terça-feira, 24 de agosto de 2004

quarta-feira, 18 de agosto de 2004

terça-feira, 17 de agosto de 2004

O tubo.

Sem comentários

O meu frigorifico

Naquela casa fresca
Os passáros esvoaçam
Numa neblina pitoresca
Os mesmo passáros a trespassam

No meu frigorifico
Cheio de sol e calor
O meu frigorifico
Pior que um matador

No frigorifico escancarado
A cabeça dela se deslumbrava
E então um passáro marado
Um olho lhe arrancava

Sua perna
Fiz para o almoço
Minha alma de moço
A conserva eterna

De seu cabelo
Esfergona fiz
E foi por um triz
Que não engoli farto pelo

No meu frigorifico
Cheio de sangue e horror
Em meu frigorifico
Eu te pus meu amor

In O Incesto

segunda-feira, 16 de agosto de 2004

Conversas de salão.

“As coisas são como são, o se quer tudo ou não se quer nada.” Este foi o tema de conversa da nossa última conversa. Eu queria tudo, o outro não queria nada, estivemos nisto a noite toda. A conversa rodopiava:
- Tu vais ver! – dizia o outro com os olhos em sangue.
- ... não sei do que estás a falar... – respondia eu com a maior das calmas.
- - Ai não?
- Não...
- Então queres dizer que preferes ter tudo?
- Claro que sim!
- E se ficares com nada?
- Isso não é uma opção para mim.
- Fazes-me nervos! Essa tua arrogância... – e cospe para o chão.
- O que significa isso? – perguntei eu apontando com o nariz, para o escarro no chão.
- Significa que tu és um cobarde!
- Porra vê lá se te decides, ou queres tudo ou não queres nada. Primeiro não queres nada e depois chamas-me cobarde? A que propósito?
- Se queres tudo terás que ter a ousadia de ter mesmo tudo, por isso o cobarde.
- Já sei a que te referes... mas isso meu caro são trocos.
- Que nervos!!!
- Calma... temos a noite toda.
- Não temos nada.
- Ai isso é que temos!
- E se decidir já?
- Acho um pouco difícil.
- É verdade... MERDA!
- À pois!
- Mas isso também para mim são trocos.
- Não te esqueças que não queres nada.
- Cala-te!
- Só te relembrei.
Fez-se silêncio durante uns breves minutos. Após o silêncio sepulcral, um grito e um bater de palmas, atiram-me para o chão com o susto.
- AHAHAHAAH! – As gargalhadas do outro ouviam-se na rua.
- Cabrão! – diz eu, enquanto tentava levantar-me.
- AHAHAHAAHAHAHAHAAHAHA!!!
- Pára desgraçado!
- AHAHAHAHAAH! Não consigo é... AHAHA! Mais forte que eu... AHAHAHA!
- Eu disse pára!!!
- AHAHAahahaheheheh... ai, ai! Rir faz bem à saúde, ria e seja um verdadeiro atleta!
- Mais uma dessa e levas tudo!
- Isso NÃO!
- Ah, já não te ris agora, pois não?
- Isso não!
- Pois mas meu caro, essas coisas são mesmo assim, ou é tudo ou não é nada.
- Não tenho a culpa de teres escolhido primeiro...
- Lá isso é verdade, fui eu que quis escolher primeiro.
- Ora ai está. Há uma coisa que ainda não compreendi...
- Diz?
- De que estamos a falar?
- Como assim?
- Esta cena do tudo e do nada... de que se trata?
- Espera lá... ainda não compreendes-te do que se trata?
- Desculpa... mas eu daquele tipo que gosta de tudo muito bem explicado.
- Logo vi. Então aqui vai: Tudo! Tudo é mesmo tudo! Tudo o que existe e tudo o que não existe, tudo o que se conhece e tudo o que não se conhece, estás a imaginar tudo? É mais do que isso. Nada! É nada, rigorosamente nada, népia, néribi, ziles, nerum, riem, NADA!
- Nada?
- Sim, NADA!!!
- Mas nada é alguma coisa....
Desde esse dia nunca mais andei de táxi.

Para quando?

Para quando governantes deste pais competentes?
Para quando a baixa dos impostos?
Para quando os dinheiros da receita do estado começam a ser bem aplicados?
Para quando a classe política se começar a preocupar mais com quem os elege e menos com quem está no poleiro?
Para quando mais responsabilização sobre os maus actos?
Para quando penas agravadas para quem não cumpre?
Para quando leis de trabalhadores que se apliquem também aos governantes?
Para quando a justiça deste pais começar a funcionar?
Para quando é que termina esta hipocrisia generalizada que está tudo nas lonas? Quem é que não tem dinheiro? Os do costume... porque os outros têm-no cada vez mais! Eu gostava de ser dos outros. Provavelmente quando eu for dos outros, os gajos sabem e fazem que os outros se tornem mais com os do costume.
Para quando? Hã? Para quando?

sexta-feira, 13 de agosto de 2004

Olhão

AL-HAIN - ALHAM - OLHAM - OLHÃO

  • CMO

  • Olhão Cidade do Mar - Capital da Ria Formosa

  • OLHÃO PARA O CIDADÃO !

  • Olhão Internacional


  • A Revolução Francesa protagonizada por Napoleão Bonaparte e as subsequentes invasões napoleónicas marcaram Portugal e, de uma forma especial, o Algarve e Olhão. Nos finais de 1807, o Algarve, tal como o resto do país, preparou-se para receber o invasor francês.

    Um ano mais tarde, respirava-se no ar a insoburdinação ao poder francês. A indignação dos olhanenses surgiu quando, a caminho das solenidades do dia do Corpo de Deus, se depararam com um edital que convidava os portugueses a lutarem contra a sublevação espanhola ao lado dos franceses. O Coronel José Lopes, apoiado pelo Padre Malveiro, pároco local, rasga este edital motivando a revolta e rebatem os sinos nas freguesias mais próximas - Moncarapacho, Fuzeta, Pechão e Quelfes. Enquanto as tropas francesas tentavam controlar a situação, surgiu o boato de que os soldados portugueses, estacionados em Faro e sob domínio francês, se haviam juntado a Olhão na revolta. O boato teve um efeito imediato! O repicar dos sinos da Igreja de Nossa Senhora do Carmo incitou os farenses à sublevação que rapidamente se alastrou. Quando os reforços franceses chegaram era tarde de mais - o Algarve era novamente português!

    Com saudades, sem mais!

    Quem és tu, pá?

    Continuo a achar que te conheço de qualquer lado, não sei bem de onde, será de onde a brisa corre por entre o vale que te embriaga de desejo? Ou será do bar onde fui ontem. Não sei. Ou sei? Os teus olhos são como duas uvas verdes, que anseiam por um copo, onde finalmente possam ser bebidos e tocados pelos meus doces lábios. Ó se eu pudesse ser vestido, só para o ser por ti, para puder tocar nesse teu ventre! No ventre era bom. Tenho quase a certeza que és a mulher de alguém que conheço. Mas quem? É alguém que me é muito próximo, mas quem? É alguém que eu compartilho um grande segredo, mas quem? Os teus cabelos são como searas ao vento, sedentas de água! De facto devias ter mais cuidado com os champôs que usas. Algo em ti faz com que o meu olhar rebusque o teu, em longínquos passeios por entre as floresta dos nossos pensamentos. É como que se eu conseguisse advinhar qual vai ser o teu próximo passo. A próxima frase... Está bêbado! Desse género de coisas. É como eu conseguisse saber o teu nome sem nunca o ter proferido. Julgo sentir as tuas mãos tocarem o âmago do meu ser, como se de uma peça de fruta se tratasse. Nem consigo imaginar outro cenário se não este: Nos teus braços, aliás com uma não na testa e outra na parede a segurar-me na cabeça, para eu em longas lufadas de ar, dizer tudo o que tenho a dizer, como que de um longo e pesaroso desabafo, à retrete, se tratasse. Esta sensação de que te estou a conhecer de algum lado, vou continuar a tentar a lembrar, porque eu quero saber, se te estou a perder. Será que me vais dizer? Será que vou conseguir lembrar-me? Será que vou ser uma pessoa de novo? Um insecto? Sim, um insecto, uma barata, nojenta, que trepa pelas tuas pernas, tão lisas como a seda que envolve a tua tez, e vou entrar e vou e tu vais gostar e eu vou gostar, as cuecas é que não vão gostar. Já perguntei a toda a gente que encontrei, ou que consegui arrastar até mim, mas essas pobres criatura nem conseguem encontrar a casa de banho, quanto mais saber se eu te conheço, Estou perdido, vou a nado, vou remar, vou remar contra a corrente, não, isso não! Já basta alguém o fazer vezes sem conta. Quanto mais te miro, menos te vejo. Quanto mais tento chegar até ti mais longe ficas, é como não quisesses estar ao pé de mim. Verdade seja dita, que o cheiro é nauseabundo. Acho... acho... já está! Mais umas longas lufadas de ar e já passou. Agora que estou melhor, já me estou a lembrar de onde te conheço. JÁ SEI!!! Tu... tu... tu... porra mas tu és a mulher. A minha mulher! Nunca mais vou a bar de strip. Um gajo vem de lá todo baralhado. Desculpa mãe!

    quinta-feira, 12 de agosto de 2004

    Se te...

    Se te faço chorar
    É porque te dói
    Se te dói
    É porque o tenho grosso
    Se já não me consegues ver
    É porque as lagrimas te inundam os olhos
    Se são lágrimas
    É porque são de dor
    Se não gritas
    É porque o tens na boca
    Se murmuras
    É porque o queres no cu
    Se gritas
    É porque já está cu
    Se suspiras
    É porque está nas tua não
    Se eu te bati
    É porque estás a fazer muita força com a mão
    Se neste momento está tudo branco na tua vida
    É porque me vi para a tua cara
    Que bom que é dormir depois de um pouco de sexo... ai, ai!

    quarta-feira, 11 de agosto de 2004

    ...

    Se Deus existe já não era altura d'ele aparecer?

    terça-feira, 10 de agosto de 2004

    A “praia”

    As ondas
    As areias
    O sol
    Tudo me faz lembrar
    Faz-me lembrar o dia em que te conheci
    O cheiro a óleo de coco
    O calor
    A água
    Tudo me faz lembrar
    Faz-me lembrar os dias que estive contigo
    O sabor a sal
    O cheiro a mar
    A humidade
    Tudo me faz lembrar
    Faz-me lembrar as noites que estive contigo
    Os sons
    Os barcos
    As casas
    Tudo me faz lembrar
    Faz-me lembrar os anos que estive contigo
    As pessoas
    As vozes
    Os amigos
    Tudo me faz lembrar
    Faz-me lembrar quem já não vejo à muito tempo
    Os sabores
    Os cheiros todos
    As cores
    Tudo me faz lembrar
    Faz-me lembrar que tenho saudades. Este ano prometi que te ia ser infiel e até agora tenho conseguido, mas não sei até quando...

