sexta-feira, 26 de agosto de 2005

Aí vou eu!

Armona, aí vou eu!! Quase não dormi...

quinta-feira, 11 de agosto de 2005

Vais de mota, ou vais de carro?

Vistas bem as coisas, nada daquilo fazia muito sentido. Eu estava todo molhado e não estava a chover.
(Quem sofre de estupidez devia pagar imposto)

Graça? Anda ver o que o nosso filho fez.
(Qual filho?)

A manta está na cave. Se não sabes onde botas as coisas a culpa não é minha.
(Botas? Mas é a manta ou é as botas?)

Anda, anda lá! Não perguntes, anda só.
(Seria muito imprudente ir sem perguntar primeiro, em especial com aquele tipo)

Vou ver o que posso fazer por si, Sr. Mamede. Uma coisa é certa, à noite não dá
(E de dia?).

Transpiro que nem um cavalo, mas não cheiro mal. Já o mesmo não se pode dizer dos meus peidos.
(A sociedade protector dos animais devia processar este tipo).

Mete uma cena na cabeça, o chapéu!
(Agora mesmo chego a uma conclusão. A cabeça só serve para uma coisa).

Ainda vinha eu no início da rua e já te ouvia a cacarejar. Bolas!
(Não é normal ter-se uma galinha como companheira)

Vendo assim de chofre, nada podemos fazer. Terei que chamar os bombeiros. Mas desde já lhe digo, vai ser muito moroso.
(Imaginem se fosse uma pedra entravaquadrilhada, lá se tinha que a desentravaquadrilhar)

Amo-te! Amor... os teu olhos, a tua boca, o teu cabelo, a tua mama.
(É amor mesmo!)

Venha comigo, eu ensino-lhe o caminho, vai ver que é perto.
(Passado duas horas)

Uma treta! És uma treta!! Não te posso fazer nada é?
(Em especial apertar as bordas da cona)

Mentes com todos os dentes que tens, com é possível.
(Era uma mentira pequena, a ver pela quantidade de dentes).

Vista grossa? Estás a fazer–me vista grossa? Estás mesmo a fazer-me vista grossa? Não acredito... Logo tu!
(Como será uma vista fina?)

A arma está carregada, um passo e é a tua morte, não abuses da sorte!
(Ora ai está um tema que gostaria de abordar no meu próximo programa, a infidelidade)

Mamã mamã? Que horas são?
(Adivinha?)

Filipe, não venhas tarde.
(Claro que não).

Canto a canção porque gosto. Já a outra não posso dizer o mesmo.
(Mais valia não teres cantado nada! Que merda da voz!)

E vistas bem as coisas, nada disto é para ser levado muito a sério, faz mal aos joelhos.
(e à vista grossa, de quem não tem voz, para que possas vir mais cedo, adivinhando as horas em que a arma será descarregada, ficando assim o tipo só com um dente, sim esse que não aguenta nada e que ensinou mal o caminho a velhinha. Já as pessoas amadas, que conduzem desentravaquadrilhadores, que têm mulher tipo galinha, teimosas, de cabeça de andorinha, com problemas de gases, que deixam pessoas como o Sr. Mamede pendurados, que nos enganam a torto-e-a-direito, que têm frio, não sabem a quantas andam e que por fim são estúpidas que nem uma porta, essas pessoas são-nos muito queridas, mas não as compreendemos).


Não faço qualquer tipo de comentário.... NADA!!!

terça-feira, 9 de agosto de 2005

2 segundos

Muita coisa pode acontecer em 2 segundos, mas por outro lado não é assim tanto tempo...

Ia passear pela cidade, quando um peixe me pergunta – Sabe nadar? – Mas que raio??
2 segundos antes da passagem do maremoto.

A rua é estreita, acanhada, esguia e não consegui ver o sinal.
2 segundos antes de ser assaltado numa rua sem saída.

Sentei-me, fiquei deslumbrado, como podia ser! Porque razão ninguém se senta aqui?!
2 segundos antes de lhe cair um piano em cima.

Estou cheio de sede. Uma fonte? Óptimo! Isto é demais, olha para este jovem aqui no chão a espumar da boca, é a droga...
2 segundos antes de beber água contaminada.

Pensei eu: Vou de carro, ou a pé? Não sei... Será que vai chover? Que se lixe, vou a pé!
2 segundo antes de ter perdido o último comboio de volta no meio do deserto Australiano.

Que calor! Vou à água.
2 segundos antes de lhe dar uma paragem de estômago.

