segunda-feira, 24 de abril de 2006

Um dia não são dias.

Menbrus de váriaz côres, saltão pêla boqa do qazal que extá na primaeira fíla, hagarrados a um perú xeio de pêlu vêrde, ou laramja, depenendendo da ora do dia ou da nôite eixcura que nen bréu, eixcura, ou clara, numca se sabe baim cômu vírá, ou puderá vir a aparesser, se de cálsas se de calsões, sabece só que vaim, e vai, vai e vaim de dentru para fóra, como o sangue vermalho, da côr de uma róza murxa pêlo calôr intenço que fas aqui fora, lá demtro extaría melhór, mas não podemus, extá muinta jente, faeia, chaeia de ropa de Invernu, acotuvelão-se por um pequenu expasso de ar chaeio de fumu de xarutu, Cúbano ou Americâno, tamto fas, dexde que ce fume e daeite mau chaeiro, ou bom, côm a prima, ou côm a irmam, ésta manham, fomus todus para a igraeija, vextidus de ingual, ou saeija, cem ropa, o pádre adoro-ou o prezemte que daeixamos na saníta, éra grande!

Senta-te aqui e pensa bem, mas pensa bem.

terça-feira, 18 de abril de 2006

A god in an alcove - Bauhaus

  • A god in an alcove - Bauhaus - Do Archive


  • Tem a famosa (famosa para quem conhece, é claro) cena com o strobe de luz.

    She's In Parties - Bauhaus

  • Bauhaus - She's In Parties - O VÍDEO!


  • Sem comentários...

    Hollow Hills - Bauhaus

  • Bauhaus - Hollow Hills - Ao vivo!


  • Para relembrar quem foi ao Pavilhão Atlântico.

    segunda-feira, 17 de abril de 2006

    How soon is now - The Smiths

  • The Smiths - How soon is now- O VÍDEO!


  • E como não há duas sem três...

    Love will tear us apart - Joy Division

  • Joy Division - Love will tear us apart - O VÍDEO!


  • Acho que hoje vai-me dar uma coisinha má... :)))

    Será que há mais?...

    Mais uma vez, thank you very much! ;)

    Matador - X Mal Deutschland

  • X Mal Deutschland - Matador - O VÍDEO!

  • É lindo!!! De arrepiar!!!

    Obrigado, Sílvia!

    quarta-feira, 12 de abril de 2006

    HARRY CONNICK, JR. - "We Are In Love"

    I know you so well
    I can tell by the sound of your voice
    If you're really in love with me
    And you are
    You are

    You know I can't lie
    If I say to you 'baby, I love you'
    Then baby, I love you
    And I do
    I do

    I do... could it be that's the
    Phrase you thought never would phase you
    Well baby, you better hold on tight
    'Cause I'm the one who's supposed to
    Kneel down and propose, well alright
    I might, I might

    So, when I kiss you good-night
    Just sleep tight with the thought that you'll
    Always be caught up in love with me
    And you'll dream that the stars up above
    Have the answer of whether we'll be
    Or whether we won't be
    In love...
    Well, we are,
    We are


    Para ti! ;)

    terça-feira, 11 de abril de 2006

    Rir

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    E vou rir, e vou rir até chorar, dar gargalhadas mais alto que um avião supersónico, vou rir até me doer tudo, vou rir de boca aberta, vou rir, e vou rir, rir a bandeiras despregadas, rir, rir, rir, dar gargalhadas, e mais gargalhadas.

    terça-feira, 4 de abril de 2006

    Um das piores invenções

    O MSN! Como pode ser possível alguém comunicar por esta forma tão “avançada”?
    Aconteceu hoje:

    - Olá!
    - Olá!
    - De onde és?
    - De Lx
    - Eu sou se Vila Franca de Xira
    - É aqui perto
    - Ès Cas, Sol, ou Div
    - Div
    - Porquê?
    - Porque não deu...
    - Mas tens algum problema?
    - Não. E tu?
    - Solteira. Que idade tens?
    - 34
    - Eu tenho 36 Não tens foto?
    - Não... o meu msn não está configurado para ter, mas se quiseres envio.
    - Ok , envia
    - Já enviei
    - Não recebi
    - Enviei outra vez
    - Já recebi
    - Ainda bem
    - És gordo?
    - Como?
    - És gordo não és?
    - Acho que sou normal, não me acho gordo.
    - Deves ser gordo... só falta teres barriga! AHAHA!
    - TENHO POIS! E com muito orgulho! Adoro beber cerveja
    - Para além de gordo és convencido
    - Perdão?
    - Olha, eu tenho 1.82 e peso 70kg
    - Eu tenho 1.74 e peso 78kg, achas gordo?
    - ACHO!!! És baixo e encalhado
    - Como???
    - Esquece o meu msn
    - Desculpa????
    - Não quero mais falar contigo

    Atenção, o contacto foi dela...

