não saber

A questões, são como as gotas de água
Quando caiem molham, mas depois secam.

Queres mesmo saber?

2-
Na tristeza
E na alegria
Há uma certeza
Tudo acontece por magia

quarta-feira, 28 de dezembro de 2005

Boas festas...

Neste noite de lua cheia, não me pareces nada feia
Já o que trazes ao pescoço, não me parece bem um osso
Deve ser mais um penduricalho, ou será o meu caralho?

Anda sempre cheia, sempre com ela na veia
Trazia o papo vazio, mais ah puta que a pariu
Disse-lhe para trazer água e traz-me mágoa!

Conheci o teu amigo armeiro, esse grande paneleiro
Tinha um buraco na popa e não comia sopa
Fazia umas valentes mamadas, mas nunca as deixa acabadas.

Em meia dúzia de palavras, descrevo o Marco Chagas
Andava de bicicleta e tinha sempre a perna aberta
Não tinha um colhão, ou esse era o outro irmão?

És prima do Valente? A que tem sempre a sopa quente.
Ou és prima do Serafim? A que diz sempre que sim.
Já sei! És a cunhada de sicrano, enteada de beltrano.

domingo, 25 de dezembro de 2005

E porque hoje é dia de Natal...

...e estou com uma neura daquelas, aqui vai o meu momento de Narcisismo.

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Boa noite...

domingo, 18 de dezembro de 2005

Gu gu gá gá...

Au áre iu doing? Aime faine danques! Sou came one lets gou. If iu are de une iu are de moste biutiful persone in de uorld, ou iess!

Isto foi o que a minha amiga Marilia Ferreira disse ao beto que estava encostado ao poste da discoteca. Resultado: uma corrida para apanhar o táxi e o meu amigo Silva a pedir duas emperiais às 5 da manhã num sítio qualquer.

Irguevesto! Não é?

sexta-feira, 16 de dezembro de 2005

Vamos apoiar o candidato Vieira, vamos todos para a Tabaqueira

Vamos força, queremos Cavaco na forca!

Vamos por as rosas murchas, vamos matar o Chuchas!

Vamos ver quem se segue, desde que não seja o Alegre!

Por isso digo de peito inchado, Vieira, Vieira, Vieira tens que cantar o Fado!

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Vieira 2006
Actualizado!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2005

Ora vamos lá arrepiar mais um bocado. :)

A fábrica de camisolas
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Jo prazer JR, na fábrica de camisolas
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Os 3 da vida
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Olha que dois!
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Que pose, que estilo!
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Quem é? :)
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Esta praia é linda!!!
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E por agora basta para borrar alguns... AHAHA!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2005

Bocage

Poema num só canto.

Argumento

Quando o preto Ribeiro entregue ao sono
Jazia, lhe aparece o deus Priapo;
E com uma das mãos por ser fanchono,
Lhe agarra na cabeça do marsapo;
Oferece-lhe depois um belo cono,
Cono sem cavalete, gordo e guapo;
Casa o preto, e a mulher, por fim de contas,
Lhe põe na testa retrocidas pontas.

Canto único

I
Acções famosas do fodaz Ribeiro,
Preto na cara, enorme no mangalho,
Eu pretendo cantar em tom grosseiro,
Se a musa me ajudar neste trabalho:
Pasme absorto escutando o mundo inteiro
A porca descrição do horrendo malho,
Que entre as pernas alberga o negro bruto
No lascivo apetite dissoluto.

II
Oh! Musa galicada e fedorenta!
Tu, que às fodas de Apolo estás sujeita,
Anima a minha voz, pois hoje a tudo intenta
Cantar esse mangaz, que a tudo arreita:
Desse vaso carnal que o membro aguenta,
Onde tanta langonha se aproveita,
Um chorrilho me dá, oh musa obscena,
Que eu com rijo tesão pega na pena.

III
Em Tróia de Setúbal, bairro inculto,
Mora o preto castiço, de quem falo;
Cujo nervo é de sorte, e tem tal vulto,
Que excede o longo espeto de um cavalo:
Sem querer nos calões está oculto,
Quando se entesa o túmido badalo
Ora arranca os botões com fúria rija,
Ora arromba as paredes quando mija.

IV
Adorno hirsuto ríspido pentelho
Os ardentes colhões do bom Ribeiro,
Que são duas maçãs de escaravelho,
Não digo na grandeza, mas no cheiro:
Ali piolhos ladros tão vermelho
Fazem com dente agudo o pau do leiteiro,
Que o cata muito vez; mas ao tocar-lhe
Logo o membro nas mãos entra a pular-lhe.

