Hoje, 5ª feira, 3 de Fevereiro de 2005, acordei com uma grande vontade de praticar o bem, de abraçar, de cumprimentar as pessoas que me rodeiam, dizer-lhes, que bonito está o dia, como brilha o Sol, olhar para elas com um sorriso nos lábios, tentar convence-las que a vida é feita de pequenos nadas, e esses mesmos nadas são para ser vividos com muita intensidade. “Não se deixe abalar por acções que não pode controlar”, disse-me uma vez um “pardal”, até o dia de hoje nunca tinha compreendido o significado daquela frase, mas hoje, para mim, tudo ficou claro, limpo, sem venenos, vem maldade, sem ódios, sem sangue. Se facto, neste momento, e até com muita coragem, completo a frase “...e tente vive-las da melhor forma que possível”.
Este dia vai ser o dia mais longo da minha vida. Estou a apreciar cada segundo, cada pormenor, cada raio de luz, cada expressão, e tento a todo o custo semear a paz, a harmonia, todo o meu amor, que me enche o peito até à exaustam. Bolas como estou feliz! Alegre, sinto-me com vontade de viver 300 anos.
A última pessoa que abracei, disse-me que eu estava muito bonito. Achei o mesmo. É bom.
Foda-se o caralho da erva é mesmo boa!!!
Don’t walk on the grass smoke it!
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2005
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2005
Pelos caminhos de Portugal
Freguesia: Santa Clara do Louredo (Boavista)
Orago: Santa Clara
População: 1000 habitantes
Actividades económicas: Comércio, agricultura e fabrico de queijo de ovelha e cabra
Festas e Romarias: Santa Clara (Setembro)Património cultural e edificado: Igreja paroquial
Gastronomia: Açorda, sopa de cação, migas com carne de porco e carne de porco à alentejana
Colectividades: Centro Cultural e Desportivo Louredense
Situada na antiga baixara da serra de Alçaria Ruiva, a cerca de 5 quilómetros de Beja, na sede de concelho, a freguesia de Santa Clara de Louredo é composta pelos seguintes lugares: Boavista, Cabanão e Monte da Igreja.
Foi um curato da apresentação do arcebispo de Évora e antiga comenda da Ordem de Malta, transitando posteriormente para a coroa. A exploração agrícola do seu território teve projecção nacional, salientando-se várias quintas de nomeada, entre as quais de Fernão da Fonseca e a de José de Brito Lobo, que deram lugar à denominada Quinta de Santa Clara de Louredo e, consequentemente, à actual freguesia. Ao 1º Conde da Boavista, Mariano Joaquim de Sousa Feio e a sua esposa, D. Mariana Teresa Ribeiro de Sousa se deveu o desenvolvimento deste complexo agrícola e a construção ou ampliação de um solar residencial, com fundamentos de capela palaciana. Trata-se de uma obra projectada no reinado de D. Carlos e realizada arquitectonicamente no espírito luso-mourisco. Esta Quinta está ligada ao passal da igreja matriz, belo exemplar quinhentista de arquitectura religiosa quinhentista, correndo, pelo antigo cemitério, o seu murete de protecção.
Notícias
Tragédia em Santa Clara do Louredo
Data: Quarta, 22 de Dezembro de 2004 (9:38:13)
Tópico: Noticias
Tragédia em Santa Clara do Louredo. Na madrugada do último sábado um incêndio quase reduziu a cinzas o nº 10 do Bairro 1º de Maio.
Ângela Madeira, a proprietária da casa e o filho de 15 anos, que na altura se encontravam a dormir, conseguiram abandonar a residência a
tempo. Um curto – circuito terá estado na origem do incêndio. Os prejuízos são superiores a 5 mil euros. A família perdeu quase todo o recheio da habitação.
A Junta de Freguesia e a Câmara Municipal de Beja tem desenvolvido esforços nos últimos dias no sentido de recuperar a casa. Ângela Madeira vive sozinha com o filho e não tem condições para reparar os prejuízos. Por isso deixa um apelo aos Baixo Alentejanos.
Os donativos podem ser depositados na sede da Junta de Freguesia de Santa Clara do Louredo.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2005
Evasões da alma escura de pensamentos lúcidos e outras merdas.
Um rato e uma galinha:
- Mas a tua é mais pequena que a minha.
Caso eu conseguisse, iria passar umas férias. Ideias?
Nunca, mas nunca, tinha me dado conta do tamanho do Sol, BOLAS!
Xii, queimou outra vez!
Penso que estou a entrar na fase mais lúcida da minha vida. O que é esta merda que eles chamam dinheiro?
Brados, cicio, bonança, horror, raiva, pranto, e a cona da tia aos saltos.
Sabiam que canguru significa, na língua dos aborígenes Australianos, “não compreendo o que estás a dizer”.
Já uma vez disse isto, mas foi muito baixinho: aguas passadas, não fazem bem a ninguém e são umas grandes malucas.
Hoje, ao almoço, comi peixe. Não sei o que me deu.
Éh, ouve lá, eu estava a brincar! Estes bófias levam tudo a sério.
Uma unha de águia real, pele q.b. de iguana marinha das Caraíbas, raspas de pulga do mar da Armona, dois dentes e meio de foca do Polo Sul, um tentáculo de polvo corrente, dois bagos de arroz, sal muito grosso e uma ou duas caganitas de ratazana. Serve-se frio.
Bom proveito.
- Mas a tua é mais pequena que a minha.
Caso eu conseguisse, iria passar umas férias. Ideias?
Nunca, mas nunca, tinha me dado conta do tamanho do Sol, BOLAS!
Xii, queimou outra vez!
Penso que estou a entrar na fase mais lúcida da minha vida. O que é esta merda que eles chamam dinheiro?
Brados, cicio, bonança, horror, raiva, pranto, e a cona da tia aos saltos.
Sabiam que canguru significa, na língua dos aborígenes Australianos, “não compreendo o que estás a dizer”.
Já uma vez disse isto, mas foi muito baixinho: aguas passadas, não fazem bem a ninguém e são umas grandes malucas.
Hoje, ao almoço, comi peixe. Não sei o que me deu.
Éh, ouve lá, eu estava a brincar! Estes bófias levam tudo a sério.
Uma unha de águia real, pele q.b. de iguana marinha das Caraíbas, raspas de pulga do mar da Armona, dois dentes e meio de foca do Polo Sul, um tentáculo de polvo corrente, dois bagos de arroz, sal muito grosso e uma ou duas caganitas de ratazana. Serve-se frio.
Bom proveito.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2005
O frio
O frio

Leve brisa que toca, fria, que envolve, languida, o teu corpo, tornando-o áspero e, como um grito surdo, e ao mesmo tempo, qual rajada de loucura, o transforma, agonizantemente, no Criador do desejo. Pensei em cobri-te de suaves mantas feitas de penas de aves raras, mas a cor, o cheiro, e, esse bruto, O Desejo de te tocar, foram mais fortes, derrubaram-me, qual maremoto de sentidos. O toque, a loucura de querer mais, o inebriante desejo que te querer possuir, à muito me tinha invadido, de tal assombrosa forma, que não haveria nada que me demovesse, nem que fosses a mais alta montanha
,
o mais profundo vale
,
a floresta mais densa
,
nem que estivesses tão perto do sol
,
a gruta mais escura
,
nem o facto, de seres uma menina na candura dos 16, quanto mais o facto de seres, a filha da minha mulher a dias.
Mas a natureza é matreira, omnipresente, omnipotente, avassaladora, arrebatadora, não deixa passar impune estas devassas tentações, a qual produz um frio, de tal forma arrepiante, e gélido, que torna o maior mastro, mais grosso, mas gordo, mas duro que um diamante, num pedaço de carne, tão mole que inveja o mais excelente bife de carne barrosã.
Assim, tal como cheguei, sai, e fui pregar para outra sacristia.

