terça-feira, 27 de julho de 2004

Teste grátis - Analise a sua forma de pensar

Se sou tarado:
1- Estou sempre de pau feito
2- Estou sempre com desejos de ser penetrada
3- Sexo?
4- Gosto muito da minha irmã
5- Gosto ainda mais do meu pai
6- Não sei (se responderes esta é porque não sabes mesmo)

Se gosto de dinheiro
1- Se vejo dinheiro no chão, dou-lhe um pontapé
2- Se vejo dinheiro no chão, tendo evita-lo
3- Se vejo dinheiro, desmaio
4- Não tenho...
5- Gostava de não ter
6- Que pergunta anormal!

O trabalho para mim, é:
1- Uma merda
2- Uma maravilha
3- Não é
4- É...
5- Sem o trabalho estaria desempregado
6- Não faço a mais pequena ideia

Complete: Mais vale um pássaro na mão, que:
1- 3000 em Lisboa
2- Que dois no cu
3- Dois sabes-se lá onde
4- Que?
5- Não movem moinhos
6- Recuso-me a completar

Vou de carro e um homem na rua pede ajuda:
1- Mando-o logo para o caralho
2- Finjo que não o estou a ver
3- Abro a porta e convido-o a ir comigo
4- Pergunto-lhe logo as horas
5- Qual homem?
6- Sou mudo

Vou de carro e uma mulher na rua pede ajuda:
1- Tiro o pénis para fora e peço também ajuda
2- Convido-a a passear comigo, mas ela tem que ir na mala
3- Qual mulher?
4- Dou-lhe a indicação errada
5- Faço de conta que não estou a perceber nada do que ela está a dizer
6- Sou surdo

Roupa interior
1- Roupa?
2- Já usei mas dava-me cabo da orelhas
3- Branca
4- Só uso, mas tem que ser dois número a baixo
5- Só uso, mas tem que ser dois número a cima
6- Sim?

Qual a cor favorita
1- Preto fluorescente
2- Amarelo vómito
3- Castanho merda
4- Preto buraco negro
5- Amarelado
6- Esverdeado
7- Nenhuma, não gosto.

Coloque os resultados aqui e receberá um catalogo grátis com todos os modelos de pijamas disponíveis me Portugal, mas só em Portugal Continental; bem como nunca irá saber a sua real forma de pensar.

Participe!

Boa sorte, e um cagalhão! (Expressão muito utilizada na Noruega e que significa exactamente o que está escrito)

sexta-feira, 23 de julho de 2004

Há novidades por estas bandas!

Poiszé, há por aqui algumas alterações. Busquem.

E agora que já sei por imagens nas postas, é qisto vai aquecer!!!

YEEEEEEEEEEEEEEEESSSSSSSSSSSSSSSSS!!!
Se quiserem ver mais qualquer coisa, digam!

Já agora, deixem a merda da política em paz! A todos os Blogs que vou é sempre a mesma merda! É Santana para aqui é política para ali, dassssssssse! Será que não há mais nada para falar? Falem do tempo...

segunda-feira, 19 de julho de 2004

Mais, mais e mais!

De que vale ter um papagaio em casa, se o bicho só diz aquilo que eu digo.
 
Da minha janela vê-se o mar, mas não se vê a cabra da minha vizinha!
 
O cagados são a forma mais sábia de pensamento que existe, consegue ser gelado e não ter vida.
 
Qual é a diferença entre o cair e atirar-se para o chão?
 
O que é que veio primeiro, Deus ou a vida?
 
Numa poça de água estão dois girinos, um está gordo o outro magro, qual deles é que vai saltar mais longe?
 
Se a minha casa fosse maior, não teria que comprar um poliban.
 
Gosto da pessoas, em especial quando são boas, doces, mas as que têm muito cabelo já não gosto, dão mais trabalho a preparar.
 
Vi-te na rua, mas tu não me viste, também não interessa, ias sozinha.
 
A cor do meu quarto é igual a de todas as paredes da minha casa, mas outro dia tive a impressão que não. Saí para a rua e perguntei a uma senhora que passava: Olá, sabe me dizer se estes dois bocado de parede que aqui tenho têm a mesma cor?
 
Que horas são? Que pergunta mais triste... as horas são?! As horas não têm ser!
 Nada é tudo!