    Adeus até para o ano!

    sexta-feira, 6 de agosto de 2004

    Fai um sol de caralho!

    Perdido por aí num blog galego, Pepi Lucibem , estava esta letra:

    "Os Resentidos - Galícia canibal (Fai um sol de caralho)

    -Que movida-
    Com isto da movida,
    há-che muito lhe-lhé
    que, de noite e de dia,
    usa ghafas de sol.

    Fai um sol de caralho!

    -Mata-lhe o caralho-
    A matança do porco.
    Mata-lhe o caralho.
    A berra e um conjunto de berros e um porco, quando o vam matar?
    Sam Martinho oficial,
    de Monforte ao Nepal,
    o Magosto para agosto.
    Safaris do porco.
    Filhoas de sangue.
    Galícia embutida.

    Fai um sol de caralho! Galícia canibal!

    -Etiopia tem fame-
    Etiopia tem fame
    Um parado ocidental
    sustém um filete,
    um negro deitado,
    o negro nom lhe chega,
    arrasta o bandulho.
    O parado ocidental
    sustém o filete,
    o parado altivo,
    o negro nom lhe chega.
    Doa os teus riles:
    um ril à merenda
    Doa os teus riles:
    outro ril à ceia.

    Fai um sol de caralho! Galícia canibal!
    Doa os teus riles, mui mal organizado...


    Nom me fagas rir, que nos miram os velhos!"

    IIIIIIIIIIIPPPPPPPPYYYYYYYYYY!!!!!!!!!!!!!

    Acho que o Net Pulhas já tinha uma posta com isto, mas nunca é demais relembrar!

    quinta-feira, 5 de agosto de 2004

    Námérica!

    Na minha opinião devíamos ir todos para a América do Norte. Os Americanos são nossos compinchas! Eles estão a guardar as “últimas” reservas de petróleo para quando não houver no resto do mundo, puderem ter. São o máximo! Acho que deveríamos ir todos viver para os Estados Unidos da América! Gosto muito deles, são sociáveis, são amigos dos outros povos, são cordeais, amistosos, ajudam sempre nos problemas domésticos dos outros países, têm muita confiança neles próprios, são saudáveis, preocupam-se com o ambiente, têm os melhores carros, as melhores estradas, o melhor clima, as pessoas são muito elegantes, e interessantes, têm os desportos mais interessantes, não têm medo de nada, têm como base a vida a vida em sociedade, não há racismo, não há xenofobismo, o respeito mutuo é um dado adquirido e sobre tudo têm dinheiro, ou talvez não....
    Uma coisa é certa, quem imaginaria que num país como os Estados Unidos da América, houvesse uma Sra. que processasse a empresa que faz micro-ondas, pela morte do seu gato, quando ao colocar o seu gato dentro do micro-ondas, e ligar-lo, para secar o animal, o tivesse morto. A acusação teve como base o facto que não estar escrito no manual do micro-ondas, que não se poderia introduzir animais VIVOS dentro do micor-ondas e coloca-lo em funcionamento. Estão a imaginar se isto tivesse acontecido à vossa avó, ou mesmo à vossa mãe? Acho que saltava-lhe em cima! Chamava-lhe todos os nomes possíveis e imaginários! Enquanto no país dos nossos amigos, ganha-se milhões com estas merdas...
    Quero ir para a América!

    Saga - Fui às putas

    Na noite de 4ª feira, estava eu entediado em casa da minha namorada, resolvi ir comprar tabaco. Despedi-me dela com um beijo e uma fodinha.
    Depois de ter retomado o meu stock de nicotina bem como outras merdas, na bomba de gasolina do bairro, resolvi passar pelo bar do meu grande amigo Zéca. Dois dedos de conversa, 5 whiskys e já está. Sai, arrastei-me até ao meu carro, entrei, liguei-o, e ali fiquei. Passaram cerca de 10 minutos. Eu sabia que tinha que fazer alguma coisa, mas não sabia o quê... pensava em todos os locais para onde poderia ir, mas por uma razão ou outra não me apetecia ir para lá. Quando esgotei quase todas minhas hipóteses, lembrei-me em ir à putas, mas desta vez seria naquelas de rua.
    Procurei nos pontos mais quentes da cidade, por uma que não me desse nauseais só de olhar para ela. Encontrei, perguntei quanto levava, ao que ela respondeu: António?. 1ª a fundo e vá de zarpar dali para fora!
    Deve ter sido a primeira vez que passei sinais vermelhos e não foram poucos! Foda-se era a minha mãe... Não tinha coragem de voltar ao local e partir-lhe todos os ossinhos do corpo, mas também não conseguia conformar-me com o facto da minha mãe estar a atacar na rua. Tinha estado com ela, nem à uma semana atrás e estava toda contente, tinha até comprado um frigorifico novo, ao que eu perguntei, se ela tinha namorado novo e logo ela retorquiu: Não! É só um amigo... - Um amigo??!?!? A merda! É o chulo!
    Serrei o dentes, e voltei ao local onde ela estava. Já tinha fugido. Depois de espancar uma das putas, lá me disse onde ela poderia estar. A todo o gás pus-me ao caminho. A puta tinha-me dito que ela estaria nos subúrbios, numa zona que em nada daria a entender que seria a casa do chulo. Então de quem seria a casa? Fiquei intrigado.
    Após um maço de cigarros e uns bons 20 minutos de caminho, chego à tal localidade. Como não conhecia bem o sítio, perguntei a uns tipos da GNR que estavam junto do carro brigada, onde ficava a morada que lhes mostrava, ao que eles me responderam de imediato com uma boa operação stop. Devem ter revolvido o carro todo, fizeram mil e uma perguntas, fiz todos os testes que à conhecimento e não conseguiram encontrar nada. Então lá me disseram onde ficava o local. Tive sorte, não procuraram nada nos meus bolsos... estúpidos! A intriga ia-se adensando, quanto mais eu ia chegando ao local. A zona era impecável, bons carros parados na rua, muito calmo, com muito bom aspecto. Parei o carro mesmo em frente ao prédio. Para minha sorte... o prédio tinha vigilante. Comprimentei o Sr., disse para onde queria ir e como é da praxe, ligou para o apartamento para me anunciar, coisa que não chegou a fazer, pois caiu redondo no chão... não faço a mínima ideia o que lhe aconteceu, mas estava um bastão no chão, mesmo ao lado da cabeça dele. Coitado...
    Subi pelas escadas. Ao chegar ao andar, parei e respirei fundo, não evitando um ataque de tosse diabólico, como se todas as minha entranhas fosse sair pela boca e pelo cu. Tive de abortar a minha investida. Tentei de novo passados mais alguns minutos, não cometendo desta vez o mesmo erro, mesmo assim ainda saiu um peido. Ouvia-se um grande alarido no apartamento onde era suposto estar a minha mãe (nem sei porque ainda lhe chamo isto...). Duas vozes de homem e um de mulher, que de facto parecia ser da minha mãe (tenho que lhe começar a chamar A puta mor). Toquei á campainha e identifiquei-me como sendo da Polícia Judiciária. À porta veio um homem vestido de mulher, com umas roupas muito pouco ortodoxas, mesmo para uma mulher, mais parecia uma travesti. Perguntou o que se passava, ao que eu respondi em voz baixa e rouca, que tinha havido um acidente com uma amiga de uma senhora que costuma estar naquela casa. Ele pediu-me um momento. Passado um minuto e alguma conversa dentro da casa, a porta abri-se de novo. Era ela, A puta mor! Nem dei tempo para ela dizer nada, entrei e espanquei-a, ao mesmo tempo perguntava porquê, mas ela debatia-se com algumas dificuldade em responder. Os outros dois davam-me socos nas costas, mais parecia que estavam a fazer-me cócegas. Por fim e quando já não tinha mais forças, resolvi parar. Sentei-me na sofá. Que espectáculo lindo, um travesti, ou drag queen, acho que é mais isso, e um enfezado, com ar de quem não dorme à 15 dias porque passa o tempo todo a ver pessoas com tronco nu, a tentar reanimar A Puta Mor.
    Sai e fui às putas, mas não da rua, podia ser que encontrasse a minha namorada...!

    Bigmouth Strikes Again

    Lyrics by Stephen Morrissey
    Music by Johnny Marr


    Sweetness, sweetness I was only joking
    When I said I'd like to smash every tooth
    In your head

    Oh ... sweetness, sweetness, I was only joking
    When I said by rights you should be
    Bludgeoned in your bed

    And now I know how Joan of Arc felt
    Now I know how Joan of Arc felt
    As the flames rose to her roman nose
    And her Walkman started to melt
    Oh ...

    Bigmouth, la ... bigmouth, la ...
    Bigmouth strikes again
    And I've got no right to take my place
    With the Human race

    Oh, bigmouth, la ... bigmouth, la
    Bigmouth strikes again
    And I've got no right to take my place
    With the Human race

    And now I know how Joan of Arc felt
    Now I know how Joan of Arc felt
    As the flames rose to her roman nose
    And her hearing aid started to melt

    Bigmouth, la ... bigmouth, la ...
    Bigmouth strikes again
    And I've got no right to take my place
    With the Human race
    Oh ...

    Bigmouth, oh ... bigmouth, la ...
    Bigmouth strikes again
    And I've got no right to take my place
    With the Human race
    Oh ...

    Bigmouth, oh ... bigmouth, la ...
    Bigmouth strikes again
    And I've got no right to take my place
    With the Human race
    Oh ...

    Bigmouth, oh ... bigmouth, la ...
    Bigmouth strikes again
    And I've got no right to take my place
    With the Human race
    Oh ...

    terça-feira, 3 de agosto de 2004

    Dah! Hello?! Tecla 3 (DEF)!

    1- Dah?!?!
    a. Significado: Estúpido, burro, que é de fácil compreensão mas tu não consegues perceber, que és de raciocínio limitado ou lento, que é evidente mas não consegues lá chegar.
    b. Origem: Da palavra ancestral do Grego Micenico, Daihush, que significa exactamente aqui que está escrito.
    c. Porquê?: Porque não há outra palavra Portuguesa que pudesse de uma forma sucinta, englobar tanta anormalidade junta.
    d. Analise final: Deve ser por certo a pior articulação fonética que alguma vez foi inventada, visto que ao ser proferida temos sempre a sensação de que somos atrasados mentais.

