Não é da minha autoria, já muitos devem ter recebido por mail, mas aqui vai:
“1.
A mania que eles têm de invadir-nos de 200 em 200 anos só para levarem nos cornos.
Será masoquismo?!?
2.
Tratado de Tordesilhas, em que eles ficaram com o ouro e a prata toda e nós com as mulatas e a caipirinha... pensando bem, o negócio até nem foi tão mal para nós porque, entretanto, o ouro e a prata acabaram-se.
3.
As sevilhanas: que raio de gente com auto-estima se veste com vestidos às bolinhas tipo joaninha e saltita enquanto um parolo de cabelo oleoso geme como quem está com
uma crise de hemorróidas?
4.
Castilla la Macha, Estremadura e Andaluzia:
todos eles desertos áridos e monótonos, mas sem camelos nem tipos de turbante para tirar fotos com os turistas.
5.
O antigo costume espanhol de reclamarem para si terras às quais não têm direito (como Gilbraltar, Ceuta, Olivença - que é nossa! - e as Canárias).
6.
Enrique Iglesias, y su magnifica verruga en la tromba.
7.
A língua castelhana: esse prodígio da linguagem, em que seres humanos são capazes de emitir ruídos imitando perfeitamente o som de um cão a roer um osso.
8.
Filipe I.
9.
Filipe II.
10.
Filipe III.
11.
Os Seat, os piores automóveis que existem a oeste da Varsóvia. Boca chauvinista, a treinar diante do espelho: «Yo esborracho tu Seat Marbella com mi pujante UMM»!
12.
A Guardía Civil, e a sua mania de arrear porrada em políticos portugueses na fronteira:
mesmo que eles estivessem a pedi-las, nos nosso políticos somos nós quem "molha a sopa".
13.
Badajoz, a segunda cidade mais feia do mundo, a seguir a Ayamonte.
14.
Os nomes que ostentam: quer queiram, quer não, Pilar é nome de uma viga de betão
e Mercedes é tudo menos nome de mulher!
15.
A mania que têm de se afirmarem como uma nação unida quando três quintos da população tem um ódio de morte a Espanha.
16.
El Córte Inglés... Até eles tiveram vergonha da sua criação, pelo que não lhe chamaram "El Córte Español", optando por atirar as culpas a outro povo, totalmente inocente.
17.
Café espanhol: uma zurrapa intragável e, além disso, para se conseguir uma bica em Espanha, o cliente tem que especificar expressamente que a quer «cafe solo, sin leche».
E, à cautela, convirá também pedir sem Sonasol, sem gelo, sem pêlos do peito do empregado...
18.
A riquíssima culinária espanhola: paella de carne, paella de peixe, paella de gambas...
Claro que galegos, bascos e catalães têm uma culinária riquíssima, mas esses não são espanhóis (ver ponto 15).
19.
O hábito cínico de nos tratarem por "nuestros hermanos".
Aí o português deve, com ênfase, esclarecer: «Xô, bastardo! Vai prá p*** que te pariu».
20.
A televisão espanhola: 100% parola, e onde é considerado top de audiências um concurso em que a corrente, chamada Mercedes (vrumm! vrumm!), tem que dançar sevilhanas (arrghh!) com o Enrique Iglesias (vómitos!) para ganhar um Seat (keep it!) ou um T2 em Ayamonte (nãaaaaaaaao!).
21.
Já imaginando a contra-argumentação que alguns tentarão contra esta minha lista, devo lembrar que os filmes do Canal 18 NÃO são feitos em Espanha, nem por espanhóis.
Vejam o genérico. São americanos e dobrados em espanhol porque os espanhóis ficariam logo murchos se ouvissem as senhoras a gemer noutra língua que não a sua.
Aliás, os espanhóis nunca foram muito dotados: sabiam que a DUREX comercializa em Portugal preservativos com uma média de 1 cm mais compridos do que aqueles que comercializa em Espanha?!?
Agora, agradeçamos todos:
«Obrigado D. Afonso Henriques, por nos teres separado dessa raça, para que hoje possamos dizer, com orgulho, eu sou português!»”
Há mais esta e vem de um Irlandês que conheci: “Sabem qual é a melhor forma de irritar um Espanhol? Perguntando se a capital é Barcelona.”
E já agora, a melhor forma de irritar um Português é dizer que a capital de Portugal é Madrid.
Portugal!
segunda-feira, 20 de setembro de 2004
Amor de irmã
Não sei como
Não sei quando
Só sei que foi amor
Amor de irmã
Ninguém pode resistir
A tão bela personagem
Todos os dias vendo-a dormir
Sem lhe poder fazer uma abordagem
Quantos banhos juntos
Tantos gestos de carinho
Não trocava nem por dois presuntos
E quando ela me chama de maninho?
Não sei como
Não sei quando
Só sei que foi amor
Amor de irmã
Quando ela também sentiu
Eu enlouqueci de desejo
Perguntei: Dás-me um beijo?
Aí ela fugiu
Atormentada, fechou-se no quarto
Triste, fiquei fora de mim
E ela gritou bem alto
SIM!!!
Um beijo lhe dei, amor fizemos
Foi então que acordei, só, no quarto
De um qualquer hospital de lou... lou... LOUCOS!!!
Não sei como
Não sei quando
Só sei que foi amor
Amor de irmã
Não sei quando
Só sei que foi amor
Amor de irmã
Ninguém pode resistir
A tão bela personagem
Todos os dias vendo-a dormir
Sem lhe poder fazer uma abordagem
Quantos banhos juntos
Tantos gestos de carinho
Não trocava nem por dois presuntos
E quando ela me chama de maninho?
Não sei como
Não sei quando
Só sei que foi amor
Amor de irmã
Quando ela também sentiu
Eu enlouqueci de desejo
Perguntei: Dás-me um beijo?
Aí ela fugiu
Atormentada, fechou-se no quarto
Triste, fiquei fora de mim
E ela gritou bem alto
SIM!!!
Um beijo lhe dei, amor fizemos
Foi então que acordei, só, no quarto
De um qualquer hospital de lou... lou... LOUCOS!!!
Não sei como
Não sei quando
Só sei que foi amor
Amor de irmã
sexta-feira, 17 de setembro de 2004
Fancílio Cuécaslius
Um dia o nosso herói estava na casa de banho e teve uma ideia fulminante, as cuecas! Fancílio viveu no sec. II a. C. (180-99 a.C.). Quando era pequeno, Fancílio sentia-se mal quando trazia todos aqueles enormes lençóis enrolados a si, e ficava sempre com a “fruta” desamparada.
Fancílio, pertencia a uma família rica, uma das mais ricas do Império, provavelmente a mais rica logo a seguir à do Imperador - o pai era ministro das finanças.
Quando tinha 20 anos, foi falar com Políbio, historiador grego da época, só reconhecido como tal, após a sua morte – que chatice! Fancílio conversou com ele vários dias e explicou-lhe a sua ideia. Políbio por sua parte disse que os astros não existiam, que Deus à muitos, seu palerma! e preferia a Marvel em vez do Tio Patinhas, entrado em evidente desacordo com Fancílio. Este por sua vez disse que tinha de se ausentar por umas horas, pois teria que ir fazer uma compras para a mãe ao Jumbius, mas logo logo, estaria de volta.
Enquanto isso Políbio pensou e repensou e... chegou a uma conclusão. Teria de se fazer uma ranhura nas cuecas, com um fecho ecler para os homens fazerem as necessidades.
Fancílio chegou passado 3 meses e 2 minutos, pois o relógio da igreja estava atrasado uma hora. Políbio num grande frenesim, explicou-lhe a sua tese, com algumas alterações à ideia original, ao que Fancílio descordou e apresentou desde logo uma lista de problemas às alterações apresentadas:
1- Ainda não se tinha inventado o fecho ecler.
2- Ao se fizer uma ranhura para os homens, ter-se-ia de fazer outra para as mulheres.
3- As mulheres também usarão cuecas.
4- Os homens e as mulheres não só urinam , como também evacuam.
Políbio ouviu-o pacientemente durante dias e dias...
Passado uma mês houve a batalha de Pidna e Políbio foi para Roma levado como refém, ai apanhou uma valente bebedeira que durou uns dias.
Fancílio ficou destroçado, e tão desgostoso que nunca mais foi ao circo.
Ele pensou que nunca mais iria ver o seu sonho realizado, mas!...
Viu uma luz no fundo do túnel!
Seria um comboio? Seria um pássaro? Seria um avião? Não! Era o Super Sonhafilius!!!
Fancílio ficou pasmado, embasbacado, quadrado, mamado, envernizado, pois sempre sonhara em ver o seu personagem favorito da TV. Estava mesmo vislumbrado!
Super Sonhafilius dirige-se para ele e disse:
- Tu tens a ideia e eu tenho a sua realização
Era como se aquele momento tivesse sido tirado de uma história fantástica. Ao que se seguiu uma troca muito interessante de impressões:
- A sério SS?
- Sim, a sério!
- Que bom.
- Pois é.
- Nunca pensei!
- Pois.
Super Sonhafilius pegou no braço de Fancíliom, puxou para um canto e disse em voz baixa:
- Terás de arranjar um cordel para prender as cuecas, quando os homens ou as mulheres quiserem fazer as suas necessidades fisiológicas, terão única e simplesmente que desapertar o cordel da cintura.
Fancílio desde esse dia começou a tratar toda a gente com indiferença.
Fancílio fez vários modelos de cuecas, entre elas umas feitas de pele de crocodilo. Este modelo teve pouca aceitação, pois deu aso a muitas reclamações, visto que a cor da pele do crocodilo era verde e maioria dos clientes era do Benfica.
Havia também cuecas rendilhadas, com lantejoilas, outras que eram tão pequenas que eram para a tanga, etc., etc., etc.
Mas nem todas as pessoas aderiram à cuequice, haviam os naturistas que eram contra as cuecas e contra tudo em geral, reuniram uns milhares de assinaturas, e fizeram uma manifestação em frente ao Ministério das Cuecas. O Ministro disse que ia ver o que podia fazer, recebeu as assinaturas, reclamações e coisas mais, atentados á moral pública, galinhas, patos, alfaces, etc.
Nessa noite o Ministro foi para casa, fazia muito frio, ele não tinha pago a conta do gás, e não tinha lenha. Então em desespero e como não tinha como aquecer a casa, queimou os papeis todos que tinha trazido do Ministério. No dia seguinte comentou à imprensa que tinha sido o filho, que estava a fumar na sala e tinha deixado cair uma beata para cima dos papeis, queimando tudo. Toda a gente sabia que o filho do Ministro não fumava.
Fancílio morreu em 99 a.C..
O seu filho continuou a sua obra, mas não com tanto sucesso, ao pensar que ia revolucionar o mundo inventando a peruca. Teve um pouco mais de sucesso quando inventou uma mistura química para decapar, a que nós hoje em dia chamamos CocaCola.
Fancílio, pertencia a uma família rica, uma das mais ricas do Império, provavelmente a mais rica logo a seguir à do Imperador - o pai era ministro das finanças.
Quando tinha 20 anos, foi falar com Políbio, historiador grego da época, só reconhecido como tal, após a sua morte – que chatice! Fancílio conversou com ele vários dias e explicou-lhe a sua ideia. Políbio por sua parte disse que os astros não existiam, que Deus à muitos, seu palerma! e preferia a Marvel em vez do Tio Patinhas, entrado em evidente desacordo com Fancílio. Este por sua vez disse que tinha de se ausentar por umas horas, pois teria que ir fazer uma compras para a mãe ao Jumbius, mas logo logo, estaria de volta.
Enquanto isso Políbio pensou e repensou e... chegou a uma conclusão. Teria de se fazer uma ranhura nas cuecas, com um fecho ecler para os homens fazerem as necessidades.
Fancílio chegou passado 3 meses e 2 minutos, pois o relógio da igreja estava atrasado uma hora. Políbio num grande frenesim, explicou-lhe a sua tese, com algumas alterações à ideia original, ao que Fancílio descordou e apresentou desde logo uma lista de problemas às alterações apresentadas:
1- Ainda não se tinha inventado o fecho ecler.
2- Ao se fizer uma ranhura para os homens, ter-se-ia de fazer outra para as mulheres.
3- As mulheres também usarão cuecas.
4- Os homens e as mulheres não só urinam , como também evacuam.
Políbio ouviu-o pacientemente durante dias e dias...
Passado uma mês houve a batalha de Pidna e Políbio foi para Roma levado como refém, ai apanhou uma valente bebedeira que durou uns dias.
Fancílio ficou destroçado, e tão desgostoso que nunca mais foi ao circo.
Ele pensou que nunca mais iria ver o seu sonho realizado, mas!...
Viu uma luz no fundo do túnel!
Seria um comboio? Seria um pássaro? Seria um avião? Não! Era o Super Sonhafilius!!!
Fancílio ficou pasmado, embasbacado, quadrado, mamado, envernizado, pois sempre sonhara em ver o seu personagem favorito da TV. Estava mesmo vislumbrado!
Super Sonhafilius dirige-se para ele e disse:
- Tu tens a ideia e eu tenho a sua realização
Era como se aquele momento tivesse sido tirado de uma história fantástica. Ao que se seguiu uma troca muito interessante de impressões:
- A sério SS?
- Sim, a sério!
- Que bom.
- Pois é.
- Nunca pensei!
- Pois.
Super Sonhafilius pegou no braço de Fancíliom, puxou para um canto e disse em voz baixa:
- Terás de arranjar um cordel para prender as cuecas, quando os homens ou as mulheres quiserem fazer as suas necessidades fisiológicas, terão única e simplesmente que desapertar o cordel da cintura.
Fancílio desde esse dia começou a tratar toda a gente com indiferença.
Fancílio fez vários modelos de cuecas, entre elas umas feitas de pele de crocodilo. Este modelo teve pouca aceitação, pois deu aso a muitas reclamações, visto que a cor da pele do crocodilo era verde e maioria dos clientes era do Benfica.
Havia também cuecas rendilhadas, com lantejoilas, outras que eram tão pequenas que eram para a tanga, etc., etc., etc.
Mas nem todas as pessoas aderiram à cuequice, haviam os naturistas que eram contra as cuecas e contra tudo em geral, reuniram uns milhares de assinaturas, e fizeram uma manifestação em frente ao Ministério das Cuecas. O Ministro disse que ia ver o que podia fazer, recebeu as assinaturas, reclamações e coisas mais, atentados á moral pública, galinhas, patos, alfaces, etc.
Nessa noite o Ministro foi para casa, fazia muito frio, ele não tinha pago a conta do gás, e não tinha lenha. Então em desespero e como não tinha como aquecer a casa, queimou os papeis todos que tinha trazido do Ministério. No dia seguinte comentou à imprensa que tinha sido o filho, que estava a fumar na sala e tinha deixado cair uma beata para cima dos papeis, queimando tudo. Toda a gente sabia que o filho do Ministro não fumava.
Fancílio morreu em 99 a.C..
O seu filho continuou a sua obra, mas não com tanto sucesso, ao pensar que ia revolucionar o mundo inventando a peruca. Teve um pouco mais de sucesso quando inventou uma mistura química para decapar, a que nós hoje em dia chamamos CocaCola.
quinta-feira, 16 de setembro de 2004
Na capa de um livro que comecei a ler, mas não consegui acabar pois...
Quando penso que não penso
Na vida que Deus me deu
Às vezes até me convenço
Que não penso que sou eu
Autor:
Fernando Pereira Dias
Titulo do livro:
Do popular ao erudito
... o livro não era meu e estava cheio depressa.
Na vida que Deus me deu
Às vezes até me convenço
Que não penso que sou eu
Autor:
Fernando Pereira Dias
Titulo do livro:
Do popular ao erudito
... o livro não era meu e estava cheio depressa.
terça-feira, 14 de setembro de 2004
Armona, traiçoeira!
Foda-se! Merda! Caralho! Fui à Armona!!!
Eu tinha prometido a mim próprio que não punha lá os pés este ano e quando menos esperei, ZAS! que nem um raio, lá estava eu à da ponte!
Coisa rara foi o que aconteceu no TB, pura e simplesmente o pseudo dono, Sr. Estrica Daniel, não gostou muito que reclamassem com ele, por uns objectos estranhos que estavam dentro de uma garrafa de sumo e foi a muito custo que conseguimos a troca por uma em condições. Como se não bastasse, uma das pessoas que estava comigo, que conhece o Sr. Estrica Daniel, perguntou porque razão ele não queria fazer a troca do sumo, ao que o nosso amigo Estrica, completamente drogado, respondeu que não tinha visto nada dentro da garrafa, com o seu ar de pessoa respeitável e a respeitar na Armona. Aquilo foi de tal forma que ia dando direito a porrada da grossa. Lá tive que puxar os meus amigos para fora dali e continuar a usufruir do belo dia na Armona.
É uma pena a forma de servir naquela ilha. Não sei porquê, mas no Farol já não é assim... Logo eu que gosto mais da Armona!
Há coisas que me fazem muita espécie, se os donos destes estabelecimentos não tiverem clientes, se calhar ficam sem dinheiro e por conseguinte, sem dinheiro, ou estou a ver mal as coisas?
Na grande maioria a falta de profissionalismo no atendimento no Algarve, é muito má! E não é só na Armona.
Mas eu acho piada quando dizem que a taxa de ocupação é inferior à do ano passado, mas os lucros são superiores.
Eu de certa forma percebo o que se passa. Não há emprego no Sul, e como há muito turismo, as pessoas no geral agarram tudo o que seja emprego. Mas há pessoas que não têm mesmo jeito para a coisa. Por outro lado é a mentalidade das pessoas do Algarve, são muito desconfiados! Não sei se é pelo clima, mas suspeito que seja por sempre terem sido renegados para segundo plano a nível nacional, aliás, tudo o que seja a Sul do Tejo está renegado para segundo plano. Acho que já aqui dei o exemplo dos concertos. As bandas dão concertos onde?
Eu sei que é muito difícil dar a volta à questão, mas uma das formas seria melhorem-se a eles próprios. Em vez que reclamarem façam alguma coisa. Juntem-se, organizem-se, já que estão tão longe de tudo e ninguém quer saber do sul, a não ser para ir para a praia, organizem-se e melhorem. Acho que iam ter resultados mais proveitosos dos actuais. Eu sei de casos que já deu resultado.
Mais de resto, a Armona está na mesma. Adorei lá estar!
Eu tinha prometido a mim próprio que não punha lá os pés este ano e quando menos esperei, ZAS! que nem um raio, lá estava eu à da ponte!
Coisa rara foi o que aconteceu no TB, pura e simplesmente o pseudo dono, Sr. Estrica Daniel, não gostou muito que reclamassem com ele, por uns objectos estranhos que estavam dentro de uma garrafa de sumo e foi a muito custo que conseguimos a troca por uma em condições. Como se não bastasse, uma das pessoas que estava comigo, que conhece o Sr. Estrica Daniel, perguntou porque razão ele não queria fazer a troca do sumo, ao que o nosso amigo Estrica, completamente drogado, respondeu que não tinha visto nada dentro da garrafa, com o seu ar de pessoa respeitável e a respeitar na Armona. Aquilo foi de tal forma que ia dando direito a porrada da grossa. Lá tive que puxar os meus amigos para fora dali e continuar a usufruir do belo dia na Armona.
É uma pena a forma de servir naquela ilha. Não sei porquê, mas no Farol já não é assim... Logo eu que gosto mais da Armona!
Há coisas que me fazem muita espécie, se os donos destes estabelecimentos não tiverem clientes, se calhar ficam sem dinheiro e por conseguinte, sem dinheiro, ou estou a ver mal as coisas?
Na grande maioria a falta de profissionalismo no atendimento no Algarve, é muito má! E não é só na Armona.
Mas eu acho piada quando dizem que a taxa de ocupação é inferior à do ano passado, mas os lucros são superiores.
Eu de certa forma percebo o que se passa. Não há emprego no Sul, e como há muito turismo, as pessoas no geral agarram tudo o que seja emprego. Mas há pessoas que não têm mesmo jeito para a coisa. Por outro lado é a mentalidade das pessoas do Algarve, são muito desconfiados! Não sei se é pelo clima, mas suspeito que seja por sempre terem sido renegados para segundo plano a nível nacional, aliás, tudo o que seja a Sul do Tejo está renegado para segundo plano. Acho que já aqui dei o exemplo dos concertos. As bandas dão concertos onde?
Eu sei que é muito difícil dar a volta à questão, mas uma das formas seria melhorem-se a eles próprios. Em vez que reclamarem façam alguma coisa. Juntem-se, organizem-se, já que estão tão longe de tudo e ninguém quer saber do sul, a não ser para ir para a praia, organizem-se e melhorem. Acho que iam ter resultados mais proveitosos dos actuais. Eu sei de casos que já deu resultado.
Mais de resto, a Armona está na mesma. Adorei lá estar!
terça-feira, 7 de setembro de 2004
O barulho
5 da manhã, tentava adormecer. Já tinha tentado tudo, estava farto, não podia mais. O barulho era ensurdecedor, parecia vir de todos os lados.
Um belo dia se Sábado resolvi ir ver casas. Estava farto do meu pequeno e acolhedor apartamento, queria uma casa maior, com mais espaço, para poder fazer outras coisas. Assim fiz. Sai bem sedo, percorri alguns bairros da cidade, mas não encontrava nada que conseguisse superar as condições que tinha. Mais umas voltas e encontrei algo que me chamou a atenção, entrei.
Já lá vão dois anos e não tenho vizinhos, começo a pensar se fiz bem. Porque será que mais ninguém gosta deste local? Acho mesmo muito estranho. Às vezes o silêncio é aterrador, outro dia consegui ouvir o silêncio, pensava eu que seria impossível acontecer na cidade. Tenho tentado convencer os meus amigos, mas nem eles.
Quando me lembrei já era tarde de mais. Eu devia ter-me lembrado, essas coisas não se esquecem. A Senhora disse-me que de tantos em tantos anos há qualquer coisa que se transforma naquela paragens. Mas a paixão fez com que esquece-se tudo.
