O sentido não interessa, pois o que fazemos “aqui” é por mais evidente que será a manutenção da nossa espécie. No que diz respeito à forma como se transpõem as barreiras para que tal aconteça, haverá tantas formas como pessoas no mundo.
Todos têm formas diferentes de pensar, no entanto, certos indivíduos identificam-se mais com um linha de pensamento, ao até mesmo gostos, ideias, conhecimentos partilhados, vivências semelhantes, etc... Nestes casos há sempre um ponto de contacto. É claro que a felicidade imediata ou a médio e longo prazo é também posta em consideração.
E nos outros? Aqueles que diferem nas ideias, têm também formas diferentes de estar na vida, nem sequer partilham gostos ou ideias semelhantes, as vivências são em tudo diferentes, o que as move estarem juntas? O amor? O gostar de estar? A paixão? A empatia? A simpatia? A beleza? Ou será o simples facto que nada pode ser controlado quando isso acontece? Julgo que será esta a resposta. Nada pode ser controlado quando queremos estar com outra pessoa, por mais irracional que seja. Essa irracionalidade terá ao longo dos tempos duas faces da mesma moeda, ou se torna em amargura por não se conseguir fazer ou estar, em tudo o que se desejaria, devido às falhas existentes entre os dois indivíduos, ou uma ligação cada vez mais forte, a conjugação, posso mesmo dizer uma fusão de gostos, formas de estar, formas de ser, até que o tempo os separe, de uma forma ou de outra.
Há um conjunto de coisas que queria partilhar convosco:
- O egoísmo vai acabar com a nossa raça! E a forma para o combater passa, como será obvio dizer, pela nossa capacidade de partilhar, pois somos suficientemente inteligentes para o saber ou fazer.
- A entrega é cada vez mais rara, pois pode sempre acontecer algo que não conseguimos controlar.
- O controlo é aparente, já o querer não. Tudo tem a ver com o medo.
- O amor está sempre presente, mas dá-se cada vez mais pouca importância ao significado da palavra.
- O ódio é palavra e sentimento forte, muito forte (eu próprio não a sei utilizar), haverá problema em dizê-la, ou senti-la? Julgo que não. Quando sentimos devemos dize-la. Basta depois a coragem para voltar a olhar a outra pessoa e pedir-lhe que nos perdoe.
- Cada vez mais se sente com os sentidos e cada vez menos com o sentimento.
- Eu sei que a paz é algo que existe e tenho-a tentado transmitir de uma só forma, sentido-a.
- Cada vez mais o tempo é um factor que nos torna relutantes para procedermos de uma certa forma. Por exemplo, vou pensar o que deva fazer para gerir melhor o meu tempo. Isso é tempo mal gasto. Giram-no conforme acharem que deva ser gerido na hora. Ou outro exemplo, as coisas logo se resolvem com o tempo. Se é tempo que querem, já o têm. Só que o segundo anterior já passou e o que vão fazer com o seguinte? Vão esperar que chegue? O tempo não é controlável. E que tal deixar que o tempo faça parte da nossa vida? Não tentem controlá-lo. A primeira vez que me dei conta que o tempo que passa já não volta atrás, fiquei aterrorizado. Era miúdo, olhava o relógio e queria que os segundos andassem para trás, ou que parassem, nem que fosse por dois dias. Desde então é um tema que me fascina. A única coisa que o pobre coitado faz é seguir em frente como se não houvesse amanhã. Se algum dia o controlarmos, acho que vamos começar a achar mais piada à Rosa dos Mota. É de todos os temas o tema que a certeza nunca existirá, pois o que se pensou há dois minutos foi passado e sabemos muito bem que o passado às vezes não está certo. Por outro lado as horas são sempre certas.
- O que é certo ou é errado? É certo que estou com fome, é errado comer uma pessoa para saciar essa fome. De facto o certo e o errado andam de mãos dadas com o senso comum, com a cultura e com as diferentes formas de pensar. O que para mim está certo, para ti pode estar errado, isso é certo! Ou errado? Pode estar errado para ambos, certo? A velha máxima serve-nos e abusamos dela com promiscuidade: Penso logo errado.
- O que são as ideias? Pequena expulsões eléctricas nos nossos cérebros? Algo que faço quando estou na casa de banho? Para que servem? Para nos guiar. Se há coisa mais incoerente é uma ideia. Por isso mesmo é que me farto de as dizer, dá-me um gozo picante. No entanto todas a que temos, e por mais ridículo que seja pensar assim, já alguém as pensou, só que não sabemos disso e gostamos de pensar que somos mesmo cultos, inteligentes, sabichões, etc. Uma boa ideia vale por mil palavras (que ideia idiota!).
