quarta-feira, 27 de abril de 2005

Tomei o pequeno almoço e sai

Tomei o pequeno almoço e sai, ainda estava escuro, as luzes da rua ainda estavam acesas. Subo a rua, dirijo-me para o Metro. Ao dobrar a esquina da leitaria, dou de caras com o meu vizinho bêbado, mais a sua prostituta favorita, que por amizade o trazia a casa nos piores dias. Cumprimentei-os como sempre faço, ao que a madame com o seu ar altivo, quase de gozo e como quase sempre responde:
– Não vai uma mamada? - ao que eu respondo,
– Estou atrasado, tenho de ir trabalhar. – Por vezes a troca de galhardetes fica por aí, mas desta vez, bem como outras que já aconteceram, ela queria conversa. A noite devia lhe ter corrido mal e o meu vizinho bêbado não teria muito dinheiro, assim respondeu:
– Anda lá, são dois minutos, faço-te um desconto!
– Não pode ser, tenho mesmo que ir – digo isto já a afastar-me deles, mas ela insistia.
– Anda lá querido, sabes bem que os faço como ninguém, tu próprio já mo disseste. – E dizia isto com um tom de voz um pouco alto. Eu com receio que o dialogo se tronasse dantesco, animalesco e com contornos ajavardados, resolvi correr para junto de ambos.
O meu vizinho, dormente, quase sem forças, e com um fio de baba no canto da boca, continuava pendurado no ombro desta mulher de 1 metro e 80, forte, aliás, gorda, com os peitos do tamanho de duas melancias, com um rabo espetado, rijo que nem cornos, com umas unhas que fariam a inveja de muitos talhantes, vestido sabes-se lá com o quê, e era com estes dois par de jarras que eu ia entrar de novo para o meu prédio, para a casa do meu vizinho, para que sua Excelência, Dona Prostituta, arregaçasse as mangas, tirasse a placa e se pusesse a chupar no meu sequioso abono de família, como nenhuma outra mulher alguma vez o tinha chupado, (acreditem que é realmente impressionante)! Sem pensar duas vezes, acedi à depravação. Puxei pelo braço dela e antes de irmos perguntei-lhe baixinho:
- Primeiro, vamos lá a saber quanto vale isso.
- Querido, para ti... deixa cá ver... 5contos!
- O quê?! Você deve estar louca! 5 contos?! E o desconto?!
- Querido, mas os 5 contos é já com desconto...
- Isso não pode ser! E quanto vale um queca?
- De quanto tempo?
- Sei lá... 10 minutos...
- Deixa ver... ora... para ti, faço-te 20 contos.
- 20 contos? Você passou-se! Então 5 contos a mamada e 20 contos a queca?
- E é se queres! – com tom de peixeira.
- Faça bem as contas. Repare; se por 10 minutos eu pago 20 contos isso dá 2 contos por minuto, certo?
- Sim.... – olhar para o ar com um ar pensativo e a contar com os dedos.
- Ora se a mamada é 5 contos, isso dá 2 contos e 500, por minuto, certo?
- Não estou a ver onde queres chegar...
- Não?!? Onde eu quero chegar é ao seguinte; uma mamada não é o mesmo da queca! Eu na queca posso lhe apalpar as mamas!
- Pois... e?
- E na mamda não! Está a ver onde eu quero chegar?
- Mais ou menos...
- Queca mamas, mamada não há mamas.... está a ver?
- Espera lá! O que estás-me querer a dizer é, se eu te deixar mexer das mamas enquanto te faço a mamada, já pode ser?
- Ora ai está!!
- Tu deves estar maluco! Tu deves bater mal mona! Não podes ter duas boas mercadorias ao mesmo tempo, chavalo!
- Ou é isso, ou vou-me já embora.
- Esquece!
- Está bem, então adeus, até amanhã.
- Olha o fedelho! Lá por ser todo menino da mamã e bem educado, deve pensar que leva tudo! É assim, e é assim mesmo!
- Muito bem, vou já andando. Ciao!
- Adeus... – com ar de desprezo.
E voltei a iniciar a minha marcha a caminho do Metro. Enquanto caminhava, ainda ouvia a prostituta a reclamar
– Olha-me só o fedelho! Mamada e mamas ao mesmo tempo, não queria mais nada! - continuava – É nisto o que dá quando se faz um bom serviço, querem sempre mais! Já viste isto? – dizia para o meu vizinho que já espumava pela boca.
Eu continuava a minha caminhada e pensava; mas que raio é que me deu na cabeça para perder 15 minutos da minha vida com esta mulher? Eu no fundo sabia porquê. É que a mamada que ela me tinha feito no ano passado tinha sido a melhor coisa que alguma vez alguém me tinham feito ao meu nabo. Nem a minha melhor namorada, não lhe tinha conseguido chegar aos calcanhares e isso era a única razão pela qual eu ainda a cumprimentava. É claro que uma voltinha nas melancias não faria mal menhum. Já em conversa com o meu vizinho, quando estava sóbrio, que era pelo menos uma vez por semana, quando ia visitar o filho, e lhe dei bolei na minha motorizada, me contou que se a mamada era boa, uma punheta daquelas mamas era ainda melhor e explicou porquê. Não vou contar, tenho vergonha...
Quando já ia bem lá em cima e já quase que não a conseguia ouvir, olhei para trás, para ver se ainda os consegui ver e se estaria tudo bem. Lá iam os dois, ele pendurado, já não era no ombro dela, já era na mala e ela continuava a esbracejar a praguejava, ainda se conseguiam ouvir algumas palavras:
– Deve pensar que é o maior!!
Quando cheguei ao topo da rua, voltei na papelaria à esquerda e desci para o Metro.
Já estava um pouco atrasado. Normalmente à hora a que costumava chegar à estação não havia ninguém, mas bastava ter-me atrasado 15 ou 20 minutos, para haver já um dezena de pessoas, que era o caso. Já tinha que esperar 1 minuto a mais para comprar o jornal e o Sr. Esteves me perguntar o que se tinha passado, fazendo-me perder mais 30 segundos que o normal, sendo já o atraso de um minuto e meio, mais o que iria perder quando fosse beber o café, pois já tinha uma fila de 1 pessoa à minha frente a pedir café e um pastel de nata, que por azar iria comer o que estava guardado para mim, pois como o Sr. Vitorino já sabia, se eu me atrasasse seria porque não iria trabalhar naquele dia e assim vendia o pastel, indo me atrasar ainda mais 2 minutos, fazendo com que não conseguisse apanhar o Metro de quando eu estou atrasado, resolvi então voltar para trás, ir a casa do meu vizinho e aceitar os 5 contos pela mamada e como a Dona Prostituta gostava muito de mim, ainda me deixou mexer durante a dita, nas suas belas mamas!