    2- Hello?!
    a. Significado: Estúpido, burro, que é de fácil compreensão mas tu não consegues perceber, que és de raciocínio limitado ou lento, que é evidente mas não consegues lá chegar, és surdo?, és tapadinho? Não percebes nada, não vês nada.
    b. Origem: Do Inglês Hello, que significa olá em estrangeiro.
    c. Porquê: Porque Hello é a forma mais correcta para tentar explicar qualquer coisa, a uma pessoa que não compreendeu o que a primeira estava a tentar explicar, sabendo que em quase todos os casos a primeira é verdadeiramente Dah. Hello?!
    d. Analise final: Estou há 5 minutos a tentar escrever a analise final, mas só me vem á cabeça, “deve ser a expressão mais irritante que conheço”, o que por um lado é bom por outro nem por isso.

    3- Tecla 3 (DEF)
    a. Significado: Deficiente, atrasado mental, estúpido, burro, que és de raciocínio limitado.
    b. Origem: A tecla número 3 dos telemóveis e telefones com teclado alfanuméricos. Abreviatura para deficiente, em estrangeiro.
    c. Porquê: Porque terá havido alguém, muito inteligente, que enviasse muitos smss, passando assim o tempo a olhar para o teclado do seu telemóveis ou que tivesse muito contacto com telefones com teclados alfanuméricos, que encontrou a descoberta da sua vida! As três letrinhas que estão juntas da tecla 3, forma a abreviatura DEF. Seguindo de imediato este raciocínio, surgiu a frase: Tecla 3 e como já havia poucas palavras, ou frases, ignóbeis no nosso vocabulário, mais uma não faz mal nenhum.
    d. Analise final: Acho muito estranho os inventores de teclados para telemóveis ou telefones com teclados alfanuméricos, não tenham feito isto com um propósito mais sórdido.


    É de facto o fim do mundo...

    segunda-feira, 2 de agosto de 2004

    Tipo: Correio da Maria

    Vou todos os dias ao ginásio e tenho esta companheira de ginásio. Ela está farta de me fazer propostas para fazermos sexo à bruta. Já aceitei uma dúzia de vezes, será que ela quer casar comigo? Que hei de fazer?
    Camandro

    sexta-feira, 30 de julho de 2004

    O Caos e o Big Bang.

    Muito breve dissertação.

    Acho que todos nós já nos questionámos à cerca disto, mas nunca é demais relembrar, faz parte da nossa existência e tenta explicar porque somos todos assim.
    Lembra-se da Teoria do Caos? Uma das regras básicas da Teoria do Caos é que a evolução de um sistema dinâmico depende crucialmente das suas condições iniciais. Sabendo isso e baseando-nos também na Teoria do Big Bang, fazendo com que a matéria se tenha espalhado por todo o lado e em todos os sentidos (esta imagem não me sai na retina, em especial quando estou com diarreia), dando origem ao universo, o qual continua em expansão, podemos concluir que se somos como somos é por um mero acaso. Isto só vem complicar o que era fácil e concluir com facilidade o que anteriormente era complicado. Ora vejamos; mesmo quando estamos a fazer uma básica conta de somar, 2+2, se ao faze-la nos enganar-mos no primeiro resultado e dissermos que é 5, a nota final de curso será 0, e agora seriamos mendigos; mas se tivéssemos acertado á primeira na simples conta, agora seriamos Engenheiros. Ora o mesmo e passa com o Big Bang, se tivesse acontecido uns segundos mais tarde, será que existíamos? Ou como seria a existência. Eu prefiro pensar que foi alguém que fez isto tudo, o que deve ter dado uma enorme trabalheira. Por acaso até nem acredito... mas isso são questões pessoais em permanente colisão.
    Há coisas que me preocupam, uma delas é o facto de se por algum acaso, a quando do Big Bang, não existiria já um monólito no universo evitando assim que a matéria não tivesse espalhado por todo lado. O que existirá por detrás do monólito?
    Há uma outra questão que me preocupa, deste preciso momento, como estou á rasca para cagar, devo ir ou não? Será que alguém me pode ajudar com uma equaçãozita? Vá lá, esta é das simples...

    A minha amiga.

    Devem por certo se lembrar do minha amiga do ginásio. Pois é, compartinho convosco a forma peculiar com ela todos os dias muda de roupa, antes de ir para o step!
    É de fazer chorar...

    quarta-feira, 28 de julho de 2004

    A Bloguice

    Ontem dei-me ao trabalho de vasculhar alguns linkios que estão no Blog do amigue A Sul e digo-vos uma coisa, parecia que estava a fazer zap lá em casa, só que dos 150 canais que consegui ver, 130 são de comentários políticos, ou comentários políticos a noticias ou comentários só pura e simplesmente às noticias. Impressionante!
    Entre os 20 que me chamaram mais atenção, seleccionei alguns:
  • Ardeu a padaria
  • Comida e mais comida! Yes!
  • deslizar no sonho
  • Gostei muito!
  • Envenenado
  • Gostei e prontus!
  • Ficheiros Recônditos
  • Gostei bastante da textos e consequentemente da forma de escrever.
  • mil e uma pequenas histórias
  • Pelas mil e uma histórias. O que acontecerá quando lá chegar?
  • O Blog do Alex
  • Adorei!
  • O Meu Caderno
  • Pelo culto da leitura.
  • PARTÍCULAS ELEMENTARES
  • Ou eu muito me engano ou este blog é de alguém que eu já conheci em tempos... ODIEI!!!(joke)
  • Pilha Oblíqua
  • Curti bué o pointer!...
  • Sempre Inocentes
  • Ai, ai... (suspiro)
  • Zé Vagina
  • Foda-se! É o Zé Vagina, caralho!

    É claro que os 130 que falei no início também têm o seu quê, mas estes foram os meu favoritos.
    ...e depois há os que estão nos meus linkios...

    terça-feira, 27 de julho de 2004

    Enviaram-me esta merda à bocado:

    “ Vejamos o processo de nomeação do futuro presidente da UE.

    1.- A UE tem 25 Estados membros. Mas como desses apenas 12 participam em todas as políticas da UE, o presidente da Comissão Europeia só pode ser escolhido entre 12 e não entre 25.

    2.- Desses 12 Estados membros há 3 (França, Itália, Bélgica) que são excluídos pois já tiveram um presidente da comissão no passado. Ficam apenas 9.

    3.- Desses 9 Países há 5 (Alemanha, Espanha, Holanda, Irlanda, Grécia) que ficam excluídos à partida pois já detêm cargos de relevância na UE. Ficam 4 Países.

    4.- Dos 4 Países que ficam, foi convidado oficialmente o primeiro ministro do Luxemburgo, que recusou o cargo alegando que tem um compromisso com o eleitorado do Luxemburgo. Ficam portanto três Países: Áustria, Finlândia e Portugal.

    5.- Uma das imposições para se ser presidente da comissão europeia é falar Inglês e Francês. Ora mais de 99% dos Austríacos e dos Finlandeses não sabem falar Francês e Inglês. Restava pois Portugal. Como de costume no último lugar e por exclusão de partes.

    E ainda há entre nós quem diga que é uma honraria Portugal ocupar este cargo. Se a saloice matasse, Portugal seria um cemitério de saloios.”

    Se eu recebe-se um Euro por todos os parágrafos como este último, estaria milionário! MAS É O QUE ESTA MERDA!!! EU CADA VEZ MAIS ME PASSO COM AS PESSOAS QUE ESCREVEM ESTAS MERDAS!!!
    Não deixa de ser verdade, mas há outras formas de expor este tipo de questões.
    Acham mesmo que seja uma lacuna saber falar Inglês e Francês?
    Podia-se ter dito: É com alguma tristeza que se verifica que o Portugal e os Portugueses são sempre renegados para último plano. Mas acho que quem lá está poderia fazer bem mais por nós, e não deixar que países como a Espanha fiquem com o monopólio de tudo o que é pescas e agricultura. Não são os Portugueses que são fracos, mas sim quem nos comanda!!! Os maus exemplos vêm sempre de cima.
    Somos o quê??? Saloios??? Alguém sabe o que é ser saloio? Eu sou!!! E sou alentejano, sou algarvio, sou galego, mas tenho pena em ser alfacinha... E há algum problema?!
    Para todos os filhos da puta que têm sempre tendência de dizer mal em geral e em particular denegrir Portugal, o meu grande cagalhão cheio de sangue para eles!!!

    JÁ CHEGA! Dassssssssssssse!

    PS: Espero que ninguém se atreva a comentar isto com bocas políticas... o que está aqui em quase são os Portugueses.

    Teste grátis - Analise a sua forma de pensar

    Se sou tarado:
    1- Estou sempre de pau feito
    2- Estou sempre com desejos de ser penetrada
    3- Sexo?
    4- Gosto muito da minha irmã
    5- Gosto ainda mais do meu pai
    6- Não sei (se responderes esta é porque não sabes mesmo)

    Se gosto de dinheiro
    1- Se vejo dinheiro no chão, dou-lhe um pontapé
    2- Se vejo dinheiro no chão, tendo evita-lo
    3- Se vejo dinheiro, desmaio
    4- Não tenho...
    5- Gostava de não ter
    6- Que pergunta anormal!

    O trabalho para mim, é:
    1- Uma merda
    2- Uma maravilha
    3- Não é
    4- É...
    5- Sem o trabalho estaria desempregado
    6- Não faço a mais pequena ideia

    Complete: Mais vale um pássaro na mão, que:
    1- 3000 em Lisboa
    2- Que dois no cu
    3- Dois sabes-se lá onde
    4- Que?
    5- Não movem moinhos
    6- Recuso-me a completar

    Vou de carro e um homem na rua pede ajuda:
    1- Mando-o logo para o caralho
    2- Finjo que não o estou a ver
    3- Abro a porta e convido-o a ir comigo
    4- Pergunto-lhe logo as horas
    5- Qual homem?
    6- Sou mudo

    Vou de carro e uma mulher na rua pede ajuda:
    1- Tiro o pénis para fora e peço também ajuda
    2- Convido-a a passear comigo, mas ela tem que ir na mala
    3- Qual mulher?
    4- Dou-lhe a indicação errada
    5- Faço de conta que não estou a perceber nada do que ela está a dizer
    6- Sou surdo

    Roupa interior
    1- Roupa?
    2- Já usei mas dava-me cabo da orelhas
    3- Branca
    4- Só uso, mas tem que ser dois número a baixo
    5- Só uso, mas tem que ser dois número a cima
    6- Sim?

    Qual a cor favorita
    1- Preto fluorescente
    2- Amarelo vómito
    3- Castanho merda
    4- Preto buraco negro
    5- Amarelado
    6- Esverdeado
    7- Nenhuma, não gosto.