Em forma de desabafo...
domingo, 23 de outubro de 2005
quinta-feira, 20 de outubro de 2005
A estranha sensação de que podia ter morrido
Ontem saía de casa à hora do costume, fui até ao meu carro, abri o carro, abri a porta de trás , tirei o casaco, pendurei-o e fechei a porta. Entrei no carro, antes de o ter ligado lembrei-me que me tinha esquecido de algo em casa. Sai do carro, fechei a porta à chave e atravessei a rua. Quando vou abrir a porta do prédio, um enorme camião TIR engoliu o meu carro, não ficando nada! Pensei: E se ainda estivesse no carro a aquecê-lo como sempre faço?
Moral da história: Ainda bem que não tenho a carta de condução.
Moral da história: Ainda bem que não tenho a carta de condução.
terça-feira, 18 de outubro de 2005
segunda-feira, 17 de outubro de 2005
Moda
Comprei um casaco, gosto muito dele. Fica-me mesmo bem, foi a primeira vez que consegui encontrar um assim tão giro.
Tem um pequeno problema, tem uma manga maior que a outra, BOLAS! Bem, se calhar vou mandar arranjar, ou se calhar tiro as mangas. É isso vou tirar as mangas! Assim está melhor. Vai dar um jeitão, como o Verão está aí a rebentar! Depois quando chegar o Inverno, mando pôr outra vez as mangas, vamos ver se desta vez vêm como deve ser...
Tem um pequeno problema, tem uma manga maior que a outra, BOLAS! Bem, se calhar vou mandar arranjar, ou se calhar tiro as mangas. É isso vou tirar as mangas! Assim está melhor. Vai dar um jeitão, como o Verão está aí a rebentar! Depois quando chegar o Inverno, mando pôr outra vez as mangas, vamos ver se desta vez vêm como deve ser...
sexta-feira, 14 de outubro de 2005
Formiga, formiguinha!
Myrmecia pyriformis, uma das mais mortíferas formigas, se não a mais mortífera de todas, sabem que tamanho tem? É tão pequena que com um simples descuido é esmigalhada por um ser humano e não é necessário ser muito grande...
E esta hein????
E esta hein????
Branqueamento de capitais.
Seta de borracha, acerta torta no alvo de betão, tão, tão, que até dá vómitos.
Eu cá para mim a Terra anda à volta de Vénus, o carteiro é amigo do alheio, a minha amiga é professora de liceu, o meu cão é igual ao do crocodilo, já o canário estava no armário, a tenda estava para venda e o grito foi dado pelo pipo.
Um dia destes vamos ter uma grande festa na tua careca, mas o teu irmão que não é um cão, tem todo o dia para ser um rufia.
Tenho que arranjar uma forma de conseguir ver o que se passa com a tua querida marmita de aço inox, outro dia andava na rua, via-a passar, mas não te quis dizer nada para não acordar o vendedor de gelados que mora por cima, não fosse ele estar ali à coca e apanhava uma susto de morte.
Isso era preciso que todo nós nos encontrássemos atentos a movimentações supra citadas pela pessoa mais ignóbil que há memória, o teu padeiro.
Na capa da revista vinha um cão tão grande só se conseguia ver as patas, já lá dentro trazia um póster de uma cadela muito pequena, de nome Mercedes Gualadupe.
Ambos os três tinham um casaco de pelo de urso morto, sabe-se lá como! Não podia ser mais bonito, era vê-los a descarregar litros e litros de vinho, rose e comer gambas de Porto Fino, (treta) daquelas fritas em óleo de cavalo cansado. Mas que maravilha para os meus olhos, era um regalo, para quem passava. Todos diziam - Mas que belo par ali vai! – e depois de um só trago, vertiam o copo sem que nada fosse com eles. Ali ficavam horas e horas, sem fio, dentro do rio, cheios de frio. Quando o calor rebentava, é que era uma porcaria. Era um cheiro que não se podia estar fora dali. Vinham todos, todos juntos cheios de genica e corriam na direcção oposta, para que nunca encontrassem o nascer do dia, LINDO!!!
Perto do rio estava uma flor, grande, enorme, linda de morrer. Quem passava pensava em colhê-la, mas não o fazia, tinha medo de se picar nos espinhos. Um dia um burro, novo, um mamão, passou por aquelas bandas, e lá estava ela, linda flor grande amarela e branca, mais cheirosa e airosa do que sempre. O burro que de parvo não tinha nada, nem pensou duas vezes, deu-lhe uma dentada e comeu-a.