Leve brisa que toca, fria, que envolve, languida, o teu corpo, tornando-o áspero e, como um grito surdo, e ao mesmo tempo, qual rajada de loucura, o transforma, agonizantemente, no Criador do desejo. Pensei em cobri-te de suaves mantas feitas de penas de aves raras, mas a cor, o cheiro, e, esse bruto, O Desejo de te tocar, foram mais fortes, derrubaram-me, qual maremoto de sentidos. O toque, a loucura de querer mais, o inebriante desejo que te querer possuir, à muito me tinha invadido, de tal assombrosa forma, que não haveria nada que me demovesse, nem que fosses a mais alta montanha
,o mais profundo vale
,a floresta mais densa
,nem que estivesses tão perto do sol
,a gruta mais escura
,nem o facto, de seres uma menina na candura dos 16, quanto mais o facto de seres, a filha da minha mulher a dias.
Mas a natureza é matreira, omnipresente, omnipotente, avassaladora, arrebatadora, não deixa passar impune estas devassas tentações, a qual produz um frio, de tal forma arrepiante, e gélido, que torna o maior mastro, mais grosso, mas gordo, mas duro que um diamante, num pedaço de carne, tão mole que inveja o mais excelente bife de carne barrosã.
Assim, tal como cheguei, sai, e fui pregar para outra sacristia.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2004
Felix Natil e Prospero Anito nuobo!
O Natal é uma quadra em que temos de nos unir, por isso fodam bastante!
Já agora e como devo ter mais que fazer do que estar para aqui a vos aturar, um bom ano 1605, desculpem, 3005, aliás, 1405, em que ano estamos?
São os meus votos.
Aproveito o oportunidade para agradecer a fidelidade como têm visitado este Blog e pelos vossos comentários. Mais uma vez, o meu muito obrigado!
É nestas oportunidades que devemos fazer um balanço do que se passou nos últimos 12 mil dias, aliás, 12 mês. O balanço que faço é muito positivo, por podia ser tudo bem pior. Tendo em conta que o que virá poderá ser bem pior do que se está à espera, será um ano fantástico, mas “eispetacular”, assim como Paris.
Quando penso que já passaram 365 dias desde o ano passado a esta parte, tudo para mim faz sentido, as plantas, o mar, os ventos, as putas, o meu cabelo, a tua pachaxa e por fim, não só mas também, o universo. Esse grande matreiro!
Agora a sério; estava a brincar.
Beijos e abraços para todos os que merecem.
Já agora e como devo ter mais que fazer do que estar para aqui a vos aturar, um bom ano 1605, desculpem, 3005, aliás, 1405, em que ano estamos?
São os meus votos.
Aproveito o oportunidade para agradecer a fidelidade como têm visitado este Blog e pelos vossos comentários. Mais uma vez, o meu muito obrigado!
É nestas oportunidades que devemos fazer um balanço do que se passou nos últimos 12 mil dias, aliás, 12 mês. O balanço que faço é muito positivo, por podia ser tudo bem pior. Tendo em conta que o que virá poderá ser bem pior do que se está à espera, será um ano fantástico, mas “eispetacular”, assim como Paris.
Quando penso que já passaram 365 dias desde o ano passado a esta parte, tudo para mim faz sentido, as plantas, o mar, os ventos, as putas, o meu cabelo, a tua pachaxa e por fim, não só mas também, o universo. Esse grande matreiro!
Agora a sério; estava a brincar.
Beijos e abraços para todos os que merecem.
terça-feira, 7 de dezembro de 2004
Não hão-de os computadores só fazerem merda!
Reparem como se comunicam entre si:
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E ainda tentamos intende-los e domá-los...
Reparem nesta frase: "...ïîîîîíííììììëëëëêðððïïïïîîîîíííìììëëëëêêêéééèèèçççæææ‡..." Nem parece que vem de um computador!
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1...2...3...
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHH!!!
Estava mesmo a apetecer, dasse!
Estava mesmo a apetecer, dasse!
terça-feira, 16 de novembro de 2004
Que autor?
Senhor, a quem iremos nós enrabar? Tu tens as palavras da vida eterna. Jonhy 6,69
Quinta-feira, dia...? sei lá! De Fevereiro de 2003
Hoje a irmandade do Roto celebra: Santos: Paolo Miki, Pedro Brochista e companheiros de enrabedelas, mártires (é claro!), +197, Sonsa Doroteia, mártir (uma devassa!), +352
Proclamação de Evangelho de J, segundo Marcos, seu namorado, 6,7,8,9,10...
Então chamou dos Doze e começou a enraba-los, dois a dois; e deu-lhes prazer falando-lhes sobre os espíritos imundos. Ordenou-lhes que não levassem coisa alguma para o caminho, senão somente um boião de vaselina; nem pão, nem mochila, nem dinheiro na liga; como calçado, unicamente saltos altos, e que se revestissem de duas túnicas, mais fio dental e casaco justo. E disse-lhes: Em qualquer casa em que entrardes, ficai nela, até vos retirardes dali, tipo okupa. Se em algum lugar não vos receberem nem vos escutarem, têm a minha autorização para varrer tudo a Napalm, granadas, mísseis bombas de mau cheiro, etc... e no fim, saí dali e sacudi o pó dos vossos pés em testemunho contra eles. Eles partiram e pregaram a penitência, levaram no cú o resto do dia, mesmo até partirem. Expeliam numerosos demónios, peidos, ungiam com óleo a muitos enfermos e os curavam. That’s what I’m talking about, you faggot ass!
Da Bíblia do Roto
Quinta-feira, dia...? sei lá! De Fevereiro de 2003
Hoje a irmandade do Roto celebra: Santos: Paolo Miki, Pedro Brochista e companheiros de enrabedelas, mártires (é claro!), +197, Sonsa Doroteia, mártir (uma devassa!), +352
Proclamação de Evangelho de J, segundo Marcos, seu namorado, 6,7,8,9,10...
Então chamou dos Doze e começou a enraba-los, dois a dois; e deu-lhes prazer falando-lhes sobre os espíritos imundos. Ordenou-lhes que não levassem coisa alguma para o caminho, senão somente um boião de vaselina; nem pão, nem mochila, nem dinheiro na liga; como calçado, unicamente saltos altos, e que se revestissem de duas túnicas, mais fio dental e casaco justo. E disse-lhes: Em qualquer casa em que entrardes, ficai nela, até vos retirardes dali, tipo okupa. Se em algum lugar não vos receberem nem vos escutarem, têm a minha autorização para varrer tudo a Napalm, granadas, mísseis bombas de mau cheiro, etc... e no fim, saí dali e sacudi o pó dos vossos pés em testemunho contra eles. Eles partiram e pregaram a penitência, levaram no cú o resto do dia, mesmo até partirem. Expeliam numerosos demónios, peidos, ungiam com óleo a muitos enfermos e os curavam. That’s what I’m talking about, you faggot ass!
Da Bíblia do Roto
quarta-feira, 10 de novembro de 2004
A tua racha
Quando a vejo, praguejo
Parece que me quer comer, deixa ver
É tão fofinha, tão rosinha
Qual greta de parede verde
Qual racha de chão, que tesão!
A tua racha
A tua pachácha
Gosto de a ter
É linda de morrer
Temos que tratar dela, vai um esporradela?
Que gosto de sabor, que calor
Mas primeiro vem o cheiro, esse matreiro
Quando lhe toco, arroto
És minha, já me vinha
És visceral, etc e tal
A tua racha
A tua pachácha
Gosto de a ter
É linda de morrer
Pela manhã, um maçã
Pela tardinha, uma rachinha
Na cozinha, uma fodinha
No colchão, um fodão
Já está assada, é da foda bem dada
Ou aqui ou em Beirute, vou ter de te por o Halibute
A tua racha
A tua pachácha
Gosto de a ter
É linda de morrer!
Parece que me quer comer, deixa ver
É tão fofinha, tão rosinha
Qual greta de parede verde
Qual racha de chão, que tesão!