    Coloque os resultados aqui e receberá um catalogo grátis com todos os modelos de pijamas disponíveis me Portugal, mas só em Portugal Continental; bem como nunca irá saber a sua real forma de pensar.

    Participe!

    Boa sorte, e um cagalhão! (Expressão muito utilizada na Noruega e que significa exactamente o que está escrito)

    sexta-feira, 23 de julho de 2004

    Há novidades por estas bandas!

    Poiszé, há por aqui algumas alterações. Busquem.

    E agora que já sei por imagens nas postas, é qisto vai aquecer!!!

    YEEEEEEEEEEEEEEEESSSSSSSSSSSSSSSSS!!!
    Se quiserem ver mais qualquer coisa, digam!

    Já agora, deixem a merda da política em paz! A todos os Blogs que vou é sempre a mesma merda! É Santana para aqui é política para ali, dassssssssse! Será que não há mais nada para falar? Falem do tempo...

    segunda-feira, 19 de julho de 2004

    Mais, mais e mais!

    De que vale ter um papagaio em casa, se o bicho só diz aquilo que eu digo.
     
    Da minha janela vê-se o mar, mas não se vê a cabra da minha vizinha!
     
    O cagados são a forma mais sábia de pensamento que existe, consegue ser gelado e não ter vida.
     
    Qual é a diferença entre o cair e atirar-se para o chão?
     
    O que é que veio primeiro, Deus ou a vida?
     
    Numa poça de água estão dois girinos, um está gordo o outro magro, qual deles é que vai saltar mais longe?
     
    Se a minha casa fosse maior, não teria que comprar um poliban.
     
    Gosto da pessoas, em especial quando são boas, doces, mas as que têm muito cabelo já não gosto, dão mais trabalho a preparar.
     
    Vi-te na rua, mas tu não me viste, também não interessa, ias sozinha.
     
    A cor do meu quarto é igual a de todas as paredes da minha casa, mas outro dia tive a impressão que não. Saí para a rua e perguntei a uma senhora que passava: Olá, sabe me dizer se estes dois bocado de parede que aqui tenho têm a mesma cor?
     
    Que horas são? Que pergunta mais triste... as horas são?! As horas não têm ser!
     Nada é tudo!

    Este é o primeiro episódio da saga: se-querias-ir-para-casa-mais-cedo-tira-o-cavalinho-da-chuva.

    Logo pela manhã, ao chegar ao escritório tive a sensação de que algo estava errado... não achei nada normal ver que toda a gente estar em tronco nu! Saí, voltei a entrar e lá continuavam todos de tronco nu! Pensei que tinha enlouquecido. Esfreguei os olhos, belisquei-me, espetei-me com um prego na mão e nada, tudo na mesma! Resolvi perguntar a um deles se achava normal estar a trabalhar de tronco nu. Aí as coisas pioraram, quando o meu colega retorquiu: “Desculpa?!?!?...” Ou seja ele não estava de tronco nu, era eu que imaginava ver todos eles de tronco nu... O meu colega, ficou extremamente chateado comigo no início, de seguida começou a preocupar-se, pois não fosse ele estar mesmo de tronco nu e não ter reparado. Mas não! Era eu que imaginava aquilo tudo. Desloquei-me para o meu local de trabalho sem olhar para ninguém; em especial para a colega que se senta mesmo á minha frente. Ela quando me viu passar, alegremente perguntou se eu estava bem e porque razão tinha a braguilha aberta. Eu nem respondi... Logo de imediato levantou-se, aproximou-se da minha secretária. Eu não queria olhar... eu não queria olhar... eu não queria olhar, mas olhei! E logo por sorte do azar, ela naquele dia não tinha trazido soutien. O meu coração saltou da caixa torácica, os meus olhos saíram das orbitas e eu que não conseguia fechar a braguilha! O inevitável aconteceu... o meu pénis fez das suas. Ejaculação precoce! Eu mal lhe toquei, para não sair e zás! O dia não podia estar a correr pior! Ao que ela perguntou se eu estava mesmo bem, e lembro-me como se fosse agora de eu responder: “Estou muito bem...” Disse isto com um ar super angelical, quase Budista. Foi então que ela percebeu o que se tinha passado, pois uma enorme estalactite de esperma pairava sobre a minha cabeça. Ao que e minha colega nada pode fazer, ela bem tentou apanha-a com a boca mas caiu inteira em cima do meu teclado. Em suma, teclado novo e tomates vazios.
    Mais tarde, naquele dia, já as pessoas do meu escritório estavam todas vestidas, aconteceu-me algo magnífico. Quando voltava de almoço, vinha sozinho no elevador, e fui tocado por um “anjo”. Chamava-se Dana, e tinha um boca linda! Quem disse que os anjos não têm sexo deve ser perfeitamente tarado. Dana tinha o sexo mais maravilhoso que eu alguma vez tinha visto. Parecei que tinha sido desenhado, perfeito! Diga-se de passagem que foi a única coisa que reparei dela. Quando cheguei ao meu andar acordei...
    Entrei no escritório e lá estavam todos os meus colegas, normalmente vestidos. Desloquei-me para a minha secretária, que estava ocupada pelo técnico de informática que ainda tentava descolar o teclado da mesa. Deixei o casaco nas coisas da cadeira, disse ao técnico para estar a à vontade e fui à copa. De caminho voltou-me outra vez a cena do anjo no elevador, mas desta vez voava à minha frente, como se de uma libelinha se tratasse. Eu tentei apanha-la, mas cada vez que o fazia, caia. No final de cair umas três ou quatro vezes começou-me a doer ligeiramente as canelas. De facto seria melhor abrir os olhos e ver por onde andava... tinha conseguido derrubar todos os blocos de gavetas que existiam na passagem. Mas a tentação era muita e resolvi tratar de imediato do assunto, corri para a casa de banho. Sentei-me na sanita e o que aconteceu a seguir foi lindo! Paradisíaco! Nada do que vi durante a minha estadia naquela casa de banho, sentado na sanita, poderia ser traduzido em palavras.
    Depois de ter percorrido quase o todo o paraíso, comecei a sentir um enorme dor de cabeça. A dor foi de tal forma intensa, que se formou um clarão na minha visão, deixando de ver durante breves fracções de segundo. Quando recuperei a visão percebi de onde vinha a dor de cabeça; tinha levado com a porta da casa de banho, pois estava à cerca de cinco horas na casa de banho e toda a gente estava preocupada comigo. Quando ao final de quatro horas notaram que eu me tinha ausentado, e a última vez que me tinham visto andava aos saltos a tentar dilacerar as canelas nos blocos de gavetas, decidiram procurar por mim. Como seria obvio a casa de banho seria dos primeiros locais a visitar, mas por obra do destino foi o último. Como encontraram uma das portas das casas de banho fechadas, em vez de chamar o serralheiro, não... foi à bruta! Palhaços! Ainda hoje tenho a marca na cara, de ter adormecido encostado ao suporte do rolo de papel higiénico.
    Finalmente consegui sair do escritório, a vergonha era mais que muita. Não iria conseguir retornar ao escritório tão cedo, pelo menos durante dois dias, o tempo desse maravilhoso fim-de-semana.
    Não me apetecia ir para casa. Liguei para uns amigos e fomos petiscar. Quando já estávamos todos bêbados e como ainda era cedo para ir para casa, resolvemos sair, ir para a “night”.
    Primeiro, e para variar, um bar de meninas, o Senso Comum, muito bom! Depois a discoteca. Desta vez resolvemos ir a uma onde a música fosse realmente terrível, quase ensurdecedora, com muito ritmo house e derivados. Mal entrámos, fomos logo encaminhados para o bar. O ambiente era de facto muito pesado, muito escuro, com muito flash de luz nos olhos, mal se conseguia destinguir as pessoas. Depois de muita cerveja , fui à casa de banho. Atrás de mim vinha uma loura espalhafatosa, com uns enormes tacões, com umas vestes muito, muito, muito reduzidas, com muitos brilhantes em todo o lado, com os lábios muito carregados de vermelho, com umas pestanas enormes e unhas gigantescas. Sorriu para mim e entrou atrás de mim na casa de banho. Eu perguntei se ela não estaria enganada, mas uma voz de homem afeminada, confirmou que não. Assustei-me, mas entrei na mesma. Resolvi que seria melhor optar pelas sanitas, sempre têm portas. Mas ele(a), foi mesmo ao urinol. É de facto muito estranho, mas havia qualquer coisa nessa criatura que me atraiu e resolvi espreitar por cima do ombro. A pernas era dignas de umas top-model, mas a lagura de ombros e o jeito como mijava, davam-me nauseais e vómitos. Não fiquei nem mais um minuto, sai à pressa, nem tinha acabado de mijar como deve ser. Voltei para junto dos meus amigos, nem tinha coragem de falar no assunto. Mas um deles viu-o(a) a sair da casa de banho dos homens, e sabiam que eu tinha lá estado, foi nojento o que me fizeram depois. Chamaram-o(a), disseram algo e depois trouxeram-no(a) para junto de mim. Eu cada vez que lhe olhava no olhos, sentia como que alguém ou algo dentro de mim estava a tentar puxar com muita violência o meu estômago para fora. Mas ele(a) continuava ali a olhar para mim e tentava tocar-me, mas eu a cada movimento ele(a) recuava. Os meus supostos amigos desfaziam-se em gargalhadas. Até que aconteceu. Ele(a) agarrou-me nos tomates e disse-me ao ouvido: “Eu não gosto de homens!” Todo eu tremia, estava em pânico, cheio de medo, borrei-me e depois desmaie. A próxima coisa que me lembro já estava na rua a entrar para um ambulância. Ao longe ainda vi o(a) loura!
    Passei o fim de semana em casa, a pão e água.A semana seguinte foi bem mais calma, pelo menos até quarta-feira, quando me cruzei com ele(a) à porta do meu psicólogo....

    quinta-feira, 15 de julho de 2004

    Como já se previa este vai ser o último post da saga, nunca-mais-digas-isso-que-podes-ter-um-filho-assim.

