Nisgto fo hjshte lop hdjuir bhdsyeg, boiuagert, o kjdjhutygh lo fqaretfre de oiutnhfdg, nuiftryuioço ão foiá.
Prítuíó hojuilos io hyuip gépoi friter re xatás e of hgarito, koit; koiútri viculim f zxascadas de nuncystri lipitrogrunti za fghtre, u betrkjoi dha jghurbado za e of ju tripo ay, ouo, ki, tre y gtruto. NADTRITUS!!! Setreb fritu, koitis ji o de gópoi? Xinca!!! Y unbro koiút dy koiútri ving viculim, dert u istbfre gh qas zaxa, lprgtro çofé jylgá kroiba.
Neste texto está uma mensagem muito importante que pode resolver três problemas que assolam desde há muito a nossa existência; como viajar mais rápido que a velocidade da luz, a razão da nossa existência e porque comprei eu ontem leite se já tinha em casa.
Digo desde já que foram necessários dois bebés de 4 anos para decifrar a primeira palavra, por isso, boa sorte!
PS: Eu sei o que lá está escrito!
sexta-feira, 4 de junho de 2004
quarta-feira, 26 de maio de 2004
rp
E... e... e... acho que já está bom... uff! Parpa a prpóxima escrpevo à mão!
Isto já é de mais! Não acho isto nada norpmal...
Eu já venho...
Ora cá está o problema! Era a cena que faz com que a cena faça a cena, que não estava a fazer a cena, mas agora já está! Olha que nunca pensei que estas coisas ainda possam acontecer nos dias de hoje, onde as coisas são influenciadas pelas cenas. Livra! Ainda bem que tenho aqui o coiso.
Isto já é de mais! Não acho isto nada norpmal...
Eu já venho...
Ora cá está o problema! Era a cena que faz com que a cena faça a cena, que não estava a fazer a cena, mas agora já está! Olha que nunca pensei que estas coisas ainda possam acontecer nos dias de hoje, onde as coisas são influenciadas pelas cenas. Livra! Ainda bem que tenho aqui o coiso.
EE
Vamos ver se é desta... ehehe já eenganeei mais um! Mas o quee foi agora? Não mee digas... não posso queereer! Deevee seer um vírus... EEU SÓ QUEERO UM EE , NÃO DOIS!!! Aí a meerda...
Coso de bonho.
No noite possodo fui à coso de bonho quotro vezes, nenhumo delos te vi lá! Oindo tens o loto de dizer que estás sempre o cominho do coso de bonho! DOSS!
PS: Vou processor o Microsoft! Que diobo têm eles contra os ós!?!?!? DOSS!
PS: Vou processor o Microsoft! Que diobo têm eles contra os ós!?!?!? DOSS!
sexta-feira, 14 de maio de 2004
À deriva na Margem Sul
Esta merda da sociedade está a dar comigo em doido, foda-se mais para as classes!!! VIVA A ANARQUIA!
A Ana? até a comia... agora Rquia? Essa grande mulher do teatro de Almada! À essa sim, pode-se dizer que era uma verdadeira actriz. Fodia tudo e todos, era nas escadas do miradouro, ou nas casas de banho dos bares de Almada velha, era lindo! Aquela boca fazia maravilhas, tanto podia interpretar uma peça, e com a sua voz linda, junta com a sua boca e parecia que não existia mais nada, só a boca, a boca, a boca, a boca.... até dava arrepios! Agora imaginem na casa de banho... No pito é que nada! NADA!!! Acho que não havia muitas assim, com tantas doenças quantos funcionários públicos numa repartição das finanças.
Já o seu eterno companheiro, raquítico, nojento, desprezável, mal cheiroso, mal vestido, com a mania que era actor, António, já não se podia dizer o mesmo... Havia alguém que dizia, dizia... que mamadas feitas por este menino, nem pensar nisso é bom! Mas depois que os skins lhe fizeram a folha, ficou muito melhor. Sem dentes é que eles se querem!
No grupo também havia um músico, ou mais? Já não sei... mas este eu tenho a certeza que era o mais maluco deles todos, sofria de paranóia, grave doença que afectava muitos jovens daquela altura. A paranóia deste chamava-se cola! Mas havia outras, havia uma que tinha a mania que não tomar banho era uma ritual americano. Isto na altura havia de tudo, agora? Xiii, é ainda pior! Há uns que tem a mania que sabem escrever, vê lá tu como isto anda...