Este é o primeiro episódio da saga: se-querias-ir-para-casa-mais-cedo-tira-o-cavalinho-da-chuva.

Logo pela manhã, ao chegar ao escritório tive a sensação de que algo estava errado... não achei nada normal ver que toda a gente estar em tronco nu! Saí, voltei a entrar e lá continuavam todos de tronco nu! Pensei que tinha enlouquecido. Esfreguei os olhos, belisquei-me, espetei-me com um prego na mão e nada, tudo na mesma! Resolvi perguntar a um deles se achava normal estar a trabalhar de tronco nu. Aí as coisas pioraram, quando o meu colega retorquiu: “Desculpa?!?!?...” Ou seja ele não estava de tronco nu, era eu que imaginava ver todos eles de tronco nu... O meu colega, ficou extremamente chateado comigo no início, de seguida começou a preocupar-se, pois não fosse ele estar mesmo de tronco nu e não ter reparado. Mas não! Era eu que imaginava aquilo tudo. Desloquei-me para o meu local de trabalho sem olhar para ninguém; em especial para a colega que se senta mesmo á minha frente. Ela quando me viu passar, alegremente perguntou se eu estava bem e porque razão tinha a braguilha aberta. Eu nem respondi... Logo de imediato levantou-se, aproximou-se da minha secretária. Eu não queria olhar... eu não queria olhar... eu não queria olhar, mas olhei! E logo por sorte do azar, ela naquele dia não tinha trazido soutien. O meu coração saltou da caixa torácica, os meus olhos saíram das orbitas e eu que não conseguia fechar a braguilha! O inevitável aconteceu... o meu pénis fez das suas. Ejaculação precoce! Eu mal lhe toquei, para não sair e zás! O dia não podia estar a correr pior! Ao que ela perguntou se eu estava mesmo bem, e lembro-me como se fosse agora de eu responder: “Estou muito bem...” Disse isto com um ar super angelical, quase Budista. Foi então que ela percebeu o que se tinha passado, pois uma enorme estalactite de esperma pairava sobre a minha cabeça. Ao que e minha colega nada pode fazer, ela bem tentou apanha-a com a boca mas caiu inteira em cima do meu teclado. Em suma, teclado novo e tomates vazios.
Mais tarde, naquele dia, já as pessoas do meu escritório estavam todas vestidas, aconteceu-me algo magnífico. Quando voltava de almoço, vinha sozinho no elevador, e fui tocado por um “anjo”. Chamava-se Dana, e tinha um boca linda! Quem disse que os anjos não têm sexo deve ser perfeitamente tarado. Dana tinha o sexo mais maravilhoso que eu alguma vez tinha visto. Parecei que tinha sido desenhado, perfeito! Diga-se de passagem que foi a única coisa que reparei dela. Quando cheguei ao meu andar acordei...
Entrei no escritório e lá estavam todos os meus colegas, normalmente vestidos. Desloquei-me para a minha secretária, que estava ocupada pelo técnico de informática que ainda tentava descolar o teclado da mesa. Deixei o casaco nas coisas da cadeira, disse ao técnico para estar a à vontade e fui à copa. De caminho voltou-me outra vez a cena do anjo no elevador, mas desta vez voava à minha frente, como se de uma libelinha se tratasse. Eu tentei apanha-la, mas cada vez que o fazia, caia. No final de cair umas três ou quatro vezes começou-me a doer ligeiramente as canelas. De facto seria melhor abrir os olhos e ver por onde andava... tinha conseguido derrubar todos os blocos de gavetas que existiam na passagem. Mas a tentação era muita e resolvi tratar de imediato do assunto, corri para a casa de banho. Sentei-me na sanita e o que aconteceu a seguir foi lindo! Paradisíaco! Nada do que vi durante a minha estadia naquela casa de banho, sentado na sanita, poderia ser traduzido em palavras.