Conclusão: Se queres ter um burro, dá-lhe palha!
Ia funda a gruta, muda, sem que ninguém conseguisse, rir-se, ou até vir-se. Estupefacta criatura, delgada por natureza, transpira esperteza e, como do nada, anda sempre com ela tesa! No meio daquilo tudo ouviu-se um grito, profundo, do fim do mundo, era o Anacléto! Finalmente! Encontrá-mo-lo!
És a seta que trespassa a minha Vénus, que me chegou pelo correio (mail). Num grito de festa, que me tornou rufia e gosta de comer gelados a toda a hora! Torno-me num grande cão, que com cara de urso, vislumbra nascer do dia. E depois? O burro, típico...
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
(O riso maléfico de quem quer e tudo pode!)
Eu cá para mim a Terra anda à volta de Vénus, o carteiro é amigo do alheio, a minha amiga é professora de liceu, o meu cão é igual ao do crocodilo, já o canário estava no armário, a tenda estava para venda e o grito foi dado pelo pipo.
Um dia destes vamos ter uma grande festa na tua careca, mas o teu irmão que não é um cão, tem todo o dia para ser um rufia.
Tenho que arranjar uma forma de conseguir ver o que se passa com a tua querida marmita de aço inox, outro dia andava na rua, via-a passar, mas não te quis dizer nada para não acordar o vendedor de gelados que mora por cima, não fosse ele estar ali à coca e apanhava uma susto de morte.
Isso era preciso que todo nós nos encontrássemos atentos a movimentações supra citadas pela pessoa mais ignóbil que há memória, o teu padeiro.
Na capa da revista vinha um cão tão grande só se conseguia ver as patas, já lá dentro trazia um póster de uma cadela muito pequena, de nome Mercedes Gualadupe.
Ambos os três tinham um casaco de pelo de urso morto, sabe-se lá como! Não podia ser mais bonito, era vê-los a descarregar litros e litros de vinho, rose e comer gambas de Porto Fino, (treta) daquelas fritas em óleo de cavalo cansado. Mas que maravilha para os meus olhos, era um regalo, para quem passava. Todos diziam - Mas que belo par ali vai! – e depois de um só trago, vertiam o copo sem que nada fosse com eles. Ali ficavam horas e horas, sem fio, dentro do rio, cheios de frio. Quando o calor rebentava, é que era uma porcaria. Era um cheiro que não se podia estar fora dali. Vinham todos, todos juntos cheios de genica e corriam na direcção oposta, para que nunca encontrassem o nascer do dia, LINDO!!!
Perto do rio estava uma flor, grande, enorme, linda de morrer. Quem passava pensava em colhê-la, mas não o fazia, tinha medo de se picar nos espinhos. Um dia um burro, novo, um mamão, passou por aquelas bandas, e lá estava ela, linda flor grande amarela e branca, mais cheirosa e airosa do que sempre. O burro que de parvo não tinha nada, nem pensou duas vezes, deu-lhe uma dentada e comeu-a.
Conclusão: Se queres ter um burro, dá-lhe palha!
Ia funda a gruta, muda, sem que ninguém conseguisse, rir-se, ou até vir-se. Estupefacta criatura, delgada por natureza, transpira esperteza e, como do nada, anda sempre com ela tesa! No meio daquilo tudo ouviu-se um grito, profundo, do fim do mundo, era o Anacléto! Finalmente! Encontrá-mo-lo!
És a seta que trespassa a minha Vénus, que me chegou pelo correio (mail). Num grito de festa, que me tornou rufia e gosta de comer gelados a toda a hora! Torno-me num grande cão, que com cara de urso, vislumbra nascer do dia. E depois? O burro, típico...
AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
(O riso maléfico de quem quer e tudo pode!)
quinta-feira, 13 de outubro de 2005
quarta-feira, 12 de outubro de 2005
Que mais me irá acontecer?
A hipocrisia, a indiferença, o: não é meu não quero saber, a mentira, o ódio, a leveza com que se trata um problema grave, o não comunicar, o encontrar formas irracionais de resolver disputas parvas, o que não foi dito e devia ter sido dito, o que foi dito mas não devia ter sido, o olhar por olhar, o não estender a mão quando se precisa, o egoísmo, o bater, o flagelar, o subverter as palavras inocentes, sim porque as há! O ser dono de tudo, para depois não ser dono de nada, o poder, qual poder? Quando se morre perde-se tudo, para quê ganhar a todo o custo? A falta de senso comum, a inveja, o desdém sem sentido, a falta imensurável de respeito, a falta tremenda de compreensão, a falta de amor, de paixão e tudo em troca de quê? Por uma caganita de terra? De: o meu é maior que o teu? De: sou muito melhor que tu? Do: não vales nada e eu é que sou bom?