Um muito bom dia de trabalho, são os meus votos!

sexta-feira, 22 de abril de 2005

Vamos ter que falar.

Vamos ter que falar.
Da última vez que o tentamos fazer estavas toda despida, nua, sem roupa e sem pudor, quase que te via a alma.
Vamos ter que falar.
Se continuarmos a ignorar o que nos preocupa, não restará nada de nós, nada! Nem um dia ficará.
Vamos ter que falar.
Sei que não consegues, mas ou menos tenta, esforça-se, só uma vez. Eu ajudo.
Vamos ter que falar.
Ontem estive quase para te perguntar, mas quando te vi, foi como que se o mundo estivesse a acabar, a minha boca se tivesse congelado, o meu cérebro tivesse ficado vazio, oco.
Vamos ter que falar.
Vejo-te à tarde, na rua, sozinha, mas não consigo te chegar, não deixas, o teu olhar foge de mim.
Vamos ter que falar.
Mesmo quando não sabes que te vejo, eu sei que sabes que estou aí, junto de ti, ao teu lado, sempre ao teu lado.
Vamos ter que falar.
Quando me olhas, penso que quero fugir, mas tu não deixas, segues-me para onde eu for, mas no entanto, não deixas que eu te....
Vamos ter que falar.
PORRA CATARINA!! Não passa de hoje!!

quinta-feira, 21 de abril de 2005

Mais um...

Foi-me apresentado por um amigo, Vento de leste.

Fiquei tão inspirado que até fiz um:
Gota de orvalho
Cai no chão da floresta
Outra cai na minha testa
Ainda bem que não foi no caralho!

Sejas bem vindo!

quinta-feira, 31 de março de 2005

Acta número 1584

“Os passos que damos são dados com ambos os pés, caso só tenhas um, dá-los à mesma.”
Este foi um tema de abertura de conversa da última tertúlia de amigos, que todos os meses se juntam, dentro da casa de banho de um restaurante muito conhecido da nossa praça.
Das cabeças pensantes de todos os que frequentam (adoro escrever esta palavra em Brasileiro “freqüentam”, há lá coisa mais estúpida!?) este encontros, há uma, que todos identificam como sendo a mais pensante, que tem como tarefa mensal, a elaboração de um tema. O deste mês, o qual se encontra em epígrafe, é de todos o mais estúpido, e como tal foi escolhido para ser reflectido por outro grupo, que como nós, seguidores da nossa ideia, mas como menos capacidade intelectual, sendo por essa mesma razão praticamente impossível levar a bom porto qualquer tipo de conclusão. Visto isto, eu, como moderador, dei por encerrado este tema. Mas não deixando de exprimir o meu desagrado para com o pensante mor, pela a idiotice do tema.

14 de Maio de 1982.
Lisboa, Hospital Júlio de Matos.

A Formiga ataca em AL-HAIN.