Depois de ter percorrido quase o todo o paraíso, comecei a sentir um enorme dor de cabeça. A dor foi de tal forma intensa, que se formou um clarão na minha visão, deixando de ver durante breves fracções de segundo. Quando recuperei a visão percebi de onde vinha a dor de cabeça; tinha levado com a porta da casa de banho, pois estava à cerca de cinco horas na casa de banho e toda a gente estava preocupada comigo. Quando ao final de quatro horas notaram que eu me tinha ausentado, e a última vez que me tinham visto andava aos saltos a tentar dilacerar as canelas nos blocos de gavetas, decidiram procurar por mim. Como seria obvio a casa de banho seria dos primeiros locais a visitar, mas por obra do destino foi o último. Como encontraram uma das portas das casas de banho fechadas, em vez de chamar o serralheiro, não... foi à bruta! Palhaços! Ainda hoje tenho a marca na cara, de ter adormecido encostado ao suporte do rolo de papel higiénico.
Finalmente consegui sair do escritório, a vergonha era mais que muita. Não iria conseguir retornar ao escritório tão cedo, pelo menos durante dois dias, o tempo desse maravilhoso fim-de-semana.
Não me apetecia ir para casa. Liguei para uns amigos e fomos petiscar. Quando já estávamos todos bêbados e como ainda era cedo para ir para casa, resolvemos sair, ir para a “night”.
Primeiro, e para variar, um bar de meninas, o Senso Comum, muito bom! Depois a discoteca. Desta vez resolvemos ir a uma onde a música fosse realmente terrível, quase ensurdecedora, com muito ritmo house e derivados. Mal entrámos, fomos logo encaminhados para o bar. O ambiente era de facto muito pesado, muito escuro, com muito flash de luz nos olhos, mal se conseguia destinguir as pessoas. Depois de muita cerveja , fui à casa de banho. Atrás de mim vinha uma loura espalhafatosa, com uns enormes tacões, com umas vestes muito, muito, muito reduzidas, com muitos brilhantes em todo o lado, com os lábios muito carregados de vermelho, com umas pestanas enormes e unhas gigantescas. Sorriu para mim e entrou atrás de mim na casa de banho. Eu perguntei se ela não estaria enganada, mas uma voz de homem afeminada, confirmou que não. Assustei-me, mas entrei na mesma. Resolvi que seria melhor optar pelas sanitas, sempre têm portas. Mas ele(a), foi mesmo ao urinol. É de facto muito estranho, mas havia qualquer coisa nessa criatura que me atraiu e resolvi espreitar por cima do ombro. A pernas era dignas de umas top-model, mas a lagura de ombros e o jeito como mijava, davam-me nauseais e vómitos. Não fiquei nem mais um minuto, sai à pressa, nem tinha acabado de mijar como deve ser. Voltei para junto dos meus amigos, nem tinha coragem de falar no assunto. Mas um deles viu-o(a) a sair da casa de banho dos homens, e sabiam que eu tinha lá estado, foi nojento o que me fizeram depois. Chamaram-o(a), disseram algo e depois trouxeram-no(a) para junto de mim. Eu cada vez que lhe olhava no olhos, sentia como que alguém ou algo dentro de mim estava a tentar puxar com muita violência o meu estômago para fora. Mas ele(a) continuava ali a olhar para mim e tentava tocar-me, mas eu a cada movimento ele(a) recuava. Os meus supostos amigos desfaziam-se em gargalhadas. Até que aconteceu. Ele(a) agarrou-me nos tomates e disse-me ao ouvido: “Eu não gosto de homens!” Todo eu tremia, estava em pânico, cheio de medo, borrei-me e depois desmaie. A próxima coisa que me lembro já estava na rua a entrar para um ambulância. Ao longe ainda vi o(a) loura!
Passei o fim de semana em casa, a pão e água.A semana seguinte foi bem mais calma, pelo menos até quarta-feira, quando me cruzei com ele(a) à porta do meu psicólogo....

