O local onde tudo se passa, se encontra, onde tudo pode ser real, ou não.
Quando procuramos algo na Internet julgamos que vamos encontrar o que procuramos, mas se pensarem bem, não somos nós que procuramos algo, é alguém que nos fornecer o que essa, ou essas pessoas querem que seja verdade. Por norma as coisas são de facto reais, pois podemos comprovar, mas há outras que deixam muito de pensar. Onde está a verdade da Internet? Será realmente verdadeiro o que nos aparece no monitor? Será que quando consultamos um artigo sobre algo que nunca tínhamos antes ouvido falar, ou ler, verdadeiro? Se não temos como comprovar, temos mais que acreditar. No entanto há certos factos que podem ser muito perigosos, podendo levar-nos ao ridículo que afirmar algo a alguém que não é verdade.
Esta posta é quase a constatação do obvio, mas pensem mais neste assunto... Nem tudo o que parece, é! Ainda para mais sem regras ou leis, concretas.
Por falar nisso, sabem qual é o próximo escândalo em Portugal? O MARL é um armazém de armas nucleares!!!
Pensem bem...
quarta-feira, 12 de maio de 2004
quinta-feira, 25 de março de 2004
A grande questão do ovo e da galinha.
Realmente não temos mais nada com que nos preocupar, pois não? Esta metáfora, sim isto para mim é uma metáfora, aplica-se directamente às guerras que hoje em dia acontecem por esse mundo fora. Quem atirou a primeira pedra? Quem atirou a primeira flecha? Quem atirou o primeiro tiro? Quem atirou o primeiro míssil? Acho que não se sabe, mas quem o fez por certo que teria uma muito boa razão! Ou então hoje em dia está muito arrependido... se calhar até foi por acaso. Já estou a imaginar...
Vai uma dia um Senhor pela estrada de terra, a caminha da sua aldeia, quando ao passar, dá uma pontapé numa pedra, pedra essa que caprichosamente bate na cabeça duma criança que estava à beira da estrada a colher flores com a sua mãe, matando a criança! O Senhor teve muito azar, mesmo muito! Pois ele pertencia a uma aldeia e a criança pertencia a outra, a da criança à muito que tentava ficar com as terras da outra, pois as terras do onde o Senhor vivia eram bem mais produtivas e a pessoas da aldeia da criança nunca tinha nada para comer... Já tinha havido conversas entre ambas as aldeias para partilharem terras, mas nada ficou decidido. Ora e resumindo, as duas aldeias já não davam muito bem, toleravam-se mas... Já para não falar que uns de uma aldeia achavam que chovia porque quando passavam por um certo sítio a uma certa hora, um número certo de vezes chovia e os da outra aldeia, diziam que quando faziam isso o vento soprava mais forte.
Este incidente do Senhor matar a criança foi mesmo a gota de água! Como será obvio referir, o Senhor foi imediatamente apedrejado e morto!
Como é? Quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha? Sabem que mais... foi por azar!
Vai uma dia um Senhor pela estrada de terra, a caminha da sua aldeia, quando ao passar, dá uma pontapé numa pedra, pedra essa que caprichosamente bate na cabeça duma criança que estava à beira da estrada a colher flores com a sua mãe, matando a criança! O Senhor teve muito azar, mesmo muito! Pois ele pertencia a uma aldeia e a criança pertencia a outra, a da criança à muito que tentava ficar com as terras da outra, pois as terras do onde o Senhor vivia eram bem mais produtivas e a pessoas da aldeia da criança nunca tinha nada para comer... Já tinha havido conversas entre ambas as aldeias para partilharem terras, mas nada ficou decidido. Ora e resumindo, as duas aldeias já não davam muito bem, toleravam-se mas... Já para não falar que uns de uma aldeia achavam que chovia porque quando passavam por um certo sítio a uma certa hora, um número certo de vezes chovia e os da outra aldeia, diziam que quando faziam isso o vento soprava mais forte.
Este incidente do Senhor matar a criança foi mesmo a gota de água! Como será obvio referir, o Senhor foi imediatamente apedrejado e morto!
Como é? Quem nasceu primeiro o ovo ou a galinha? Sabem que mais... foi por azar!
Mais umas soltas.
Se te engasgares, não te preocupes, deixa lá que há quem se engasgue com menos.
Quem quer que seja que me fez isto, irá pagar no tribunal! Ai vai vai! Venha quem vier! Não se admite! Uma ferradura de cavalo na grelha do carro?!?!?
Comprei umas calças na loja, não sei se me serviam, não as experimentei, mas tive que as devolver... a minha mãe não gostou delas!
No mar da tua inocência, viaja uma caravela, nela vai a minha consciência, não me obrigues a ir ao teu pito!
Se os caranguejos andam para trás, eu ando de lado!
É assim um misto de cheiro a maresia com ovos poderes, mas eu até gosto, pena é não se conseguir ver o Barreiro...
Quem quer que seja que me fez isto, irá pagar no tribunal! Ai vai vai! Venha quem vier! Não se admite! Uma ferradura de cavalo na grelha do carro?!?!?
Comprei umas calças na loja, não sei se me serviam, não as experimentei, mas tive que as devolver... a minha mãe não gostou delas!
No mar da tua inocência, viaja uma caravela, nela vai a minha consciência, não me obrigues a ir ao teu pito!
Se os caranguejos andam para trás, eu ando de lado!