    Isto é o tipo de pessoas que andam por ai.

    Eu acho que este tipo de comunicação foi inventada para uma grande maioria de Portugueses. Os aldrabões, garanhões, mentirosos e pessoa da barriga que por detrás do monitor é um modelo, com um grande físico, todos bonitos.

    Que alarvidade! E eu ainda vou na conversa desta gente... EH!

    sexta-feira, 31 de março de 2006

    Alta traição

    “Fodia-te a torto e a direito, metia-te o caralho por essa cona a cima e vinha-me, duas, três vezes, as vezes que conseguisse! Que boa és, puta do caralho! Que mamas de puta, que trancas, que alarvidade de mulher, que boa! Essa boca prefeita para a mamada do século, esse olhos lindos para levar com litros e litros de esporra! Por esse cú entrava o meu caralho, nu, despido, cheio de largas veias, cheias de sangue, quente! Essas mãos de fada que me batem punhetas, em voltas roscadas, com leves toques dessa tua língua, húmida. Ai mas essa boca, que faz maravilhas, quente, essa cona cheia de nhanha, quente como um vulcão, sinto-a agora, a contorcer-se em volta do meu caralho! AI QUE TESÃO!”

    Excerto da carta de alta traição, que denuncia todas as posições das tropas de estado, enviada ao chefe das tropas invasoras, elaborada por um louco. O código é de tal forma tão bem elaborado, que foi necessário vir um japonês, radicado no Arzebaijão por dois dias, para descodificar o texto de 5437 páginas, que continha todas as posições das tropas no dia 21 de Março. O pior foi quando as tropas do estado mudaram de sítio, sabendo da existência deste pequeno documento. A dita pessoa elaborou um outro pequeno documento:
    O qual fica aqui um trecho: Google Earth

    Este Verão.

    Entre o que queria e o que tu me dás, não vai muita diferença. Só o sabor é diferente. O sabor do sangue, quando mordo a minha língua, saboreio o sangue e o teu da tua, quando te entalas no aparelho. O meu metálico, o teu ácido, os dois juntos formam uma amalgama de sabores, místicos e espessos, que viciam, que não podemos passar sem degustar, sem apreciar toda a amplitude do sabor.
    O beijo, sangrento, longo, meigo, cheio de desejo, de amor, algum rancor, algum ódio e sem nenhum pudor, perlonga-se durante segundos, minutos, horas, dias, semanas, sem parar, sem descanso, com dores horríveis nos maxilares, de não puder mais e continuar, sem parar, sempre mais, já o sangue quase não jorra, os olhos colados, o lábios roxos, as pontas dos dedos em carne viva de tanto nos acariciarmos. Mesmo assim, acho que é pouco tempo.

    (Não, está tudo bem...)

    quinta-feira, 30 de março de 2006

    Com B de frigorifico

    Sendo sedo, seria sempre sábio saber se o sabão no sapo servia o saco, ou se se sabia ser severo sem saborear o Setembro soalheiro, ou sem sol, sendo o sabor salpicado, ou sôfrego, do salmonete salgado e simpático. Sofre de simpatiza se souber ser sorridente, sorrir sem saber ser sovina, o sapateiro siderado, sempre soube sentar o sapato de sola, na sarjeta suja, ou limpa.

    quarta-feira, 29 de março de 2006

    29 de Março

    Faz hoje um ano.

    terça-feira, 28 de março de 2006

    'ta na hora!

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    - Já chega, acabou-se! Só se me aparecer à frente!
    Foram estas as palavras, logo quebradas por:
    - Foda-se, que é mesmo bonita!...

    Aconteceu ontem...

    07 - Hand In Glove

    Hand in glove
    The sun shines out of our behinds
    No, it's not like any other love
    This one is different - because it's us

    Hand in glove
    We can go wherever we please
    And everything depends upon
    How near you stand to me

    And if the people stare
    Then the people stare
    Oh, I really don't know and I really don't care

    Kiss My Shades

    Hand in glove
    The Good People laugh
    Yes, we may be hidden by rags
    But we've something they'll never have

    Hand in glove
    The sun shines out of our behinds
    Yes, we may be hidden by rags
    But we've something they'll never have

    And if the people stare
    Then the people stare
    Oh, I really don't know and I really don't care

    Kiss My Shades ... oh ...