quinta-feira, 15 de julho de 2004

Como já se previa este vai ser o último post da saga, nunca-mais-digas-isso-que-podes-ter-um-filho-assim.

Na manhã da passada quarta-feira fui a uma consulta do psicólogo do meu avô. Nunca poderia imaginar que falar com um psicólogo fosse assim tão bom! Quase gay! Falámos de tudo... ele disse-me que tinha duas filhas lindas e que nunca tinha dito aquilo a ninguém, achei o máximo! Eu contei-lhe que outro dia tinha espreitado pelo buraco da fechadura do quarto da minha tia-avó, ao que ele sabiamente disse, que isso tinha a ver com coisas antigas. Nada mais lindo, do que aquelas palavras suaves que lhe saiam da boca, como que se estive a segredar um poema de merda: “Isso tem a ver com coisas antigas... não se preocupe.” Foi de facto inesquecível. Acho que ele acreditou que eu tinha feito essa acção só para ver a minha tia-avó NUA! Estava totalmente enganado, o que se passava era que a minha sobrinha estava sempre com ela e eu suspeitava que a velha andava a comer a rapariga, fui confirmar. Mas valeu a pena... duas punhetas na despensa. Falámos também do meu avô, como estava ele, o que andava a fazer no psicólogo com aquela idade, ao que o médico respondeu: “Sabe, temos todos de ganhar a vida...” Isso por acaso enervou-me, coisas rara, eu nunca me enervo, acho que é por isso que tenho sérios problemas de intestinos. Só consigo evacuar de 3 em 3 dias, o que já me disseram não faz lá muito bem. Mas quando me enervei com o médico foi como se tivesse tomado um laxante bastante potente. O que tornou a conversa ainda mais interessante! Nunca pensei que peidar e falar de coisas interessantes, como a mente humana (quase que ia escrevendo sem h), fosse tão revigorante. E assim continuamos pela manhã fora, falámos de tudo, política, sexo, astros, mamas, a cor das paredes da casa, comida, animais, computadores, etc, etc... Quando menos esperei já era meio dia e eu tinha que ir às compras. Assim o fiz, despedi-me do Sr. Doutor, paguei com o habitual sémen e saí. Na rua apercebi-me que nada daquilo tinha tido grande sentido. Resolvi dar um sentido qualquer a uma manhã bem passada, mas sem sentido nenhum. Voltei ao consultório. Na longa subida, pensei o que iria fazer, mas não consegui encontrar qualquer tipo de sentido a aplicar. Mas mal entrei no consultório, vi logo que fazer. Como tinha saído directamente da noite, não tive tempo de ir a casa para tirar as roupas de drag queen, e pegando no mote, tirei um dos sapatos de salto alto, aliás gigante e fiz uma escultura impressionista no alto da cabeça da recepcionista. Ficou linda! O salto entrou-lhe pelo o alto da cabeça, e saía no olho esquerdo. Foi difícil de a conseguir deixar sentada na cadeira, pois as convulsões era muitas, mas ao fim de 4 minutos, estabilizou. Agora vinha a melhor parte... O Sr. Doutor! Chamei-o à recepção pelo telefone. Ele estranhou, e veio o mais depressa que pode. Mal chegou à sala de espera e viu a “escultura”, exclamou: “AAAAAAAAHHHHHHHHHHH!!!!!!!! QUE HORROR!!!!!” Não percebi porque ele tinha ficado tão chocado... depois de tudo o que lhe tinha contado à coisa de 15 minutos! Achei que seria melhor acabar de vez com aquilo. Ao fim de 5 minutos e com muito esforço consegui imobiliza-lo. Peguei na mala que trazia ao ombro, abri-a, e tirei um pequeno saco, de 10 gramas, com um pó branco lá dentro. Espalhei o pó na mesa e depois com muito cuidado fui dando ao Sr. Doutor “pequenas” doses pela boca. Este pó é normal que se aplique no nariz, logo seguido de uma forte inspiração, mas queria ver qual seria a reacção, ingerido-o pela boca. Foi muito interessante! No final de o Sr. Doutor ter ingerido tudo, tirei mais um outro saquinho de 5 gramas e deitei suavemente uma ou duas grama nos olhos, também foi muito interessante. Para o final ficou o melhor. Fui à casa de banho. Lá consegui encontrar o que tinha em mente. Quando no nosso querido amigo Sr. Doutor já se contorcia amarrado à cadeira, o que me espantou, dei-lhe as duas injecções de água oxigenada em ambos os braços, que tinha estado a preparar no casa de banho. Não foi tão interessante como a coca, mas teve o sei qê de interesse. Por fim e para que o pobre não sofresse mais, liguei para os bombeiros e pedi ajuda. Discretamente fui-me embora. Não sei se o Sr. Doutor sobreviveu, mas uma coisa é certa, eu é que não consigo sobreviver à humilhação terrível que tinha sido alvo! É que o Sr. Doutor durante a pequena conversa que tivemos naquela manhã, enrabou-me 3 vezes! Desde esse dia que tenho consultado quase todos psicólogos da cidade em busca da minha felicidade, mas nenhum o tem tão grande como o primeiro!
Se estão curiosos porque não me apanham, é porque nunca mais fiz o mesmo que fiz ao Sr. Doutor, mas quando encontrar o meu psicólogo preferido, farei a mesma coisa, mas desta vez não ficarei cá para contar!