    Na manhã da passada quarta-feira fui a uma consulta do psicólogo do meu avô. Nunca poderia imaginar que falar com um psicólogo fosse assim tão bom! Quase gay! Falámos de tudo... ele disse-me que tinha duas filhas lindas e que nunca tinha dito aquilo a ninguém, achei o máximo! Eu contei-lhe que outro dia tinha espreitado pelo buraco da fechadura do quarto da minha tia-avó, ao que ele sabiamente disse, que isso tinha a ver com coisas antigas. Nada mais lindo, do que aquelas palavras suaves que lhe saiam da boca, como que se estive a segredar um poema de merda: “Isso tem a ver com coisas antigas... não se preocupe.” Foi de facto inesquecível. Acho que ele acreditou que eu tinha feito essa acção só para ver a minha tia-avó NUA! Estava totalmente enganado, o que se passava era que a minha sobrinha estava sempre com ela e eu suspeitava que a velha andava a comer a rapariga, fui confirmar. Mas valeu a pena... duas punhetas na despensa. Falámos também do meu avô, como estava ele, o que andava a fazer no psicólogo com aquela idade, ao que o médico respondeu: “Sabe, temos todos de ganhar a vida...” Isso por acaso enervou-me, coisas rara, eu nunca me enervo, acho que é por isso que tenho sérios problemas de intestinos. Só consigo evacuar de 3 em 3 dias, o que já me disseram não faz lá muito bem. Mas quando me enervei com o médico foi como se tivesse tomado um laxante bastante potente. O que tornou a conversa ainda mais interessante! Nunca pensei que peidar e falar de coisas interessantes, como a mente humana (quase que ia escrevendo sem h), fosse tão revigorante. E assim continuamos pela manhã fora, falámos de tudo, política, sexo, astros, mamas, a cor das paredes da casa, comida, animais, computadores, etc, etc... Quando menos esperei já era meio dia e eu tinha que ir às compras. Assim o fiz, despedi-me do Sr. Doutor, paguei com o habitual sémen e saí. Na rua apercebi-me que nada daquilo tinha tido grande sentido. Resolvi dar um sentido qualquer a uma manhã bem passada, mas sem sentido nenhum. Voltei ao consultório. Na longa subida, pensei o que iria fazer, mas não consegui encontrar qualquer tipo de sentido a aplicar. Mas mal entrei no consultório, vi logo que fazer. Como tinha saído directamente da noite, não tive tempo de ir a casa para tirar as roupas de drag queen, e pegando no mote, tirei um dos sapatos de salto alto, aliás gigante e fiz uma escultura impressionista no alto da cabeça da recepcionista. Ficou linda! O salto entrou-lhe pelo o alto da cabeça, e saía no olho esquerdo. Foi difícil de a conseguir deixar sentada na cadeira, pois as convulsões era muitas, mas ao fim de 4 minutos, estabilizou. Agora vinha a melhor parte... O Sr. Doutor! Chamei-o à recepção pelo telefone. Ele estranhou, e veio o mais depressa que pode. Mal chegou à sala de espera e viu a “escultura”, exclamou: “AAAAAAAAHHHHHHHHHHH!!!!!!!! QUE HORROR!!!!!” Não percebi porque ele tinha ficado tão chocado... depois de tudo o que lhe tinha contado à coisa de 15 minutos! Achei que seria melhor acabar de vez com aquilo. Ao fim de 5 minutos e com muito esforço consegui imobiliza-lo. Peguei na mala que trazia ao ombro, abri-a, e tirei um pequeno saco, de 10 gramas, com um pó branco lá dentro. Espalhei o pó na mesa e depois com muito cuidado fui dando ao Sr. Doutor “pequenas” doses pela boca. Este pó é normal que se aplique no nariz, logo seguido de uma forte inspiração, mas queria ver qual seria a reacção, ingerido-o pela boca. Foi muito interessante! No final de o Sr. Doutor ter ingerido tudo, tirei mais um outro saquinho de 5 gramas e deitei suavemente uma ou duas grama nos olhos, também foi muito interessante. Para o final ficou o melhor. Fui à casa de banho. Lá consegui encontrar o que tinha em mente. Quando no nosso querido amigo Sr. Doutor já se contorcia amarrado à cadeira, o que me espantou, dei-lhe as duas injecções de água oxigenada em ambos os braços, que tinha estado a preparar no casa de banho. Não foi tão interessante como a coca, mas teve o sei qê de interesse. Por fim e para que o pobre não sofresse mais, liguei para os bombeiros e pedi ajuda. Discretamente fui-me embora. Não sei se o Sr. Doutor sobreviveu, mas uma coisa é certa, eu é que não consigo sobreviver à humilhação terrível que tinha sido alvo! É que o Sr. Doutor durante a pequena conversa que tivemos naquela manhã, enrabou-me 3 vezes! Desde esse dia que tenho consultado quase todos psicólogos da cidade em busca da minha felicidade, mas nenhum o tem tão grande como o primeiro!
    Se estão curiosos porque não me apanham, é porque nunca mais fiz o mesmo que fiz ao Sr. Doutor, mas quando encontrar o meu psicólogo preferido, farei a mesma coisa, mas desta vez não ficarei cá para contar!

    Muito boa noite!

    sexta-feira, 4 de junho de 2004

    A juigtre di fagrutesta

    Nisgto fo hjshte lop hdjuir bhdsyeg, boiuagert, o kjdjhutygh lo fqaretfre de oiutnhfdg, nuiftryuioço ão foiá.
    Prítuíó hojuilos io hyuip gépoi friter re xatás e of hgarito, koit; koiútri viculim f zxascadas de nuncystri lipitrogrunti za fghtre, u betrkjoi dha jghurbado za e of ju tripo ay, ouo, ki, tre y gtruto. NADTRITUS!!! Setreb fritu, koitis ji o de gópoi? Xinca!!! Y unbro koiút dy koiútri ving viculim, dert u istbfre gh qas zaxa, lprgtro çofé jylgá kroiba.

    Neste texto está uma mensagem muito importante que pode resolver três problemas que assolam desde há muito a nossa existência; como viajar mais rápido que a velocidade da luz, a razão da nossa existência e porque comprei eu ontem leite se já tinha em casa.

    Digo desde já que foram necessários dois bebés de 4 anos para decifrar a primeira palavra, por isso, boa sorte!

    PS: Eu sei o que lá está escrito!

    quarta-feira, 26 de maio de 2004

    rp

    E... e... e... acho que já está bom... uff! Parpa a prpóxima escrpevo à mão!

    Isto já é de mais! Não acho isto nada norpmal...

    Eu já venho...

    Ora cá está o problema! Era a cena que faz com que a cena faça a cena, que não estava a fazer a cena, mas agora já está! Olha que nunca pensei que estas coisas ainda possam acontecer nos dias de hoje, onde as coisas são influenciadas pelas cenas. Livra! Ainda bem que tenho aqui o coiso.

    EE

    Vamos ver se é desta... ehehe já eenganeei mais um! Mas o quee foi agora? Não mee digas... não posso queereer! Deevee seer um vírus... EEU SÓ QUEERO UM EE , NÃO DOIS!!! Aí a meerda...

    Coso de bonho.

    No noite possodo fui à coso de bonho quotro vezes, nenhumo delos te vi lá! Oindo tens o loto de dizer que estás sempre o cominho do coso de bonho! DOSS!
    PS: Vou processor o Microsoft! Que diobo têm eles contra os ós!?!?!? DOSS!

    Problemastécnicos!

    Porcasonãotêmporaiumtecladoqueabarradeespaçoestejaafuncionar?

    sexta-feira, 14 de maio de 2004

    À deriva na Margem Sul

    Esta merda da sociedade está a dar comigo em doido, foda-se mais para as classes!!! VIVA A ANARQUIA!
    A Ana? até a comia... agora Rquia? Essa grande mulher do teatro de Almada! À essa sim, pode-se dizer que era uma verdadeira actriz. Fodia tudo e todos, era nas escadas do miradouro, ou nas casas de banho dos bares de Almada velha, era lindo! Aquela boca fazia maravilhas, tanto podia interpretar uma peça, e com a sua voz linda, junta com a sua boca e parecia que não existia mais nada, só a boca, a boca, a boca, a boca.... até dava arrepios! Agora imaginem na casa de banho... No pito é que nada! NADA!!! Acho que não havia muitas assim, com tantas doenças quantos funcionários públicos numa repartição das finanças.
    Já o seu eterno companheiro, raquítico, nojento, desprezável, mal cheiroso, mal vestido, com a mania que era actor, António, já não se podia dizer o mesmo... Havia alguém que dizia, dizia... que mamadas feitas por este menino, nem pensar nisso é bom! Mas depois que os skins lhe fizeram a folha, ficou muito melhor. Sem dentes é que eles se querem!
    No grupo também havia um músico, ou mais? Já não sei... mas este eu tenho a certeza que era o mais maluco deles todos, sofria de paranóia, grave doença que afectava muitos jovens daquela altura. A paranóia deste chamava-se cola! Mas havia outras, havia uma que tinha a mania que não tomar banho era uma ritual americano. Isto na altura havia de tudo, agora? Xiii, é ainda pior! Há uns que tem a mania que sabem escrever, vê lá tu como isto anda...
    Mas nem tudo eram rosas, os problemas começaram quando a bófia começou a fazer parte das brincadeiras. Aí as coisas piavam fininho! Ninguém queria dizer ao bófia para não fazer aquelas cenas. Não sei se estão a ver um bófia com o sardo de fora a mijar na fonte luminosa e a dizer que mais valia ali do que no meio da estrada! Não se podia dizer nada aquele tipo pá! Mal se dizia para não fazer isto ou aquilo, era logo de canhão na mão a ameaçar que te dava um tiro no pé! Foda-se no pé é que não!!!
    Eram bons velhos tempos que já lá vão, agora estamos todos velhos e na cadeia, mas um dia vamos voltar e AÍ É QUE VÃO SER ELAS!!! ALMADA VOLTARÁ A SER NOSSA!!!

    quinta-feira, 13 de maio de 2004

    Pausa para ouvir uma musiquita

    Lávamos dentes cuteu fluido vaginal
    Deixame chupar atua glândula urinária
    Enchede expora essa boca ordinária
    Exfrega-te nas minhas oreilhas
    Vaimte no meu olho
    Amandame côa paxaxa pus dentes
    Deixame lamberte o molho
    Fode cabra
    Fode puta
    Enfia as mãos na cona
    e bate palmas
    bate palmas
    bate palmas
    Atua pintelheira nojenta xega até umbigo
    E eu mijute pa dentro do cu
    Eu cago itu comes o cagalhão
    Tu riste côa boca cheia de merda
    E eu riume com pinteilhos nos dentes
    Chupame os colhões!
    Chupa-us até aos pulmões!
    Fode cabra
    Fode puta
    Enfia as mãos na cona
    e bate palmas
    bate palmas
    bate palmas

    in: Pharmácia Ananáz
    by: Comme Restus

    quarta-feira, 12 de maio de 2004

    Quando te conheci.