A tua racha
A tua pachácha
Gosto de a ter
É linda de morrer
Temos que tratar dela, vai um esporradela?
Que gosto de sabor, que calor
Mas primeiro vem o cheiro, esse matreiro
Quando lhe toco, arroto
És minha, já me vinha
És visceral, etc e tal
A tua racha
A tua pachácha
Gosto de a ter
É linda de morrer
Pela manhã, um maçã
Pela tardinha, uma rachinha
Na cozinha, uma fodinha
No colchão, um fodão
Já está assada, é da foda bem dada
Ou aqui ou em Beirute, vou ter de te por o Halibute
A tua racha
A tua pachácha
Gosto de a ter
É linda de morrer!
Desconhecido autor...
Quarta-feira, dia de são nunca de Janeiro.
Hoje a Irmandade do punheteiro celebra: S. Jumento, mártir, +304, Beata do Charro Arcângela Girl, virgem (das orelhas!), +1495, Beato Freinademetz todo no cú, presbítero, S. Valério, bicha, +315.
Proclamação do Evangelho do J. Segundo Marcos do Big Brother 4, 1-20
J pôs-se novamente a ajoelhar, à beira do mar, para eu mamar, e aglomerou-se junto dele tão grande multidão, que ele teve de entrar no bacanal. No mar, toda a multidão ficou em terra na praia a mandar vi: É TUDO PARA TI? Ó CABRÃO! E ensinava-lhes muitos coisas em parábolas, como desenhos e com revistas da especialidade. Dizia-lhes na sua doutrina: Ouvi: Saiu o semeador a semear, Eu sai para foder! Enquanto lançava a semente, uma parte caiu à beira do rego, e vieram as putas e lamberam. Outra parte caiu na cona, onde não havia muito terra; o grão germinou logo, porque eu sou muito homem; mas, assim que se sobe que ia ser mãe, cortou-se e fez um aborto, a puta! Outra parte caiu entre os lábios; foi de tal a esporradela, que sufocou e o grão não entrou para a goela. Outra caiu mesmo dentro da ratinha, rosa, e deu fruto, cresceu e desenvolveu-se, um grão rendeu trinta, outro sessenta e outro cem, isso é que foi ganhar dinheiro com os putos! E dizia: Quem tem ouvidos, ouça! Quando se acharam a sós, os que o cercavam e os Doze indagaram dele Ele disse-lhes: A vós é revelado o mistério do Reino de Deus, mas aos que são de fora tudo se lhes propõe em quecas valentes. Desse modo, eles olham sem ver, escutam sem compreender, sem que se convertam e lhes seja perdoado, por isso vão ser todos enrabados! E acrescentou: Não entendeis essa parábola? Como entendeis então todas as outras? O semeador semeia a palavra e colhe o dinheirinho. Alguns se encontram è beira do caminho, onde ele é semeada; apenas a querem tirar dos tomates para ser semeada. Outros recebem a semente em lugares mal cheirosos; quando a ouvem, tribulação ou uma perseguição por causa da semente, eles tropeçam. Outro recebem a semente entre os espinhos; ouvem a palavra: Vais levar com ele!, mas as preocupações de querer sempre mais e mais grosso, a ilusão das riquezas, as múltiplas cobiças sufocam e a tornam infrutífera e devassa. Aqueles que recebem a semente em terra boa escutam e palavra, acolhem-na e dão o fruto, trinta, sessenta e cem por um. E dizia: ISSO É QUE É MOSTRAR SERVIÇO!
Da Bíblia do Safo
Hoje a Irmandade do punheteiro celebra: S. Jumento, mártir, +304, Beata do Charro Arcângela Girl, virgem (das orelhas!), +1495, Beato Freinademetz todo no cú, presbítero, S. Valério, bicha, +315.
Proclamação do Evangelho do J. Segundo Marcos do Big Brother 4, 1-20
J pôs-se novamente a ajoelhar, à beira do mar, para eu mamar, e aglomerou-se junto dele tão grande multidão, que ele teve de entrar no bacanal. No mar, toda a multidão ficou em terra na praia a mandar vi: É TUDO PARA TI? Ó CABRÃO! E ensinava-lhes muitos coisas em parábolas, como desenhos e com revistas da especialidade. Dizia-lhes na sua doutrina: Ouvi: Saiu o semeador a semear, Eu sai para foder! Enquanto lançava a semente, uma parte caiu à beira do rego, e vieram as putas e lamberam. Outra parte caiu na cona, onde não havia muito terra; o grão germinou logo, porque eu sou muito homem; mas, assim que se sobe que ia ser mãe, cortou-se e fez um aborto, a puta! Outra parte caiu entre os lábios; foi de tal a esporradela, que sufocou e o grão não entrou para a goela. Outra caiu mesmo dentro da ratinha, rosa, e deu fruto, cresceu e desenvolveu-se, um grão rendeu trinta, outro sessenta e outro cem, isso é que foi ganhar dinheiro com os putos! E dizia: Quem tem ouvidos, ouça! Quando se acharam a sós, os que o cercavam e os Doze indagaram dele Ele disse-lhes: A vós é revelado o mistério do Reino de Deus, mas aos que são de fora tudo se lhes propõe em quecas valentes. Desse modo, eles olham sem ver, escutam sem compreender, sem que se convertam e lhes seja perdoado, por isso vão ser todos enrabados! E acrescentou: Não entendeis essa parábola? Como entendeis então todas as outras? O semeador semeia a palavra e colhe o dinheirinho. Alguns se encontram è beira do caminho, onde ele é semeada; apenas a querem tirar dos tomates para ser semeada. Outros recebem a semente em lugares mal cheirosos; quando a ouvem, tribulação ou uma perseguição por causa da semente, eles tropeçam. Outro recebem a semente entre os espinhos; ouvem a palavra: Vais levar com ele!, mas as preocupações de querer sempre mais e mais grosso, a ilusão das riquezas, as múltiplas cobiças sufocam e a tornam infrutífera e devassa. Aqueles que recebem a semente em terra boa escutam e palavra, acolhem-na e dão o fruto, trinta, sessenta e cem por um. E dizia: ISSO É QUE É MOSTRAR SERVIÇO!
Da Bíblia do Safo
terça-feira, 9 de novembro de 2004
Autor desconhecido...
Quinta-feira, um dia qualquer de Janeiro.
Hoje a irmandade de Night celebra: S. João Esmola, mitra, - (menos) 616, Sarna Ildefonso, chato, / (dividir) 667, Beate Maria de Megakante, virgem (deve ser verdade!), x (vezes) 1696 = (igual) ver livro de resultados do 10º ano.
Proclamação do Evangelho de J, segundo Marcos 3,1=69. (ou seja três mais uma igual a um ganda 69)
J retirou-se com os seus discípulos para o bar, e seguia-o uma grande multidão, vinda da Kapital. E da Juveleo, da Juventude Anarca, do Indochina, do além-Tejo e dos arredores da Amadora e de Sintra veio a ele uma grande multidão, ao ouvir o que ele fazia. Ele ordenou a seus discípulos que lhe aprontassem uns shots para o pessoal, para que a multidão não o chateasse mais com a cena de estar sempre a cravar bebidas. Curou a muitos, de modo que todos os que padeciam de algum mal se arrotavam a ele para o gregoriar. Quando os mitras imundos o viam, prostravam-se diante dele e gritavam: Tu és o Filho da puta que me deve dinheiro, não és?! Ele os proibia severamente que o dessem a conhecer.
Da Biblia da Noite Lisboeta
Hoje a irmandade de Night celebra: S. João Esmola, mitra, - (menos) 616, Sarna Ildefonso, chato, / (dividir) 667, Beate Maria de Megakante, virgem (deve ser verdade!), x (vezes) 1696 = (igual) ver livro de resultados do 10º ano.