V
Os maiores marsapos do universo
À vista deste para traz ficaram:
E de novo Martinho em prosa e verso
Mil poetas a porra decantaram:
Quando ainda o cachorro era de berço
Umas moças por graça lhe pegaram
Na pica já taluda, e de repente
Pelas mãos lhe correu a grossa enchente.

VI
De Plifemo o nervo dilatado,
Que intentou escachar a Galateia,
Pelo mundo não deu tão grande brado
Como a porra do preto negra e feia:
Da Cotovia o bando galicado
Com respeito mil vezes o nomeia,
E ao soberbo estardalho do selvagem
As putas todas rendem vassalagem.

VII
O longo e denso véu da noite escura
Das estrelas bordado já se via;
E em rota cama a horrenda criatura
Os tenebrosos membros estendia:
Do caralho a grandíssima estatura
Com os lençóis encobrir-se não podia,
E a cabeça fodaz de fora pondo
Fazia sobre o chão medonho estrondo.

VIII
Os ladrões, que fiéis o acompanhavam,
A triste colhoada a cada instante
Com agudos ferrões lhe trepassavam,
Atormentados a besta fornicante:
Na duríssima pele se estranhavam,
Suposto que com a garra penetrante
O negro dos colhões a muitos saca,
E o castigo lhes dá na fera unhaca.

IX
Tendo o cono patente no sentido
Na barriga o tesão lhe dava murros;
E de activa luxúria enfurecido
Espalhava o cachorro aflitos urros:
Com a lembrança do vaso apetecido
O nariz encrespava com os burros;
Até que em vão berrando pelo cono,
De todo se entregou nas mãos de sono.

X
Já roncando os vizinhos acordava
O lascivo animal, que representa
Com o motim pavoroso que formava,
Trovão fero no ar, no mar tormenta:
Com alternados couces espancava
Da pobre cama a roupa fedorenta,
Que pulgas esfaimadas habitavam,
E de mil cagadelas matizavam.

XI
Eis de improviso em sonhos lhe aparece
Terrifica visão, que um braço estende,
E pela grossa carne que lhe cresce
Debaixo da barriga ao negro lhe prende:
Acorda, põe-lhe os olhos, e estremece
Como quem ao terror se curva e rende:
Com o medo que tinha, a porra ingente
Se meteu nas encolhas de repente.


(Continua...)

terça-feira, 13 de dezembro de 2005

Alta velocidade

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Em alta velocidade vou continuar. O tempo passa a alta velocidade, já estamos em Dezembro e não dei por nada, para quê estar preocupados com o que se passou, em alta velocidade vou continuar, até acabar. Travões? Que travões, queremos é acelerar, andar em alta velocidade, sem parar, sem nos preocuparmos com a “bófia”, em frente e em alta velocidade, assim o tempo passa mais rápido. Quando for para parar e andar devagar, logo se pensa nisso tudo.
Há quem me tenha dito para parar, mas esses não sabem andar depressa.

terça-feira, 6 de dezembro de 2005

Sem comentários... :)

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Enviaram-me hoje por mail...

Espero...

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Como se pode observar pela fotografia, os portugueses abandonaram as banheiras. Das duas uma, ou compraram polibans, ou estão a seguir as modas de França.
Espero que a moda seja só a falta de banhos...

segunda-feira, 5 de dezembro de 2005

Dúvida.

Será possível alguém nos arrancar seja o que for sem nos tocar?

terça-feira, 29 de novembro de 2005

Identifiquem

Por intermédio do Alcabrozes , que por sua vez vinha já do Asul , que também já vinha da Traquina (mas que grande promiscuidade que vai aqui...) resolvi fazer este pequeno exercício.

Imaginem que eu pratiquei um crime muito grave, tipo matei o Chuchas, mas um de vós viu-me e agora estão 6 indivíduos na sala para identificação, qual deles sou eu?
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Lembre-se, quem acertar terá que ir jantar comigo na 3ª Feira, ok?

Boa sorte!

Há dias assim.

Como um prato de sopa
Como uma boa refeição
Encho-me de ti

Como um bom charuto
Como uma boa sobremesas
Provo-te

Como uma bela paisagem
Como um monumento
Deslumbro-me de ti

Como uma flor
Como um perfume raro
Entranho-te

Como um carro veloz
Como um trovão
Enervo-me

Como uma loucura
Como uma doçura
Amo-te!

segunda-feira, 28 de novembro de 2005

O meu testemunho dos fogos deste ano

A coluna de fumo era monstruosa!
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Esta foto foi tirada de Verão, em Agosto, às 18:00horas, mais ou menos. É incrível o fumo... e sim isto é o Sol.
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Sem comentários...
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Quanto tempo falta?