    So, hand in glove I stake my claim
    I'll fight to the last breath

    If they dare touch a hair on your head
    I'll fight to the last breath

    For the Good Life is out there somewhere
    So stay on my arm, you little charmer

    But I know my luck too well
    Yes, I know my luck too well
    And I'll probably never see you again
    I'll probably never see you again
    I'll probably never see you again
    Oh ...

    Vês

    Vês?! Não podias ser tu, tu eras o que eu sempre pensei que tu fosses, não podias vir a ser algo que eu não conseguia imaginar.

    Encontrei-te na cama, era cedo, muito cedo, a luz do dia mal penetrava por entre as portadas de madeira, altas, brancas, os cortinados, também brancos, finos, transparentes, ondulavam com a leve brisa de Primavera. A janela entreaberta, o suficiente, deixava passar o som dos pássaros que rejubilam com o novo dia, o chilrear invadia o quarto, parecendo que vinha de todas as direcções, preenchia-o, cada silvo, cada pio, cada canto, embalava a tua silhueta, coberta pelas lençóis finos de Verão.
    Vendo-te assim, penso o que fiz para te merecer?
    Vendo-te assim, penso que posso morrer.
    Tudo o que algum dia pensei, senti, ouvi, olhei, reflicto e concluo-o se valeu a pena, se tudo o que vivi era mesmo para acontecer? Não seria algo que não era meu? O sonho de alguém muito pervertido, que me queria mal? Pois eu sei, tenho a certeza, que tu, isto, agora, este momento, esta sensação, não pode ser minha, é demasiado boa, demasiado hipnótica, muito fora do controlo, muito sensorial. Ai! Só me apetece morrer!
    A lágrima, essa, escorre pela minha face, a alegria, entristece a minha vontade de viver, a tua beleza, torna a natureza lá fora, muito feia. Tu, ai, e eu? Porque me vou embora? Porque cheguei tarde? Porque não posso ficar? Porque não fico? O que me fez ficar, ou aqui chegar? O que me faz não ficar?
    A força que tens indica que não podes ficar muito tempo, que não irás puder receber o que tenho para te dar, que não chegarás a saber porque te chamei. A forma diz muito das pessoas, e, a tua, é horrivelmente translúcida, transparente, como se não existisses. E, assim, como aqui cheguei e tu aqui estavas, eu me vou e não sabendo bem o que irei fazer, sei que não voltarei.
    Ter-te, foi demais.

    Passados dois minutos:
    Olha, por acaso não tens 5€ para a gasolina, pois não...?

    quarta-feira, 22 de março de 2006

    Estado de espirito

    05 - How Soon is Now

    I am the son
    And the heir
    Of a shyness that is criminally vulgar
    I am the son and heir
    Of nothing in particular

    You shut your mouth
    How can you say
    I go about things the wrong way ?
    I am Human and I need to be loved
    Just like everybody else does

    I am the son
    And the heir
    Of a shyness that is criminally vulgar
    I am the son and heir
    Oh, of nothing in particular

    You shut your mouth
    How can you say
    I go about things the wrong way ?
    I am Human and I need to be loved
    Just like everybody else does

    There's a club, if you'd like to go
    You could meet somebody who really loves you
    So you go, and you stand on your own
    And you leave on your own
    And you go home, and you cry
    And you want to die

    When you say it's gonna happen "now"
    Well, when exactly do you mean ?
    See I've already waited too long
    And all my hope is gone

    You shut your mouth
    How can you say
    I go about things the wrong way ?
    I am Human and I need to be loved
    Just like everybody else does

    segunda-feira, 20 de março de 2006

    Ingénuo?

    Até há bem pouco tempo julgava que as pessoas podiam se dar todas bem, ou pelo menos que conseguissem resolver desentendimentos. Acreditava que com um pouco de dialogo, ou com tempo, as coisas podiam-se resolver. Achava estúpido quando pessoas que se falaram e tiveram momentos bons, se deixavam de falar. Julgava que há sempre formas de ultrapassar coisas más, que nos fizeram mal, mas que podemos sempre perdoar, saber esquecer e ver as coisas pelo lado positivo das coisas, ou lembrar os momentos bons.

    Mas no entanto, hoje, tudo isso foi mais uma vez posto em causa.
    Hoje, e por causa de duas situações que envolvem mulheres, vou apagar, repugnar, esquecer, não lembrar, arrepender-me, pensar que foi tudo um grande erro, uma daquelas situações que nunca devia ter acontecido e sobre tudo desprezar, dois seres.
    Assim sendo, esses dois deixaram de fazer parte da minha memória.

    Mas o que vale é que no fundo continuo a acreditar.

    Dêem uma vista de olhos

    Daniel Ash