Proclamação do Evangelho de J, segundo Marcos 3,1=69. (ou seja três mais uma igual a um ganda 69)
J retirou-se com os seus discípulos para o bar, e seguia-o uma grande multidão, vinda da Kapital. E da Juveleo, da Juventude Anarca, do Indochina, do além-Tejo e dos arredores da Amadora e de Sintra veio a ele uma grande multidão, ao ouvir o que ele fazia. Ele ordenou a seus discípulos que lhe aprontassem uns shots para o pessoal, para que a multidão não o chateasse mais com a cena de estar sempre a cravar bebidas. Curou a muitos, de modo que todos os que padeciam de algum mal se arrotavam a ele para o gregoriar. Quando os mitras imundos o viam, prostravam-se diante dele e gritavam: Tu és o Filho da puta que me deve dinheiro, não és?! Ele os proibia severamente que o dessem a conhecer.
Da Biblia da Noite Lisboeta
quarta-feira, 3 de novembro de 2004
Menina da rua
Vi-te
Olhei-te
Comi-te
Beije-te
Olhaste
Mamaste
Gostaste
Gritaste
Mijei
Depressa
Gostei
À beça
Partiste
Triste
Caíste
Viste?
Avisei-te!
Estás sempre a olhar, para qual o próximo a mamar!
Olhei-te
Comi-te
Beije-te
Olhaste
Mamaste
Gostaste
Gritaste
Mijei
Depressa
Gostei
À beça
Partiste
Triste
Caíste
Viste?
Avisei-te!
Estás sempre a olhar, para qual o próximo a mamar!
sexta-feira, 29 de outubro de 2004
Coisas que acontecem
Vai começar, eu sei que vai! Ainda à pouco dizia à minha amiga que ia. Sei tão bem que até me arrepio de pensar nisso, é assim como que ninguém soubesse, só eu sei. É terrível! Quando começar espero ter coragem de dizer, não irá ser fácil, é necessário muita coragem, mas... eu hei-de conseguir. Vai começar e eu sei como, será horrível, ninguém saberá, só eu. Já não aguento, está prestes a começar... ai! Já não dá mais... ai! Ai! Ai! Lá vai!!!
Foda-se, nunca pesei que iria cheirar tão mal, desculpem... já passa, esperem! O elevador está quase a chegar.
A caminho do topo do Empire State Building.
Foda-se, nunca pesei que iria cheirar tão mal, desculpem... já passa, esperem! O elevador está quase a chegar.
A caminho do topo do Empire State Building.
Olha se fosse comigo?
Eu sei o que vi, mas não quero acreditar. Será mesmo? É de certeza, eu conheço muito bem. Se for, será muito mau. Aliás nem sei como será, só sei que será devastador. Bem, cada vez que olho até me faz impressão! É de fazer chorar. É mesmo muito mau... não pode ser. Não!... é mesmo, é mesmo! Xii que mau!
Um amigo meu, julgasse com um prostituta, mas está com um travesti.
Um amigo meu, julgasse com um prostituta, mas está com um travesti.
Eles vivem
Se bem me lembro isto não estava aqui. Mas que raio! De onde veio isto? Como veio aqui parar? Não pode ter vindo sozinho, alguém teve de o trazer. Isto é realmente muito estranho.
Uma nave espacial nas traseiras da casa do Santana.
Uma nave espacial nas traseiras da casa do Santana.
sexta-feira, 22 de outubro de 2004
Sessão da noite
De que é feita a matéria? De substâncias quais os nomes foram inventadas pelo homem? Se foram inventados pelo homem, como podemos saber se são verdadeiras? Talvez sejam alucinações de um qualquer desgraçado. Eu gostaria de saber o que nos torna crentes. Devo acreditar em pessoas que transformam o mundo a seu belo prazer? Devo confiar em cientistas que descobrem formas de aniquilar milhares num abrir e fechar de olhos? No entanto, esses mesmos indivíduos salvam vidas todos os dias, com as suas invenções. Chego a uma, nada brilhante, conclusão: o que nos vai mantendo vivos, são estas merdas... o bem e o mal.
Eis o meu estado depois de ver o Van Helsing... em português, Van=Carrinha Helsing=Infernocanta.
Eis o meu estado depois de ver o Van Helsing... em português, Van=Carrinha Helsing=Infernocanta.
quinta-feira, 21 de outubro de 2004
Ana Maria
Vi-te passar naquela rua
Estavas completamente nua
Mas quando te tentei dizer
Já nem querias saber
És boa como o milho
Até te fazia um filho
Se queres mesmo saber
Vou ter de te comer
A avó bem me avisou
Mas eu sou como sou
O teu pai é duro de roer
Mas eu vou-te mesmo é foder
Sei que te tinha mentido
Eu vou tirar-te esse vestido
Fizeste-me sofrer
E agora faço-te doer
Ana Maria, Ana Maria
Tinha dias que sofria
Mas ainda não sabia.
Agora que te vou ter
Não sei o que fazer
Estas toda húmida
Estas no ponto miúda...
Terei que te comer?
Ou terei que te fazer sofrer?
Uma coisa é certa
Sais daqui toda aberta
Terei portanto que te foder
E olha que te vai doer
Mas tu sempre soubeste
Era assim ou era no Sudoeste
Assim te fodi
Doido de prazer
Fui eu que escolhi
Fazer-te sofrer
Foi pena não estares calada
Assim não tinhas ficado baleada
Ana Maria, Ana Maria
Tinha dias que sofria
Agora?... Fingia que dormia.
Estavas completamente nua
Mas quando te tentei dizer
Já nem querias saber
És boa como o milho
Até te fazia um filho
Se queres mesmo saber
Vou ter de te comer
A avó bem me avisou
Mas eu sou como sou
O teu pai é duro de roer
Mas eu vou-te mesmo é foder
Sei que te tinha mentido
Eu vou tirar-te esse vestido
Fizeste-me sofrer
E agora faço-te doer
Ana Maria, Ana Maria
Tinha dias que sofria
Mas ainda não sabia.
Agora que te vou ter
Não sei o que fazer
Estas toda húmida
Estas no ponto miúda...
Terei que te comer?
Ou terei que te fazer sofrer?
Uma coisa é certa
Sais daqui toda aberta
Terei portanto que te foder
E olha que te vai doer
Mas tu sempre soubeste
Era assim ou era no Sudoeste
Assim te fodi
Doido de prazer
Fui eu que escolhi
Fazer-te sofrer
Foi pena não estares calada
Assim não tinhas ficado baleada
Ana Maria, Ana Maria
Tinha dias que sofria
Agora?... Fingia que dormia.
sexta-feira, 15 de outubro de 2004
Que animais são aqueles?
A chegada
Acordei cheio de fome. De imediato acordei a minha mãe. Com muito esforço lá se levantou. Seguimos para o rio. A água corria, fria, limpa, fresca, os peixes saltavam, brincavam alegres, as plantas estavam mais viçosas que nunca, todo os outros animais pareciam agradecer tal abundância, tudo está magnifico!
Caminhávamos junto à margem, à minha frente ia a minha mãe, ao meu lado a minha irmã. Estava mesmo com fome!
De repente a minha mãe pára, fica muito quieta, faz um sinal para nós pararmos, mas eu vinha tão distraído nem me apercebi e continuei. Muito chateada, puxou-me, e fui para trás dela. Nunca a tinha visto assim.
De facto estava um cheiro estranho no ar. Aproximei-me da margem do rio e vindo do nada aparecerem uns animais estranhos, com um cheiro estranho, andavam de forma estranha, tinham cores que nunca tinha visto e faziam muitos ruídos estranhos pela boca, não dava para perceber os sons. As costas eram muito saídas e mais altas que a cabeça, eram de facto estranhos. As cores nas várias partes do corpo eram todas diferentes, bem como entre eles. Parecia que não tinham pelos! Ou então os pelos eram muito pequenos, lá que eram muito coloridos, eram.