Fui ao Cerro, que nunca lá tinha ido, já gastei dois rolos de fotografias, que nunca tinha me dedicado a fotografar Olhão como deve ser fotografado e antevejo uma ida à Ilha amanhã. Alguém quer me fazer companhia?
Farei o report, quando me der na real gana.
Até lá, façam só aquilo que realmente gostem.

terça-feira, 29 de março de 2005

...

Dia 29 de Março de 2005, 15:30.
Dia 29 de Março de 2005, 17:00.
Já tá...

quarta-feira, 16 de março de 2005

,

Mais, que um pássaro é um caixote de prendas que nos levam a um ponto de partida sem sentido para que por sua vez façamos o esforço de não ter pena de ser um pessoa com receio do tempo que tudo aquilo que gira à nossa volta será igual à mesma sensação de um dia termos a necessidade de voltar aquele sitio onde ninguém note que alguma vez estivemos lá no dia anterior com a pessoa que agora vai para casa da mãe com um saco plástico preto sem asas para se puder agarrar com força sem entornar uma única gota ficando tudo no lixo de manhã antes de ir para o trabalho para não querer ferir susceptibilidades que assolam todos os vizinhos do bairro onde mora desde pequeno como outros que desde muito cedo nada sabem o que fazer para continuar a vida desgraçada que levam com os dissabores de outros que em tudo fazem lembrar as pessoas felizes que conhecemos ao longo de nossas vida marcada de coisas boas como os dias maravilhosos de Primavera bonita de morrer aos poucos por conseguir ver o simples desabrochar de um flor repleta de maravilhosos pedaços de cores intensas tornadas encantadoramente cheias de esperança de conseguir chegar a um destino acolhedor feito de recordações tão boas como as que alguma vez se pudesse imaginar a dormir com aquela pessoas que tantos falam bem mas nada sabem sentir rancor de incorporar as sua pessoa, de manhã.

Evangelho do Quotidiano

João – Senhor, a quem iremos nós?
J – Não faço a mais pequena ideia!...
João – Mas tu tens a palavra da vida eterna, comé?! Ou é 6 ou é 68?!

Segunda-feira, dia 19 de... de... ai esta minha cabeça, de 2005.
Hoje a irmandade do Bibi celebra: Santa Bombástica, Virgem, com ascendente Leão, +-543 percings no corpo.

Proclamação do Evangelho de J Cruz (irmão do nosso querido amigo), segundo Maricas, 6, 53 ou 56 vezes pior que o irmão do Cruz.

Foram violaram para o outro lodo e chegaram à região de Setúbal, onde pararam. Assim que saíram do X5, o povo o reconheceu e pernas para que te quer. Percorrendo toda a região, começaram a violar, em leitos alheios , os que pereciam menos mal, para o lugar onde ouviam dizer que ele se encontrava, os interessados iam lá ter. Onde quer que ele entrasse, fosse nas aldeias ou nos povos, ou nos povoados, ou nas cidades. E todos os que lhe tocavam em J Cruz ficavam com tesão.

Da Bíblia do Pedófilo

terça-feira, 8 de março de 2005

Evangelho Quotidiano

Senhor, a quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna, João? 6 ou 69?

Quinta-feira, dia 07 de Fevereiro de 2000 e qualquer coisa.
Hoje a discoteca Igreja em Braga celebra: S. DJ Ricardo F. rei da Night, + 777 pontos, http:\\www.ampland.com, Cinco ou mais chagas d’isto, http:\\www.xxx.com, S Veemâncio Fortuna, baterista, + 600 pontos http:\\onlybestsex.com.