Muito boa noite!

sexta-feira, 4 de junho de 2004

A juigtre di fagrutesta

Nisgto fo hjshte lop hdjuir bhdsyeg, boiuagert, o kjdjhutygh lo fqaretfre de oiutnhfdg, nuiftryuioço ão foiá.
Prítuíó hojuilos io hyuip gépoi friter re xatás e of hgarito, koit; koiútri viculim f zxascadas de nuncystri lipitrogrunti za fghtre, u betrkjoi dha jghurbado za e of ju tripo ay, ouo, ki, tre y gtruto. NADTRITUS!!! Setreb fritu, koitis ji o de gópoi? Xinca!!! Y unbro koiút dy koiútri ving viculim, dert u istbfre gh qas zaxa, lprgtro çofé jylgá kroiba.

Neste texto está uma mensagem muito importante que pode resolver três problemas que assolam desde há muito a nossa existência; como viajar mais rápido que a velocidade da luz, a razão da nossa existência e porque comprei eu ontem leite se já tinha em casa.

Digo desde já que foram necessários dois bebés de 4 anos para decifrar a primeira palavra, por isso, boa sorte!

PS: Eu sei o que lá está escrito!

quarta-feira, 26 de maio de 2004

rp

E... e... e... acho que já está bom... uff! Parpa a prpóxima escrpevo à mão!

Isto já é de mais! Não acho isto nada norpmal...

Eu já venho...

Ora cá está o problema! Era a cena que faz com que a cena faça a cena, que não estava a fazer a cena, mas agora já está! Olha que nunca pensei que estas coisas ainda possam acontecer nos dias de hoje, onde as coisas são influenciadas pelas cenas. Livra! Ainda bem que tenho aqui o coiso.

EE

Vamos ver se é desta... ehehe já eenganeei mais um! Mas o quee foi agora? Não mee digas... não posso queereer! Deevee seer um vírus... EEU SÓ QUEERO UM EE , NÃO DOIS!!! Aí a meerda...

Coso de bonho.

No noite possodo fui à coso de bonho quotro vezes, nenhumo delos te vi lá! Oindo tens o loto de dizer que estás sempre o cominho do coso de bonho! DOSS!
PS: Vou processor o Microsoft! Que diobo têm eles contra os ós!?!?!? DOSS!

Problemastécnicos!

Porcasonãotêmporaiumtecladoqueabarradeespaçoestejaafuncionar?

sexta-feira, 14 de maio de 2004

À deriva na Margem Sul

Esta merda da sociedade está a dar comigo em doido, foda-se mais para as classes!!! VIVA A ANARQUIA!
A Ana? até a comia... agora Rquia? Essa grande mulher do teatro de Almada! À essa sim, pode-se dizer que era uma verdadeira actriz. Fodia tudo e todos, era nas escadas do miradouro, ou nas casas de banho dos bares de Almada velha, era lindo! Aquela boca fazia maravilhas, tanto podia interpretar uma peça, e com a sua voz linda, junta com a sua boca e parecia que não existia mais nada, só a boca, a boca, a boca, a boca.... até dava arrepios! Agora imaginem na casa de banho... No pito é que nada! NADA!!! Acho que não havia muitas assim, com tantas doenças quantos funcionários públicos numa repartição das finanças.
Já o seu eterno companheiro, raquítico, nojento, desprezável, mal cheiroso, mal vestido, com a mania que era actor, António, já não se podia dizer o mesmo... Havia alguém que dizia, dizia... que mamadas feitas por este menino, nem pensar nisso é bom! Mas depois que os skins lhe fizeram a folha, ficou muito melhor. Sem dentes é que eles se querem!
No grupo também havia um músico, ou mais? Já não sei... mas este eu tenho a certeza que era o mais maluco deles todos, sofria de paranóia, grave doença que afectava muitos jovens daquela altura. A paranóia deste chamava-se cola! Mas havia outras, havia uma que tinha a mania que não tomar banho era uma ritual americano. Isto na altura havia de tudo, agora? Xiii, é ainda pior! Há uns que tem a mania que sabem escrever, vê lá tu como isto anda...
Mas nem tudo eram rosas, os problemas começaram quando a bófia começou a fazer parte das brincadeiras. Aí as coisas piavam fininho! Ninguém queria dizer ao bófia para não fazer aquelas cenas. Não sei se estão a ver um bófia com o sardo de fora a mijar na fonte luminosa e a dizer que mais valia ali do que no meio da estrada! Não se podia dizer nada aquele tipo pá! Mal se dizia para não fazer isto ou aquilo, era logo de canhão na mão a ameaçar que te dava um tiro no pé! Foda-se no pé é que não!!!
Eram bons velhos tempos que já lá vão, agora estamos todos velhos e na cadeia, mas um dia vamos voltar e AÍ É QUE VÃO SER ELAS!!! ALMADA VOLTARÁ A SER NOSSA!!!