Olhei melhor e só consegui ver cores muito fortes em todo o corpo. Tinham todos patas diferentes, uns castanhas, outros às cores. Conseguia-se ver a cor da pele, era muito branca e só tinham na cara. Será que são venenosos? O andar era ainda mais estranho, pareciam a minha mãe quando estava a apanhar coisas nas arvores, mas que estranho!
Pararam, ficaram junto ao rio, fizeram mais uns barulhos com a boca. Não saiam de lá. O mais estranho aconteceu! Tiraram as costas! Não sei bem se tiraram as costas, ou se é algo que sai das costas e depois voltam a por, de qualquer forma tiraram e colocaram no chão, fiquei cheio de medo! A parte das costas que estava agora no chão, tinha também umas cores estranhas, fazia muito barulho, um telintar ensurdecedor. O pelo das costas que ficaram nos animais tinha mudado de cor, agora era da mesmo cor do peito. O pelo era realmente muito estranho, tinha cores que nunca tinha visto e só um dos animais é que tinha o pelo e era na cabeça, era realmente muito estranho.
A minha mãe não se mexia, só cheirava, o cheiro era cada vez mais intenso, muito forte, como se estive algumas coisa a apodrecer, ou era doce, não conseguia explicar, parecia que cheirava a animais mortos. Recuamos e fomos para outro lado. Aí finalmente comemos, fiquei tão cheio que mal conseguia andar. Após a refeição encontramos uma arvore grande e aí ficámos a dormir uma boa parte da tarde.
Como sempre fui eu que acordei primeiro que todos, estava de novo cheio de fome. Resolvi ir sozinho ao rio.
Quando estava prestes a chegar senti um cheiro terrível! FOGO! Nós nesse ano já tínhamos sentido aquele cheiro e tinha sido horrível! Foi nesse fogo que perdemos o meu irmão. Tivemos que correr muito, mas o meu irmão que era o mais pequeno e fraco, não nos conseguiu acompanhar. Foi apanhado pelo fogo. Acho que ainda hoje o oiço. Foi horrível!
Aquele cheiro deixou-me em pânico, voltei para trás. Quando cheguei à arvore onde a minha mãe e a minha irmã estava, já não estavam lá, fiquei sem saber o que fazer. Fiz o que a minha mãe tinha ensinado, procurei o local onde tínhamos estado, chamei por ela e esperei.
A espera estava a dar comigo em louco e já estava sem forças para continuar a chamar. Não sabia o que fazer. Resolvi ir à sua procura. Mal saí, ouvi barulho por entre os arbustos, parei, fiquei muito quieto. O barulho aproximava-se, cheirei e conheci o cheiro, eram eles! Fiquei tão contente que até caí.
A minha mãe só me lambia, estava também muito contente, já a minha irmã saltava por cima de mim.
Saímos na direcção do cheiro do fogo. Eu não queria ir! Lembrava-me do outro fogo e fiquei com receio. Fiquei confuso, porque a minha mãe não estava com medo do fogo. Olhou para mim, esperou um pouco e seguiu, sem hesitações segui-os também!
Chegámos à beira do rio e lá estavam os animais estranhos. O cheiro a fogo vinha dai, onde eles estavam. Aí fiquei mesmo com medo deles. Continuámos rio a cima, em busca de uma boa refeição. Quando chegámos ao local onde normalmente comíamos, alguns dos animais estranhos também lá estavam. Bolas! Estavam em todo o lado! Estes estavam muito quietos, como se estivessem a dormir, mas estavam em pé! Que estranho. Eram dois, tinham um pau na mão, que mexiam à vezes. Quando chegámos mais perto é que deu para reparar que não estavam a dormir. De repente um deles mexeu o pau com muito força, até me assustei. Fez alguns movimentos bruscos, eu não conseguia compreender. Mesmo à sua frente um peixe, enorme salta. Com a fome que eu estava até perdi o medo deles, corri para apanhar o peixe. Corri, corri e vi que a minha mãe me acompanhava, até achei piada. Mas havia algo de estranho, ela não parecia estar a brincar, mas chamava por mim, como se eu estivesse a fazer algo de errado. Abrandei e acabei mesmo por parar. Ela parou ao pé de mim a olhou para o animais que estavam ali mesmo muito perto de nós. Fiquei gelado de medo! A minha mãe olhava-os. Eles em vez de voltarem coisas e fugir, ficaram parados. Um deles começou a fazer uns sons com a boca e a levantar o braço, como se estivesse a falar connosco. Eu fugi logo para trás da minha mãe. A minha mãe levantou-se e gritou para eles saírem dali! Um fugiu o outro ficou. A minha mãe estava mesmo furiosa. Gritou ainda mais e o outro acabou por fugir, até deixou cair ao pau que tinha na mão. Aproximei-me da minha mãe a minha irmã já lá estava, senti um grande alívio, um enorme conforto e sobretudo muita segurança.
Depois daquilo tudo passar, retornarmos à comida. Mais um grande banquete.
Quando voltámos, resolvemos vir pelo lado de onde estavam os animais. Ao chegarmos ao local onde estavam, não estavam lá. Resolvemos aproximar para ver e cheirar mais de perto. Aquilo era ao mesmo tempo divertido e assustador. Cheirei tudo o que havia para cheirar. Entrei para a toca de um deles, era muito estranha, tinha uma cor muito fora do normal, aprecia que era coberta de flores e eram todas amarelas. O desejo de curiosidade era mais forte que o medo. Tive alguma dificuldade em entrar. Quando entrei, fiquei louco com o cheiro que estava lá dentro! Era incrível! Cheirava tão bem, Cheirava a comida e devia ser mesmo boa, pois o cheiro era igualmente bom. Procurei e acabei por encontrar. Comi quase tudo. Quando tentei dar a volta para sair, encostei-me à toca e ela começou a cair. Fiquei confuso e assustado. A toca acabou por cair em cima de mim, em pânico tentei sair dali o mais depressa possível. Por fim consegui sair, a minha irmã até pensou que estava a brincar e foi ter comigo, começámos logo a brincar. De repente, ouvimos a mãe a gritar. Parámos logo. Eram os animais que vinham todos a correr na nossa direcção e também ao gritos, fugimos todos para a floresta. Ainda olhei um última vez para trás, viam-se ao longe ainda a correr, dei mais uma corrida e só parei na nossa toca.
Tinha sido um dia muito agitado, estava muito cansado, mal chegámos ao toca, aninhei-me ao pé da minha mãe e ao juntinho à minha irmã, adormeci logo.
A perseguição
Na manhã seguinte fui o último a acordar, estava ainda cansado do dia anterior, já não estava ninguém na toca. Sai, e já estavam à minha espera. Como o rio estava com tantos animais estranhos, a minha mãe resolveu ir para outro rio que ficava ou pouco mais longe. De caminho a mãe ensinou-nos mais umas quantas coisas, o que comer, o que não comer, onde há comida, onde é perigoso ir, ou é mais seguro, coisas desse género. O outro rio era mais pequeno, mas tinha também muito peixe. Para variar estava cheio de fome.
Mas hoje não estava com muita sorte, já estava ali à um bom bocado e não consegui apanhar nada. Resolvi ir um pouco mais para cima. Afastei-me um pouco deles. Encontrei o sítio ideal, o peixe era tanto que nem sabia por onde começar. Ataquei tudo o que de mexia, como é obvio, o peixe fugiu todo. Estava mesmo desastrado naquele dia. Acalmei-me e lá consegui comer até rebentar. Por fim a mãe e a minha irmã vieram ter comigo.
Depois do repasto, deitámo-nos na beira do rio.
A meio de sono, comecei a sonhar com o animais estranhos, parecia tão real, o cheiro era tão real, até acordei. O pior é que o cheiro mantinha-se. A minha mãe já estava atenta. Estava a começar a ficar farto daqueles animais! Resolvemos sair dali e entrar na floresta, pois aí tínhamos onde nos esconder.