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sexta-feira, 25 de novembro de 2005

Há mar e mar, há ir e cagar.

Vaga alta que lá vem
É farta e alta
Como o meu avô também
Não se sabe de onde vem
Mas vai animar a malta

Trás mares enraivecidas
Agarradas às suas entranhas
Não vêm adormecidas
Muito menos amortecidas
Mas vêm

Vêm em grande turbilhão
Numa grande pressa
Vêm-se assim como o meu caralhão!

terça-feira, 22 de novembro de 2005

Algumas fotos.

Onde estou?
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Luzes! Acção!
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O que será?
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Velhos são os trapos
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O cabrão do pombo, hãn?
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Que verde lindo!
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Este é o castanho que tanto se fala.
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Olá!
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Meu grande palhaço!

Mendes?! Vou-te partir a boca toda!!! A puta da tua mãe, pá! Pensas que por seres amigo do Vítor que te safas? Nada disso meu! Nada disso... quando menos esperares terás o que mereces e não vai ficar nada para contar, NADA! E se a tua nina não se calar enfio-a pelo poste abaixo! Não pense que por ser nina bonita que não lha rebento aquela boquinha linda. Já me estou a babar, só de pensar!
Chavalo? Pensavas que por seres meu amigo do peito que podias fazer o que fizeste? Hãn? Nada disso! Nada disso... a tua vai ser a mais dolorosa de todas e tu já viste umas quantas, não já? A “ferramenta” está a ser limpa, para não ganhares nenhuma “infecção”, you fuck!
Há coisas que não se fazem mano! Há coisas que nem se quer se pensam. Mas tu pisaste o risco! Mas não te safas mano, não de safas! Nada disso! Nada disso... vou-te foder todo, da cabeça ao pés! Vais ficar um monte de carne a apodrecer!

(Mensagem encriptada capturada, enviada pelas milícias suburbanas do Botsuana na tomada da casa de Nobudo Etaniel)

quinta-feira, 17 de novembro de 2005

Desgarrada

Foi no mês de Maio, que te cacei papagaio
Desde esse dia, que não dormia
Agora que te comi, é que vi
Eras mais bonito, frito.

Mesmo assim tenho a esperança, de ter uma lança
Para caçar o meu amor, cheio de ardor
Tem que ser bonita, com um a fita
Mesmo meio da testa, para fazer uma festa.

Entro no bar, sempre a arfar
Tento sair, tentam-me impedir
Parto tudo à paulada, não sobra nada
Mas quando te vejo, arroto a poejo.

A Maria é prima da tia
O António é filho anónimo
A Catarina tem medo da sina
Já o meu filho, comi-o.

Mentes com todos os dentes, nem sentes
Crias expectativas, nas tuas grandes vias
Tens todo o ar, de saber bem mamar
Pena é, que cheires a chulé.

terça-feira, 15 de novembro de 2005

“Li” isto outro dia (depois de escrever)

A loucura do teu olhar, e que olhar
Transforma o meu grande tição, sem ser necessário a mão
Tanto de manhã como quando como uma romã.

Vens de rompante, é chocante
Queres me comer, eu quero-te fazer sofrer, de prazer
Eu cheio de sede, de encontra esta parede.

Não tenho rumo, só bebo o sumo
Sumo do amor, cheio de calor
Entra e saí, mas não cai!

Ataco-te por trás, pás, pás!
Nem respiras, nem em Algeciras
Encho-te, e reencho-te!

Carrego no peito, um coração desfeito
Tenho na mão, o meu caralhão
Tu? Tem-lo no cu!

No final do grande bacanal
Faço uma pausa, ponho tudo em causa
Quem sou eu, quem és tu?
Eu sou o Romeu e tu és quem leva no cu!

Portugal no seu carro.

É expressamente proibido cagar neste local.
(Ao entrar no tribunal de Alter no Chão)

É favor apagar seja o que for.
(À saída do comboio em Setúbal)

Modo de usar a mangueira.
(Num consultório de obstetrícia)

Vende-se este local, com ou sem vidros.
(Num parque infantil em Loures)

É proibido o passo, mesmo o doble.
(Num museu em ruínas em Severo do Vouga)

Sentido correcto.
(Sinal de trânsito na marginal de Cascais)

É mentira! O pai não vem.
(Na cabina telefónica do metro de Picoas)

Amo-te! Mas a batatas estavam frias.
(No muro da VCI)

Se Deus existe o problema é dele.
(Numa parede do Bairro Alto)

Por favor deixe aqui o seu guarda.
(À entrada de uma discoteca em Santiago do Cacém)

Siga esta seta. Não essa! Esta...
(No estacionamento do Shoping da Maia)

Invente.
(Num painel luminoso na A1)

Só há carcaças.
(Num cabeleireiro em Chainça)

Não é permitido despir as pessoas.
(Na secção de comidas do Fórum Montijo)


E muitas outras que não tenho aqui presente, mas um dia hei-de ter, ou não...

sexta-feira, 11 de novembro de 2005

Entre a espada e a espada.