É assim um misto de cheiro a maresia com ovos poderes, mas eu até gosto, pena é não se conseguir ver o Barreiro...
quarta-feira, 24 de março de 2004
Uma música: Na rua da minha tia
Foi na rua da minha tia
Foi na casa da minha tia
Que te vi
Que te conheci
Não sei se foi paixão
Ou se foi tesão
Só sei que te vi e que te conheci
Na rua da minha tia
Eu te via
Eu te mordia
Na casa da minha tia
Eu te comia
Nem sei com foi
Só sei o que foi
Foi quando te comi
Logo depois que te vi
E foi com paixão
E foi também tesão
Na casa da minha tia
Na rua da minha tia
Na rua da minha tia
Que eu te vi
Que eu te mordi
Na casa da minha tia
Que eu te comi
Mana... Maninha!!!
Foi na casa da minha tia
Que te vi
Que te conheci
Não sei se foi paixão
Ou se foi tesão
Só sei que te vi e que te conheci
Na rua da minha tia
Eu te via
Eu te mordia
Na casa da minha tia
Eu te comia
Nem sei com foi
Só sei o que foi
Foi quando te comi
Logo depois que te vi
E foi com paixão
E foi também tesão
Na casa da minha tia
Na rua da minha tia
Na rua da minha tia
Que eu te vi
Que eu te mordi
Na casa da minha tia
Que eu te comi
Mana... Maninha!!!
terça-feira, 23 de março de 2004
Uma pequena história... o Sr. X
Era um dia triste e cinzento de inverno, chovia bastante, fazia muito frio, estava daqueles dias de ficar em casa e deprimir, como se não bastasse era Domingo.
O Sr. X, o nosso personagem, homem com os seus 40 anos, com cerca de um metro e sessenta, de bigode, meio calvo, fisicamente deformado pelo abuso de noitadas e petiscos, resolve sair à rua. Despiu o pijama infecto e vestiu-se. Camisa verde aos quadrados, tipo camisa de pescador, calças de bombazina castanhas, com duas grandes nódoas, uma em cada perna, sapatos ténis, os quais não se conseguia saber qual a cor, mas deveriam ter sido claros e um casaco impermeável preto, grosso, comprido quase até aos pés, que pelo aspecto teria seido do seu tetravô. Saiu para a rua de jornal desportivo do dia anterior, de baixo do braço e chapéu de chuva da mão. Primeira paragem; café e bagaço. Quando finalmente bebeu o café e devorou o bagaço, dobrou o jornal, pagou e saiu. Na rua sem saber bem para onde haveria de ir, resolveu atravessar a rua, mas esqueceu-se que queria comprar tabaco e voltou para trás. Erro crasso! Quando já ia no meio da rua, voltou para trás, não seu conta que vinha um autocarro. O condutor não consegui evitar uma aparatosa travagem, mas no entanto em vão, o piso escorregadio como estava ainda adquiriu mais velocidade, colhendo o nosso personagem. O Sr. X voou cerca de vinte a trinta metros, indo parar em cima de um dos carros que estavam estacionados junto ao passeio. O condutor do autocarro, conseguiu imobilizar o autocarro. O homem estava estático, não mexia um músculo, nada! Um dos passageiros gritava-lhe que abrisse a porta mas o condutor não tinha reacção nenhuma. O mesmo passageiro, sabendo onde se abria a porta, resolveu abri-la por sua auto-recriação. Dirigiu-se para junto do Sr. X, mas o Sr. X estava perfeitamente inanimado. O passageiro em pânico gritava que chamassem uma ambulância. A Sra. do café, assim o fez. Passados poucos minutos, cerca de dez, chegou ao local. Nada puderam fazer, já estava morto. Rodeado de alguns transeuntes e outros tantos curiosos, ali ficou o Sr. X à espera do médico legista, que o viessem buscar.
Depois desta pequena história há uma pergunta, que poderá leva-lo a um cruzeiro ao Alasca, caso responda correctamente. E a pergunta é:
Quantas nódoas tinha o Sr. X nas calças?
Envie a sua resposta para:
maisvaleummaçodecigarrosnocafequeseratropeladoporumautocarro@portugal.pt
Boa sorte!!!
O Sr. X, o nosso personagem, homem com os seus 40 anos, com cerca de um metro e sessenta, de bigode, meio calvo, fisicamente deformado pelo abuso de noitadas e petiscos, resolve sair à rua. Despiu o pijama infecto e vestiu-se. Camisa verde aos quadrados, tipo camisa de pescador, calças de bombazina castanhas, com duas grandes nódoas, uma em cada perna, sapatos ténis, os quais não se conseguia saber qual a cor, mas deveriam ter sido claros e um casaco impermeável preto, grosso, comprido quase até aos pés, que pelo aspecto teria seido do seu tetravô. Saiu para a rua de jornal desportivo do dia anterior, de baixo do braço e chapéu de chuva da mão. Primeira paragem; café e bagaço. Quando finalmente bebeu o café e devorou o bagaço, dobrou o jornal, pagou e saiu. Na rua sem saber bem para onde haveria de ir, resolveu atravessar a rua, mas esqueceu-se que queria comprar tabaco e voltou para trás. Erro crasso! Quando já ia no meio da rua, voltou para trás, não seu conta que vinha um autocarro. O condutor não consegui evitar uma aparatosa travagem, mas no entanto em vão, o piso escorregadio como estava ainda adquiriu mais velocidade, colhendo o nosso personagem. O Sr. X voou cerca de vinte a trinta metros, indo parar em cima de um dos carros que estavam estacionados junto ao passeio. O condutor do autocarro, conseguiu imobilizar o autocarro. O homem estava estático, não mexia um músculo, nada! Um dos passageiros gritava-lhe que abrisse a porta mas o condutor não tinha reacção nenhuma. O mesmo passageiro, sabendo onde se abria a porta, resolveu abri-la por sua auto-recriação. Dirigiu-se para junto do Sr. X, mas o Sr. X estava perfeitamente inanimado. O passageiro em pânico gritava que chamassem uma ambulância. A Sra. do café, assim o fez. Passados poucos minutos, cerca de dez, chegou ao local. Nada puderam fazer, já estava morto. Rodeado de alguns transeuntes e outros tantos curiosos, ali ficou o Sr. X à espera do médico legista, que o viessem buscar.
