sexta-feira, 31 de março de 2006

Alta traição

“Fodia-te a torto e a direito, metia-te o caralho por essa cona a cima e vinha-me, duas, três vezes, as vezes que conseguisse! Que boa és, puta do caralho! Que mamas de puta, que trancas, que alarvidade de mulher, que boa! Essa boca prefeita para a mamada do século, esse olhos lindos para levar com litros e litros de esporra! Por esse cú entrava o meu caralho, nu, despido, cheio de largas veias, cheias de sangue, quente! Essas mãos de fada que me batem punhetas, em voltas roscadas, com leves toques dessa tua língua, húmida. Ai mas essa boca, que faz maravilhas, quente, essa cona cheia de nhanha, quente como um vulcão, sinto-a agora, a contorcer-se em volta do meu caralho! AI QUE TESÃO!”

Excerto da carta de alta traição, que denuncia todas as posições das tropas de estado, enviada ao chefe das tropas invasoras, elaborada por um louco. O código é de tal forma tão bem elaborado, que foi necessário vir um japonês, radicado no Arzebaijão por dois dias, para descodificar o texto de 5437 páginas, que continha todas as posições das tropas no dia 21 de Março. O pior foi quando as tropas do estado mudaram de sítio, sabendo da existência deste pequeno documento. A dita pessoa elaborou um outro pequeno documento:
O qual fica aqui um trecho: Google Earth

Este Verão.

Entre o que queria e o que tu me dás, não vai muita diferença. Só o sabor é diferente. O sabor do sangue, quando mordo a minha língua, saboreio o sangue e o teu da tua, quando te entalas no aparelho. O meu metálico, o teu ácido, os dois juntos formam uma amalgama de sabores, místicos e espessos, que viciam, que não podemos passar sem degustar, sem apreciar toda a amplitude do sabor.
O beijo, sangrento, longo, meigo, cheio de desejo, de amor, algum rancor, algum ódio e sem nenhum pudor, perlonga-se durante segundos, minutos, horas, dias, semanas, sem parar, sem descanso, com dores horríveis nos maxilares, de não puder mais e continuar, sem parar, sempre mais, já o sangue quase não jorra, os olhos colados, o lábios roxos, as pontas dos dedos em carne viva de tanto nos acariciarmos. Mesmo assim, acho que é pouco tempo.

(Não, está tudo bem...)

quinta-feira, 30 de março de 2006

Com B de frigorifico

Sendo sedo, seria sempre sábio saber se o sabão no sapo servia o saco, ou se se sabia ser severo sem saborear o Setembro soalheiro, ou sem sol, sendo o sabor salpicado, ou sôfrego, do salmonete salgado e simpático. Sofre de simpatiza se souber ser sorridente, sorrir sem saber ser sovina, o sapateiro siderado, sempre soube sentar o sapato de sola, na sarjeta suja, ou limpa.

quarta-feira, 29 de março de 2006

29 de Março

Faz hoje um ano.

terça-feira, 28 de março de 2006

'ta na hora!

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- Já chega, acabou-se! Só se me aparecer à frente!
Foram estas as palavras, logo quebradas por:
- Foda-se, que é mesmo bonita!...

Aconteceu ontem...

07 - Hand In Glove

Hand in glove
The sun shines out of our behinds
No, it's not like any other love
This one is different - because it's us

Hand in glove
We can go wherever we please
And everything depends upon
How near you stand to me

And if the people stare
Then the people stare
Oh, I really don't know and I really don't care

Kiss My Shades

Hand in glove
The Good People laugh
Yes, we may be hidden by rags
But we've something they'll never have

Hand in glove
The sun shines out of our behinds
Yes, we may be hidden by rags
But we've something they'll never have

And if the people stare
Then the people stare
Oh, I really don't know and I really don't care

Kiss My Shades ... oh ...