Proclamação de Evangelho de J, segundos Marcos, esse grande palhaço! 6x12=43

O rei Herodes, ou te cagas ou te fodes, ouviu falar de J, cujo nome se tronava célebre, pelas grandes orgia. Dizia-se: DJ JB ressurgiu dos mortos e por isso o poder de fazer house parties opera nele. Uns afirmavam: É Elias! Diziam outros: É um DJ como qualquer outro. Ouvindo isto, Herodes, que não se cagou e fodeu-se, repetia: É DJ JB, a quem mandei decapitar, só põe música de treta! Ele ressuscitou! Pois o próprio Herodes mandara prender JB e acorrentá-lo no Kings & Queens, por causa de Herodíates (uma grande vaca), mulher de seu irmão Filipe Trombudo, com a qual ele se tinha casado. JB tinha dito a Herodes: Não te é permitido ter a mulher do teu irmão, ó cabrão! Por isso Herodíates o odiava e queria matá-lo, não o conseguido, porém. Pois Herodes respeitava JB, sabendo que era um homem justo e santo, sim ele chamava-se: João Justo e Santo Batista; protegia-o do pessoal do J, que andava mortinho por o enrabar e, quando o ouvia sentia-se embaraçado. Mas, mesmo assim, de boa mente o ouvia. E JB dizia: Chavalo! Ou deixas a vaca ou... Chegou, porém, um dia favorável em que Herodes, por ocasião de seu natalício, deu um banquete aos grandes de sua corte, aos seus oficiais e aos principais da Galiléia. A filha de Herodíates apresentou-se e pôs-se a dançar, rebaldaria mais que certa, para grande satisfação de Herodes e dos seus convivas. Disse: o rei à moça: Pede-me o que quiseres, e eu to darei. E jurou-lhe: Tudo o que poderes te darei, ainda que seja a metade de meu reino. Ela saiu e perguntou à sua mãe: Que hei de pedir? E a vaca da mãe: A cabeça do DJ JB, e uma noite com o Capitão Robi. Tronando logo a entrar apressadamente à presença do rei, exprimiu-lhe o seu desejo: Quero que sem demora me dês a cabeça do DJ JB e uma noite com o Capitão Robi. O rei entristeceu-se; todavia, por causa da sua promessa e por ele ter uma maior que a do Robi, já para não falar dos convivas, não quis recusar. Sem tardar, enviou um carrasco com a ordem de trazer a cabeça de JB e para encontrar o Robi e cortar-lhe o sebardo. Ele foi, decapitou JB no Kings & Queens, trouxe a sua cabeça num prato e a deu à moça, e esta a entregou à sua mãe. Ouvindo isto, os seus discípulos forma tomar um copo e o depositaram num sepulcro. A partir desse dia o Kings & Queens, passou a Queens e o Robi lá ficou com o sebardo de meio metro!

Da Bíblia da Night

De seu nome António

Tinha uma grande inspiração
Batia só com uma mão
Não se fazia rogado
Gostava de ser enrabado

Mantinha a atenção
Não lhe fossem ir ó cu
Já a circuncisão
Dizia: fázelia tu!

Mamas tetas e silicone
Nada lhe fazia confusão
Já a cona da tia
Nunca dizia que não

Mais parecia um Zé Ninguém
Ninguém que o conhecia
Mas quando ele aparecia
Ficavam todos bem

De seu nome António
Nome anónimo
Que queria ser alguém

Ficava sempre de pau feito
Quando o enrabador era perfeito
Mas fica sempre descolhoado
Quando não era o namorado

Já a sua mão dizia:
Nem para sebo serves!
Ele contente sorria
Quanto comia um prato de perceves

Do alto da igreja
Atirou-se certo dia
Todos tiveram inveja
E foi uma correria

De seu nome António
Nome anónimo
Que queria ser alguém

segunda-feira, 7 de março de 2005

Pelos caminhos de Portugal


Rebordelo
E se um dia lá passares Nesses lindos olivais Ficas sempre a recordar Rebordelo de Vinhais

Informações Úteis
NOME DA FREGUESIA: Rebordelo
DISTÂNCIA A VINHAIS: 25 km
Nº DE HABITANTES: 828
ÁREA: 2215 ha
POVOAÇÕES: Rebordelo
PRESIDENTE DA JUNTA: Francisco Manuel Baía
TELEFONE: 278 369 162 / 93 332 57 55

Rebordelo é uma povoação muito antiga que já é citada nas Inquirições de 1258, sendo o seu primitivo nome Revordêllo. É uma freguesia do concelho de Vinhais, distrito de Bragança, com cerca de 1500 habitantes em 381 fogos, desses habitantes 47% são homens, 43% são mulheres e 10% são jovens.
Freguesia situada nas proximidades da margem esquerda do rio Rabaçal, dista a 25 km da sede do concelho, compreendendo os lugares de Rebordelo e Vale de Armeiro e fazendo fronteira com o Concelho de Valpaços e o de Mirandela.
A povoação principal é de granito. Junto à estrada, construções novas contrastam com o velho burgo, confirmando os ventos de mudança que nos últimos anos se têm feito sentir por aqui. Tem bairros com identidade muito própria: Igreja, Lombo, Carril, Fontainha, Eiró e outros de menor importância. A gente desta freguesia é o repositório de uma cultura popular que teima em sobreviver: lendas, rezas, tradições, medicina popular.
Mas a instalação das primeiras comunidades humanas em terras de Rebordelo remonta a tempos pré-históricos, como indica a sua arqueologia.

Arqueologia
Na Fraga dos Mouros, gruta natural no meio de brenhas graníticas, há uma antecamâra onde se notam ranhuras, indiciando a existência, em tempos, uma porta. No exterior existe uma espécie de mesa. Atendendo à morfologia do sítio, tudo indica uma ocupação desta gruta desde remotos tempos.