Mas nem tudo eram rosas, os problemas começaram quando a bófia começou a fazer parte das brincadeiras. Aí as coisas piavam fininho! Ninguém queria dizer ao bófia para não fazer aquelas cenas. Não sei se estão a ver um bófia com o sardo de fora a mijar na fonte luminosa e a dizer que mais valia ali do que no meio da estrada! Não se podia dizer nada aquele tipo pá! Mal se dizia para não fazer isto ou aquilo, era logo de canhão na mão a ameaçar que te dava um tiro no pé! Foda-se no pé é que não!!!
Eram bons velhos tempos que já lá vão, agora estamos todos velhos e na cadeia, mas um dia vamos voltar e AÍ É QUE VÃO SER ELAS!!! ALMADA VOLTARÁ A SER NOSSA!!!
A Ana? até a comia... agora Rquia? Essa grande mulher do teatro de Almada! À essa sim, pode-se dizer que era uma verdadeira actriz. Fodia tudo e todos, era nas escadas do miradouro, ou nas casas de banho dos bares de Almada velha, era lindo! Aquela boca fazia maravilhas, tanto podia interpretar uma peça, e com a sua voz linda, junta com a sua boca e parecia que não existia mais nada, só a boca, a boca, a boca, a boca.... até dava arrepios! Agora imaginem na casa de banho... No pito é que nada! NADA!!! Acho que não havia muitas assim, com tantas doenças quantos funcionários públicos numa repartição das finanças.
Já o seu eterno companheiro, raquítico, nojento, desprezável, mal cheiroso, mal vestido, com a mania que era actor, António, já não se podia dizer o mesmo... Havia alguém que dizia, dizia... que mamadas feitas por este menino, nem pensar nisso é bom! Mas depois que os skins lhe fizeram a folha, ficou muito melhor. Sem dentes é que eles se querem!
No grupo também havia um músico, ou mais? Já não sei... mas este eu tenho a certeza que era o mais maluco deles todos, sofria de paranóia, grave doença que afectava muitos jovens daquela altura. A paranóia deste chamava-se cola! Mas havia outras, havia uma que tinha a mania que não tomar banho era uma ritual americano. Isto na altura havia de tudo, agora? Xiii, é ainda pior! Há uns que tem a mania que sabem escrever, vê lá tu como isto anda...
Mas nem tudo eram rosas, os problemas começaram quando a bófia começou a fazer parte das brincadeiras. Aí as coisas piavam fininho! Ninguém queria dizer ao bófia para não fazer aquelas cenas. Não sei se estão a ver um bófia com o sardo de fora a mijar na fonte luminosa e a dizer que mais valia ali do que no meio da estrada! Não se podia dizer nada aquele tipo pá! Mal se dizia para não fazer isto ou aquilo, era logo de canhão na mão a ameaçar que te dava um tiro no pé! Foda-se no pé é que não!!!
Eram bons velhos tempos que já lá vão, agora estamos todos velhos e na cadeia, mas um dia vamos voltar e AÍ É QUE VÃO SER ELAS!!! ALMADA VOLTARÁ A SER NOSSA!!!
quinta-feira, 13 de maio de 2004
Pausa para ouvir uma musiquita
Lávamos dentes cuteu fluido vaginal
Deixame chupar atua glândula urinária
Enchede expora essa boca ordinária
Exfrega-te nas minhas oreilhas
Vaimte no meu olho
Amandame côa paxaxa pus dentes
Deixame lamberte o molho
Fode cabra
Fode puta
Enfia as mãos na cona
e bate palmas
bate palmas
bate palmas
Atua pintelheira nojenta xega até umbigo
E eu mijute pa dentro do cu
Eu cago itu comes o cagalhão
Tu riste côa boca cheia de merda
E eu riume com pinteilhos nos dentes
Chupame os colhões!
Chupa-us até aos pulmões!
Fode cabra
Fode puta
Enfia as mãos na cona
e bate palmas
bate palmas
bate palmas
in: Pharmácia Ananáz
by: Comme Restus
Deixame chupar atua glândula urinária
Enchede expora essa boca ordinária
Exfrega-te nas minhas oreilhas
Vaimte no meu olho
Amandame côa paxaxa pus dentes
Deixame lamberte o molho
Fode cabra
Fode puta
Enfia as mãos na cona
e bate palmas
bate palmas
bate palmas
Atua pintelheira nojenta xega até umbigo
E eu mijute pa dentro do cu
Eu cago itu comes o cagalhão
Tu riste côa boca cheia de merda
E eu riume com pinteilhos nos dentes
Chupame os colhões!
Chupa-us até aos pulmões!
Fode cabra
Fode puta
Enfia as mãos na cona
e bate palmas
bate palmas
bate palmas
in: Pharmácia Ananáz
by: Comme Restus
quarta-feira, 12 de maio de 2004
Quando te conheci.