A noite, má conselheira, cheia,
da clara escuridão, que tem o coração e,
medo
de ser em vão,
noite em que os actos se sobrepõe às palavras,
chatas,
que matas a paixão, no chão.
Mesmo com o morto latim, por mais sequiosa língua de um beijo, na boca louca,
será sempre venenosa, graciosa, mesmo embaraçosa.
Sabe bem,
é a cem
é mil,
é como um funil, ou com um barril,
um copo de água, sem mágoa,
roto, por se beber tão depressa,
essa, a água limpa,
tão limpa,
mais limpa que a nossa alma, conspurcada, pela fada,
sem almofada, com almofada,
será a errada?
Certa é aquela que aperta o coração,
de um desejo de gritar,
de falar, de amar,
ser amado, odiado, escorraçado,
apaixonado
pelo facto de ser complicado,
ou por um simples abraço...
Ó gloria a nossa que nos partiste,
e fugiste, para outras paragens,
sem margens, sem mares, mas com azares,
ou sem dor,
mas
com muito amor!
Qual dor??

quinta-feira, 10 de novembro de 2005

Algumas destas têm alguns anos...

Mal a vez um pitada e já se sabe o que pode acontecer, fica-se o dia inteiro a beber água benta.

A íris fica no olho
O beijo fica na boca
O aperto fica no coração
A aflição fica no peito
Por mais que pense não serei
Por mais que fale não serei
O Papa.

Maravilha das maravilhas é o cão, faz-nos feliz sem que nos diga nada.

Estupidez da estupidez é uma pedra, não diz, nem reaja a nada, nem a um mau trato.

O que eu mais adoro,
O que eu mais amo,
Nunca tenho.
Paz e sossego...
Diz o dinheiro para a carteira.

D’uma só vez vi um cão com um gato, uma galinha com um lobo, um leão com uma hiena e um chulo com um polícia. Parei e pensei, se assim é podemos compensar.

Um magro vitelo, é melhor que um vitelo magro. Não me perguntem porquê...

Quando era pequeno tinha a impressão que ninguém gostava de merda, agora tenho a certeza que toda a gente gosta de pizza.

O molho Inglês não fala?
O queijo Suíço não refila?
O molho à espanhola não ladra?
É obvio de não!
Se não tinha que explicar tudo outra vez.

O som não existe. Já dizia o maior dos mudos.

A noite é antes ou depois do dia?

A queda é um aproximar gradual do chão, ou um afastar progressivo do ponto de partida?

Tudo isto são interrogações plausíveis de as não ser. Bem como a alma é a parte mais a norte do corpo, ou não?
Será que a alma sabe disso? E se sabe, quer que se saiba? Ou será tudo uma invenção parva do Homem para ter alguma coisa com que se preocupar/fazer/ser/etc?

Vou cagar!

segunda-feira, 7 de novembro de 2005

enVratrocrotreprido

Vidro transparente,
vidente,
que trás água no bico, do Francisco, que é roto,
moco, anda sempre de mão dada com a fada, amada.
Grita que se
farta,
a Marta.
Prata? Negra, preta, chupeta,
envenenado sentido entreaberto de par em par,
com uma densidade tremenda,
de uma fenda,
que vinha na agenda da casa assombrada,
armada em cão com pulgas, julgas?
Sapato coberto
de água das malvas, ou com algas,
vem com as fraldas de fora, chora de alegria,
traz a sopa fria, aquece com a mão ou no colchão,
entra e sai como quem sabe para onde vai, cala-te! Beija!
Graceja, seja!
Vira para lá a boca, oca, cheia de palavras brandas que enche de chamas
a floresta que há no teu lar,
mar de convulsões, sem soluções, à vista,
parece ser uma pista, mas é uma auto-estrada sem fim,
sim, ou não, eis que será amar, para o ar, limpo de tristeza,
de mentira, que ouvira, na escada,
ou na enseada, amada? Outra vez? É de vez? Tanta vez...
Sente o pente, rente ao coração,
dentro e fora, a toda a hora, namora,
e cora,
mas sem nunca
sentir
que pode ser o mesmo ver. Pode acontecer, deixa ver, pode ser... não? É? Sim. Pois pode, morde!

domingo, 6 de novembro de 2005

Gato que rima com facto.