Depois desta pequena história há uma pergunta, que poderá leva-lo a um cruzeiro ao Alasca, caso responda correctamente. E a pergunta é:
Quantas nódoas tinha o Sr. X nas calças?
Envie a sua resposta para:
maisvaleummaçodecigarrosnocafequeseratropeladoporumautocarro@portugal.pt
Boa sorte!!!
Estas coisas são mesmo assim...
Estas coisas são mesmo assim, quando menos se espera e vindo sabe-se lá de onde, aparecem-nos oportunidades que podem nos levar a cometer grandes loucuras, mas no entanto, se pensarmos realmente nisso, só temos uma coisa a fazer, não nos metermos! Assim sendo vale mesmo a pena dar importância a coisas que nos proponham quando realmente nem se quer vamos ter a coragem para decidir por essa mesma opção? Por exemplo...
terça-feira, 9 de março de 2004
Depois de um longo período de ausência aqui vai: As ofensas!
Vai para o caralho.
Vejamos, eu vou para o caralho porquê? Que sentido é que tem esta expressão? Vou para que caralho? Para o meu? Isso era óptimo! Queria dizer que o tinha bem grande! Agora se for para o de outro homem já não terá piada nenhuma, é claro que se for dirigido a um panasca, aí o caso muda de figura, mas assim já não será um insulto. Assim sendo penso que seria melhor, vai para o caralho do ... Ou então, é panasca? Então vai para a cona de ...
Se a ofensa for dirigida a uma mulher, homossexual ou se não gostar de fazer sexo oral, será um ofensa, mas para as que gostem , deixará de o ser!
Vai para a puta que te pariu.
Efectivamente é ofensivo, mas só pela parte de chamar puta a quem nos pariu. Também não iria suar muito bem ou dizer-se: Vai para a mãe que te pariu! Acho que realmente esta pode-se considerar uma das melhores ofensas, aliás já deu aso a expulsão de um membro num programa muito conhecido da nossa televisão.
Vai te foder!
O grande dilema! Penso que esta ofensa só se aplica a quem tenha o pénis grande, visto que a maior parte dos indivíduos não o têm o grande suficiente para se auto enrabar! No caso das mulheres, depende muito se gosta de fazer sexo com pénis ou não, para ser considerado ofensa. Para este caso seria mais apropriado: Vai foder com o sebento mais sebento que houver na terra! E isto aplicar-se-ia para todos os casos, sexos opostos e do mesmo sexo.
Paneleiro!
Ora bem, se esta ofensa for dirigida a um heterossexual, ele não vai gostar, mas se for um homossexual, já não tem sentido, assim sendo aplica-se a regra do Ir para o caralho.
Vai para a cona da tua mãe!
De facto foi por lá que a maioria das pessoas passaram quando nasceram, mas não terá sido referenciado como cona... Não deixa de ser estranho quando se profere esta ofensa, visto que seria incestuoso, mas daí a ser considerado ofensa há alguma diferença. Acho que devia ser: Vai para a cona da vaca!
Filho da puta!
Esta só se aplica a pessoas que de facto a sua mãe não o seja.
Cabrão!
Isto é o quê? Uma cabra grande, certo? Se em vez de cabrão, se se disser cabra grande, não é uma ofensa, pois não? Penso que a relação entre o cabrão e a ofensa será pela comparação com os cornos de um bode e não de uma cabra, logo devia-se dizer: Bodão!
Vai comer merda!
Ora aí está um bom insulto, mas apenas para os não escatófagos.
Vai para a merda!
É um insulto, mesmo para o escatófagos. Comer é uma coisa, ir para, é outra!
Entre outros insultos que agora não me acorrem ou tenho preguiça de pensar...
Fiquem bem e vamos todos comer um grande cagalhão com sangue! Huuummm, que belo petisco, hã?
Vejamos, eu vou para o caralho porquê? Que sentido é que tem esta expressão? Vou para que caralho? Para o meu? Isso era óptimo! Queria dizer que o tinha bem grande! Agora se for para o de outro homem já não terá piada nenhuma, é claro que se for dirigido a um panasca, aí o caso muda de figura, mas assim já não será um insulto. Assim sendo penso que seria melhor, vai para o caralho do ... Ou então, é panasca? Então vai para a cona de ...
Se a ofensa for dirigida a uma mulher, homossexual ou se não gostar de fazer sexo oral, será um ofensa, mas para as que gostem , deixará de o ser!
Vai para a puta que te pariu.
Efectivamente é ofensivo, mas só pela parte de chamar puta a quem nos pariu. Também não iria suar muito bem ou dizer-se: Vai para a mãe que te pariu! Acho que realmente esta pode-se considerar uma das melhores ofensas, aliás já deu aso a expulsão de um membro num programa muito conhecido da nossa televisão.
Vai te foder!
O grande dilema! Penso que esta ofensa só se aplica a quem tenha o pénis grande, visto que a maior parte dos indivíduos não o têm o grande suficiente para se auto enrabar! No caso das mulheres, depende muito se gosta de fazer sexo com pénis ou não, para ser considerado ofensa. Para este caso seria mais apropriado: Vai foder com o sebento mais sebento que houver na terra! E isto aplicar-se-ia para todos os casos, sexos opostos e do mesmo sexo.
Paneleiro!
Ora bem, se esta ofensa for dirigida a um heterossexual, ele não vai gostar, mas se for um homossexual, já não tem sentido, assim sendo aplica-se a regra do Ir para o caralho.
Vai para a cona da tua mãe!