So, hand in glove I stake my claim
I'll fight to the last breath

If they dare touch a hair on your head
I'll fight to the last breath

For the Good Life is out there somewhere
So stay on my arm, you little charmer

But I know my luck too well
Yes, I know my luck too well
And I'll probably never see you again
I'll probably never see you again
I'll probably never see you again
Oh ...

Vês

Vês?! Não podias ser tu, tu eras o que eu sempre pensei que tu fosses, não podias vir a ser algo que eu não conseguia imaginar.

Encontrei-te na cama, era cedo, muito cedo, a luz do dia mal penetrava por entre as portadas de madeira, altas, brancas, os cortinados, também brancos, finos, transparentes, ondulavam com a leve brisa de Primavera. A janela entreaberta, o suficiente, deixava passar o som dos pássaros que rejubilam com o novo dia, o chilrear invadia o quarto, parecendo que vinha de todas as direcções, preenchia-o, cada silvo, cada pio, cada canto, embalava a tua silhueta, coberta pelas lençóis finos de Verão.
Vendo-te assim, penso o que fiz para te merecer?
Vendo-te assim, penso que posso morrer.
Tudo o que algum dia pensei, senti, ouvi, olhei, reflicto e concluo-o se valeu a pena, se tudo o que vivi era mesmo para acontecer? Não seria algo que não era meu? O sonho de alguém muito pervertido, que me queria mal? Pois eu sei, tenho a certeza, que tu, isto, agora, este momento, esta sensação, não pode ser minha, é demasiado boa, demasiado hipnótica, muito fora do controlo, muito sensorial. Ai! Só me apetece morrer!
A lágrima, essa, escorre pela minha face, a alegria, entristece a minha vontade de viver, a tua beleza, torna a natureza lá fora, muito feia. Tu, ai, e eu? Porque me vou embora? Porque cheguei tarde? Porque não posso ficar? Porque não fico? O que me fez ficar, ou aqui chegar? O que me faz não ficar?
A força que tens indica que não podes ficar muito tempo, que não irás puder receber o que tenho para te dar, que não chegarás a saber porque te chamei. A forma diz muito das pessoas, e, a tua, é horrivelmente translúcida, transparente, como se não existisses. E, assim, como aqui cheguei e tu aqui estavas, eu me vou e não sabendo bem o que irei fazer, sei que não voltarei.
Ter-te, foi demais.

Passados dois minutos:
Olha, por acaso não tens 5€ para a gasolina, pois não...?

quarta-feira, 22 de março de 2006

Estado de espirito

05 - How Soon is Now

I am the son
And the heir
Of a shyness that is criminally vulgar
I am the son and heir
Of nothing in particular

You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am Human and I need to be loved
Just like everybody else does

I am the son
And the heir
Of a shyness that is criminally vulgar
I am the son and heir
Oh, of nothing in particular

You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am Human and I need to be loved
Just like everybody else does

There's a club, if you'd like to go
You could meet somebody who really loves you
So you go, and you stand on your own
And you leave on your own
And you go home, and you cry
And you want to die

When you say it's gonna happen "now"
Well, when exactly do you mean ?
See I've already waited too long
And all my hope is gone

You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am Human and I need to be loved
Just like everybody else does

segunda-feira, 20 de março de 2006

Ingénuo?

Até há bem pouco tempo julgava que as pessoas podiam se dar todas bem, ou pelo menos que conseguissem resolver desentendimentos. Acreditava que com um pouco de dialogo, ou com tempo, as coisas podiam-se resolver. Achava estúpido quando pessoas que se falaram e tiveram momentos bons, se deixavam de falar. Julgava que há sempre formas de ultrapassar coisas más, que nos fizeram mal, mas que podemos sempre perdoar, saber esquecer e ver as coisas pelo lado positivo das coisas, ou lembrar os momentos bons.

Mas no entanto, hoje, tudo isso foi mais uma vez posto em causa.
Hoje, e por causa de duas situações que envolvem mulheres, vou apagar, repugnar, esquecer, não lembrar, arrepender-me, pensar que foi tudo um grande erro, uma daquelas situações que nunca devia ter acontecido e sobre tudo desprezar, dois seres.
Assim sendo, esses dois deixaram de fazer parte da minha memória.