O pior era mesmo isso, a princípio não conseguia aperceber-me de onde vinha o barulho, era por toda a parte. Estava muito cansado. Aquilo só podia ser sobrenatural. Quando chegava ao átrio do prédio, não se ouvia nada, mas mal entrava no elevador, o barulho começava a aumentar a cada andar que se subia, para minha infelicidade eu morava no penúltimo.
Uma vez convidei cerca de dez pessoas para jantar lá em casa, não sei bem o que aconteceu, mas eu devia ter me apercebido que aquilo era um presságio, ou mau agoiro. Todos tiveram problemas e não puderam aparecer. Eu até julguei que estivessem todos a gozar comigo e pensei mesmo em deixar de lhes falar. Mas um a um apresentaram-me provas irrefutáveis de problemas. Uns tinham tudo problemas pessoais, outros de avarias de carros, etc. Houve um que me custou bastante a acreditar. Disse que tinha sido raptado.
O átrio era composto que uma grande superfície, toda ela em mármore de várias cores. O chão era preto, as paredes em tons de vermelho entrelaçados e no tecto uma pintura. Um fresco. O tema era a vida numa aldeia medieval, com milhares de habitantes, era composto por muitos rostos, muitos mesmo. Fiquei perfeitamente apaixonado pela pintura, só me apetecia ali ficar a observar com minúcia todos os pormenores. Até a Senhora teve de me puxar. Entrei no elevador.
Eu não acreditei mas depois de o ter ido visitar ao hospital, acreditei. Eu bem que tentava cativar pessoas a conhecer o meu novo lar, mas nada. Nem as minhas próprias namoradas. Quase todas elas tinha casa própria e quando o a tinham, diziam que tinham de dormir em casa dos pais. As únicas pessoas que entraram nessa casa, tinha sido eu, a Senhora que me mostrou a casa e um homem das mudanças, que por sinal era surdo. Foi uma desgraça para lhe dizer onde deixar as coisas. Muito simpático, mas completamente surdo.
Quando chegava ao meu apartamento era verdadeiramente impressionante, eu tinha dificuldade me ouvir a mim próprio. Entrava, fechava a porta e o barulho acabava. Mas mal dava um passo, voltava de novo, com a mesmo força, às vezes parecia que ainda aumentava mais. Aquilo já durava à dois longos meses. Eu não conseguia dormir. Andava a dormir em tudo o que era sítio, nos transportes, no trabalho, em todos o lado, bastava ficar um pouco quieto. Resolvi mandar uma carta para o construtor.
Mas não era razão para esquecer. Mas podia eu me lembrar, era tudo tão ao meu gosto, o prédio, a praceta, o átrio, os elevadores, que eram cinco, o espaço, a luz e o silêncio. Só havia uma coisa que não atraia muito, a vista. Só se conseguia ver para outros prédios, mas até isso era bom, porque tinham encontrado uma forma por meio de cores, de tornar os prédios mais apelativos. Para mim morar ali era como morar no paraíso! Mas logo me fui esquecer.
O elevador era soberbo, magistral, ao contrário de todos os outros elevadores que conhecia, o espelho era na parede do lado direito, o chão era coberto por uma grossa camada de pelo sintético branco, tão fofo que parecia estarmos a flutuar, as paredes eram revestidas a veludo azul escuro, quase preto, ou seria preto quase azul? O tecto era em madeira, escura, envernizada, muito brilhante; a iluminação estava assegurada por quatro lâmpadas, normais muito fracas, dentro de abajures foscos. Havia também um sofá, de apenas dois lugares, em pele vermelha, que tornava o ambiente cheio de luxuria. O que achei mais impressionante foi o facto de o elevador ser extremamente lento. Desde o átrio até ao último andar, um elevado 15º andar, demorava cerca de 10 minutos. Achei aquilo fantástico! Mas depois pensei – e se tiver que sair à pressa? – Dos cinco elevadores, dois deles eram ultra rápidos, cerca de dois minutos do 0 ao 15º andar, explicou-me a Senhora. O apartamento que me ia mostrar ficava no 14º andar.
Apesar de surdo estranhei ele estar sempre com presa para fazer tudo, era como se aquele lugar lhe tivesse a incomodar, olhava muito envolta e de repente olhava para trás, como se estivessem a chama-lo. O que é facto é que não consegui trazer mais ninguém à minha casa nova, NINGUÉM!
Quando entrei no apartamento foi a gota de água, fiquei sem palavras. A casa era ideal para mim.Com muita luz, parecia que entrava por todos os lados, até mesmo nos locais onde não tenha janelas. Tinha uma sala enorme, um quarto enorme com suite, uma cozinha razoável, um outro quarto, uma casa de banho e uma despensa, que mais parecia uma arrecadação. Toda pintada de branco. A luz era o que mais impressionante. Quando dei por mim estava de sorriso aberto no meio da sala, ao contrário da Senhora que não esboçava um único sorriso, nada, sempre muito sisuda. Vi mais alguns pormenores e fui-me embora. Passado duas semana já estava a morar na minha nova casa.
Mas sem efeito, nunca respondeu, aliás uma das vezes a carta até veio devolvida, com morada desconhecida. Eu já não iria suportar aquilo muito mais tempo. Estava a dar em louco, já me ria sozinho, ia para a varanda e gritava por socorro. Ligava para os meus amigos mas não me ouviam, nem eu os ouvia. O barulho, o barulho era só o barulho! Não conseguia identificar muito bem que tipo de barulho era, era uma mistura de vozes, sons agudos e graves, tudo; imaginem todos os barulhos que há no mundo reunidos ali, naquele apartamento.
No dia em que me mostrou a casa, disse-me: - Eu não devia estar a dizer-lhe isto, mas há uma lenda que faz alusão a este local como sendo o centro de tudo o que faz barulho. E de vinte em vinte anos este local é escolhido. – Eu na altura pareceu-me um pouco estranho, e até irreal, achei que a Senhora seria louca, nem quis acreditar, mas no dia em que tudo começou, lembrei-me do que ela disse e acreditei. Como podia ser? De um local paradisíaco, tornar-se no pior local de terra. O local de onde todo o barulho vem. É daquele local, é dali, é naquela casa, naquele prédio, naquela sala, naquele buraco no canto da sala, qual não consegui lá chegar para o tapar!!! AAAAAAAAAAHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!
Agora estou aqui internado, longe de tudo, penso como teria sido se não tivesse saído da primeira casa, onde de vinte em vinte anos é frequentada por cinco mil duendes durante duas horas.
Um belo dia se Sábado resolvi ir ver casas. Estava farto do meu pequeno e acolhedor apartamento, queria uma casa maior, com mais espaço, para poder fazer outras coisas. Assim fiz. Sai bem sedo, percorri alguns bairros da cidade, mas não encontrava nada que conseguisse superar as condições que tinha. Mais umas voltas e encontrei algo que me chamou a atenção, entrei.
Já lá vão dois anos e não tenho vizinhos, começo a pensar se fiz bem. Porque será que mais ninguém gosta deste local? Acho mesmo muito estranho. Às vezes o silêncio é aterrador, outro dia consegui ouvir o silêncio, pensava eu que seria impossível acontecer na cidade. Tenho tentado convencer os meus amigos, mas nem eles.
Quando me lembrei já era tarde de mais. Eu devia ter-me lembrado, essas coisas não se esquecem. A Senhora disse-me que de tantos em tantos anos há qualquer coisa que se transforma naquela paragens. Mas a paixão fez com que esquece-se tudo.
O pior era mesmo isso, a princípio não conseguia aperceber-me de onde vinha o barulho, era por toda a parte. Estava muito cansado. Aquilo só podia ser sobrenatural. Quando chegava ao átrio do prédio, não se ouvia nada, mas mal entrava no elevador, o barulho começava a aumentar a cada andar que se subia, para minha infelicidade eu morava no penúltimo.
Uma vez convidei cerca de dez pessoas para jantar lá em casa, não sei bem o que aconteceu, mas eu devia ter me apercebido que aquilo era um presságio, ou mau agoiro. Todos tiveram problemas e não puderam aparecer. Eu até julguei que estivessem todos a gozar comigo e pensei mesmo em deixar de lhes falar. Mas um a um apresentaram-me provas irrefutáveis de problemas. Uns tinham tudo problemas pessoais, outros de avarias de carros, etc. Houve um que me custou bastante a acreditar. Disse que tinha sido raptado.
O átrio era composto que uma grande superfície, toda ela em mármore de várias cores. O chão era preto, as paredes em tons de vermelho entrelaçados e no tecto uma pintura. Um fresco. O tema era a vida numa aldeia medieval, com milhares de habitantes, era composto por muitos rostos, muitos mesmo. Fiquei perfeitamente apaixonado pela pintura, só me apetecia ali ficar a observar com minúcia todos os pormenores. Até a Senhora teve de me puxar. Entrei no elevador.
Eu não acreditei mas depois de o ter ido visitar ao hospital, acreditei. Eu bem que tentava cativar pessoas a conhecer o meu novo lar, mas nada. Nem as minhas próprias namoradas. Quase todas elas tinha casa própria e quando o a tinham, diziam que tinham de dormir em casa dos pais. As únicas pessoas que entraram nessa casa, tinha sido eu, a Senhora que me mostrou a casa e um homem das mudanças, que por sinal era surdo. Foi uma desgraça para lhe dizer onde deixar as coisas. Muito simpático, mas completamente surdo.
Quando chegava ao meu apartamento era verdadeiramente impressionante, eu tinha dificuldade me ouvir a mim próprio. Entrava, fechava a porta e o barulho acabava. Mas mal dava um passo, voltava de novo, com a mesmo força, às vezes parecia que ainda aumentava mais. Aquilo já durava à dois longos meses. Eu não conseguia dormir. Andava a dormir em tudo o que era sítio, nos transportes, no trabalho, em todos o lado, bastava ficar um pouco quieto. Resolvi mandar uma carta para o construtor.
Mas não era razão para esquecer. Mas podia eu me lembrar, era tudo tão ao meu gosto, o prédio, a praceta, o átrio, os elevadores, que eram cinco, o espaço, a luz e o silêncio. Só havia uma coisa que não atraia muito, a vista. Só se conseguia ver para outros prédios, mas até isso era bom, porque tinham encontrado uma forma por meio de cores, de tornar os prédios mais apelativos. Para mim morar ali era como morar no paraíso! Mas logo me fui esquecer.
O elevador era soberbo, magistral, ao contrário de todos os outros elevadores que conhecia, o espelho era na parede do lado direito, o chão era coberto por uma grossa camada de pelo sintético branco, tão fofo que parecia estarmos a flutuar, as paredes eram revestidas a veludo azul escuro, quase preto, ou seria preto quase azul? O tecto era em madeira, escura, envernizada, muito brilhante; a iluminação estava assegurada por quatro lâmpadas, normais muito fracas, dentro de abajures foscos. Havia também um sofá, de apenas dois lugares, em pele vermelha, que tornava o ambiente cheio de luxuria. O que achei mais impressionante foi o facto de o elevador ser extremamente lento. Desde o átrio até ao último andar, um elevado 15º andar, demorava cerca de 10 minutos. Achei aquilo fantástico! Mas depois pensei – e se tiver que sair à pressa? – Dos cinco elevadores, dois deles eram ultra rápidos, cerca de dois minutos do 0 ao 15º andar, explicou-me a Senhora. O apartamento que me ia mostrar ficava no 14º andar.
Apesar de surdo estranhei ele estar sempre com presa para fazer tudo, era como se aquele lugar lhe tivesse a incomodar, olhava muito envolta e de repente olhava para trás, como se estivessem a chama-lo. O que é facto é que não consegui trazer mais ninguém à minha casa nova, NINGUÉM!
Quando entrei no apartamento foi a gota de água, fiquei sem palavras. A casa era ideal para mim.Com muita luz, parecia que entrava por todos os lados, até mesmo nos locais onde não tenha janelas. Tinha uma sala enorme, um quarto enorme com suite, uma cozinha razoável, um outro quarto, uma casa de banho e uma despensa, que mais parecia uma arrecadação. Toda pintada de branco. A luz era o que mais impressionante. Quando dei por mim estava de sorriso aberto no meio da sala, ao contrário da Senhora que não esboçava um único sorriso, nada, sempre muito sisuda. Vi mais alguns pormenores e fui-me embora. Passado duas semana já estava a morar na minha nova casa.
Mas sem efeito, nunca respondeu, aliás uma das vezes a carta até veio devolvida, com morada desconhecida. Eu já não iria suportar aquilo muito mais tempo. Estava a dar em louco, já me ria sozinho, ia para a varanda e gritava por socorro. Ligava para os meus amigos mas não me ouviam, nem eu os ouvia. O barulho, o barulho era só o barulho! Não conseguia identificar muito bem que tipo de barulho era, era uma mistura de vozes, sons agudos e graves, tudo; imaginem todos os barulhos que há no mundo reunidos ali, naquele apartamento.
No dia em que me mostrou a casa, disse-me: - Eu não devia estar a dizer-lhe isto, mas há uma lenda que faz alusão a este local como sendo o centro de tudo o que faz barulho. E de vinte em vinte anos este local é escolhido. – Eu na altura pareceu-me um pouco estranho, e até irreal, achei que a Senhora seria louca, nem quis acreditar, mas no dia em que tudo começou, lembrei-me do que ela disse e acreditei. Como podia ser? De um local paradisíaco, tornar-se no pior local de terra. O local de onde todo o barulho vem. É daquele local, é dali, é naquela casa, naquele prédio, naquela sala, naquele buraco no canto da sala, qual não consegui lá chegar para o tapar!!! AAAAAAAAAAHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!
Agora estou aqui internado, longe de tudo, penso como teria sido se não tivesse saído da primeira casa, onde de vinte em vinte anos é frequentada por cinco mil duendes durante duas horas.
segunda-feira, 6 de setembro de 2004
Preencha as seguintes frases com a palavra correcta
Era um tipo que ______ tanta fé, tanta fé, que julgava-se Deus por ter a capacidade e matar.
Deus demorou 6 dias ______ fazer o Homem, quanto tempo demorou para se fazer a ele próprio?
Era uma estrada tão larga, tão larga, _____ quando alguém tentava atravessa-la morria de velhice.
Se __ universo continua a expandir-se, será que também irá regredir?
Os extremos tocam-se, as mãos também, porque não fazer ____ pacto?
De noite de dia, as horas não param, o que nos leva __ pensar que podemos?
Era um ______ que acreditava tanto que havia vida noutros planetas, que deixou queimar a comida.
Se nada podemos fazer, já ___ qualquer coisa.
Quando nos apaixonamos, devíamos pensar mais _____ nossos vizinhos.
Se os tubarões são tão perigosos, acho que devíamos utiliza-los _____ armas.
A roda de um carro anda mais depressa ____ que a de uma carroça?
Era ______ igreja tão alta, tão alta, que o Cristo até tinha vertigens.
Era uma vaca tão gorda, ___ gorda, que tiveram que a levar para a Índia.
Para cada pessoa surda há pelo menos duas ____ não querem ouvir.
Entra um tipo numa farmácia, pede uma garrafa de água oxigenada, quantos anos tem __ tipo?
Os resultados estão afixados na revista ____________________ número 254.
Deus demorou 6 dias ______ fazer o Homem, quanto tempo demorou para se fazer a ele próprio?
Era uma estrada tão larga, tão larga, _____ quando alguém tentava atravessa-la morria de velhice.
Se __ universo continua a expandir-se, será que também irá regredir?
Os extremos tocam-se, as mãos também, porque não fazer ____ pacto?
De noite de dia, as horas não param, o que nos leva __ pensar que podemos?
Era um ______ que acreditava tanto que havia vida noutros planetas, que deixou queimar a comida.
Se nada podemos fazer, já ___ qualquer coisa.
Quando nos apaixonamos, devíamos pensar mais _____ nossos vizinhos.
Se os tubarões são tão perigosos, acho que devíamos utiliza-los _____ armas.
A roda de um carro anda mais depressa ____ que a de uma carroça?
Era ______ igreja tão alta, tão alta, que o Cristo até tinha vertigens.
Era uma vaca tão gorda, ___ gorda, que tiveram que a levar para a Índia.
Para cada pessoa surda há pelo menos duas ____ não querem ouvir.
Entra um tipo numa farmácia, pede uma garrafa de água oxigenada, quantos anos tem __ tipo?
Os resultados estão afixados na revista ____________________ número 254.
quinta-feira, 2 de setembro de 2004
Bem me quer, mal me quer
Bem me quer
Vou ver-te à janela
Mal me quer
Estou com “ela” na mão
Bem me quer
Faço adeus e digo-te que és bela
Mal me quer
Faço isto com uma só mão
Bem me quer
Faço-te juras de amor
Mal me quer
Está quase
Bem me quer
Digo-te que ainda estou com calor
Mal me quer
Abrando quando chega aquela fase
Bem me quer
Dizes também que me amas
Mal me quer
Acelero agora, para ainda te ver
Bem me quer
Mando-te beijos e corro as persianas
Mal me quer
Abro então o iogurte liquido, para o beber.
AAAAhhhh!!! Que prazer!
Vou ver-te à janela
Mal me quer
Estou com “ela” na mão
Bem me quer
Faço adeus e digo-te que és bela
Mal me quer
Faço isto com uma só mão
Bem me quer
Faço-te juras de amor
Mal me quer
Está quase
Bem me quer
Digo-te que ainda estou com calor
Mal me quer
Abrando quando chega aquela fase
Bem me quer
Dizes também que me amas
Mal me quer
Acelero agora, para ainda te ver
Bem me quer
Mando-te beijos e corro as persianas
Mal me quer
Abro então o iogurte liquido, para o beber.
AAAAhhhh!!! Que prazer!
quarta-feira, 1 de setembro de 2004
Até ando cansado... uff!
Bem, entrou esta semana uma rapariga nova no ginásio, que eu nem vos conto...
Estou quase cansado, vou lá de manhã antes de entrar para o trabalho treinar, vou lá a meio da manhã "comer" qualquer coisa, vou lá ao almoço treinar, vou lá "lançar" e vou lá à depois do trabalho treinar. Acho que hoje depois de sair do trabalho não vou lá "treinar" vou mesmo é praticar!
Apresento-vos a nova aquisição:


Ando todo maluco!!!
Estou quase cansado, vou lá de manhã antes de entrar para o trabalho treinar, vou lá a meio da manhã "comer" qualquer coisa, vou lá ao almoço treinar, vou lá "lançar" e vou lá à depois do trabalho treinar. Acho que hoje depois de sair do trabalho não vou lá "treinar" vou mesmo é praticar!
Apresento-vos a nova aquisição:


Ando todo maluco!!!
Kota!
Dia 29 em Maio do 2250
-----Menxajem orijinal-----
De: Mim@eu.pt
Enviada: Nexte momento
Pa: Ele@kota.pt
Assunto: Tamos mal
Man
Eh por exta forma k venho barafuxtar e dexagradar e exprexxar a ti kuanto ah kor onde trabalhamox dox xofáx.
Komo dono da XPPETA (Xindikato dax Pexxoax k Penxam k Extam a Trabalhar para alggehm)e kehro uma xemana d trabalho xem dias d dexkanxo man pa k seja o Kota obrigado a uxufruir de bué diax de fériax extremas kom a noxxa delegaxão do Xul pah.
Kazo O Kota kontinuar a não konxeggir enkontrar a noxxa kor bué predilekta man ox kaxtigos xeram bué mais agravados man tendo komo ultima xoluxão o dexpedimentos em maxxa d toda a Administraxão.
Aproveito pa dizer que ax xanitax do 1º andar tão bué sujax e não goxtei nada man da forma como o porteiro extava vextido man.
Ao Kota Prezidente da Adminixtraxão,
De nada,
Alvíssaras.
Dos Marios Jakim man
-----Menxajem orijinal-----
De: Mim@eu.pt
Enviada: Nexte momento
Pa: Ele@kota.pt
Assunto: Tamos mal
Man
Eh por exta forma k venho barafuxtar e dexagradar e exprexxar a ti kuanto ah kor onde trabalhamox dox xofáx.
Komo dono da XPPETA (Xindikato dax Pexxoax k Penxam k Extam a Trabalhar para alggehm)e kehro uma xemana d trabalho xem dias d dexkanxo man pa k seja o Kota obrigado a uxufruir de bué diax de fériax extremas kom a noxxa delegaxão do Xul pah.
Kazo O Kota kontinuar a não konxeggir enkontrar a noxxa kor bué predilekta man ox kaxtigos xeram bué mais agravados man tendo komo ultima xoluxão o dexpedimentos em maxxa d toda a Administraxão.
Aproveito pa dizer que ax xanitax do 1º andar tão bué sujax e não goxtei nada man da forma como o porteiro extava vextido man.
Ao Kota Prezidente da Adminixtraxão,
De nada,
Alvíssaras.
Dos Marios Jakim man
terça-feira, 31 de agosto de 2004
A abelha
Era uma vez uma abelha, tinha todas as qualidades de uma abelha linda. As cores, as patas, os som, as antenas, a forma de voar, tudo era perfeito. A primeira vez que a vi, pensei que tinha chegado ao céu, tal era a perfeição. Eu apreciava-a sempre de longe, tinha receio que ela não gostasse de ser observada e voasse para longe. Era de facto uma abelha linda. Os olhos, grandes observam tudo. Com as patas retira o néctar das flores e transporta na sua bolsa, é de uma perfeição majestosa. Ganhei coragem e aproximei-me mais, para ver os pormenores e quem sabe se com o som da minha voz, a conseguisse agradar de alguma forma. Assim fiz, fui me aproximando. Quando estava bem perto dela, exclamei: Olá! – Voltou-se para mim e ali ficou. Pelos vistos o truque da voz resultou. Ali perto, ainda consegui ver melhor, de facto tudo dela era linda, perfeito, como que se tivesse sido esculpido à mão, nada estava fora do lugar, nada era feio, não consegui encontrar nenhum defeito, era incrível. Tentei uma nova aproximação. Desta vez iria tentar novas palavras, podiam não parecer adequadas, mas não conseguia esperar mais, antes que ela se fosse embora, tinha de lhe dizer mais alguma coisa. Perguntei: Onde moras?