De facto foi por lá que a maioria das pessoas passaram quando nasceram, mas não terá sido referenciado como cona... Não deixa de ser estranho quando se profere esta ofensa, visto que seria incestuoso, mas daí a ser considerado ofensa há alguma diferença. Acho que devia ser: Vai para a cona da vaca!
Filho da puta!
Esta só se aplica a pessoas que de facto a sua mãe não o seja.
Cabrão!
Isto é o quê? Uma cabra grande, certo? Se em vez de cabrão, se se disser cabra grande, não é uma ofensa, pois não? Penso que a relação entre o cabrão e a ofensa será pela comparação com os cornos de um bode e não de uma cabra, logo devia-se dizer: Bodão!
Vai comer merda!
Ora aí está um bom insulto, mas apenas para os não escatófagos.
Vai para a merda!
É um insulto, mesmo para o escatófagos. Comer é uma coisa, ir para, é outra!
Entre outros insultos que agora não me acorrem ou tenho preguiça de pensar...
Fiquem bem e vamos todos comer um grande cagalhão com sangue! Huuummm, que belo petisco, hã?
terça-feira, 10 de fevereiro de 2004
A borboleta
Numa manhã de primavera nasceu um borboleta, linda! Com cores que nunca tinha visto. Segui-a. O voar dela era errático, como que se não soubesse voar... mas ao mesmo tempo tão gracioso que apetecia voar com ela.
Fechei os olhos e imaginei como seria voar como ela voava. Senti-me tão leve, tão livre, tão em uníssono com tudo o que me envolvia, que por momentos pensei mesmo que estava a voar! Voar sem imaginar que era uma pessoa, a única procuração era sentir o cheiro do pólen e alimentar-me. Depois quando já estava satisfeito, parava e aproveitava o sol para me aquecer.
Quando abri os olhos estava no meio de um campo de lindas flores amarelas, mas nunca mais vi a bela borboleta de belas cores...
Fechei os olhos e imaginei como seria voar como ela voava. Senti-me tão leve, tão livre, tão em uníssono com tudo o que me envolvia, que por momentos pensei mesmo que estava a voar! Voar sem imaginar que era uma pessoa, a única procuração era sentir o cheiro do pólen e alimentar-me. Depois quando já estava satisfeito, parava e aproveitava o sol para me aquecer.
Quando abri os olhos estava no meio de um campo de lindas flores amarelas, mas nunca mais vi a bela borboleta de belas cores...
Vai um queca?
As minhas calças são de ganga e as tuas cuecas são de algodão, vamos os dois para o chão!
A lareira
Um dia reparei em quanto o lume ardia na lareira... a madeira GRITA!!! É de vir as lágrimas aos olhos... os sons que vêm numa lareira são verdadeiramente horríveis, saídos de um filme de terror! Os estalos parecem ossos a partir, os silvos parecem gritos, o som grave das chamas que não se sabe de onde vem, a luz intensa que hipnotiza... eu sei lá! Hão-de reparar...
A questão das ervas
Disseram-me isto um dia: Tens ervas daninhas a crescer no teu quintal! Não me lembro quem disse, mas quem disse é parvo! Então e as outras? São baozinhas?
O universo
Na inesgotável razão do saber, todos nós sabemos que o universo é um bola de sabão que anda de mão em mão...
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2004
Para mim é indiferente...
Para mim é indiferente, é igual ao litro. Se alguém me perguntar qual a minha opinião, não sei qual será, mas por certo que a da outra pessoa é a mais válida. Para quê opinar, ter ideias, sugestões ou transformar? Mais vale concordar, do que ter novas ideias. Se me dizem que devo proceder daquela forma, direi que está tudo bem e farei como eles querem. Se aparecer uma bifurcação por certo que irei perguntar qual o melhor caminho a percorrer, se não aparecer ninguém, espero até aparecer... agora decidir? Nem pensar!
Diário de muita gente.
Diário de muita gente.
A minha felicidade é tanta...
A minha felicidade é tanta que é difícil exprimir por palavras. Estou eufórico, estou fora de mim, estou... estou... FELIZ!!! Cada vez que olho para outra pessoa apetece-me dar beijos, abraço-la, partilhar a minha felicidade com ela! Nem estou a acreditar... Agora já sei o que é ser feliz, ser feliz é isto que estou a sentir e é muito bom! MESMO MUITO BOM!!! Só estou bem a sorrir, alegre e contagiar as outras pessoas com a minha alegria. Bolas, como é bom ser feliz!
Diário de um anormal.
Diário de um anormal.
Nunca pude imaginar...
Nunca pude imaginar que pudesse chegar a este ponto... como é possível? Porquê? Eu que era contra esta forma de ser e de pensar, agora vejo-me envolvido numa teia de depressão e angustia! Cada vez que penso como era e como sou agora, dá-me vontade de arrancar pedaços de mim, de me destruir! Isto não é nada justo! Agora que a vida me corria tão bem é que fui deitar tudo a perder... Como foi isto possível??? Como não bastasse fiz tudo lúcido! NÃO!!! Eu não posso mais! Isto foi demais! Se ao menos alguma coisa tivesse corrido bem, mas não! NADA! Foi tão mau e ainda está a ser... Não há ninguém que me possa ajudar? Não, não há ninguém! NINGUÉM!!! NADA! É tudo culpa minha!!!
Diário de um político.
Diário de um político.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2004
E se...
E se os cães fossem tão grandes como os cavalos?
E se as pulgas falassem?
E se as mulheres tivessem as mamas nas costas?
E se só houvesse ruas de um só sentido?
E se as vacas em vez de darem leite dessem Sumol?
E se não houvesse música?
E se só houvesse Sol dia sim, dia não?
E se todos os homens tivessem o pénis do mesmo tamanho?
E se os bebés já nascessem com os pés do tamanho de adultos?
E se em vez de respirarmos ar respirássemos hidrogénio puro?