Na nave do meu amigo está um cheiro muito mau, diz-me ele que o gato não aparece há duas semanas. Parece-me que seria de bom tom procurar a origem do cheiro, mas por outro lado há qualquer coisa que me impele a deixá-lo estar. Digo-lhe que já volto, ele pergunta-me se estou bem, mas para que ele não desconfiasse digo-lhe que estou com cólicas, ele nem quis saber mais nada.
Saio da torre e volto à esquerda para a casa de banho, deixo a porta fechar e volto para o sentido oposto. O cheiro ali era mais intenso. Procurei algo que iluminasse o caminho, encontrei uma velha lanterna americana, ainda tinha baterias, daquelas que causam cancro na retina. Liguei-a e afastei-a o máximo da cara. O meu amigo para poupar no combustível tinha sempre menos de metade das luzes ligadas. Devia cerca de 4 biliões de trintos a um comerciante de fruta gigante e não tinha lá muito dinheiro para o combustível. Já tinha mudado para o meta-carbono-inflamo-gasóleo que era bem mais barato que o soro-de-bafo-de-ganso, muito energético por sinal. Assim sendo caminhei por entre a semi bruma e procurei rasto do animal. O som muito ténue vinha da casa do gerador de impulsos maus, parecia o mesmo som de um arroto prolongado, em fluxos repetidos de duas horas. Dirigi-me para lá. A sala onde está o GIM é toda forrada a papel de parede com alusões ao Natal da rica Checoslováquia, mas mal colado. Algumas das tiras de papel estão coladas ao contrário, de cabeça para baixo, o que faz com que tenhamos a sensação de já lá termos estado. O som era cada vez mais forte, vinha agora detrás de um painel de intrumentos fictício. Coloquei o ouvido no painel e esperei. Passados quinze minutos, o som ecoou na minha alma. Aí precebi o que se passava. O meu bizavô tinha voltado dos mortos na forma do gato. O assustador pensamento percorreu a minha nuca. Se o cheiro está assim intenso, o que fará quando o bisavô começar a espirrar! Corri o máximo que pude, caí cerca de sessenta e sete vezes, por fim cheguei perto do meu amigo e expliquei-lhe a minha versão dos factos, ao que ele com uma leve indiferença, retorquiu: Sim, eu sei. Pensei que nada podia fazer para o salvar e saí.
Durante cerca de 27 anos que não o vi. Outro dia passava eu de muletas, último modelo e vejo-o. Imponente, exuberante, todo inchado com o cabrão do gato à tira-colo. Chamei-o, reconheceu-me logo apesar das muletas, que fez peremptória questão das invejar como era seu apanágio. Dialogámos um pouco, não foi necessário muito, tinha que lhe perguntar. E perguntei: Mas o gato não espirrou? Ele olhou-me nos olhos, fez uma má cara e respondeu: Que espirro?
No dia seguinte, o número de mortos foi incalculável, não havia memória de tal acontecimento, de tal desgraça em toda a galáxia, tal cheiro não era deste mundo, como um leve e quase insignificante espirro poderia ser tão avassalador!
Só passados 3201 anos é que foi descoberta real razão para o acontecimento. Os Lords da Lingusténia tinham capturado a fórmula química do espirro do meu bisavô e adicionaram-lhe raspas de pele de zebra. Deram de comer ao gato do meu amigo. O preparo tinha uma idade de germinação de 27 e qualquer coisa anos. O efeito do preparo nas fossas nasais dos indivíduos de estatura mediana quadrática é quase mortal, se contarmos com o enquadramento da palavra, enfastiado, é morte súbita!
Após esta descoberta os Lords da Lingusténia foram todos condenados a governar durante alguns dias (os que lhes deixassem), um país pequeno lá para os lados do Atlântico.

Bom qualquer coisa para todos vós!

sexta-feira, 4 de novembro de 2005

Até arrepia! Sem comentários...

Missy! Where are you?
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Com as amigas...
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Os três da vida airada
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Os amigos
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Vai lá vai...
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Olha o Zé!
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quinta-feira, 3 de novembro de 2005

Já tenho a carta

Fui busca-la ontem! Yes!!!

A todos os que me ajudaram, o meu mais profundo muito obrigado!

Aos outros, obrigado.