Meus queridos amigos, tenho algo para vos transmitir: Estou apaixonado!
E por isso:
Não sei como, mas estou. Eu disse que tão cedo não podia acontecer, mas por entre esta confusão, aconteceu. É fantástico! Já não me lembrava do cheiro, do sabor, do nó na barriga, da ansiedade de estar por estar, de sentir a falta, a saudade, de dizer: Nada interessa! Só a paixão, o amor! O mais interessante, é que não recusei, entrou-me pelas ventas e não mais saiu. Sei que estou tão bem que não quero pensar em mais nada. Todos os problemas que possam existir, deixaram de ter sentido, só uma coisa é importante, a que horas vou estar com ela...? Impressionante!!!
Não quero com isto dizer que estejam todos assim, não só porque dói que se farta, bem como era uma tremenda chatice. Mas pelo menos tentem estar um pouco mais concentrados noutras coisas que não nos assuntos em epígrafe.
Façam-me um grande favor sejam felizes! 'tá?!?
Meus queridos amigos, tenho algo para vos transmitir: Estou apaixonado!
E por isso:
Não sei como, mas estou. Eu disse que tão cedo não podia acontecer, mas por entre esta confusão, aconteceu. É fantástico! Já não me lembrava do cheiro, do sabor, do nó na barriga, da ansiedade de estar por estar, de sentir a falta, a saudade, de dizer: Nada interessa! Só a paixão, o amor! O mais interessante, é que não recusei, entrou-me pelas ventas e não mais saiu. Sei que estou tão bem que não quero pensar em mais nada. Todos os problemas que possam existir, deixaram de ter sentido, só uma coisa é importante, a que horas vou estar com ela...? Impressionante!!!
Não quero com isto dizer que estejam todos assim, não só porque dói que se farta, bem como era uma tremenda chatice. Mas pelo menos tentem estar um pouco mais concentrados noutras coisas que não nos assuntos em epígrafe.
Façam-me um grande favor sejam felizes! 'tá?!?
terça-feira, 11 de outubro de 2005
Porra, que sabe mesmo bem!
Por entre a folhagem a luz de um olhar
de fogo,
fogo lento de brasa aquecida
pelo beijo húmido,
lento, gentil toque de lábios, profundamente fundidos,
pelo calor,
pela sede
de outro e mais outro, cada um mais forte, mais intenso,
sem qualquer tipo de pudor despedaçam-se com fúria um no outro e,
depois,
tocado pela leve brisa, descansam,
tocando-se ao de leve, mais leve que a própria brisa,
mais suave que o toque de uma pena que cai na mão,
toque esse tão forte, tão avassalador, maior que o de uma vaga de mar alto, revolta, gigantesca,
que precipita ambos os corpos para um abismo de emoções sentidas e ressentidas como nunca antes,
sendo mesmo temidas e, no entanto, tudo o resto não importa, só o olhar,
olhos nos olhos e o toque outra vez, nariz no nariz,
o arrepio, o suspiro, mão na mão, corpo com corpo,
o cheiro, ai o cheiro!
Amor...
Para ti,
MEL!
de fogo,
fogo lento de brasa aquecida
pelo beijo húmido,
lento, gentil toque de lábios, profundamente fundidos,
pelo calor,
pela sede
de outro e mais outro, cada um mais forte, mais intenso,
sem qualquer tipo de pudor despedaçam-se com fúria um no outro e,
depois,
tocado pela leve brisa, descansam,
tocando-se ao de leve, mais leve que a própria brisa,
mais suave que o toque de uma pena que cai na mão,
toque esse tão forte, tão avassalador, maior que o de uma vaga de mar alto, revolta, gigantesca,
que precipita ambos os corpos para um abismo de emoções sentidas e ressentidas como nunca antes,
sendo mesmo temidas e, no entanto, tudo o resto não importa, só o olhar,
olhos nos olhos e o toque outra vez, nariz no nariz,
o arrepio, o suspiro, mão na mão, corpo com corpo,
o cheiro, ai o cheiro!
Amor...