E se os humanos em vez de viverem em média 70 anos, passassem a viver 350 anos?
E se o órgão genital dos seres vivos fêmea fosse no local onde hoje é o estômago?
E se o órgão genital dos seres vivos machos fosse uma continuação do cóccix?
E se as ovelhas não dessem lã mas sim penas?
E se todos os pássaros tivessem tromba como os elefantes? No entanto voavam à mesma!
E se os planetas não girassem, mas andassem para cima e para baixo?
E se todos os seres vivos tivessem mais que 3 pares de olhos?
E se só se conhecesse duas dimensões?
E se o universo fosse triangular?
E se a palavra ou o conceito não não existisse?
E se eu acabasse com esta merda?
E se as pulgas falassem?
E se as mulheres tivessem as mamas nas costas?
E se só houvesse ruas de um só sentido?
E se as vacas em vez de darem leite dessem Sumol?
E se não houvesse música?
E se só houvesse Sol dia sim, dia não?
E se todos os homens tivessem o pénis do mesmo tamanho?
E se os bebés já nascessem com os pés do tamanho de adultos?
E se em vez de respirarmos ar respirássemos hidrogénio puro?
E se os humanos em vez de viverem em média 70 anos, passassem a viver 350 anos?
E se o órgão genital dos seres vivos fêmea fosse no local onde hoje é o estômago?
E se o órgão genital dos seres vivos machos fosse uma continuação do cóccix?
E se as ovelhas não dessem lã mas sim penas?
E se todos os pássaros tivessem tromba como os elefantes? No entanto voavam à mesma!
E se os planetas não girassem, mas andassem para cima e para baixo?
E se todos os seres vivos tivessem mais que 3 pares de olhos?
E se só se conhecesse duas dimensões?
E se o universo fosse triangular?
E se a palavra ou o conceito não não existisse?
E se eu acabasse com esta merda?
quarta-feira, 21 de janeiro de 2004
Esta não é da minha autoria, também não sei de quem é, mas já tem alguns anos!
“Numa época em que é necessários ser técnico e falar a linguagem do nosso tempo, a economia, a sociologia e a política, carecem de expressões adequadas para definir as situações altamente complexas que hoje se verificam a cada passo.
Ora a arte de falar tecnicamente bem, não é difícil.
Há um sistema fácil e pratico, que assenta nestas três colunas:
PROGRAMAÇÃO; FUNCIONALIDADE; SISTEMÁTICA
ESTRATÉGIA; OPERACIONAL; INTEGRADA
MOBILIDADE; DIMENSIONAL; EQUILIBRADA
PLANIFICAÇÃO; TRANSACCIONAL; TOTALIZADA
DINÂNICA; ESTRUTURAL; INSERIDA
FLEXIBILIDADE; GLOBAL; BALANCEADA
CREATIVIDADE; DIRECCIONAL; COORDENADA
INSTRUMENTABILIDADE; OPCIONAL; COMBINADA
RETROACÇÃO; FULCRAL; ESTABILIZADA
PROJECÇÃO; LOGÍSTICA; PARALELA
Para mostrar erudição moderna, basta formar uma frase com uma palavra de cada coluna. Este FINAL é assim: de uma mobilidade opcional inserida, como desde logo se compreende, mas nem por isso deixa de ser de projecção dimensional coordenada, ou, se preferir, de dinâmica funcional estabilizada.
Ninguém percebe o que assim se quer dizer, mas na linguagem moderna, certas expressões, não se destinam a ser entendidas por quem quer que seja, basta dize-las.
Outro exemplo:
Meus senhores, Minhas senhoras, meu povo,
Dado que neste momento em que estamos inseridos no actual contexto de uma programação funcional, sistemática e estabilizada, usando uma estratégia operacional integrada na mobilidade dimensional equilibrada, não podemos pois, sem uma planificação transaccional totalizada, aliada a uma dinâmica estrutural balanceada numa flexibilidade global, esquecer isso sim, a creatividade direccional coordenada, para que a instrumentabilidade opcional combinada, seja desta forma produtiva, tendo de imediato, uma retroacção fulcral logística e paralela.
Sigamos portanto, sem hesitar, a linha que aponta para uma melhor e espontânea vontade inquebrantável, cujo rumo jamais abdicaremos.”
...
Ora a arte de falar tecnicamente bem, não é difícil.
Há um sistema fácil e pratico, que assenta nestas três colunas:
PROGRAMAÇÃO; FUNCIONALIDADE; SISTEMÁTICA
ESTRATÉGIA; OPERACIONAL; INTEGRADA
MOBILIDADE; DIMENSIONAL; EQUILIBRADA
PLANIFICAÇÃO; TRANSACCIONAL; TOTALIZADA
DINÂNICA; ESTRUTURAL; INSERIDA
FLEXIBILIDADE; GLOBAL; BALANCEADA
CREATIVIDADE; DIRECCIONAL; COORDENADA
INSTRUMENTABILIDADE; OPCIONAL; COMBINADA
RETROACÇÃO; FULCRAL; ESTABILIZADA
PROJECÇÃO; LOGÍSTICA; PARALELA
Para mostrar erudição moderna, basta formar uma frase com uma palavra de cada coluna. Este FINAL é assim: de uma mobilidade opcional inserida, como desde logo se compreende, mas nem por isso deixa de ser de projecção dimensional coordenada, ou, se preferir, de dinâmica funcional estabilizada.
Ninguém percebe o que assim se quer dizer, mas na linguagem moderna, certas expressões, não se destinam a ser entendidas por quem quer que seja, basta dize-las.