Para meu espanto, ela responde: Moro numa casa com o meu marido que por acaso está atrás de si e que para seu azar não gosta nada que pessoas estranhas falem comigo, seja onde for e por essa razão esteve dois anos na Tailândia a aprender várias artes marciais!
Ao que eu respondi: Desculpa, mas não estava a falar consigo, estava a falar com o abelha que está em cima da sua cabeça...
Senti tanta pena do pobre rapariga... O namorado quando viu a abelha no alto da cabeça do sua namorada, resolve proferir um ataque fulminante e de um só golpe, não só conseguiu falhar a abelha, como deixar a pobre rapariga em coma.
A abelha? Essa continuo a sua vida, ainda outro dia tínhamos combinado desviar um 747, mas a desgraçada não apareceu. Ligou-me mais tarde a dizer que tinha ido passear com o Santana Lopes! Cabra da abelha!
Para meu espanto, ela responde: Moro numa casa com o meu marido que por acaso está atrás de si e que para seu azar não gosta nada que pessoas estranhas falem comigo, seja onde for e por essa razão esteve dois anos na Tailândia a aprender várias artes marciais!
Ao que eu respondi: Desculpa, mas não estava a falar consigo, estava a falar com o abelha que está em cima da sua cabeça...
Senti tanta pena do pobre rapariga... O namorado quando viu a abelha no alto da cabeça do sua namorada, resolve proferir um ataque fulminante e de um só golpe, não só conseguiu falhar a abelha, como deixar a pobre rapariga em coma.
A abelha? Essa continuo a sua vida, ainda outro dia tínhamos combinado desviar um 747, mas a desgraçada não apareceu. Ligou-me mais tarde a dizer que tinha ido passear com o Santana Lopes! Cabra da abelha!
Para fazer quando se tenha muito que fazer
Vão o Google e escrevam a frase em Inglês "miserable failure" sem mais nada, tal e qual como está escrita, em seguida pressionem no botão "I'm Feeling Lucky", se vos aparecer o Google.pt, pressionem no botão "Sinto-me com Sorte", também dá.
Ia vomitando outro dia à hora do Jornal da Noite
Quando é que o jornal da noite vai passar a ter bolinha vermelha no canto? Aliás quando é que passa a ser considerado pessoas mutilados, mortas, a esvaírem-se em sangue e coisas parecidas, imagens que possam ferir ou chocar os telespectadores?
Já a notícia referente à actriz porno que conseguido bater o recorde do mundo, em que conseguiu despachar durante 24 horas o maior número de homens, já não pode passar nas notícias ... pode ferir a sensibilidade... Cambada de hipócritas!
As cenas de sangue ao menos podiam colocar aqueles filtros difusos que não deixam ver as coisas nítidas, como fazem quando aparecem partes intimas das pessoas. Que merda!
Já a notícia referente à actriz porno que conseguido bater o recorde do mundo, em que conseguiu despachar durante 24 horas o maior número de homens, já não pode passar nas notícias ... pode ferir a sensibilidade... Cambada de hipócritas!
As cenas de sangue ao menos podiam colocar aqueles filtros difusos que não deixam ver as coisas nítidas, como fazem quando aparecem partes intimas das pessoas. Que merda!
segunda-feira, 30 de agosto de 2004
Tema livre.
Após uma aprofundada analise, investigação e conversa com algumas pessoas mais chegados, cheguei a uma conclusão:
A relação entre o a lei do aborto, o “barco do aborto”, o governo e o processo da Casa Pia e por fim a pedofilia, é de inteira promiscuidade!
Vejamos; se a lei do aborto fosse aprovada, havia uma muito menor probalidade de existir crianças em locais como a Casa Pia. Por sua vez como a lei é votada no parlamento e, muito bem, houve um referendo para saber a vontade do povo, que por acaso calhou no Verão. A lei foi chumbada, mas não deixando a classe política ter sempre a sua palavra a proferir os seus comentários à cerca “destes” assuntos.
Ora se assim é, estão a ver onde isto vai parar, não é?
A relação entre o a lei do aborto, o “barco do aborto”, o governo e o processo da Casa Pia e por fim a pedofilia, é de inteira promiscuidade!
Vejamos; se a lei do aborto fosse aprovada, havia uma muito menor probalidade de existir crianças em locais como a Casa Pia. Por sua vez como a lei é votada no parlamento e, muito bem, houve um referendo para saber a vontade do povo, que por acaso calhou no Verão. A lei foi chumbada, mas não deixando a classe política ter sempre a sua palavra a proferir os seus comentários à cerca “destes” assuntos.
Ora se assim é, estão a ver onde isto vai parar, não é?
sexta-feira, 27 de agosto de 2004
Total Invasion
Now you listen to me
Just enough water
For a third of the world
Oil barons running the government
All votes invalid
Use any old lie
Going to crave up your wealth
Like pumpkin pie
It’s a global abrasion
Its conflagration
United Nations
It’s a total invasion
Terrify them
Complete submission
This is our goal
This our mission
Destroy your customs
You’ll have no say
We’ll clothe your women
It’s a fucking crusade
A lesson in trade
So all you intellectuals
Were gonna to invade
It’s a global abrasion
Its conflagration
United Nations
It’s a total invasion
24 million people Mexico City
Half a liter of water a day
The final push
The last battle
Eden restored
Man is cattle
We want your oil
We want your land
We’ll take your wealth
You’ll have much less
Well change your god to the bitch Goddess
It’s a global abrasion
Its conflagration
United Nations
It’s a total invasion
In: Killing Joke - Zum - 2003
Just enough water
For a third of the world
Oil barons running the government
All votes invalid
Use any old lie
Going to crave up your wealth
Like pumpkin pie
It’s a global abrasion
Its conflagration
United Nations
It’s a total invasion
Terrify them
Complete submission
This is our goal
This our mission
Destroy your customs
You’ll have no say
We’ll clothe your women
It’s a fucking crusade
A lesson in trade
So all you intellectuals
Were gonna to invade
It’s a global abrasion
Its conflagration
United Nations
It’s a total invasion
24 million people Mexico City
Half a liter of water a day
The final push
The last battle
Eden restored
Man is cattle
We want your oil
We want your land
We’ll take your wealth
You’ll have much less
Well change your god to the bitch Goddess
It’s a global abrasion
Its conflagration
United Nations
It’s a total invasion
In: Killing Joke - Zum - 2003
Aviso à circulação
Muito atenção! Peço a vossa atenção!
Para os Srs. proprietários de veículos com tecto de abrir, tomem a máxima atenção e tenham o máximo cuidado, há objectos estranhos na forma de gajas muito boas que entram pelo respectivo e se apoderam da vossa concentração, bem como outras coisas acabadas em ão! Muito cuidado.
Para os Srs. proprietários de veículos com tecto de abrir, tomem a máxima atenção e tenham o máximo cuidado, há objectos estranhos na forma de gajas muito boas que entram pelo respectivo e se apoderam da vossa concentração, bem como outras coisas acabadas em ão! Muito cuidado.
quinta-feira, 26 de agosto de 2004
As coisas que tentaram me ensinar hoje
Hoje, quando estava a tomar o café da tarde, que por acaso não tomo, mas faço sempre a pausa com KitKat e afins, reparei nos pacotes de açúcar e não é que tive uma agradável surpresa! Vêm coisas escritas neles, para além de:
Desejamos-lhe um óptimo café Nicola
Açúcar Granulado
Distribuído por:
Nutricafés
Tel: 214 968 500
Consumumidor@nutricafes.pt
www.nicola.pt
PL 6/8g
Embalado por sugapack
... e mais umas merdas com uns desenhos.
Formando uma pequena colecção, em vários pacotes consegui encontrar, no lado oposto ao referido em cima, está a razão da vida, da existência primordial, passo a transcrever algumas pérolas, de bom humor e outras de verdadeira arte escrita:
- “O que é que o tomate disse á banana?” Para aguçar a curiosidade, a resposta vem em letras muito pequenas e itálico, entre aspas e ao contrário. Ou seja é necessário dar uma volta de 180graus ao pacote para conseguir saber qual a resposta elaboradíssima e em tudo sábia: “Quando tiras a roupa fico todo vermelhinho”
- Outra: “O que é um pontinho preto em cima de uma jornal? Hilariante! “Uma formiga à procura de emprego.”
- As palavras preferidas a seguir são da inteira responsabilidade da Nicola: “O que é que tem dedos mas não escreve?” “As luvas” (...)
- É a verdade a vir ao de cima! “O que é que dá a volta ao mundo, mas permanece num canto?” “O selo” (qual selo?)
- De facto a sabedoria transcrita nestes pacotes de açúcar é avassaladora! Reparem: “O que é que a sardinha chama ao submarino?” “Uma lata com pessoas dentro”.
- A verdade anda sempre a cima de tudo: “O que é que anda com os pés na cabeça?” Se aplicássemos os princípios da boa etiqueta esta pergunta, teria outros contornos, mas como estamos aqui a falar da verdade que me queriam ensinar, a resposta é: “O piolho.”
- “O que é que sempre sobe, quando a chuva desce?” “O guarda-chuva”. E se fosse o sol a descer, o que subia?
- Tipicamente o renascer de uma mentalidade antiga, o machismo: “Por que é que o boi muge quando a vaca passa?” “Porque não sabe assobiar”. Veja-se aqui a sintaxe formada com a conjugação da palavra do mais elevado valor gramatical.
- A pérola das pérolas: “O que é que (reparem, “...o que é que...”, uma cacofonia linguistica, simbiótica entre o que e o que) o ponteiro grande (o falo grande!) diz ao ponteiro pequeno?” “Não te vás embora. Eu volto daqui a u a hora”.”...não te vás embora que eu volto daqui a uma hora...” estas palavras são o êxtase! Vamos analisar uma a uma...
Desejamos-lhe um óptimo café Nicola
Açúcar Granulado
Distribuído por:
Nutricafés
Tel: 214 968 500
Consumumidor@nutricafes.pt
www.nicola.pt
PL 6/8g
Embalado por sugapack
... e mais umas merdas com uns desenhos.
Formando uma pequena colecção, em vários pacotes consegui encontrar, no lado oposto ao referido em cima, está a razão da vida, da existência primordial, passo a transcrever algumas pérolas, de bom humor e outras de verdadeira arte escrita:
- “O que é que o tomate disse á banana?” Para aguçar a curiosidade, a resposta vem em letras muito pequenas e itálico, entre aspas e ao contrário. Ou seja é necessário dar uma volta de 180graus ao pacote para conseguir saber qual a resposta elaboradíssima e em tudo sábia: “Quando tiras a roupa fico todo vermelhinho”
- Outra: “O que é um pontinho preto em cima de uma jornal? Hilariante! “Uma formiga à procura de emprego.”
- As palavras preferidas a seguir são da inteira responsabilidade da Nicola: “O que é que tem dedos mas não escreve?” “As luvas” (...)
- É a verdade a vir ao de cima! “O que é que dá a volta ao mundo, mas permanece num canto?” “O selo” (qual selo?)
- De facto a sabedoria transcrita nestes pacotes de açúcar é avassaladora! Reparem: “O que é que a sardinha chama ao submarino?” “Uma lata com pessoas dentro”.
- A verdade anda sempre a cima de tudo: “O que é que anda com os pés na cabeça?” Se aplicássemos os princípios da boa etiqueta esta pergunta, teria outros contornos, mas como estamos aqui a falar da verdade que me queriam ensinar, a resposta é: “O piolho.”
- “O que é que sempre sobe, quando a chuva desce?” “O guarda-chuva”. E se fosse o sol a descer, o que subia?
- Tipicamente o renascer de uma mentalidade antiga, o machismo: “Por que é que o boi muge quando a vaca passa?” “Porque não sabe assobiar”. Veja-se aqui a sintaxe formada com a conjugação da palavra do mais elevado valor gramatical.
- A pérola das pérolas: “O que é que (reparem, “...o que é que...”, uma cacofonia linguistica, simbiótica entre o que e o que) o ponteiro grande (o falo grande!) diz ao ponteiro pequeno?” “Não te vás embora. Eu volto daqui a u a hora”.”...não te vás embora que eu volto daqui a uma hora...” estas palavras são o êxtase! Vamos analisar uma a uma...
Varboletas
Vi uma varboleta
À voar, à voar
Era perneta
Faltava-lhe duas asas
E cheirava muito mal dos sovacos
Varboletas
Tão belas, tão belas
Às corzinhas
Era feia
Mesmo muito horrível
E tive de a embalsamar
Varboletas
Tão belas, tão belas
Às corzinhas
Pergesa alpenor
Diryas palpirias
Pupilas menor
God zylias
Varboletas...
In: O Incesto
1989
À voar, à voar
Era perneta
Faltava-lhe duas asas
E cheirava muito mal dos sovacos
Varboletas
Tão belas, tão belas
Às corzinhas
Era feia
Mesmo muito horrível
E tive de a embalsamar
Varboletas
Tão belas, tão belas
Às corzinhas
Pergesa alpenor
Diryas palpirias
Pupilas menor
God zylias
Varboletas...
In: O Incesto
1989
Super Pop Azeitona
Artista Pop
Artista Rock
Quero ser muito famoso
Quero ser muito vaidoso
Quero ser um artista de Pop, Pop
Quero cantar música Rock
Quero ser o Rui Reininho
Sero ser o Velosinho
Xico Fininho
Artista Pop
Pop azeitona
Quero beijar o João Peste
Quero ser dos Plot Pop Pot Nhot...
Quero ser capaz do 7
Quero ser capa do Blitz
Quero tocar no Jonhy Guitar
Sou um fã dos Heróis do Mar
ZX 3000
LX 10000
Pop artista
Pop azeitona
Quero ter uma relação
No fogão
Com a Sofia Morais
In: O Incesto
1990
Artista Rock
Quero ser muito famoso
Quero ser muito vaidoso
Quero ser um artista de Pop, Pop
Quero cantar música Rock
Quero ser o Rui Reininho
Sero ser o Velosinho
Xico Fininho
Artista Pop
Pop azeitona
Quero beijar o João Peste
Quero ser dos Plot Pop Pot Nhot...
Quero ser capaz do 7
Quero ser capa do Blitz
Quero tocar no Jonhy Guitar
Sou um fã dos Heróis do Mar
ZX 3000
LX 10000
Pop artista
Pop azeitona
Quero ter uma relação
No fogão
Com a Sofia Morais
In: O Incesto
1990
quarta-feira, 25 de agosto de 2004
Vamos aprender a comer – Vamos aprender a bater.
Como todos sabem, as regras de etiqueta são uma das primeiras formas de sadismo.
O primeiro manual de etiqueta incluía velas, chicotes, tenazes, entre outros objectos e animais, utilizados nas práticas sádicas, que se escondiam por entre as palavras de boa etiqueta, frases como: “O garfo de peixe nunca deverá ser levantado mais de 10cms a cima da mesa” É um dos exemplos mais fáceis da tradução para as práticas sádicas, vejamos a tradução: O garfo de peixe – pénis de plástico – nunca deverá ser levantado – ficar – mais de 5cms a cima – fora – da mesa – do cu.
Os autores destes manuais, verdadeiras bíblias do sadismo, eram conhecidos pelas suas dissertações à cerca do corpo humano e os seu limites. Autores como Sir. Artur Balls eram invocados pelas melhores escolas de etiqueta, como sendo verdadeiros deuses. O profundo conhecimento do corpo humano e das suas fraquezas, tornavam a prática alucinante, chegando a ser viciante.
A relação entre a comida e o sadismo está implícita em praticamente todos os livros antigos. Um dos exemplos mais elucidativo desta relação implícita será a sopa de tomate. Não só pela cor, como também pelo som. Sim o som! O som é de uma semelhança atroz. O som da urina a cair no ventre de uma freira é exactamente igual á da sopa de tomate e cair, quando resvala pela colher, que está cheia. Como este exemplo à enumeros outros, que como este estão muito bem camuflados.
Como será obvio referir todos esses textos foram objecto de profunda analise e com a ajuda de códigos muito bem elaborados pelos monges sem o dedo mindinho, visto ser o mais avassalador dos dedos, pelo menos para estes monges, só assim conseguiram chegar às actuais traduções, ilustradas, dos manuais de etiqueta de antigamente.
Estes livros podem-se comprar nas melhores lojas de rebuçados e vêm sempre acompanhados de um gato. O gato serve para praticarem...
O primeiro manual de etiqueta incluía velas, chicotes, tenazes, entre outros objectos e animais, utilizados nas práticas sádicas, que se escondiam por entre as palavras de boa etiqueta, frases como: “O garfo de peixe nunca deverá ser levantado mais de 10cms a cima da mesa” É um dos exemplos mais fáceis da tradução para as práticas sádicas, vejamos a tradução: O garfo de peixe – pénis de plástico – nunca deverá ser levantado – ficar – mais de 5cms a cima – fora – da mesa – do cu.
Os autores destes manuais, verdadeiras bíblias do sadismo, eram conhecidos pelas suas dissertações à cerca do corpo humano e os seu limites. Autores como Sir. Artur Balls eram invocados pelas melhores escolas de etiqueta, como sendo verdadeiros deuses. O profundo conhecimento do corpo humano e das suas fraquezas, tornavam a prática alucinante, chegando a ser viciante.
A relação entre a comida e o sadismo está implícita em praticamente todos os livros antigos. Um dos exemplos mais elucidativo desta relação implícita será a sopa de tomate. Não só pela cor, como também pelo som. Sim o som! O som é de uma semelhança atroz. O som da urina a cair no ventre de uma freira é exactamente igual á da sopa de tomate e cair, quando resvala pela colher, que está cheia. Como este exemplo à enumeros outros, que como este estão muito bem camuflados.
Como será obvio referir todos esses textos foram objecto de profunda analise e com a ajuda de códigos muito bem elaborados pelos monges sem o dedo mindinho, visto ser o mais avassalador dos dedos, pelo menos para estes monges, só assim conseguiram chegar às actuais traduções, ilustradas, dos manuais de etiqueta de antigamente.
Estes livros podem-se comprar nas melhores lojas de rebuçados e vêm sempre acompanhados de um gato. O gato serve para praticarem...
terça-feira, 24 de agosto de 2004
quarta-feira, 18 de agosto de 2004
terça-feira, 17 de agosto de 2004
O meu frigorifico
Naquela casa fresca
Os passáros esvoaçam
Numa neblina pitoresca
Os mesmo passáros a trespassam
No meu frigorifico
Cheio de sol e calor
O meu frigorifico
Pior que um matador
No frigorifico escancarado
A cabeça dela se deslumbrava
E então um passáro marado
Um olho lhe arrancava
Sua perna
Fiz para o almoço
Minha alma de moço
A conserva eterna
De seu cabelo
Esfergona fiz
E foi por um triz
Que não engoli farto pelo
No meu frigorifico
Cheio de sangue e horror
Em meu frigorifico
Eu te pus meu amor
In O Incesto
Os passáros esvoaçam
Numa neblina pitoresca
Os mesmo passáros a trespassam
No meu frigorifico
Cheio de sol e calor
O meu frigorifico
Pior que um matador
No frigorifico escancarado
A cabeça dela se deslumbrava
E então um passáro marado
Um olho lhe arrancava
Sua perna
Fiz para o almoço
Minha alma de moço
A conserva eterna
De seu cabelo
Esfergona fiz
E foi por um triz
Que não engoli farto pelo
No meu frigorifico
Cheio de sangue e horror
Em meu frigorifico
Eu te pus meu amor
In O Incesto
segunda-feira, 16 de agosto de 2004
Conversas de salão.
“As coisas são como são, o se quer tudo ou não se quer nada.” Este foi o tema de conversa da nossa última conversa. Eu queria tudo, o outro não queria nada, estivemos nisto a noite toda. A conversa rodopiava:
- Tu vais ver! – dizia o outro com os olhos em sangue.
- ... não sei do que estás a falar... – respondia eu com a maior das calmas.
- - Ai não?
- Não...
- Então queres dizer que preferes ter tudo?
- Claro que sim!
- E se ficares com nada?
- Isso não é uma opção para mim.
- Fazes-me nervos! Essa tua arrogância... – e cospe para o chão.
- O que significa isso? – perguntei eu apontando com o nariz, para o escarro no chão.
- Significa que tu és um cobarde!
- Porra vê lá se te decides, ou queres tudo ou não queres nada. Primeiro não queres nada e depois chamas-me cobarde? A que propósito?
- Se queres tudo terás que ter a ousadia de ter mesmo tudo, por isso o cobarde.
- Já sei a que te referes... mas isso meu caro são trocos.
- Que nervos!!!
- Calma... temos a noite toda.
- Não temos nada.
- Ai isso é que temos!
- E se decidir já?
- Acho um pouco difícil.
- É verdade... MERDA!
- À pois!
- Mas isso também para mim são trocos.
- Não te esqueças que não queres nada.
- Cala-te!
- Só te relembrei.
Fez-se silêncio durante uns breves minutos. Após o silêncio sepulcral, um grito e um bater de palmas, atiram-me para o chão com o susto.
- AHAHAHAAH! – As gargalhadas do outro ouviam-se na rua.
- Cabrão! – diz eu, enquanto tentava levantar-me.
- AHAHAHAAHAHAHAHAAHAHA!!!
- Pára desgraçado!
- AHAHAHAHAAH! Não consigo é... AHAHA! Mais forte que eu... AHAHAHA!
- Eu disse pára!!!
- AHAHAahahaheheheh... ai, ai! Rir faz bem à saúde, ria e seja um verdadeiro atleta!
- Mais uma dessa e levas tudo!
- Isso NÃO!
- Ah, já não te ris agora, pois não?
- Isso não!
- Pois mas meu caro, essas coisas são mesmo assim, ou é tudo ou não é nada.
- Não tenho a culpa de teres escolhido primeiro...
- Lá isso é verdade, fui eu que quis escolher primeiro.
- Ora ai está. Há uma coisa que ainda não compreendi...
- Diz?
- De que estamos a falar?
- Como assim?