Táxi! Táxi!
2 segundos antes de não ver o autocarro.

Mas porque raio é que a manga do casaco está tão comprida?
2 segundos antes de ter reparado que não tinha a mão direita, tinha sido roubado!

Adoro comer sopa de espinafres, é mesmo bom. Que sorte, hoje há! Se faz favor! – e estico o braço.
2 segundos antes de ter morrer com um tiro revolver, pois fiquei com o braço no meio das mamas de uma Senhora extremamente boa que vinha a passar como o marido, o qual era um pouco ciumento e não gostou (eu sei é rebuscado, mas valeu a intenção).


Há muitos outros exemplos como gerir os seus 2 segundos, pensem nisto e durmam descansados.

segunda-feira, 8 de agosto de 2005

Que estranho

Já repararam que não há fogos ao fim de semana...

quinta-feira, 4 de agosto de 2005

Manual de boas práticas II

Na farmácia:

  • Primeiríssima coisa a ser feita; encontrar uma farmácia.
  • Peça licença à porta para descasar os sapatos, se lhe for negado, diga que tem uma bomba.
  • Se houver fila, não tire senha. Espere que as senhas acabem e depois queixe-se.
  • A qualquer pergunta que lhe façam, responda sempre: Dois quilos. Ex: - O que vai ser? - responda prontamente - Dois quilos.
  • Se estiver alguém a trás de si para ser atendido, diga-lhe que é só uma instante, depois tire a lista das compras do supermercado e faça um ar arrebatador.
  • Fale muito baixo quando estiver a pedir os medicamentos, se a pessoa não o conseguir ouvir, disfarce.
  • Encontre a balança, suba e fique inerte em cima dela. Se alguém da farmácia lhe disser: “Vamos fechar.” Disfarce e diga que ficou sem pilha no relógio.
  • Altere o nome do medicamento na receita de “Ananase” para “Ananase de laranja” e veja a reacção do farmacêutico.
  • Peça preservativos para usar nas orelhas, se não tiverem, peço o livro de reclamações e leia as reclamações em voz alta.
  • Quando pedir preservativos, enrole, faça como se estivesse envergonhado. Se a pessoa que o está a atender perceber, disfarce, diga que é para o seu cão.
  • Minta, diga que está grávida.
  • Entre na farmácia a tossir compulsivamente e peça pastilhas de nicotina, mas sem açúcar.
  • Faça-se de drogado e peça pastilhas para o mau hálito.
  • Diga que o bife estava muito rijo e peça para falar com o gerente. Se o funcionário lhe disser que o aquele estabelecimento não é um restaurante, diga: “Isso é o que todos dizem!”
  • Diga que lhe dói a alma e aguarde pacientemente por uma solução.
  • Queixe-se da vida, se o funcionário lhe der algo, diga que já experimentou e não resultou.
  • Peça para falar com o Médico, confesse-se e dê-lhe uma galinha.
  • Se está farto de esperar, atire larachas para ao ar e no final de cada uma peide-se. Se mesmo assim não resultou, peça carinhosamente que saiam todos, exibindo um revolver em punho.
  • Quando pagar, finja que está surdo. Se continuarem a insistir, pegue nos medicamentos, volte-se para trás e diga: Este Sr. paga.
  • Ao sair fale sozinho e por fim pragueje com os medicamentos. Se ninguém olhar, finja que não viu nada.
  • Antes de sair diga que lhe roubaram os sapatos que tinha deixado à porta. Para esta prática, terá que estar descalço, ou então o efeito não é o desejado.
  • Na rua, comente em alto e bom som: “Estão a dar rebuçados aqui!” Se ninguém ouviu, passe ao segundo plano; sair de fininho.

quarta-feira, 3 de agosto de 2005

Chuva

A chuva de Janeiro que bate na chão, forte, como a morte, gelada,
como o metal da foice que trago na mão inchada, fechada,
cheia de calos doridos, como o coração, da terra amada, lavrada,
de dias e dias a fio, com muito pão e alguma água, decantada,
essa chuva, que trás a nossa benção, muito molhada, muito abençoada,
que nos trás a vida, que a torna numa canção, chorada, cantada,
a várias vozes, ou com um só vozeirão, a canta animada, nada desafinada,
cheia de vida, que enche o coração, da rapaziada, de uma só lufada,
que nos converte em crianças, de biberão, ó terra amada, ó desgraçada!

segunda-feira, 1 de agosto de 2005