Nada fazia pensar que nos iríamos conhecer assim, mas foi provavelmente a forma mais linda.
Acho que não te lembras... estás com essa cara de duvida, é porque não te lembras! É normal, já lá vão 45 anos, mas eu lembro-me como se fosse agora mesmo.
Estávamos em Abril e, por mais estranho que te pareça, chovia muito. Naquela altura Abril era um mês em que chovia muito, agora em Abril, se chover, é porque o tempo está todo maluco, engraçado não é? Adiante. Nesse dia como chovia muito e porque não tinha carro, nem ninguém a quem pedir ajuda e, como não podia conduzir, chamei um táxi. O desgraçado do taxista demorou mais de 20 minutos para aparecer. Achas que naquela altura valia a pena reclamar com alguém acerca destas coisas? Tens mesmo memória de galinha... É claro que se fosse hoje, teria táxi à minha porta em menos de 5 minutos e à minha disposição para qualquer ponto do país e durante pelo menos 2 anos, mas isso agora não interessa. Na altura só queria mesmo era chegar bem rápido aonde queria ir e de táxi era a única escolha possível! Mal entrei no táxi, disse o local para onde queria ir e que tinha muita pressa! Sim, naquela altura podia-se falar com os motoristas, não era nojo nenhum, nem se quer perigoso! Demorei cerca de 45 minutos a chegar ao centro da cidade. Não fiques com esse ar de espanto, porque na altura tudo o que era meio de transporte privado andava pela Cidade! Há isso já te lembras! Pois pudera, habituadinho a que te fossem sempre levar a todo o lado... ah pois! Mas também isso não interessa para nada agora. Lá consegui chegar ao local. Entrei, estava com muitas dores, não sabia o que fazer, estava à nora! Assim que uma enfermeira me viu, pegou em mim e levou-me. Ah! É verdade, tinha-me esquecido de dizer, eu estava num hospital. Desculpa! Também não é preciso ficares assim... Mas que parvoíce a tua, não dá logo para ver que estava num hospital? Até parecer que não te lembras... Continuemos. Mal a enfermeira pegou em mim, perdi logo os sentidos! Quando acordei estava numa maca, de barriga para o cima. As dores eram ainda maiores e vinham em vagas, nem imaginas o alivio que era quando não as tinha. Não imaginas mesmo! Eu dava voltas e voltas, só dizia: tirem-me esta dor, tirem-me esta dor! Mas para além de mim havia cerca de 10 a 15 num mesmo estado que eu e gritavam mais que eu, por isso, deixei-me estar. Até que após uma hora ou mais, uma enfermeira veio ter comigo e sem dizer palavra, conduziu-me por entre os corredores do hospital. Eu só via a luzes do tecto a passar, por mais que implorasse, ela não me dizia nada, aliás, só dizia para ter calma que ia tudo correr bem, mas as malditas dores que vinham com uma cadência cada vez maior! Aí! Só de pensar até me arrepio! Por fim a maca parou dentro de um quarto, cheio de luz. Pegaram em mim e, com muito cuidado, colocaram-me numa cama, de barriga para cima, de pernas abertas, apoiadas numa espécie de bengalas e fiquei com elas mais elevadas que o resto do corpo. O que achas que estava a fazer, oh estúpido?! TARADO! É claro que estava a espera para te conhecer! E passados 20 minutos, mais ou menos, lá vieste tu, todo lampeiro, todo cagado de sangue e a plenos pulmões, gritas-te: BUUUUAAAAAAAAAAA!!! E eu disse: pronto ‘tou lixada! Foi certinho direitinho...
Acho que não te lembras... estás com essa cara de duvida, é porque não te lembras! É normal, já lá vão 45 anos, mas eu lembro-me como se fosse agora mesmo.