quinta-feira, 13 de maio de 2004

Pausa para ouvir uma musiquita

Lávamos dentes cuteu fluido vaginal
Deixame chupar atua glândula urinária
Enchede expora essa boca ordinária
Exfrega-te nas minhas oreilhas
Vaimte no meu olho
Amandame côa paxaxa pus dentes
Deixame lamberte o molho
Fode cabra
Fode puta
Enfia as mãos na cona
e bate palmas
bate palmas
bate palmas
Atua pintelheira nojenta xega até umbigo
E eu mijute pa dentro do cu
Eu cago itu comes o cagalhão
Tu riste côa boca cheia de merda
E eu riume com pinteilhos nos dentes
Chupame os colhões!
Chupa-us até aos pulmões!
Fode cabra
Fode puta
Enfia as mãos na cona
e bate palmas
bate palmas
bate palmas

in: Pharmácia Ananáz
by: Comme Restus

quarta-feira, 12 de maio de 2004

Quando te conheci.

Nada fazia pensar que nos iríamos conhecer assim, mas foi provavelmente a forma mais linda.
Acho que não te lembras... estás com essa cara de duvida, é porque não te lembras! É normal, já lá vão 45 anos, mas eu lembro-me como se fosse agora mesmo.
Estávamos em Abril e, por mais estranho que te pareça, chovia muito. Naquela altura Abril era um mês em que chovia muito, agora em Abril, se chover, é porque o tempo está todo maluco, engraçado não é? Adiante. Nesse dia como chovia muito e porque não tinha carro, nem ninguém a quem pedir ajuda e, como não podia conduzir, chamei um táxi. O desgraçado do taxista demorou mais de 20 minutos para aparecer. Achas que naquela altura valia a pena reclamar com alguém acerca destas coisas? Tens mesmo memória de galinha... É claro que se fosse hoje, teria táxi à minha porta em menos de 5 minutos e à minha disposição para qualquer ponto do país e durante pelo menos 2 anos, mas isso agora não interessa. Na altura só queria mesmo era chegar bem rápido aonde queria ir e de táxi era a única escolha possível! Mal entrei no táxi, disse o local para onde queria ir e que tinha muita pressa! Sim, naquela altura podia-se falar com os motoristas, não era nojo nenhum, nem se quer perigoso! Demorei cerca de 45 minutos a chegar ao centro da cidade. Não fiques com esse ar de espanto, porque na altura tudo o que era meio de transporte privado andava pela Cidade! Há isso já te lembras! Pois pudera, habituadinho a que te fossem sempre levar a todo o lado... ah pois! Mas também isso não interessa para nada agora. Lá consegui chegar ao local. Entrei, estava com muitas dores, não sabia o que fazer, estava à nora! Assim que uma enfermeira me viu, pegou em mim e levou-me. Ah! É verdade, tinha-me esquecido de dizer, eu estava num hospital. Desculpa! Também não é preciso ficares assim... Mas que parvoíce a tua, não dá logo para ver que estava num hospital? Até parecer que não te lembras... Continuemos. Mal a enfermeira pegou em mim, perdi logo os sentidos! Quando acordei estava numa maca, de barriga para o cima. As dores eram ainda maiores e vinham em vagas, nem imaginas o alivio que era quando não as tinha. Não imaginas mesmo! Eu dava voltas e voltas, só dizia: tirem-me esta dor, tirem-me esta dor! Mas para além de mim havia cerca de 10 a 15 num mesmo estado que eu e gritavam mais que eu, por isso, deixei-me estar. Até que após uma hora ou mais, uma enfermeira veio ter comigo e sem dizer palavra, conduziu-me por entre os corredores do hospital. Eu só via a luzes do tecto a passar, por mais que implorasse, ela não me dizia nada, aliás, só dizia para ter calma que ia tudo correr bem, mas as malditas dores que vinham com uma cadência cada vez maior! Aí! Só de pensar até me arrepio! Por fim a maca parou dentro de um quarto, cheio de luz. Pegaram em mim e, com muito cuidado, colocaram-me numa cama, de barriga para cima, de pernas abertas, apoiadas numa espécie de bengalas e fiquei com elas mais elevadas que o resto do corpo. O que achas que estava a fazer, oh estúpido?! TARADO! É claro que estava a espera para te conhecer! E passados 20 minutos, mais ou menos, lá vieste tu, todo lampeiro, todo cagado de sangue e a plenos pulmões, gritas-te: BUUUUAAAAAAAAAAA!!! E eu disse: pronto ‘tou lixada! Foi certinho direitinho...