Para ti,
MEL!
segunda-feira, 3 de outubro de 2005
Autodromo do Estoril

Ora ai está como se deve fazer, só é pena que tenha sido com uma marca de não me diz muito...
Casa cheia!
Dia em cheio e cheio no Autodromo! Parabéns à organização.
Era bom é que pudesse dizer o mesmo nas provas do Nacional de Velocidade.
Já agora fica aqui um conselho para o próximo fim do semana: 7 a 9 de Outubro Estoril Historic Festival no Autodromo do Estoril. Apareçam!
Estoril Historic Festival com novidades!
quinta-feira, 22 de setembro de 2005
À pois é!
À por aí um montão de indivíduos que se mostram preocupados com a possibilidade de um meteorito embater na terra, mas não os vejo preocupados com a possibilidade desse mesmo meteorito embater na lua. Tipo: - À e tal, isso não é meu, quero lá saber!
Estamos muito preocupados com a possibilidade da China se tornar um pais livre e com isso a invasão dos mercados ocidentais com materiais a preços mais baixos, mas já reparam que se isso acontecer os preços dos materiais chineses ficaram ao mesmo preço dos ocidentais? Ou julgam que os chineses não gostam de dinheiro? Tipo: É pá, eles têm um cultura mais avançada que a nossa e não gostam dessas coisas!
É impressão minha ou toda a gente continua a acreditar no que os políticos dizem? Tipo: Este gajo parece-me honesto!
Estamos muito preocupados com a possibilidade da China se tornar um pais livre e com isso a invasão dos mercados ocidentais com materiais a preços mais baixos, mas já reparam que se isso acontecer os preços dos materiais chineses ficaram ao mesmo preço dos ocidentais? Ou julgam que os chineses não gostam de dinheiro? Tipo: É pá, eles têm um cultura mais avançada que a nossa e não gostam dessas coisas!
É impressão minha ou toda a gente continua a acreditar no que os políticos dizem? Tipo: Este gajo parece-me honesto!
segunda-feira, 12 de setembro de 2005
Boa tarde!
Outro dia pensei – coisa rara -, será que alguém já reparou na real importância que temos no universo? O que nos rodeia é que faz o que nós somos e não o inverso! Aconselho a cada humano que se dêem ao trabalho de parar umas horas e olhar para o céu, mesmo se já o tenham feito, que o façam com mais frequência, de dia ou de noite. Ou então, evocando a experiência de um amigo meu, se tiverem oportunidade, mergulhem no mar alto, mas sem nada e olhem para o fundo. Dar-vos-á uma pequena noção que não somos assim tão importantes como isso, somos mais um ser, algo que faz parte de um grande conjunto que nos envolve, que não conhecemos e que não conseguimos controlar, muito menos prever. O mundo onde vivemos tem ainda muito para dar e não havemos que estar cá para ver, serão outros seres. Este medo atros de que isto tudo vai acabar, esse medo não deveria existir, pois para nós humanidade, o fim será mais que certo. Agora o resto... continua o seu caminho.
Não quero com isto dizer e sabendo que isso é certo, não devemos abandonar todas as nossas iniciativas, devemos sim é canalizai-las para outros interesses, pois o fim é certo, já a criação não o é.
Não quero com isto dizer e sabendo que isso é certo, não devemos abandonar todas as nossas iniciativas, devemos sim é canalizai-las para outros interesses, pois o fim é certo, já a criação não o é.
quinta-feira, 8 de setembro de 2005
Vá lá...
Já fui, já vim, queria ir outra vez, mas não me deixam, será que posso?
Vou fugir! Mas isso já deixam. Agora se pedir dizem logo que não posso, isto não é justo.
Nas mangas da camisa tenho um buraco. Vou dizer que necessito ir para casa, não posso andar assim vestido, não é?
Vou fugir! Mas isso já deixam. Agora se pedir dizem logo que não posso, isto não é justo.
Nas mangas da camisa tenho um buraco. Vou dizer que necessito ir para casa, não posso andar assim vestido, não é?
sexta-feira, 26 de agosto de 2005
quinta-feira, 11 de agosto de 2005
Vais de mota, ou vais de carro?
Vistas bem as coisas, nada daquilo fazia muito sentido. Eu estava todo molhado e não estava a chover.
(Quem sofre de estupidez devia pagar imposto)
Graça? Anda ver o que o nosso filho fez.
(Qual filho?)
A manta está na cave. Se não sabes onde botas as coisas a culpa não é minha.
(Botas? Mas é a manta ou é as botas?)