Desenvolvimento Económico
A Agricultura e pecuária, serralharia civil, construção civil, oficinas mecânicas, produção de castanha, vinicultura, olivicultura e pequeno comércio, são as principais fontes de rendimento das famílias desta freguesia.
Dos muitos que tenham de passar por aquelas terras, talvez gostem de saborear um pouco da refrescante água e observar a Fraga das Ferraduras, onde imperam os vinhedos, os olivais, e os castanheiros que lhe dão muita graça.
Na área da freguesia há duas minas de estanho, denominadas “Alto do Sarilho” e “Trigueiriça”. Julga-se que a sua exploração remonte a tempos muitos antigos. Embora desactivadas há algum tempo, as suas potencialidades continuam-se a manter, o problema é que hoje não se verifica qualquer interesse na extracção e aproveitamento de minério. Rebordelo foi um centro importante da indústria da seda que continuou em laboração contínua, mesmo depois do aparecimento da moléstia do sirgo, que quase aniquilou aquela indústria na região.
Também, existe um moinho que em tempos foi habitado, por uma família, onde moíam o centeio e o trigo. Mas com o tempo o moinho ficou abandonado
Banhada por um pequeno rio, o Rabaçal, onde actualmente se pesca a tão desejada truta, é uma aldeia em fase de desenvolvimento cultural e económico.

Terra de Judeus
Terra de Judeus dizem os vizinhos e o povo de Rebordelo também que estes se reuniam em pequenas assembleias ocultas aos olhares de estranhos e faziam em conjunto as suas rezas ao Grande Deus de Israel. No bairro das Pereiras há uma casa que, à entrada, tem uma estrela de David gravada no granito.
É a casa do senhor Moisés Abraão Gaspar, que também herdou do seu pai um velho manuscrito que se compõe de um caderno de noventa e nove páginas de papel não pautado de 15x10 cm. O manuscrito tem o nome de Livro de Orações ao Altíssimo Deus Todo- Poderoso e conta a primeira intitulada "Orações" e a segunda "Coisas Divinas".
A primeira parte ocupa as primeiras 72 páginas cujo tipo de letra parece ser do século XVIII. Nas páginas seguintes há apontamentos de família indicando nascimentos, mortes e casamentos. O manuscrito encontra-se encadernado em pele de cor acastanhada.
Este manuscrito foi transcrito em 1928 para o Há-lapíd (periódico do Movimento do Resgate, nessa altura o Capitão Barros Basto fez várias visitas a Rebordelo, sendo mesmo lá estabelecido um núcleo do movimento).
“Em Rebordelo, durante a lua de Setembro, os cristãos-novos quatro jejuns, cortam-se as unhas aos moribundos, ou apenas uma ou duas, assim como alguns cabelos, e embrulha-se tudo num pedaço de papel ou pano. Depois pega-se num bocado de pão e numa moeda de prata e passam-se pelos olhos do doente.” Este tipo de ritual é mais um exemplo das diversas práticas judaizantes, mas muitas há a assinalar. Orações para rezar pela manhã quando se jejua; para a lavagem matinal; para começar a rezar à tarde ou ainda a oração pelos mortos

Festas e Romarias
A povoação é tão crente e religiosa que não é de admirar se as festas e romarias vão beber as suas origens nas celebrações religiosas. Os dias santos eram dias festivos e permitiam às pessoas reunir e conviver finalmente num baile de música tradicional, porque todos os outros dias eram trabalhados pensando na sobrevivência das famílias.
Nesta freguesia a palavra Deus tem um significado sublime, reflectindo-se em tudo aquilo que se faz no dia-a-dia da população, nomeadamente em festas e romarias. Um exemplo disso são as “encomendação das almas”, “acto de criação”, entre outros.
O “Acto da Criação” (RAMO) é representado no dia 25 de Dezembro, pelo povo de Rebordelo, para o povo de Rebordelo e arredores.
“As Encomendações das Almas” , as pessoas reuniam-se nas encruzilhadas com a intenção de pedir a quem dormisse que rezasse pelos que já tivessem feito a viagem para o além. Mais precisamente na Quaresma depois da meia-noite.
Dia 1 de Novembro: Dias dos Fieis Defuntos
Dia 8 de Dezembro: Dia da Nossa Senhora da Conceição
Dia 24 de Dezembro: Dia de Consoada
Dia 25 de Dezembro: Festa das Varas
Mês de Fevereiro: Carnaval
Mês de Abril: Páscoa «Corpo de Deus»
Dia 18 de Maio: Festa de S. Venâncio
Dia 24 de Junho: Festa de S. João « Coração de Jesus »
Dia 29 de Junho: Festa de S. Pedro
Dia 10 de Agosto: Festa de S. Lourenço
Dia 15 de Agosto: Festa de Nossa Senhora da Penha de França

A romaria de Nossa Senhora de Penha de França, em Rebordelo realiza-se nos dias 14 e 15 de Agosto sendo a festa mais concorrida e animada de todo o concelho de Vinhais.
A capela de nossa Senhora de França está situada no alto de um monte distante 100 metros de um grande e íngreme rochedo conhecido pela Fraga das Ferraduras. É lhe atribuída esta denominação pelo facto de nele se encontrarem insculpidas umas figuras em forma oval e de ferradura. Na base esquerda do fragueiro há uma nascente de água, de qualidade superior, a que chamam Fonte da Virgem. Nenhum lugar seria mais adequado para o imaginário popular fazer nascer uma lenda. E foi ali mesmo, que surgiu a lenda de Nossa Senhora da Penha de França.