Os animais eram outros, não eram os mesmo do rio. Eram mais e traziam lobos. Os lobos não eram como os da floresta, estes faziam mais barulho. A mãe ficou em pânico, corremos tanto como no dia do fogo. Parecia que ela já conhecia aqueles lobos. Já estava muito cansado, resolvi abrandar. A minha irmã também estava muito cansada, a mãe continuou a correr, chamei por ela e ela parou, voltou para trás, chegou ao pé de mim e emproou-me, para eu continuar, fez o mesmo à minha irmã, nós estávamos mesmo muito cansados. Mas elas insistia. Lá corremos mais um pouco, por fim chagámos à tranquilidade da nossa toca. A minha mãe não descansava, estava sempre a cheirar, estava muito nervosa.
Ao longe ouviam-se os lobos que faziam muito barulho, era muito assustador. Também se ouviam os animais estranhos a gritar, como se estivessem a comunicar entre eles. A minha mãe estava cada vez mais nervosa. Agarrei-me a minha irmã e ela a mim, ficámos quietos na toca. Lá fora o barulho era cada vez mais assustador. Fui ver o que seria, fiquei sem reacção. A minha mãe estava a ser atacada pelos lobos estranhos, eram tantos que ela nem sabia para onde se voltar. Ela batia neles, dava-lhes dentadas, mas não consegui ver-se livre deles. Atirou um deles de encontro a uma arvore, e ali ficou, morreu logo. Mas eram tantos e eu não podia fazer nada, estava cheio de medo. A minha irmã, empurrava-me, mas eu não queria sair. Passou quase por cima de mim e saiu. Foi ajudar a minha mãe, mas ela não deixou e atirou-a para longe com um só golpe. No meio da confusão começou-se a ouvir os sons dos animais estranhos. Todo eu tremia de medo. Começaram a chegar animais estranhos de todo o lado e traziam paus nas mãos. A minha mãe continuava a lutar com os lobos estranhos e a minha irmã estava deitada no chão sem vida, resolvi sair da toca, quando me preparava para ajudar a minha mãe, ou vi um barulho enorme, como aqueles que vêm do céu. Olhei para todo o lado mas não consegui ver de onde tinha vindo, e mais outro, e outro, quando olho para o animais estranhos reparei que vinha dos paus que traziam e deitavam muito fumo. Olhei para a minha mãe e estava caída no chão, não se mexia. O que tinha acontecido?
Os animais estranhos começaram a chegar junto dela com os paus na mão. Ela não se mexia, estava morta! Tinha sido os paus que a mataram, só podia ser. Não podia ser os lobos, eram muito pequenos. Fiquei tão triste, comecei a chorar. A minha irmã também não se mexia. Estavam mortas!
Os animais estranhos olharam para mim e começaram a trocar sons entre si. Um deles começou a andar muito devagar para junto de mim, trazia o pau na mão. Eu pensei que o pau poderia me fazer algum mal e fugi, corri, fugi, e continuei a correr, chorava e corria, estava muito triste e perdido.
Sozinho
Porquê? Porque razão os paus mataram a minha mãe? Porque razão é a minha mãe matou a minha irmã? Porquê? Não conseguia compreender. Estava numa nova floresta, não sabia onde estava, o cheiro eram quase os mesmo, as cores e eram ligeiramente diferentes, mas no entanto não conhecia o cheiro dos sítios por onde passava. Estava cheio de fome, ao menos isso eu sabia como resolver. Apanhei algumas bagas, tentei encontrar um rio perto. Encontrei, mas tinha pouco peixe, comi pouco, continuava com fome. Já era quase de noite e procurei um lugar para dormir. Encontrei uma pequena toca, verifiquei de estava ocupada, estava fazia. Deitei-me. Estava tão só. Quase não consegui adormecer com o frio que tinha, por fim lá adormeci.
Na manhã seguinte, quando acordei, ainda tive a sensação que lá fora estava a minha mãe e a minha irmã e brincar...
Saí e resolvi explorar o novo lugar. Marquei uma ou duas arvores, procurei se havia outros animais pela zona. Encontrei um cheiro parecido com o meu, mas já era antigo, marquei por cima. Havia outros animais, mas mais pequenos que eu. Eu tinha medo era dos lobos. Fui até ao rio apanhei o maior número de peixes que consegui e finalmente consegui ficar cheio. Descansei um pouco. Ainda estava cansado da noite e adormeci junto a uma arvore.
Acordei sobressaltado com o cheiro de animais estranhos! Outra vez?! Não podia ser. Procurei, mas não ouvia nada, no entanto o cheiro mantinha-se. Mas de onde vinha aquele cheiro? Cheirei o ar e nada, cheirei o chão e segui um rasto. Encontrei de onde vinha o cheiro, era um bocado de pelo de animal estranho, com aquelas cores horríveis.
Peguei no pelo com a boca, levei-o para outro sítio, aí deitei-o para o chão e com a tristeza que os animais estranhos me tinha provocado, cheio de raiva mordi, desfiz, pisei, rasguei, destrui tudo! Nunca tinha sentido aquilo, estava mesmo com raiva!
Enterrei o pelo, fui para o rio, mergulhei, lavei a cara, para nunca mais cheirar aquele cheiro.
Passaram-se mais algumas luas, o frio estava quase a chegar como no ano anterior. Tinha de encontrar uma toca maior.
Comi o mais que pude, no intervalos procurava por uma toca.
Numa noite, antes de deitar, olhei para o céu, vi as luzes, que teimam em não cair e por entre uma ou duas, pareceu-me ver a minha mãe, com a minha irmã ao lado dela, uma lágrima escorreu-me pela cara. A minha mãe dizia: - Estas a ir muito bem, parabéns. - E deu-me um beijo.
Acordei cheio de fome. De imediato acordei a minha mãe. Com muito esforço lá se levantou. Seguimos para o rio. A água corria, fria, limpa, fresca, os peixes saltavam, brincavam alegres, as plantas estavam mais viçosas que nunca, todo os outros animais pareciam agradecer tal abundância, tudo está magnifico!
Caminhávamos junto à margem, à minha frente ia a minha mãe, ao meu lado a minha irmã. Estava mesmo com fome!
De repente a minha mãe pára, fica muito quieta, faz um sinal para nós pararmos, mas eu vinha tão distraído nem me apercebi e continuei. Muito chateada, puxou-me, e fui para trás dela. Nunca a tinha visto assim.
De facto estava um cheiro estranho no ar. Aproximei-me da margem do rio e vindo do nada aparecerem uns animais estranhos, com um cheiro estranho, andavam de forma estranha, tinham cores que nunca tinha visto e faziam muitos ruídos estranhos pela boca, não dava para perceber os sons. As costas eram muito saídas e mais altas que a cabeça, eram de facto estranhos. As cores nas várias partes do corpo eram todas diferentes, bem como entre eles. Parecia que não tinham pelos! Ou então os pelos eram muito pequenos, lá que eram muito coloridos, eram.
Olhei melhor e só consegui ver cores muito fortes em todo o corpo. Tinham todos patas diferentes, uns castanhas, outros às cores. Conseguia-se ver a cor da pele, era muito branca e só tinham na cara. Será que são venenosos? O andar era ainda mais estranho, pareciam a minha mãe quando estava a apanhar coisas nas arvores, mas que estranho!
Pararam, ficaram junto ao rio, fizeram mais uns barulhos com a boca. Não saiam de lá. O mais estranho aconteceu! Tiraram as costas! Não sei bem se tiraram as costas, ou se é algo que sai das costas e depois voltam a por, de qualquer forma tiraram e colocaram no chão, fiquei cheio de medo! A parte das costas que estava agora no chão, tinha também umas cores estranhas, fazia muito barulho, um telintar ensurdecedor. O pelo das costas que ficaram nos animais tinha mudado de cor, agora era da mesmo cor do peito. O pelo era realmente muito estranho, tinha cores que nunca tinha visto e só um dos animais é que tinha o pelo e era na cabeça, era realmente muito estranho.
