sexta-feira, 30 de dezembro de 2005

Corpse Bride

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Corpse Brid

Fui ver a estreia. Muito bom! Cada vez gosto mais deste realizador.

Últimos cartuchos

1-
Se queres mesmo saber
Nada irá acontecer
Eu sei
Eu sinto
Eu nunca errei
Eu nunca minto
Mas se queres mesmo saber
Tudo irei fazer para não saber

A questões, são como as gotas de água
Quando caiem molham, mas depois secam.

Queres mesmo saber?

2-
Na tristeza
E na alegria
Há uma certeza
Tudo acontece por magia

quarta-feira, 28 de dezembro de 2005

Boas festas...

Neste noite de lua cheia, não me pareces nada feia
Já o que trazes ao pescoço, não me parece bem um osso
Deve ser mais um penduricalho, ou será o meu caralho?

Anda sempre cheia, sempre com ela na veia
Trazia o papo vazio, mais ah puta que a pariu
Disse-lhe para trazer água e traz-me mágoa!

Conheci o teu amigo armeiro, esse grande paneleiro
Tinha um buraco na popa e não comia sopa
Fazia umas valentes mamadas, mas nunca as deixa acabadas.

Em meia dúzia de palavras, descrevo o Marco Chagas
Andava de bicicleta e tinha sempre a perna aberta
Não tinha um colhão, ou esse era o outro irmão?

És prima do Valente? A que tem sempre a sopa quente.
Ou és prima do Serafim? A que diz sempre que sim.
Já sei! És a cunhada de sicrano, enteada de beltrano.

domingo, 25 de dezembro de 2005

E porque hoje é dia de Natal...

...e estou com uma neura daquelas, aqui vai o meu momento de Narcisismo.

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Boa noite...

domingo, 18 de dezembro de 2005

Gu gu gá gá...

Au áre iu doing? Aime faine danques! Sou came one lets gou. If iu are de une iu are de moste biutiful persone in de uorld, ou iess!

Isto foi o que a minha amiga Marilia Ferreira disse ao beto que estava encostado ao poste da discoteca. Resultado: uma corrida para apanhar o táxi e o meu amigo Silva a pedir duas emperiais às 5 da manhã num sítio qualquer.

Irguevesto! Não é?

sexta-feira, 16 de dezembro de 2005

Vamos apoiar o candidato Vieira, vamos todos para a Tabaqueira

Vamos força, queremos Cavaco na forca!

Vamos por as rosas murchas, vamos matar o Chuchas!

Vamos ver quem se segue, desde que não seja o Alegre!

Por isso digo de peito inchado, Vieira, Vieira, Vieira tens que cantar o Fado!

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Vieira 2006
Actualizado!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2005

Ora vamos lá arrepiar mais um bocado. :)

A fábrica de camisolas
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Jo prazer JR, na fábrica de camisolas
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Os 3 da vida
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Olha que dois!
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Que pose, que estilo!
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Quem é? :)
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Esta praia é linda!!!
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E por agora basta para borrar alguns... AHAHA!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2005

Bocage

Poema num só canto.

Argumento

Quando o preto Ribeiro entregue ao sono
Jazia, lhe aparece o deus Priapo;
E com uma das mãos por ser fanchono,
Lhe agarra na cabeça do marsapo;
Oferece-lhe depois um belo cono,
Cono sem cavalete, gordo e guapo;
Casa o preto, e a mulher, por fim de contas,
Lhe põe na testa retrocidas pontas.

Canto único

I
Acções famosas do fodaz Ribeiro,
Preto na cara, enorme no mangalho,
Eu pretendo cantar em tom grosseiro,
Se a musa me ajudar neste trabalho:
Pasme absorto escutando o mundo inteiro
A porca descrição do horrendo malho,
Que entre as pernas alberga o negro bruto
No lascivo apetite dissoluto.

II
Oh! Musa galicada e fedorenta!
Tu, que às fodas de Apolo estás sujeita,
Anima a minha voz, pois hoje a tudo intenta
Cantar esse mangaz, que a tudo arreita:
Desse vaso carnal que o membro aguenta,
Onde tanta langonha se aproveita,
Um chorrilho me dá, oh musa obscena,
Que eu com rijo tesão pega na pena.