A Internet.

O local onde tudo se passa, se encontra, onde tudo pode ser real, ou não.
Quando procuramos algo na Internet julgamos que vamos encontrar o que procuramos, mas se pensarem bem, não somos nós que procuramos algo, é alguém que nos fornecer o que essa, ou essas pessoas querem que seja verdade. Por norma as coisas são de facto reais, pois podemos comprovar, mas há outras que deixam muito de pensar. Onde está a verdade da Internet? Será realmente verdadeiro o que nos aparece no monitor? Será que quando consultamos um artigo sobre algo que nunca tínhamos antes ouvido falar, ou ler, verdadeiro? Se não temos como comprovar, temos mais que acreditar. No entanto há certos factos que podem ser muito perigosos, podendo levar-nos ao ridículo que afirmar algo a alguém que não é verdade.
Esta posta é quase a constatação do obvio, mas pensem mais neste assunto... Nem tudo o que parece, é! Ainda para mais sem regras ou leis, concretas.
Por falar nisso, sabem qual é o próximo escândalo em Portugal? O MARL é um armazém de armas nucleares!!!
Pensem bem...

quinta-feira, 25 de março de 2004

A grande questão do ovo e da galinha.

Realmente não temos mais nada com que nos preocupar, pois não? Esta metáfora, sim isto para mim é uma metáfora, aplica-se directamente às guerras que hoje em dia acontecem por esse mundo fora. Quem atirou a primeira pedra? Quem atirou a primeira flecha? Quem atirou o primeiro tiro? Quem atirou o primeiro míssil? Acho que não se sabe, mas quem o fez por certo que teria uma muito boa razão! Ou então hoje em dia está muito arrependido... se calhar até foi por acaso. Já estou a imaginar...
Vai uma dia um Senhor pela estrada de terra, a caminha da sua aldeia, quando ao passar, dá uma pontapé numa pedra, pedra essa que caprichosamente bate na cabeça duma criança que estava à beira da estrada a colher flores com a sua mãe, matando a criança! O Senhor teve muito azar, mesmo muito! Pois ele pertencia a uma aldeia e a criança pertencia a outra, a da criança à muito que tentava ficar com as terras da outra, pois as terras do onde o Senhor vivia eram bem mais produtivas e a pessoas da aldeia da criança nunca tinha nada para comer... Já tinha havido conversas entre ambas as aldeias para partilharem terras, mas nada ficou decidido. Ora e resumindo, as duas aldeias já não davam muito bem, toleravam-se mas... Já para não falar que uns de uma aldeia achavam que chovia porque quando passavam por um certo sítio a uma certa hora, um número certo de vezes chovia e os da outra aldeia, diziam que quando faziam isso o vento soprava mais forte.
Este incidente do Senhor matar a criança foi mesmo a gota de água! Como será obvio referir, o Senhor foi imediatamente apedrejado e morto!
Como é? Quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha? Sabem que mais... foi por azar!

Mais umas soltas.

Se te engasgares, não te preocupes, deixa lá que há quem se engasgue com menos.

Quem quer que seja que me fez isto, irá pagar no tribunal! Ai vai vai! Venha quem vier! Não se admite! Uma ferradura de cavalo na grelha do carro?!?!?