A minha mãe não se mexia, só cheirava, o cheiro era cada vez mais intenso, muito forte, como se estive algumas coisa a apodrecer, ou era doce, não conseguia explicar, parecia que cheirava a animais mortos. Recuamos e fomos para outro lado. Aí finalmente comemos, fiquei tão cheio que mal conseguia andar. Após a refeição encontramos uma arvore grande e aí ficámos a dormir uma boa parte da tarde.
Como sempre fui eu que acordei primeiro que todos, estava de novo cheio de fome. Resolvi ir sozinho ao rio.
Quando estava prestes a chegar senti um cheiro terrível! FOGO! Nós nesse ano já tínhamos sentido aquele cheiro e tinha sido horrível! Foi nesse fogo que perdemos o meu irmão. Tivemos que correr muito, mas o meu irmão que era o mais pequeno e fraco, não nos conseguiu acompanhar. Foi apanhado pelo fogo. Acho que ainda hoje o oiço. Foi horrível!
Aquele cheiro deixou-me em pânico, voltei para trás. Quando cheguei à arvore onde a minha mãe e a minha irmã estava, já não estavam lá, fiquei sem saber o que fazer. Fiz o que a minha mãe tinha ensinado, procurei o local onde tínhamos estado, chamei por ela e esperei.
A espera estava a dar comigo em louco e já estava sem forças para continuar a chamar. Não sabia o que fazer. Resolvi ir à sua procura. Mal saí, ouvi barulho por entre os arbustos, parei, fiquei muito quieto. O barulho aproximava-se, cheirei e conheci o cheiro, eram eles! Fiquei tão contente que até caí.
A minha mãe só me lambia, estava também muito contente, já a minha irmã saltava por cima de mim.
Saímos na direcção do cheiro do fogo. Eu não queria ir! Lembrava-me do outro fogo e fiquei com receio. Fiquei confuso, porque a minha mãe não estava com medo do fogo. Olhou para mim, esperou um pouco e seguiu, sem hesitações segui-os também!
Chegámos à beira do rio e lá estavam os animais estranhos. O cheiro a fogo vinha dai, onde eles estavam. Aí fiquei mesmo com medo deles. Continuámos rio a cima, em busca de uma boa refeição. Quando chegámos ao local onde normalmente comíamos, alguns dos animais estranhos também lá estavam. Bolas! Estavam em todo o lado! Estes estavam muito quietos, como se estivessem a dormir, mas estavam em pé! Que estranho. Eram dois, tinham um pau na mão, que mexiam à vezes. Quando chegámos mais perto é que deu para reparar que não estavam a dormir. De repente um deles mexeu o pau com muito força, até me assustei. Fez alguns movimentos bruscos, eu não conseguia compreender. Mesmo à sua frente um peixe, enorme salta. Com a fome que eu estava até perdi o medo deles, corri para apanhar o peixe. Corri, corri e vi que a minha mãe me acompanhava, até achei piada. Mas havia algo de estranho, ela não parecia estar a brincar, mas chamava por mim, como se eu estivesse a fazer algo de errado. Abrandei e acabei mesmo por parar. Ela parou ao pé de mim a olhou para o animais que estavam ali mesmo muito perto de nós. Fiquei gelado de medo! A minha mãe olhava-os. Eles em vez de voltarem coisas e fugir, ficaram parados. Um deles começou a fazer uns sons com a boca e a levantar o braço, como se estivesse a falar connosco. Eu fugi logo para trás da minha mãe. A minha mãe levantou-se e gritou para eles saírem dali! Um fugiu o outro ficou. A minha mãe estava mesmo furiosa. Gritou ainda mais e o outro acabou por fugir, até deixou cair ao pau que tinha na mão. Aproximei-me da minha mãe a minha irmã já lá estava, senti um grande alívio, um enorme conforto e sobretudo muita segurança.
Depois daquilo tudo passar, retornarmos à comida. Mais um grande banquete.
Quando voltámos, resolvemos vir pelo lado de onde estavam os animais. Ao chegarmos ao local onde estavam, não estavam lá. Resolvemos aproximar para ver e cheirar mais de perto. Aquilo era ao mesmo tempo divertido e assustador. Cheirei tudo o que havia para cheirar. Entrei para a toca de um deles, era muito estranha, tinha uma cor muito fora do normal, aprecia que era coberta de flores e eram todas amarelas. O desejo de curiosidade era mais forte que o medo. Tive alguma dificuldade em entrar. Quando entrei, fiquei louco com o cheiro que estava lá dentro! Era incrível! Cheirava tão bem, Cheirava a comida e devia ser mesmo boa, pois o cheiro era igualmente bom. Procurei e acabei por encontrar. Comi quase tudo. Quando tentei dar a volta para sair, encostei-me à toca e ela começou a cair. Fiquei confuso e assustado. A toca acabou por cair em cima de mim, em pânico tentei sair dali o mais depressa possível. Por fim consegui sair, a minha irmã até pensou que estava a brincar e foi ter comigo, começámos logo a brincar. De repente, ouvimos a mãe a gritar. Parámos logo. Eram os animais que vinham todos a correr na nossa direcção e também ao gritos, fugimos todos para a floresta. Ainda olhei um última vez para trás, viam-se ao longe ainda a correr, dei mais uma corrida e só parei na nossa toca.
Tinha sido um dia muito agitado, estava muito cansado, mal chegámos ao toca, aninhei-me ao pé da minha mãe e ao juntinho à minha irmã, adormeci logo.
A perseguição
Na manhã seguinte fui o último a acordar, estava ainda cansado do dia anterior, já não estava ninguém na toca. Sai, e já estavam à minha espera. Como o rio estava com tantos animais estranhos, a minha mãe resolveu ir para outro rio que ficava ou pouco mais longe. De caminho a mãe ensinou-nos mais umas quantas coisas, o que comer, o que não comer, onde há comida, onde é perigoso ir, ou é mais seguro, coisas desse género. O outro rio era mais pequeno, mas tinha também muito peixe. Para variar estava cheio de fome.
Mas hoje não estava com muita sorte, já estava ali à um bom bocado e não consegui apanhar nada. Resolvi ir um pouco mais para cima. Afastei-me um pouco deles. Encontrei o sítio ideal, o peixe era tanto que nem sabia por onde começar. Ataquei tudo o que de mexia, como é obvio, o peixe fugiu todo. Estava mesmo desastrado naquele dia. Acalmei-me e lá consegui comer até rebentar. Por fim a mãe e a minha irmã vieram ter comigo.
Depois do repasto, deitámo-nos na beira do rio.
A meio de sono, comecei a sonhar com o animais estranhos, parecia tão real, o cheiro era tão real, até acordei. O pior é que o cheiro mantinha-se. A minha mãe já estava atenta. Estava a começar a ficar farto daqueles animais! Resolvemos sair dali e entrar na floresta, pois aí tínhamos onde nos esconder.
Os animais eram outros, não eram os mesmo do rio. Eram mais e traziam lobos. Os lobos não eram como os da floresta, estes faziam mais barulho. A mãe ficou em pânico, corremos tanto como no dia do fogo. Parecia que ela já conhecia aqueles lobos. Já estava muito cansado, resolvi abrandar. A minha irmã também estava muito cansada, a mãe continuou a correr, chamei por ela e ela parou, voltou para trás, chegou ao pé de mim e emproou-me, para eu continuar, fez o mesmo à minha irmã, nós estávamos mesmo muito cansados. Mas elas insistia. Lá corremos mais um pouco, por fim chagámos à tranquilidade da nossa toca. A minha mãe não descansava, estava sempre a cheirar, estava muito nervosa.