Mas o que vale é que no fundo continuo a acreditar.

Dêem uma vista de olhos

Daniel Ash

Xmal Deutschland – Viva

No mesmo conjunto do álbum dos The Smiths, chegou-me um álbum, raro, difícil, mas pelos vistos não impossível de ter. É em CD, mas É LINDO NA MESMA!!!

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Viva
Released: 1987
Produced by: Stranglers's Hugh Cornwell
Music Label: X-ile (Phonogram)
Members: Anja Huwe (vocals), Wolfgang Ellerbrock (bass 1980-89), Rita Simon (bass, 1980), Manuela Rickers (guitar, 1980-87), Fiona Sangster (keyboards, 1980-87), Caro May (drums, 1980-82), Manuela Zwingmann (drums, 1982-83), Peter Bellinder (drums, 1983-87)

All words and music by Xmal Deutschland except. "Will there really be a morning" original poem by Emilly Dickinson. Recorded at Brunwey Studios Hamburg and the Manor in 1986 except "Matador" and "Polarlicht" recorded at Brunwey Studios Hamburg in 1985. Sleeve by 23 Envelope. Sleeve photography by Nigel Grierson of 23 Envelope. Group photography by Anton Corbijn.

Matador
Eisengrau
Sickle Moon
If Only
Feuerwork (31. dez)
Morning (will there really be)
Manchmal
Polarlicht
Ozean
Dogma I

Mais uma vez, obrigado...! :)

The Smiths - Hatful of Hollow

Ontem e depois de uma longa procura, alguém que me é muito querido, deu-me um dos álbuns mais lindos, mas maravilhosos, mais alegres, mais tristes, mais românticos, mais agressivos, mais tudo, que eu mais gosto deles e que há-de ser sempre um dos meus favoritos:

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Hatful of Hollow
Release Date: November 1984
Produced By: John Porter
Music Label: Rough Trade Records

William, It Was Really Nothing
What Difference Does It Make
These Things Take Time
This Charming Man
How Soon Is Now
Handsome Devil
Hand In Glove
Still Ill
Heaven Knows I'm Miserable Now
This Night Has Opened My Eyes
You've Got Everything Now
Accept Yourself
Girl Afraid
Back To The Old House
Reel Around The Fountain
Please Please Please Let Me Get What I Want

As letras

Obrigado, amigo! ;)

quarta-feira, 8 de março de 2006

A minha avó!

Já dizia a minha avó:
Pessoa que anda de pernas bambas, tem sempre vontade de voltar.
Quem vê a alma, não vê a cueca.
Arriba, arriba, que lá vem água fria.

Também dizia:
Se queres ter tudo de bom, faz com que tudo de bom seja o teu desejo.

E dizia sempre que vinha da casa de banho:
Entre uma azeitona e uma uva vai uma grande diferença, uma é verde e a outra deixa a boca seca.

Palavras sábias proferidas por ela, como:
Meu filho.

Eu achava muita piada quando ela dizia esta, em forma de cantiga:
Se estás contente,
Lembra-te sempre,
Podes sempre,
Estar contente.

E quando ela lava a salada dizia em tom de gozo:
Ai!

Tenho as melhores lembranças dela, frases cheias de sabedoria, como:
Arranja um mulher que te compreenda e saberás dar o devido respeito à tua irmã.

Um dia ela pegou-me na mão, levou-me para a dispensa e disse:
Não digas a ninguém, mas eu andei com o teu avô.

Um dia, com os meus 16 anos, em conversa com a minha mãe:
Mas filha, o meu neto é um rapazinho já crescido e não necessita de usar esse cinto, o que irão dizer as raparigas de idade dele?

A minha avó!

Até logo.

terça-feira, 7 de março de 2006

Uma pequena dúvida...