Comprei umas calças na loja, não sei se me serviam, não as experimentei, mas tive que as devolver... a minha mãe não gostou delas!

No mar da tua inocência, viaja uma caravela, nela vai a minha consciência, não me obrigues a ir ao teu pito!

Se os caranguejos andam para trás, eu ando de lado!

É assim um misto de cheiro a maresia com ovos poderes, mas eu até gosto, pena é não se conseguir ver o Barreiro...

quarta-feira, 24 de março de 2004

Uma música: Na rua da minha tia

Foi na rua da minha tia
Foi na casa da minha tia
Que te vi
Que te conheci
Não sei se foi paixão
Ou se foi tesão
Só sei que te vi e que te conheci

Na rua da minha tia
Eu te via
Eu te mordia
Na casa da minha tia
Eu te comia

Nem sei com foi
Só sei o que foi
Foi quando te comi
Logo depois que te vi
E foi com paixão
E foi também tesão
Na casa da minha tia
Na rua da minha tia

Na rua da minha tia
Que eu te vi
Que eu te mordi
Na casa da minha tia
Que eu te comi

Mana... Maninha!!!

DVD a ver!

Aconselho vivamente a ver:
Bowling for Columbine

terça-feira, 23 de março de 2004

Uma pequena história... o Sr. X

Era um dia triste e cinzento de inverno, chovia bastante, fazia muito frio, estava daqueles dias de ficar em casa e deprimir, como se não bastasse era Domingo.
O Sr. X, o nosso personagem, homem com os seus 40 anos, com cerca de um metro e sessenta, de bigode, meio calvo, fisicamente deformado pelo abuso de noitadas e petiscos, resolve sair à rua. Despiu o pijama infecto e vestiu-se. Camisa verde aos quadrados, tipo camisa de pescador, calças de bombazina castanhas, com duas grandes nódoas, uma em cada perna, sapatos ténis, os quais não se conseguia saber qual a cor, mas deveriam ter sido claros e um casaco impermeável preto, grosso, comprido quase até aos pés, que pelo aspecto teria seido do seu tetravô. Saiu para a rua de jornal desportivo do dia anterior, de baixo do braço e chapéu de chuva da mão. Primeira paragem; café e bagaço. Quando finalmente bebeu o café e devorou o bagaço, dobrou o jornal, pagou e saiu. Na rua sem saber bem para onde haveria de ir, resolveu atravessar a rua, mas esqueceu-se que queria comprar tabaco e voltou para trás. Erro crasso! Quando já ia no meio da rua, voltou para trás, não seu conta que vinha um autocarro. O condutor não consegui evitar uma aparatosa travagem, mas no entanto em vão, o piso escorregadio como estava ainda adquiriu mais velocidade, colhendo o nosso personagem. O Sr. X voou cerca de vinte a trinta metros, indo parar em cima de um dos carros que estavam estacionados junto ao passeio. O condutor do autocarro, conseguiu imobilizar o autocarro. O homem estava estático, não mexia um músculo, nada! Um dos passageiros gritava-lhe que abrisse a porta mas o condutor não tinha reacção nenhuma. O mesmo passageiro, sabendo onde se abria a porta, resolveu abri-la por sua auto-recriação. Dirigiu-se para junto do Sr. X, mas o Sr. X estava perfeitamente inanimado. O passageiro em pânico gritava que chamassem uma ambulância. A Sra. do café, assim o fez. Passados poucos minutos, cerca de dez, chegou ao local. Nada puderam fazer, já estava morto. Rodeado de alguns transeuntes e outros tantos curiosos, ali ficou o Sr. X à espera do médico legista, que o viessem buscar.

Depois desta pequena história há uma pergunta, que poderá leva-lo a um cruzeiro ao Alasca, caso responda correctamente. E a pergunta é:
Quantas nódoas tinha o Sr. X nas calças?

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Boa sorte!!!

Estas coisas são mesmo assim...

Estas coisas são mesmo assim, quando menos se espera e vindo sabe-se lá de onde, aparecem-nos oportunidades que podem nos levar a cometer grandes loucuras, mas no entanto, se pensarmos realmente nisso, só temos uma coisa a fazer, não nos metermos! Assim sendo vale mesmo a pena dar importância a coisas que nos proponham quando realmente nem se quer vamos ter a coragem para decidir por essa mesma opção? Por exemplo...