Outro exemplo:
Meus senhores, Minhas senhoras, meu povo,
Dado que neste momento em que estamos inseridos no actual contexto de uma programação funcional, sistemática e estabilizada, usando uma estratégia operacional integrada na mobilidade dimensional equilibrada, não podemos pois, sem uma planificação transaccional totalizada, aliada a uma dinâmica estrutural balanceada numa flexibilidade global, esquecer isso sim, a creatividade direccional coordenada, para que a instrumentabilidade opcional combinada, seja desta forma produtiva, tendo de imediato, uma retroacção fulcral logística e paralela.
Sigamos portanto, sem hesitar, a linha que aponta para uma melhor e espontânea vontade inquebrantável, cujo rumo jamais abdicaremos.”
...
segunda-feira, 19 de janeiro de 2004
Esta é uma pequena história! E mais nada!!!
Na janela do meu quarto vive à 3 anos uma aranha. Nunca tive coragem de a matar, NUNCA! Ela todos os dias, aos primeiros raios de sol saía do seu esconderijo, verificava se estava tudo bem com a sua teia e apanhava as suas presas com uma perícia inigualável.
Quando chovia, as gotas grossas, faziam com que a sua teia fique parcialmente destruída. Nessas alturas saía menos.
Outro dia estava a observar a aranha a consertar, um trabalho digno de ser visto e reparei que o vidro da janela estava a ficar rachado. Tive que trocar o vidro.
E assim termina mais uma pequena história.
Quando chovia, as gotas grossas, faziam com que a sua teia fique parcialmente destruída. Nessas alturas saía menos.
Outro dia estava a observar a aranha a consertar, um trabalho digno de ser visto e reparei que o vidro da janela estava a ficar rachado. Tive que trocar o vidro.
E assim termina mais uma pequena história.
Esta é uma pequena história, que por ser tão pequena, acho que vale a pena contar.
No pinhal de Leiria vivia uma duende, Mascrar de seu nome. Era conhecido por todos os animais como sendo o mais simpático dos duendes do pinhal! Certo dia apareceu vindo do pinhal vizinho um outro duende, o qual ninguém conhecia. Por essa razão resolveu-se fazer uma reunião magna. Estavam lá todos os animais e duendes do pinhal, que não o vizinho. O tema da reunião era, como iriam expulsar o duende que era de outra raça.
E assim termina mais uma pequena história.
E assim termina mais uma pequena história.
Esta é uma pequena história, que por ser tão pequena...
Numa bela cidade vivia uma rapariga, era a mais bela rapariga da cidade. Por todos era cobiçada, homens, mulheres, crianças, todos!
Esta rapariga tinha uma irmã, não sabendo o que fazer com as mãos resolveu corta-las! Logo a irmã e por ser muito bela, emprestou-lhe as suas. No dia seguinte toda a gente deixou de cobiçar a rapariga mais bela da cidade.
E assim termina mais uma pequena história.
Esta rapariga tinha uma irmã, não sabendo o que fazer com as mãos resolveu corta-las! Logo a irmã e por ser muito bela, emprestou-lhe as suas. No dia seguinte toda a gente deixou de cobiçar a rapariga mais bela da cidade.
E assim termina mais uma pequena história.
Esta é uma pequena história, que por ser tão pequena vou contar JÁ!
Era uma vez um Sr. que tinha dois amigos. Um dos amigos pensou que todos eram amigos entre si, mas no entanto só o primeiro é que era amigo. O que gerou uma tremenda confusão. A partir desse dia o Sr. passou a não ter amigos, assim deixou de haver a confusão de um dos amigos ser amigo do mesmo.
E assim termina mais uma pequena história.
E assim termina mais uma pequena história.
Esta é uma pequena história, que por ser tão pequena vou contar de cócoras.
Era uma vez uma pequena formiga, que por ser tão pequena não foi vista!
E assim termina mais uma pequena história.
E assim termina mais uma pequena história.
sábado, 3 de janeiro de 2004
Bom ano?
Bom ano?
Acham mesmo?
Mas que raio é que nos vai acontecer?
Tudo aquilo que pensamos já está mais que pensado...
Tudo aquilo que já desejamos já é o que pensamos...
Tudo aqui que os outros querem já é aquilo que queremos....
Bom ano?!
‘Tá bem... desde que os nossos amigos que podem, nos deixem!
FA
Acham mesmo?
Mas que raio é que nos vai acontecer?
Tudo aquilo que pensamos já está mais que pensado...
Tudo aquilo que já desejamos já é o que pensamos...
Tudo aqui que os outros querem já é aquilo que queremos....
Bom ano?!
‘Tá bem... desde que os nossos amigos que podem, nos deixem!
FA
sábado, 20 de dezembro de 2003
Algumas considerações.
Quando sonho tenho sempre a sensação que consigo ver as pessoas todas do mundo! Às vezes até consigo falar com elas todas. E dizer-lhes:
Tem horas que me diga?
Quando vou cagar penso sempre que está alguém dentro da sanita, à espera...
Quando ando de autocarro, julgo sempre que há várias pessoas que julgam que me conhecem...
Quando vou jantar fora, nunca sei se hei-de pagar ou não...
Quando alguém se dirige a mim na rua, tenho sempre a tendência para as insultar.
Gostava que as imagens na televisão fossem ao contrário.
Não gosto de rebuçados.
Quem será a grande besta que inventou o vidro!
No Verão, de vez em quando gosto de andar de galochas, dá mais ênfase à forma das pernas.
Gosto de libelinhas.
A minha tia é casada com um general, que uma vez disse-me: Meu filho, quando fores pintar a tua casa, usa sempre luvas!
Faz-me impressão meias de lã!
Os dentes são um acessório imprescindível para as escovas de dentes, sem eles elas não eram nada!
BOA NOITE! Se conseguirem....
Tem horas que me diga?
Quando vou cagar penso sempre que está alguém dentro da sanita, à espera...