O que havia antes disto?

segunda-feira, 6 de março de 2006

Deixemo-nos de merdas!

Toda a gente sabe que há sempre algo para fazer, sem que se saiba.
O tempo que se quer dar a um assunto, ou até mesmo o sentido desse assunto, que é dito e retido pelas mesmas individualidades, cegas, ou até mesmo mudas, entre o que dizem e o que fazem está sempre a dois séculos de distância.
Nós, os pobres coitados, que estamos sempre na ânsia de receber o que se quer ouvir e ter, temos sempre o que eles querem dar, ou falar, sem que nos oiçam ou se preocupem em saber se é isso mesmo que queremos receber, ou se é o oposto, ou até mesmo basta saber se é algo mais para um lado que outro, se é necessário fazer um pequeno ajuste e estaria tudo bem. Bastaria ouvir ou ter a atenção de ouvir, mas não! Não querem ouvir, só querem falar e falar, sem nunca parar, sem nunca perceber que um dia quando se calarem não têm nada, nada resta, só o silêncio, pois quem estava já não está, o que um dia foi, não voltará a ser, e tudo porque não souberam calar-se e ouvir...
Há-de ser sempre assim, uns falam, outros não ouvem, até que um dia falarão todos ao mesmo tempo, em vozes diferentes, em sons diferentes, dialectos incompreendidos, sem sentido e sem nexo. Será assim ou já é?
O principio primordial das conversa é o dialogo, duas ou mais pessoas que conversam, trocam ideias, mantém uma conversação, com algum sentido, falando de assuntos que estejam interligados, que compreendam o que estão a dizer e a ouvir. Quanto mais tempo passa, mais acho que se fala sempre em línguas diferentes, mesmo que seja a mesma língua, ou que pareça a mesma língua, mas de facto não é! É mais um conjunto de palavras que juntas formam frases, em que o sentido desconhecemos ou julgamos desconhecer (esta frase é plágio), pois não queremos saber.
Este é por exemplo é o mesmo caso, estou a comunicar, mas não me estão a ouvir e eu também não, assim sendo, deixemo-nos de merdas e façam um favor, mantenham-se caladinhos!

Muito obrigado.

Caso queiram continuar a falar, enviem cassete com os vossos manifestos para um lado qualquer. Muito sinceramente, não sei para onde...

Linda e o desalinhado

Linda! Olhos lindos, o cabelo, escuro como a noite, mas brilhante como as estrelas, voz doce, tão doce que encanta, lábios... os contornos, a boca, as palavras, sem grande explicações mas sábias, não sei explicar, as palavras não me fluem, só a minha memória, ficou, ficou e ficou tudo na memória. Esboço um leve sorriso, mas porquê? Não te conheço, não sei quem és, só sei que te vi e que te ouvi. Porque são estas coisa assim? Porque estou sempre fora do tom e desalinhado? Porque imagino coisas onde não existem? Porque quero falar contigo, mas sei que não vou conseguir e não tem a coragem de pedir? Porque me assola o medo de conseguir? Que questões são estas? Serão as de alguém sem rumo? Ou de alguém que sabe o que quer mas está impaciente? Que tem muito para dar, mas não sabe receber, ou ainda ninguém soube dar...
Sei, que sei, achei-te linda!

Do desalinhado...

Quem és? Desculpa, não ouvi bem o teu nome...

A misteriosa sensação de te ter conhecido,
do primeiro impacto,
de saber
que algo se passa e é bom,
mas é difícil, nada fácil,
algo profundo
como eu gosto,
doce
como eu adoro,
das primeiras palavras,
de não saber
como te olhar, sem notares,
de te observar,
de estar, sem estar,
de saber
o que dizer, mas saber o que fazer.
De saber
que te podia ajudar a chegar
a sentir,
de saber
que estás a ser usada, mal amada
por alguém
que não te merece, que te esquece
que não te ouve,
que te usou e vai usar, que vai-te fazer chorar
pois tu estás,
mas há alguém que não está,
vais ver, vai se assim,
senti.