- Esta cena do tudo e do nada... de que se trata?
- Espera lá... ainda não compreendes-te do que se trata?
- Desculpa... mas eu daquele tipo que gosta de tudo muito bem explicado.
- Logo vi. Então aqui vai: Tudo! Tudo é mesmo tudo! Tudo o que existe e tudo o que não existe, tudo o que se conhece e tudo o que não se conhece, estás a imaginar tudo? É mais do que isso. Nada! É nada, rigorosamente nada, népia, néribi, ziles, nerum, riem, NADA!
- Nada?
- Sim, NADA!!!
- Mas nada é alguma coisa....
Desde esse dia nunca mais andei de táxi.
- Tu vais ver! – dizia o outro com os olhos em sangue.
- ... não sei do que estás a falar... – respondia eu com a maior das calmas.
- - Ai não?
- Não...
- Então queres dizer que preferes ter tudo?
- Claro que sim!
- E se ficares com nada?
- Isso não é uma opção para mim.
- Fazes-me nervos! Essa tua arrogância... – e cospe para o chão.
- O que significa isso? – perguntei eu apontando com o nariz, para o escarro no chão.
- Significa que tu és um cobarde!
- Porra vê lá se te decides, ou queres tudo ou não queres nada. Primeiro não queres nada e depois chamas-me cobarde? A que propósito?
- Se queres tudo terás que ter a ousadia de ter mesmo tudo, por isso o cobarde.
- Já sei a que te referes... mas isso meu caro são trocos.
- Que nervos!!!
- Calma... temos a noite toda.
- Não temos nada.
- Ai isso é que temos!
- E se decidir já?
- Acho um pouco difícil.
- É verdade... MERDA!
- À pois!
- Mas isso também para mim são trocos.
- Não te esqueças que não queres nada.
- Cala-te!
- Só te relembrei.
Fez-se silêncio durante uns breves minutos. Após o silêncio sepulcral, um grito e um bater de palmas, atiram-me para o chão com o susto.
- AHAHAHAAH! – As gargalhadas do outro ouviam-se na rua.
- Cabrão! – diz eu, enquanto tentava levantar-me.
- AHAHAHAAHAHAHAHAAHAHA!!!
- Pára desgraçado!
- AHAHAHAHAAH! Não consigo é... AHAHA! Mais forte que eu... AHAHAHA!
- Eu disse pára!!!
- AHAHAahahaheheheh... ai, ai! Rir faz bem à saúde, ria e seja um verdadeiro atleta!
- Mais uma dessa e levas tudo!
- Isso NÃO!
- Ah, já não te ris agora, pois não?
- Isso não!
- Pois mas meu caro, essas coisas são mesmo assim, ou é tudo ou não é nada.
- Não tenho a culpa de teres escolhido primeiro...
- Lá isso é verdade, fui eu que quis escolher primeiro.
- Ora ai está. Há uma coisa que ainda não compreendi...
- Diz?
- De que estamos a falar?
- Como assim?
- Esta cena do tudo e do nada... de que se trata?
- Espera lá... ainda não compreendes-te do que se trata?
- Desculpa... mas eu daquele tipo que gosta de tudo muito bem explicado.
- Logo vi. Então aqui vai: Tudo! Tudo é mesmo tudo! Tudo o que existe e tudo o que não existe, tudo o que se conhece e tudo o que não se conhece, estás a imaginar tudo? É mais do que isso. Nada! É nada, rigorosamente nada, népia, néribi, ziles, nerum, riem, NADA!
- Nada?
- Sim, NADA!!!
- Mas nada é alguma coisa....
Desde esse dia nunca mais andei de táxi.
Para quando?
Para quando governantes deste pais competentes?
Para quando a baixa dos impostos?
Para quando os dinheiros da receita do estado começam a ser bem aplicados?
Para quando a classe política se começar a preocupar mais com quem os elege e menos com quem está no poleiro?
Para quando mais responsabilização sobre os maus actos?
Para quando penas agravadas para quem não cumpre?
Para quando leis de trabalhadores que se apliquem também aos governantes?
Para quando a justiça deste pais começar a funcionar?
Para quando é que termina esta hipocrisia generalizada que está tudo nas lonas? Quem é que não tem dinheiro? Os do costume... porque os outros têm-no cada vez mais! Eu gostava de ser dos outros. Provavelmente quando eu for dos outros, os gajos sabem e fazem que os outros se tornem mais com os do costume.
Para quando? Hã? Para quando?
Para quando a baixa dos impostos?
Para quando os dinheiros da receita do estado começam a ser bem aplicados?
Para quando a classe política se começar a preocupar mais com quem os elege e menos com quem está no poleiro?
Para quando mais responsabilização sobre os maus actos?
Para quando penas agravadas para quem não cumpre?
Para quando leis de trabalhadores que se apliquem também aos governantes?
Para quando a justiça deste pais começar a funcionar?
Para quando é que termina esta hipocrisia generalizada que está tudo nas lonas? Quem é que não tem dinheiro? Os do costume... porque os outros têm-no cada vez mais! Eu gostava de ser dos outros. Provavelmente quando eu for dos outros, os gajos sabem e fazem que os outros se tornem mais com os do costume.
Para quando? Hã? Para quando?
sexta-feira, 13 de agosto de 2004
Olhão
AL-HAIN - ALHAM - OLHAM - OLHÃO
CMO
Olhão Cidade do Mar - Capital da Ria Formosa
OLHÃO PARA O CIDADÃO !
Olhão Internacional
A Revolução Francesa protagonizada por Napoleão Bonaparte e as subsequentes invasões napoleónicas marcaram Portugal e, de uma forma especial, o Algarve e Olhão. Nos finais de 1807, o Algarve, tal como o resto do país, preparou-se para receber o invasor francês.
Um ano mais tarde, respirava-se no ar a insoburdinação ao poder francês. A indignação dos olhanenses surgiu quando, a caminho das solenidades do dia do Corpo de Deus, se depararam com um edital que convidava os portugueses a lutarem contra a sublevação espanhola ao lado dos franceses. O Coronel José Lopes, apoiado pelo Padre Malveiro, pároco local, rasga este edital motivando a revolta e rebatem os sinos nas freguesias mais próximas - Moncarapacho, Fuzeta, Pechão e Quelfes. Enquanto as tropas francesas tentavam controlar a situação, surgiu o boato de que os soldados portugueses, estacionados em Faro e sob domínio francês, se haviam juntado a Olhão na revolta. O boato teve um efeito imediato! O repicar dos sinos da Igreja de Nossa Senhora do Carmo incitou os farenses à sublevação que rapidamente se alastrou. Quando os reforços franceses chegaram era tarde de mais - o Algarve era novamente português!
Com saudades, sem mais!
A Revolução Francesa protagonizada por Napoleão Bonaparte e as subsequentes invasões napoleónicas marcaram Portugal e, de uma forma especial, o Algarve e Olhão. Nos finais de 1807, o Algarve, tal como o resto do país, preparou-se para receber o invasor francês.
Um ano mais tarde, respirava-se no ar a insoburdinação ao poder francês. A indignação dos olhanenses surgiu quando, a caminho das solenidades do dia do Corpo de Deus, se depararam com um edital que convidava os portugueses a lutarem contra a sublevação espanhola ao lado dos franceses. O Coronel José Lopes, apoiado pelo Padre Malveiro, pároco local, rasga este edital motivando a revolta e rebatem os sinos nas freguesias mais próximas - Moncarapacho, Fuzeta, Pechão e Quelfes. Enquanto as tropas francesas tentavam controlar a situação, surgiu o boato de que os soldados portugueses, estacionados em Faro e sob domínio francês, se haviam juntado a Olhão na revolta. O boato teve um efeito imediato! O repicar dos sinos da Igreja de Nossa Senhora do Carmo incitou os farenses à sublevação que rapidamente se alastrou. Quando os reforços franceses chegaram era tarde de mais - o Algarve era novamente português!
Com saudades, sem mais!
Quem és tu, pá?
Continuo a achar que te conheço de qualquer lado, não sei bem de onde, será de onde a brisa corre por entre o vale que te embriaga de desejo? Ou será do bar onde fui ontem. Não sei. Ou sei? Os teus olhos são como duas uvas verdes, que anseiam por um copo, onde finalmente possam ser bebidos e tocados pelos meus doces lábios. Ó se eu pudesse ser vestido, só para o ser por ti, para puder tocar nesse teu ventre! No ventre era bom. Tenho quase a certeza que és a mulher de alguém que conheço. Mas quem? É alguém que me é muito próximo, mas quem? É alguém que eu compartilho um grande segredo, mas quem? Os teus cabelos são como searas ao vento, sedentas de água! De facto devias ter mais cuidado com os champôs que usas. Algo em ti faz com que o meu olhar rebusque o teu, em longínquos passeios por entre as floresta dos nossos pensamentos. É como que se eu conseguisse advinhar qual vai ser o teu próximo passo. A próxima frase... Está bêbado! Desse género de coisas. É como eu conseguisse saber o teu nome sem nunca o ter proferido. Julgo sentir as tuas mãos tocarem o âmago do meu ser, como se de uma peça de fruta se tratasse. Nem consigo imaginar outro cenário se não este: Nos teus braços, aliás com uma não na testa e outra na parede a segurar-me na cabeça, para eu em longas lufadas de ar, dizer tudo o que tenho a dizer, como que de um longo e pesaroso desabafo, à retrete, se tratasse. Esta sensação de que te estou a conhecer de algum lado, vou continuar a tentar a lembrar, porque eu quero saber, se te estou a perder. Será que me vais dizer? Será que vou conseguir lembrar-me? Será que vou ser uma pessoa de novo? Um insecto? Sim, um insecto, uma barata, nojenta, que trepa pelas tuas pernas, tão lisas como a seda que envolve a tua tez, e vou entrar e vou e tu vais gostar e eu vou gostar, as cuecas é que não vão gostar. Já perguntei a toda a gente que encontrei, ou que consegui arrastar até mim, mas essas pobres criatura nem conseguem encontrar a casa de banho, quanto mais saber se eu te conheço, Estou perdido, vou a nado, vou remar, vou remar contra a corrente, não, isso não! Já basta alguém o fazer vezes sem conta. Quanto mais te miro, menos te vejo. Quanto mais tento chegar até ti mais longe ficas, é como não quisesses estar ao pé de mim. Verdade seja dita, que o cheiro é nauseabundo. Acho... acho... já está! Mais umas longas lufadas de ar e já passou. Agora que estou melhor, já me estou a lembrar de onde te conheço. JÁ SEI!!! Tu... tu... tu... porra mas tu és a mulher. A minha mulher! Nunca mais vou a bar de strip. Um gajo vem de lá todo baralhado. Desculpa mãe!
quinta-feira, 12 de agosto de 2004
Se te...
Se te faço chorar
É porque te dói
Se te dói
É porque o tenho grosso
Se já não me consegues ver
É porque as lagrimas te inundam os olhos
Se são lágrimas
É porque são de dor
Se não gritas
É porque o tens na boca
Se murmuras
É porque o queres no cu
Se gritas
É porque já está cu
Se suspiras
É porque está nas tua não
Se eu te bati
É porque estás a fazer muita força com a mão
Se neste momento está tudo branco na tua vida
É porque me vi para a tua cara
Que bom que é dormir depois de um pouco de sexo... ai, ai!
É porque te dói
Se te dói
É porque o tenho grosso
Se já não me consegues ver
É porque as lagrimas te inundam os olhos
Se são lágrimas
É porque são de dor
Se não gritas
É porque o tens na boca
Se murmuras
É porque o queres no cu
Se gritas
É porque já está cu
Se suspiras
É porque está nas tua não
Se eu te bati
É porque estás a fazer muita força com a mão
Se neste momento está tudo branco na tua vida
É porque me vi para a tua cara
Que bom que é dormir depois de um pouco de sexo... ai, ai!
quarta-feira, 11 de agosto de 2004
terça-feira, 10 de agosto de 2004
A “praia”
As ondas
As areias
O sol
Tudo me faz lembrar
Faz-me lembrar o dia em que te conheci
O cheiro a óleo de coco
O calor
A água
Tudo me faz lembrar
Faz-me lembrar os dias que estive contigo
O sabor a sal
O cheiro a mar
A humidade
Tudo me faz lembrar
Faz-me lembrar as noites que estive contigo
Os sons
Os barcos
As casas
Tudo me faz lembrar
Faz-me lembrar os anos que estive contigo
As pessoas
As vozes
Os amigos
Tudo me faz lembrar
Faz-me lembrar quem já não vejo à muito tempo
Os sabores
Os cheiros todos
As cores
Tudo me faz lembrar
Faz-me lembrar que tenho saudades. Este ano prometi que te ia ser infiel e até agora tenho conseguido, mas não sei até quando...
Adeus até para o ano!
As areias
O sol
Tudo me faz lembrar
Faz-me lembrar o dia em que te conheci
O cheiro a óleo de coco
O calor
A água
Tudo me faz lembrar
Faz-me lembrar os dias que estive contigo
O sabor a sal
O cheiro a mar
A humidade
Tudo me faz lembrar
Faz-me lembrar as noites que estive contigo
Os sons
Os barcos
As casas
Tudo me faz lembrar
Faz-me lembrar os anos que estive contigo
As pessoas
As vozes
Os amigos
Tudo me faz lembrar
Faz-me lembrar quem já não vejo à muito tempo
Os sabores
Os cheiros todos
As cores
Tudo me faz lembrar
Faz-me lembrar que tenho saudades. Este ano prometi que te ia ser infiel e até agora tenho conseguido, mas não sei até quando...
Adeus até para o ano!
sexta-feira, 6 de agosto de 2004
Fai um sol de caralho!
Perdido por aí num blog galego, Pepi Lucibem , estava esta letra:
"Os Resentidos - Galícia canibal (Fai um sol de caralho)
-Que movida-
Com isto da movida,
há-che muito lhe-lhé
que, de noite e de dia,
usa ghafas de sol.
Fai um sol de caralho!
-Mata-lhe o caralho-
A matança do porco.
Mata-lhe o caralho.
A berra e um conjunto de berros e um porco, quando o vam matar?
Sam Martinho oficial,
de Monforte ao Nepal,
o Magosto para agosto.
Safaris do porco.
Filhoas de sangue.
Galícia embutida.
Fai um sol de caralho! Galícia canibal!
-Etiopia tem fame-
Etiopia tem fame
Um parado ocidental
sustém um filete,
um negro deitado,
o negro nom lhe chega,
arrasta o bandulho.
O parado ocidental
sustém o filete,
o parado altivo,
o negro nom lhe chega.
Doa os teus riles:
um ril à merenda
Doa os teus riles:
outro ril à ceia.
Fai um sol de caralho! Galícia canibal!
Doa os teus riles, mui mal organizado...
Nom me fagas rir, que nos miram os velhos!"
IIIIIIIIIIIPPPPPPPPYYYYYYYYYY!!!!!!!!!!!!!
Acho que o Net Pulhas já tinha uma posta com isto, mas nunca é demais relembrar!
"Os Resentidos - Galícia canibal (Fai um sol de caralho)
-Que movida-
Com isto da movida,
há-che muito lhe-lhé
que, de noite e de dia,
usa ghafas de sol.
Fai um sol de caralho!
-Mata-lhe o caralho-
A matança do porco.
Mata-lhe o caralho.
A berra e um conjunto de berros e um porco, quando o vam matar?
Sam Martinho oficial,
de Monforte ao Nepal,
o Magosto para agosto.
Safaris do porco.
Filhoas de sangue.
Galícia embutida.
Fai um sol de caralho! Galícia canibal!
-Etiopia tem fame-
Etiopia tem fame
Um parado ocidental
sustém um filete,
um negro deitado,
o negro nom lhe chega,
arrasta o bandulho.
O parado ocidental
sustém o filete,
o parado altivo,
o negro nom lhe chega.
Doa os teus riles:
um ril à merenda
Doa os teus riles:
outro ril à ceia.
Fai um sol de caralho! Galícia canibal!
Doa os teus riles, mui mal organizado...
Nom me fagas rir, que nos miram os velhos!"
IIIIIIIIIIIPPPPPPPPYYYYYYYYYY!!!!!!!!!!!!!
Acho que o Net Pulhas já tinha uma posta com isto, mas nunca é demais relembrar!
quinta-feira, 5 de agosto de 2004
Námérica!
Na minha opinião devíamos ir todos para a América do Norte. Os Americanos são nossos compinchas! Eles estão a guardar as “últimas” reservas de petróleo para quando não houver no resto do mundo, puderem ter. São o máximo! Acho que deveríamos ir todos viver para os Estados Unidos da América! Gosto muito deles, são sociáveis, são amigos dos outros povos, são cordeais, amistosos, ajudam sempre nos problemas domésticos dos outros países, têm muita confiança neles próprios, são saudáveis, preocupam-se com o ambiente, têm os melhores carros, as melhores estradas, o melhor clima, as pessoas são muito elegantes, e interessantes, têm os desportos mais interessantes, não têm medo de nada, têm como base a vida a vida em sociedade, não há racismo, não há xenofobismo, o respeito mutuo é um dado adquirido e sobre tudo têm dinheiro, ou talvez não....
Uma coisa é certa, quem imaginaria que num país como os Estados Unidos da América, houvesse uma Sra. que processasse a empresa que faz micro-ondas, pela morte do seu gato, quando ao colocar o seu gato dentro do micro-ondas, e ligar-lo, para secar o animal, o tivesse morto. A acusação teve como base o facto que não estar escrito no manual do micro-ondas, que não se poderia introduzir animais VIVOS dentro do micor-ondas e coloca-lo em funcionamento. Estão a imaginar se isto tivesse acontecido à vossa avó, ou mesmo à vossa mãe? Acho que saltava-lhe em cima! Chamava-lhe todos os nomes possíveis e imaginários! Enquanto no país dos nossos amigos, ganha-se milhões com estas merdas...
Quero ir para a América!
Uma coisa é certa, quem imaginaria que num país como os Estados Unidos da América, houvesse uma Sra. que processasse a empresa que faz micro-ondas, pela morte do seu gato, quando ao colocar o seu gato dentro do micro-ondas, e ligar-lo, para secar o animal, o tivesse morto. A acusação teve como base o facto que não estar escrito no manual do micro-ondas, que não se poderia introduzir animais VIVOS dentro do micor-ondas e coloca-lo em funcionamento. Estão a imaginar se isto tivesse acontecido à vossa avó, ou mesmo à vossa mãe? Acho que saltava-lhe em cima! Chamava-lhe todos os nomes possíveis e imaginários! Enquanto no país dos nossos amigos, ganha-se milhões com estas merdas...
Quero ir para a América!
Saga - Fui às putas
Na noite de 4ª feira, estava eu entediado em casa da minha namorada, resolvi ir comprar tabaco. Despedi-me dela com um beijo e uma fodinha.
Depois de ter retomado o meu stock de nicotina bem como outras merdas, na bomba de gasolina do bairro, resolvi passar pelo bar do meu grande amigo Zéca. Dois dedos de conversa, 5 whiskys e já está. Sai, arrastei-me até ao meu carro, entrei, liguei-o, e ali fiquei. Passaram cerca de 10 minutos. Eu sabia que tinha que fazer alguma coisa, mas não sabia o quê... pensava em todos os locais para onde poderia ir, mas por uma razão ou outra não me apetecia ir para lá. Quando esgotei quase todas minhas hipóteses, lembrei-me em ir à putas, mas desta vez seria naquelas de rua.
Procurei nos pontos mais quentes da cidade, por uma que não me desse nauseais só de olhar para ela. Encontrei, perguntei quanto levava, ao que ela respondeu: António?. 1ª a fundo e vá de zarpar dali para fora!
Deve ter sido a primeira vez que passei sinais vermelhos e não foram poucos! Foda-se era a minha mãe... Não tinha coragem de voltar ao local e partir-lhe todos os ossinhos do corpo, mas também não conseguia conformar-me com o facto da minha mãe estar a atacar na rua. Tinha estado com ela, nem à uma semana atrás e estava toda contente, tinha até comprado um frigorifico novo, ao que eu perguntei, se ela tinha namorado novo e logo ela retorquiu: Não! É só um amigo... - Um amigo??!?!? A merda! É o chulo!
Serrei o dentes, e voltei ao local onde ela estava. Já tinha fugido. Depois de espancar uma das putas, lá me disse onde ela poderia estar. A todo o gás pus-me ao caminho. A puta tinha-me dito que ela estaria nos subúrbios, numa zona que em nada daria a entender que seria a casa do chulo. Então de quem seria a casa? Fiquei intrigado.
Após um maço de cigarros e uns bons 20 minutos de caminho, chego à tal localidade. Como não conhecia bem o sítio, perguntei a uns tipos da GNR que estavam junto do carro brigada, onde ficava a morada que lhes mostrava, ao que eles me responderam de imediato com uma boa operação stop. Devem ter revolvido o carro todo, fizeram mil e uma perguntas, fiz todos os testes que à conhecimento e não conseguiram encontrar nada. Então lá me disseram onde ficava o local. Tive sorte, não procuraram nada nos meus bolsos... estúpidos! A intriga ia-se adensando, quanto mais eu ia chegando ao local. A zona era impecável, bons carros parados na rua, muito calmo, com muito bom aspecto. Parei o carro mesmo em frente ao prédio. Para minha sorte... o prédio tinha vigilante. Comprimentei o Sr., disse para onde queria ir e como é da praxe, ligou para o apartamento para me anunciar, coisa que não chegou a fazer, pois caiu redondo no chão... não faço a mínima ideia o que lhe aconteceu, mas estava um bastão no chão, mesmo ao lado da cabeça dele. Coitado...