Lenda
Nossa Senhora, montada numa burrinha veio de Espanha, atravessou a fronteira de Atrave que dista cerca de 25 km de Rebordelo e entrou naquela aldeia. Quando chegou ao rochedo, apercebeu-se que os mouros a queriam perseguir e conduziu a burrinha para a íngreme rocha. O animal à medida que trepava por ali a cima, ia gravando no fraguedo as ferraduras das patas. Foi trepando até que o rochedo abriu uma fenda por onde a virgem se sumiu.
Esta lenda, pela sua ingenuidade e pela beleza natural do sítio onde a crença popular a colocou, merece ser conhecida.

Associações Culturais
Perpetuam as tradições da localidade, a Banda Filarmónica que foi constituída no início do século com cerca de quarenta elementos, se nos fiarmos nas mais antigas memórias da freguesia. Actualmente funciona com cerca de trinta e cinco elementos.
Há quinze anos atrás, criou-se um Rancho Folclórico, muito apreciado pela população. Infelizmente nestes últimos anos, não tem realizado quaisquer apresentações.
Há cinco anos que a associação desportiva e cultural de Rebordelo treina a equipa de futebol, participando esta em todos os torneios ao seu alcance.

Gastronomia e Artesanato
O Presunto, enchidos, cabrito assado no forno e para a sobremesa o pão de ló, compõem a ementa desta freguesia.
Calçado, rendas e bordados são lembranças que se podem trazer de Rebordelo, para além das imagens das Margens do rio Rabaçal, cuja praia fluvial convida ao descanso.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2005

Paz no mundo e vida longa

Hoje, 5ª feira, 3 de Fevereiro de 2005, acordei com uma grande vontade de praticar o bem, de abraçar, de cumprimentar as pessoas que me rodeiam, dizer-lhes, que bonito está o dia, como brilha o Sol, olhar para elas com um sorriso nos lábios, tentar convence-las que a vida é feita de pequenos nadas, e esses mesmos nadas são para ser vividos com muita intensidade. “Não se deixe abalar por acções que não pode controlar”, disse-me uma vez um “pardal”, até o dia de hoje nunca tinha compreendido o significado daquela frase, mas hoje, para mim, tudo ficou claro, limpo, sem venenos, vem maldade, sem ódios, sem sangue. Se facto, neste momento, e até com muita coragem, completo a frase “...e tente vive-las da melhor forma que possível”.
Este dia vai ser o dia mais longo da minha vida. Estou a apreciar cada segundo, cada pormenor, cada raio de luz, cada expressão, e tento a todo o custo semear a paz, a harmonia, todo o meu amor, que me enche o peito até à exaustam. Bolas como estou feliz! Alegre, sinto-me com vontade de viver 300 anos.
A última pessoa que abracei, disse-me que eu estava muito bonito. Achei o mesmo. É bom.
Foda-se o caralho da erva é mesmo boa!!!
Don’t walk on the grass smoke it!

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2005

Pelos caminhos de Portugal


Freguesia: Santa Clara do Louredo (Boavista)
Orago: Santa Clara
População: 1000 habitantes
Actividades económicas: Comércio, agricultura e fabrico de queijo de ovelha e cabra
Festas e Romarias: Santa Clara (Setembro)Património cultural e edificado: Igreja paroquial
Gastronomia: Açorda, sopa de cação, migas com carne de porco e carne de porco à alentejana
Colectividades: Centro Cultural e Desportivo Louredense

Situada na antiga baixara da serra de Alçaria Ruiva, a cerca de 5 quilómetros de Beja, na sede de concelho, a freguesia de Santa Clara de Louredo é composta pelos seguintes lugares: Boavista, Cabanão e Monte da Igreja.



Foi um curato da apresentação do arcebispo de Évora e antiga comenda da Ordem de Malta, transitando posteriormente para a coroa. A exploração agrícola do seu território teve projecção nacional, salientando-se várias quintas de nomeada, entre as quais de Fernão da Fonseca e a de José de Brito Lobo, que deram lugar à denominada Quinta de Santa Clara de Louredo e, consequentemente, à actual freguesia. Ao 1º Conde da Boavista, Mariano Joaquim de Sousa Feio e a sua esposa, D. Mariana Teresa Ribeiro de Sousa se deveu o desenvolvimento deste complexo agrícola e a construção ou ampliação de um solar residencial, com fundamentos de capela palaciana. Trata-se de uma obra projectada no reinado de D. Carlos e realizada arquitectonicamente no espírito luso-mourisco. Esta Quinta está ligada ao passal da igreja matriz, belo exemplar quinhentista de arquitectura religiosa quinhentista, correndo, pelo antigo cemitério, o seu murete de protecção.