III
Em Tróia de Setúbal, bairro inculto,
Mora o preto castiço, de quem falo;
Cujo nervo é de sorte, e tem tal vulto,
Que excede o longo espeto de um cavalo:
Sem querer nos calões está oculto,
Quando se entesa o túmido badalo
Ora arranca os botões com fúria rija,
Ora arromba as paredes quando mija.

IV
Adorno hirsuto ríspido pentelho
Os ardentes colhões do bom Ribeiro,
Que são duas maçãs de escaravelho,
Não digo na grandeza, mas no cheiro:
Ali piolhos ladros tão vermelho
Fazem com dente agudo o pau do leiteiro,
Que o cata muito vez; mas ao tocar-lhe
Logo o membro nas mãos entra a pular-lhe.

V
Os maiores marsapos do universo
À vista deste para traz ficaram:
E de novo Martinho em prosa e verso
Mil poetas a porra decantaram:
Quando ainda o cachorro era de berço
Umas moças por graça lhe pegaram
Na pica já taluda, e de repente
Pelas mãos lhe correu a grossa enchente.

VI
De Plifemo o nervo dilatado,
Que intentou escachar a Galateia,
Pelo mundo não deu tão grande brado
Como a porra do preto negra e feia:
Da Cotovia o bando galicado
Com respeito mil vezes o nomeia,
E ao soberbo estardalho do selvagem
As putas todas rendem vassalagem.

VII
O longo e denso véu da noite escura
Das estrelas bordado já se via;
E em rota cama a horrenda criatura
Os tenebrosos membros estendia:
Do caralho a grandíssima estatura
Com os lençóis encobrir-se não podia,
E a cabeça fodaz de fora pondo
Fazia sobre o chão medonho estrondo.

VIII
Os ladrões, que fiéis o acompanhavam,
A triste colhoada a cada instante
Com agudos ferrões lhe trepassavam,
Atormentados a besta fornicante:
Na duríssima pele se estranhavam,
Suposto que com a garra penetrante
O negro dos colhões a muitos saca,
E o castigo lhes dá na fera unhaca.

IX
Tendo o cono patente no sentido
Na barriga o tesão lhe dava murros;
E de activa luxúria enfurecido
Espalhava o cachorro aflitos urros:
Com a lembrança do vaso apetecido
O nariz encrespava com os burros;
Até que em vão berrando pelo cono,
De todo se entregou nas mãos de sono.

X
Já roncando os vizinhos acordava
O lascivo animal, que representa
Com o motim pavoroso que formava,
Trovão fero no ar, no mar tormenta:
Com alternados couces espancava
Da pobre cama a roupa fedorenta,
Que pulgas esfaimadas habitavam,
E de mil cagadelas matizavam.

XI
Eis de improviso em sonhos lhe aparece
Terrifica visão, que um braço estende,
E pela grossa carne que lhe cresce
Debaixo da barriga ao negro lhe prende:
Acorda, põe-lhe os olhos, e estremece
Como quem ao terror se curva e rende:
Com o medo que tinha, a porra ingente
Se meteu nas encolhas de repente.


(Continua...)

terça-feira, 13 de dezembro de 2005

Alta velocidade

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Em alta velocidade vou continuar. O tempo passa a alta velocidade, já estamos em Dezembro e não dei por nada, para quê estar preocupados com o que se passou, em alta velocidade vou continuar, até acabar. Travões? Que travões, queremos é acelerar, andar em alta velocidade, sem parar, sem nos preocuparmos com a “bófia”, em frente e em alta velocidade, assim o tempo passa mais rápido. Quando for para parar e andar devagar, logo se pensa nisso tudo.
Há quem me tenha dito para parar, mas esses não sabem andar depressa.

terça-feira, 6 de dezembro de 2005

Sem comentários... :)

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Enviaram-me hoje por mail...

Espero...

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Como se pode observar pela fotografia, os portugueses abandonaram as banheiras. Das duas uma, ou compraram polibans, ou estão a seguir as modas de França.
Espero que a moda seja só a falta de banhos...

segunda-feira, 5 de dezembro de 2005

Dúvida.

Será possível alguém nos arrancar seja o que for sem nos tocar?