Subi pelas escadas. Ao chegar ao andar, parei e respirei fundo, não evitando um ataque de tosse diabólico, como se todas as minha entranhas fosse sair pela boca e pelo cu. Tive de abortar a minha investida. Tentei de novo passados mais alguns minutos, não cometendo desta vez o mesmo erro, mesmo assim ainda saiu um peido. Ouvia-se um grande alarido no apartamento onde era suposto estar a minha mãe (nem sei porque ainda lhe chamo isto...). Duas vozes de homem e um de mulher, que de facto parecia ser da minha mãe (tenho que lhe começar a chamar A puta mor). Toquei á campainha e identifiquei-me como sendo da Polícia Judiciária. À porta veio um homem vestido de mulher, com umas roupas muito pouco ortodoxas, mesmo para uma mulher, mais parecia uma travesti. Perguntou o que se passava, ao que eu respondi em voz baixa e rouca, que tinha havido um acidente com uma amiga de uma senhora que costuma estar naquela casa. Ele pediu-me um momento. Passado um minuto e alguma conversa dentro da casa, a porta abri-se de novo. Era ela, A puta mor! Nem dei tempo para ela dizer nada, entrei e espanquei-a, ao mesmo tempo perguntava porquê, mas ela debatia-se com algumas dificuldade em responder. Os outros dois davam-me socos nas costas, mais parecia que estavam a fazer-me cócegas. Por fim e quando já não tinha mais forças, resolvi parar. Sentei-me na sofá. Que espectáculo lindo, um travesti, ou drag queen, acho que é mais isso, e um enfezado, com ar de quem não dorme à 15 dias porque passa o tempo todo a ver pessoas com tronco nu, a tentar reanimar A Puta Mor.
Sai e fui às putas, mas não da rua, podia ser que encontrasse a minha namorada...!
Depois de ter retomado o meu stock de nicotina bem como outras merdas, na bomba de gasolina do bairro, resolvi passar pelo bar do meu grande amigo Zéca. Dois dedos de conversa, 5 whiskys e já está. Sai, arrastei-me até ao meu carro, entrei, liguei-o, e ali fiquei. Passaram cerca de 10 minutos. Eu sabia que tinha que fazer alguma coisa, mas não sabia o quê... pensava em todos os locais para onde poderia ir, mas por uma razão ou outra não me apetecia ir para lá. Quando esgotei quase todas minhas hipóteses, lembrei-me em ir à putas, mas desta vez seria naquelas de rua.
Procurei nos pontos mais quentes da cidade, por uma que não me desse nauseais só de olhar para ela. Encontrei, perguntei quanto levava, ao que ela respondeu: António?. 1ª a fundo e vá de zarpar dali para fora!
Deve ter sido a primeira vez que passei sinais vermelhos e não foram poucos! Foda-se era a minha mãe... Não tinha coragem de voltar ao local e partir-lhe todos os ossinhos do corpo, mas também não conseguia conformar-me com o facto da minha mãe estar a atacar na rua. Tinha estado com ela, nem à uma semana atrás e estava toda contente, tinha até comprado um frigorifico novo, ao que eu perguntei, se ela tinha namorado novo e logo ela retorquiu: Não! É só um amigo... - Um amigo??!?!? A merda! É o chulo!
Serrei o dentes, e voltei ao local onde ela estava. Já tinha fugido. Depois de espancar uma das putas, lá me disse onde ela poderia estar. A todo o gás pus-me ao caminho. A puta tinha-me dito que ela estaria nos subúrbios, numa zona que em nada daria a entender que seria a casa do chulo. Então de quem seria a casa? Fiquei intrigado.
Após um maço de cigarros e uns bons 20 minutos de caminho, chego à tal localidade. Como não conhecia bem o sítio, perguntei a uns tipos da GNR que estavam junto do carro brigada, onde ficava a morada que lhes mostrava, ao que eles me responderam de imediato com uma boa operação stop. Devem ter revolvido o carro todo, fizeram mil e uma perguntas, fiz todos os testes que à conhecimento e não conseguiram encontrar nada. Então lá me disseram onde ficava o local. Tive sorte, não procuraram nada nos meus bolsos... estúpidos! A intriga ia-se adensando, quanto mais eu ia chegando ao local. A zona era impecável, bons carros parados na rua, muito calmo, com muito bom aspecto. Parei o carro mesmo em frente ao prédio. Para minha sorte... o prédio tinha vigilante. Comprimentei o Sr., disse para onde queria ir e como é da praxe, ligou para o apartamento para me anunciar, coisa que não chegou a fazer, pois caiu redondo no chão... não faço a mínima ideia o que lhe aconteceu, mas estava um bastão no chão, mesmo ao lado da cabeça dele. Coitado...
Subi pelas escadas. Ao chegar ao andar, parei e respirei fundo, não evitando um ataque de tosse diabólico, como se todas as minha entranhas fosse sair pela boca e pelo cu. Tive de abortar a minha investida. Tentei de novo passados mais alguns minutos, não cometendo desta vez o mesmo erro, mesmo assim ainda saiu um peido. Ouvia-se um grande alarido no apartamento onde era suposto estar a minha mãe (nem sei porque ainda lhe chamo isto...). Duas vozes de homem e um de mulher, que de facto parecia ser da minha mãe (tenho que lhe começar a chamar A puta mor). Toquei á campainha e identifiquei-me como sendo da Polícia Judiciária. À porta veio um homem vestido de mulher, com umas roupas muito pouco ortodoxas, mesmo para uma mulher, mais parecia uma travesti. Perguntou o que se passava, ao que eu respondi em voz baixa e rouca, que tinha havido um acidente com uma amiga de uma senhora que costuma estar naquela casa. Ele pediu-me um momento. Passado um minuto e alguma conversa dentro da casa, a porta abri-se de novo. Era ela, A puta mor! Nem dei tempo para ela dizer nada, entrei e espanquei-a, ao mesmo tempo perguntava porquê, mas ela debatia-se com algumas dificuldade em responder. Os outros dois davam-me socos nas costas, mais parecia que estavam a fazer-me cócegas. Por fim e quando já não tinha mais forças, resolvi parar. Sentei-me na sofá. Que espectáculo lindo, um travesti, ou drag queen, acho que é mais isso, e um enfezado, com ar de quem não dorme à 15 dias porque passa o tempo todo a ver pessoas com tronco nu, a tentar reanimar A Puta Mor.
Sai e fui às putas, mas não da rua, podia ser que encontrasse a minha namorada...!
Bigmouth Strikes Again
Lyrics by Stephen Morrissey
Music by Johnny Marr
Sweetness, sweetness I was only joking
When I said I'd like to smash every tooth
In your head
Oh ... sweetness, sweetness, I was only joking
When I said by rights you should be
Bludgeoned in your bed
And now I know how Joan of Arc felt
Now I know how Joan of Arc felt
As the flames rose to her roman nose
And her Walkman started to melt
Oh ...
Bigmouth, la ... bigmouth, la ...
Bigmouth strikes again
And I've got no right to take my place
With the Human race
Oh, bigmouth, la ... bigmouth, la
Bigmouth strikes again
And I've got no right to take my place
With the Human race
And now I know how Joan of Arc felt
Now I know how Joan of Arc felt
As the flames rose to her roman nose
And her hearing aid started to melt
Bigmouth, la ... bigmouth, la ...
Bigmouth strikes again
And I've got no right to take my place
With the Human race
Oh ...
Bigmouth, oh ... bigmouth, la ...
Bigmouth strikes again
And I've got no right to take my place
With the Human race
Oh ...
Bigmouth, oh ... bigmouth, la ...
Bigmouth strikes again
And I've got no right to take my place
With the Human race
Oh ...
Bigmouth, oh ... bigmouth, la ...
Bigmouth strikes again
And I've got no right to take my place
With the Human race
Oh ...
Music by Johnny Marr
Sweetness, sweetness I was only joking
When I said I'd like to smash every tooth
In your head
Oh ... sweetness, sweetness, I was only joking
When I said by rights you should be
Bludgeoned in your bed
And now I know how Joan of Arc felt
Now I know how Joan of Arc felt
As the flames rose to her roman nose
And her Walkman started to melt
Oh ...
Bigmouth, la ... bigmouth, la ...
Bigmouth strikes again
And I've got no right to take my place
With the Human race
Oh, bigmouth, la ... bigmouth, la
Bigmouth strikes again
And I've got no right to take my place
With the Human race
And now I know how Joan of Arc felt
Now I know how Joan of Arc felt
As the flames rose to her roman nose
And her hearing aid started to melt
Bigmouth, la ... bigmouth, la ...
Bigmouth strikes again
And I've got no right to take my place
With the Human race
Oh ...
Bigmouth, oh ... bigmouth, la ...
Bigmouth strikes again
And I've got no right to take my place
With the Human race
Oh ...
Bigmouth, oh ... bigmouth, la ...
Bigmouth strikes again
And I've got no right to take my place
With the Human race
Oh ...
Bigmouth, oh ... bigmouth, la ...
Bigmouth strikes again
And I've got no right to take my place
With the Human race
Oh ...
terça-feira, 3 de agosto de 2004
Dah! Hello?! Tecla 3 (DEF)!
1- Dah?!?!
a. Significado: Estúpido, burro, que é de fácil compreensão mas tu não consegues perceber, que és de raciocínio limitado ou lento, que é evidente mas não consegues lá chegar.
b. Origem: Da palavra ancestral do Grego Micenico, Daihush, que significa exactamente aqui que está escrito.
c. Porquê?: Porque não há outra palavra Portuguesa que pudesse de uma forma sucinta, englobar tanta anormalidade junta.
d. Analise final: Deve ser por certo a pior articulação fonética que alguma vez foi inventada, visto que ao ser proferida temos sempre a sensação de que somos atrasados mentais.
2- Hello?!
a. Significado: Estúpido, burro, que é de fácil compreensão mas tu não consegues perceber, que és de raciocínio limitado ou lento, que é evidente mas não consegues lá chegar, és surdo?, és tapadinho? Não percebes nada, não vês nada.
b. Origem: Do Inglês Hello, que significa olá em estrangeiro.
c. Porquê: Porque Hello é a forma mais correcta para tentar explicar qualquer coisa, a uma pessoa que não compreendeu o que a primeira estava a tentar explicar, sabendo que em quase todos os casos a primeira é verdadeiramente Dah. Hello?!
d. Analise final: Estou há 5 minutos a tentar escrever a analise final, mas só me vem á cabeça, “deve ser a expressão mais irritante que conheço”, o que por um lado é bom por outro nem por isso.
3- Tecla 3 (DEF)
a. Significado: Deficiente, atrasado mental, estúpido, burro, que és de raciocínio limitado.
b. Origem: A tecla número 3 dos telemóveis e telefones com teclado alfanuméricos. Abreviatura para deficiente, em estrangeiro.
c. Porquê: Porque terá havido alguém, muito inteligente, que enviasse muitos smss, passando assim o tempo a olhar para o teclado do seu telemóveis ou que tivesse muito contacto com telefones com teclados alfanuméricos, que encontrou a descoberta da sua vida! As três letrinhas que estão juntas da tecla 3, forma a abreviatura DEF. Seguindo de imediato este raciocínio, surgiu a frase: Tecla 3 e como já havia poucas palavras, ou frases, ignóbeis no nosso vocabulário, mais uma não faz mal nenhum.
d. Analise final: Acho muito estranho os inventores de teclados para telemóveis ou telefones com teclados alfanuméricos, não tenham feito isto com um propósito mais sórdido.
É de facto o fim do mundo...
a. Significado: Estúpido, burro, que é de fácil compreensão mas tu não consegues perceber, que és de raciocínio limitado ou lento, que é evidente mas não consegues lá chegar.
b. Origem: Da palavra ancestral do Grego Micenico, Daihush, que significa exactamente aqui que está escrito.
c. Porquê?: Porque não há outra palavra Portuguesa que pudesse de uma forma sucinta, englobar tanta anormalidade junta.
d. Analise final: Deve ser por certo a pior articulação fonética que alguma vez foi inventada, visto que ao ser proferida temos sempre a sensação de que somos atrasados mentais.
2- Hello?!
a. Significado: Estúpido, burro, que é de fácil compreensão mas tu não consegues perceber, que és de raciocínio limitado ou lento, que é evidente mas não consegues lá chegar, és surdo?, és tapadinho? Não percebes nada, não vês nada.
b. Origem: Do Inglês Hello, que significa olá em estrangeiro.
c. Porquê: Porque Hello é a forma mais correcta para tentar explicar qualquer coisa, a uma pessoa que não compreendeu o que a primeira estava a tentar explicar, sabendo que em quase todos os casos a primeira é verdadeiramente Dah. Hello?!
d. Analise final: Estou há 5 minutos a tentar escrever a analise final, mas só me vem á cabeça, “deve ser a expressão mais irritante que conheço”, o que por um lado é bom por outro nem por isso.
3- Tecla 3 (DEF)
a. Significado: Deficiente, atrasado mental, estúpido, burro, que és de raciocínio limitado.
b. Origem: A tecla número 3 dos telemóveis e telefones com teclado alfanuméricos. Abreviatura para deficiente, em estrangeiro.
c. Porquê: Porque terá havido alguém, muito inteligente, que enviasse muitos smss, passando assim o tempo a olhar para o teclado do seu telemóveis ou que tivesse muito contacto com telefones com teclados alfanuméricos, que encontrou a descoberta da sua vida! As três letrinhas que estão juntas da tecla 3, forma a abreviatura DEF. Seguindo de imediato este raciocínio, surgiu a frase: Tecla 3 e como já havia poucas palavras, ou frases, ignóbeis no nosso vocabulário, mais uma não faz mal nenhum.
d. Analise final: Acho muito estranho os inventores de teclados para telemóveis ou telefones com teclados alfanuméricos, não tenham feito isto com um propósito mais sórdido.
É de facto o fim do mundo...
segunda-feira, 2 de agosto de 2004
Tipo: Correio da Maria
Vou todos os dias ao ginásio e tenho esta companheira de ginásio. Ela está farta de me fazer propostas para fazermos sexo à bruta. Já aceitei uma dúzia de vezes, será que ela quer casar comigo? Que hei de fazer?
Camandro
sexta-feira, 30 de julho de 2004
O Caos e o Big Bang.
Muito breve dissertação.
Acho que todos nós já nos questionámos à cerca disto, mas nunca é demais relembrar, faz parte da nossa existência e tenta explicar porque somos todos assim.
Lembra-se da Teoria do Caos? Uma das regras básicas da Teoria do Caos é que a evolução de um sistema dinâmico depende crucialmente das suas condições iniciais. Sabendo isso e baseando-nos também na Teoria do Big Bang, fazendo com que a matéria se tenha espalhado por todo o lado e em todos os sentidos (esta imagem não me sai na retina, em especial quando estou com diarreia), dando origem ao universo, o qual continua em expansão, podemos concluir que se somos como somos é por um mero acaso. Isto só vem complicar o que era fácil e concluir com facilidade o que anteriormente era complicado. Ora vejamos; mesmo quando estamos a fazer uma básica conta de somar, 2+2, se ao faze-la nos enganar-mos no primeiro resultado e dissermos que é 5, a nota final de curso será 0, e agora seriamos mendigos; mas se tivéssemos acertado á primeira na simples conta, agora seriamos Engenheiros. Ora o mesmo e passa com o Big Bang, se tivesse acontecido uns segundos mais tarde, será que existíamos? Ou como seria a existência. Eu prefiro pensar que foi alguém que fez isto tudo, o que deve ter dado uma enorme trabalheira. Por acaso até nem acredito... mas isso são questões pessoais em permanente colisão.
Há coisas que me preocupam, uma delas é o facto de se por algum acaso, a quando do Big Bang, não existiria já um monólito no universo evitando assim que a matéria não tivesse espalhado por todo lado. O que existirá por detrás do monólito?
Há uma outra questão que me preocupa, deste preciso momento, como estou á rasca para cagar, devo ir ou não? Será que alguém me pode ajudar com uma equaçãozita? Vá lá, esta é das simples...
Acho que todos nós já nos questionámos à cerca disto, mas nunca é demais relembrar, faz parte da nossa existência e tenta explicar porque somos todos assim.
Lembra-se da Teoria do Caos? Uma das regras básicas da Teoria do Caos é que a evolução de um sistema dinâmico depende crucialmente das suas condições iniciais. Sabendo isso e baseando-nos também na Teoria do Big Bang, fazendo com que a matéria se tenha espalhado por todo o lado e em todos os sentidos (esta imagem não me sai na retina, em especial quando estou com diarreia), dando origem ao universo, o qual continua em expansão, podemos concluir que se somos como somos é por um mero acaso. Isto só vem complicar o que era fácil e concluir com facilidade o que anteriormente era complicado. Ora vejamos; mesmo quando estamos a fazer uma básica conta de somar, 2+2, se ao faze-la nos enganar-mos no primeiro resultado e dissermos que é 5, a nota final de curso será 0, e agora seriamos mendigos; mas se tivéssemos acertado á primeira na simples conta, agora seriamos Engenheiros. Ora o mesmo e passa com o Big Bang, se tivesse acontecido uns segundos mais tarde, será que existíamos? Ou como seria a existência. Eu prefiro pensar que foi alguém que fez isto tudo, o que deve ter dado uma enorme trabalheira. Por acaso até nem acredito... mas isso são questões pessoais em permanente colisão.
Há coisas que me preocupam, uma delas é o facto de se por algum acaso, a quando do Big Bang, não existiria já um monólito no universo evitando assim que a matéria não tivesse espalhado por todo lado. O que existirá por detrás do monólito?
Há uma outra questão que me preocupa, deste preciso momento, como estou á rasca para cagar, devo ir ou não? Será que alguém me pode ajudar com uma equaçãozita? Vá lá, esta é das simples...
A minha amiga.
Devem por certo se lembrar do minha amiga do ginásio. Pois é, compartinho convosco a forma peculiar com ela todos os dias muda de roupa, antes de ir para o step!
É de fazer chorar...
É de fazer chorar...
quinta-feira, 29 de julho de 2004
quarta-feira, 28 de julho de 2004
A Bloguice
Ontem dei-me ao trabalho de vasculhar alguns linkios que estão no Blog do amigue A Sul e digo-vos uma coisa, parecia que estava a fazer zap lá em casa, só que dos 150 canais que consegui ver, 130 são de comentários políticos, ou comentários políticos a noticias ou comentários só pura e simplesmente às noticias. Impressionante!
Entre os 20 que me chamaram mais atenção, seleccionei alguns:
Ardeu a padaria Comida e mais comida! Yes!
deslizar no sonho Gostei muito!
Envenenado Gostei e prontus!
Ficheiros Recônditos Gostei bastante da textos e consequentemente da forma de escrever.
mil e uma pequenas histórias Pelas mil e uma histórias. O que acontecerá quando lá chegar?
O Blog do Alex Adorei!
O Meu Caderno Pelo culto da leitura.
PARTÍCULAS ELEMENTARES Ou eu muito me engano ou este blog é de alguém que eu já conheci em tempos... ODIEI!!!(joke)
Pilha Oblíqua Curti bué o pointer!...
Sempre Inocentes Ai, ai... (suspiro)
Zé Vagina Foda-se! É o Zé Vagina, caralho!
É claro que os 130 que falei no início também têm o seu quê, mas estes foram os meu favoritos.
...e depois há os que estão nos meus linkios...
Entre os 20 que me chamaram mais atenção, seleccionei alguns:
É claro que os 130 que falei no início também têm o seu quê, mas estes foram os meu favoritos.
...e depois há os que estão nos meus linkios...
terça-feira, 27 de julho de 2004
Enviaram-me esta merda à bocado:
“ Vejamos o processo de nomeação do futuro presidente da UE.
1.- A UE tem 25 Estados membros. Mas como desses apenas 12 participam em todas as políticas da UE, o presidente da Comissão Europeia só pode ser escolhido entre 12 e não entre 25.
2.- Desses 12 Estados membros há 3 (França, Itália, Bélgica) que são excluídos pois já tiveram um presidente da comissão no passado. Ficam apenas 9.
3.- Desses 9 Países há 5 (Alemanha, Espanha, Holanda, Irlanda, Grécia) que ficam excluídos à partida pois já detêm cargos de relevância na UE. Ficam 4 Países.
4.- Dos 4 Países que ficam, foi convidado oficialmente o primeiro ministro do Luxemburgo, que recusou o cargo alegando que tem um compromisso com o eleitorado do Luxemburgo. Ficam portanto três Países: Áustria, Finlândia e Portugal.
5.- Uma das imposições para se ser presidente da comissão europeia é falar Inglês e Francês. Ora mais de 99% dos Austríacos e dos Finlandeses não sabem falar Francês e Inglês. Restava pois Portugal. Como de costume no último lugar e por exclusão de partes.
E ainda há entre nós quem diga que é uma honraria Portugal ocupar este cargo. Se a saloice matasse, Portugal seria um cemitério de saloios.”
Se eu recebe-se um Euro por todos os parágrafos como este último, estaria milionário! MAS É O QUE ESTA MERDA!!! EU CADA VEZ MAIS ME PASSO COM AS PESSOAS QUE ESCREVEM ESTAS MERDAS!!!
Não deixa de ser verdade, mas há outras formas de expor este tipo de questões.
Acham mesmo que seja uma lacuna saber falar Inglês e Francês?
Podia-se ter dito: É com alguma tristeza que se verifica que o Portugal e os Portugueses são sempre renegados para último plano. Mas acho que quem lá está poderia fazer bem mais por nós, e não deixar que países como a Espanha fiquem com o monopólio de tudo o que é pescas e agricultura. Não são os Portugueses que são fracos, mas sim quem nos comanda!!! Os maus exemplos vêm sempre de cima.
Somos o quê??? Saloios??? Alguém sabe o que é ser saloio? Eu sou!!! E sou alentejano, sou algarvio, sou galego, mas tenho pena em ser alfacinha... E há algum problema?!
Para todos os filhos da puta que têm sempre tendência de dizer mal em geral e em particular denegrir Portugal, o meu grande cagalhão cheio de sangue para eles!!!
JÁ CHEGA! Dassssssssssssse!
PS: Espero que ninguém se atreva a comentar isto com bocas políticas... o que está aqui em quase são os Portugueses.
1.- A UE tem 25 Estados membros. Mas como desses apenas 12 participam em todas as políticas da UE, o presidente da Comissão Europeia só pode ser escolhido entre 12 e não entre 25.