Estávamos em Abril e, por mais estranho que te pareça, chovia muito. Naquela altura Abril era um mês em que chovia muito, agora em Abril, se chover, é porque o tempo está todo maluco, engraçado não é? Adiante. Nesse dia como chovia muito e porque não tinha carro, nem ninguém a quem pedir ajuda e, como não podia conduzir, chamei um táxi. O desgraçado do taxista demorou mais de 20 minutos para aparecer. Achas que naquela altura valia a pena reclamar com alguém acerca destas coisas? Tens mesmo memória de galinha... É claro que se fosse hoje, teria táxi à minha porta em menos de 5 minutos e à minha disposição para qualquer ponto do país e durante pelo menos 2 anos, mas isso agora não interessa. Na altura só queria mesmo era chegar bem rápido aonde queria ir e de táxi era a única escolha possível! Mal entrei no táxi, disse o local para onde queria ir e que tinha muita pressa! Sim, naquela altura podia-se falar com os motoristas, não era nojo nenhum, nem se quer perigoso! Demorei cerca de 45 minutos a chegar ao centro da cidade. Não fiques com esse ar de espanto, porque na altura tudo o que era meio de transporte privado andava pela Cidade! Há isso já te lembras! Pois pudera, habituadinho a que te fossem sempre levar a todo o lado... ah pois! Mas também isso não interessa para nada agora. Lá consegui chegar ao local. Entrei, estava com muitas dores, não sabia o que fazer, estava à nora! Assim que uma enfermeira me viu, pegou em mim e levou-me. Ah! É verdade, tinha-me esquecido de dizer, eu estava num hospital. Desculpa! Também não é preciso ficares assim... Mas que parvoíce a tua, não dá logo para ver que estava num hospital? Até parecer que não te lembras... Continuemos. Mal a enfermeira pegou em mim, perdi logo os sentidos! Quando acordei estava numa maca, de barriga para o cima. As dores eram ainda maiores e vinham em vagas, nem imaginas o alivio que era quando não as tinha. Não imaginas mesmo! Eu dava voltas e voltas, só dizia: tirem-me esta dor, tirem-me esta dor! Mas para além de mim havia cerca de 10 a 15 num mesmo estado que eu e gritavam mais que eu, por isso, deixei-me estar. Até que após uma hora ou mais, uma enfermeira veio ter comigo e sem dizer palavra, conduziu-me por entre os corredores do hospital. Eu só via a luzes do tecto a passar, por mais que implorasse, ela não me dizia nada, aliás, só dizia para ter calma que ia tudo correr bem, mas as malditas dores que vinham com uma cadência cada vez maior! Aí! Só de pensar até me arrepio! Por fim a maca parou dentro de um quarto, cheio de luz. Pegaram em mim e, com muito cuidado, colocaram-me numa cama, de barriga para cima, de pernas abertas, apoiadas numa espécie de bengalas e fiquei com elas mais elevadas que o resto do corpo. O que achas que estava a fazer, oh estúpido?! TARADO! É claro que estava a espera para te conhecer! E passados 20 minutos, mais ou menos, lá vieste tu, todo lampeiro, todo cagado de sangue e a plenos pulmões, gritas-te: BUUUUAAAAAAAAAAA!!! E eu disse: pronto ‘tou lixada! Foi certinho direitinho...
A Internet.
O local onde tudo se passa, se encontra, onde tudo pode ser real, ou não.
Quando procuramos algo na Internet julgamos que vamos encontrar o que procuramos, mas se pensarem bem, não somos nós que procuramos algo, é alguém que nos fornecer o que essa, ou essas pessoas querem que seja verdade. Por norma as coisas são de facto reais, pois podemos comprovar, mas há outras que deixam muito de pensar. Onde está a verdade da Internet? Será realmente verdadeiro o que nos aparece no monitor? Será que quando consultamos um artigo sobre algo que nunca tínhamos antes ouvido falar, ou ler, verdadeiro? Se não temos como comprovar, temos mais que acreditar. No entanto há certos factos que podem ser muito perigosos, podendo levar-nos ao ridículo que afirmar algo a alguém que não é verdade.
Esta posta é quase a constatação do obvio, mas pensem mais neste assunto... Nem tudo o que parece, é! Ainda para mais sem regras ou leis, concretas.
Por falar nisso, sabem qual é o próximo escândalo em Portugal? O MARL é um armazém de armas nucleares!!!
Pensem bem...
Quando procuramos algo na Internet julgamos que vamos encontrar o que procuramos, mas se pensarem bem, não somos nós que procuramos algo, é alguém que nos fornecer o que essa, ou essas pessoas querem que seja verdade. Por norma as coisas são de facto reais, pois podemos comprovar, mas há outras que deixam muito de pensar. Onde está a verdade da Internet? Será realmente verdadeiro o que nos aparece no monitor? Será que quando consultamos um artigo sobre algo que nunca tínhamos antes ouvido falar, ou ler, verdadeiro? Se não temos como comprovar, temos mais que acreditar. No entanto há certos factos que podem ser muito perigosos, podendo levar-nos ao ridículo que afirmar algo a alguém que não é verdade.
Esta posta é quase a constatação do obvio, mas pensem mais neste assunto... Nem tudo o que parece, é! Ainda para mais sem regras ou leis, concretas.
Por falar nisso, sabem qual é o próximo escândalo em Portugal? O MARL é um armazém de armas nucleares!!!
Pensem bem...
quinta-feira, 25 de março de 2004
A grande questão do ovo e da galinha.