Quando ando de autocarro, julgo sempre que há várias pessoas que julgam que me conhecem...
Quando vou jantar fora, nunca sei se hei-de pagar ou não...
Quando alguém se dirige a mim na rua, tenho sempre a tendência para as insultar.
Gostava que as imagens na televisão fossem ao contrário.
Não gosto de rebuçados.
Quem será a grande besta que inventou o vidro!
No Verão, de vez em quando gosto de andar de galochas, dá mais ênfase à forma das pernas.
Gosto de libelinhas.
A minha tia é casada com um general, que uma vez disse-me: Meu filho, quando fores pintar a tua casa, usa sempre luvas!
Faz-me impressão meias de lã!
Os dentes são um acessório imprescindível para as escovas de dentes, sem eles elas não eram nada!
BOA NOITE! Se conseguirem....
domingo, 14 de dezembro de 2003
Mão Morta!
Já nos anos 80 estes nossos amigos, contavam:
...e o Saddam, Saddam, HUSSEIN!!!
Coitadinho do Saddam....
...e o Saddam, Saddam, HUSSEIN!!!
Coitadinho do Saddam....
Vamos lá pessoal!
Quando é que vamos por este país como deve ser?!?
Portugal necessita de nós!
Eu realmente só vejo é queixas e trabalhar que é bom, NADA! Que eu saiba não se fazem ovos sem omeletes (oopss...)! Se querem que isto vá para a frente temos todos que nos unir e ultrapassar esta má fase com esperança. De facto é complicado ficarmos sem saber bem o que dizer quando a Freira Leitada ataca, ou então quando vemos coisas que nos arrepiam, como dinheiro públicos ou fundos mal gastos, ou então quando cortam orçamentos IMPORTANTES PARA O CRESCIMENTO DESTE PAÍS!
No entanto há que ver as coisas com vista no futuro, não pensar o que já fomos, o que somos agora, vamos sim o que podemos vir a ser! E deixem-se de inventar a roda, as coisas já estão mais que pensadas, basta seguir um bom plano do que inventar novas formas de fazer as coisas, basta melhoras as que já estão inventadas. É uma perca tremenda de tempo e dinheiro!
PARA A FRENTE PORTUGAL!!!
Sejam positivos!
FA
Portugal necessita de nós!
Eu realmente só vejo é queixas e trabalhar que é bom, NADA! Que eu saiba não se fazem ovos sem omeletes (oopss...)! Se querem que isto vá para a frente temos todos que nos unir e ultrapassar esta má fase com esperança. De facto é complicado ficarmos sem saber bem o que dizer quando a Freira Leitada ataca, ou então quando vemos coisas que nos arrepiam, como dinheiro públicos ou fundos mal gastos, ou então quando cortam orçamentos IMPORTANTES PARA O CRESCIMENTO DESTE PAÍS!
No entanto há que ver as coisas com vista no futuro, não pensar o que já fomos, o que somos agora, vamos sim o que podemos vir a ser! E deixem-se de inventar a roda, as coisas já estão mais que pensadas, basta seguir um bom plano do que inventar novas formas de fazer as coisas, basta melhoras as que já estão inventadas. É uma perca tremenda de tempo e dinheiro!
PARA A FRENTE PORTUGAL!!!
Sejam positivos!
FA
sexta-feira, 12 de dezembro de 2003
Agora sim!
Vá, já podem comentar! Do que estão à espera!??! HHHHÃÃÃÃ?!?!?!? É preciso dizer mais alguma coisa?
Chiça!!!
Chiça!!!
quarta-feira, 10 de dezembro de 2003
Afinal como é?
Afinal como é? Sempre sabemos quem somos, de onde vimos e para onde vamos? É que se não sabemos, mais vale é irmos todos pr’o caralho e deixarmo-nos de merdas!
1º - Quem somos? Somos uma cambada de hipócritas, egoístas e egocêntricos! Ainda nos questionamos quem somos?! Essa é par rir! AHAHA! A resposta está na própria pergunta! Realmente sabemos quem somos, fingimos que não sabemos, é mais cómodo...
2º- De onde vimos? Quanto a mim, só não sei de onde vim, se estiver todo fudido com álcool! Eu sei sempre que vim de algum lado, foda-se! Quem é que não sabe? Agora se começarmos com tretas filosóficas, aí o caso muda de figura... Se eu não sei de onde vim, logo sou um pensador do caralho! Estes gajos não têm mesmo nada que fazer... pensar de onde se vem, antes de ter nascido... só estes gajos mesmo! Mas eu sei dar a volta e eles, à pois sei! Andam sempre à roda de suposições, pensamentos, rodeios, ideias, lógicas, entre outras coisas, para chegar à conclusão que donde vimos é do nada que é TUDO!!! Toma lá que já almoçaste!
3º - Se não sabemos para onde vamos, por que razão é que temos de nos procurar em comprar mapas das estradas? Ou então perguntar direcções de ruas ou estradas? Ou então a pergunta mais estúpida e anormal que eu conheço: Como isso vai? Se não conseguimos saber, porque razão é que queremos saber? HHHHÃÃÃAÃ?!??!
Por isso mesmos amigos, estas perguntas só têm sentido para aqueles que não as fazem, pois esse nada - que é tudo – quer saber o saber, os outros, como eu só não sabem porque não querem! E se julgam que estou errado, esperem até que Deus diga algo, porque aí e que vão ser elas! Vão-se preparando...
1º - Quem somos? Somos uma cambada de hipócritas, egoístas e egocêntricos! Ainda nos questionamos quem somos?! Essa é par rir! AHAHA! A resposta está na própria pergunta! Realmente sabemos quem somos, fingimos que não sabemos, é mais cómodo...