Ao longe ouviam-se os lobos que faziam muito barulho, era muito assustador. Também se ouviam os animais estranhos a gritar, como se estivessem a comunicar entre eles. A minha mãe estava cada vez mais nervosa. Agarrei-me a minha irmã e ela a mim, ficámos quietos na toca. Lá fora o barulho era cada vez mais assustador. Fui ver o que seria, fiquei sem reacção. A minha mãe estava a ser atacada pelos lobos estranhos, eram tantos que ela nem sabia para onde se voltar. Ela batia neles, dava-lhes dentadas, mas não consegui ver-se livre deles. Atirou um deles de encontro a uma arvore, e ali ficou, morreu logo. Mas eram tantos e eu não podia fazer nada, estava cheio de medo. A minha irmã, empurrava-me, mas eu não queria sair. Passou quase por cima de mim e saiu. Foi ajudar a minha mãe, mas ela não deixou e atirou-a para longe com um só golpe. No meio da confusão começou-se a ouvir os sons dos animais estranhos. Todo eu tremia de medo. Começaram a chegar animais estranhos de todo o lado e traziam paus nas mãos. A minha mãe continuava a lutar com os lobos estranhos e a minha irmã estava deitada no chão sem vida, resolvi sair da toca, quando me preparava para ajudar a minha mãe, ou vi um barulho enorme, como aqueles que vêm do céu. Olhei para todo o lado mas não consegui ver de onde tinha vindo, e mais outro, e outro, quando olho para o animais estranhos reparei que vinha dos paus que traziam e deitavam muito fumo. Olhei para a minha mãe e estava caída no chão, não se mexia. O que tinha acontecido?
Os animais estranhos começaram a chegar junto dela com os paus na mão. Ela não se mexia, estava morta! Tinha sido os paus que a mataram, só podia ser. Não podia ser os lobos, eram muito pequenos. Fiquei tão triste, comecei a chorar. A minha irmã também não se mexia. Estavam mortas!
Os animais estranhos olharam para mim e começaram a trocar sons entre si. Um deles começou a andar muito devagar para junto de mim, trazia o pau na mão. Eu pensei que o pau poderia me fazer algum mal e fugi, corri, fugi, e continuei a correr, chorava e corria, estava muito triste e perdido.
Sozinho
Porquê? Porque razão os paus mataram a minha mãe? Porque razão é a minha mãe matou a minha irmã? Porquê? Não conseguia compreender. Estava numa nova floresta, não sabia onde estava, o cheiro eram quase os mesmo, as cores e eram ligeiramente diferentes, mas no entanto não conhecia o cheiro dos sítios por onde passava. Estava cheio de fome, ao menos isso eu sabia como resolver. Apanhei algumas bagas, tentei encontrar um rio perto. Encontrei, mas tinha pouco peixe, comi pouco, continuava com fome. Já era quase de noite e procurei um lugar para dormir. Encontrei uma pequena toca, verifiquei de estava ocupada, estava fazia. Deitei-me. Estava tão só. Quase não consegui adormecer com o frio que tinha, por fim lá adormeci.
Na manhã seguinte, quando acordei, ainda tive a sensação que lá fora estava a minha mãe e a minha irmã e brincar...
Saí e resolvi explorar o novo lugar. Marquei uma ou duas arvores, procurei se havia outros animais pela zona. Encontrei um cheiro parecido com o meu, mas já era antigo, marquei por cima. Havia outros animais, mas mais pequenos que eu. Eu tinha medo era dos lobos. Fui até ao rio apanhei o maior número de peixes que consegui e finalmente consegui ficar cheio. Descansei um pouco. Ainda estava cansado da noite e adormeci junto a uma arvore.
Acordei sobressaltado com o cheiro de animais estranhos! Outra vez?! Não podia ser. Procurei, mas não ouvia nada, no entanto o cheiro mantinha-se. Mas de onde vinha aquele cheiro? Cheirei o ar e nada, cheirei o chão e segui um rasto. Encontrei de onde vinha o cheiro, era um bocado de pelo de animal estranho, com aquelas cores horríveis.
Peguei no pelo com a boca, levei-o para outro sítio, aí deitei-o para o chão e com a tristeza que os animais estranhos me tinha provocado, cheio de raiva mordi, desfiz, pisei, rasguei, destrui tudo! Nunca tinha sentido aquilo, estava mesmo com raiva!
Enterrei o pelo, fui para o rio, mergulhei, lavei a cara, para nunca mais cheirar aquele cheiro.
Passaram-se mais algumas luas, o frio estava quase a chegar como no ano anterior. Tinha de encontrar uma toca maior.
Comi o mais que pude, no intervalos procurava por uma toca.
Numa noite, antes de deitar, olhei para o céu, vi as luzes, que teimam em não cair e por entre uma ou duas, pareceu-me ver a minha mãe, com a minha irmã ao lado dela, uma lágrima escorreu-me pela cara. A minha mãe dizia: - Estas a ir muito bem, parabéns. - E deu-me um beijo.
quinta-feira, 14 de outubro de 2004
Seios rijos
1...2...3...
Encontrei-me com ela
Num beco escuro
Ela fazia vela
E eu mergulho
Ela estava de branco
Naquela noite de horrores
Eu tenho sorriso branco
O pior era os odores
Seios, seios,
Seios, seios,
Seios rijos.
Minhas mãos tremiam caindo
Seu seios tremiam como gelatina
Meu sexo subindo
E ela chamava-se Tina
Seus olhos palpitavam em meus testículos
Meus cabelos enriçavam-se
Eu saltei para cima dela
E ela pisou-me os calos
Seios, seios,
Seios, seios,
Seios rijos.
In: Pénis insuflável de porco flutuante.
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Encontrei-me com ela
Num beco escuro
Ela fazia vela
E eu mergulho
Ela estava de branco
Naquela noite de horrores
Eu tenho sorriso branco
O pior era os odores
Seios, seios,
Seios, seios,
Seios rijos.
Minhas mãos tremiam caindo
Seu seios tremiam como gelatina
Meu sexo subindo
E ela chamava-se Tina
Seus olhos palpitavam em meus testículos
Meus cabelos enriçavam-se
Eu saltei para cima dela
E ela pisou-me os calos
Seios, seios,
Seios, seios,
Seios rijos.
In: Pénis insuflável de porco flutuante.
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Daqui a um coche
No dia em que nasci,
Nasci de uma vagina,
Vagina alheia.
Não sei se era doce ou agre,
O sumo da sua cona.
Olhei e vi o careta,
Logo percebi que estava num bacanal,
Bacanal alheio.
Mordaz foda, mordaz orgia.
Teu lábios anseiam um beijo,
Longo e viscoso.
Talvez te descuides
E beijes mais a baixo.
De vagar eu me venho com mania
Depressa eu te chupo
O sumo precioso
Faz barulho, faz barulho
Eu sou mudo, eu sou mudo
Faz-me um broche, faz-me um broche
Daqui a um coche
És um animal,
Animal feroz...
Eu sou a tua cura!
Vem e lambe-me o sexo.
Eu rasguei-te a camisa!
Tu rasgas-te o que não devias!
Estou com tusa e sinto o teu sexo.
Gorda feia,
Abre as bordas do cu,
Pareces um baleia,
Vou-te ao cu, vou-te ao cu, vou-te ao cu...
In: Pénis insuflável de porco flutuante.
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Nasci de uma vagina,
Vagina alheia.
Não sei se era doce ou agre,
O sumo da sua cona.
Olhei e vi o careta,
Logo percebi que estava num bacanal,
Bacanal alheio.
Mordaz foda, mordaz orgia.
Teu lábios anseiam um beijo,
Longo e viscoso.
Talvez te descuides
E beijes mais a baixo.
De vagar eu me venho com mania
Depressa eu te chupo
O sumo precioso
Faz barulho, faz barulho
Eu sou mudo, eu sou mudo
Faz-me um broche, faz-me um broche
Daqui a um coche
És um animal,
Animal feroz...
Eu sou a tua cura!
Vem e lambe-me o sexo.
Eu rasguei-te a camisa!
Tu rasgas-te o que não devias!
Estou com tusa e sinto o teu sexo.
Gorda feia,
Abre as bordas do cu,
Pareces um baleia,
Vou-te ao cu, vou-te ao cu, vou-te ao cu...
In: Pénis insuflável de porco flutuante.
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