2.- Desses 12 Estados membros há 3 (França, Itália, Bélgica) que são excluídos pois já tiveram um presidente da comissão no passado. Ficam apenas 9.
3.- Desses 9 Países há 5 (Alemanha, Espanha, Holanda, Irlanda, Grécia) que ficam excluídos à partida pois já detêm cargos de relevância na UE. Ficam 4 Países.
4.- Dos 4 Países que ficam, foi convidado oficialmente o primeiro ministro do Luxemburgo, que recusou o cargo alegando que tem um compromisso com o eleitorado do Luxemburgo. Ficam portanto três Países: Áustria, Finlândia e Portugal.
5.- Uma das imposições para se ser presidente da comissão europeia é falar Inglês e Francês. Ora mais de 99% dos Austríacos e dos Finlandeses não sabem falar Francês e Inglês. Restava pois Portugal. Como de costume no último lugar e por exclusão de partes.
E ainda há entre nós quem diga que é uma honraria Portugal ocupar este cargo. Se a saloice matasse, Portugal seria um cemitério de saloios.”
Se eu recebe-se um Euro por todos os parágrafos como este último, estaria milionário! MAS É O QUE ESTA MERDA!!! EU CADA VEZ MAIS ME PASSO COM AS PESSOAS QUE ESCREVEM ESTAS MERDAS!!!
Não deixa de ser verdade, mas há outras formas de expor este tipo de questões.
Acham mesmo que seja uma lacuna saber falar Inglês e Francês?
Podia-se ter dito: É com alguma tristeza que se verifica que o Portugal e os Portugueses são sempre renegados para último plano. Mas acho que quem lá está poderia fazer bem mais por nós, e não deixar que países como a Espanha fiquem com o monopólio de tudo o que é pescas e agricultura. Não são os Portugueses que são fracos, mas sim quem nos comanda!!! Os maus exemplos vêm sempre de cima.
Somos o quê??? Saloios??? Alguém sabe o que é ser saloio? Eu sou!!! E sou alentejano, sou algarvio, sou galego, mas tenho pena em ser alfacinha... E há algum problema?!
Para todos os filhos da puta que têm sempre tendência de dizer mal em geral e em particular denegrir Portugal, o meu grande cagalhão cheio de sangue para eles!!!
JÁ CHEGA! Dassssssssssssse!
PS: Espero que ninguém se atreva a comentar isto com bocas políticas... o que está aqui em quase são os Portugueses.
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Se sou tarado:
1- Estou sempre de pau feito
2- Estou sempre com desejos de ser penetrada
3- Sexo?
4- Gosto muito da minha irmã
5- Gosto ainda mais do meu pai
6- Não sei (se responderes esta é porque não sabes mesmo)
Se gosto de dinheiro
1- Se vejo dinheiro no chão, dou-lhe um pontapé
2- Se vejo dinheiro no chão, tendo evita-lo
3- Se vejo dinheiro, desmaio
4- Não tenho...
5- Gostava de não ter
6- Que pergunta anormal!
O trabalho para mim, é:
1- Uma merda
2- Uma maravilha
3- Não é
4- É...
5- Sem o trabalho estaria desempregado
6- Não faço a mais pequena ideia
Complete: Mais vale um pássaro na mão, que:
1- 3000 em Lisboa
2- Que dois no cu
3- Dois sabes-se lá onde
4- Que?
5- Não movem moinhos
6- Recuso-me a completar
Vou de carro e um homem na rua pede ajuda:
1- Mando-o logo para o caralho
2- Finjo que não o estou a ver
3- Abro a porta e convido-o a ir comigo
4- Pergunto-lhe logo as horas
5- Qual homem?
6- Sou mudo
Vou de carro e uma mulher na rua pede ajuda:
1- Tiro o pénis para fora e peço também ajuda
2- Convido-a a passear comigo, mas ela tem que ir na mala
3- Qual mulher?
4- Dou-lhe a indicação errada
5- Faço de conta que não estou a perceber nada do que ela está a dizer
6- Sou surdo
Roupa interior
1- Roupa?
2- Já usei mas dava-me cabo da orelhas
3- Branca
4- Só uso, mas tem que ser dois número a baixo
5- Só uso, mas tem que ser dois número a cima
6- Sim?
Qual a cor favorita
1- Preto fluorescente
2- Amarelo vómito
3- Castanho merda
4- Preto buraco negro
5- Amarelado
6- Esverdeado
7- Nenhuma, não gosto.
Coloque os resultados aqui e receberá um catalogo grátis com todos os modelos de pijamas disponíveis me Portugal, mas só em Portugal Continental; bem como nunca irá saber a sua real forma de pensar.
Participe!
Boa sorte, e um cagalhão! (Expressão muito utilizada na Noruega e que significa exactamente o que está escrito)
1- Estou sempre de pau feito
2- Estou sempre com desejos de ser penetrada
3- Sexo?
4- Gosto muito da minha irmã
5- Gosto ainda mais do meu pai
6- Não sei (se responderes esta é porque não sabes mesmo)
Se gosto de dinheiro
1- Se vejo dinheiro no chão, dou-lhe um pontapé
2- Se vejo dinheiro no chão, tendo evita-lo
3- Se vejo dinheiro, desmaio
4- Não tenho...
5- Gostava de não ter
6- Que pergunta anormal!
O trabalho para mim, é:
1- Uma merda
2- Uma maravilha
3- Não é
4- É...
5- Sem o trabalho estaria desempregado
6- Não faço a mais pequena ideia
Complete: Mais vale um pássaro na mão, que:
1- 3000 em Lisboa
2- Que dois no cu
3- Dois sabes-se lá onde
4- Que?
5- Não movem moinhos
6- Recuso-me a completar
Vou de carro e um homem na rua pede ajuda:
1- Mando-o logo para o caralho
2- Finjo que não o estou a ver
3- Abro a porta e convido-o a ir comigo
4- Pergunto-lhe logo as horas
5- Qual homem?
6- Sou mudo
Vou de carro e uma mulher na rua pede ajuda:
1- Tiro o pénis para fora e peço também ajuda
2- Convido-a a passear comigo, mas ela tem que ir na mala
3- Qual mulher?
4- Dou-lhe a indicação errada
5- Faço de conta que não estou a perceber nada do que ela está a dizer
6- Sou surdo
Roupa interior
1- Roupa?
2- Já usei mas dava-me cabo da orelhas
3- Branca
4- Só uso, mas tem que ser dois número a baixo
5- Só uso, mas tem que ser dois número a cima
6- Sim?
Qual a cor favorita
1- Preto fluorescente
2- Amarelo vómito
3- Castanho merda
4- Preto buraco negro
5- Amarelado
6- Esverdeado
7- Nenhuma, não gosto.
Coloque os resultados aqui e receberá um catalogo grátis com todos os modelos de pijamas disponíveis me Portugal, mas só em Portugal Continental; bem como nunca irá saber a sua real forma de pensar.
Participe!
Boa sorte, e um cagalhão! (Expressão muito utilizada na Noruega e que significa exactamente o que está escrito)
sexta-feira, 23 de julho de 2004
Há novidades por estas bandas!
Poiszé, há por aqui algumas alterações. Busquem.
E agora que já sei por imagens nas postas, é qisto vai aquecer!!!
YEEEEEEEEEEEEEEEESSSSSSSSSSSSSSSSS!!!
Se quiserem ver mais qualquer coisa, digam!
Já agora, deixem a merda da política em paz! A todos os Blogs que vou é sempre a mesma merda! É Santana para aqui é política para ali, dassssssssse! Será que não há mais nada para falar? Falem do tempo...
E agora que já sei por imagens nas postas, é qisto vai aquecer!!!
YEEEEEEEEEEEEEEEESSSSSSSSSSSSSSSSS!!!
Se quiserem ver mais qualquer coisa, digam!
Já agora, deixem a merda da política em paz! A todos os Blogs que vou é sempre a mesma merda! É Santana para aqui é política para ali, dassssssssse! Será que não há mais nada para falar? Falem do tempo...
segunda-feira, 19 de julho de 2004
Mais, mais e mais!
De que vale ter um papagaio em casa, se o bicho só diz aquilo que eu digo.
Da minha janela vê-se o mar, mas não se vê a cabra da minha vizinha!
O cagados são a forma mais sábia de pensamento que existe, consegue ser gelado e não ter vida.
Qual é a diferença entre o cair e atirar-se para o chão?
O que é que veio primeiro, Deus ou a vida?
Numa poça de água estão dois girinos, um está gordo o outro magro, qual deles é que vai saltar mais longe?
Se a minha casa fosse maior, não teria que comprar um poliban.
Gosto da pessoas, em especial quando são boas, doces, mas as que têm muito cabelo já não gosto, dão mais trabalho a preparar.
Vi-te na rua, mas tu não me viste, também não interessa, ias sozinha.
A cor do meu quarto é igual a de todas as paredes da minha casa, mas outro dia tive a impressão que não. Saí para a rua e perguntei a uma senhora que passava: Olá, sabe me dizer se estes dois bocado de parede que aqui tenho têm a mesma cor?
Que horas são? Que pergunta mais triste... as horas são?! As horas não têm ser!
Nada é tudo!
Da minha janela vê-se o mar, mas não se vê a cabra da minha vizinha!
O cagados são a forma mais sábia de pensamento que existe, consegue ser gelado e não ter vida.
Qual é a diferença entre o cair e atirar-se para o chão?
O que é que veio primeiro, Deus ou a vida?
Numa poça de água estão dois girinos, um está gordo o outro magro, qual deles é que vai saltar mais longe?
Se a minha casa fosse maior, não teria que comprar um poliban.
Gosto da pessoas, em especial quando são boas, doces, mas as que têm muito cabelo já não gosto, dão mais trabalho a preparar.
Vi-te na rua, mas tu não me viste, também não interessa, ias sozinha.
A cor do meu quarto é igual a de todas as paredes da minha casa, mas outro dia tive a impressão que não. Saí para a rua e perguntei a uma senhora que passava: Olá, sabe me dizer se estes dois bocado de parede que aqui tenho têm a mesma cor?
Que horas são? Que pergunta mais triste... as horas são?! As horas não têm ser!
Nada é tudo!
Este é o primeiro episódio da saga: se-querias-ir-para-casa-mais-cedo-tira-o-cavalinho-da-chuva.
Logo pela manhã, ao chegar ao escritório tive a sensação de que algo estava errado... não achei nada normal ver que toda a gente estar em tronco nu! Saí, voltei a entrar e lá continuavam todos de tronco nu! Pensei que tinha enlouquecido. Esfreguei os olhos, belisquei-me, espetei-me com um prego na mão e nada, tudo na mesma! Resolvi perguntar a um deles se achava normal estar a trabalhar de tronco nu. Aí as coisas pioraram, quando o meu colega retorquiu: “Desculpa?!?!?...” Ou seja ele não estava de tronco nu, era eu que imaginava ver todos eles de tronco nu... O meu colega, ficou extremamente chateado comigo no início, de seguida começou a preocupar-se, pois não fosse ele estar mesmo de tronco nu e não ter reparado. Mas não! Era eu que imaginava aquilo tudo. Desloquei-me para o meu local de trabalho sem olhar para ninguém; em especial para a colega que se senta mesmo á minha frente. Ela quando me viu passar, alegremente perguntou se eu estava bem e porque razão tinha a braguilha aberta. Eu nem respondi... Logo de imediato levantou-se, aproximou-se da minha secretária. Eu não queria olhar... eu não queria olhar... eu não queria olhar, mas olhei! E logo por sorte do azar, ela naquele dia não tinha trazido soutien. O meu coração saltou da caixa torácica, os meus olhos saíram das orbitas e eu que não conseguia fechar a braguilha! O inevitável aconteceu... o meu pénis fez das suas. Ejaculação precoce! Eu mal lhe toquei, para não sair e zás! O dia não podia estar a correr pior! Ao que ela perguntou se eu estava mesmo bem, e lembro-me como se fosse agora de eu responder: “Estou muito bem...” Disse isto com um ar super angelical, quase Budista. Foi então que ela percebeu o que se tinha passado, pois uma enorme estalactite de esperma pairava sobre a minha cabeça. Ao que e minha colega nada pode fazer, ela bem tentou apanha-a com a boca mas caiu inteira em cima do meu teclado. Em suma, teclado novo e tomates vazios.
Mais tarde, naquele dia, já as pessoas do meu escritório estavam todas vestidas, aconteceu-me algo magnífico. Quando voltava de almoço, vinha sozinho no elevador, e fui tocado por um “anjo”. Chamava-se Dana, e tinha um boca linda! Quem disse que os anjos não têm sexo deve ser perfeitamente tarado. Dana tinha o sexo mais maravilhoso que eu alguma vez tinha visto. Parecei que tinha sido desenhado, perfeito! Diga-se de passagem que foi a única coisa que reparei dela. Quando cheguei ao meu andar acordei...
Entrei no escritório e lá estavam todos os meus colegas, normalmente vestidos. Desloquei-me para a minha secretária, que estava ocupada pelo técnico de informática que ainda tentava descolar o teclado da mesa. Deixei o casaco nas coisas da cadeira, disse ao técnico para estar a à vontade e fui à copa. De caminho voltou-me outra vez a cena do anjo no elevador, mas desta vez voava à minha frente, como se de uma libelinha se tratasse. Eu tentei apanha-la, mas cada vez que o fazia, caia. No final de cair umas três ou quatro vezes começou-me a doer ligeiramente as canelas. De facto seria melhor abrir os olhos e ver por onde andava... tinha conseguido derrubar todos os blocos de gavetas que existiam na passagem. Mas a tentação era muita e resolvi tratar de imediato do assunto, corri para a casa de banho. Sentei-me na sanita e o que aconteceu a seguir foi lindo! Paradisíaco! Nada do que vi durante a minha estadia naquela casa de banho, sentado na sanita, poderia ser traduzido em palavras.
Depois de ter percorrido quase o todo o paraíso, comecei a sentir um enorme dor de cabeça. A dor foi de tal forma intensa, que se formou um clarão na minha visão, deixando de ver durante breves fracções de segundo. Quando recuperei a visão percebi de onde vinha a dor de cabeça; tinha levado com a porta da casa de banho, pois estava à cerca de cinco horas na casa de banho e toda a gente estava preocupada comigo. Quando ao final de quatro horas notaram que eu me tinha ausentado, e a última vez que me tinham visto andava aos saltos a tentar dilacerar as canelas nos blocos de gavetas, decidiram procurar por mim. Como seria obvio a casa de banho seria dos primeiros locais a visitar, mas por obra do destino foi o último. Como encontraram uma das portas das casas de banho fechadas, em vez de chamar o serralheiro, não... foi à bruta! Palhaços! Ainda hoje tenho a marca na cara, de ter adormecido encostado ao suporte do rolo de papel higiénico.
Finalmente consegui sair do escritório, a vergonha era mais que muita. Não iria conseguir retornar ao escritório tão cedo, pelo menos durante dois dias, o tempo desse maravilhoso fim-de-semana.
Não me apetecia ir para casa. Liguei para uns amigos e fomos petiscar. Quando já estávamos todos bêbados e como ainda era cedo para ir para casa, resolvemos sair, ir para a “night”.
Primeiro, e para variar, um bar de meninas, o Senso Comum, muito bom! Depois a discoteca. Desta vez resolvemos ir a uma onde a música fosse realmente terrível, quase ensurdecedora, com muito ritmo house e derivados. Mal entrámos, fomos logo encaminhados para o bar. O ambiente era de facto muito pesado, muito escuro, com muito flash de luz nos olhos, mal se conseguia destinguir as pessoas. Depois de muita cerveja , fui à casa de banho. Atrás de mim vinha uma loura espalhafatosa, com uns enormes tacões, com umas vestes muito, muito, muito reduzidas, com muitos brilhantes em todo o lado, com os lábios muito carregados de vermelho, com umas pestanas enormes e unhas gigantescas. Sorriu para mim e entrou atrás de mim na casa de banho. Eu perguntei se ela não estaria enganada, mas uma voz de homem afeminada, confirmou que não. Assustei-me, mas entrei na mesma. Resolvi que seria melhor optar pelas sanitas, sempre têm portas. Mas ele(a), foi mesmo ao urinol. É de facto muito estranho, mas havia qualquer coisa nessa criatura que me atraiu e resolvi espreitar por cima do ombro. A pernas era dignas de umas top-model, mas a lagura de ombros e o jeito como mijava, davam-me nauseais e vómitos. Não fiquei nem mais um minuto, sai à pressa, nem tinha acabado de mijar como deve ser. Voltei para junto dos meus amigos, nem tinha coragem de falar no assunto. Mas um deles viu-o(a) a sair da casa de banho dos homens, e sabiam que eu tinha lá estado, foi nojento o que me fizeram depois. Chamaram-o(a), disseram algo e depois trouxeram-no(a) para junto de mim. Eu cada vez que lhe olhava no olhos, sentia como que alguém ou algo dentro de mim estava a tentar puxar com muita violência o meu estômago para fora. Mas ele(a) continuava ali a olhar para mim e tentava tocar-me, mas eu a cada movimento ele(a) recuava. Os meus supostos amigos desfaziam-se em gargalhadas. Até que aconteceu. Ele(a) agarrou-me nos tomates e disse-me ao ouvido: “Eu não gosto de homens!” Todo eu tremia, estava em pânico, cheio de medo, borrei-me e depois desmaie. A próxima coisa que me lembro já estava na rua a entrar para um ambulância. Ao longe ainda vi o(a) loura!
Passei o fim de semana em casa, a pão e água.A semana seguinte foi bem mais calma, pelo menos até quarta-feira, quando me cruzei com ele(a) à porta do meu psicólogo....
Mais tarde, naquele dia, já as pessoas do meu escritório estavam todas vestidas, aconteceu-me algo magnífico. Quando voltava de almoço, vinha sozinho no elevador, e fui tocado por um “anjo”. Chamava-se Dana, e tinha um boca linda! Quem disse que os anjos não têm sexo deve ser perfeitamente tarado. Dana tinha o sexo mais maravilhoso que eu alguma vez tinha visto. Parecei que tinha sido desenhado, perfeito! Diga-se de passagem que foi a única coisa que reparei dela. Quando cheguei ao meu andar acordei...
Entrei no escritório e lá estavam todos os meus colegas, normalmente vestidos. Desloquei-me para a minha secretária, que estava ocupada pelo técnico de informática que ainda tentava descolar o teclado da mesa. Deixei o casaco nas coisas da cadeira, disse ao técnico para estar a à vontade e fui à copa. De caminho voltou-me outra vez a cena do anjo no elevador, mas desta vez voava à minha frente, como se de uma libelinha se tratasse. Eu tentei apanha-la, mas cada vez que o fazia, caia. No final de cair umas três ou quatro vezes começou-me a doer ligeiramente as canelas. De facto seria melhor abrir os olhos e ver por onde andava... tinha conseguido derrubar todos os blocos de gavetas que existiam na passagem. Mas a tentação era muita e resolvi tratar de imediato do assunto, corri para a casa de banho. Sentei-me na sanita e o que aconteceu a seguir foi lindo! Paradisíaco! Nada do que vi durante a minha estadia naquela casa de banho, sentado na sanita, poderia ser traduzido em palavras.
Depois de ter percorrido quase o todo o paraíso, comecei a sentir um enorme dor de cabeça. A dor foi de tal forma intensa, que se formou um clarão na minha visão, deixando de ver durante breves fracções de segundo. Quando recuperei a visão percebi de onde vinha a dor de cabeça; tinha levado com a porta da casa de banho, pois estava à cerca de cinco horas na casa de banho e toda a gente estava preocupada comigo. Quando ao final de quatro horas notaram que eu me tinha ausentado, e a última vez que me tinham visto andava aos saltos a tentar dilacerar as canelas nos blocos de gavetas, decidiram procurar por mim. Como seria obvio a casa de banho seria dos primeiros locais a visitar, mas por obra do destino foi o último. Como encontraram uma das portas das casas de banho fechadas, em vez de chamar o serralheiro, não... foi à bruta! Palhaços! Ainda hoje tenho a marca na cara, de ter adormecido encostado ao suporte do rolo de papel higiénico.
Finalmente consegui sair do escritório, a vergonha era mais que muita. Não iria conseguir retornar ao escritório tão cedo, pelo menos durante dois dias, o tempo desse maravilhoso fim-de-semana.
Não me apetecia ir para casa. Liguei para uns amigos e fomos petiscar. Quando já estávamos todos bêbados e como ainda era cedo para ir para casa, resolvemos sair, ir para a “night”.
Primeiro, e para variar, um bar de meninas, o Senso Comum, muito bom! Depois a discoteca. Desta vez resolvemos ir a uma onde a música fosse realmente terrível, quase ensurdecedora, com muito ritmo house e derivados. Mal entrámos, fomos logo encaminhados para o bar. O ambiente era de facto muito pesado, muito escuro, com muito flash de luz nos olhos, mal se conseguia destinguir as pessoas. Depois de muita cerveja , fui à casa de banho. Atrás de mim vinha uma loura espalhafatosa, com uns enormes tacões, com umas vestes muito, muito, muito reduzidas, com muitos brilhantes em todo o lado, com os lábios muito carregados de vermelho, com umas pestanas enormes e unhas gigantescas. Sorriu para mim e entrou atrás de mim na casa de banho. Eu perguntei se ela não estaria enganada, mas uma voz de homem afeminada, confirmou que não. Assustei-me, mas entrei na mesma. Resolvi que seria melhor optar pelas sanitas, sempre têm portas. Mas ele(a), foi mesmo ao urinol. É de facto muito estranho, mas havia qualquer coisa nessa criatura que me atraiu e resolvi espreitar por cima do ombro. A pernas era dignas de umas top-model, mas a lagura de ombros e o jeito como mijava, davam-me nauseais e vómitos. Não fiquei nem mais um minuto, sai à pressa, nem tinha acabado de mijar como deve ser. Voltei para junto dos meus amigos, nem tinha coragem de falar no assunto. Mas um deles viu-o(a) a sair da casa de banho dos homens, e sabiam que eu tinha lá estado, foi nojento o que me fizeram depois. Chamaram-o(a), disseram algo e depois trouxeram-no(a) para junto de mim. Eu cada vez que lhe olhava no olhos, sentia como que alguém ou algo dentro de mim estava a tentar puxar com muita violência o meu estômago para fora. Mas ele(a) continuava ali a olhar para mim e tentava tocar-me, mas eu a cada movimento ele(a) recuava. Os meus supostos amigos desfaziam-se em gargalhadas. Até que aconteceu. Ele(a) agarrou-me nos tomates e disse-me ao ouvido: “Eu não gosto de homens!” Todo eu tremia, estava em pânico, cheio de medo, borrei-me e depois desmaie. A próxima coisa que me lembro já estava na rua a entrar para um ambulância. Ao longe ainda vi o(a) loura!