Realmente não temos mais nada com que nos preocupar, pois não? Esta metáfora, sim isto para mim é uma metáfora, aplica-se directamente às guerras que hoje em dia acontecem por esse mundo fora. Quem atirou a primeira pedra? Quem atirou a primeira flecha? Quem atirou o primeiro tiro? Quem atirou o primeiro míssil? Acho que não se sabe, mas quem o fez por certo que teria uma muito boa razão! Ou então hoje em dia está muito arrependido... se calhar até foi por acaso. Já estou a imaginar...
Vai uma dia um Senhor pela estrada de terra, a caminha da sua aldeia, quando ao passar, dá uma pontapé numa pedra, pedra essa que caprichosamente bate na cabeça duma criança que estava à beira da estrada a colher flores com a sua mãe, matando a criança! O Senhor teve muito azar, mesmo muito! Pois ele pertencia a uma aldeia e a criança pertencia a outra, a da criança à muito que tentava ficar com as terras da outra, pois as terras do onde o Senhor vivia eram bem mais produtivas e a pessoas da aldeia da criança nunca tinha nada para comer... Já tinha havido conversas entre ambas as aldeias para partilharem terras, mas nada ficou decidido. Ora e resumindo, as duas aldeias já não davam muito bem, toleravam-se mas... Já para não falar que uns de uma aldeia achavam que chovia porque quando passavam por um certo sítio a uma certa hora, um número certo de vezes chovia e os da outra aldeia, diziam que quando faziam isso o vento soprava mais forte.
Este incidente do Senhor matar a criança foi mesmo a gota de água! Como será obvio referir, o Senhor foi imediatamente apedrejado e morto!
Como é? Quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha? Sabem que mais... foi por azar!
Vai uma dia um Senhor pela estrada de terra, a caminha da sua aldeia, quando ao passar, dá uma pontapé numa pedra, pedra essa que caprichosamente bate na cabeça duma criança que estava à beira da estrada a colher flores com a sua mãe, matando a criança! O Senhor teve muito azar, mesmo muito! Pois ele pertencia a uma aldeia e a criança pertencia a outra, a da criança à muito que tentava ficar com as terras da outra, pois as terras do onde o Senhor vivia eram bem mais produtivas e a pessoas da aldeia da criança nunca tinha nada para comer... Já tinha havido conversas entre ambas as aldeias para partilharem terras, mas nada ficou decidido. Ora e resumindo, as duas aldeias já não davam muito bem, toleravam-se mas... Já para não falar que uns de uma aldeia achavam que chovia porque quando passavam por um certo sítio a uma certa hora, um número certo de vezes chovia e os da outra aldeia, diziam que quando faziam isso o vento soprava mais forte.
Este incidente do Senhor matar a criança foi mesmo a gota de água! Como será obvio referir, o Senhor foi imediatamente apedrejado e morto!
Como é? Quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha? Sabem que mais... foi por azar!
Mais umas soltas.
Se te engasgares, não te preocupes, deixa lá que há quem se engasgue com menos.
Quem quer que seja que me fez isto, irá pagar no tribunal! Ai vai vai! Venha quem vier! Não se admite! Uma ferradura de cavalo na grelha do carro?!?!?
Comprei umas calças na loja, não sei se me serviam, não as experimentei, mas tive que as devolver... a minha mãe não gostou delas!
No mar da tua inocência, viaja uma caravela, nela vai a minha consciência, não me obrigues a ir ao teu pito!
Se os caranguejos andam para trás, eu ando de lado!
É assim um misto de cheiro a maresia com ovos poderes, mas eu até gosto, pena é não se conseguir ver o Barreiro...
Quem quer que seja que me fez isto, irá pagar no tribunal! Ai vai vai! Venha quem vier! Não se admite! Uma ferradura de cavalo na grelha do carro?!?!?
Comprei umas calças na loja, não sei se me serviam, não as experimentei, mas tive que as devolver... a minha mãe não gostou delas!
No mar da tua inocência, viaja uma caravela, nela vai a minha consciência, não me obrigues a ir ao teu pito!
Se os caranguejos andam para trás, eu ando de lado!
É assim um misto de cheiro a maresia com ovos poderes, mas eu até gosto, pena é não se conseguir ver o Barreiro...
quarta-feira, 24 de março de 2004
Uma música: Na rua da minha tia
Foi na rua da minha tia
Foi na casa da minha tia
Que te vi
Que te conheci
Não sei se foi paixão
Ou se foi tesão
Só sei que te vi e que te conheci
Na rua da minha tia
Eu te via
Eu te mordia
Na casa da minha tia
Eu te comia
Nem sei com foi
Só sei o que foi
Foi quando te comi
Logo depois que te vi
E foi com paixão
E foi também tesão
Na casa da minha tia
Na rua da minha tia
Na rua da minha tia
Que eu te vi
Que eu te mordi
Na casa da minha tia
Que eu te comi
Mana... Maninha!!!
