terça-feira, 9 de março de 2004

Depois de um longo período de ausência aqui vai: As ofensas!

Vai para o caralho.
Vejamos, eu vou para o caralho porquê? Que sentido é que tem esta expressão? Vou para que caralho? Para o meu? Isso era óptimo! Queria dizer que o tinha bem grande! Agora se for para o de outro homem já não terá piada nenhuma, é claro que se for dirigido a um panasca, aí o caso muda de figura, mas assim já não será um insulto. Assim sendo penso que seria melhor, vai para o caralho do ... Ou então, é panasca? Então vai para a cona de ...
Se a ofensa for dirigida a uma mulher, homossexual ou se não gostar de fazer sexo oral, será um ofensa, mas para as que gostem , deixará de o ser!

Vai para a puta que te pariu.
Efectivamente é ofensivo, mas só pela parte de chamar puta a quem nos pariu. Também não iria suar muito bem ou dizer-se: Vai para a mãe que te pariu! Acho que realmente esta pode-se considerar uma das melhores ofensas, aliás já deu aso a expulsão de um membro num programa muito conhecido da nossa televisão.

Vai te foder!
O grande dilema! Penso que esta ofensa só se aplica a quem tenha o pénis grande, visto que a maior parte dos indivíduos não o têm o grande suficiente para se auto enrabar! No caso das mulheres, depende muito se gosta de fazer sexo com pénis ou não, para ser considerado ofensa. Para este caso seria mais apropriado: Vai foder com o sebento mais sebento que houver na terra! E isto aplicar-se-ia para todos os casos, sexos opostos e do mesmo sexo.

Paneleiro!
Ora bem, se esta ofensa for dirigida a um heterossexual, ele não vai gostar, mas se for um homossexual, já não tem sentido, assim sendo aplica-se a regra do Ir para o caralho.

Vai para a cona da tua mãe!
De facto foi por lá que a maioria das pessoas passaram quando nasceram, mas não terá sido referenciado como cona... Não deixa de ser estranho quando se profere esta ofensa, visto que seria incestuoso, mas daí a ser considerado ofensa há alguma diferença. Acho que devia ser: Vai para a cona da vaca!

Filho da puta!
Esta só se aplica a pessoas que de facto a sua mãe não o seja.

Cabrão!
Isto é o quê? Uma cabra grande, certo? Se em vez de cabrão, se se disser cabra grande, não é uma ofensa, pois não? Penso que a relação entre o cabrão e a ofensa será pela comparação com os cornos de um bode e não de uma cabra, logo devia-se dizer: Bodão!

Vai comer merda!
Ora aí está um bom insulto, mas apenas para os não escatófagos.

Vai para a merda!
É um insulto, mesmo para o escatófagos. Comer é uma coisa, ir para, é outra!

Entre outros insultos que agora não me acorrem ou tenho preguiça de pensar...

Fiquem bem e vamos todos comer um grande cagalhão com sangue! Huuummm, que belo petisco, hã?

terça-feira, 10 de fevereiro de 2004

A borboleta

Numa manhã de primavera nasceu um borboleta, linda! Com cores que nunca tinha visto. Segui-a. O voar dela era errático, como que se não soubesse voar... mas ao mesmo tempo tão gracioso que apetecia voar com ela.
Fechei os olhos e imaginei como seria voar como ela voava. Senti-me tão leve, tão livre, tão em uníssono com tudo o que me envolvia, que por momentos pensei mesmo que estava a voar! Voar sem imaginar que era uma pessoa, a única procuração era sentir o cheiro do pólen e alimentar-me. Depois quando já estava satisfeito, parava e aproveitava o sol para me aquecer.
Quando abri os olhos estava no meio de um campo de lindas flores amarelas, mas nunca mais vi a bela borboleta de belas cores...

The big apple

A cidade é grande, a cidade é aberta a cidade é uma merda!

Vai um queca?

As minhas calças são de ganga e as tuas cuecas são de algodão, vamos os dois para o chão!

Constatações

A magia é a ilusão dos estúpidos.

A lareira

Um dia reparei em quanto o lume ardia na lareira... a madeira GRITA!!! É de vir as lágrimas aos olhos... os sons que vêm numa lareira são verdadeiramente horríveis, saídos de um filme de terror! Os estalos parecem ossos a partir, os silvos parecem gritos, o som grave das chamas que não se sabe de onde vem, a luz intensa que hipnotiza... eu sei lá! Hão-de reparar...