Passei o fim de semana em casa, a pão e água.A semana seguinte foi bem mais calma, pelo menos até quarta-feira, quando me cruzei com ele(a) à porta do meu psicólogo....
quinta-feira, 15 de julho de 2004
Como já se previa este vai ser o último post da saga, nunca-mais-digas-isso-que-podes-ter-um-filho-assim.
Na manhã da passada quarta-feira fui a uma consulta do psicólogo do meu avô. Nunca poderia imaginar que falar com um psicólogo fosse assim tão bom! Quase gay! Falámos de tudo... ele disse-me que tinha duas filhas lindas e que nunca tinha dito aquilo a ninguém, achei o máximo! Eu contei-lhe que outro dia tinha espreitado pelo buraco da fechadura do quarto da minha tia-avó, ao que ele sabiamente disse, que isso tinha a ver com coisas antigas. Nada mais lindo, do que aquelas palavras suaves que lhe saiam da boca, como que se estive a segredar um poema de merda: “Isso tem a ver com coisas antigas... não se preocupe.” Foi de facto inesquecível. Acho que ele acreditou que eu tinha feito essa acção só para ver a minha tia-avó NUA! Estava totalmente enganado, o que se passava era que a minha sobrinha estava sempre com ela e eu suspeitava que a velha andava a comer a rapariga, fui confirmar. Mas valeu a pena... duas punhetas na despensa. Falámos também do meu avô, como estava ele, o que andava a fazer no psicólogo com aquela idade, ao que o médico respondeu: “Sabe, temos todos de ganhar a vida...” Isso por acaso enervou-me, coisas rara, eu nunca me enervo, acho que é por isso que tenho sérios problemas de intestinos. Só consigo evacuar de 3 em 3 dias, o que já me disseram não faz lá muito bem. Mas quando me enervei com o médico foi como se tivesse tomado um laxante bastante potente. O que tornou a conversa ainda mais interessante! Nunca pensei que peidar e falar de coisas interessantes, como a mente humana (quase que ia escrevendo sem h), fosse tão revigorante. E assim continuamos pela manhã fora, falámos de tudo, política, sexo, astros, mamas, a cor das paredes da casa, comida, animais, computadores, etc, etc... Quando menos esperei já era meio dia e eu tinha que ir às compras. Assim o fiz, despedi-me do Sr. Doutor, paguei com o habitual sémen e saí. Na rua apercebi-me que nada daquilo tinha tido grande sentido. Resolvi dar um sentido qualquer a uma manhã bem passada, mas sem sentido nenhum. Voltei ao consultório. Na longa subida, pensei o que iria fazer, mas não consegui encontrar qualquer tipo de sentido a aplicar. Mas mal entrei no consultório, vi logo que fazer. Como tinha saído directamente da noite, não tive tempo de ir a casa para tirar as roupas de drag queen, e pegando no mote, tirei um dos sapatos de salto alto, aliás gigante e fiz uma escultura impressionista no alto da cabeça da recepcionista. Ficou linda! O salto entrou-lhe pelo o alto da cabeça, e saía no olho esquerdo. Foi difícil de a conseguir deixar sentada na cadeira, pois as convulsões era muitas, mas ao fim de 4 minutos, estabilizou. Agora vinha a melhor parte... O Sr. Doutor! Chamei-o à recepção pelo telefone. Ele estranhou, e veio o mais depressa que pode. Mal chegou à sala de espera e viu a “escultura”, exclamou: “AAAAAAAAHHHHHHHHHHH!!!!!!!! QUE HORROR!!!!!” Não percebi porque ele tinha ficado tão chocado... depois de tudo o que lhe tinha contado à coisa de 15 minutos! Achei que seria melhor acabar de vez com aquilo. Ao fim de 5 minutos e com muito esforço consegui imobiliza-lo. Peguei na mala que trazia ao ombro, abri-a, e tirei um pequeno saco, de 10 gramas, com um pó branco lá dentro. Espalhei o pó na mesa e depois com muito cuidado fui dando ao Sr. Doutor “pequenas” doses pela boca. Este pó é normal que se aplique no nariz, logo seguido de uma forte inspiração, mas queria ver qual seria a reacção, ingerido-o pela boca. Foi muito interessante! No final de o Sr. Doutor ter ingerido tudo, tirei mais um outro saquinho de 5 gramas e deitei suavemente uma ou duas grama nos olhos, também foi muito interessante. Para o final ficou o melhor. Fui à casa de banho. Lá consegui encontrar o que tinha em mente. Quando no nosso querido amigo Sr. Doutor já se contorcia amarrado à cadeira, o que me espantou, dei-lhe as duas injecções de água oxigenada em ambos os braços, que tinha estado a preparar no casa de banho. Não foi tão interessante como a coca, mas teve o sei qê de interesse. Por fim e para que o pobre não sofresse mais, liguei para os bombeiros e pedi ajuda. Discretamente fui-me embora. Não sei se o Sr. Doutor sobreviveu, mas uma coisa é certa, eu é que não consigo sobreviver à humilhação terrível que tinha sido alvo! É que o Sr. Doutor durante a pequena conversa que tivemos naquela manhã, enrabou-me 3 vezes! Desde esse dia que tenho consultado quase todos psicólogos da cidade em busca da minha felicidade, mas nenhum o tem tão grande como o primeiro!
Se estão curiosos porque não me apanham, é porque nunca mais fiz o mesmo que fiz ao Sr. Doutor, mas quando encontrar o meu psicólogo preferido, farei a mesma coisa, mas desta vez não ficarei cá para contar!
Muito boa noite!
Se estão curiosos porque não me apanham, é porque nunca mais fiz o mesmo que fiz ao Sr. Doutor, mas quando encontrar o meu psicólogo preferido, farei a mesma coisa, mas desta vez não ficarei cá para contar!
Muito boa noite!
sexta-feira, 4 de junho de 2004
A juigtre di fagrutesta
Nisgto fo hjshte lop hdjuir bhdsyeg, boiuagert, o kjdjhutygh lo fqaretfre de oiutnhfdg, nuiftryuioço ão foiá.
Prítuíó hojuilos io hyuip gépoi friter re xatás e of hgarito, koit; koiútri viculim f zxascadas de nuncystri lipitrogrunti za fghtre, u betrkjoi dha jghurbado za e of ju tripo ay, ouo, ki, tre y gtruto. NADTRITUS!!! Setreb fritu, koitis ji o de gópoi? Xinca!!! Y unbro koiút dy koiútri ving viculim, dert u istbfre gh qas zaxa, lprgtro çofé jylgá kroiba.
Neste texto está uma mensagem muito importante que pode resolver três problemas que assolam desde há muito a nossa existência; como viajar mais rápido que a velocidade da luz, a razão da nossa existência e porque comprei eu ontem leite se já tinha em casa.
Digo desde já que foram necessários dois bebés de 4 anos para decifrar a primeira palavra, por isso, boa sorte!
PS: Eu sei o que lá está escrito!
Prítuíó hojuilos io hyuip gépoi friter re xatás e of hgarito, koit; koiútri viculim f zxascadas de nuncystri lipitrogrunti za fghtre, u betrkjoi dha jghurbado za e of ju tripo ay, ouo, ki, tre y gtruto. NADTRITUS!!! Setreb fritu, koitis ji o de gópoi? Xinca!!! Y unbro koiút dy koiútri ving viculim, dert u istbfre gh qas zaxa, lprgtro çofé jylgá kroiba.
Neste texto está uma mensagem muito importante que pode resolver três problemas que assolam desde há muito a nossa existência; como viajar mais rápido que a velocidade da luz, a razão da nossa existência e porque comprei eu ontem leite se já tinha em casa.
Digo desde já que foram necessários dois bebés de 4 anos para decifrar a primeira palavra, por isso, boa sorte!
PS: Eu sei o que lá está escrito!
quarta-feira, 26 de maio de 2004
rp
E... e... e... acho que já está bom... uff! Parpa a prpóxima escrpevo à mão!
Isto já é de mais! Não acho isto nada norpmal...
Eu já venho...
Ora cá está o problema! Era a cena que faz com que a cena faça a cena, que não estava a fazer a cena, mas agora já está! Olha que nunca pensei que estas coisas ainda possam acontecer nos dias de hoje, onde as coisas são influenciadas pelas cenas. Livra! Ainda bem que tenho aqui o coiso.
Isto já é de mais! Não acho isto nada norpmal...
Eu já venho...
Ora cá está o problema! Era a cena que faz com que a cena faça a cena, que não estava a fazer a cena, mas agora já está! Olha que nunca pensei que estas coisas ainda possam acontecer nos dias de hoje, onde as coisas são influenciadas pelas cenas. Livra! Ainda bem que tenho aqui o coiso.
EE
Vamos ver se é desta... ehehe já eenganeei mais um! Mas o quee foi agora? Não mee digas... não posso queereer! Deevee seer um vírus... EEU SÓ QUEERO UM EE , NÃO DOIS!!! Aí a meerda...
Coso de bonho.
No noite possodo fui à coso de bonho quotro vezes, nenhumo delos te vi lá! Oindo tens o loto de dizer que estás sempre o cominho do coso de bonho! DOSS!
PS: Vou processor o Microsoft! Que diobo têm eles contra os ós!?!?!? DOSS!
PS: Vou processor o Microsoft! Que diobo têm eles contra os ós!?!?!? DOSS!
sexta-feira, 14 de maio de 2004
À deriva na Margem Sul
Esta merda da sociedade está a dar comigo em doido, foda-se mais para as classes!!! VIVA A ANARQUIA!
A Ana? até a comia... agora Rquia? Essa grande mulher do teatro de Almada! À essa sim, pode-se dizer que era uma verdadeira actriz. Fodia tudo e todos, era nas escadas do miradouro, ou nas casas de banho dos bares de Almada velha, era lindo! Aquela boca fazia maravilhas, tanto podia interpretar uma peça, e com a sua voz linda, junta com a sua boca e parecia que não existia mais nada, só a boca, a boca, a boca, a boca.... até dava arrepios! Agora imaginem na casa de banho... No pito é que nada! NADA!!! Acho que não havia muitas assim, com tantas doenças quantos funcionários públicos numa repartição das finanças.
Já o seu eterno companheiro, raquítico, nojento, desprezável, mal cheiroso, mal vestido, com a mania que era actor, António, já não se podia dizer o mesmo... Havia alguém que dizia, dizia... que mamadas feitas por este menino, nem pensar nisso é bom! Mas depois que os skins lhe fizeram a folha, ficou muito melhor. Sem dentes é que eles se querem!
No grupo também havia um músico, ou mais? Já não sei... mas este eu tenho a certeza que era o mais maluco deles todos, sofria de paranóia, grave doença que afectava muitos jovens daquela altura. A paranóia deste chamava-se cola! Mas havia outras, havia uma que tinha a mania que não tomar banho era uma ritual americano. Isto na altura havia de tudo, agora? Xiii, é ainda pior! Há uns que tem a mania que sabem escrever, vê lá tu como isto anda...
Mas nem tudo eram rosas, os problemas começaram quando a bófia começou a fazer parte das brincadeiras. Aí as coisas piavam fininho! Ninguém queria dizer ao bófia para não fazer aquelas cenas. Não sei se estão a ver um bófia com o sardo de fora a mijar na fonte luminosa e a dizer que mais valia ali do que no meio da estrada! Não se podia dizer nada aquele tipo pá! Mal se dizia para não fazer isto ou aquilo, era logo de canhão na mão a ameaçar que te dava um tiro no pé! Foda-se no pé é que não!!!
Eram bons velhos tempos que já lá vão, agora estamos todos velhos e na cadeia, mas um dia vamos voltar e AÍ É QUE VÃO SER ELAS!!! ALMADA VOLTARÁ A SER NOSSA!!!
A Ana? até a comia... agora Rquia? Essa grande mulher do teatro de Almada! À essa sim, pode-se dizer que era uma verdadeira actriz. Fodia tudo e todos, era nas escadas do miradouro, ou nas casas de banho dos bares de Almada velha, era lindo! Aquela boca fazia maravilhas, tanto podia interpretar uma peça, e com a sua voz linda, junta com a sua boca e parecia que não existia mais nada, só a boca, a boca, a boca, a boca.... até dava arrepios! Agora imaginem na casa de banho... No pito é que nada! NADA!!! Acho que não havia muitas assim, com tantas doenças quantos funcionários públicos numa repartição das finanças.
Já o seu eterno companheiro, raquítico, nojento, desprezável, mal cheiroso, mal vestido, com a mania que era actor, António, já não se podia dizer o mesmo... Havia alguém que dizia, dizia... que mamadas feitas por este menino, nem pensar nisso é bom! Mas depois que os skins lhe fizeram a folha, ficou muito melhor. Sem dentes é que eles se querem!
No grupo também havia um músico, ou mais? Já não sei... mas este eu tenho a certeza que era o mais maluco deles todos, sofria de paranóia, grave doença que afectava muitos jovens daquela altura. A paranóia deste chamava-se cola! Mas havia outras, havia uma que tinha a mania que não tomar banho era uma ritual americano. Isto na altura havia de tudo, agora? Xiii, é ainda pior! Há uns que tem a mania que sabem escrever, vê lá tu como isto anda...
Mas nem tudo eram rosas, os problemas começaram quando a bófia começou a fazer parte das brincadeiras. Aí as coisas piavam fininho! Ninguém queria dizer ao bófia para não fazer aquelas cenas. Não sei se estão a ver um bófia com o sardo de fora a mijar na fonte luminosa e a dizer que mais valia ali do que no meio da estrada! Não se podia dizer nada aquele tipo pá! Mal se dizia para não fazer isto ou aquilo, era logo de canhão na mão a ameaçar que te dava um tiro no pé! Foda-se no pé é que não!!!
Eram bons velhos tempos que já lá vão, agora estamos todos velhos e na cadeia, mas um dia vamos voltar e AÍ É QUE VÃO SER ELAS!!! ALMADA VOLTARÁ A SER NOSSA!!!
quinta-feira, 13 de maio de 2004
Pausa para ouvir uma musiquita
Lávamos dentes cuteu fluido vaginal
Deixame chupar atua glândula urinária
Enchede expora essa boca ordinária
Exfrega-te nas minhas oreilhas
Vaimte no meu olho
Amandame côa paxaxa pus dentes
Deixame lamberte o molho
Fode cabra
Fode puta
Enfia as mãos na cona
e bate palmas
bate palmas
bate palmas
Atua pintelheira nojenta xega até umbigo
E eu mijute pa dentro do cu
Eu cago itu comes o cagalhão
Tu riste côa boca cheia de merda
E eu riume com pinteilhos nos dentes
Chupame os colhões!
Chupa-us até aos pulmões!
Fode cabra
Fode puta
Enfia as mãos na cona
e bate palmas
bate palmas
bate palmas
in: Pharmácia Ananáz
by: Comme Restus
Deixame chupar atua glândula urinária
Enchede expora essa boca ordinária
Exfrega-te nas minhas oreilhas
Vaimte no meu olho
Amandame côa paxaxa pus dentes
Deixame lamberte o molho
Fode cabra
Fode puta
Enfia as mãos na cona
e bate palmas
bate palmas
bate palmas
Atua pintelheira nojenta xega até umbigo
E eu mijute pa dentro do cu
Eu cago itu comes o cagalhão
Tu riste côa boca cheia de merda
E eu riume com pinteilhos nos dentes
Chupame os colhões!
Chupa-us até aos pulmões!
Fode cabra
Fode puta
Enfia as mãos na cona
e bate palmas
bate palmas
bate palmas
in: Pharmácia Ananáz
by: Comme Restus
quarta-feira, 12 de maio de 2004
Quando te conheci.
Nada fazia pensar que nos iríamos conhecer assim, mas foi provavelmente a forma mais linda.
Acho que não te lembras... estás com essa cara de duvida, é porque não te lembras! É normal, já lá vão 45 anos, mas eu lembro-me como se fosse agora mesmo.
Estávamos em Abril e, por mais estranho que te pareça, chovia muito. Naquela altura Abril era um mês em que chovia muito, agora em Abril, se chover, é porque o tempo está todo maluco, engraçado não é? Adiante. Nesse dia como chovia muito e porque não tinha carro, nem ninguém a quem pedir ajuda e, como não podia conduzir, chamei um táxi. O desgraçado do taxista demorou mais de 20 minutos para aparecer. Achas que naquela altura valia a pena reclamar com alguém acerca destas coisas? Tens mesmo memória de galinha... É claro que se fosse hoje, teria táxi à minha porta em menos de 5 minutos e à minha disposição para qualquer ponto do país e durante pelo menos 2 anos, mas isso agora não interessa. Na altura só queria mesmo era chegar bem rápido aonde queria ir e de táxi era a única escolha possível! Mal entrei no táxi, disse o local para onde queria ir e que tinha muita pressa! Sim, naquela altura podia-se falar com os motoristas, não era nojo nenhum, nem se quer perigoso! Demorei cerca de 45 minutos a chegar ao centro da cidade. Não fiques com esse ar de espanto, porque na altura tudo o que era meio de transporte privado andava pela Cidade! Há isso já te lembras! Pois pudera, habituadinho a que te fossem sempre levar a todo o lado... ah pois! Mas também isso não interessa para nada agora. Lá consegui chegar ao local. Entrei, estava com muitas dores, não sabia o que fazer, estava à nora! Assim que uma enfermeira me viu, pegou em mim e levou-me. Ah! É verdade, tinha-me esquecido de dizer, eu estava num hospital. Desculpa! Também não é preciso ficares assim... Mas que parvoíce a tua, não dá logo para ver que estava num hospital? Até parecer que não te lembras... Continuemos. Mal a enfermeira pegou em mim, perdi logo os sentidos! Quando acordei estava numa maca, de barriga para o cima. As dores eram ainda maiores e vinham em vagas, nem imaginas o alivio que era quando não as tinha. Não imaginas mesmo! Eu dava voltas e voltas, só dizia: tirem-me esta dor, tirem-me esta dor! Mas para além de mim havia cerca de 10 a 15 num mesmo estado que eu e gritavam mais que eu, por isso, deixei-me estar. Até que após uma hora ou mais, uma enfermeira veio ter comigo e sem dizer palavra, conduziu-me por entre os corredores do hospital. Eu só via a luzes do tecto a passar, por mais que implorasse, ela não me dizia nada, aliás, só dizia para ter calma que ia tudo correr bem, mas as malditas dores que vinham com uma cadência cada vez maior! Aí! Só de pensar até me arrepio! Por fim a maca parou dentro de um quarto, cheio de luz. Pegaram em mim e, com muito cuidado, colocaram-me numa cama, de barriga para cima, de pernas abertas, apoiadas numa espécie de bengalas e fiquei com elas mais elevadas que o resto do corpo. O que achas que estava a fazer, oh estúpido?! TARADO! É claro que estava a espera para te conhecer! E passados 20 minutos, mais ou menos, lá vieste tu, todo lampeiro, todo cagado de sangue e a plenos pulmões, gritas-te: BUUUUAAAAAAAAAAA!!! E eu disse: pronto ‘tou lixada! Foi certinho direitinho...
Acho que não te lembras... estás com essa cara de duvida, é porque não te lembras! É normal, já lá vão 45 anos, mas eu lembro-me como se fosse agora mesmo.
Estávamos em Abril e, por mais estranho que te pareça, chovia muito. Naquela altura Abril era um mês em que chovia muito, agora em Abril, se chover, é porque o tempo está todo maluco, engraçado não é? Adiante. Nesse dia como chovia muito e porque não tinha carro, nem ninguém a quem pedir ajuda e, como não podia conduzir, chamei um táxi. O desgraçado do taxista demorou mais de 20 minutos para aparecer. Achas que naquela altura valia a pena reclamar com alguém acerca destas coisas? Tens mesmo memória de galinha... É claro que se fosse hoje, teria táxi à minha porta em menos de 5 minutos e à minha disposição para qualquer ponto do país e durante pelo menos 2 anos, mas isso agora não interessa. Na altura só queria mesmo era chegar bem rápido aonde queria ir e de táxi era a única escolha possível! Mal entrei no táxi, disse o local para onde queria ir e que tinha muita pressa! Sim, naquela altura podia-se falar com os motoristas, não era nojo nenhum, nem se quer perigoso! Demorei cerca de 45 minutos a chegar ao centro da cidade. Não fiques com esse ar de espanto, porque na altura tudo o que era meio de transporte privado andava pela Cidade! Há isso já te lembras! Pois pudera, habituadinho a que te fossem sempre levar a todo o lado... ah pois! Mas também isso não interessa para nada agora. Lá consegui chegar ao local. Entrei, estava com muitas dores, não sabia o que fazer, estava à nora! Assim que uma enfermeira me viu, pegou em mim e levou-me. Ah! É verdade, tinha-me esquecido de dizer, eu estava num hospital. Desculpa! Também não é preciso ficares assim... Mas que parvoíce a tua, não dá logo para ver que estava num hospital? Até parecer que não te lembras... Continuemos. Mal a enfermeira pegou em mim, perdi logo os sentidos! Quando acordei estava numa maca, de barriga para o cima. As dores eram ainda maiores e vinham em vagas, nem imaginas o alivio que era quando não as tinha. Não imaginas mesmo! Eu dava voltas e voltas, só dizia: tirem-me esta dor, tirem-me esta dor! Mas para além de mim havia cerca de 10 a 15 num mesmo estado que eu e gritavam mais que eu, por isso, deixei-me estar. Até que após uma hora ou mais, uma enfermeira veio ter comigo e sem dizer palavra, conduziu-me por entre os corredores do hospital. Eu só via a luzes do tecto a passar, por mais que implorasse, ela não me dizia nada, aliás, só dizia para ter calma que ia tudo correr bem, mas as malditas dores que vinham com uma cadência cada vez maior! Aí! Só de pensar até me arrepio! Por fim a maca parou dentro de um quarto, cheio de luz. Pegaram em mim e, com muito cuidado, colocaram-me numa cama, de barriga para cima, de pernas abertas, apoiadas numa espécie de bengalas e fiquei com elas mais elevadas que o resto do corpo. O que achas que estava a fazer, oh estúpido?! TARADO! É claro que estava a espera para te conhecer! E passados 20 minutos, mais ou menos, lá vieste tu, todo lampeiro, todo cagado de sangue e a plenos pulmões, gritas-te: BUUUUAAAAAAAAAAA!!! E eu disse: pronto ‘tou lixada! Foi certinho direitinho...