Anda, anda lá! Não perguntes, anda só.
(Seria muito imprudente ir sem perguntar primeiro, em especial com aquele tipo)
Vou ver o que posso fazer por si, Sr. Mamede. Uma coisa é certa, à noite não dá
(E de dia?).
Transpiro que nem um cavalo, mas não cheiro mal. Já o mesmo não se pode dizer dos meus peidos.
(A sociedade protector dos animais devia processar este tipo).
Mete uma cena na cabeça, o chapéu!
(Agora mesmo chego a uma conclusão. A cabeça só serve para uma coisa).
Ainda vinha eu no início da rua e já te ouvia a cacarejar. Bolas!
(Não é normal ter-se uma galinha como companheira)
Vendo assim de chofre, nada podemos fazer. Terei que chamar os bombeiros. Mas desde já lhe digo, vai ser muito moroso.
(Imaginem se fosse uma pedra entravaquadrilhada, lá se tinha que a desentravaquadrilhar)
Amo-te! Amor... os teu olhos, a tua boca, o teu cabelo, a tua mama.
(É amor mesmo!)
Venha comigo, eu ensino-lhe o caminho, vai ver que é perto.
(Passado duas horas)
Uma treta! És uma treta!! Não te posso fazer nada é?
(Em especial apertar as bordas da cona)
Mentes com todos os dentes que tens, com é possível.
(Era uma mentira pequena, a ver pela quantidade de dentes).
Vista grossa? Estás a fazer–me vista grossa? Estás mesmo a fazer-me vista grossa? Não acredito... Logo tu!
(Como será uma vista fina?)
A arma está carregada, um passo e é a tua morte, não abuses da sorte!
(Ora ai está um tema que gostaria de abordar no meu próximo programa, a infidelidade)
Mamã mamã? Que horas são?
(Adivinha?)
Filipe, não venhas tarde.
(Claro que não).
Canto a canção porque gosto. Já a outra não posso dizer o mesmo.
(Mais valia não teres cantado nada! Que merda da voz!)
E vistas bem as coisas, nada disto é para ser levado muito a sério, faz mal aos joelhos.
(e à vista grossa, de quem não tem voz, para que possas vir mais cedo, adivinhando as horas em que a arma será descarregada, ficando assim o tipo só com um dente, sim esse que não aguenta nada e que ensinou mal o caminho a velhinha. Já as pessoas amadas, que conduzem desentravaquadrilhadores, que têm mulher tipo galinha, teimosas, de cabeça de andorinha, com problemas de gases, que deixam pessoas como o Sr. Mamede pendurados, que nos enganam a torto-e-a-direito, que têm frio, não sabem a quantas andam e que por fim são estúpidas que nem uma porta, essas pessoas são-nos muito queridas, mas não as compreendemos).
Não faço qualquer tipo de comentário.... NADA!!!
(Quem sofre de estupidez devia pagar imposto)
Graça? Anda ver o que o nosso filho fez.
(Qual filho?)
A manta está na cave. Se não sabes onde botas as coisas a culpa não é minha.
(Botas? Mas é a manta ou é as botas?)
Anda, anda lá! Não perguntes, anda só.
(Seria muito imprudente ir sem perguntar primeiro, em especial com aquele tipo)
Vou ver o que posso fazer por si, Sr. Mamede. Uma coisa é certa, à noite não dá
(E de dia?).
Transpiro que nem um cavalo, mas não cheiro mal. Já o mesmo não se pode dizer dos meus peidos.
(A sociedade protector dos animais devia processar este tipo).
Mete uma cena na cabeça, o chapéu!
(Agora mesmo chego a uma conclusão. A cabeça só serve para uma coisa).
Ainda vinha eu no início da rua e já te ouvia a cacarejar. Bolas!
(Não é normal ter-se uma galinha como companheira)
Vendo assim de chofre, nada podemos fazer. Terei que chamar os bombeiros. Mas desde já lhe digo, vai ser muito moroso.
(Imaginem se fosse uma pedra entravaquadrilhada, lá se tinha que a desentravaquadrilhar)
Amo-te! Amor... os teu olhos, a tua boca, o teu cabelo, a tua mama.
(É amor mesmo!)
Venha comigo, eu ensino-lhe o caminho, vai ver que é perto.
(Passado duas horas)
Uma treta! És uma treta!! Não te posso fazer nada é?
(Em especial apertar as bordas da cona)
Mentes com todos os dentes que tens, com é possível.
(Era uma mentira pequena, a ver pela quantidade de dentes).