    Nada fazia pensar que nos iríamos conhecer assim, mas foi provavelmente a forma mais linda.
    Acho que não te lembras... estás com essa cara de duvida, é porque não te lembras! É normal, já lá vão 45 anos, mas eu lembro-me como se fosse agora mesmo.
    Estávamos em Abril e, por mais estranho que te pareça, chovia muito. Naquela altura Abril era um mês em que chovia muito, agora em Abril, se chover, é porque o tempo está todo maluco, engraçado não é? Adiante. Nesse dia como chovia muito e porque não tinha carro, nem ninguém a quem pedir ajuda e, como não podia conduzir, chamei um táxi. O desgraçado do taxista demorou mais de 20 minutos para aparecer. Achas que naquela altura valia a pena reclamar com alguém acerca destas coisas? Tens mesmo memória de galinha... É claro que se fosse hoje, teria táxi à minha porta em menos de 5 minutos e à minha disposição para qualquer ponto do país e durante pelo menos 2 anos, mas isso agora não interessa. Na altura só queria mesmo era chegar bem rápido aonde queria ir e de táxi era a única escolha possível! Mal entrei no táxi, disse o local para onde queria ir e que tinha muita pressa! Sim, naquela altura podia-se falar com os motoristas, não era nojo nenhum, nem se quer perigoso! Demorei cerca de 45 minutos a chegar ao centro da cidade. Não fiques com esse ar de espanto, porque na altura tudo o que era meio de transporte privado andava pela Cidade! Há isso já te lembras! Pois pudera, habituadinho a que te fossem sempre levar a todo o lado... ah pois! Mas também isso não interessa para nada agora. Lá consegui chegar ao local. Entrei, estava com muitas dores, não sabia o que fazer, estava à nora! Assim que uma enfermeira me viu, pegou em mim e levou-me. Ah! É verdade, tinha-me esquecido de dizer, eu estava num hospital. Desculpa! Também não é preciso ficares assim... Mas que parvoíce a tua, não dá logo para ver que estava num hospital? Até parecer que não te lembras... Continuemos. Mal a enfermeira pegou em mim, perdi logo os sentidos! Quando acordei estava numa maca, de barriga para o cima. As dores eram ainda maiores e vinham em vagas, nem imaginas o alivio que era quando não as tinha. Não imaginas mesmo! Eu dava voltas e voltas, só dizia: tirem-me esta dor, tirem-me esta dor! Mas para além de mim havia cerca de 10 a 15 num mesmo estado que eu e gritavam mais que eu, por isso, deixei-me estar. Até que após uma hora ou mais, uma enfermeira veio ter comigo e sem dizer palavra, conduziu-me por entre os corredores do hospital. Eu só via a luzes do tecto a passar, por mais que implorasse, ela não me dizia nada, aliás, só dizia para ter calma que ia tudo correr bem, mas as malditas dores que vinham com uma cadência cada vez maior! Aí! Só de pensar até me arrepio! Por fim a maca parou dentro de um quarto, cheio de luz. Pegaram em mim e, com muito cuidado, colocaram-me numa cama, de barriga para cima, de pernas abertas, apoiadas numa espécie de bengalas e fiquei com elas mais elevadas que o resto do corpo. O que achas que estava a fazer, oh estúpido?! TARADO! É claro que estava a espera para te conhecer! E passados 20 minutos, mais ou menos, lá vieste tu, todo lampeiro, todo cagado de sangue e a plenos pulmões, gritas-te: BUUUUAAAAAAAAAAA!!! E eu disse: pronto ‘tou lixada! Foi certinho direitinho...

    A Internet.

    O local onde tudo se passa, se encontra, onde tudo pode ser real, ou não.
    Quando procuramos algo na Internet julgamos que vamos encontrar o que procuramos, mas se pensarem bem, não somos nós que procuramos algo, é alguém que nos fornecer o que essa, ou essas pessoas querem que seja verdade. Por norma as coisas são de facto reais, pois podemos comprovar, mas há outras que deixam muito de pensar. Onde está a verdade da Internet? Será realmente verdadeiro o que nos aparece no monitor? Será que quando consultamos um artigo sobre algo que nunca tínhamos antes ouvido falar, ou ler, verdadeiro? Se não temos como comprovar, temos mais que acreditar. No entanto há certos factos que podem ser muito perigosos, podendo levar-nos ao ridículo que afirmar algo a alguém que não é verdade.
    Esta posta é quase a constatação do obvio, mas pensem mais neste assunto... Nem tudo o que parece, é! Ainda para mais sem regras ou leis, concretas.
    Por falar nisso, sabem qual é o próximo escândalo em Portugal? O MARL é um armazém de armas nucleares!!!
    Pensem bem...

    quinta-feira, 25 de março de 2004

    A grande questão do ovo e da galinha.

    Realmente não temos mais nada com que nos preocupar, pois não? Esta metáfora, sim isto para mim é uma metáfora, aplica-se directamente às guerras que hoje em dia acontecem por esse mundo fora. Quem atirou a primeira pedra? Quem atirou a primeira flecha? Quem atirou o primeiro tiro? Quem atirou o primeiro míssil? Acho que não se sabe, mas quem o fez por certo que teria uma muito boa razão! Ou então hoje em dia está muito arrependido... se calhar até foi por acaso. Já estou a imaginar...
    Vai uma dia um Senhor pela estrada de terra, a caminha da sua aldeia, quando ao passar, dá uma pontapé numa pedra, pedra essa que caprichosamente bate na cabeça duma criança que estava à beira da estrada a colher flores com a sua mãe, matando a criança! O Senhor teve muito azar, mesmo muito! Pois ele pertencia a uma aldeia e a criança pertencia a outra, a da criança à muito que tentava ficar com as terras da outra, pois as terras do onde o Senhor vivia eram bem mais produtivas e a pessoas da aldeia da criança nunca tinha nada para comer... Já tinha havido conversas entre ambas as aldeias para partilharem terras, mas nada ficou decidido. Ora e resumindo, as duas aldeias já não davam muito bem, toleravam-se mas... Já para não falar que uns de uma aldeia achavam que chovia porque quando passavam por um certo sítio a uma certa hora, um número certo de vezes chovia e os da outra aldeia, diziam que quando faziam isso o vento soprava mais forte.
    Este incidente do Senhor matar a criança foi mesmo a gota de água! Como será obvio referir, o Senhor foi imediatamente apedrejado e morto!
    Como é? Quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha? Sabem que mais... foi por azar!

    Mais umas soltas.

    Se te engasgares, não te preocupes, deixa lá que há quem se engasgue com menos.

    Quem quer que seja que me fez isto, irá pagar no tribunal! Ai vai vai! Venha quem vier! Não se admite! Uma ferradura de cavalo na grelha do carro?!?!?

    Comprei umas calças na loja, não sei se me serviam, não as experimentei, mas tive que as devolver... a minha mãe não gostou delas!

    No mar da tua inocência, viaja uma caravela, nela vai a minha consciência, não me obrigues a ir ao teu pito!

    Se os caranguejos andam para trás, eu ando de lado!

    É assim um misto de cheiro a maresia com ovos poderes, mas eu até gosto, pena é não se conseguir ver o Barreiro...

    quarta-feira, 24 de março de 2004

    Uma música: Na rua da minha tia

    Foi na rua da minha tia
    Foi na casa da minha tia
    Que te vi
    Que te conheci
    Não sei se foi paixão
    Ou se foi tesão
    Só sei que te vi e que te conheci

    Na rua da minha tia
    Eu te via
    Eu te mordia
    Na casa da minha tia
    Eu te comia

    Nem sei com foi
    Só sei o que foi
    Foi quando te comi
    Logo depois que te vi
    E foi com paixão
    E foi também tesão
    Na casa da minha tia
    Na rua da minha tia

    Na rua da minha tia
    Que eu te vi
    Que eu te mordi
    Na casa da minha tia
    Que eu te comi

    Mana... Maninha!!!

    DVD a ver!

    Aconselho vivamente a ver:
    Bowling for Columbine

    terça-feira, 23 de março de 2004

    Uma pequena história... o Sr. X

    Era um dia triste e cinzento de inverno, chovia bastante, fazia muito frio, estava daqueles dias de ficar em casa e deprimir, como se não bastasse era Domingo.
    O Sr. X, o nosso personagem, homem com os seus 40 anos, com cerca de um metro e sessenta, de bigode, meio calvo, fisicamente deformado pelo abuso de noitadas e petiscos, resolve sair à rua. Despiu o pijama infecto e vestiu-se. Camisa verde aos quadrados, tipo camisa de pescador, calças de bombazina castanhas, com duas grandes nódoas, uma em cada perna, sapatos ténis, os quais não se conseguia saber qual a cor, mas deveriam ter sido claros e um casaco impermeável preto, grosso, comprido quase até aos pés, que pelo aspecto teria seido do seu tetravô. Saiu para a rua de jornal desportivo do dia anterior, de baixo do braço e chapéu de chuva da mão. Primeira paragem; café e bagaço. Quando finalmente bebeu o café e devorou o bagaço, dobrou o jornal, pagou e saiu. Na rua sem saber bem para onde haveria de ir, resolveu atravessar a rua, mas esqueceu-se que queria comprar tabaco e voltou para trás. Erro crasso! Quando já ia no meio da rua, voltou para trás, não seu conta que vinha um autocarro. O condutor não consegui evitar uma aparatosa travagem, mas no entanto em vão, o piso escorregadio como estava ainda adquiriu mais velocidade, colhendo o nosso personagem. O Sr. X voou cerca de vinte a trinta metros, indo parar em cima de um dos carros que estavam estacionados junto ao passeio. O condutor do autocarro, conseguiu imobilizar o autocarro. O homem estava estático, não mexia um músculo, nada! Um dos passageiros gritava-lhe que abrisse a porta mas o condutor não tinha reacção nenhuma. O mesmo passageiro, sabendo onde se abria a porta, resolveu abri-la por sua auto-recriação. Dirigiu-se para junto do Sr. X, mas o Sr. X estava perfeitamente inanimado. O passageiro em pânico gritava que chamassem uma ambulância. A Sra. do café, assim o fez. Passados poucos minutos, cerca de dez, chegou ao local. Nada puderam fazer, já estava morto. Rodeado de alguns transeuntes e outros tantos curiosos, ali ficou o Sr. X à espera do médico legista, que o viessem buscar.

    Depois desta pequena história há uma pergunta, que poderá leva-lo a um cruzeiro ao Alasca, caso responda correctamente. E a pergunta é:
    Quantas nódoas tinha o Sr. X nas calças?

    Envie a sua resposta para:
    maisvaleummaçodecigarrosnocafequeseratropeladoporumautocarro@portugal.pt

    Boa sorte!!!

    Estas coisas são mesmo assim...