A Internet.
O local onde tudo se passa, se encontra, onde tudo pode ser real, ou não.
Quando procuramos algo na Internet julgamos que vamos encontrar o que procuramos, mas se pensarem bem, não somos nós que procuramos algo, é alguém que nos fornecer o que essa, ou essas pessoas querem que seja verdade. Por norma as coisas são de facto reais, pois podemos comprovar, mas há outras que deixam muito de pensar. Onde está a verdade da Internet? Será realmente verdadeiro o que nos aparece no monitor? Será que quando consultamos um artigo sobre algo que nunca tínhamos antes ouvido falar, ou ler, verdadeiro? Se não temos como comprovar, temos mais que acreditar. No entanto há certos factos que podem ser muito perigosos, podendo levar-nos ao ridículo que afirmar algo a alguém que não é verdade.
Esta posta é quase a constatação do obvio, mas pensem mais neste assunto... Nem tudo o que parece, é! Ainda para mais sem regras ou leis, concretas.
Por falar nisso, sabem qual é o próximo escândalo em Portugal? O MARL é um armazém de armas nucleares!!!
Pensem bem...
Quando procuramos algo na Internet julgamos que vamos encontrar o que procuramos, mas se pensarem bem, não somos nós que procuramos algo, é alguém que nos fornecer o que essa, ou essas pessoas querem que seja verdade. Por norma as coisas são de facto reais, pois podemos comprovar, mas há outras que deixam muito de pensar. Onde está a verdade da Internet? Será realmente verdadeiro o que nos aparece no monitor? Será que quando consultamos um artigo sobre algo que nunca tínhamos antes ouvido falar, ou ler, verdadeiro? Se não temos como comprovar, temos mais que acreditar. No entanto há certos factos que podem ser muito perigosos, podendo levar-nos ao ridículo que afirmar algo a alguém que não é verdade.
Esta posta é quase a constatação do obvio, mas pensem mais neste assunto... Nem tudo o que parece, é! Ainda para mais sem regras ou leis, concretas.
Por falar nisso, sabem qual é o próximo escândalo em Portugal? O MARL é um armazém de armas nucleares!!!
Pensem bem...
quinta-feira, 25 de março de 2004
A grande questão do ovo e da galinha.
Realmente não temos mais nada com que nos preocupar, pois não? Esta metáfora, sim isto para mim é uma metáfora, aplica-se directamente às guerras que hoje em dia acontecem por esse mundo fora. Quem atirou a primeira pedra? Quem atirou a primeira flecha? Quem atirou o primeiro tiro? Quem atirou o primeiro míssil? Acho que não se sabe, mas quem o fez por certo que teria uma muito boa razão! Ou então hoje em dia está muito arrependido... se calhar até foi por acaso. Já estou a imaginar...
Vai uma dia um Senhor pela estrada de terra, a caminha da sua aldeia, quando ao passar, dá uma pontapé numa pedra, pedra essa que caprichosamente bate na cabeça duma criança que estava à beira da estrada a colher flores com a sua mãe, matando a criança! O Senhor teve muito azar, mesmo muito! Pois ele pertencia a uma aldeia e a criança pertencia a outra, a da criança à muito que tentava ficar com as terras da outra, pois as terras do onde o Senhor vivia eram bem mais produtivas e a pessoas da aldeia da criança nunca tinha nada para comer... Já tinha havido conversas entre ambas as aldeias para partilharem terras, mas nada ficou decidido. Ora e resumindo, as duas aldeias já não davam muito bem, toleravam-se mas... Já para não falar que uns de uma aldeia achavam que chovia porque quando passavam por um certo sítio a uma certa hora, um número certo de vezes chovia e os da outra aldeia, diziam que quando faziam isso o vento soprava mais forte.
Este incidente do Senhor matar a criança foi mesmo a gota de água! Como será obvio referir, o Senhor foi imediatamente apedrejado e morto!
Como é? Quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha? Sabem que mais... foi por azar!
Vai uma dia um Senhor pela estrada de terra, a caminha da sua aldeia, quando ao passar, dá uma pontapé numa pedra, pedra essa que caprichosamente bate na cabeça duma criança que estava à beira da estrada a colher flores com a sua mãe, matando a criança! O Senhor teve muito azar, mesmo muito! Pois ele pertencia a uma aldeia e a criança pertencia a outra, a da criança à muito que tentava ficar com as terras da outra, pois as terras do onde o Senhor vivia eram bem mais produtivas e a pessoas da aldeia da criança nunca tinha nada para comer... Já tinha havido conversas entre ambas as aldeias para partilharem terras, mas nada ficou decidido. Ora e resumindo, as duas aldeias já não davam muito bem, toleravam-se mas... Já para não falar que uns de uma aldeia achavam que chovia porque quando passavam por um certo sítio a uma certa hora, um número certo de vezes chovia e os da outra aldeia, diziam que quando faziam isso o vento soprava mais forte.
Este incidente do Senhor matar a criança foi mesmo a gota de água! Como será obvio referir, o Senhor foi imediatamente apedrejado e morto!
Como é? Quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha? Sabem que mais... foi por azar!
Mais umas soltas.
Se te engasgares, não te preocupes, deixa lá que há quem se engasgue com menos.
Quem quer que seja que me fez isto, irá pagar no tribunal! Ai vai vai! Venha quem vier! Não se admite! Uma ferradura de cavalo na grelha do carro?!?!?
Comprei umas calças na loja, não sei se me serviam, não as experimentei, mas tive que as devolver... a minha mãe não gostou delas!
No mar da tua inocência, viaja uma caravela, nela vai a minha consciência, não me obrigues a ir ao teu pito!
Se os caranguejos andam para trás, eu ando de lado!
É assim um misto de cheiro a maresia com ovos poderes, mas eu até gosto, pena é não se conseguir ver o Barreiro...
Quem quer que seja que me fez isto, irá pagar no tribunal! Ai vai vai! Venha quem vier! Não se admite! Uma ferradura de cavalo na grelha do carro?!?!?
Comprei umas calças na loja, não sei se me serviam, não as experimentei, mas tive que as devolver... a minha mãe não gostou delas!
No mar da tua inocência, viaja uma caravela, nela vai a minha consciência, não me obrigues a ir ao teu pito!
Se os caranguejos andam para trás, eu ando de lado!
É assim um misto de cheiro a maresia com ovos poderes, mas eu até gosto, pena é não se conseguir ver o Barreiro...
quarta-feira, 24 de março de 2004
Uma música: Na rua da minha tia
Foi na rua da minha tia
Foi na casa da minha tia
Que te vi
Que te conheci
Não sei se foi paixão
Ou se foi tesão
Só sei que te vi e que te conheci
Na rua da minha tia
Eu te via
Eu te mordia
Na casa da minha tia
Eu te comia
Nem sei com foi
Só sei o que foi
Foi quando te comi
Logo depois que te vi
E foi com paixão
E foi também tesão
Na casa da minha tia
Na rua da minha tia
Na rua da minha tia
Que eu te vi
Que eu te mordi
Na casa da minha tia
Que eu te comi
Mana... Maninha!!!
Foi na casa da minha tia
Que te vi
Que te conheci
Não sei se foi paixão
Ou se foi tesão
Só sei que te vi e que te conheci
Na rua da minha tia
Eu te via
Eu te mordia
Na casa da minha tia
Eu te comia
Nem sei com foi
Só sei o que foi
Foi quando te comi
Logo depois que te vi
E foi com paixão
E foi também tesão
Na casa da minha tia
Na rua da minha tia
Na rua da minha tia
Que eu te vi
Que eu te mordi
Na casa da minha tia
Que eu te comi
Mana... Maninha!!!
terça-feira, 23 de março de 2004
Uma pequena história... o Sr. X
Era um dia triste e cinzento de inverno, chovia bastante, fazia muito frio, estava daqueles dias de ficar em casa e deprimir, como se não bastasse era Domingo.
O Sr. X, o nosso personagem, homem com os seus 40 anos, com cerca de um metro e sessenta, de bigode, meio calvo, fisicamente deformado pelo abuso de noitadas e petiscos, resolve sair à rua. Despiu o pijama infecto e vestiu-se. Camisa verde aos quadrados, tipo camisa de pescador, calças de bombazina castanhas, com duas grandes nódoas, uma em cada perna, sapatos ténis, os quais não se conseguia saber qual a cor, mas deveriam ter sido claros e um casaco impermeável preto, grosso, comprido quase até aos pés, que pelo aspecto teria seido do seu tetravô. Saiu para a rua de jornal desportivo do dia anterior, de baixo do braço e chapéu de chuva da mão. Primeira paragem; café e bagaço. Quando finalmente bebeu o café e devorou o bagaço, dobrou o jornal, pagou e saiu. Na rua sem saber bem para onde haveria de ir, resolveu atravessar a rua, mas esqueceu-se que queria comprar tabaco e voltou para trás. Erro crasso! Quando já ia no meio da rua, voltou para trás, não seu conta que vinha um autocarro. O condutor não consegui evitar uma aparatosa travagem, mas no entanto em vão, o piso escorregadio como estava ainda adquiriu mais velocidade, colhendo o nosso personagem. O Sr. X voou cerca de vinte a trinta metros, indo parar em cima de um dos carros que estavam estacionados junto ao passeio. O condutor do autocarro, conseguiu imobilizar o autocarro. O homem estava estático, não mexia um músculo, nada! Um dos passageiros gritava-lhe que abrisse a porta mas o condutor não tinha reacção nenhuma. O mesmo passageiro, sabendo onde se abria a porta, resolveu abri-la por sua auto-recriação. Dirigiu-se para junto do Sr. X, mas o Sr. X estava perfeitamente inanimado. O passageiro em pânico gritava que chamassem uma ambulância. A Sra. do café, assim o fez. Passados poucos minutos, cerca de dez, chegou ao local. Nada puderam fazer, já estava morto. Rodeado de alguns transeuntes e outros tantos curiosos, ali ficou o Sr. X à espera do médico legista, que o viessem buscar.
Depois desta pequena história há uma pergunta, que poderá leva-lo a um cruzeiro ao Alasca, caso responda correctamente. E a pergunta é:
Quantas nódoas tinha o Sr. X nas calças?
Envie a sua resposta para:
maisvaleummaçodecigarrosnocafequeseratropeladoporumautocarro@portugal.pt
Boa sorte!!!
O Sr. X, o nosso personagem, homem com os seus 40 anos, com cerca de um metro e sessenta, de bigode, meio calvo, fisicamente deformado pelo abuso de noitadas e petiscos, resolve sair à rua. Despiu o pijama infecto e vestiu-se. Camisa verde aos quadrados, tipo camisa de pescador, calças de bombazina castanhas, com duas grandes nódoas, uma em cada perna, sapatos ténis, os quais não se conseguia saber qual a cor, mas deveriam ter sido claros e um casaco impermeável preto, grosso, comprido quase até aos pés, que pelo aspecto teria seido do seu tetravô. Saiu para a rua de jornal desportivo do dia anterior, de baixo do braço e chapéu de chuva da mão. Primeira paragem; café e bagaço. Quando finalmente bebeu o café e devorou o bagaço, dobrou o jornal, pagou e saiu. Na rua sem saber bem para onde haveria de ir, resolveu atravessar a rua, mas esqueceu-se que queria comprar tabaco e voltou para trás. Erro crasso! Quando já ia no meio da rua, voltou para trás, não seu conta que vinha um autocarro. O condutor não consegui evitar uma aparatosa travagem, mas no entanto em vão, o piso escorregadio como estava ainda adquiriu mais velocidade, colhendo o nosso personagem. O Sr. X voou cerca de vinte a trinta metros, indo parar em cima de um dos carros que estavam estacionados junto ao passeio. O condutor do autocarro, conseguiu imobilizar o autocarro. O homem estava estático, não mexia um músculo, nada! Um dos passageiros gritava-lhe que abrisse a porta mas o condutor não tinha reacção nenhuma. O mesmo passageiro, sabendo onde se abria a porta, resolveu abri-la por sua auto-recriação. Dirigiu-se para junto do Sr. X, mas o Sr. X estava perfeitamente inanimado. O passageiro em pânico gritava que chamassem uma ambulância. A Sra. do café, assim o fez. Passados poucos minutos, cerca de dez, chegou ao local. Nada puderam fazer, já estava morto. Rodeado de alguns transeuntes e outros tantos curiosos, ali ficou o Sr. X à espera do médico legista, que o viessem buscar.
Depois desta pequena história há uma pergunta, que poderá leva-lo a um cruzeiro ao Alasca, caso responda correctamente. E a pergunta é:
Quantas nódoas tinha o Sr. X nas calças?
Envie a sua resposta para:
maisvaleummaçodecigarrosnocafequeseratropeladoporumautocarro@portugal.pt
Boa sorte!!!
Estas coisas são mesmo assim...
Estas coisas são mesmo assim, quando menos se espera e vindo sabe-se lá de onde, aparecem-nos oportunidades que podem nos levar a cometer grandes loucuras, mas no entanto, se pensarmos realmente nisso, só temos uma coisa a fazer, não nos metermos! Assim sendo vale mesmo a pena dar importância a coisas que nos proponham quando realmente nem se quer vamos ter a coragem para decidir por essa mesma opção? Por exemplo...
terça-feira, 9 de março de 2004
Depois de um longo período de ausência aqui vai: As ofensas!
Vai para o caralho.
Vejamos, eu vou para o caralho porquê? Que sentido é que tem esta expressão? Vou para que caralho? Para o meu? Isso era óptimo! Queria dizer que o tinha bem grande! Agora se for para o de outro homem já não terá piada nenhuma, é claro que se for dirigido a um panasca, aí o caso muda de figura, mas assim já não será um insulto. Assim sendo penso que seria melhor, vai para o caralho do ... Ou então, é panasca? Então vai para a cona de ...
Se a ofensa for dirigida a uma mulher, homossexual ou se não gostar de fazer sexo oral, será um ofensa, mas para as que gostem , deixará de o ser!
Vai para a puta que te pariu.
Efectivamente é ofensivo, mas só pela parte de chamar puta a quem nos pariu. Também não iria suar muito bem ou dizer-se: Vai para a mãe que te pariu! Acho que realmente esta pode-se considerar uma das melhores ofensas, aliás já deu aso a expulsão de um membro num programa muito conhecido da nossa televisão.
Vai te foder!
O grande dilema! Penso que esta ofensa só se aplica a quem tenha o pénis grande, visto que a maior parte dos indivíduos não o têm o grande suficiente para se auto enrabar! No caso das mulheres, depende muito se gosta de fazer sexo com pénis ou não, para ser considerado ofensa. Para este caso seria mais apropriado: Vai foder com o sebento mais sebento que houver na terra! E isto aplicar-se-ia para todos os casos, sexos opostos e do mesmo sexo.
Paneleiro!
Ora bem, se esta ofensa for dirigida a um heterossexual, ele não vai gostar, mas se for um homossexual, já não tem sentido, assim sendo aplica-se a regra do Ir para o caralho.
Vai para a cona da tua mãe!
De facto foi por lá que a maioria das pessoas passaram quando nasceram, mas não terá sido referenciado como cona... Não deixa de ser estranho quando se profere esta ofensa, visto que seria incestuoso, mas daí a ser considerado ofensa há alguma diferença. Acho que devia ser: Vai para a cona da vaca!
Filho da puta!
Esta só se aplica a pessoas que de facto a sua mãe não o seja.
Cabrão!
Isto é o quê? Uma cabra grande, certo? Se em vez de cabrão, se se disser cabra grande, não é uma ofensa, pois não? Penso que a relação entre o cabrão e a ofensa será pela comparação com os cornos de um bode e não de uma cabra, logo devia-se dizer: Bodão!
Vai comer merda!
Ora aí está um bom insulto, mas apenas para os não escatófagos.
Vai para a merda!
É um insulto, mesmo para o escatófagos. Comer é uma coisa, ir para, é outra!
Entre outros insultos que agora não me acorrem ou tenho preguiça de pensar...
Fiquem bem e vamos todos comer um grande cagalhão com sangue! Huuummm, que belo petisco, hã?
Vejamos, eu vou para o caralho porquê? Que sentido é que tem esta expressão? Vou para que caralho? Para o meu? Isso era óptimo! Queria dizer que o tinha bem grande! Agora se for para o de outro homem já não terá piada nenhuma, é claro que se for dirigido a um panasca, aí o caso muda de figura, mas assim já não será um insulto. Assim sendo penso que seria melhor, vai para o caralho do ... Ou então, é panasca? Então vai para a cona de ...
Se a ofensa for dirigida a uma mulher, homossexual ou se não gostar de fazer sexo oral, será um ofensa, mas para as que gostem , deixará de o ser!
Vai para a puta que te pariu.
Efectivamente é ofensivo, mas só pela parte de chamar puta a quem nos pariu. Também não iria suar muito bem ou dizer-se: Vai para a mãe que te pariu! Acho que realmente esta pode-se considerar uma das melhores ofensas, aliás já deu aso a expulsão de um membro num programa muito conhecido da nossa televisão.
Vai te foder!
O grande dilema! Penso que esta ofensa só se aplica a quem tenha o pénis grande, visto que a maior parte dos indivíduos não o têm o grande suficiente para se auto enrabar! No caso das mulheres, depende muito se gosta de fazer sexo com pénis ou não, para ser considerado ofensa. Para este caso seria mais apropriado: Vai foder com o sebento mais sebento que houver na terra! E isto aplicar-se-ia para todos os casos, sexos opostos e do mesmo sexo.
Paneleiro!
Ora bem, se esta ofensa for dirigida a um heterossexual, ele não vai gostar, mas se for um homossexual, já não tem sentido, assim sendo aplica-se a regra do Ir para o caralho.
Vai para a cona da tua mãe!
De facto foi por lá que a maioria das pessoas passaram quando nasceram, mas não terá sido referenciado como cona... Não deixa de ser estranho quando se profere esta ofensa, visto que seria incestuoso, mas daí a ser considerado ofensa há alguma diferença. Acho que devia ser: Vai para a cona da vaca!
Filho da puta!
Esta só se aplica a pessoas que de facto a sua mãe não o seja.
Cabrão!
Isto é o quê? Uma cabra grande, certo? Se em vez de cabrão, se se disser cabra grande, não é uma ofensa, pois não? Penso que a relação entre o cabrão e a ofensa será pela comparação com os cornos de um bode e não de uma cabra, logo devia-se dizer: Bodão!
Vai comer merda!
Ora aí está um bom insulto, mas apenas para os não escatófagos.
Vai para a merda!
É um insulto, mesmo para o escatófagos. Comer é uma coisa, ir para, é outra!
Entre outros insultos que agora não me acorrem ou tenho preguiça de pensar...
Fiquem bem e vamos todos comer um grande cagalhão com sangue! Huuummm, que belo petisco, hã?
terça-feira, 10 de fevereiro de 2004
A borboleta
Numa manhã de primavera nasceu um borboleta, linda! Com cores que nunca tinha visto. Segui-a. O voar dela era errático, como que se não soubesse voar... mas ao mesmo tempo tão gracioso que apetecia voar com ela.
Fechei os olhos e imaginei como seria voar como ela voava. Senti-me tão leve, tão livre, tão em uníssono com tudo o que me envolvia, que por momentos pensei mesmo que estava a voar! Voar sem imaginar que era uma pessoa, a única procuração era sentir o cheiro do pólen e alimentar-me. Depois quando já estava satisfeito, parava e aproveitava o sol para me aquecer.
Quando abri os olhos estava no meio de um campo de lindas flores amarelas, mas nunca mais vi a bela borboleta de belas cores...
Fechei os olhos e imaginei como seria voar como ela voava. Senti-me tão leve, tão livre, tão em uníssono com tudo o que me envolvia, que por momentos pensei mesmo que estava a voar! Voar sem imaginar que era uma pessoa, a única procuração era sentir o cheiro do pólen e alimentar-me. Depois quando já estava satisfeito, parava e aproveitava o sol para me aquecer.
Quando abri os olhos estava no meio de um campo de lindas flores amarelas, mas nunca mais vi a bela borboleta de belas cores...
Vai um queca?
As minhas calças são de ganga e as tuas cuecas são de algodão, vamos os dois para o chão!
A lareira
Um dia reparei em quanto o lume ardia na lareira... a madeira GRITA!!! É de vir as lágrimas aos olhos... os sons que vêm numa lareira são verdadeiramente horríveis, saídos de um filme de terror! Os estalos parecem ossos a partir, os silvos parecem gritos, o som grave das chamas que não se sabe de onde vem, a luz intensa que hipnotiza... eu sei lá! Hão-de reparar...
A questão das ervas
Disseram-me isto um dia: Tens ervas daninhas a crescer no teu quintal! Não me lembro quem disse, mas quem disse é parvo! Então e as outras? São baozinhas?
O universo
Na inesgotável razão do saber, todos nós sabemos que o universo é um bola de sabão que anda de mão em mão...
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A formiga mais perigosa do mundo, Myrmecia pyriformis!