Vista grossa? Estás a fazer–me vista grossa? Estás mesmo a fazer-me vista grossa? Não acredito... Logo tu!
(Como será uma vista fina?)
A arma está carregada, um passo e é a tua morte, não abuses da sorte!
(Ora ai está um tema que gostaria de abordar no meu próximo programa, a infidelidade)
Mamã mamã? Que horas são?
(Adivinha?)
Filipe, não venhas tarde.
(Claro que não).
Canto a canção porque gosto. Já a outra não posso dizer o mesmo.
(Mais valia não teres cantado nada! Que merda da voz!)
E vistas bem as coisas, nada disto é para ser levado muito a sério, faz mal aos joelhos.
(e à vista grossa, de quem não tem voz, para que possas vir mais cedo, adivinhando as horas em que a arma será descarregada, ficando assim o tipo só com um dente, sim esse que não aguenta nada e que ensinou mal o caminho a velhinha. Já as pessoas amadas, que conduzem desentravaquadrilhadores, que têm mulher tipo galinha, teimosas, de cabeça de andorinha, com problemas de gases, que deixam pessoas como o Sr. Mamede pendurados, que nos enganam a torto-e-a-direito, que têm frio, não sabem a quantas andam e que por fim são estúpidas que nem uma porta, essas pessoas são-nos muito queridas, mas não as compreendemos).
Não faço qualquer tipo de comentário.... NADA!!!
terça-feira, 9 de agosto de 2005
2 segundos
Muita coisa pode acontecer em 2 segundos, mas por outro lado não é assim tanto tempo...
Ia passear pela cidade, quando um peixe me pergunta – Sabe nadar? – Mas que raio??
2 segundos antes da passagem do maremoto.
A rua é estreita, acanhada, esguia e não consegui ver o sinal.
2 segundos antes de ser assaltado numa rua sem saída.
Sentei-me, fiquei deslumbrado, como podia ser! Porque razão ninguém se senta aqui?!
2 segundos antes de lhe cair um piano em cima.
Estou cheio de sede. Uma fonte? Óptimo! Isto é demais, olha para este jovem aqui no chão a espumar da boca, é a droga...
2 segundos antes de beber água contaminada.
Pensei eu: Vou de carro, ou a pé? Não sei... Será que vai chover? Que se lixe, vou a pé!
2 segundo antes de ter perdido o último comboio de volta no meio do deserto Australiano.
Que calor! Vou à água.
2 segundos antes de lhe dar uma paragem de estômago.
Táxi! Táxi!
2 segundos antes de não ver o autocarro.
Mas porque raio é que a manga do casaco está tão comprida?
2 segundos antes de ter reparado que não tinha a mão direita, tinha sido roubado!
Adoro comer sopa de espinafres, é mesmo bom. Que sorte, hoje há! Se faz favor! – e estico o braço.
2 segundos antes de ter morrer com um tiro revolver, pois fiquei com o braço no meio das mamas de uma Senhora extremamente boa que vinha a passar como o marido, o qual era um pouco ciumento e não gostou (eu sei é rebuscado, mas valeu a intenção).
Há muitos outros exemplos como gerir os seus 2 segundos, pensem nisto e durmam descansados.
Ia passear pela cidade, quando um peixe me pergunta – Sabe nadar? – Mas que raio??
2 segundos antes da passagem do maremoto.
A rua é estreita, acanhada, esguia e não consegui ver o sinal.
2 segundos antes de ser assaltado numa rua sem saída.
Sentei-me, fiquei deslumbrado, como podia ser! Porque razão ninguém se senta aqui?!
2 segundos antes de lhe cair um piano em cima.
Estou cheio de sede. Uma fonte? Óptimo! Isto é demais, olha para este jovem aqui no chão a espumar da boca, é a droga...
2 segundos antes de beber água contaminada.
Pensei eu: Vou de carro, ou a pé? Não sei... Será que vai chover? Que se lixe, vou a pé!
2 segundo antes de ter perdido o último comboio de volta no meio do deserto Australiano.
Que calor! Vou à água.
2 segundos antes de lhe dar uma paragem de estômago.
Táxi! Táxi!
2 segundos antes de não ver o autocarro.
Mas porque raio é que a manga do casaco está tão comprida?
2 segundos antes de ter reparado que não tinha a mão direita, tinha sido roubado!
Adoro comer sopa de espinafres, é mesmo bom. Que sorte, hoje há! Se faz favor! – e estico o braço.