Foi na casa da minha tia
Que te vi
Que te conheci
Não sei se foi paixão
Ou se foi tesão
Só sei que te vi e que te conheci
Na rua da minha tia
Eu te via
Eu te mordia
Na casa da minha tia
Eu te comia
Nem sei com foi
Só sei o que foi
Foi quando te comi
Logo depois que te vi
E foi com paixão
E foi também tesão
Na casa da minha tia
Na rua da minha tia
Na rua da minha tia
Que eu te vi
Que eu te mordi
Na casa da minha tia
Que eu te comi
Mana... Maninha!!!
terça-feira, 23 de março de 2004
Uma pequena história... o Sr. X
Era um dia triste e cinzento de inverno, chovia bastante, fazia muito frio, estava daqueles dias de ficar em casa e deprimir, como se não bastasse era Domingo.
O Sr. X, o nosso personagem, homem com os seus 40 anos, com cerca de um metro e sessenta, de bigode, meio calvo, fisicamente deformado pelo abuso de noitadas e petiscos, resolve sair à rua. Despiu o pijama infecto e vestiu-se. Camisa verde aos quadrados, tipo camisa de pescador, calças de bombazina castanhas, com duas grandes nódoas, uma em cada perna, sapatos ténis, os quais não se conseguia saber qual a cor, mas deveriam ter sido claros e um casaco impermeável preto, grosso, comprido quase até aos pés, que pelo aspecto teria seido do seu tetravô. Saiu para a rua de jornal desportivo do dia anterior, de baixo do braço e chapéu de chuva da mão. Primeira paragem; café e bagaço. Quando finalmente bebeu o café e devorou o bagaço, dobrou o jornal, pagou e saiu. Na rua sem saber bem para onde haveria de ir, resolveu atravessar a rua, mas esqueceu-se que queria comprar tabaco e voltou para trás. Erro crasso! Quando já ia no meio da rua, voltou para trás, não seu conta que vinha um autocarro. O condutor não consegui evitar uma aparatosa travagem, mas no entanto em vão, o piso escorregadio como estava ainda adquiriu mais velocidade, colhendo o nosso personagem. O Sr. X voou cerca de vinte a trinta metros, indo parar em cima de um dos carros que estavam estacionados junto ao passeio. O condutor do autocarro, conseguiu imobilizar o autocarro. O homem estava estático, não mexia um músculo, nada! Um dos passageiros gritava-lhe que abrisse a porta mas o condutor não tinha reacção nenhuma. O mesmo passageiro, sabendo onde se abria a porta, resolveu abri-la por sua auto-recriação. Dirigiu-se para junto do Sr. X, mas o Sr. X estava perfeitamente inanimado. O passageiro em pânico gritava que chamassem uma ambulância. A Sra. do café, assim o fez. Passados poucos minutos, cerca de dez, chegou ao local. Nada puderam fazer, já estava morto. Rodeado de alguns transeuntes e outros tantos curiosos, ali ficou o Sr. X à espera do médico legista, que o viessem buscar.
Depois desta pequena história há uma pergunta, que poderá leva-lo a um cruzeiro ao Alasca, caso responda correctamente. E a pergunta é:
Quantas nódoas tinha o Sr. X nas calças?
Envie a sua resposta para:
maisvaleummaçodecigarrosnocafequeseratropeladoporumautocarro@portugal.pt
Boa sorte!!!