Espero?

Espero ou não?
Tinha guardado tudo, aliás, muito bem guardado, tão bem que já me tinha esquecido de algumas coisas. Guardei tudo e pus naftalina por cima, sim, ainda era do tempo em que se usava essas merdas... Mas num dia de tempestade, ouvi-te chorar, pedias ajuda, pensei: Conheço esta voz!
E como uma força da natureza que não sabemos controlar, acedi ao chamamento.
Tal como a Natureza, a tua força é fora do comum, não a consigo controlar, não sei controlar, soube uma vez e disse que nunca mais o faria, mas agora... que devia, não consigo. Depois de te enxugar as grossas lágrimas, não resisti, toquei-te, estremeci e desarrumei tudo, tudo o que estava guardado e cheio de cheiro de naftalina, ficou exposto, ao ar, como os lençóis num estendal de uma casa de campo, brancos como a neve, com o cheiro de milhares de flores da Primavera e tudo voltou.
Como da outra vez, em que as guardei, desta vez há algo que as fazem estar guardadas, a razão é a mesma, mas desta vez ao contrário. Estaremos condenados? Se sim, era melhor saber desarrumar. Se não... espero? O tempo não importa... Mas espero? Já sei, não espero! Não?... Tudo indica que não deva, mas sabes...
Vou-te ouvir e vou ficando, vou também arrumando tudo de novo, muito devagar, sem grandes pressas, sem ter que o fazer de propósito, sem achar que é melhor o fazer já, vou deixar rolar, como quem lança uma pedra pela encosta e a vê rolar, até a deixar de ver.
Quem sabe se para a próxima não desarrume tudo, e tu também, mas desta vez que seja de vez.

quarta-feira, 1 de março de 2006

Cinco estranhos hábitos

Aceitando o convite de Bastet do Sol&Tude , que por sua vez tinha-o já sido envidado pela Noite do Ad tempus , desafio esse que trata ser revelado cinco estranhos hábitos a serem lançado a cinco vítimas.
Primeiramente o regulamento do desafio: "Cada bloguista participante tem de enumerar cinco manias suas, hábitos muito pessoais que os diferenciem do comum dos mortais. E além de dar ao público conhecimento dessas particularidades, tem de escolher cinco outros bloguistas para entrarem, igualmente, no jogo, nãos se esquecendo de deixar nos respectivos blogues aviso do "recrutamento". Ora, este regulamento terá que ser reproduzido, tal qual foi aqui transcrito, no blog da vítima.

Estes são os meus estranhos hábitos, acreditem ou não, também não quero saber...
1- Não consigo suportar a dor de cagar.
2- Tenho sempre a mania que estão duas moscas, e sempre as mesmas, no canto do meu quarto, no canto mais voltado a noroeste.
3- Sempre que entro no carro de alguém que não conheço pergunto: tem água?
4- Limpo sempre os pés no tapete da rua antes de sair de casa.
5- De manhã quando vou tomar o pequeno almoço, e está muito escuro, e muito frio, mesmo que seja tudo minha imaginação, sendo em minha casa ou noutra qualquer, estando eu descalço, ou até mesmo de meias, acompanhado ou acompanhado, isto é claro de cuecas com um buraco ao pé da etiqueta de tanto espreitar, tenho a mania de meter manteiga na torrada, mas não na torrada toda, só de um lado e metade desse lado. Não gosto de misturar sabores.

E estas são as minha vítimas:
1. Vamos tirar a carta ao Fred
2. Extranvanganza ; Insustentável Leveza do Ser
3. Nuno Markl ; HÁ VIDA EM MARKL
4. Envenenado
5. Merrassa

Já está!

O famoso 6 35 CSi



LINDO!!! A primeira vez que vi o vídeo fiquei cansado.

Informação: a 1ª é para traz e não para a frente como nos carros normais. Alguns carros de competição têm assim a caixa.