2º- De onde vimos? Quanto a mim, só não sei de onde vim, se estiver todo fudido com álcool! Eu sei sempre que vim de algum lado, foda-se! Quem é que não sabe? Agora se começarmos com tretas filosóficas, aí o caso muda de figura... Se eu não sei de onde vim, logo sou um pensador do caralho! Estes gajos não têm mesmo nada que fazer... pensar de onde se vem, antes de ter nascido... só estes gajos mesmo! Mas eu sei dar a volta e eles, à pois sei! Andam sempre à roda de suposições, pensamentos, rodeios, ideias, lógicas, entre outras coisas, para chegar à conclusão que donde vimos é do nada que é TUDO!!! Toma lá que já almoçaste!
3º - Se não sabemos para onde vamos, por que razão é que temos de nos procurar em comprar mapas das estradas? Ou então perguntar direcções de ruas ou estradas? Ou então a pergunta mais estúpida e anormal que eu conheço: Como isso vai? Se não conseguimos saber, porque razão é que queremos saber? HHHHÃÃÃAÃ?!??!
Por isso mesmos amigos, estas perguntas só têm sentido para aqueles que não as fazem, pois esse nada - que é tudo – quer saber o saber, os outros, como eu só não sabem porque não querem! E se julgam que estou errado, esperem até que Deus diga algo, porque aí e que vão ser elas! Vão-se preparando...
domingo, 7 de dezembro de 2003
A treta do ano 2000!
Afinal, o mundo acaba ou não?
Tanta merda com a passagem do ano 2000 e lá continuamos nós nesta indecisão, a pagar as contas e a levar com estes anormais todos!
Eu julgo que a profecia tem só um significado, DINHEIRO!
Se não vejamos:
Quando toda a gente julgou que um mundo ia acabar - eu sei que vocês pensaram nisso nem que tivesse sido uma vez - houve um monte de gente que correu à pressa para os Supermercados e Hipermercados na ânsia de açambarcar, esta ideia é perfeitamente estúpida! Se o mundo ia acabar, com é que alguém teria tempo de comer dois perus, de comer 4 bacalhaus, de beber 150 litros de leite e de comer 200 quilos de batata em breves segundos? Que seria o tempo entre a anuncio do fim do mundo até à sua real extinção. Também houve quem tivesse “turrado” dinheiro à toa pela simples razão de que não iriam necessitar dele. Já para não falar naqueles infelizes que se suicidaram! Ou então outros que se juntaram em locais para, pacientemente aguardarem a hora do GRANDE FIM! Estou mesmo a ver a cara destes: OOPSS, parece que não foi desta...
A quem interessa realmente esta situação?
A não ser que a profecia seja lida da seguinte forma: Não será no exacto ano de 2000 mas sim durante este milénio.
Eu sou da opinião que realmente deveríamos chamar a isto: O Grande Fim dos preços baixos!
Tenho a dizer outra coisa à cerca deste assunto: que raio estavam as pessoas a pensar que acontecia aos aparelhos com tecnológicas electrónica, na passagem do milénio?
Que os carros que têm gestão electrónica que de repente parassem?
Que o microondas deixa-se de funcionar?
Que os relógio lá de casa ficassem todos baralhados?
Que aviões deixassem de funcionar?
Acham?
Vocês acham que as coisas são feitas sem pensar neste tipo de situações? Na verdade houve algumas que não foram, mas essas foram previamente corrigidas e mais uma vez quem ganha com isto tudo?!?!
Preocupem-se com outras coisas meus amigos... por exemplo, com a chegada do novo Papa (espero que JPII dure muitos anos...)! Nunca pensaram nisto, pois não? À pois! Aí é que vão ver como elas cantam!
FA
Tanta merda com a passagem do ano 2000 e lá continuamos nós nesta indecisão, a pagar as contas e a levar com estes anormais todos!
Eu julgo que a profecia tem só um significado, DINHEIRO!
Se não vejamos:
Quando toda a gente julgou que um mundo ia acabar - eu sei que vocês pensaram nisso nem que tivesse sido uma vez - houve um monte de gente que correu à pressa para os Supermercados e Hipermercados na ânsia de açambarcar, esta ideia é perfeitamente estúpida! Se o mundo ia acabar, com é que alguém teria tempo de comer dois perus, de comer 4 bacalhaus, de beber 150 litros de leite e de comer 200 quilos de batata em breves segundos? Que seria o tempo entre a anuncio do fim do mundo até à sua real extinção. Também houve quem tivesse “turrado” dinheiro à toa pela simples razão de que não iriam necessitar dele. Já para não falar naqueles infelizes que se suicidaram! Ou então outros que se juntaram em locais para, pacientemente aguardarem a hora do GRANDE FIM! Estou mesmo a ver a cara destes: OOPSS, parece que não foi desta...
A quem interessa realmente esta situação?
A não ser que a profecia seja lida da seguinte forma: Não será no exacto ano de 2000 mas sim durante este milénio.
Eu sou da opinião que realmente deveríamos chamar a isto: O Grande Fim dos preços baixos!
Tenho a dizer outra coisa à cerca deste assunto: que raio estavam as pessoas a pensar que acontecia aos aparelhos com tecnológicas electrónica, na passagem do milénio?
Que os carros que têm gestão electrónica que de repente parassem?
Que o microondas deixa-se de funcionar?
Que os relógio lá de casa ficassem todos baralhados?
Que aviões deixassem de funcionar?
Acham?
Vocês acham que as coisas são feitas sem pensar neste tipo de situações? Na verdade houve algumas que não foram, mas essas foram previamente corrigidas e mais uma vez quem ganha com isto tudo?!?!
Preocupem-se com outras coisas meus amigos... por exemplo, com a chegada do novo Papa (espero que JPII dure muitos anos...)! Nunca pensaram nisto, pois não? À pois! Aí é que vão ver como elas cantam!
FA
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