    Estas coisas são mesmo assim, quando menos se espera e vindo sabe-se lá de onde, aparecem-nos oportunidades que podem nos levar a cometer grandes loucuras, mas no entanto, se pensarmos realmente nisso, só temos uma coisa a fazer, não nos metermos! Assim sendo vale mesmo a pena dar importância a coisas que nos proponham quando realmente nem se quer vamos ter a coragem para decidir por essa mesma opção? Por exemplo...

    terça-feira, 9 de março de 2004

    Depois de um longo período de ausência aqui vai: As ofensas!

    Vai para o caralho.
    Vejamos, eu vou para o caralho porquê? Que sentido é que tem esta expressão? Vou para que caralho? Para o meu? Isso era óptimo! Queria dizer que o tinha bem grande! Agora se for para o de outro homem já não terá piada nenhuma, é claro que se for dirigido a um panasca, aí o caso muda de figura, mas assim já não será um insulto. Assim sendo penso que seria melhor, vai para o caralho do ... Ou então, é panasca? Então vai para a cona de ...
    Se a ofensa for dirigida a uma mulher, homossexual ou se não gostar de fazer sexo oral, será um ofensa, mas para as que gostem , deixará de o ser!

    Vai para a puta que te pariu.
    Efectivamente é ofensivo, mas só pela parte de chamar puta a quem nos pariu. Também não iria suar muito bem ou dizer-se: Vai para a mãe que te pariu! Acho que realmente esta pode-se considerar uma das melhores ofensas, aliás já deu aso a expulsão de um membro num programa muito conhecido da nossa televisão.

    Vai te foder!
    O grande dilema! Penso que esta ofensa só se aplica a quem tenha o pénis grande, visto que a maior parte dos indivíduos não o têm o grande suficiente para se auto enrabar! No caso das mulheres, depende muito se gosta de fazer sexo com pénis ou não, para ser considerado ofensa. Para este caso seria mais apropriado: Vai foder com o sebento mais sebento que houver na terra! E isto aplicar-se-ia para todos os casos, sexos opostos e do mesmo sexo.

    Paneleiro!
    Ora bem, se esta ofensa for dirigida a um heterossexual, ele não vai gostar, mas se for um homossexual, já não tem sentido, assim sendo aplica-se a regra do Ir para o caralho.

    Vai para a cona da tua mãe!
    De facto foi por lá que a maioria das pessoas passaram quando nasceram, mas não terá sido referenciado como cona... Não deixa de ser estranho quando se profere esta ofensa, visto que seria incestuoso, mas daí a ser considerado ofensa há alguma diferença. Acho que devia ser: Vai para a cona da vaca!

    Filho da puta!
    Esta só se aplica a pessoas que de facto a sua mãe não o seja.

    Cabrão!
    Isto é o quê? Uma cabra grande, certo? Se em vez de cabrão, se se disser cabra grande, não é uma ofensa, pois não? Penso que a relação entre o cabrão e a ofensa será pela comparação com os cornos de um bode e não de uma cabra, logo devia-se dizer: Bodão!

    Vai comer merda!
    Ora aí está um bom insulto, mas apenas para os não escatófagos.

    Vai para a merda!
    É um insulto, mesmo para o escatófagos. Comer é uma coisa, ir para, é outra!

    Entre outros insultos que agora não me acorrem ou tenho preguiça de pensar...

    Fiquem bem e vamos todos comer um grande cagalhão com sangue! Huuummm, que belo petisco, hã?

    terça-feira, 10 de fevereiro de 2004

    A borboleta

    Numa manhã de primavera nasceu um borboleta, linda! Com cores que nunca tinha visto. Segui-a. O voar dela era errático, como que se não soubesse voar... mas ao mesmo tempo tão gracioso que apetecia voar com ela.
    Fechei os olhos e imaginei como seria voar como ela voava. Senti-me tão leve, tão livre, tão em uníssono com tudo o que me envolvia, que por momentos pensei mesmo que estava a voar! Voar sem imaginar que era uma pessoa, a única procuração era sentir o cheiro do pólen e alimentar-me. Depois quando já estava satisfeito, parava e aproveitava o sol para me aquecer.
    Quando abri os olhos estava no meio de um campo de lindas flores amarelas, mas nunca mais vi a bela borboleta de belas cores...

    The big apple

    A cidade é grande, a cidade é aberta a cidade é uma merda!

    Vai um queca?

    As minhas calças são de ganga e as tuas cuecas são de algodão, vamos os dois para o chão!

    Constatações

    A magia é a ilusão dos estúpidos.

    A lareira

    Um dia reparei em quanto o lume ardia na lareira... a madeira GRITA!!! É de vir as lágrimas aos olhos... os sons que vêm numa lareira são verdadeiramente horríveis, saídos de um filme de terror! Os estalos parecem ossos a partir, os silvos parecem gritos, o som grave das chamas que não se sabe de onde vem, a luz intensa que hipnotiza... eu sei lá! Hão-de reparar...

    A questão das ervas

    Disseram-me isto um dia: Tens ervas daninhas a crescer no teu quintal! Não me lembro quem disse, mas quem disse é parvo! Então e as outras? São baozinhas?

    O universo

    Na inesgotável razão do saber, todos nós sabemos que o universo é um bola de sabão que anda de mão em mão...

    quarta-feira, 4 de fevereiro de 2004

    Para mim é indiferente...

    Para mim é indiferente, é igual ao litro. Se alguém me perguntar qual a minha opinião, não sei qual será, mas por certo que a da outra pessoa é a mais válida. Para quê opinar, ter ideias, sugestões ou transformar? Mais vale concordar, do que ter novas ideias. Se me dizem que devo proceder daquela forma, direi que está tudo bem e farei como eles querem. Se aparecer uma bifurcação por certo que irei perguntar qual o melhor caminho a percorrer, se não aparecer ninguém, espero até aparecer... agora decidir? Nem pensar!

    Diário de muita gente.

    A minha felicidade é tanta...

    A minha felicidade é tanta que é difícil exprimir por palavras. Estou eufórico, estou fora de mim, estou... estou... FELIZ!!! Cada vez que olho para outra pessoa apetece-me dar beijos, abraço-la, partilhar a minha felicidade com ela! Nem estou a acreditar... Agora já sei o que é ser feliz, ser feliz é isto que estou a sentir e é muito bom! MESMO MUITO BOM!!! Só estou bem a sorrir, alegre e contagiar as outras pessoas com a minha alegria. Bolas, como é bom ser feliz!

    Diário de um anormal.

    Nunca pude imaginar...

    Nunca pude imaginar que pudesse chegar a este ponto... como é possível? Porquê? Eu que era contra esta forma de ser e de pensar, agora vejo-me envolvido numa teia de depressão e angustia! Cada vez que penso como era e como sou agora, dá-me vontade de arrancar pedaços de mim, de me destruir! Isto não é nada justo! Agora que a vida me corria tão bem é que fui deitar tudo a perder... Como foi isto possível??? Como não bastasse fiz tudo lúcido! NÃO!!! Eu não posso mais! Isto foi demais! Se ao menos alguma coisa tivesse corrido bem, mas não! NADA! Foi tão mau e ainda está a ser... Não há ninguém que me possa ajudar? Não, não há ninguém! NINGUÉM!!! NADA! É tudo culpa minha!!!

    Diário de um político.

    sexta-feira, 30 de janeiro de 2004

    E se...

    E se os cães fossem tão grandes como os cavalos?

    E se as pulgas falassem?

    E se as mulheres tivessem as mamas nas costas?

    E se só houvesse ruas de um só sentido?

    E se as vacas em vez de darem leite dessem Sumol?

    E se não houvesse música?

    E se só houvesse Sol dia sim, dia não?

    E se todos os homens tivessem o pénis do mesmo tamanho?

    E se os bebés já nascessem com os pés do tamanho de adultos?

    E se em vez de respirarmos ar respirássemos hidrogénio puro?

    E se os humanos em vez de viverem em média 70 anos, passassem a viver 350 anos?

    E se o órgão genital dos seres vivos fêmea fosse no local onde hoje é o estômago?

    E se o órgão genital dos seres vivos machos fosse uma continuação do cóccix?

    E se as ovelhas não dessem lã mas sim penas?

    E se todos os pássaros tivessem tromba como os elefantes? No entanto voavam à mesma!

    E se os planetas não girassem, mas andassem para cima e para baixo?

    E se todos os seres vivos tivessem mais que 3 pares de olhos?

    E se só se conhecesse duas dimensões?

    E se o universo fosse triangular?

    E se a palavra ou o conceito não não existisse?

    E se eu acabasse com esta merda?

    quarta-feira, 21 de janeiro de 2004

    Esta não é da minha autoria, também não sei de quem é, mas já tem alguns anos!

    “Numa época em que é necessários ser técnico e falar a linguagem do nosso tempo, a economia, a sociologia e a política, carecem de expressões adequadas para definir as situações altamente complexas que hoje se verificam a cada passo.

    Ora a arte de falar tecnicamente bem, não é difícil.
    Há um sistema fácil e pratico, que assenta nestas três colunas:

    PROGRAMAÇÃO; FUNCIONALIDADE; SISTEMÁTICA
    ESTRATÉGIA; OPERACIONAL; INTEGRADA
    MOBILIDADE; DIMENSIONAL; EQUILIBRADA
    PLANIFICAÇÃO; TRANSACCIONAL; TOTALIZADA
    DINÂNICA; ESTRUTURAL; INSERIDA
    FLEXIBILIDADE; GLOBAL; BALANCEADA
    CREATIVIDADE; DIRECCIONAL; COORDENADA
    INSTRUMENTABILIDADE; OPCIONAL; COMBINADA
    RETROACÇÃO; FULCRAL; ESTABILIZADA
    PROJECÇÃO; LOGÍSTICA; PARALELA

    Para mostrar erudição moderna, basta formar uma frase com uma palavra de cada coluna. Este FINAL é assim: de uma mobilidade opcional inserida, como desde logo se compreende, mas nem por isso deixa de ser de projecção dimensional coordenada, ou, se preferir, de dinâmica funcional estabilizada.
    Ninguém percebe o que assim se quer dizer, mas na linguagem moderna, certas expressões, não se destinam a ser entendidas por quem quer que seja, basta dize-las.

    Outro exemplo:
    Meus senhores, Minhas senhoras, meu povo,
    Dado que neste momento em que estamos inseridos no actual contexto de uma programação funcional, sistemática e estabilizada, usando uma estratégia operacional integrada na mobilidade dimensional equilibrada, não podemos pois, sem uma planificação transaccional totalizada, aliada a uma dinâmica estrutural balanceada numa flexibilidade global, esquecer isso sim, a creatividade direccional coordenada, para que a instrumentabilidade opcional combinada, seja desta forma produtiva, tendo de imediato, uma retroacção fulcral logística e paralela.
    Sigamos portanto, sem hesitar, a linha que aponta para uma melhor e espontânea vontade inquebrantável, cujo rumo jamais abdicaremos.”