O Sr. X, o nosso personagem, homem com os seus 40 anos, com cerca de um metro e sessenta, de bigode, meio calvo, fisicamente deformado pelo abuso de noitadas e petiscos, resolve sair à rua. Despiu o pijama infecto e vestiu-se. Camisa verde aos quadrados, tipo camisa de pescador, calças de bombazina castanhas, com duas grandes nódoas, uma em cada perna, sapatos ténis, os quais não se conseguia saber qual a cor, mas deveriam ter sido claros e um casaco impermeável preto, grosso, comprido quase até aos pés, que pelo aspecto teria seido do seu tetravô. Saiu para a rua de jornal desportivo do dia anterior, de baixo do braço e chapéu de chuva da mão. Primeira paragem; café e bagaço. Quando finalmente bebeu o café e devorou o bagaço, dobrou o jornal, pagou e saiu. Na rua sem saber bem para onde haveria de ir, resolveu atravessar a rua, mas esqueceu-se que queria comprar tabaco e voltou para trás. Erro crasso! Quando já ia no meio da rua, voltou para trás, não seu conta que vinha um autocarro. O condutor não consegui evitar uma aparatosa travagem, mas no entanto em vão, o piso escorregadio como estava ainda adquiriu mais velocidade, colhendo o nosso personagem. O Sr. X voou cerca de vinte a trinta metros, indo parar em cima de um dos carros que estavam estacionados junto ao passeio. O condutor do autocarro, conseguiu imobilizar o autocarro. O homem estava estático, não mexia um músculo, nada! Um dos passageiros gritava-lhe que abrisse a porta mas o condutor não tinha reacção nenhuma. O mesmo passageiro, sabendo onde se abria a porta, resolveu abri-la por sua auto-recriação. Dirigiu-se para junto do Sr. X, mas o Sr. X estava perfeitamente inanimado. O passageiro em pânico gritava que chamassem uma ambulância. A Sra. do café, assim o fez. Passados poucos minutos, cerca de dez, chegou ao local. Nada puderam fazer, já estava morto. Rodeado de alguns transeuntes e outros tantos curiosos, ali ficou o Sr. X à espera do médico legista, que o viessem buscar.
Depois desta pequena história há uma pergunta, que poderá leva-lo a um cruzeiro ao Alasca, caso responda correctamente. E a pergunta é:
Quantas nódoas tinha o Sr. X nas calças?
Envie a sua resposta para:
maisvaleummaçodecigarrosnocafequeseratropeladoporumautocarro@portugal.pt
Boa sorte!!!
Estas coisas são mesmo assim...
Estas coisas são mesmo assim, quando menos se espera e vindo sabe-se lá de onde, aparecem-nos oportunidades que podem nos levar a cometer grandes loucuras, mas no entanto, se pensarmos realmente nisso, só temos uma coisa a fazer, não nos metermos! Assim sendo vale mesmo a pena dar importância a coisas que nos proponham quando realmente nem se quer vamos ter a coragem para decidir por essa mesma opção? Por exemplo...
terça-feira, 9 de março de 2004
Depois de um longo período de ausência aqui vai: As ofensas!
Vai para o caralho.
Vejamos, eu vou para o caralho porquê? Que sentido é que tem esta expressão? Vou para que caralho? Para o meu? Isso era óptimo! Queria dizer que o tinha bem grande! Agora se for para o de outro homem já não terá piada nenhuma, é claro que se for dirigido a um panasca, aí o caso muda de figura, mas assim já não será um insulto. Assim sendo penso que seria melhor, vai para o caralho do ... Ou então, é panasca? Então vai para a cona de ...
Se a ofensa for dirigida a uma mulher, homossexual ou se não gostar de fazer sexo oral, será um ofensa, mas para as que gostem , deixará de o ser!
Vai para a puta que te pariu.
Efectivamente é ofensivo, mas só pela parte de chamar puta a quem nos pariu. Também não iria suar muito bem ou dizer-se: Vai para a mãe que te pariu! Acho que realmente esta pode-se considerar uma das melhores ofensas, aliás já deu aso a expulsão de um membro num programa muito conhecido da nossa televisão.
Vai te foder!
O grande dilema! Penso que esta ofensa só se aplica a quem tenha o pénis grande, visto que a maior parte dos indivíduos não o têm o grande suficiente para se auto enrabar! No caso das mulheres, depende muito se gosta de fazer sexo com pénis ou não, para ser considerado ofensa. Para este caso seria mais apropriado: Vai foder com o sebento mais sebento que houver na terra! E isto aplicar-se-ia para todos os casos, sexos opostos e do mesmo sexo.
Paneleiro!
Ora bem, se esta ofensa for dirigida a um heterossexual, ele não vai gostar, mas se for um homossexual, já não tem sentido, assim sendo aplica-se a regra do Ir para o caralho.
Vai para a cona da tua mãe!
De facto foi por lá que a maioria das pessoas passaram quando nasceram, mas não terá sido referenciado como cona... Não deixa de ser estranho quando se profere esta ofensa, visto que seria incestuoso, mas daí a ser considerado ofensa há alguma diferença. Acho que devia ser: Vai para a cona da vaca!
Filho da puta!
Esta só se aplica a pessoas que de facto a sua mãe não o seja.
Cabrão!
Isto é o quê? Uma cabra grande, certo? Se em vez de cabrão, se se disser cabra grande, não é uma ofensa, pois não? Penso que a relação entre o cabrão e a ofensa será pela comparação com os cornos de um bode e não de uma cabra, logo devia-se dizer: Bodão!
Vai comer merda!
Ora aí está um bom insulto, mas apenas para os não escatófagos.