A questão das ervas

Disseram-me isto um dia: Tens ervas daninhas a crescer no teu quintal! Não me lembro quem disse, mas quem disse é parvo! Então e as outras? São baozinhas?

O universo

Na inesgotável razão do saber, todos nós sabemos que o universo é um bola de sabão que anda de mão em mão...

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2004

Para mim é indiferente...

Para mim é indiferente, é igual ao litro. Se alguém me perguntar qual a minha opinião, não sei qual será, mas por certo que a da outra pessoa é a mais válida. Para quê opinar, ter ideias, sugestões ou transformar? Mais vale concordar, do que ter novas ideias. Se me dizem que devo proceder daquela forma, direi que está tudo bem e farei como eles querem. Se aparecer uma bifurcação por certo que irei perguntar qual o melhor caminho a percorrer, se não aparecer ninguém, espero até aparecer... agora decidir? Nem pensar!

Diário de muita gente.

A minha felicidade é tanta...

A minha felicidade é tanta que é difícil exprimir por palavras. Estou eufórico, estou fora de mim, estou... estou... FELIZ!!! Cada vez que olho para outra pessoa apetece-me dar beijos, abraço-la, partilhar a minha felicidade com ela! Nem estou a acreditar... Agora já sei o que é ser feliz, ser feliz é isto que estou a sentir e é muito bom! MESMO MUITO BOM!!! Só estou bem a sorrir, alegre e contagiar as outras pessoas com a minha alegria. Bolas, como é bom ser feliz!

Diário de um anormal.

Nunca pude imaginar...

Nunca pude imaginar que pudesse chegar a este ponto... como é possível? Porquê? Eu que era contra esta forma de ser e de pensar, agora vejo-me envolvido numa teia de depressão e angustia! Cada vez que penso como era e como sou agora, dá-me vontade de arrancar pedaços de mim, de me destruir! Isto não é nada justo! Agora que a vida me corria tão bem é que fui deitar tudo a perder... Como foi isto possível??? Como não bastasse fiz tudo lúcido! NÃO!!! Eu não posso mais! Isto foi demais! Se ao menos alguma coisa tivesse corrido bem, mas não! NADA! Foi tão mau e ainda está a ser... Não há ninguém que me possa ajudar? Não, não há ninguém! NINGUÉM!!! NADA! É tudo culpa minha!!!

Diário de um político.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2004

E se...

E se os cães fossem tão grandes como os cavalos?

E se as pulgas falassem?

E se as mulheres tivessem as mamas nas costas?

E se só houvesse ruas de um só sentido?

E se as vacas em vez de darem leite dessem Sumol?

E se não houvesse música?

E se só houvesse Sol dia sim, dia não?

E se todos os homens tivessem o pénis do mesmo tamanho?

E se os bebés já nascessem com os pés do tamanho de adultos?

E se em vez de respirarmos ar respirássemos hidrogénio puro?

E se os humanos em vez de viverem em média 70 anos, passassem a viver 350 anos?

E se o órgão genital dos seres vivos fêmea fosse no local onde hoje é o estômago?

E se o órgão genital dos seres vivos machos fosse uma continuação do cóccix?

E se as ovelhas não dessem lã mas sim penas?

E se todos os pássaros tivessem tromba como os elefantes? No entanto voavam à mesma!

E se os planetas não girassem, mas andassem para cima e para baixo?

E se todos os seres vivos tivessem mais que 3 pares de olhos?

E se só se conhecesse duas dimensões?

E se o universo fosse triangular?

E se a palavra ou o conceito não não existisse?

E se eu acabasse com esta merda?

quarta-feira, 21 de janeiro de 2004

Esta não é da minha autoria, também não sei de quem é, mas já tem alguns anos!

“Numa época em que é necessários ser técnico e falar a linguagem do nosso tempo, a economia, a sociologia e a política, carecem de expressões adequadas para definir as situações altamente complexas que hoje se verificam a cada passo.