Notícias
Tragédia em Santa Clara do Louredo
Data: Quarta, 22 de Dezembro de 2004 (9:38:13)
Tópico: Noticias
Tragédia em Santa Clara do Louredo. Na madrugada do último sábado um incêndio quase reduziu a cinzas o nº 10 do Bairro 1º de Maio.
Ângela Madeira, a proprietária da casa e o filho de 15 anos, que na altura se encontravam a dormir, conseguiram abandonar a residência a
tempo. Um curto – circuito terá estado na origem do incêndio. Os prejuízos são superiores a 5 mil euros. A família perdeu quase todo o recheio da habitação.
A Junta de Freguesia e a Câmara Municipal de Beja tem desenvolvido esforços nos últimos dias no sentido de recuperar a casa. Ângela Madeira vive sozinha com o filho e não tem condições para reparar os prejuízos. Por isso deixa um apelo aos Baixo Alentejanos.
Os donativos podem ser depositados na sede da Junta de Freguesia de Santa Clara do Louredo.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2005

Evasões da alma escura de pensamentos lúcidos e outras merdas.

Um rato e uma galinha:
- Mas a tua é mais pequena que a minha.

Caso eu conseguisse, iria passar umas férias. Ideias?

Nunca, mas nunca, tinha me dado conta do tamanho do Sol, BOLAS!

Xii, queimou outra vez!

Penso que estou a entrar na fase mais lúcida da minha vida. O que é esta merda que eles chamam dinheiro?

Brados, cicio, bonança, horror, raiva, pranto, e a cona da tia aos saltos.

Sabiam que canguru significa, na língua dos aborígenes Australianos, “não compreendo o que estás a dizer”.

Já uma vez disse isto, mas foi muito baixinho: aguas passadas, não fazem bem a ninguém e são umas grandes malucas.

Hoje, ao almoço, comi peixe. Não sei o que me deu.

Éh, ouve lá, eu estava a brincar! Estes bófias levam tudo a sério.

Uma unha de águia real, pele q.b. de iguana marinha das Caraíbas, raspas de pulga do mar da Armona, dois dentes e meio de foca do Polo Sul, um tentáculo de polvo corrente, dois bagos de arroz, sal muito grosso e uma ou duas caganitas de ratazana. Serve-se frio.

Bom proveito.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2005

O frio

O frio



Leve brisa que toca, fria, que envolve, languida, o teu corpo, tornando-o áspero e, como um grito surdo, e ao mesmo tempo, qual rajada de loucura, o transforma, agonizantemente, no Criador do desejo. Pensei em cobri-te de suaves mantas feitas de penas de aves raras, mas a cor, o cheiro, e, esse bruto, O Desejo de te tocar, foram mais fortes, derrubaram-me, qual maremoto de sentidos. O toque, a loucura de querer mais, o inebriante desejo que te querer possuir, à muito me tinha invadido, de tal assombrosa forma, que não haveria nada que me demovesse, nem que fosses a mais alta montanha ,
o mais profundo vale ,
a floresta mais densa ,
nem que estivesses tão perto do sol ,
a gruta mais escura ,
nem o facto, de seres uma menina na candura dos 16, quanto mais o facto de seres, a filha da minha mulher a dias.
Mas a natureza é matreira, omnipresente, omnipotente, avassaladora, arrebatadora, não deixa passar impune estas devassas tentações, a qual produz um frio, de tal forma arrepiante, e gélido, que torna o maior mastro, mais grosso, mas gordo, mas duro que um diamante, num pedaço de carne, tão mole que inveja o mais excelente bife de carne barrosã.
Assim, tal como cheguei, sai, e fui pregar para outra sacristia.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2004

Felix Natil e Prospero Anito nuobo!

O Natal é uma quadra em que temos de nos unir, por isso fodam bastante!

Já agora e como devo ter mais que fazer do que estar para aqui a vos aturar, um bom ano 1605, desculpem, 3005, aliás, 1405, em que ano estamos?

São os meus votos.

Aproveito o oportunidade para agradecer a fidelidade como têm visitado este Blog e pelos vossos comentários. Mais uma vez, o meu muito obrigado!

É nestas oportunidades que devemos fazer um balanço do que se passou nos últimos 12 mil dias, aliás, 12 mês. O balanço que faço é muito positivo, por podia ser tudo bem pior. Tendo em conta que o que virá poderá ser bem pior do que se está à espera, será um ano fantástico, mas “eispetacular”, assim como Paris.