    ...

    segunda-feira, 19 de janeiro de 2004

    Lembram-se da história que era uma pequena história, que por ser tão pequena não ia contar JÁ! Pois agora também não posso contar.

    Esta é uma pequena história! E mais nada!!!

    Na janela do meu quarto vive à 3 anos uma aranha. Nunca tive coragem de a matar, NUNCA! Ela todos os dias, aos primeiros raios de sol saía do seu esconderijo, verificava se estava tudo bem com a sua teia e apanhava as suas presas com uma perícia inigualável.
    Quando chovia, as gotas grossas, faziam com que a sua teia fique parcialmente destruída. Nessas alturas saía menos.
    Outro dia estava a observar a aranha a consertar, um trabalho digno de ser visto e reparei que o vidro da janela estava a ficar rachado. Tive que trocar o vidro.


    E assim termina mais uma pequena história.

    Esta é uma pequena história, que por ser tão pequena, acho que vale a pena contar.

    No pinhal de Leiria vivia uma duende, Mascrar de seu nome. Era conhecido por todos os animais como sendo o mais simpático dos duendes do pinhal! Certo dia apareceu vindo do pinhal vizinho um outro duende, o qual ninguém conhecia. Por essa razão resolveu-se fazer uma reunião magna. Estavam lá todos os animais e duendes do pinhal, que não o vizinho. O tema da reunião era, como iriam expulsar o duende que era de outra raça.


    E assim termina mais uma pequena história.

    Esta é uma pequena história, que por ser tão pequena...

    Numa bela cidade vivia uma rapariga, era a mais bela rapariga da cidade. Por todos era cobiçada, homens, mulheres, crianças, todos!
    Esta rapariga tinha uma irmã, não sabendo o que fazer com as mãos resolveu corta-las! Logo a irmã e por ser muito bela, emprestou-lhe as suas. No dia seguinte toda a gente deixou de cobiçar a rapariga mais bela da cidade.


    E assim termina mais uma pequena história.

    Esta é uma pequena história, que por ser tão pequena não vou contar JÁ!

    Esta é uma pequena história, que por ser tão pequena vou contar JÁ!

    Era uma vez um Sr. que tinha dois amigos. Um dos amigos pensou que todos eram amigos entre si, mas no entanto só o primeiro é que era amigo. O que gerou uma tremenda confusão. A partir desse dia o Sr. passou a não ter amigos, assim deixou de haver a confusão de um dos amigos ser amigo do mesmo.


    E assim termina mais uma pequena história.

    Esta é uma pequena história, que por ser tão pequena vou contar de cócoras.

    Era uma vez uma pequena formiga, que por ser tão pequena não foi vista!

    E assim termina mais uma pequena história.

    sábado, 3 de janeiro de 2004

    Bom ano?

    Bom ano?

    Acham mesmo?

    Mas que raio é que nos vai acontecer?

    Tudo aquilo que pensamos já está mais que pensado...

    Tudo aquilo que já desejamos já é o que pensamos...

    Tudo aqui que os outros querem já é aquilo que queremos....

    Bom ano?!

    ‘Tá bem... desde que os nossos amigos que podem, nos deixem!

    FA

    sábado, 20 de dezembro de 2003

    Algumas considerações.

    Quando sonho tenho sempre a sensação que consigo ver as pessoas todas do mundo! Às vezes até consigo falar com elas todas. E dizer-lhes:
    Tem horas que me diga?

    Quando vou cagar penso sempre que está alguém dentro da sanita, à espera...

    Quando ando de autocarro, julgo sempre que há várias pessoas que julgam que me conhecem...

    Quando vou jantar fora, nunca sei se hei-de pagar ou não...

    Quando alguém se dirige a mim na rua, tenho sempre a tendência para as insultar.

    Gostava que as imagens na televisão fossem ao contrário.

    Não gosto de rebuçados.

    Quem será a grande besta que inventou o vidro!

    No Verão, de vez em quando gosto de andar de galochas, dá mais ênfase à forma das pernas.

    Gosto de libelinhas.

    A minha tia é casada com um general, que uma vez disse-me: Meu filho, quando fores pintar a tua casa, usa sempre luvas!

    Faz-me impressão meias de lã!

    Os dentes são um acessório imprescindível para as escovas de dentes, sem eles elas não eram nada!

    BOA NOITE! Se conseguirem....

    domingo, 14 de dezembro de 2003

    Mão Morta!

    Já nos anos 80 estes nossos amigos, contavam:

    ...e o Saddam, Saddam, HUSSEIN!!!

    Coitadinho do Saddam....

    Vamos lá pessoal!

    Quando é que vamos por este país como deve ser?!?
    Portugal necessita de nós!
    Eu realmente só vejo é queixas e trabalhar que é bom, NADA! Que eu saiba não se fazem ovos sem omeletes (oopss...)! Se querem que isto vá para a frente temos todos que nos unir e ultrapassar esta má fase com esperança. De facto é complicado ficarmos sem saber bem o que dizer quando a Freira Leitada ataca, ou então quando vemos coisas que nos arrepiam, como dinheiro públicos ou fundos mal gastos, ou então quando cortam orçamentos IMPORTANTES PARA O CRESCIMENTO DESTE PAÍS!
    No entanto há que ver as coisas com vista no futuro, não pensar o que já fomos, o que somos agora, vamos sim o que podemos vir a ser! E deixem-se de inventar a roda, as coisas já estão mais que pensadas, basta seguir um bom plano do que inventar novas formas de fazer as coisas, basta melhoras as que já estão inventadas. É uma perca tremenda de tempo e dinheiro!

    PARA A FRENTE PORTUGAL!!!
    Sejam positivos!
    FA

    sexta-feira, 12 de dezembro de 2003

    Agora sim!

    Vá, já podem comentar! Do que estão à espera!??! HHHHÃÃÃÃ?!?!?!? É preciso dizer mais alguma coisa?
    Chiça!!!

    quarta-feira, 10 de dezembro de 2003

    Afinal como é?

    Afinal como é? Sempre sabemos quem somos, de onde vimos e para onde vamos? É que se não sabemos, mais vale é irmos todos pr’o caralho e deixarmo-nos de merdas!
    1º - Quem somos? Somos uma cambada de hipócritas, egoístas e egocêntricos! Ainda nos questionamos quem somos?! Essa é par rir! AHAHA! A resposta está na própria pergunta! Realmente sabemos quem somos, fingimos que não sabemos, é mais cómodo...
    2º- De onde vimos? Quanto a mim, só não sei de onde vim, se estiver todo fudido com álcool! Eu sei sempre que vim de algum lado, foda-se! Quem é que não sabe? Agora se começarmos com tretas filosóficas, aí o caso muda de figura... Se eu não sei de onde vim, logo sou um pensador do caralho! Estes gajos não têm mesmo nada que fazer... pensar de onde se vem, antes de ter nascido... só estes gajos mesmo! Mas eu sei dar a volta e eles, à pois sei! Andam sempre à roda de suposições, pensamentos, rodeios, ideias, lógicas, entre outras coisas, para chegar à conclusão que donde vimos é do nada que é TUDO!!! Toma lá que já almoçaste!
    3º - Se não sabemos para onde vamos, por que razão é que temos de nos procurar em comprar mapas das estradas? Ou então perguntar direcções de ruas ou estradas? Ou então a pergunta mais estúpida e anormal que eu conheço: Como isso vai? Se não conseguimos saber, porque razão é que queremos saber? HHHHÃÃÃAÃ?!??!

    Por isso mesmos amigos, estas perguntas só têm sentido para aqueles que não as fazem, pois esse nada - que é tudo – quer saber o saber, os outros, como eu só não sabem porque não querem! E se julgam que estou errado, esperem até que Deus diga algo, porque aí e que vão ser elas! Vão-se preparando...

    domingo, 7 de dezembro de 2003

    A treta do ano 2000!

    Afinal, o mundo acaba ou não?
    Tanta merda com a passagem do ano 2000 e lá continuamos nós nesta indecisão, a pagar as contas e a levar com estes anormais todos!
    Eu julgo que a profecia tem só um significado, DINHEIRO!
    Se não vejamos:
    Quando toda a gente julgou que um mundo ia acabar - eu sei que vocês pensaram nisso nem que tivesse sido uma vez - houve um monte de gente que correu à pressa para os Supermercados e Hipermercados na ânsia de açambarcar, esta ideia é perfeitamente estúpida! Se o mundo ia acabar, com é que alguém teria tempo de comer dois perus, de comer 4 bacalhaus, de beber 150 litros de leite e de comer 200 quilos de batata em breves segundos? Que seria o tempo entre a anuncio do fim do mundo até à sua real extinção. Também houve quem tivesse “turrado” dinheiro à toa pela simples razão de que não iriam necessitar dele. Já para não falar naqueles infelizes que se suicidaram! Ou então outros que se juntaram em locais para, pacientemente aguardarem a hora do GRANDE FIM! Estou mesmo a ver a cara destes: OOPSS, parece que não foi desta...
    A quem interessa realmente esta situação?
    A não ser que a profecia seja lida da seguinte forma: Não será no exacto ano de 2000 mas sim durante este milénio.
    Eu sou da opinião que realmente deveríamos chamar a isto: O Grande Fim dos preços baixos!

    Tenho a dizer outra coisa à cerca deste assunto: que raio estavam as pessoas a pensar que acontecia aos aparelhos com tecnológicas electrónica, na passagem do milénio?
    Que os carros que têm gestão electrónica que de repente parassem?
    Que o microondas deixa-se de funcionar?
    Que os relógio lá de casa ficassem todos baralhados?
    Que aviões deixassem de funcionar?
    Acham?
    Vocês acham que as coisas são feitas sem pensar neste tipo de situações? Na verdade houve algumas que não foram, mas essas foram previamente corrigidas e mais uma vez quem ganha com isto tudo?!?!

    Preocupem-se com outras coisas meus amigos... por exemplo, com a chegada do novo Papa (espero que JPII dure muitos anos...)! Nunca pensaram nisto, pois não? À pois! Aí é que vão ver como elas cantam!
    FA

    Finalmente!!!

    FODA-SE, ESTAVA A VER QUE NÃO CONSEGUIA TER UM BLOG!!!

    EEERRR!!!!

    Vamos ver se é desta!

    sexta-feira, 5 de dezembro de 2003

    Tal como o nome indica, aqui é como a Formiga Assassina, nada escapa!