2 segundos antes de ter morrer com um tiro revolver, pois fiquei com o braço no meio das mamas de uma Senhora extremamente boa que vinha a passar como o marido, o qual era um pouco ciumento e não gostou (eu sei é rebuscado, mas valeu a intenção).
Há muitos outros exemplos como gerir os seus 2 segundos, pensem nisto e durmam descansados.
segunda-feira, 8 de agosto de 2005
quinta-feira, 4 de agosto de 2005
Manual de boas práticas II
Na farmácia:
- Primeiríssima coisa a ser feita; encontrar uma farmácia.
- Peça licença à porta para descasar os sapatos, se lhe for negado, diga que tem uma bomba.
- Se houver fila, não tire senha. Espere que as senhas acabem e depois queixe-se.
- A qualquer pergunta que lhe façam, responda sempre: Dois quilos. Ex: - O que vai ser? - responda prontamente - Dois quilos.
- Se estiver alguém a trás de si para ser atendido, diga-lhe que é só uma instante, depois tire a lista das compras do supermercado e faça um ar arrebatador.
- Fale muito baixo quando estiver a pedir os medicamentos, se a pessoa não o conseguir ouvir, disfarce.
- Encontre a balança, suba e fique inerte em cima dela. Se alguém da farmácia lhe disser: “Vamos fechar.” Disfarce e diga que ficou sem pilha no relógio.
- Altere o nome do medicamento na receita de “Ananase” para “Ananase de laranja” e veja a reacção do farmacêutico.
- Peça preservativos para usar nas orelhas, se não tiverem, peço o livro de reclamações e leia as reclamações em voz alta.
- Quando pedir preservativos, enrole, faça como se estivesse envergonhado. Se a pessoa que o está a atender perceber, disfarce, diga que é para o seu cão.
- Minta, diga que está grávida.
- Entre na farmácia a tossir compulsivamente e peça pastilhas de nicotina, mas sem açúcar.
- Faça-se de drogado e peça pastilhas para o mau hálito.
- Diga que o bife estava muito rijo e peça para falar com o gerente. Se o funcionário lhe disser que o aquele estabelecimento não é um restaurante, diga: “Isso é o que todos dizem!”
- Diga que lhe dói a alma e aguarde pacientemente por uma solução.
- Queixe-se da vida, se o funcionário lhe der algo, diga que já experimentou e não resultou.
- Peça para falar com o Médico, confesse-se e dê-lhe uma galinha.
- Se está farto de esperar, atire larachas para ao ar e no final de cada uma peide-se. Se mesmo assim não resultou, peça carinhosamente que saiam todos, exibindo um revolver em punho.
- Quando pagar, finja que está surdo. Se continuarem a insistir, pegue nos medicamentos, volte-se para trás e diga: Este Sr. paga.
- Ao sair fale sozinho e por fim pragueje com os medicamentos. Se ninguém olhar, finja que não viu nada.
- Antes de sair diga que lhe roubaram os sapatos que tinha deixado à porta. Para esta prática, terá que estar descalço, ou então o efeito não é o desejado.
- Na rua, comente em alto e bom som: “Estão a dar rebuçados aqui!” Se ninguém ouviu, passe ao segundo plano; sair de fininho.
quarta-feira, 3 de agosto de 2005
Chuva
A chuva de Janeiro que bate na chão, forte, como a morte, gelada,
como o metal da foice que trago na mão inchada, fechada,
cheia de calos doridos, como o coração, da terra amada, lavrada,
de dias e dias a fio, com muito pão e alguma água, decantada,
essa chuva, que trás a nossa benção, muito molhada, muito abençoada,
que nos trás a vida, que a torna numa canção, chorada, cantada,
a várias vozes, ou com um só vozeirão, a canta animada, nada desafinada,
cheia de vida, que enche o coração, da rapaziada, de uma só lufada,
que nos converte em crianças, de biberão, ó terra amada, ó desgraçada!
como o metal da foice que trago na mão inchada, fechada,
cheia de calos doridos, como o coração, da terra amada, lavrada,
de dias e dias a fio, com muito pão e alguma água, decantada,
essa chuva, que trás a nossa benção, muito molhada, muito abençoada,
que nos trás a vida, que a torna numa canção, chorada, cantada,
a várias vozes, ou com um só vozeirão, a canta animada, nada desafinada,
cheia de vida, que enche o coração, da rapaziada, de uma só lufada,
que nos converte em crianças, de biberão, ó terra amada, ó desgraçada!
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A formiga mais perigosa do mundo, Myrmecia pyriformis!