Vai para a merda!
É um insulto, mesmo para o escatófagos. Comer é uma coisa, ir para, é outra!
Entre outros insultos que agora não me acorrem ou tenho preguiça de pensar...
Fiquem bem e vamos todos comer um grande cagalhão com sangue! Huuummm, que belo petisco, hã?
Vejamos, eu vou para o caralho porquê? Que sentido é que tem esta expressão? Vou para que caralho? Para o meu? Isso era óptimo! Queria dizer que o tinha bem grande! Agora se for para o de outro homem já não terá piada nenhuma, é claro que se for dirigido a um panasca, aí o caso muda de figura, mas assim já não será um insulto. Assim sendo penso que seria melhor, vai para o caralho do ... Ou então, é panasca? Então vai para a cona de ...
Se a ofensa for dirigida a uma mulher, homossexual ou se não gostar de fazer sexo oral, será um ofensa, mas para as que gostem , deixará de o ser!
Vai para a puta que te pariu.
Efectivamente é ofensivo, mas só pela parte de chamar puta a quem nos pariu. Também não iria suar muito bem ou dizer-se: Vai para a mãe que te pariu! Acho que realmente esta pode-se considerar uma das melhores ofensas, aliás já deu aso a expulsão de um membro num programa muito conhecido da nossa televisão.
Vai te foder!
O grande dilema! Penso que esta ofensa só se aplica a quem tenha o pénis grande, visto que a maior parte dos indivíduos não o têm o grande suficiente para se auto enrabar! No caso das mulheres, depende muito se gosta de fazer sexo com pénis ou não, para ser considerado ofensa. Para este caso seria mais apropriado: Vai foder com o sebento mais sebento que houver na terra! E isto aplicar-se-ia para todos os casos, sexos opostos e do mesmo sexo.
Paneleiro!
Ora bem, se esta ofensa for dirigida a um heterossexual, ele não vai gostar, mas se for um homossexual, já não tem sentido, assim sendo aplica-se a regra do Ir para o caralho.
Vai para a cona da tua mãe!
De facto foi por lá que a maioria das pessoas passaram quando nasceram, mas não terá sido referenciado como cona... Não deixa de ser estranho quando se profere esta ofensa, visto que seria incestuoso, mas daí a ser considerado ofensa há alguma diferença. Acho que devia ser: Vai para a cona da vaca!
Filho da puta!
Esta só se aplica a pessoas que de facto a sua mãe não o seja.
Cabrão!
Isto é o quê? Uma cabra grande, certo? Se em vez de cabrão, se se disser cabra grande, não é uma ofensa, pois não? Penso que a relação entre o cabrão e a ofensa será pela comparação com os cornos de um bode e não de uma cabra, logo devia-se dizer: Bodão!
Vai comer merda!
Ora aí está um bom insulto, mas apenas para os não escatófagos.
Vai para a merda!
É um insulto, mesmo para o escatófagos. Comer é uma coisa, ir para, é outra!
Entre outros insultos que agora não me acorrem ou tenho preguiça de pensar...
Fiquem bem e vamos todos comer um grande cagalhão com sangue! Huuummm, que belo petisco, hã?
terça-feira, 10 de fevereiro de 2004
A borboleta
Numa manhã de primavera nasceu um borboleta, linda! Com cores que nunca tinha visto. Segui-a. O voar dela era errático, como que se não soubesse voar... mas ao mesmo tempo tão gracioso que apetecia voar com ela.
Fechei os olhos e imaginei como seria voar como ela voava. Senti-me tão leve, tão livre, tão em uníssono com tudo o que me envolvia, que por momentos pensei mesmo que estava a voar! Voar sem imaginar que era uma pessoa, a única procuração era sentir o cheiro do pólen e alimentar-me. Depois quando já estava satisfeito, parava e aproveitava o sol para me aquecer.
Quando abri os olhos estava no meio de um campo de lindas flores amarelas, mas nunca mais vi a bela borboleta de belas cores...
Fechei os olhos e imaginei como seria voar como ela voava. Senti-me tão leve, tão livre, tão em uníssono com tudo o que me envolvia, que por momentos pensei mesmo que estava a voar! Voar sem imaginar que era uma pessoa, a única procuração era sentir o cheiro do pólen e alimentar-me. Depois quando já estava satisfeito, parava e aproveitava o sol para me aquecer.
Quando abri os olhos estava no meio de um campo de lindas flores amarelas, mas nunca mais vi a bela borboleta de belas cores...
Vai um queca?
As minhas calças são de ganga e as tuas cuecas são de algodão, vamos os dois para o chão!
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A formiga mais perigosa do mundo, Myrmecia pyriformis!