Quando penso que já passaram 365 dias desde o ano passado a esta parte, tudo para mim faz sentido, as plantas, o mar, os ventos, as putas, o meu cabelo, a tua pachaxa e por fim, não só mas também, o universo. Esse grande matreiro!

Agora a sério; estava a brincar.

Beijos e abraços para todos os que merecem.

terça-feira, 7 de dezembro de 2004

Não hão-de os computadores só fazerem merda!

Reparem como se comunicam entre si:

"BM6ø 6 ( @    ô Î Ä Ü        1  ! ! 9! !!! ) ) ) !!) B!) ))) 1 1 1 B1 !!1 ))1 111 9 9 9 !!9 ))9 B B 11B BBB J J J !!J ))J 11J 99J JJJ R R )R R ))R 11R BBR RRR Z Z )Z 1Z BBZ JJZ ZZZ c c c !!c ))c ccc k )k k k k )k 11k RRk kkk J s s s !s !!s ! { ! „ ) { 1 { 9 { { „ !{ !{ !!{ !!œ )!{ 1!s ))„ ))” ))œ 11„ 11” 11œ 99s 99{ 99„ JJ„ B=” ZZ{ ccs ccŒ ZZ” BBœ JJœ ZZœ BB¥ JJ¥ RR­ ZZ­ ZZµ ccœ cc­ kk„ kkŒ kk¥ sss ss” ssµ {{{ {{Œ {{¥ {{Æ „„„ „„œ „„­ „„½ ŒŒŒ ŒŒ¥ ”ŒÎ ””” ””¥ œœœ ¥¥¥ ¥¥½ ­­­ ­­½ µµµ ÆÆÆ ÆÆÖ ÎÎÎ ÎÎç ÖÖÖ ÖÖç ÖÖï ÞÞÞ ççç ïïï ÿÿÿ Œ – Ÿ © ² ¼ Æ Ï Ù â ì õ ÿ ÿ  ÿ
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E ainda tentamos intende-los e domá-los...
Reparem nesta frase: "...ïîîîîíííììììëëëëêðððïïïïîîîîíííìììëëëëêêêéééèèèçççæææ‡..." Nem parece que vem de um computador!

1...2...3...

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHH!!!

Estava mesmo a apetecer, dasse!

terça-feira, 16 de novembro de 2004

Que autor?

Senhor, a quem iremos nós enrabar? Tu tens as palavras da vida eterna. Jonhy 6,69

Quinta-feira, dia...? sei lá! De Fevereiro de 2003
Hoje a irmandade do Roto celebra: Santos: Paolo Miki, Pedro Brochista e companheiros de enrabedelas, mártires (é claro!), +197, Sonsa Doroteia, mártir (uma devassa!), +352

Proclamação de Evangelho de J, segundo Marcos, seu namorado, 6,7,8,9,10...
Então chamou dos Doze e começou a enraba-los, dois a dois; e deu-lhes prazer falando-lhes sobre os espíritos imundos. Ordenou-lhes que não levassem coisa alguma para o caminho, senão somente um boião de vaselina; nem pão, nem mochila, nem dinheiro na liga; como calçado, unicamente saltos altos, e que se revestissem de duas túnicas, mais fio dental e casaco justo. E disse-lhes: Em qualquer casa em que entrardes, ficai nela, até vos retirardes dali, tipo okupa. Se em algum lugar não vos receberem nem vos escutarem, têm a minha autorização para varrer tudo a Napalm, granadas, mísseis bombas de mau cheiro, etc... e no fim, saí dali e sacudi o pó dos vossos pés em testemunho contra eles. Eles partiram e pregaram a penitência, levaram no cú o resto do dia, mesmo até partirem. Expeliam numerosos demónios, peidos, ungiam com óleo a muitos enfermos e os curavam. That’s what I’m talking about, you faggot ass!

Da Bíblia do Roto

quarta-feira, 10 de novembro de 2004

A tua racha

Quando a vejo, praguejo
Parece que me quer comer, deixa ver
É tão fofinha, tão rosinha
Qual greta de parede verde
Qual racha de chão, que tesão!

A tua racha
A tua pachácha
Gosto de a ter
É linda de morrer

Temos que tratar dela, vai um esporradela?
Que gosto de sabor, que calor
Mas primeiro vem o cheiro, esse matreiro
Quando lhe toco, arroto
És minha, já me vinha
És visceral, etc e tal

A tua racha
A tua pachácha
Gosto de a ter
É linda de morrer

Pela manhã, um maçã
Pela tardinha, uma rachinha
Na cozinha, uma fodinha
No colchão, um fodão
Já está assada, é da foda bem dada
Ou aqui ou em Beirute, vou ter de te por o Halibute

A tua racha
A tua pachácha
Gosto de a ter
É linda de morrer!