Ora a arte de falar tecnicamente bem, não é difícil.
Há um sistema fácil e pratico, que assenta nestas três colunas:

PROGRAMAÇÃO; FUNCIONALIDADE; SISTEMÁTICA
ESTRATÉGIA; OPERACIONAL; INTEGRADA
MOBILIDADE; DIMENSIONAL; EQUILIBRADA
PLANIFICAÇÃO; TRANSACCIONAL; TOTALIZADA
DINÂNICA; ESTRUTURAL; INSERIDA
FLEXIBILIDADE; GLOBAL; BALANCEADA
CREATIVIDADE; DIRECCIONAL; COORDENADA
INSTRUMENTABILIDADE; OPCIONAL; COMBINADA
RETROACÇÃO; FULCRAL; ESTABILIZADA
PROJECÇÃO; LOGÍSTICA; PARALELA

Para mostrar erudição moderna, basta formar uma frase com uma palavra de cada coluna. Este FINAL é assim: de uma mobilidade opcional inserida, como desde logo se compreende, mas nem por isso deixa de ser de projecção dimensional coordenada, ou, se preferir, de dinâmica funcional estabilizada.
Ninguém percebe o que assim se quer dizer, mas na linguagem moderna, certas expressões, não se destinam a ser entendidas por quem quer que seja, basta dize-las.

Outro exemplo:
Meus senhores, Minhas senhoras, meu povo,
Dado que neste momento em que estamos inseridos no actual contexto de uma programação funcional, sistemática e estabilizada, usando uma estratégia operacional integrada na mobilidade dimensional equilibrada, não podemos pois, sem uma planificação transaccional totalizada, aliada a uma dinâmica estrutural balanceada numa flexibilidade global, esquecer isso sim, a creatividade direccional coordenada, para que a instrumentabilidade opcional combinada, seja desta forma produtiva, tendo de imediato, uma retroacção fulcral logística e paralela.
Sigamos portanto, sem hesitar, a linha que aponta para uma melhor e espontânea vontade inquebrantável, cujo rumo jamais abdicaremos.”

...

segunda-feira, 19 de janeiro de 2004

Lembram-se da história que era uma pequena história, que por ser tão pequena não ia contar JÁ! Pois agora também não posso contar.

Esta é uma pequena história! E mais nada!!!

Na janela do meu quarto vive à 3 anos uma aranha. Nunca tive coragem de a matar, NUNCA! Ela todos os dias, aos primeiros raios de sol saía do seu esconderijo, verificava se estava tudo bem com a sua teia e apanhava as suas presas com uma perícia inigualável.
Quando chovia, as gotas grossas, faziam com que a sua teia fique parcialmente destruída. Nessas alturas saía menos.
Outro dia estava a observar a aranha a consertar, um trabalho digno de ser visto e reparei que o vidro da janela estava a ficar rachado. Tive que trocar o vidro.


E assim termina mais uma pequena história.

Esta é uma pequena história, que por ser tão pequena, acho que vale a pena contar.

No pinhal de Leiria vivia uma duende, Mascrar de seu nome. Era conhecido por todos os animais como sendo o mais simpático dos duendes do pinhal! Certo dia apareceu vindo do pinhal vizinho um outro duende, o qual ninguém conhecia. Por essa razão resolveu-se fazer uma reunião magna. Estavam lá todos os animais e duendes do pinhal, que não o vizinho. O tema da reunião era, como iriam expulsar o duende que era de outra raça.


E assim termina mais uma pequena história.

Esta é uma pequena história, que por ser tão pequena...

Numa bela cidade vivia uma rapariga, era a mais bela rapariga da cidade. Por todos era cobiçada, homens, mulheres, crianças, todos!
Esta rapariga tinha uma irmã, não sabendo o que fazer com as mãos resolveu corta-las! Logo a irmã e por ser muito bela, emprestou-lhe as suas. No dia seguinte toda a gente deixou de cobiçar a rapariga mais bela da cidade.


E assim termina mais uma pequena história.

Esta é uma pequena história, que por ser tão pequena não vou contar JÁ!

Esta é uma pequena história, que por ser tão pequena vou contar JÁ!

Era uma vez um Sr. que tinha dois amigos. Um dos amigos pensou que todos eram amigos entre si, mas no entanto só o primeiro é que era amigo. O que gerou uma tremenda confusão. A partir desse dia o Sr. passou a não ter amigos, assim deixou de haver a confusão de um dos amigos ser amigo do mesmo.


E assim termina mais uma pequena história.

Esta é uma pequena história, que por ser tão pequena vou contar de cócoras.

Era uma vez uma pequena formiga, que por ser tão pequena não foi vista!

E assim termina mais uma pequena história.